Angie vai ter que lidar com as dolorosas consequências de ter entregado suas bundonas imensas para o velho pervertido zelador da sua vila. As culpas e arrependimentos vão continuar, junto com novas sensações que vão fazer ela se afundar ainda mais na perversão que os homens mais velhos despertam nela. Por outro lado, ela ainda não sabe quais serão os impactos depois do encontro lascivo com o velhote, e as mudanças que isso vai trazer pra vida dela.
Angie mal acordou no dia seguinte e já sentiu as dolorosas consequências de ter dado a bunda pro velho pervertido zelador da vila. O cu dela tava doendo pra caralho por causa da irritação no canal arrombado, graças às grossas dimensões daquela pica enorme que tinha violado a virgindade das suas cobiçadas nádegas. As bundas estavam vermelhas e cheias de hematomas por causa das palmadas fortes que ela levou antes e durante a enfiada lasciva, assim como os quadris e as coxas, que tinham marcas de diferentes cores, mostrando onde o velho tinha colocado as mãos sujas pra apalpar com mais brutalidade.
Quando se olhou no espelho, ficou em choque ao ver as grandes nádegas naquele estado deplorável. Levou um susto danado ao perceber que a bunda tava literalmente destruída. De repente, o medo tomou conta dela pela possibilidade de aquele velho ter machucado ela com o pênis enorme, fazendo com que ela lembrasse das dores do caralho e dos gritos que deu quando sentiu a pica enorme abrindo caminho com autoridade pra dentro do fundo da sua bunda.
Provocando uma dor insuportável e intensa nas paredes do intestino, como se estivessem esfaqueando os rins dela. Naquele momento, ela soube que tinha perdido um dos seus tesouros mais desejados: a virgindade anal. Enquanto o velhote doido dava palmadas fortes na bunda dela, vendo como a pica enorme dele tinha desaparecido completamente entre os glúteos dela.
Forçando e exigindo que as paredes do reto se alargassem e se expandir demais pra engolir algo tão grande, sentindo seu buraquinho se contrair e tensionar, como se quisesse expulsar aquela barra de carne que profanava a profundidade da sua bunda, totalmente dominada por aquele velho pervertido, que a tinha completamente empurrada com sua pica tremenda, até que começou a meter forte.
Fazendo ela se sentir como um simples objeto que existia meramente pra dar prazer, despertando aquela personalidade submissa e complacente que estava curtindo se sentir dominada por aquele velho pau que tava arrebentando suas nádegas, enquanto ela aguentava como se fosse a namoradinha submissa dele, revelando aquela mina que morria de vontade de ser putinha, de se entregar à ideia perversa de que aquele velho a comesse e fizesse o que quisesse com ela, contanto que continuasse estourando aquelas bundonas tão descomunais, impróprias pra uma adolescente da idade dela, como se não passasse de um simples objeto que existia pra agradar com suas enormes bandas, gozando ao sentir aquele pedaço enorme de carne metendo forte.
Naqueles momentos em que a jovenzinha se olhava no espelho, vinham até ela aquelas imagens lascivas quando o velhote pervertido e barrigudo, que suava como um porco, tava comendo ela de quatro, totalmente nua, e na própria casa dela, a sós pra soltar os instintos mais baixos com seu corpo voluptuoso, enquanto ela levantava mais suas enormes nádegas pra mostrar pro velho que tava gostando, balançando aquela bunda descomunal com desejo ao sentir como aquela rola dura e enorme perfurava o cu dela.
Achando que ia desmaiar de tanto prazer que o pervertido velhote dava, ela nunca pensou que algo assim fosse lhe causar tanto prazer, sempre achou isso sujo e nojento, algo degradante, mas ali estava com aquele velho dominador que não parava de encher ela de tapas lascivos na bunda que faziam ela tremer inteira, enquanto o velhote com a outra mão puxava o cabelo dela pra possuir ela com mais força. impondo seu domínio, mostrando quem mandava, metendo com muita força, fazendo com que suas imensas nádegas começassem a bater morbidamente contra o corpo velho de seu Felino, experimentando assim o prazer mais indescritível da sua vida, fazendo-a sucumbir completamente às sensações gostosas de se sentir penetrada com aquela intensidade, que a levaram a se sentir a mulher mais feliz do mundo pelas habilidades e dotes do velho zelador.
Seu Felino a tinha dominado, fazendo com que ela se entregasse de corpo e alma a todo o prazer que ele a fazia sentir, mergulhando no êxtase de sentir que davam cada vez mais forte e com mais brutalidade, curtindo a paixão que o zelador pervertido colocava em arrebentar a buceta dela, aproveitando como seus corpos soavam fornicando com tanta luxúria, enchendo toda a casa com os sons que suas imensas ancas faziam ao quicar contra o velhote, junto com as fortes palmadas que ele dava, os suspiros, gemidos e gritos que ela soltava a plenos pulmões, sem se importar se os vizinhos podiam ouvir como estavam comendo ela.
Aquele velho pervertido de pauzão tinha arrebentado a buceta dela e ela tinha curtido como uma verdadeira puta, presa do prazer e da excitação mais intensa da sua vida ao se sentir penetrada pela primeira vez e de forma tão selvagem, especialmente quando ele agarrou seus pulsos, experimentando o verdadeiro prazer de se sentir mulher, um prazer que nunca tinha sentido, ser penetrada, meterem o pau nela, aquilo que tanto desejava.
Angie se arrepiou sensualmente com as sensações gostosas que percorreram sua anatomia ao lembrar de todo o prazer que aquele velho pervertido tinha feito ela sentir com sua ferramenta enorme e grossa, aquelas sensações que a levaram a sucumbir e a se comportar como uma verdadeira puta em busca de prazer, disposta a satisfazer e agradar as necessidades daquele pau velho, que a tinha conquistado completamente com aquele desejo e luxúria que irradiava com sua atitude dominante e autoritária.
Sobre Tudo como ele a tratou, como se fosse uma qualquer, despertando as facetas desconhecidas da personalidade dela, aquela Angie putinha que estava ansiosa e desesperada pra chupar a pica descomunal daquele velho nojento, aquela menina putinha que implorava pro velho dotado comer ela e meter com mais força, aquela menina safada e pervertida que acabou cavalgando como uma verdadeira puta de programa o seu Felino.
A garota, apesar de estar totalmente satisfeita com todos os orgasmos que tinha tido graças ao velho, já estava começando a se excitar só de lembrar, quando naquele instante ouviu uma mensagem no celular que a fez pular de susto, era a mãe dela, avisando que chegaria umas duas horas com o almoço. Vendo que ainda faltava muito pra os pais voltarem, já que eram só nove horas, ela andou com dificuldade por causa das pontadas que sentia na bunda, pra fechar a porta e as cortinas do quarto, queria se despir pra se ver inteira, tirando a camiseta e o short do pijama, junto com a calcinha.
A menina voluptuosa, estando totalmente nua, quando se olhou no espelho continuou seu espanto, ao ver que seus peitos adolescentes desenvolvidos estavam cheios de chupões do jeito que o velho tinha chupado eles, tentando enfiar os melões enormes dentro da boca fedorenta dele, pra depois chupar e mamar como se fosse um bezerro faminto, como só um velho degenerado podia fazer, com aquele desenfreado animal junto com aquela luxúria incontrolável que enchia as tetas dela com a saliva fedida dele.
Ela se virou e percebeu que na parte de baixo do pescoço, e na ligação com as costas também tinham marcas das chupadas do lascivo zelador, era como se ele tivesse marcado ela como propriedade dele, como a putinha dele, fazendo ela lembrar que aquele velho pervertido e nojento tinha se tornado o primeiro homem da vida dela, tinha se tornado No primeiro homem a aproveitar o corpo adolescente voluptuoso dela como bem entendeu, já que só faltou ele meter na buceta dela pra ter curtido todos os encantos dela.
Aquele velho pervertido e barrigudo tinha se esbaldado com as curvas gostosas do corpo dela, beijando o pescoço, lambendo a ppk dela, apalpando e amassando os peitos e a bunda dela com desejo e paixão, chupando o cuzinho dela com luxúria e perversão, onde o velho se dedicou a comer cada cantinho daquele rabão enorme, preparando as nádegas redondas e duras dela pro que vinha.
Como era possível que o seu Felino fosse o primeiro homem a comer ela, um velho daqueles que davam nojo e repulsa por causa dos olhares pervertidos cheios de tesão pros atributos jovens e avantajados dela, já que várias vezes ela tinha pegado ele olhando pra bunda dela com safadeza, fazendo ela ficar indignada com a cara de pau daquele porteiro tarado.
Mas o que com certeza mais mexia com ela, até mais do que ter se entregado a um velho de aparência horrível e idade avançada, era que simplesmente tinha sido a experiência mais incrível e gostosa dos seus 18 anos, o corpo dela estava completamente satisfeito com todo o prazer que o velho experiente tinha dado, descobrindo que era uma garota multiorgásmica graças aos 5 orgasmos que o seu Felino fez ela ter, no fundo ela estava feliz e radiante.
Agora a menina se sentia suja por todas as coisas que tinha feito, tava sendo difícil racionalizar que tinha transado com um velho, só de imaginar o que o pai dela diria se descobrisse já dava pânico, então decidiu tomar um banho pra organizar as ideias e tirar aquelas sensações desconcertantes que assombravam a entreperna dela, aquilo era o que mais pegava, que apesar de toda culpa e arrependimento, o corpo dela reagia daquele jeito quando pensava no seu Felino e no pau dele. A adolescente, assim que entrou no chuveiro, sabia que o corpo dela já vinha pedindo atenção fazia tempo, precisava se aliviar e soltar aquela energia que sentia presa. Com o passar dos dias, o tesão e a excitação só aumentavam, mesmo tentando não pensar nisso, o corpo traía ela, pedindo carinho, mostrando a vontade de se entregar aos prazeres da carne. O instinto de mulher dela tava morrendo de vontade de se sentir gostosa e soltar aquele fogo todo. Agora ela sabia bem o que o corpo precisava pra ficar mais calma: pica, muita pica.
Por isso tinha se perguntado o que rolaria se fosse mais provocante na hora de se vestir, com o corpaço que tinha. Só de se imaginar saindo pra correr com aquelas leggings justinhas e transparentes, já dava um arrepio pensando nas coisas que poderiam falar pra ela, porque ficava provocante demais, quase vulgar, com o pubis marcado na transparência. Além disso, as dimensões enormes da bunda dela apareciam de um jeito obsceno. Mas, apesar dos preconceitos, ela queria usar aquilo, queria sair assim e se sentir em sintonia com a voluptuosidade do corpo adolescente, sem saber que essa decisão ia acabar transformando ela na putinha de um velho.
A menina, quando saiu, não conseguiu evitar se sentir feliz por terem reconhecido a beleza dela, dando uma satisfação danada por se saber gostosa e desejada pelos caras. Se sentiu o centro das atenções, com os olhares masculinos e até femininos grudados nela, cada vez mais orgulhosa por ter um corpo tão privilegiado, sentindo uma vaidade que nunca tinha experimentado antes. Mas foi quando aqueles quatro pedreiros cinquentões, que mais pareciam uma matilha de lobos famintos e sedentos pelas curvas dela.
Isso provocou sensações gostosas que percorreram o corpo todo ao se sentir admirada e desejada de um jeito tão intenso, que aumentaram ainda mais quando Soltaram as vulgaridades que queriam fazer com ela na intimidade, sentindo um nervosismo só de pensar nas coisas que diriam quando vissem a rabeta dela com aquelas calças coladas.Que melões você tem, garota peituda, você tem cara de quem adora uma pica, vai, bebê, chupa meu piru que ele tá cheio de porra grossa, pedaço de rabo enorme, mina, cê gosta de mostrar a bunda, garota rachuda?A docinha toda confusa ficou inquieta de novo debaixo d'água quando lembrou daqueles comentários, principalmente quando ouviu o senhor de pele escura que parecia um gorila pelo corpo encorpado e aqueles braços enormes e definidos. Ele parecia muito intimidador por causa da cor da pele e das coisas que falavam sobre homens de cor, além de que ele olhava pra ela como se quisesse comer ela.Que vontade de te colocar de quatro e arrebentar essas bundonas enormes na pancada de pica, sua puta gostosa.Angie, enquanto ensaboava delicadamente sua figura linda, sentiu uma sensação intensa e poderosa, gerando um calor forte que vinha da sua buceta pra cada parte do corpo, obrigando ela a se lavar com água gelada, porque nunca tinham se referido a ela daquele jeito, tinham chamado ela de puta, ali tinha começado tudo, era isso que mais tinha marcado ela junto com a vontade de arrebentar a bunda dela, não sabia por quê, mas aquela palavra causou algo quando ela ouviu, que a manteve num estado de tesão constante, sabia que era uma palavra suja e vulgar, já tinha ouvido antes, mas nunca tinham dito pra ela, agora já sabia na pele, porque tinha se comportado como tal, além disso já sabia com certeza o que aquele velho operário de pele escura queria fazer com ela.
A novinha de rabão grande afastou esses pensamentos na hora e passou o sabão por toda a extensão da sua bunda redonda e imponente, e também pelo canal que separava aquelas montanhas majestosas de carne, conseguia reconhecer claramente que ali tinham despertado facetas da sua personalidade que não conhecia, porque sempre ficava perplexa que pudessem existir homens tão nojentos e sem vergonha como o seu Felino, que nem disfarçavam os olhares.
Por homens assim era o motivo porque nunca tinha gostado de se vestir apertado, pra não despertar aqueles instintos baixos que provocava nos homens, especialmente os homens maduros e os velhos tarados, que olhavam pra bunda dela como se quisessem arrebentar as nádegas, tinha muito medo que um dia um degenerado não aguentasse mais o tesão que a exuberância dos seus atributos juvenis causava, e pudesse acabar abusando da inocência do corpo dela.
Além disso, sempre se indignava com esse tipo de comentário, principalmente vindo de sujeitos tão desagradáveis, mas dessa vez por alguma razão estranha isso não aconteceu, porque no lugar mais escondido da sua mente, tinha gostado de despertar aqueles instintos baixos. instintos naquele grupo de velhos tarados, que só podiam sonhar com uma jovenzinha tão voluptuosa como ela, mas que jamais poderiam tê-la, dando a ela aquele intenso e perverso prazer mórbido que deixou a buceta dela completamente encharcada.
Enquanto as mãos já percorriam suas pernas robustas para enchê-las de espuma, ela não entendia como pôde sentir aquelas sensações íntimas e prazerosas com aqueles velhos safados, ainda mais no meio da rua, já que ela sempre tinha sido uma garota decente, até ontem, quando ficou com tesão só de pensar em todas as perversidades que eles poderiam estar desejando fazer com ela, descobrindo que tinha adorado se sentir o centro das atenções daqueles senhores lascivos, de esquentar e excitar eles de propósito com seu corpo adolescente e voluptuoso.
Naquele momento, ela não soube descrever o que sentiu, mas conforme ia lembrando dos acontecimentos, ia entendendo que sua condição carente de se entregar aos prazeres carnais era evidente, de se sentir amada, admirada, desejada, viver aquela putaria que por tantos anos ela tinha reprimido, de se entregar nos braços do prazer e soltar toda a sua paixão.
A inocente jovenzinha com cara de menina e corpo de mulher levou a mão direita até a sua intimidade com a intenção de limpar a área imaculada, sabendo que não conseguiu evitar que acordasse a vadia que tinha adorado provocar, tinha gostado de despertar aqueles impulsos naquele tipo de homem, mas o que mais a tinha excitado foi imaginar as possíveis consequências da sua roupa, por exemplo, que aquele velho gorila, movido pelo tesão que a exuberância dos seus atributos juvenis provocava, pudesse acabar arrombando a bunda dela do jeito que quisesse junto com os outros senhores. Aquilo que sempre lhe deu medo, agora a tinha excitado a tal ponto que ela acabou se entregando ao seu Felino, se tornando a vadia do velho zelador da sua vila.
Mas imediatamente afastou essas ideias perversas da sua cabecinha, depois Do que tinha acontecido, não dava mais pra ficar alimentando esse tipo de pensamento com outros homens. Já tava muito arrependida só de ter dormido com o Dom Felino, não podia ficar lembrando agora dos operários. Mas também não conseguia esquecer aquele vagabundo nojento e imundo de uns 65 anos, largado aos pés de uma árvore, que tava visivelmente muito mal fisicamente.Deixa eu lamber teu suor e chupar essa sua bucetinha gostosa…Angie, quando ouviu aquela última palavra, foi dominada por uma sensação que a deixou paralisada, observando aquele velho degenerado se esfregando no pau por cima da calça com um olhar cheio de luxúria e perversão. Ficou chocada e atordoada por uns 3 segundos, com seu olhar inocente e curioso fixo na virilha daquele velho vagabundo. Sem dizer nada, virou-se e saiu correndo a toda velocidade, com o coração batendo a mil.
Todas aquelas situações a deixaram num estado de tesão que a fez se comportar como nunca antes, provocando o Dom Felino várias vezes para sentir aquela sensação poderosa e nova de ser admirada e desejada por homens que supostamente nunca poderiam ter ela. Aquele prazer mórbido de se sentir desejada por velhos nojentos, pervertidos e degenerados a levou a encontrar o maior prazer da sua vida.
A gostosa de bunda grande não tinha percebido, mas enquanto se lavava, passava os dedos cada vez mais perto do clitóris, inconscientemente se masturbando de leve, pensando em todos os orgasmos que tinha tido com o Dom Felino. Só no primeiro já tinha acabado pedindo o que no fundo queria, experimentando um prazer colossal que a fez se mexer de forma lasciva, com movimentos sensuais de quadril, rebolando a bunda de um jeito endemoniado, sem parar de apertar as suas bundonas descomunais no pauzão do Dom Felino, que a metia como se estivessem transando, enquanto a buceta dela tremia com fortes espasmos que jorravam muitos líquidos, gozando por vários segundos num orgasmo prolongado que a fez ver estrelas.Mmmmm aaah aah sim sim que gostosa hummm não aguento mais, vou gozar, vou gozar, aaah aah sim sim quero pica, me dá pau seu Felino, me dá pica aaaah ooooh mmmm tô gozando oh oh oh sim sim sim.Ela parou na hora aqueles toques tão gostosos que dava nos seus lábios apertados e delicados da buceta, enquanto o coração disparava com as coisas que tava imaginando. A consciência e o lado racional dela questionavam como podia estar se tocando pensando naquelas coisas depois de todas as culpas e arrependimentos.
Não conseguia ficar excitada de novo com as culpas que a assombravam. Só de imaginar o que os pais dela diriam se soubessem o que tinha feito, já fazia ela questionar tudo. Não podia seguir por esse caminho. O que tinha que fazer era enterrar e esquecer pra sempre o encontro indecente com o velho zelador.
Tava toda confusa com o que tinha rolado. Não dava pra dizer que tava traumatizada, mas não conseguia acreditar no que tinha feito. Sabendo que aquele capítulo da vida dela tinha acabado, aos poucos precisava voltar ao normal. Mas o que a inocente colegial não sabia é que, a partir daquele dia, tinha começado o caminho dela rumo à perversão e degradação total de si mesma, a menos que um milagre acontecesse. Mesmo assim, o corpo dela tava pegando fogo de tesão, apesar dos medos e arrependimentos, já tava excitada demais só de lembrar de tudo que tinha feito com seu Felino.Hummm, vai ser só dessa vez, essa vai ser a última vez que vou pensar nisso.Então ali, só com a desculpa de que seria a última vez, foi que ela se permitiu continuar navegando pelos próprios orgasmos enquanto os dedos dele retomavam as estimulações no botãozinho da buceta dela, mordendo os lábios ao lembrar como aquele pau enorme pressionava a entrada apertada da sua xereca, que não cedeu nem um centímetro diante da cabaça enorme do velho. Mas, apesar do tremendo prazer que sentia, uma parte dela dizia que não podia entregar a virgindade a um homem daquele jeito, pensando que, se chupasse ele, conseguiria evitar que o seu Felino a desvirgasse.
Mas o que mais a surpreendia naquela situação era que, em nenhum momento, ela pediu para ele não meter ali, não houve reclamação nem resistência da parte dela porque aquele velho feio e barrigudo estivesse tentando enfiar a rola na buceta dela, já que estava sendo dominada por aquela sensação poderosa de estar à mercê do prazer que o seu Felino lhe dava.
Ele a fazia sentir voluptuosamente as grossas dimensões do enorme instrumento de carne pulsante, que exalava um calor que lhe causava uma excitação incontrolável, levando-a a esfregar desenfreadamente a virilha contra a pica tremenda do velho, gozando como aquela cabeçona deslizava sobre os lábios vaginais encharcados dela, com toda facilidade por causa dos líquidos abundantes que ambos produziam, que se misturavam morbidamente devido ao roçar quente que fazia pressagiar que o seu Felino a estava preparando para fazer dela sua mulher, tamanha a falta de resistência.
Aquilo causou um descontrole interno nela só de imaginar o pauzão do velho entrando por algum dos seus buracos, e isso foi o estopim para explodir num segundo orgasmo ainda mais forte que o anterior, resultado de sentir o toque da grossa cabaça tentando se enfiar na sua vagina apertadinha, enquanto ele comia e chupava os peitos dela voluptuosamente ao mesmo tempo que abria e juntava as nádegas dela como bem entendia.Ahmmm sim, seu Felino, eu gosto, gosto de sentir ele assim tão grande, quero chupar ele, seu Felino, quero mamar nele, mmmm seu Felino, que gostoso, vou gozar, vou gozar de novo…Pensava que tinha sido inocente ao acreditar que aquele velho pervertido ia abrir mão da chance de aproveitar o que seu corpo mais desejava, aquela bunda gostosa, despertando aquela Angie que tava louca pra mamar a pica enorme do velho. Mas nunca ia contar pra ele que foi o primeiro homem da vida dela em todos os sentidos, esse triunfo jamais ia revelar, mesmo sendo verdade.Ummm, seu Felino, por favor, deixa eu chupar ela, deixa eu chupar seu pau, por favor, juro que não vou te decepcionar...Ela se excitava e se envergonhava ao mesmo tempo, ao lembrar como olhava nos olhos dele com seu olhar inocente e pedia de forma submisa, enquanto acariciava suas coxas carinhosamente. Estava adorando se sentir tão puta e complacente com o velho, queria chupar ele, não conseguia mais resistir à enorme excitação que aquele velho com sua pica enorme causava nela, e tentava dizer isso com o olhar.
A menina, no momento em que chupava cada vez mais empolgada, mamando com toda a vontade contida, desesperada, subia e descia cada vez mais rápido pela enorme barra de carne, passando a língua por toda a cabeça do pau, para depois enfiá-lo de novo na boquinha, enchendo-a de saliva, apertando com ansiedade seus lábios grossos, comendo o pau com paixão genuína, com uma gula incontrolável onde só queria chupar e chupar, que a levou a mamar como se a vida dependesse disso. Não queria decepcioná-lo, queria agradar aquele velho, queria dar prazer, muito prazer.
A colegial já não aguentava mais o tesão tremendo que a dominava ao lembrar como devorava a pica gostosa do velho zelador. Foi assim que começou a apertar desenfreadamente os peitões, amassando-os quase com violência, exatamente como o Felino tinha feito, enquanto continuava lembrando da paixão e luxúria que transbordava ao chupar afobadamente o enorme membro. Já nem ligava para o estado de suas pobres nádegas, porque ela mesma as abria e as juntava de novo com luxúria, dando até umas palmadas que a deixavam mais excitada. Levando um dedo à boquinha, começou a chupá-lo, imaginando a deliciosa pica do velhote.
Mostrando que tinha nascido para mamar, já que além de ter feito muito bem, sua atitude era digna de uma atriz pornô, demonstrava espontaneamente o quanto tinha gostado do pau, onde só na primeira vez já tinha revelado o amor e a paixão que sentia por essa parte dos homens, conseguindo fazer gozar o experiente coroa. aguentou muita resistência em menos de cinco minutos, deixando ela completamente banhada em bastante porra de velho acumulada.
Com os olhos fechados, foi saboreando e degustando o líquido que guardava dentro da boquinha dela, que tinha um gosto entre azedo e amargo com uma consistência bem grossa, com o coração batendo a mil, foi engolindo como se fosse o néctar mais precioso do mundo. Embora o gosto não fosse muito agradável, ela estava orgulhosa de ter conseguido satisfazer o velhote experiente com a primeira mamada dela. Depois, o Dom Felino a levou ao orgasmo chupando o cu e a buceta, enfiando um dedo entre as nádegas dela, fazendo com que ela mesma se entregasse por vontade própria.Mmmmm, vai me entregar essa raba, garota de bucetão? Quer que eu te arrebente esses glúteos?
Aaaaah aaaah, sim, que gostosa mmmm, que prazer uhmm sim, mmm quero que você faça isso comigo, mmm sim, quero que você seja o primeiro, seu Felino, quero te entregar essa bunda ummm ahhh sim, quero pica, quero que você meta, mete a pica em mim, papai, mmm sim, eu gozo, minha buceta!!A mina sentiu a visão começando a embaçar de novo por causa das delícias de toques que tava dando na própria buceta. Mesmo nunca tendo gostado de se masturbar e sem experiência nisso, depois de ontem, sentia que conhecia melhor o próprio corpo, tinha descoberto estímulos pra saber o que curtia, pressentindo um orgasmo foda que fez ela tremer e rebolar aquele parzão de rabão com tesão e provocação, imaginando que sentia a pica monstra do velho dentro dela de novo, igual no quarto orgasmo, quando aquele coroa tava arrebentando o cu dela de forma selvagem.Aaaaaa mmmm sim mmmm mmm sim, seu Felino, faz de mim sua putinha, mmm quero ser sua bebê putinha, mmm porque adoro tudo que você faz comigo, adoro seu pau ahhh ummm, continua me comendo assim, ooh que gostoso você me come, papai, uhmmm mais forte, seu Felino, mais forte, ummm assim, mete com força, mete duro, arrebenta minha bunda por ter entregado as nádegas como uma qualquer.A garota ficou muito envergonhada com as coisas que tinha dito, ela não falava palavrão, sempre foi muito educada e correta com a linguagem, mas no fundo se sentiu muito bem por ter expressado a tesão que sentia daquela forma tão livre pela primeira vez, gritando a plenos pulmões, sem se importar se os vizinhos podiam ouvir como estavam comendo ela, tomada pelo prazer e pela excitação mais intensa da sua vida ao se sentir penetrada pela primeira vez de forma tão selvagem, sem saber que, de fato, alguém do bairro tinha escutado seus gemidos lascivos de prazer.
A perversa colegial, que estava muito perto de gozar com aqueles deliciosos toques que estava se dando, encheu o dedo indicador de sabão, levou ele até o cu e começou a enfiar devagar, sentindo uma dor forte, mas apesar do incômodo, continuou empurrando, buscando de novo as sensações gostosas de se sentir penetrada pelo cu, enquanto a outra mão se acariciava vigorosamente a buceta, se masturbando com tudo ao lembrar como aquele velho comia ela e os planos que tinha pra ela.Ummmmm mmm, assim que goza na pica do seu macho, sua putinha bebê, goza como é que sente uma pica de verdade, como eu te faço minha mulher, minha puta, te falei que ia te viciar na minha rola, gostosa, e que quero te adotar, porque pretendo fazer muitas coisas com você, vou te deixar puta, menina, vou te fazer a mais vadia.A gostosona da novinha não fazia ideia de todas as coisas que aquele velho queria fazer com ela. Se soubesse de qualquer uma das ideias dele, cairia na real. Mas aquela Angie que tinha acordado queria de verdade que aquele velho fizesse todas aquelas coisas. Impulsionada pelo orgasmo mais forte da vida dela, virou o rosto pra beijar o Dom Felino com tesão e sem freio, entrelaçando as línguas numa dança circular que desaguou em beijos apaixonados cheios de luxúria, mostrando os sentimentos dela por aquele homem que tinha feito ela sentir coisas que nunca tinha sentido com os caras da idade dela. Por isso, ela nunca tinha passado realmente dos beijos.Aaaaaaah aaah sim, vou gozar, papai, mmmmm que prazer, papai, ummmmm aaah aah que prazerzão do caralho, minha buceta, ooh ooh sim, faz tudo isso comigo, mmmm sim, vou gozar, mmmm que gostoso, papai.O que se reafirmou no último orgasmo dela quando desabou sobre a barriga enorme depois de gozarem juntos, descansando a cabeça no peito do velhote, sentindo a porra grossa e quente do seu macho escorrendo pelo cu arrombado dela, pra depois se aninhar do lado dele enquanto o zelador a envolvia com o braço pra acariciar as costas e a bunda dela, como se fossem um casal de apaixonados descansando e se beijando de vez em quando.
Naquele instante, ela soube que jamais conseguiria esquecer tudo que tinha vivido com o Dom Felino, que tinha se transformado no primeiro homem da vida dela, no seu macho como ela chamava, e nesse reconhecimento, soube que não aguentava mais, ia gozar, então se permitiu imaginar, por ser a última vez que pensava nesse tipo de coisa, que Dom Felino metia de novo nela.
De um jeito bruto e dominante, com essas imagens foi que ela começou a gozar longamente entre gemidos e gritos de prazer misturados com movimentos sensuais e lascivos da sua figura voluptuosa, que rebolava sem parar nas penetrações nos respectivos buracos, se entregando já sem pudor ao prazer que explodia e se libertava de novo no corpo dela.Uhmmm aaaaaah aaah aaaah! Seu Felino, você é meu macho e quero ser sua putinha aaah! aahh aahh pra continuar me viciando nessa pica, mmm sou sua bebezinha obediente, seu Felino, sua puta, só sua buceta oohhh aaah sim sim ummmm…Angie, depois daquele orgasmo gostoso, prometeu pra si mesma que nunca mais ia pensar naquele homem. Dali em diante, ia tocar a vida normal, fazendo de conta que aquele dia nunca existiu, mesmo sabendo que era impossível. Porque depois do prazer veio a culpa, e ela sentiu que precisava desabafar com alguém, conversar sobre o que tava vivendo.
No quarto dela, pensou na melhor amiga, a Lucila. Uma loira de olhos azuis e traços lindos, cabelo meio ondulado que batia no meio das costas. Os peitos dela eram redondos e durinhos, de dar água na boca, e uma bunda impressionante — não era tão grande quanto a dela, mas era a segunda maior da escola, atrás só da dela. As medidas eram 92, 65, 98.
Ela tinha muita experiência no sexo. Já fazia uns três anos que tinha estreado de tudo quanto é jeito. Era daquelas minas que sempre contavam as aventuras com os caras que pegava, cheias de detalhes que a Angie nem conhecia. Além disso, adorava se vestir justinho e se valorizar, então era uma das gostosas mais populares da escola.
Sabia que a amiga já tinha passado pelo mesmo, porque um dia chegou na escola andando meio torta e depois contou que tinham metido no cu dela. Então não pensou duas vezes antes de ligar pra pedir um conselho. Mas na hora, olhou pro lençol onde tinha derramado o esperma que saiu do cu violado dela, depois que o seu Felino encheu o rabo dela com uma porrada de porra grossa de velho acumulada.
Aproveitando que os pais ainda iam demorar, pegou o lençol rápido junto com a roupa que usou ontem, reparando naquelas calças brancas que tinham feito ela viver umas paradas incríveis e inexplicáveis. Jogou tudo na máquina de lavar e depois conferiu direitinho pra não deixar nenhum vestígio daquele encontro safado e apaixonado. com o dom Felino.
A gatinha, antes de chamar a amiga, foi se vestir. Pensou muito no que vestir. Por um lado, queria continuar usando roupas justas, não queria voltar atrás e esconder de novo a sua figura exuberante depois de tantos anos de complexos e vergonhas. Mas, ao lembrar como tinha terminado saindo com aquelas leggings, ficou com muito medo de sentir de novo aquelas sensações sombrias que a levaram a terminar completamente dominada por um velho tarado de quase 60 anos.
Depois de pensar, decidiu que não ia voltar atrás. Ia continuar usando roupas justas. Queria provar para si mesma que podia ser mais forte do que aquelas sensações morbidamente excitantes que tinha sentido ao se ver admirada e desejada por homens de aparência desagradável, velhos pervertidos e degenerados. Não podia se limitar por causa da existência desse tipo de homem. Precisava controlar e ignorar aqueles impulsos impuros para poder se vestir como queria.
Mas também não queria ser óbvia com mudanças radicais, muito menos chamar a atenção dos pais. Embora isso fosse mais por causa do pai, ela tinha medo de saber a impressão que poderia causar. Por outro lado, a mãe adorava se vestir justo e provocante. Na verdade, ela sempre a incentivava a se vestir mais sensual, diferente do que ela fazia, com roupas largas e escondendo a figura.
Por isso, decidiu fazer uma combinação entre o estilo antigo e a nova Angie que queria começar a usar roupas mais justas. Assim, começou a revisar as peças para selecionar o que vestiria. Depois de quinze minutos analisando, soube o que usaria, embora ainda estivesse indecisa com a roupa íntima. O mais lógico seria usar uma calcinha grande para se proteger e resguardar a bunda, mas uma assim ia ficar feia e marcar. Então, começou a procurar dentro da gaveta de roupas íntimas.
Onde encontrou algo de que gostou. Era uma fina calcinha fio dental preta que a mãe tinha dado de presente no último aniversário dela. Por Na frente era feito de rendas transparentes delicadas que mostravam sua deliciosa monte de Vênus, enquanto as laterais e a parte de trás eram fios simples e finos que quase não se notavam; na verdade, quem visse por trás pensaria que ela não estava usando nada. A verdade é que aquele fiozinho pobre não tinha chance alguma contra suas bundonas enormes.
Depois, vestiu por baixo uma legging preta na cintura, tão justa quanto a branca de ontem, só que essas não eram transparentes e iam até os pés, mas do mesmo modo desenhavam sensualmente suas curvas nos quadris, junto com as pernas que se marcavam gostosamente através do tecido, especialmente suas coxas carnudas que pareciam firmes e robustas. Mas o verdadeiro espetáculo era ver como se marcavam descaradamente as proporções obscenas de seus glúteos descomunais. Que tremendo rabo monumental ela tinha, com esses 115 centímetros de bundão; qualquer um que visse ficaria surpreso com o traseiro que ela possuía, principalmente com aquela cinturinha de pilão que acentuava ainda mais suas enormes, duras e empinadas nádegas.
Por cima, decidiu usar pezinhos para não precisar de sutiã, já que pretendia vestir um top branco que ficava acima da barriguinha e se ajustava nas costas, sustentado nos ombros por duas alças finas, que mais abaixo formavam um leve decote circular que escondia os bicos de seus peitões enormes. Mesmo assim, seus tetões adolescentes desenvolvidos se desenhavam perfeitamente através do tecido, redondos e túrgidos, muito bem colocados no lugar, sempre se mostrando orgulhosos e desafiadores.
Finalmente, vestiu por cima do top uma camisa verde-menta com girassóis brancos, meio larga, que ficava uns dez centímetros abaixo da bundona, fazendo parecer que ela estava usando um minivestido, ao mesmo tempo que dava um estilo mais urbano e descolado, permitindo que ela pudesse usar calças justas, mas que ao mesmo tempo podia ser sutil nas mudanças, por cima soltava alguns botões pra mostrar o começo do seu colo.
Entre a blusa branca e a legging preta ficavam uns dez centímetros que mostravam o umbigo e a cintura fina e gostosa, fazendo a colegial ficar deslumbrante, ela tava espetacular com roupas que marcavam a sua figura exuberante, por baixo escolheu um tênis branco, maquiou levemente os olhos e se penteou deixando o cabelão solto, porque adorava o jeito feminino que isso deixava ela.
Depois de pronta, foi tomar café da manhã porque tava com muita fome depois de todo o esforço físico que tinha feito trepando com o velho pervertido do zelador, fez dois ovos com uma salsicha, acompanhou com pão e suco de laranja, sem conseguir evitar pensar umas bobagens que vinham na cabeça relacionadas com as grandes partes do zelador, depois disso ligou pra Luci, como ela chamava.
— Oi amiga, como cê tá?
— Oi Luci, preciso falar com você, mas tem que prometer que não vai contar pra ninguém.
— Angie, cê me estranha, sempre contamos tudo uma pra outra e ninguém nunca ficou sabendo das coisas que a gente fala, sabe que pode confiar em mim pra qualquer coisa.
— Sei sim amiga, é que tô com vergonha de falar, ahhh já, lá vou eu, mmm eu fiz isso, amiga.
— Aaaaaaai amiga que emoção, finalmente deu o passo, parabéns, quem foi o sortudo?
— Valeu Lucila, mas é isso que mais me complica...
— Por que amiga?
— É que não acredito com quem eu fiz isso Luci, cê não vai acreditar.
— Angie, para com isso, sabe que não vou te julgar, além disso, cê me deixa ansiosa com tanto suspense, fala logo.
— Ai Luci que vergonha, por favor não conta pra ninguém, mas eu fiz com... s-senhor Fe... fe-felino
— ¿¡Queeeeeeee!!?, o velho zelador?, é brincadeira, né?
— Não amiga… tô falando sério.
— Amiga, mas como isso aconteceu, não acredito, cê tá me dizendo que deu pra Entregou seu tesouro pra aquele velho?
É que foi por causa da bunda…
Você deu a buceta pro seu Felino?
Lucila, não fala assim, pelo amor, me dá muita vergonha e dó falar sobre isso.
Angie, pelo amor de Deus, é que não consigo te imaginar… você, a mais gostosa do colégio, com um velho tão feio assim. Desculpa, amiga, não quis ofender…
Lucila, é isso que mais me machuca, não sei como consegui fazer isso… mas ontem eu tava muito…
Tesuda?
Uhum, sim, mas agora tô muito arrependida e com vergonha, amiga…
Amiga, sinceramente, não sei como você aguentou tanto tempo sem fazer, mas não devia se sentir envergonhada. Já fiquei com coroas, embora não tão velhos quanto seu Felino, hahaha, e deixa eu te dizer: foram as melhores experiências. Por isso, o importante é saber: você curtiu? Conseguiu gozar, por exemplo?
Uhum, sim, Lucila. Cinco vezes.
Queeeeeee?! Tá falando sério?
Sim, amiga, juro…
Olha só o Felino, nunca pensei que fosse um garanhão sendo já um véio…
Ai, amiga, que coisa você fala…
Sabia que a maioria das minas da nossa turma não sentiu nada na primeira vez?
Foi doloroso e frustrante por causa da inexperiência dos caras da nossa idade, e as vezes seguintes também não foram melhores, porque eles gozavam antes de eu conseguir sentir um orgasmo. Então você devia se sentir grata.
Luci, isso também me deixa muito confusa, porque, sinceramente, eu curti pra caralho, mas o problema é que agora tô com muita dor. Além disso, ele bateu muito na minha bunda, deixou toda vermelha. Tô com muito medo de ele ter me machucado, amiga, por isso te liguei…
Umm, amiga, não acredito como você é pervertida pra ter feito isso por aí, e não sei por que fico imaginando como aquele velho te deixou, com essa rabuda que você tem. Ele deve ter ficado louco com tanta bunda, hehe…
Lucila!! — exclamou de vergonha, porque era exatamente como a amiga dizia.
Desculpa, hahaha, não consegui evitar. Mas não se preocupa, amiga, eu tenho tudo que precisa pra… Tá bem, você vai ver que logo vai se recuperar. Se quiser, a gente pode se encontrar depois do almoço pra tomar uma cerveja e você me conta os detalhes gostosos.
Obrigada, amiga. Me sinto melhor depois de te contar e ver que você não acha tão grave. A gente se vê, tchau.
De nada, você traz as cervejas.
A jovem respirou mais aliviada, sentindo como se parte do peso no peito tivesse se soltado. Conversar com alguém sobre o que estava rolando tinha ajudado, e sua amiga não a julgou; pelo contrário, a entendeu. Ela já tinha passado por muita coisa no lado sexual, e se sentia melhor, mais livre e relaxada. Mesmo assim, faltavam duas coisas pra ficar totalmente tranquila, ambas igualmente importantes e complicadas. A primeira era falar com os pais. Sabia que a culpa não ia deixar ela olhar na cara deles se não confiasse neles, já que sempre apoiavam todas as decisões dela, especialmente a mãe, que sempre dava conselhos de mulher pra ela ficar em paz e aceitar o próprio corpo, consigo mesma. Por esse lado, sabia que a mãe era quem melhor ia entender.
A segunda era conversar com o velho pra dizer que não ia sair com ele, porque não queria mais nada entre os dois. Nisso, o toque do celular começou a tocar. Um número desconhecido estava ligando, mas quem poderia ser num domingo? Será que era quem ela imaginava? Não tinha como ele saber o número dela. Meio indecisa, atendeu a chamada com o coração batendo a mil, mas era só uma gravação oferecendo portabilidade numérica.
Deviam ter passado uns quinze minutos quando ouviu a campainha de casa, fazendo o coração disparar de novo junto com o nervosismo, ao sentir de quem podia ser. Alguém que, com certeza, voltava pra continuar aproveitando o corpo dela, depois que ela mesma se declarou a putinha dele. Aquele velho pervertido vinha dominar ela de novo, sabendo que era dono da primeira vez dela. Vinha pra arrebentar mais o cu dela, ou talvez agora viesse pra fazer dela sua mulher e fosse meter na bocetinha dela, vinha pra romper a pelinha, vinha roubar seu mais sagrado tesouro, a virgindade da sua buceta, e junto com ela, sua dignidade.
Todas essas ideias e mais passaram pela cabecinha dela naqueles instantes enquanto caminhava, pensando que uma coisa assim não podia acontecer. Embora a garota tomasse pílula anticoncepcional, não podia deixar aquele homem roubar também a virgindade da sua bocetinha apertada, ainda mais depois do que aconteceu ontem, quando ela tinha sucumbido ao primeiro orgasmo da vida dela enquanto aquele velho esfregava a babosa e obscena cabeçona do pau dele entre os lábios da buceta molhada e febril dela, fazendo com que as porras que aquela piroca leitosa produzia se misturassem de forma vulgar com os caldos da pererequinha dela.
Ela nem tinha questionado as possíveis consequências de ter se deixado penetrar por ali, como a questão da gravidez, nem tinha se importado que os fluidos dela se misturassem com os líquidos daquele velho nojento, nem tinha pensado em usar proteção. Sendo que aquele velho até tinha confessado que tinha estado com várias putas, ela não acreditava como tinha sido tão irresponsável. Ela não sabia se aquele velho se cuidava, ainda mais se ele se deitava com prostitutas. Simplesmente não podia se deixar penetrar a bocetinha. Muito assustada, ela espiou pela janela e suspirou de alívio ao ver que era o carteiro.
Depois, seguiu até o mercadinho do seu João pra comprar umas coisas. Enquanto ia andando, ficou muito nervosa, sentindo o coração disparar só de pensar em encontrar o seu Felino. Pra sorte dela, isso não aconteceu, porque o velhote naquele momento estava resolvendo um problema com os canos do gás, já que era outro ofício dele: a encanação.
Conforme ela se encaminhava pro mercadinho do seu João, percebeu que rapidamente virava o centro das atenções de todos os homens velhos, jovens e adultos que cruzavam o caminho dela. Com ela, ninguém conseguia desviar o olhar daquelas bundonas enormes que balançavam pra lá e pra cá, mesmo a garota usando aquela camisa bem largona, a roupa dela dava pra interpretar como se fosse meia-calça preta com um mini vestido soltinho que mal cobria a bunda dela, já que era realmente impossível esconder o desenvolvimento daquelas bundonas imensas, era algo que acendia o tesão e a putaria de qualquer um ao perceber que a dona de uma raba daquelas era uma menina adolescente.
Continua...
Angie mal acordou no dia seguinte e já sentiu as dolorosas consequências de ter dado a bunda pro velho pervertido zelador da vila. O cu dela tava doendo pra caralho por causa da irritação no canal arrombado, graças às grossas dimensões daquela pica enorme que tinha violado a virgindade das suas cobiçadas nádegas. As bundas estavam vermelhas e cheias de hematomas por causa das palmadas fortes que ela levou antes e durante a enfiada lasciva, assim como os quadris e as coxas, que tinham marcas de diferentes cores, mostrando onde o velho tinha colocado as mãos sujas pra apalpar com mais brutalidade.
Quando se olhou no espelho, ficou em choque ao ver as grandes nádegas naquele estado deplorável. Levou um susto danado ao perceber que a bunda tava literalmente destruída. De repente, o medo tomou conta dela pela possibilidade de aquele velho ter machucado ela com o pênis enorme, fazendo com que ela lembrasse das dores do caralho e dos gritos que deu quando sentiu a pica enorme abrindo caminho com autoridade pra dentro do fundo da sua bunda.
Provocando uma dor insuportável e intensa nas paredes do intestino, como se estivessem esfaqueando os rins dela. Naquele momento, ela soube que tinha perdido um dos seus tesouros mais desejados: a virgindade anal. Enquanto o velhote doido dava palmadas fortes na bunda dela, vendo como a pica enorme dele tinha desaparecido completamente entre os glúteos dela.
Forçando e exigindo que as paredes do reto se alargassem e se expandir demais pra engolir algo tão grande, sentindo seu buraquinho se contrair e tensionar, como se quisesse expulsar aquela barra de carne que profanava a profundidade da sua bunda, totalmente dominada por aquele velho pervertido, que a tinha completamente empurrada com sua pica tremenda, até que começou a meter forte.
Fazendo ela se sentir como um simples objeto que existia meramente pra dar prazer, despertando aquela personalidade submissa e complacente que estava curtindo se sentir dominada por aquele velho pau que tava arrebentando suas nádegas, enquanto ela aguentava como se fosse a namoradinha submissa dele, revelando aquela mina que morria de vontade de ser putinha, de se entregar à ideia perversa de que aquele velho a comesse e fizesse o que quisesse com ela, contanto que continuasse estourando aquelas bundonas tão descomunais, impróprias pra uma adolescente da idade dela, como se não passasse de um simples objeto que existia pra agradar com suas enormes bandas, gozando ao sentir aquele pedaço enorme de carne metendo forte.
Naqueles momentos em que a jovenzinha se olhava no espelho, vinham até ela aquelas imagens lascivas quando o velhote pervertido e barrigudo, que suava como um porco, tava comendo ela de quatro, totalmente nua, e na própria casa dela, a sós pra soltar os instintos mais baixos com seu corpo voluptuoso, enquanto ela levantava mais suas enormes nádegas pra mostrar pro velho que tava gostando, balançando aquela bunda descomunal com desejo ao sentir como aquela rola dura e enorme perfurava o cu dela.
Achando que ia desmaiar de tanto prazer que o pervertido velhote dava, ela nunca pensou que algo assim fosse lhe causar tanto prazer, sempre achou isso sujo e nojento, algo degradante, mas ali estava com aquele velho dominador que não parava de encher ela de tapas lascivos na bunda que faziam ela tremer inteira, enquanto o velhote com a outra mão puxava o cabelo dela pra possuir ela com mais força. impondo seu domínio, mostrando quem mandava, metendo com muita força, fazendo com que suas imensas nádegas começassem a bater morbidamente contra o corpo velho de seu Felino, experimentando assim o prazer mais indescritível da sua vida, fazendo-a sucumbir completamente às sensações gostosas de se sentir penetrada com aquela intensidade, que a levaram a se sentir a mulher mais feliz do mundo pelas habilidades e dotes do velho zelador.
Seu Felino a tinha dominado, fazendo com que ela se entregasse de corpo e alma a todo o prazer que ele a fazia sentir, mergulhando no êxtase de sentir que davam cada vez mais forte e com mais brutalidade, curtindo a paixão que o zelador pervertido colocava em arrebentar a buceta dela, aproveitando como seus corpos soavam fornicando com tanta luxúria, enchendo toda a casa com os sons que suas imensas ancas faziam ao quicar contra o velhote, junto com as fortes palmadas que ele dava, os suspiros, gemidos e gritos que ela soltava a plenos pulmões, sem se importar se os vizinhos podiam ouvir como estavam comendo ela.
Aquele velho pervertido de pauzão tinha arrebentado a buceta dela e ela tinha curtido como uma verdadeira puta, presa do prazer e da excitação mais intensa da sua vida ao se sentir penetrada pela primeira vez e de forma tão selvagem, especialmente quando ele agarrou seus pulsos, experimentando o verdadeiro prazer de se sentir mulher, um prazer que nunca tinha sentido, ser penetrada, meterem o pau nela, aquilo que tanto desejava.
Angie se arrepiou sensualmente com as sensações gostosas que percorreram sua anatomia ao lembrar de todo o prazer que aquele velho pervertido tinha feito ela sentir com sua ferramenta enorme e grossa, aquelas sensações que a levaram a sucumbir e a se comportar como uma verdadeira puta em busca de prazer, disposta a satisfazer e agradar as necessidades daquele pau velho, que a tinha conquistado completamente com aquele desejo e luxúria que irradiava com sua atitude dominante e autoritária.
Sobre Tudo como ele a tratou, como se fosse uma qualquer, despertando as facetas desconhecidas da personalidade dela, aquela Angie putinha que estava ansiosa e desesperada pra chupar a pica descomunal daquele velho nojento, aquela menina putinha que implorava pro velho dotado comer ela e meter com mais força, aquela menina safada e pervertida que acabou cavalgando como uma verdadeira puta de programa o seu Felino.
A garota, apesar de estar totalmente satisfeita com todos os orgasmos que tinha tido graças ao velho, já estava começando a se excitar só de lembrar, quando naquele instante ouviu uma mensagem no celular que a fez pular de susto, era a mãe dela, avisando que chegaria umas duas horas com o almoço. Vendo que ainda faltava muito pra os pais voltarem, já que eram só nove horas, ela andou com dificuldade por causa das pontadas que sentia na bunda, pra fechar a porta e as cortinas do quarto, queria se despir pra se ver inteira, tirando a camiseta e o short do pijama, junto com a calcinha.
A menina voluptuosa, estando totalmente nua, quando se olhou no espelho continuou seu espanto, ao ver que seus peitos adolescentes desenvolvidos estavam cheios de chupões do jeito que o velho tinha chupado eles, tentando enfiar os melões enormes dentro da boca fedorenta dele, pra depois chupar e mamar como se fosse um bezerro faminto, como só um velho degenerado podia fazer, com aquele desenfreado animal junto com aquela luxúria incontrolável que enchia as tetas dela com a saliva fedida dele.
Ela se virou e percebeu que na parte de baixo do pescoço, e na ligação com as costas também tinham marcas das chupadas do lascivo zelador, era como se ele tivesse marcado ela como propriedade dele, como a putinha dele, fazendo ela lembrar que aquele velho pervertido e nojento tinha se tornado o primeiro homem da vida dela, tinha se tornado No primeiro homem a aproveitar o corpo adolescente voluptuoso dela como bem entendeu, já que só faltou ele meter na buceta dela pra ter curtido todos os encantos dela.
Aquele velho pervertido e barrigudo tinha se esbaldado com as curvas gostosas do corpo dela, beijando o pescoço, lambendo a ppk dela, apalpando e amassando os peitos e a bunda dela com desejo e paixão, chupando o cuzinho dela com luxúria e perversão, onde o velho se dedicou a comer cada cantinho daquele rabão enorme, preparando as nádegas redondas e duras dela pro que vinha.
Como era possível que o seu Felino fosse o primeiro homem a comer ela, um velho daqueles que davam nojo e repulsa por causa dos olhares pervertidos cheios de tesão pros atributos jovens e avantajados dela, já que várias vezes ela tinha pegado ele olhando pra bunda dela com safadeza, fazendo ela ficar indignada com a cara de pau daquele porteiro tarado.
Mas o que com certeza mais mexia com ela, até mais do que ter se entregado a um velho de aparência horrível e idade avançada, era que simplesmente tinha sido a experiência mais incrível e gostosa dos seus 18 anos, o corpo dela estava completamente satisfeito com todo o prazer que o velho experiente tinha dado, descobrindo que era uma garota multiorgásmica graças aos 5 orgasmos que o seu Felino fez ela ter, no fundo ela estava feliz e radiante.
Agora a menina se sentia suja por todas as coisas que tinha feito, tava sendo difícil racionalizar que tinha transado com um velho, só de imaginar o que o pai dela diria se descobrisse já dava pânico, então decidiu tomar um banho pra organizar as ideias e tirar aquelas sensações desconcertantes que assombravam a entreperna dela, aquilo era o que mais pegava, que apesar de toda culpa e arrependimento, o corpo dela reagia daquele jeito quando pensava no seu Felino e no pau dele. A adolescente, assim que entrou no chuveiro, sabia que o corpo dela já vinha pedindo atenção fazia tempo, precisava se aliviar e soltar aquela energia que sentia presa. Com o passar dos dias, o tesão e a excitação só aumentavam, mesmo tentando não pensar nisso, o corpo traía ela, pedindo carinho, mostrando a vontade de se entregar aos prazeres da carne. O instinto de mulher dela tava morrendo de vontade de se sentir gostosa e soltar aquele fogo todo. Agora ela sabia bem o que o corpo precisava pra ficar mais calma: pica, muita pica.
Por isso tinha se perguntado o que rolaria se fosse mais provocante na hora de se vestir, com o corpaço que tinha. Só de se imaginar saindo pra correr com aquelas leggings justinhas e transparentes, já dava um arrepio pensando nas coisas que poderiam falar pra ela, porque ficava provocante demais, quase vulgar, com o pubis marcado na transparência. Além disso, as dimensões enormes da bunda dela apareciam de um jeito obsceno. Mas, apesar dos preconceitos, ela queria usar aquilo, queria sair assim e se sentir em sintonia com a voluptuosidade do corpo adolescente, sem saber que essa decisão ia acabar transformando ela na putinha de um velho.
A menina, quando saiu, não conseguiu evitar se sentir feliz por terem reconhecido a beleza dela, dando uma satisfação danada por se saber gostosa e desejada pelos caras. Se sentiu o centro das atenções, com os olhares masculinos e até femininos grudados nela, cada vez mais orgulhosa por ter um corpo tão privilegiado, sentindo uma vaidade que nunca tinha experimentado antes. Mas foi quando aqueles quatro pedreiros cinquentões, que mais pareciam uma matilha de lobos famintos e sedentos pelas curvas dela.
