Tinha um cara não tão maduro, mas sempre me chamava pra gente se encontrar e transar. Até onde eu sabia, ele era divorciado, mas não sabia que tinha um filho. Uma tarde, ele me escreveu de novo pra gente se ver, mas não era como de costume. Ele disse no texto, e eu perguntei por quê. Ele começou a explicar que tinha um filho de 19 anos que queria experimentar com uma mariquinha, e que eu era a melhor, ele disse, haha. Quem disse foi ele, não eu. Tipo, até gostei que ele falou isso, mas não era pra tanto, verdade. Bom, a questão era que o filho dele queria uma trap e pronto. Eu disse que sim e me preparei. Ele passou pra me pegar. O filho estava sentado no banco de trás do carro. Eu ia subir junto com o pai, mas ele mandou eu ir pro lado do filho. Passei pra lá, e ele ficava me olhando de canto de olho. Era muito tímido, pelo visto. Só o pai falava alguma coisa, depois ficavam uns silêncios estranhos, hehe. Chegamos numa casa que ele tinha pegado emprestado de um amigo, segundo ele. Descemos e entramos. O pai mandou o filho ir tomar um banho bem direito. Quando ficamos sozinhos, ele me contou que o filho era virgem e que sabia que eu transava com traps, e que o filho pediu pra ele apresentar um pra ver se gostava ou não. Quando o filho saiu do banho, veio sentar do nosso lado, me olhando de canto de olho. Quando eu olhava pra ele, ele virava o rosto. Então comecei a quebrar o gelo, perguntava umas coisas, e ele só respondia e nada mais. Depois perguntei o que ele achava de mim, se gostou ou não. Ele balançou a cabeça que sim. Levantei, pedi a mão dele e fui pro quarto. Entramos no quarto e comecei a beijar ele e a passar a mão na rola dele por cima da calça. Depois senti que ele já tava se soltando mais, agarrando minha bunda. Meti a mão dentro da calça dele e comecei a tocar a rola dele. Baixei a calça e chupei ele. Já tava bem duro, soltando muito líquido seminal rapidinho. Ele gozou uma porrada de esperma na minha boca. E ele me mandou parar com o boquete, que já tava doendo. Não sabia o que fazer e perguntei: "Então, o que a gente faz?" