PARTE I...CLICK AQUI
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PARTE II
Sali de mi habitación y la fiesta continuaba, me sentía aliviado, había sido un paja tremenda con las imágenes de mi hermana y aparte siendo manoseada de esa manera con por mi primo, decidí acercarme nuevamente al grupo, de inmediato note la presencia de mi hermana sentada en la orilla de la mesa con mi primo, platicaban, sonreían entre ellos e incluso estaba bastante junto como tomando sus manos, de repente me invadían los celos y me daban ganas de acercarme y correr de una vez por todas al pendejo de mi primo pero no había por que hacer una escena que aparte de todo seria muy extraña para todos, entonces decidí echar andar un plan para poder tomar una ventaja de esto…
Habían pasado un rato, no sabia como iba a actuar pero justo pensaba en algo, quizá solo acercarme y comentarle lo que vi para ver su reacción y cuando suplicara por mi silencio tomar ventaja en ese momento, aunque creo se pensaba mas fácil de lo que en realidad seria, si bien mi hermana siempre fue extrovertida y abierta en sentido de salir con múltiples chicos no sabia cual seria su reacción al saber que su hermano menor quería lo mismo que los demás, en ese momento mi papa volvió a pedir una provisión de hielos, de manera irónica voltee a ver a donde mi hermana y dije porque no va ella otra vez ya que te gusta tanto ir a buscar los hielos, ella me miro con extrañeza al igual que mi primo, se pusieron nerviosos de un momento otro entre risas y tartamudeos, mi primo se levanto y dijo que el iba sin ningún problema, ella solo volteo la mirada y comenzó a mirar su teléfono…
Parecia uma chance de chegar perto e ver no que dava, ela tava isolada num canto da mesa e com aquele burburinho de gente ninguém ia ouvir nada. Levantei e fui lá pro fundo onde ela tava, sentei na frente dela. Ela me olhou com desprezo e falou: "Perdeu alguma coisa?". Falei que só queria ver como ela tava se divertindo. Ela tava de pernas cruzadas e eu conseguia ver o fundo da coxa dela. Não me segurei e coloquei a mão no joelho dela, era bem incomum. Ela me olhou meio desconfiada: "O que você quer?", tirando minha mão do joelho dela. Falei por que ela não acompanhava o primo pra buscar os gelos no depósito. Nessa hora, a cara dela mudou e ela me encarou: "Do que você tá falando?". Falei que há pouco entrei na garagem e achei que vi alguma coisa rolando lá dentro. Sei lá, você sabe do que tô falando...
Levantei da mesa e fui embora. Queria ter virado pra ver a cara dela, mas queria deixar a pulga atrás da orelha. Voltei pro meu lugar e olhei pra onde minha irmã tava. Ela me encarava com uma cara de irritação, mas ao mesmo tempo parecia meio preocupada. Comecei a ficar incomodado. Minha mãe tava chegando perto da mesa e decidi fingir que queria falar com ela naquela hora. Meu primo chegou de novo com os gelos na mesa. Perguntei qualquer besteira pra minha mãe que nem lembro, mas garanti de apontar pra minha irmã e depois pra garagem. Meu primo sentou de novo do lado dela, mas ela se levantou e veio pra onde eu e minha mãe estávamos conversando. Antes que ela me interceptasse, virei e fui pras escadas subir...
Não sei o que minha irmã falou pra mãe, mas ela saiu atrás de mim rapidinho. Eu tinha entrado no quarto dos meus pais no andar de cima. Não queria que ela me visse, mas foi inevitável. Ainda não tinha um plano e tava muito nervoso. Nesse quarto tem um banheiro, então decidi entrar e trancar a porta, tentando evitar esse encontro por mais tempo, pelo menos até pensar em algo. Continuar, mesmo sem um plano, eu sabia qual era o objetivo, ou pelo menos na minha cabeça era tentar fazer ela me ensinar alguma coisa ou quem sabe poder tocá-la. Meu coração batia rápido, minha pica ficava dura só de pensar nisso…
Eu tava trancado no banheiro quando ouço a porta da frente abrir, os passos se aproximaram sem dúvida da porta do banheiro… toc toc!!!
Irmã: Pode sair, pelo amor de Deus!!?
Eu: O que você quer? Tô no banheiro… (tava sentado no vaso, muito nervoso)
Ouvi os passos dela se afastarem e de novo o barulho da porta abrindo e fechando. Pensei que ela tinha ido embora e voltado pra festa. Fiquei pensando uns minutos como proceder, sem dúvida tinha dado um passo sem volta, teria que encarar ela e falar o que queria. Pensava em descer, levar ela pra garagem e talvez ali tirar vantagem, fazer com ela os mesmos carinhos que ela fazia com meu primo de certa forma. Claro que não achava que ela ia ceder, mas com certeza alguma coisa sairia. Me aproximei da pia e lavei o rosto, sentia minha pica apertada contra a calça, tava muito excitado. Me aproximei da porta, pronto pra sair e continuar com o plano, se é que eu tinha algum…
Assim que abri, vi o quarto na penumbra, a luz tava apagada e só saía um pouco de luz do banheiro. Ao abrir totalmente a porta, vejo sentada na beira da cama uma silhueta e, de repente, acender um abajur de cabeceira. Levei um susto enorme, era minha irmã me pegando de surpresa no quarto. Fiquei paralisado, senti até que emudeci e a ereção foi embora…
Irmã: Olha aqui! Vai me dizer que porra foi aquela lá embaixo?
Eu: E… é… p… mas… o quê… não…
Irmã: Agora vai se fazer de bobo? Eu não sou minha mãe, então vai se acalmar se não quiser que eu vá até ela e conte o que eu sei…
Eu: (Foi repentino, não sabia do que ela tava falando e não conseguia articular palavra)… M… mas o que você quer?
Irmã: Que você me diga o que viu ou o que quer?
Ela se levantou da cama e caminhou até mim, eu não sabia como proceder. Nem de longe eu tava entendendo do que ela tava falando, a Lúcia tava irritada e o tom de voz dela era ameaçador, então eu só tentei criar coragem, pegando um pouco a proporção: a gente tem quase a mesma altura, apesar da diferença de idade. Ela se aproximou até ficar na minha frente, me olhou desafiadora…
Irmã: Então, seu cuzão, agora me fala qual é a sua? (Ela me segurou pelo ombro com força, como se me desafiasse)
Sem pensar muito, eu dei um tapa pra me soltar…
Eu: Ah, então eu também tenho muita coisa pra contar pra minha mãe se for por esse caminho, então não me enche! Ah, ou melhor ainda, pro meu pai!
Não sei de onde, mas criei coragem, e agora fui eu quem segurou ela pelo braço. Ela tentou se soltar, mas não conseguiu…
Irmã: Me solta!! Vamos conversar agora, ok?
Eu soltei ela, e ela sentou na beira da cama me encarando. Cruzou as pernas, e eu não consegui evitar de baixar o olhar e escanear ela de baixo pra cima. Mesmo irritada, ela tava uma gostosa…
Irmã: Olha, não sei o que você acha que viu ou o que rolou, mas com certeza não é nada do que sua mente de porco tá pensando…
Eu: Foi mais que isso. Se quiser, eu conto tudo o que vi…
Um sorriso se formou no meu rosto. Só de lembrar, já me sentia excitado de novo. Ela me encarou fixamente, sem dúvida chocada com o que eu tinha visto ou até dito. Nunca me dava tanta atenção, tenho que admitir, mas dessa vez eu tinha ela na palma da minha mão…
Irmã: Não acredito em nada disso. Aliás, já vou, não quero perder meu tempo com você!
Ela se levantou e andou até a porta…
Eu: Então, acontece que eu tava indo pegar o gelo, e de repente te encontro com o Juan…
Ela parou no meio do caminho, virou o rosto pra mim de novo com aquele olhar desafiador…
Irmã: O que você viu? Não tô pra brincadeira, então fala ou fala!!
O rosto dela ficou vermelho, ela tava furiosa mas com uma certa vergonha que a denunciava. Voltou até mim rapidamente, até pensei que fosse me bater. Começou a me empurrar e eu quase caí na cama. Ela aproximou o rosto do meu e me prendeu pelos ombros:
Irmã: Olha, não vem… Mete o nariz onde não é chamado, ou quer que eu conte pra minha mãe o que você faz com minhas calcinhas fio dental!!
Abri os olhos bem grandes, sabia do que ela tava falando, já tinha pegado elas várias vezes e até da minha mãe pra me masturbar, às vezes deixava o sêmen impregnado, achava que isso era só meu segredo, também não imaginava que ela fosse tão direta e sem rodeios…
Eu: então ficar se pegando, QUASE SEM ROUPA, com seu primo, acho que não é algo que minha mãe… ou pai queiram ouvir, cê acha?
Falei sem pensar mesmo, vi como ela se desmontou e me soltou na hora
Eu: melhor nem tentar negar, eu vi vocês, te vi claramente…
Irmã: se é que você é filho da puta, tava espionando?, acha que não percebo que me espia?, você é doente… sou sua irmã…
Essas palavras realmente me atingiram, tava quase cedendo, mas sabia que se ela tinha chegado a falar essas coisas é porque se sentia ameaçada de verdade, então decidi apertar mais, dessa vez era tudo ou nada, era um ponto sem volta, o que rolasse aqui seria épico ou só um fiasco e nunca mais teria essa chance ou mesmo tocar no assunto…
Eu: bom, eu só tava passando por ali, você que tava se pegando com o Juan, você é uma…
Irmã: é melhor não ousar falar isso, cara!
Tava furiosa de verdade, nunca tinha visto ela assim, também nunca tinha me falado desse jeito, de repente parecia que ia chorar, mas era mais uma raiva acumulada, cada vez levantava mais a voz e apesar do barulho, temia que alguém ou minha mãe viesse perguntar o que tava rolando…
Irmã: chega, aonde você quer chegar? Tipo, sem dúvida eu teria contado pra eles se esse fosse seu plano, então fala logo o que você quer e acaba com isso…
Olhei fixo pra ela, de novo de cima a baixo, era hora de botar toda a carne no fogo e ver até onde ia…
Eu: sempre pensei que você é gostosa, todo mundo te admira e eu não tenho nada, toda atenção é sempre sua…
A expressão dela mudou, tava confusa e ao mesmo tempo em dúvida…
Irmã: do que cê tá falando? Sempre cuidaram de você…
Eu: Tô falando de você, age como se eu não existisse… e isso, sinceramente, queria que fosse diferente…
De repente, me olha até com um certo carinho, mas não por muito tempo…
Irmã: Bom, eu vi como você me olha às vezes e também sei que me espia, pega minha roupa íntima. Sei que é da idade e até entendo, mas você sabe que sou sua irmã e que isso não é normal, não acha?
O tom da voz dela soava compreensivo e até parecia que eu tinha alguma chance. Queria tentar, sabia que se ela falasse alguma coisa do que eu tava pensando, eu tava ferrado, muito ferrado. Então era hora de levar a conversa pra outro nível…
Eu: É que sempre vejo você andando por aí pela casa com essas roupas e não consigo pensar em outra coisa. Nem é porque você é minha irmã, é porque você é gostosa, você sabe disso!
Não queria soar desesperado. Ela soltou um sorrisinho leve e um longo suspiro, parecia mais tranquila e relaxada. Era a primeira conversa aberta que eu tinha com minha irmã desde sempre e não tava saindo tão mal…
Irmã: Não vai falar nada? Tá certo? E eu não falo nada, só peço pra você parar com isso. Vai aparecer outras minas, com certeza você vai conhecer alguém. Você é bonito, e não tô falando isso porque é meu irmão mais novo, só não acho que isso seja certo. Pensa em outra pessoa, porque, sério, você é bem óbvio…
Essas palavras me deixaram mudo por uns segundos. Senti meu rosto ficar vermelho e um calor subindo pelo estômago. Tava nervoso pra caralho. Sem dúvida, a próxima frase que saísse da minha boca ia determinar o desfecho: se eu ia alcançar a glória ou se ia ser o pior, talvez castigado pra sempre e visto como um tarado pelos meus pais se ela resolvesse contar isso. Mas eu não ia cair sozinho. Na real, se eu queria alguma coisa, tinha que estar disposto a dedurar ela e levar até as últimas consequências. Sabia que isso ia virar um problema ainda maior entre as famílias e seria um desastre, dada a boa relação dos meus pais com meus tios, os irmãos dela… Eu: acho que podia não falar nada, mas também queria que você fizesse algo por mim… se estiver disposta, claro…
Irmã: para o seu carrinho, hein! Para de rodeio e fala logo, quer meu quarto, dinheiro, que eu faça seus deveres? NÃO, acho que você pode pedir algo mais (ela me olhou com determinação)
Dei uns passos, tava disposto a falar e ir até as últimas consequências, tinha pelo menos um não garantido e o que viesse seria lucro:
Eu: não é nada disso, quero um beijo e que você se deixe ver, mesmo que de lingerie, um minuto inteiro…
Ela me olhou de boca aberta, começou a balançar a cabeça negando, como se não acreditasse no que acabou de ouvir, depois se levantou e deu vários passos. Eu tava impaciente, já tinha soltado e não sabia como ela reagiria, talvez saísse do quarto naquele momento e tudo saísse do controle, embora, de novo, não tava disposto a cair sozinho e se ela mencionasse algo do que a gente falou aqui, eu também contaria tudo, tudo o que vi!
Irmã: você não me ouviu, por acaso?! Ou tá se fazendo de bobo? Você é um pervertido do pior tipo, pior do que eu pensava, não sei como você consegue pensar essas coisas, você é um tarado nojento… não, definitivamente não, de jeito nenhum, você não vê que sou sua irmã? Você é um filho da puta, sério, você é um baita dum filho da puta…
Apesar de ser enérgica, ela não gritava, parecia mais surpresa do que irritada, andava em círculos no quarto e pelo menos não tinha saído. Eu não entendia se ela tava pensando no assunto ou só queria ser compreensiva e me fazer entender que tava “errado”, embora eu confesse que essa parte me deixava excitado, só de pensar nessas coisas já bastava, mas se fosse acontecer algo assim, sem dúvida seria uma grande experiência…
Eu: então é isso que eu quero, e tudo, tudo, tudo ficaria esquecido…
Irmã: haha, você é um porco, não sei se você tá se ouvindo, mas deve ter perdido mais que um parafuso…
Eu: sabe, eu vi você com o Juan, e vi mais do que eu poderia ter visto em qualquer tentativa, só quero isso, mais uma vez…
Ela ficou pensativa, meio na dúvida, parecia até um pouco ansiosa, quase desconfortável, como se quisesse só sair dali, quando de repente parou e virou pra mim…
Irmã: o que você quer ver exatamente?.... isso aqui?, ou isso aqui?
Sem eu esperar… ela levantou a saia de leve, mostrando as pernas, e depois desabotoou uns botões da blusa, algo bem sensual, mas ainda sem mostrar nada…
Eu olhei fixo, não sabia o que vinha depois, mas achava que tava rolando o que eu esperava, embora não desse pra confiar, talvez ela só quisesse me colocar numa situação onde eu ficasse exposto, mas o que aconteceu em seguida me deixou mais que surpreso.
Ela chegou perto da porta, pensei que fosse sair, mas em vez disso, trancou o cadeado “clic” e voltou, foi até o abajur que tava na mesinha e apagou, de repente no escuro, só iluminada pela luz que escapava pela porta entreaberta do banheiro, cobriu o quarto, sem dizer nada, foi de um lado pro outro, eu não entendia o que tava rolando, mas não perdia nenhum movimento dela, era quase como um sonho onde tudo passa muito rápido, via a silhueta dela se mexer na escuridão enquanto minha visão se aguçava e as pupilas começavam a dilatar pra enxergar melhor…
Irmã: nunca mais quero nem te ver perto das minhas coisas ou atrás de mim me espionando, tá? E o negócio do João tá esquecido pra sempre, não se mete com ele e isso não é da sua conta…
Ela se aproximou da porta do banheiro, abriu pra aquela luz entrar mais no quarto, de repente dava pra reconhecer o rosto dela e ver o corpo, eu tava sentado na cama, ouvi o som dos botões se abrindo de uma vez “clakssss”, a blusa dela caiu no chão deixando o peito à mostra, coberto por um sutiã preto, a pele lisa dela arrepiou, branquinha, ela apoiou as mãos na beirada da saia e poucos segundos depois vi ela deslizar pelas pernas até cair no chão também, uma calcinha fio-dental aparecia combinando com a parte de cima e eu não conseguia Sem soltar um suspiro, passei rápido, mas não perdia nenhum detalhe da cena. Ela começou a andar na minha direção…
Irmã: fecha os olhos…
Na beira da cama, meio de pé, com minha irmã semi-nua a poucos centímetros de mim, meu coração parecia que ia sair pela boca. Minha virilha pulsava, e eu sentia até o líquido pré-seminal encharcando minha cueca. A mão dela tocou minha bochecha, e eu senti os lábios dela se aproximarem dos meus. Foi puro instinto abrir a boca. Não acreditava no que tava rolando, mas ainda mais intenso foi sentir a língua dela deslizar pra dentro da minha boca e começar a massagear a minha língua. Correspondi o movimento enquanto sentia a saliva quente dela se misturar com a minha. A gente não fazia barulho, só se beijava. Me levantei da cama pra ficar mais na altura dela. Graças aos saltos, ela ainda estava uns 5 ou 7 cm mais alta. Os braços dela agarraram minha cintura, e a boca dela avançou de novo contra a minha. Foi o melhor beijo que já tinha dado na vida, quente e excitante. Me aventurei a colocar as mãos na cintura dela, e ela permitiu totalmente. Comecei a deslizar as palmas, acariciando, enquanto sentia as mãos dela acariciando minhas costas. Pensava mil coisas e nada ao mesmo tempo. Tava de olhos fechados, mas sentia a necessidade de abri-los pra ver se aquilo tava mesmo acontecendo. Foi mais forte a determinação. Quando abri, vi ela de olhos totalmente fechados me beijando. Era minha irmã de verdade. Minhas mãos continuavam explorando. Queria tocar a bunda e os peitos dela. Pela posição, dava pra chegar nas nádegas sem resistência. Desci devagar, mas com firmeza. A pele era lisa, mas a bunda dela era dura e firme. Primeiro apertei com as duas mãos. Era incrível a sensação. Já tinha pegado antes, mas nunca tinha tocado alguém tão firme assim. O fato de ser minha irmã tornava tudo ainda mais especial. Apertei e abri levemente. Senti ela tremer, mas mesmo assim não se afastou nem um milímetro. Continuava me beijando com paixão. Brinquei com a bunda dela por vários segundos. Comecei a deslizar minha mão direita… Na frente, mas bem na hora que tentei enfiar a mão na buceta dela por cima da calcinha fio dental, ela segurou minha mão…


Irmã: ah aaa, isso nãooo…
Comecei um trajeto pra cima, ela tava de sutiã mas sem pensar enfiei minha mão por baixo, ela pareceu se surpreender mas deixou, peguei a teta dela com a mão inteira e apertava, sentia o biquinho dela todo durinho, a outra mão tocava a perna dela, a cintura e a bunda, tentava roçar a virilha dela de leve, o sutiã saiu do lugar e os dois peitos ficaram de fora, a gente se separou por um instante, olhei pra eles, queria chupar mas ela segurou meu rosto e balançou a cabeça que não, colou a boca na minha de novo e a língua dela me seduziu outra vez, já tinham passado minutos, sentia meu pau estourando, peguei a mão dela e levei até minha calça, ela apoiou a palma mas sem mexer, eu continuava amassando a bunda linda dela e de repente finalmente ela deixou eu tocar a bucetinha dela por cima da calcinha fio dental, deslizei meu dedo do meio percorrendo uma boceta até a ponta e voltei num movimento lento, senti o corpo dela tremer e pela primeira vez a mão dela se mexer, pra cima e pra baixo na minha calça, continuei meu movimento focando onde achava que era o clitóris dela, de repente a mão dela abriu o zíper da minha calça e com jeito e uma ajudinha puxou meu pau pra fora, todo duro e escorrendo na ponta, sem parar de beijar e perder o ritmo ela pegou meu pau inteiro com a mão e começou a me masturbar selvagemente, até me machucava mas a excitação era maior, me preparei pra me arriscar, dessa vez meu dedo só precisou deslizar aquele pedacinho de pano mas encontrou a bucetinha dela, me enfiei entre os lábios dela, tava encharcada, acelerei meu ritmo também enquanto ela abafava os gemidos na minha boca, senti como ela se grudava e se esfregava com mais força na minha mão, por parte dela a mão dela dominava meu pau pra cima e pra baixo como se quisesse arrancar, era só prazer naquele momento, senti uma leve contração no corpo dela, ela apertou meu pau com força, era impossível aguentar mais, senti jatos de porra quente saindo enquanto o corpo dela se contraía e meu dedo ficava afundava na buceta dela, a mão toda melada de porra escorrendo na luz fraca do quarto, a gente se separou e sem falar nada ela foi pro banheiro, eu caí na cama ainda com o pau pulsando, vi ela entrar com os peitos de fora e a calcinha fio dental toda torta, dava pra ver ela na frente do espelho ajeitando o sutiã, se arrumando, lavando as mãos, tirando o gozo que escorria, ela tava sóbria, gostosa e satisfeita se olhando, pegou umas folhas de papel toalha e esfregou pra se limpar, voltou só de calcinha e começou a se vestir na minha frente, me olhou e só balançou a cabeça como quem não acredita, eu sentia o mesmo, mesmo assim não perdia um detalhe de cada centímetro do corpo dela, abotoou o último botão da camisa, virou de costas e foi em direção à porta…

Irmã: se limpa e desce… aaahhh e fechamos!! ENTENDEU?
A mão dela na maçaneta da porta esperando minha resposta…
Eu: sim, sim, acho que sim…
Ela abriu a porta, saiu e fechou. Fiquei ali, sem acreditar, mas principalmente sem saber se era um fim ou um começo. Sem dúvida, superou todas as minhas expectativas e, acima de tudo, minha primeira vez numa parada dessas com a garota que dominava minhas fantasias, minha irmã!...
Valeu por chegar até aqui, não sei se vai ter continuação, mas espero comentários e se tiver vários (OU PONTOS), a gente pode seguir com essa história incestuosa… não esquece de avaliar!!
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PARTE II
Sali de mi habitación y la fiesta continuaba, me sentía aliviado, había sido un paja tremenda con las imágenes de mi hermana y aparte siendo manoseada de esa manera con por mi primo, decidí acercarme nuevamente al grupo, de inmediato note la presencia de mi hermana sentada en la orilla de la mesa con mi primo, platicaban, sonreían entre ellos e incluso estaba bastante junto como tomando sus manos, de repente me invadían los celos y me daban ganas de acercarme y correr de una vez por todas al pendejo de mi primo pero no había por que hacer una escena que aparte de todo seria muy extraña para todos, entonces decidí echar andar un plan para poder tomar una ventaja de esto…
Habían pasado un rato, no sabia como iba a actuar pero justo pensaba en algo, quizá solo acercarme y comentarle lo que vi para ver su reacción y cuando suplicara por mi silencio tomar ventaja en ese momento, aunque creo se pensaba mas fácil de lo que en realidad seria, si bien mi hermana siempre fue extrovertida y abierta en sentido de salir con múltiples chicos no sabia cual seria su reacción al saber que su hermano menor quería lo mismo que los demás, en ese momento mi papa volvió a pedir una provisión de hielos, de manera irónica voltee a ver a donde mi hermana y dije porque no va ella otra vez ya que te gusta tanto ir a buscar los hielos, ella me miro con extrañeza al igual que mi primo, se pusieron nerviosos de un momento otro entre risas y tartamudeos, mi primo se levanto y dijo que el iba sin ningún problema, ella solo volteo la mirada y comenzó a mirar su teléfono…
Parecia uma chance de chegar perto e ver no que dava, ela tava isolada num canto da mesa e com aquele burburinho de gente ninguém ia ouvir nada. Levantei e fui lá pro fundo onde ela tava, sentei na frente dela. Ela me olhou com desprezo e falou: "Perdeu alguma coisa?". Falei que só queria ver como ela tava se divertindo. Ela tava de pernas cruzadas e eu conseguia ver o fundo da coxa dela. Não me segurei e coloquei a mão no joelho dela, era bem incomum. Ela me olhou meio desconfiada: "O que você quer?", tirando minha mão do joelho dela. Falei por que ela não acompanhava o primo pra buscar os gelos no depósito. Nessa hora, a cara dela mudou e ela me encarou: "Do que você tá falando?". Falei que há pouco entrei na garagem e achei que vi alguma coisa rolando lá dentro. Sei lá, você sabe do que tô falando...Levantei da mesa e fui embora. Queria ter virado pra ver a cara dela, mas queria deixar a pulga atrás da orelha. Voltei pro meu lugar e olhei pra onde minha irmã tava. Ela me encarava com uma cara de irritação, mas ao mesmo tempo parecia meio preocupada. Comecei a ficar incomodado. Minha mãe tava chegando perto da mesa e decidi fingir que queria falar com ela naquela hora. Meu primo chegou de novo com os gelos na mesa. Perguntei qualquer besteira pra minha mãe que nem lembro, mas garanti de apontar pra minha irmã e depois pra garagem. Meu primo sentou de novo do lado dela, mas ela se levantou e veio pra onde eu e minha mãe estávamos conversando. Antes que ela me interceptasse, virei e fui pras escadas subir...
Não sei o que minha irmã falou pra mãe, mas ela saiu atrás de mim rapidinho. Eu tinha entrado no quarto dos meus pais no andar de cima. Não queria que ela me visse, mas foi inevitável. Ainda não tinha um plano e tava muito nervoso. Nesse quarto tem um banheiro, então decidi entrar e trancar a porta, tentando evitar esse encontro por mais tempo, pelo menos até pensar em algo. Continuar, mesmo sem um plano, eu sabia qual era o objetivo, ou pelo menos na minha cabeça era tentar fazer ela me ensinar alguma coisa ou quem sabe poder tocá-la. Meu coração batia rápido, minha pica ficava dura só de pensar nisso…
Eu tava trancado no banheiro quando ouço a porta da frente abrir, os passos se aproximaram sem dúvida da porta do banheiro… toc toc!!!
Irmã: Pode sair, pelo amor de Deus!!?
Eu: O que você quer? Tô no banheiro… (tava sentado no vaso, muito nervoso)
Ouvi os passos dela se afastarem e de novo o barulho da porta abrindo e fechando. Pensei que ela tinha ido embora e voltado pra festa. Fiquei pensando uns minutos como proceder, sem dúvida tinha dado um passo sem volta, teria que encarar ela e falar o que queria. Pensava em descer, levar ela pra garagem e talvez ali tirar vantagem, fazer com ela os mesmos carinhos que ela fazia com meu primo de certa forma. Claro que não achava que ela ia ceder, mas com certeza alguma coisa sairia. Me aproximei da pia e lavei o rosto, sentia minha pica apertada contra a calça, tava muito excitado. Me aproximei da porta, pronto pra sair e continuar com o plano, se é que eu tinha algum…
Assim que abri, vi o quarto na penumbra, a luz tava apagada e só saía um pouco de luz do banheiro. Ao abrir totalmente a porta, vejo sentada na beira da cama uma silhueta e, de repente, acender um abajur de cabeceira. Levei um susto enorme, era minha irmã me pegando de surpresa no quarto. Fiquei paralisado, senti até que emudeci e a ereção foi embora…
Irmã: Olha aqui! Vai me dizer que porra foi aquela lá embaixo?
Eu: E… é… p… mas… o quê… não…
Irmã: Agora vai se fazer de bobo? Eu não sou minha mãe, então vai se acalmar se não quiser que eu vá até ela e conte o que eu sei…
Eu: (Foi repentino, não sabia do que ela tava falando e não conseguia articular palavra)… M… mas o que você quer?
Irmã: Que você me diga o que viu ou o que quer?
Ela se levantou da cama e caminhou até mim, eu não sabia como proceder. Nem de longe eu tava entendendo do que ela tava falando, a Lúcia tava irritada e o tom de voz dela era ameaçador, então eu só tentei criar coragem, pegando um pouco a proporção: a gente tem quase a mesma altura, apesar da diferença de idade. Ela se aproximou até ficar na minha frente, me olhou desafiadora…
Irmã: Então, seu cuzão, agora me fala qual é a sua? (Ela me segurou pelo ombro com força, como se me desafiasse)
Sem pensar muito, eu dei um tapa pra me soltar…
Eu: Ah, então eu também tenho muita coisa pra contar pra minha mãe se for por esse caminho, então não me enche! Ah, ou melhor ainda, pro meu pai!
Não sei de onde, mas criei coragem, e agora fui eu quem segurou ela pelo braço. Ela tentou se soltar, mas não conseguiu…
Irmã: Me solta!! Vamos conversar agora, ok?
Eu soltei ela, e ela sentou na beira da cama me encarando. Cruzou as pernas, e eu não consegui evitar de baixar o olhar e escanear ela de baixo pra cima. Mesmo irritada, ela tava uma gostosa…
Irmã: Olha, não sei o que você acha que viu ou o que rolou, mas com certeza não é nada do que sua mente de porco tá pensando…
Eu: Foi mais que isso. Se quiser, eu conto tudo o que vi…
Um sorriso se formou no meu rosto. Só de lembrar, já me sentia excitado de novo. Ela me encarou fixamente, sem dúvida chocada com o que eu tinha visto ou até dito. Nunca me dava tanta atenção, tenho que admitir, mas dessa vez eu tinha ela na palma da minha mão…
Irmã: Não acredito em nada disso. Aliás, já vou, não quero perder meu tempo com você!
Ela se levantou e andou até a porta…
Eu: Então, acontece que eu tava indo pegar o gelo, e de repente te encontro com o Juan…
Ela parou no meio do caminho, virou o rosto pra mim de novo com aquele olhar desafiador…
Irmã: O que você viu? Não tô pra brincadeira, então fala ou fala!!
O rosto dela ficou vermelho, ela tava furiosa mas com uma certa vergonha que a denunciava. Voltou até mim rapidamente, até pensei que fosse me bater. Começou a me empurrar e eu quase caí na cama. Ela aproximou o rosto do meu e me prendeu pelos ombros:
Irmã: Olha, não vem… Mete o nariz onde não é chamado, ou quer que eu conte pra minha mãe o que você faz com minhas calcinhas fio dental!!
Abri os olhos bem grandes, sabia do que ela tava falando, já tinha pegado elas várias vezes e até da minha mãe pra me masturbar, às vezes deixava o sêmen impregnado, achava que isso era só meu segredo, também não imaginava que ela fosse tão direta e sem rodeios…Eu: então ficar se pegando, QUASE SEM ROUPA, com seu primo, acho que não é algo que minha mãe… ou pai queiram ouvir, cê acha?
Falei sem pensar mesmo, vi como ela se desmontou e me soltou na hora
Eu: melhor nem tentar negar, eu vi vocês, te vi claramente…
Irmã: se é que você é filho da puta, tava espionando?, acha que não percebo que me espia?, você é doente… sou sua irmã…
Essas palavras realmente me atingiram, tava quase cedendo, mas sabia que se ela tinha chegado a falar essas coisas é porque se sentia ameaçada de verdade, então decidi apertar mais, dessa vez era tudo ou nada, era um ponto sem volta, o que rolasse aqui seria épico ou só um fiasco e nunca mais teria essa chance ou mesmo tocar no assunto…
Eu: bom, eu só tava passando por ali, você que tava se pegando com o Juan, você é uma…
Irmã: é melhor não ousar falar isso, cara!
Tava furiosa de verdade, nunca tinha visto ela assim, também nunca tinha me falado desse jeito, de repente parecia que ia chorar, mas era mais uma raiva acumulada, cada vez levantava mais a voz e apesar do barulho, temia que alguém ou minha mãe viesse perguntar o que tava rolando…
Irmã: chega, aonde você quer chegar? Tipo, sem dúvida eu teria contado pra eles se esse fosse seu plano, então fala logo o que você quer e acaba com isso…
Olhei fixo pra ela, de novo de cima a baixo, era hora de botar toda a carne no fogo e ver até onde ia…
Eu: sempre pensei que você é gostosa, todo mundo te admira e eu não tenho nada, toda atenção é sempre sua…
A expressão dela mudou, tava confusa e ao mesmo tempo em dúvida…
Irmã: do que cê tá falando? Sempre cuidaram de você…
Eu: Tô falando de você, age como se eu não existisse… e isso, sinceramente, queria que fosse diferente…
De repente, me olha até com um certo carinho, mas não por muito tempo…
Irmã: Bom, eu vi como você me olha às vezes e também sei que me espia, pega minha roupa íntima. Sei que é da idade e até entendo, mas você sabe que sou sua irmã e que isso não é normal, não acha?
O tom da voz dela soava compreensivo e até parecia que eu tinha alguma chance. Queria tentar, sabia que se ela falasse alguma coisa do que eu tava pensando, eu tava ferrado, muito ferrado. Então era hora de levar a conversa pra outro nível…
Eu: É que sempre vejo você andando por aí pela casa com essas roupas e não consigo pensar em outra coisa. Nem é porque você é minha irmã, é porque você é gostosa, você sabe disso!