Isso provocou sensações gostosas que percorreram o corpo todo ao se sentir admirada e desejada de um jeito tão intenso, que aumentaram ainda mais quando Soltaram as vulgaridades que queriam fazer com ela na intimidade, sentindo um nervosismo só de pensar nas coisas que diriam quando vissem a rabeta dela com aquelas calças coladas.Que melões você tem, garota peituda, você tem cara de quem adora uma pica, vai, bebê, chupa meu piru que ele tá cheio de porra grossa, pedaço de rabo enorme, mina, cê gosta de mostrar a bunda, garota rachuda?A docinha toda confusa ficou inquieta de novo debaixo d'água quando lembrou daqueles comentários, principalmente quando ouviu o senhor de pele escura que parecia um gorila pelo corpo encorpado e aqueles braços enormes e definidos. Ele parecia muito intimidador por causa da cor da pele e das coisas que falavam sobre homens de cor, além de que ele olhava pra ela como se quisesse comer ela.Que vontade de te colocar de quatro e arrebentar essas bundonas enormes na pancada de pica, sua puta gostosa.Angie, enquanto ensaboava delicadamente sua figura linda, sentiu uma sensação intensa e poderosa, gerando um calor forte que vinha da sua buceta pra cada parte do corpo, obrigando ela a se lavar com água gelada, porque nunca tinham se referido a ela daquele jeito, tinham chamado ela de puta, ali tinha começado tudo, era isso que mais tinha marcado ela junto com a vontade de arrebentar a bunda dela, não sabia por quê, mas aquela palavra causou algo quando ela ouviu, que a manteve num estado de tesão constante, sabia que era uma palavra suja e vulgar, já tinha ouvido antes, mas nunca tinham dito pra ela, agora já sabia na pele, porque tinha se comportado como tal, além disso já sabia com certeza o que aquele velho operário de pele escura queria fazer com ela.
A novinha de rabão grande afastou esses pensamentos na hora e passou o sabão por toda a extensão da sua bunda redonda e imponente, e também pelo canal que separava aquelas montanhas majestosas de carne, conseguia reconhecer claramente que ali tinham despertado facetas da sua personalidade que não conhecia, porque sempre ficava perplexa que pudessem existir homens tão nojentos e sem vergonha como o seu Felino, que nem disfarçavam os olhares.
Por homens assim era o motivo porque nunca tinha gostado de se vestir apertado, pra não despertar aqueles instintos baixos que provocava nos homens, especialmente os homens maduros e os velhos tarados, que olhavam pra bunda dela como se quisessem arrebentar as nádegas, tinha muito medo que um dia um degenerado não aguentasse mais o tesão que a exuberância dos seus atributos juvenis causava, e pudesse acabar abusando da inocência do corpo dela.
Além disso, sempre se indignava com esse tipo de comentário, principalmente vindo de sujeitos tão desagradáveis, mas dessa vez por alguma razão estranha isso não aconteceu, porque no lugar mais escondido da sua mente, tinha gostado de despertar aqueles instintos baixos. instintos naquele grupo de velhos tarados, que só podiam sonhar com uma jovenzinha tão voluptuosa como ela, mas que jamais poderiam tê-la, dando a ela aquele intenso e perverso prazer mórbido que deixou a buceta dela completamente encharcada.
Enquanto as mãos já percorriam suas pernas robustas para enchê-las de espuma, ela não entendia como pôde sentir aquelas sensações íntimas e prazerosas com aqueles velhos safados, ainda mais no meio da rua, já que ela sempre tinha sido uma garota decente, até ontem, quando ficou com tesão só de pensar em todas as perversidades que eles poderiam estar desejando fazer com ela, descobrindo que tinha adorado se sentir o centro das atenções daqueles senhores lascivos, de esquentar e excitar eles de propósito com seu corpo adolescente e voluptuoso.
Naquele momento, ela não soube descrever o que sentiu, mas conforme ia lembrando dos acontecimentos, ia entendendo que sua condição carente de se entregar aos prazeres carnais era evidente, de se sentir amada, admirada, desejada, viver aquela putaria que por tantos anos ela tinha reprimido, de se entregar nos braços do prazer e soltar toda a sua paixão.
A inocente jovenzinha com cara de menina e corpo de mulher levou a mão direita até a sua intimidade com a intenção de limpar a área imaculada, sabendo que não conseguiu evitar que acordasse a vadia que tinha adorado provocar, tinha gostado de despertar aqueles impulsos naquele tipo de homem, mas o que mais a tinha excitado foi imaginar as possíveis consequências da sua roupa, por exemplo, que aquele velho gorila, movido pelo tesão que a exuberância dos seus atributos juvenis provocava, pudesse acabar arrombando a bunda dela do jeito que quisesse junto com os outros senhores. Aquilo que sempre lhe deu medo, agora a tinha excitado a tal ponto que ela acabou se entregando ao seu Felino, se tornando a vadia do velho zelador da sua vila.
Mas imediatamente afastou essas ideias perversas da sua cabecinha, depois Do que tinha acontecido, não dava mais pra ficar alimentando esse tipo de pensamento com outros homens. Já tava muito arrependida só de ter dormido com o Dom Felino, não podia ficar lembrando agora dos operários. Mas também não conseguia esquecer aquele vagabundo nojento e imundo de uns 65 anos, largado aos pés de uma árvore, que tava visivelmente muito mal fisicamente.Deixa eu lamber teu suor e chupar essa sua bucetinha gostosa…Angie, quando ouviu aquela última palavra, foi dominada por uma sensação que a deixou paralisada, observando aquele velho degenerado se esfregando no pau por cima da calça com um olhar cheio de luxúria e perversão. Ficou chocada e atordoada por uns 3 segundos, com seu olhar inocente e curioso fixo na virilha daquele velho vagabundo. Sem dizer nada, virou-se e saiu correndo a toda velocidade, com o coração batendo a mil.
Todas aquelas situações a deixaram num estado de tesão que a fez se comportar como nunca antes, provocando o Dom Felino várias vezes para sentir aquela sensação poderosa e nova de ser admirada e desejada por homens que supostamente nunca poderiam ter ela. Aquele prazer mórbido de se sentir desejada por velhos nojentos, pervertidos e degenerados a levou a encontrar o maior prazer da sua vida.
A gostosa de bunda grande não tinha percebido, mas enquanto se lavava, passava os dedos cada vez mais perto do clitóris, inconscientemente se masturbando de leve, pensando em todos os orgasmos que tinha tido com o Dom Felino. Só no primeiro já tinha acabado pedindo o que no fundo queria, experimentando um prazer colossal que a fez se mexer de forma lasciva, com movimentos sensuais de quadril, rebolando a bunda de um jeito endemoniado, sem parar de apertar as suas bundonas descomunais no pauzão do Dom Felino, que a metia como se estivessem transando, enquanto a buceta dela tremia com fortes espasmos que jorravam muitos líquidos, gozando por vários segundos num orgasmo prolongado que a fez ver estrelas.Mmmmm aaah aah sim sim que gostosa hummm não aguento mais, vou gozar, vou gozar, aaah aah sim sim quero pica, me dá pau seu Felino, me dá pica aaaah ooooh mmmm tô gozando oh oh oh sim sim sim.Ela parou na hora aqueles toques tão gostosos que dava nos seus lábios apertados e delicados da buceta, enquanto o coração disparava com as coisas que tava imaginando. A consciência e o lado racional dela questionavam como podia estar se tocando pensando naquelas coisas depois de todas as culpas e arrependimentos.
Não conseguia ficar excitada de novo com as culpas que a assombravam. Só de imaginar o que os pais dela diriam se soubessem o que tinha feito, já fazia ela questionar tudo. Não podia seguir por esse caminho. O que tinha que fazer era enterrar e esquecer pra sempre o encontro indecente com o velho zelador.
Tava toda confusa com o que tinha rolado. Não dava pra dizer que tava traumatizada, mas não conseguia acreditar no que tinha feito. Sabendo que aquele capítulo da vida dela tinha acabado, aos poucos precisava voltar ao normal. Mas o que a inocente colegial não sabia é que, a partir daquele dia, tinha começado o caminho dela rumo à perversão e degradação total de si mesma, a menos que um milagre acontecesse. Mesmo assim, o corpo dela tava pegando fogo de tesão, apesar dos medos e arrependimentos, já tava excitada demais só de lembrar de tudo que tinha feito com seu Felino.Hummm, vai ser só dessa vez, essa vai ser a última vez que vou pensar nisso.Então ali, só com a desculpa de que seria a última vez, foi que ela se permitiu continuar navegando pelos próprios orgasmos enquanto os dedos dele retomavam as estimulações no botãozinho da buceta dela, mordendo os lábios ao lembrar como aquele pau enorme pressionava a entrada apertada da sua xereca, que não cedeu nem um centímetro diante da cabaça enorme do velho. Mas, apesar do tremendo prazer que sentia, uma parte dela dizia que não podia entregar a virgindade a um homem daquele jeito, pensando que, se chupasse ele, conseguiria evitar que o seu Felino a desvirgasse.
Mas o que mais a surpreendia naquela situação era que, em nenhum momento, ela pediu para ele não meter ali, não houve reclamação nem resistência da parte dela porque aquele velho feio e barrigudo estivesse tentando enfiar a rola na buceta dela, já que estava sendo dominada por aquela sensação poderosa de estar à mercê do prazer que o seu Felino lhe dava.
Ele a fazia sentir voluptuosamente as grossas dimensões do enorme instrumento de carne pulsante, que exalava um calor que lhe causava uma excitação incontrolável, levando-a a esfregar desenfreadamente a virilha contra a pica tremenda do velho, gozando como aquela cabeçona deslizava sobre os lábios vaginais encharcados dela, com toda facilidade por causa dos líquidos abundantes que ambos produziam, que se misturavam morbidamente devido ao roçar quente que fazia pressagiar que o seu Felino a estava preparando para fazer dela sua mulher, tamanha a falta de resistência.
Aquilo causou um descontrole interno nela só de imaginar o pauzão do velho entrando por algum dos seus buracos, e isso foi o estopim para explodir num segundo orgasmo ainda mais forte que o anterior, resultado de sentir o toque da grossa cabaça tentando se enfiar na sua vagina apertadinha, enquanto ele comia e chupava os peitos dela voluptuosamente ao mesmo tempo que abria e juntava as nádegas dela como bem entendia.Ahmmm sim, seu Felino, eu gosto, gosto de sentir ele assim tão grande, quero chupar ele, seu Felino, quero mamar nele, mmmm seu Felino, que gostoso, vou gozar, vou gozar de novo…Pensava que tinha sido inocente ao acreditar que aquele velho pervertido ia abrir mão da chance de aproveitar o que seu corpo mais desejava, aquela bunda gostosa, despertando aquela Angie que tava louca pra mamar a pica enorme do velho. Mas nunca ia contar pra ele que foi o primeiro homem da vida dela em todos os sentidos, esse triunfo jamais ia revelar, mesmo sendo verdade.Ummm, seu Felino, por favor, deixa eu chupar ela, deixa eu chupar seu pau, por favor, juro que não vou te decepcionar...Ela se excitava e se envergonhava ao mesmo tempo, ao lembrar como olhava nos olhos dele com seu olhar inocente e pedia de forma submisa, enquanto acariciava suas coxas carinhosamente. Estava adorando se sentir tão puta e complacente com o velho, queria chupar ele, não conseguia mais resistir à enorme excitação que aquele velho com sua pica enorme causava nela, e tentava dizer isso com o olhar.
