Feminizada e emputecida 2

Faltavam 2 horas pra acabar o expediente, quando chegou uma mensagem. - Oi, puta. - Oi, dono. - Você foi uma garota boazinha, né, e colocou calcinha pra trabalhar. - Sim, dono, tô de calcinha. - Manda uma foto. - Já vou, dono. Fui pro banheiro tirar a foto e mandei. - Muito bem, vejo que é uma menina obediente, mas um pouco puta, faz 2 dias que você tá com a mesma calcinha. - Não tenho nenhuma, dono. - Como tá sua situação financeira? - Bem, dono. - Essa tarde você vai com a Mirian comprar umas. - O que o senhor mandar. - Quando sair do trabalho, vai pro local que vou te mandar. - Sim, dono. No fim do expediente, fui pro local que ele tinha mandado, era um apartamento e quem abriu a porta foi a Mirian. Na sala tinham 4 garotas a mais, todas vestidas com minissaias bem curtas. - Essa é a Jessi, uma colega nova. - Oi, meninas. - Cumprimentei com vergonha. Todas me cumprimentaram, eu tava vestida de roupa de menino. - Vem, Jessi, que vamos te preparar pra receber o dono. Entramos num quarto, me fizeram tirar a roupa, primeiro colocaram lingerie de renda em mim, e um vestido preto bem curto, mal cobria a bunda, e salto agulha, e todas foram me maquiando. Quando eu tava totalmente feminizada, o dono apareceu pela porta, todas se ajoelharam e eu fiz o mesmo. - Oi, foxy - ele falou comigo, pegando no meu queixo. - Oi, dono. - Levanta, puta, quero te ver bem. Já de pé, ele me observou toda, passou a mão na minha bunda. - Você tá uma puta completa, sempre tem que se vestir assim, e agora de joelhos, foxy. - Sim, dono. - Já conheceu suas colegas, vocês vão ficar grandes amigas, vai passar muito tempo com elas aqui, elas vão te ensinar tudo que uma puta precisa saber. - Sim, dono. - Vai, o que tá esperando, tira ele pra fora, quero ver essa boquinha começar a trabalhar. Desabotoei a calça dele e procurei o pau por baixo da cueca e comecei a chupar, olhando pras outras garotas. Tava fazendo bem, porque ouvia meu dono gemer, até que ele segurou minha cabeça com força e encheu minha boca de porra, que eu tentei Engolir tudo, coisa que foi impossível pra mim, derramando porra pelos cantos dos meus lábios, quis tirar da boca. — O que cê tá fazendo, putinha? Continua chupando, quero ele duro de novo. Quando ficou duro, ele se levantou, me empurrou na cama, colocou uma camisinha e abriu minhas pernas, afastou a calcinha de lado e meteu quase de uma vez. — Olha só que gostosa você é, me olha na cara, Promíscua, toma consciência de qual é sua posição, assim bem aberta de pernas e aproveitando uma boa pica. — Sim, senhor, tô consciente. — Cê gosta de ser fodida, né, gostosa? — Sim, eu gosto. Antes dele gozar, eu já tinha gozado duas vezes. Quando ele terminou, tirou e colocou a calcinha no lugar. — Parece que minha putinha molhou a calcinha dela. — Sim, senhor. — Porra, permissão pra lavar você um pouco, e volta na minha presença que você vai sair com a Mirian pra fazer compras bem contente, recém-fodida e com um presente que vou te dar. Quando voltei de me lavar, meu senhor me esperava com um dildo na mão. — Olha, cê gostou do seu presente? Apoia aí na mesa, me oferece a bunda. Ele meteu até o fundo, arrumou bem minha roupa. — Já tá pronta pra sair pra fazer compras. — Senhor, desculpa, como vou sair na rua com isso? Não consigo andar assim, é desconfortável. — Claro que pode sair na rua com isso, vai te lembrar que você é uma das minhas putas e vai fazer você dar passinhos mais curtos, mais femininos. — Senhor, não vou conseguir andar o tempo todo com isso. — Mirian, leva essa gostosa daqui já, aliás, manda lembranças pro Daniel. Jessi, espero que você seja atenciosa com ele, é um bom amigo. Saí do apartamento com a Mirian, andar era difícil entre os saltos e o dildo enfiado na bunda, meus passos eram desajeitados. Um tempo de metrô e depois mais um tempo andando me fez me acostumar a ir assim, fomos conversando as duas. — Ei, Mirian, por que ele me quer vestida assim na minha própria casa? — Se acostuma, você é a putinha dele, bom, uma delas, e submissa. Agora ele controla sua vida, sua roupa, e você tem que estar preparada pra quando ele precisar dos seus serviços. — Bom, também tenho minha vida separada. — Agora já era. Não, e por que você trabalha? Senão estaria 24/7 com a gente no piso.
— Vou falar com ele.
— Fala você.

Quando me dei conta, estávamos entrando numa loja de lingerie.
— Olá, senhor Daniel.
— Olá, Mirian, o que te traz aqui?
— Trouxe a Jessi, a nova slut do meu amo. Ela é travesti e precisa de umas roupas íntimas.
— Sim, o Albert já me falou dela. Disse que você é bem slut.
— Sim, ela é, sim.
— Vamos ver o que tenho aqui pra você.

Ele pegou vários conjuntos, alguns completos com liga, meia, etc.
— Isso aqui foi escolhido pelo seu amo pra você. Dá 235 euros.

Tirei meu cartão pra pagar, e ele olhou pra ele.
— Esse cartão não é seu. É de um tal de Joan.
— Sim, é meu. Eu sou o Joan.
— Pelo que eu sei, você é a Jessi.
— Bem, meu nome verdadeiro é Joan.
— Então não pode pagar com ele. Como eu vou saber que não é roubado?
— Não, é meu mesmo.
— Vou chamar a polícia pra verificar.
— O senhor sabe que eu tô vestida assim, mas sou um homem.
— Kkkk, um homem? Você é uma slut. E por isso vou te dar uma chance de pagar com esse cartão. Mirian, fecha a porta que essa slut vai me chupar, senão chamo a polícia.
— Mas, senhor Daniel, o senhor não pode fazer isso.
— Claro que posso. Vem, foxy, de joelhos. Quero saber se você é tão slut quanto seu amo diz.

Diante da voz autoritária que ele colocou, me ajoelhei submissamente, e ele enfiou a rola na minha boca. Comecei a chupar até que ele encheu minha boca de porra.
— Viu como é fácil se entender? Agora esse cartão serve pra você.
— Sim, senhor. Obrigada.
— O Albert já me disse que eu podia usar essa sua boca sempre que viesse. E você não vai demorar muito pra voltar. As putas têm que trocar de calcinha direto, e você vai precisar comprar mais.
— Sim, senhor. Será um prazer.
— Então pronto, aqui estão suas calcinhas. Pode ir rebolando essa bunda pra outro lugar, que eu sei que você tá ocupada, kkkk.