Não queria soar desesperado. Ela soltou um sorrisinho leve e um longo suspiro, parecia mais tranquila e relaxada. Era a primeira conversa aberta que eu tinha com minha irmã desde sempre e não tava saindo tão mal…
Irmã: Não vai falar nada? Tá certo? E eu não falo nada, só peço pra você parar com isso. Vai aparecer outras minas, com certeza você vai conhecer alguém. Você é bonito, e não tô falando isso porque é meu irmão mais novo, só não acho que isso seja certo. Pensa em outra pessoa, porque, sério, você é bem óbvio…
Essas palavras me deixaram mudo por uns segundos. Senti meu rosto ficar vermelho e um calor subindo pelo estômago. Tava nervoso pra caralho. Sem dúvida, a próxima frase que saísse da minha boca ia determinar o desfecho: se eu ia alcançar a glória ou se ia ser o pior, talvez castigado pra sempre e visto como um tarado pelos meus pais se ela resolvesse contar isso. Mas eu não ia cair sozinho. Na real, se eu queria alguma coisa, tinha que estar disposto a dedurar ela e levar até as últimas consequências. Sabia que isso ia virar um problema ainda maior entre as famílias e seria um desastre, dada a boa relação dos meus pais com meus tios, os irmãos dela… Eu: acho que podia não falar nada, mas também queria que você fizesse algo por mim… se estiver disposta, claro…
Irmã: para o seu carrinho, hein! Para de rodeio e fala logo, quer meu quarto, dinheiro, que eu faça seus deveres? NÃO, acho que você pode pedir algo mais (ela me olhou com determinação)
Dei uns passos, tava disposto a falar e ir até as últimas consequências, tinha pelo menos um não garantido e o que viesse seria lucro:
Eu: não é nada disso, quero um beijo e que você se deixe ver, mesmo que de lingerie, um minuto inteiro…
Ela me olhou de boca aberta, começou a balançar a cabeça negando, como se não acreditasse no que acabou de ouvir, depois se levantou e deu vários passos. Eu tava impaciente, já tinha soltado e não sabia como ela reagiria, talvez saísse do quarto naquele momento e tudo saísse do controle, embora, de novo, não tava disposto a cair sozinho e se ela mencionasse algo do que a gente falou aqui, eu também contaria tudo, tudo o que vi!
Irmã: você não me ouviu, por acaso?! Ou tá se fazendo de bobo? Você é um pervertido do pior tipo, pior do que eu pensava, não sei como você consegue pensar essas coisas, você é um tarado nojento… não, definitivamente não, de jeito nenhum, você não vê que sou sua irmã? Você é um filho da puta, sério, você é um baita dum filho da puta…
Apesar de ser enérgica, ela não gritava, parecia mais surpresa do que irritada, andava em círculos no quarto e pelo menos não tinha saído. Eu não entendia se ela tava pensando no assunto ou só queria ser compreensiva e me fazer entender que tava “errado”, embora eu confesse que essa parte me deixava excitado, só de pensar nessas coisas já bastava, mas se fosse acontecer algo assim, sem dúvida seria uma grande experiência…
Eu: então é isso que eu quero, e tudo, tudo, tudo ficaria esquecido…
Irmã: haha, você é um porco, não sei se você tá se ouvindo, mas deve ter perdido mais que um parafuso…
Eu: sabe, eu vi você com o Juan, e vi mais do que eu poderia ter visto em qualquer tentativa, só quero isso, mais uma vez…
Ela ficou pensativa, meio na dúvida, parecia até um pouco ansiosa, quase desconfortável, como se quisesse só sair dali, quando de repente parou e virou pra mim…
Irmã: o que você quer ver exatamente?.... isso aqui?, ou isso aqui?
Sem eu esperar… ela levantou a saia de leve, mostrando as pernas, e depois desabotoou uns botões da blusa, algo bem sensual, mas ainda sem mostrar nada…
Eu olhei fixo, não sabia o que vinha depois, mas achava que tava rolando o que eu esperava, embora não desse pra confiar, talvez ela só quisesse me colocar numa situação onde eu ficasse exposto, mas o que aconteceu em seguida me deixou mais que surpreso.
Ela chegou perto da porta, pensei que fosse sair, mas em vez disso, trancou o cadeado “clic” e voltou, foi até o abajur que tava na mesinha e apagou, de repente no escuro, só iluminada pela luz que escapava pela porta entreaberta do banheiro, cobriu o quarto, sem dizer nada, foi de um lado pro outro, eu não entendia o que tava rolando, mas não perdia nenhum movimento dela, era quase como um sonho onde tudo passa muito rápido, via a silhueta dela se mexer na escuridão enquanto minha visão se aguçava e as pupilas começavam a dilatar pra enxergar melhor…
Irmã: nunca mais quero nem te ver perto das minhas coisas ou atrás de mim me espionando, tá? E o negócio do João tá esquecido pra sempre, não se mete com ele e isso não é da sua conta…
Ela se aproximou da porta do banheiro, abriu pra aquela luz entrar mais no quarto, de repente dava pra reconhecer o rosto dela e ver o corpo, eu tava sentado na cama, ouvi o som dos botões se abrindo de uma vez “clakssss”, a blusa dela caiu no chão deixando o peito à mostra, coberto por um sutiã preto, a pele lisa dela arrepiou, branquinha, ela apoiou as mãos na beirada da saia e poucos segundos depois vi ela deslizar pelas pernas até cair no chão também, uma calcinha fio-dental aparecia combinando com a parte de cima e eu não conseguia Sem soltar um suspiro, passei rápido, mas não perdia nenhum detalhe da cena. Ela começou a andar na minha direção…
Irmã: fecha os olhos…