A menina, no momento em que chupava cada vez mais empolgada, mamando com toda a vontade contida, desesperada, subia e descia cada vez mais rápido pela enorme barra de carne, passando a língua por toda a cabeça do pau, para depois enfiá-lo de novo na boquinha, enchendo-a de saliva, apertando com ansiedade seus lábios grossos, comendo o pau com paixão genuína, com uma gula incontrolável onde só queria chupar e chupar, que a levou a mamar como se a vida dependesse disso. Não queria decepcioná-lo, queria agradar aquele velho, queria dar prazer, muito prazer.
A colegial já não aguentava mais o tesão tremendo que a dominava ao lembrar como devorava a pica gostosa do velho zelador. Foi assim que começou a apertar desenfreadamente os peitões, amassando-os quase com violência, exatamente como o Felino tinha feito, enquanto continuava lembrando da paixão e luxúria que transbordava ao chupar afobadamente o enorme membro. Já nem ligava para o estado de suas pobres nádegas, porque ela mesma as abria e as juntava de novo com luxúria, dando até umas palmadas que a deixavam mais excitada. Levando um dedo à boquinha, começou a chupá-lo, imaginando a deliciosa pica do velhote.
Mostrando que tinha nascido para mamar, já que além de ter feito muito bem, sua atitude era digna de uma atriz pornô, demonstrava espontaneamente o quanto tinha gostado do pau, onde só na primeira vez já tinha revelado o amor e a paixão que sentia por essa parte dos homens, conseguindo fazer gozar o experiente coroa. aguentou muita resistência em menos de cinco minutos, deixando ela completamente banhada em bastante porra de velho acumulada.
Com os olhos fechados, foi saboreando e degustando o líquido que guardava dentro da boquinha dela, que tinha um gosto entre azedo e amargo com uma consistência bem grossa, com o coração batendo a mil, foi engolindo como se fosse o néctar mais precioso do mundo. Embora o gosto não fosse muito agradável, ela estava orgulhosa de ter conseguido satisfazer o velhote experiente com a primeira mamada dela. Depois, o Dom Felino a levou ao orgasmo chupando o cu e a buceta, enfiando um dedo entre as nádegas dela, fazendo com que ela mesma se entregasse por vontade própria.Mmmmm, vai me entregar essa raba, garota de bucetão? Quer que eu te arrebente esses glúteos?
Aaaaah aaaah, sim, que gostosa mmmm, que prazer uhmm sim, mmm quero que você faça isso comigo, mmm sim, quero que você seja o primeiro, seu Felino, quero te entregar essa bunda ummm ahhh sim, quero pica, quero que você meta, mete a pica em mim, papai, mmm sim, eu gozo, minha buceta!!A mina sentiu a visão começando a embaçar de novo por causa das delícias de toques que tava dando na própria buceta. Mesmo nunca tendo gostado de se masturbar e sem experiência nisso, depois de ontem, sentia que conhecia melhor o próprio corpo, tinha descoberto estímulos pra saber o que curtia, pressentindo um orgasmo foda que fez ela tremer e rebolar aquele parzão de rabão com tesão e provocação, imaginando que sentia a pica monstra do velho dentro dela de novo, igual no quarto orgasmo, quando aquele coroa tava arrebentando o cu dela de forma selvagem.Aaaaaa mmmm sim mmmm mmm sim, seu Felino, faz de mim sua putinha, mmm quero ser sua bebê putinha, mmm porque adoro tudo que você faz comigo, adoro seu pau ahhh ummm, continua me comendo assim, ooh que gostoso você me come, papai, uhmmm mais forte, seu Felino, mais forte, ummm assim, mete com força, mete duro, arrebenta minha bunda por ter entregado as nádegas como uma qualquer.A garota ficou muito envergonhada com as coisas que tinha dito, ela não falava palavrão, sempre foi muito educada e correta com a linguagem, mas no fundo se sentiu muito bem por ter expressado a tesão que sentia daquela forma tão livre pela primeira vez, gritando a plenos pulmões, sem se importar se os vizinhos podiam ouvir como estavam comendo ela, tomada pelo prazer e pela excitação mais intensa da sua vida ao se sentir penetrada pela primeira vez de forma tão selvagem, sem saber que, de fato, alguém do bairro tinha escutado seus gemidos lascivos de prazer.
A perversa colegial, que estava muito perto de gozar com aqueles deliciosos toques que estava se dando, encheu o dedo indicador de sabão, levou ele até o cu e começou a enfiar devagar, sentindo uma dor forte, mas apesar do incômodo, continuou empurrando, buscando de novo as sensações gostosas de se sentir penetrada pelo cu, enquanto a outra mão se acariciava vigorosamente a buceta, se masturbando com tudo ao lembrar como aquele velho comia ela e os planos que tinha pra ela.Ummmmm mmm, assim que goza na pica do seu macho, sua putinha bebê, goza como é que sente uma pica de verdade, como eu te faço minha mulher, minha puta, te falei que ia te viciar na minha rola, gostosa, e que quero te adotar, porque pretendo fazer muitas coisas com você, vou te deixar puta, menina, vou te fazer a mais vadia.A gostosona da novinha não fazia ideia de todas as coisas que aquele velho queria fazer com ela. Se soubesse de qualquer uma das ideias dele, cairia na real. Mas aquela Angie que tinha acordado queria de verdade que aquele velho fizesse todas aquelas coisas. Impulsionada pelo orgasmo mais forte da vida dela, virou o rosto pra beijar o Dom Felino com tesão e sem freio, entrelaçando as línguas numa dança circular que desaguou em beijos apaixonados cheios de luxúria, mostrando os sentimentos dela por aquele homem que tinha feito ela sentir coisas que nunca tinha sentido com os caras da idade dela. Por isso, ela nunca tinha passado realmente dos beijos.Aaaaaaah aaah sim, vou gozar, papai, mmmmm que prazer, papai, ummmmm aaah aah que prazerzão do caralho, minha buceta, ooh ooh sim, faz tudo isso comigo, mmmm sim, vou gozar, mmmm que gostoso, papai.O que se reafirmou no último orgasmo dela quando desabou sobre a barriga enorme depois de gozarem juntos, descansando a cabeça no peito do velhote, sentindo a porra grossa e quente do seu macho escorrendo pelo cu arrombado dela, pra depois se aninhar do lado dele enquanto o zelador a envolvia com o braço pra acariciar as costas e a bunda dela, como se fossem um casal de apaixonados descansando e se beijando de vez em quando.
Naquele instante, ela soube que jamais conseguiria esquecer tudo que tinha vivido com o Dom Felino, que tinha se transformado no primeiro homem da vida dela, no seu macho como ela chamava, e nesse reconhecimento, soube que não aguentava mais, ia gozar, então se permitiu imaginar, por ser a última vez que pensava nesse tipo de coisa, que Dom Felino metia de novo nela.
De um jeito bruto e dominante, com essas imagens foi que ela começou a gozar longamente entre gemidos e gritos de prazer misturados com movimentos sensuais e lascivos da sua figura voluptuosa, que rebolava sem parar nas penetrações nos respectivos buracos, se entregando já sem pudor ao prazer que explodia e se libertava de novo no corpo dela.Uhmmm aaaaaah aaah aaaah! Seu Felino, você é meu macho e quero ser sua putinha aaah! aahh aahh pra continuar me viciando nessa pica, mmm sou sua bebezinha obediente, seu Felino, sua puta, só sua buceta oohhh aaah sim sim ummmm…Angie, depois daquele orgasmo gostoso, prometeu pra si mesma que nunca mais ia pensar naquele homem. Dali em diante, ia tocar a vida normal, fazendo de conta que aquele dia nunca existiu, mesmo sabendo que era impossível. Porque depois do prazer veio a culpa, e ela sentiu que precisava desabafar com alguém, conversar sobre o que tava vivendo.
No quarto dela, pensou na melhor amiga, a Lucila. Uma loira de olhos azuis e traços lindos, cabelo meio ondulado que batia no meio das costas. Os peitos dela eram redondos e durinhos, de dar água na boca, e uma bunda impressionante — não era tão grande quanto a dela, mas era a segunda maior da escola, atrás só da dela. As medidas eram 92, 65, 98.
Ela tinha muita experiência no sexo. Já fazia uns três anos que tinha estreado de tudo quanto é jeito. Era daquelas minas que sempre contavam as aventuras com os caras que pegava, cheias de detalhes que a Angie nem conhecia. Além disso, adorava se vestir justinho e se valorizar, então era uma das gostosas mais populares da escola.
Sabia que a amiga já tinha passado pelo mesmo, porque um dia chegou na escola andando meio torta e depois contou que tinham metido no cu dela. Então não pensou duas vezes antes de ligar pra pedir um conselho. Mas na hora, olhou pro lençol onde tinha derramado o esperma que saiu do cu violado dela, depois que o seu Felino encheu o rabo dela com uma porrada de porra grossa de velho acumulada.
Aproveitando que os pais ainda iam demorar, pegou o lençol rápido junto com a roupa que usou ontem, reparando naquelas calças brancas que tinham feito ela viver umas paradas incríveis e inexplicáveis. Jogou tudo na máquina de lavar e depois conferiu direitinho pra não deixar nenhum vestígio daquele encontro safado e apaixonado. com o dom Felino.
A gatinha, antes de chamar a amiga, foi se vestir. Pensou muito no que vestir. Por um lado, queria continuar usando roupas justas, não queria voltar atrás e esconder de novo a sua figura exuberante depois de tantos anos de complexos e vergonhas. Mas, ao lembrar como tinha terminado saindo com aquelas leggings, ficou com muito medo de sentir de novo aquelas sensações sombrias que a levaram a terminar completamente dominada por um velho tarado de quase 60 anos.
Depois de pensar, decidiu que não ia voltar atrás. Ia continuar usando roupas justas. Queria provar para si mesma que podia ser mais forte do que aquelas sensações morbidamente excitantes que tinha sentido ao se ver admirada e desejada por homens de aparência desagradável, velhos pervertidos e degenerados. Não podia se limitar por causa da existência desse tipo de homem. Precisava controlar e ignorar aqueles impulsos impuros para poder se vestir como queria.
Mas também não queria ser óbvia com mudanças radicais, muito menos chamar a atenção dos pais. Embora isso fosse mais por causa do pai, ela tinha medo de saber a impressão que poderia causar. Por outro lado, a mãe adorava se vestir justo e provocante. Na verdade, ela sempre a incentivava a se vestir mais sensual, diferente do que ela fazia, com roupas largas e escondendo a figura.