Ele me deu um tapa forte na bunda. Sempre fui uma pessoa sem muita personalidade, mas ali percebi que, se um homem falava comigo com autoridade, eu ficava submissa e obediente. Já de de volta no apartamento. —já estão minhas putinhas de volta, o Daniel já me disse que você foi muito atenciosa com ele, embora eu diria que foi bem vadia, assim que tem que ser. —sim, senhor, como o senhor pediu. —assim deve ser sempre. Um bom tempo depois, que fiquei lá naquele apartamento sem fazer nada, meu senhor me chamou e me levou de lado, longe das outras garotas. —a Mirian me disse que você andou curiosa, perguntando umas coisas, então daqui a pouco você vai saber por que eu quero você sempre vestida assim, até na sua casa. Agora você vai pra lá, mas primeiro vou tirar o dildo, você ficou confortável com ele a tarde toda? —sim, senhor, no começo incomodou um pouco, mas já me acostumei. —bom, assim que eu gosto, agora vá pra casa e espere minhas ordens. —sim, senhor. Voltei a entrar no meu apartamento com minha roupa de homem numa sacola, e outra sacola com as calcinhas compradas, as meias, sutiãs e o resto ele mandou eu deixar no apartamento. Já fazia meia hora que eu estava no meu apê quando meu senhor me ligou. —às 8 vão bater na sua porta, atenda bem, é um bom amigo. —sim, senhor. —leva ele pro seu quarto e você já sabe, um bom boquete e abre as pernas pra ele. —sim, senhor. —aliás, usa camisinha com ele, não vai pegar nada. Pouco depois bateram na porta, abri e lá estava um homem barbudo, meio feio, convidei ele pra entrar. —você deve ser a Jessi, a putinha, né? Vamos ao trabalho que tô com pressa. Levei ele pro meu quarto, me ajoelhei, desabotoei a calça dele, masturbei um pouco e quando tava dura coloquei uma camisinha e comecei a chupar. Cinco minutos depois, ele me levantou, me fez ficar de quatro e me comeu até gozar. Ele subiu a calça e jogou dinheiro em cima da cama. —isso é o quê? —o que o seu sexy falou que eu devia pagar, 40 euros, né? Não respondi, ele virou e foi embora sem dizer nada. Fiquei pensando no que ele tinha dito, meu sexy. Uns dois minutos depois, a campainha tocou de novo, olhei pelo olho mágico e era meu senhor. —oi, senhor. —tudo bem, putinha? —não, tenho uma dúvida que queria falar com o senhor, aquele Cara, ele me pagou e disse que eu sou gostosa. Você provavelmente já tinha falado isso, pode me explicar? — Não tem nada pra explicar, é simples: você trabalha de puta pra mim, então me dá os 40 euros. — Não, não, não, não vou trabalhar de puta pra ninguém. Isso acaba aqui, vai embora, por favor. — Calma aí, Foxy, ninguém vai sair daqui. Vamos nos entender, você e eu. Olha o vídeo que vou te mandar. No vídeo dava pra ver quando me vestiam, me maquiavam e, por último, como eu chupava o pau e como eu acabava sendo fodido. — E aí, o que me diz agora? — É você e eu esta tarde no seu apartamento. — Sim, isso eu já sei. Sabe que esse vídeo pode chegar no seu chefe, né? Ele ia adorar ter uma secretária tão puta assim. — Não faz isso, por favor. — Então, se não quer que eu faça isso, já sabe: vai ter que trabalhar de puta pra mim. — Por favor, eu imploro, não vou trabalhar de puta. Apaga isso, por favor. — Desculpa, ou você aceita ou eu mando. Tenho o e-mail da sua empresa. Você é a carta que completa o meu poker de putas: um travesti. — Por que você tá fazendo isso comigo? Vou fazer o que for preciso. — Chega mais perto, Foxy. Quero ver como você faz o que for preciso. Ajoelha na minha frente. Começa a chupar, puta. Diante da autoridade com que ele falou isso, eu me aproximei, me ajoelhei submisso e comecei a chupar o pau dele. — Viu como você é uma puta? — ele dizia, acariciando minha cabeça. — Você nasceu pra isso e vai fazer tudo que eu mandar. Ele tirou o pau da minha boca e me fez olhar pra ele. — É verdade que você vai fazer o que eu disser? — Sim, senhor. Ele enfiou de novo na minha boca, fazendo um vai e vem, e, segurando firme na minha cabeça, foi me fodendo enquanto falava. — Sabia que a gente ia se entender. Vou te explicar como funciona: eu arrumo os clientes pra você. Sua tarifa é meia hora 40 euros, uma hora 70. Pra mim fica 60% e o resto é seu. Normalmente você vai trabalhar no apartamento com as outras meninas. Você sai do seu trampo, vai pro apê, se veste e espera até precisarem dos seus serviços. Fim de semana você passa inteiro no apê, disponível 24/7. Vai fazer qualquer tipo de serviço: oral, grego. ,dominação o que o cliente pedir, inclusive saídas para hotéis, para casas onde você for requisitada. Quando termino de falar, paro deixando a pica enfiada na boca, fazendo com que ele me olhasse — como eu gosto da cara de putas viciadas quando vocês comem uma boa pica, ficou claro o que eu te disse? Assenti com a cabeça. — bem, agora termina o trabalhinho que você está fazendo com essa boquinha de puta gulosa que você tem. Continuei chupando ele e, alguns minutos depois, minha boca se enchia de porra. — isso mesmo, Foxy, engole toda a porra do seu dono, deixa a pica bem limpa, você é uma boa puta, não me enganei com você. Ali ajoelhada na frente do meu dono, ele acariciava minha cabeça enquanto eu continuava limpando bem a pica já mole dele. — já chega, gulosa, tenho que ir, amanhã te espero no apartamento. — sim, senhor. Assim começou minha vida dupla, só usava roupa de homem no trabalho e sempre por cima das minhas calcinhas ou tanga.

1 comentários - Feminizada e emputecida 2

GIEGUI
Sueño con un amo así de dominante