Na beira da cama, meio de pé, com minha irmã semi-nua a poucos centímetros de mim, meu coração parecia que ia sair pela boca. Minha virilha pulsava, e eu sentia até o líquido pré-seminal encharcando minha cueca. A mão dela tocou minha bochecha, e eu senti os lábios dela se aproximarem dos meus. Foi puro instinto abrir a boca. Não acreditava no que tava rolando, mas ainda mais intenso foi sentir a língua dela deslizar pra dentro da minha boca e começar a massagear a minha língua. Correspondi o movimento enquanto sentia a saliva quente dela se misturar com a minha. A gente não fazia barulho, só se beijava. Me levantei da cama pra ficar mais na altura dela. Graças aos saltos, ela ainda estava uns 5 ou 7 cm mais alta. Os braços dela agarraram minha cintura, e a boca dela avançou de novo contra a minha. Foi o melhor beijo que já tinha dado na vida, quente e excitante. Me aventurei a colocar as mãos na cintura dela, e ela permitiu totalmente. Comecei a deslizar as palmas, acariciando, enquanto sentia as mãos dela acariciando minhas costas. Pensava mil coisas e nada ao mesmo tempo. Tava de olhos fechados, mas sentia a necessidade de abri-los pra ver se aquilo tava mesmo acontecendo. Foi mais forte a determinação. Quando abri, vi ela de olhos totalmente fechados me beijando. Era minha irmã de verdade. Minhas mãos continuavam explorando. Queria tocar a bunda e os peitos dela. Pela posição, dava pra chegar nas nádegas sem resistência. Desci devagar, mas com firmeza. A pele era lisa, mas a bunda dela era dura e firme. Primeiro apertei com as duas mãos. Era incrível a sensação. Já tinha pegado antes, mas nunca tinha tocado alguém tão firme assim. O fato de ser minha irmã tornava tudo ainda mais especial. Apertei e abri levemente. Senti ela tremer, mas mesmo assim não se afastou nem um milímetro. Continuava me beijando com paixão. Brinquei com a bunda dela por vários segundos. Comecei a deslizar minha mão direita… Na frente, mas bem na hora que tentei enfiar a mão na buceta dela por cima da calcinha fio dental, ela segurou minha mão…



Irmã: ah aaa, isso nãooo…Comecei um trajeto pra cima, ela tava de sutiã mas sem pensar enfiei minha mão por baixo, ela pareceu se surpreender mas deixou, peguei a teta dela com a mão inteira e apertava, sentia o biquinho dela todo durinho, a outra mão tocava a perna dela, a cintura e a bunda, tentava roçar a virilha dela de leve, o sutiã saiu do lugar e os dois peitos ficaram de fora, a gente se separou por um instante, olhei pra eles, queria chupar mas ela segurou meu rosto e balançou a cabeça que não, colou a boca na minha de novo e a língua dela me seduziu outra vez, já tinham passado minutos, sentia meu pau estourando, peguei a mão dela e levei até minha calça, ela apoiou a palma mas sem mexer, eu continuava amassando a bunda linda dela e de repente finalmente ela deixou eu tocar a bucetinha dela por cima da calcinha fio dental, deslizei meu dedo do meio percorrendo uma boceta até a ponta e voltei num movimento lento, senti o corpo dela tremer e pela primeira vez a mão dela se mexer, pra cima e pra baixo na minha calça, continuei meu movimento focando onde achava que era o clitóris dela, de repente a mão dela abriu o zíper da minha calça e com jeito e uma ajudinha puxou meu pau pra fora, todo duro e escorrendo na ponta, sem parar de beijar e perder o ritmo ela pegou meu pau inteiro com a mão e começou a me masturbar selvagemente, até me machucava mas a excitação era maior, me preparei pra me arriscar, dessa vez meu dedo só precisou deslizar aquele pedacinho de pano mas encontrou a bucetinha dela, me enfiei entre os lábios dela, tava encharcada, acelerei meu ritmo também enquanto ela abafava os gemidos na minha boca, senti como ela se grudava e se esfregava com mais força na minha mão, por parte dela a mão dela dominava meu pau pra cima e pra baixo como se quisesse arrancar, era só prazer naquele momento, senti uma leve contração no corpo dela, ela apertou meu pau com força, era impossível aguentar mais, senti jatos de porra quente saindo enquanto o corpo dela se contraía e meu dedo ficava afundava na buceta dela, a mão toda melada de porra escorrendo na luz fraca do quarto, a gente se separou e sem falar nada ela foi pro banheiro, eu caí na cama ainda com o pau pulsando, vi ela entrar com os peitos de fora e a calcinha fio dental toda torta, dava pra ver ela na frente do espelho ajeitando o sutiã, se arrumando, lavando as mãos, tirando o gozo que escorria, ela tava sóbria, gostosa e satisfeita se olhando, pegou umas folhas de papel toalha e esfregou pra se limpar, voltou só de calcinha e começou a se vestir na minha frente, me olhou e só balançou a cabeça como quem não acredita, eu sentia o mesmo, mesmo assim não perdia um detalhe de cada centímetro do corpo dela, abotoou o último botão da camisa, virou de costas e foi em direção à porta…


Irmã: se limpa e desce… aaahhh e fechamos!! ENTENDEU?A mão dela na maçaneta da porta esperando minha resposta…
Eu: sim, sim, acho que sim…
Ela abriu a porta, saiu e fechou. Fiquei ali, sem acreditar, mas principalmente sem saber se era um fim ou um começo. Sem dúvida, superou todas as minhas expectativas e, acima de tudo, minha primeira vez numa parada dessas com a garota que dominava minhas fantasias, minha irmã!...
Valeu por chegar até aqui, não sei se vai ter continuação, mas espero comentários e se tiver vários (OU PONTOS), a gente pode seguir com essa história incestuosa… não esquece de avaliar!!
8 comentários - Minha irmã... e eu aproveitando a situação dela II