Por isso, decidiu fazer uma combinação entre o estilo antigo e a nova Angie que queria começar a usar roupas mais justas. Assim, começou a revisar as peças para selecionar o que vestiria. Depois de quinze minutos analisando, soube o que usaria, embora ainda estivesse indecisa com a roupa íntima. O mais lógico seria usar uma calcinha grande para se proteger e resguardar a bunda, mas uma assim ia ficar feia e marcar. Então, começou a procurar dentro da gaveta de roupas íntimas.
Onde encontrou algo de que gostou. Era uma fina calcinha fio dental preta que a mãe tinha dado de presente no último aniversário dela. Por Na frente era feito de rendas transparentes delicadas que mostravam sua deliciosa monte de Vênus, enquanto as laterais e a parte de trás eram fios simples e finos que quase não se notavam; na verdade, quem visse por trás pensaria que ela não estava usando nada. A verdade é que aquele fiozinho pobre não tinha chance alguma contra suas bundonas enormes.
Depois, vestiu por baixo uma legging preta na cintura, tão justa quanto a branca de ontem, só que essas não eram transparentes e iam até os pés, mas do mesmo modo desenhavam sensualmente suas curvas nos quadris, junto com as pernas que se marcavam gostosamente através do tecido, especialmente suas coxas carnudas que pareciam firmes e robustas. Mas o verdadeiro espetáculo era ver como se marcavam descaradamente as proporções obscenas de seus glúteos descomunais. Que tremendo rabo monumental ela tinha, com esses 115 centímetros de bundão; qualquer um que visse ficaria surpreso com o traseiro que ela possuía, principalmente com aquela cinturinha de pilão que acentuava ainda mais suas enormes, duras e empinadas nádegas.
Por cima, decidiu usar pezinhos para não precisar de sutiã, já que pretendia vestir um top branco que ficava acima da barriguinha e se ajustava nas costas, sustentado nos ombros por duas alças finas, que mais abaixo formavam um leve decote circular que escondia os bicos de seus peitões enormes. Mesmo assim, seus tetões adolescentes desenvolvidos se desenhavam perfeitamente através do tecido, redondos e túrgidos, muito bem colocados no lugar, sempre se mostrando orgulhosos e desafiadores.
Finalmente, vestiu por cima do top uma camisa verde-menta com girassóis brancos, meio larga, que ficava uns dez centímetros abaixo da bundona, fazendo parecer que ela estava usando um minivestido, ao mesmo tempo que dava um estilo mais urbano e descolado, permitindo que ela pudesse usar calças justas, mas que ao mesmo tempo podia ser sutil nas mudanças, por cima soltava alguns botões pra mostrar o começo do seu colo.
Entre a blusa branca e a legging preta ficavam uns dez centímetros que mostravam o umbigo e a cintura fina e gostosa, fazendo a colegial ficar deslumbrante, ela tava espetacular com roupas que marcavam a sua figura exuberante, por baixo escolheu um tênis branco, maquiou levemente os olhos e se penteou deixando o cabelão solto, porque adorava o jeito feminino que isso deixava ela.
Depois de pronta, foi tomar café da manhã porque tava com muita fome depois de todo o esforço físico que tinha feito trepando com o velho pervertido do zelador, fez dois ovos com uma salsicha, acompanhou com pão e suco de laranja, sem conseguir evitar pensar umas bobagens que vinham na cabeça relacionadas com as grandes partes do zelador, depois disso ligou pra Luci, como ela chamava.
— Oi amiga, como cê tá?
— Oi Luci, preciso falar com você, mas tem que prometer que não vai contar pra ninguém.
— Angie, cê me estranha, sempre contamos tudo uma pra outra e ninguém nunca ficou sabendo das coisas que a gente fala, sabe que pode confiar em mim pra qualquer coisa.
— Sei sim amiga, é que tô com vergonha de falar, ahhh já, lá vou eu, mmm eu fiz isso, amiga.
— Aaaaaaai amiga que emoção, finalmente deu o passo, parabéns, quem foi o sortudo?
— Valeu Lucila, mas é isso que mais me complica...
— Por que amiga?
— É que não acredito com quem eu fiz isso Luci, cê não vai acreditar.
— Angie, para com isso, sabe que não vou te julgar, além disso, cê me deixa ansiosa com tanto suspense, fala logo.
— Ai Luci que vergonha, por favor não conta pra ninguém, mas eu fiz com... s-senhor Fe... fe-felino
— ¿¡Queeeeeeee!!?, o velho zelador?, é brincadeira, né?
— Não amiga… tô falando sério.
— Amiga, mas como isso aconteceu, não acredito, cê tá me dizendo que deu pra Entregou seu tesouro pra aquele velho?
É que foi por causa da bunda…
Você deu a buceta pro seu Felino?
Lucila, não fala assim, pelo amor, me dá muita vergonha e dó falar sobre isso.
Angie, pelo amor de Deus, é que não consigo te imaginar… você, a mais gostosa do colégio, com um velho tão feio assim. Desculpa, amiga, não quis ofender…
Lucila, é isso que mais me machuca, não sei como consegui fazer isso… mas ontem eu tava muito…
Tesuda?
Uhum, sim, mas agora tô muito arrependida e com vergonha, amiga…
Amiga, sinceramente, não sei como você aguentou tanto tempo sem fazer, mas não devia se sentir envergonhada. Já fiquei com coroas, embora não tão velhos quanto seu Felino, hahaha, e deixa eu te dizer: foram as melhores experiências. Por isso, o importante é saber: você curtiu? Conseguiu gozar, por exemplo?
Uhum, sim, Lucila. Cinco vezes.
Queeeeeee?! Tá falando sério?
Sim, amiga, juro…
Olha só o Felino, nunca pensei que fosse um garanhão sendo já um véio…
Ai, amiga, que coisa você fala…
Sabia que a maioria das minas da nossa turma não sentiu nada na primeira vez?
Foi doloroso e frustrante por causa da inexperiência dos caras da nossa idade, e as vezes seguintes também não foram melhores, porque eles gozavam antes de eu conseguir sentir um orgasmo. Então você devia se sentir grata.
Luci, isso também me deixa muito confusa, porque, sinceramente, eu curti pra caralho, mas o problema é que agora tô com muita dor. Além disso, ele bateu muito na minha bunda, deixou toda vermelha. Tô com muito medo de ele ter me machucado, amiga, por isso te liguei…
Umm, amiga, não acredito como você é pervertida pra ter feito isso por aí, e não sei por que fico imaginando como aquele velho te deixou, com essa rabuda que você tem. Ele deve ter ficado louco com tanta bunda, hehe…
Lucila!! — exclamou de vergonha, porque era exatamente como a amiga dizia.
Desculpa, hahaha, não consegui evitar. Mas não se preocupa, amiga, eu tenho tudo que precisa pra… Tá bem, você vai ver que logo vai se recuperar. Se quiser, a gente pode se encontrar depois do almoço pra tomar uma cerveja e você me conta os detalhes gostosos.
Obrigada, amiga. Me sinto melhor depois de te contar e ver que você não acha tão grave. A gente se vê, tchau.
De nada, você traz as cervejas.
A jovem respirou mais aliviada, sentindo como se parte do peso no peito tivesse se soltado. Conversar com alguém sobre o que estava rolando tinha ajudado, e sua amiga não a julgou; pelo contrário, a entendeu. Ela já tinha passado por muita coisa no lado sexual, e se sentia melhor, mais livre e relaxada. Mesmo assim, faltavam duas coisas pra ficar totalmente tranquila, ambas igualmente importantes e complicadas. A primeira era falar com os pais. Sabia que a culpa não ia deixar ela olhar na cara deles se não confiasse neles, já que sempre apoiavam todas as decisões dela, especialmente a mãe, que sempre dava conselhos de mulher pra ela ficar em paz e aceitar o próprio corpo, consigo mesma. Por esse lado, sabia que a mãe era quem melhor ia entender.
A segunda era conversar com o velho pra dizer que não ia sair com ele, porque não queria mais nada entre os dois. Nisso, o toque do celular começou a tocar. Um número desconhecido estava ligando, mas quem poderia ser num domingo? Será que era quem ela imaginava? Não tinha como ele saber o número dela. Meio indecisa, atendeu a chamada com o coração batendo a mil, mas era só uma gravação oferecendo portabilidade numérica.
Deviam ter passado uns quinze minutos quando ouviu a campainha de casa, fazendo o coração disparar de novo junto com o nervosismo, ao sentir de quem podia ser. Alguém que, com certeza, voltava pra continuar aproveitando o corpo dela, depois que ela mesma se declarou a putinha dele. Aquele velho pervertido vinha dominar ela de novo, sabendo que era dono da primeira vez dela. Vinha pra arrebentar mais o cu dela, ou talvez agora viesse pra fazer dela sua mulher e fosse meter na bocetinha dela, vinha pra romper a pelinha, vinha roubar seu mais sagrado tesouro, a virgindade da sua buceta, e junto com ela, sua dignidade.
Todas essas ideias e mais passaram pela cabecinha dela naqueles instantes enquanto caminhava, pensando que uma coisa assim não podia acontecer. Embora a garota tomasse pílula anticoncepcional, não podia deixar aquele homem roubar também a virgindade da sua bocetinha apertada, ainda mais depois do que aconteceu ontem, quando ela tinha sucumbido ao primeiro orgasmo da vida dela enquanto aquele velho esfregava a babosa e obscena cabeçona do pau dele entre os lábios da buceta molhada e febril dela, fazendo com que as porras que aquela piroca leitosa produzia se misturassem de forma vulgar com os caldos da pererequinha dela.
Ela nem tinha questionado as possíveis consequências de ter se deixado penetrar por ali, como a questão da gravidez, nem tinha se importado que os fluidos dela se misturassem com os líquidos daquele velho nojento, nem tinha pensado em usar proteção. Sendo que aquele velho até tinha confessado que tinha estado com várias putas, ela não acreditava como tinha sido tão irresponsável. Ela não sabia se aquele velho se cuidava, ainda mais se ele se deitava com prostitutas. Simplesmente não podia se deixar penetrar a bocetinha. Muito assustada, ela espiou pela janela e suspirou de alívio ao ver que era o carteiro.
Depois, seguiu até o mercadinho do seu João pra comprar umas coisas. Enquanto ia andando, ficou muito nervosa, sentindo o coração disparar só de pensar em encontrar o seu Felino. Pra sorte dela, isso não aconteceu, porque o velhote naquele momento estava resolvendo um problema com os canos do gás, já que era outro ofício dele: a encanação.
Conforme ela se encaminhava pro mercadinho do seu João, percebeu que rapidamente virava o centro das atenções de todos os homens velhos, jovens e adultos que cruzavam o caminho dela. Com ela, ninguém conseguia desviar o olhar daquelas bundonas enormes que balançavam pra lá e pra cá, mesmo a garota usando aquela camisa bem largona, a roupa dela dava pra interpretar como se fosse meia-calça preta com um mini vestido soltinho que mal cobria a bunda dela, já que era realmente impossível esconder o desenvolvimento daquelas bundonas imensas, era algo que acendia o tesão e a putaria de qualquer um ao perceber que a dona de uma raba daquelas era uma menina adolescente.
Continua...
1 comentários - Angy Colegiala Culona (Parte 5)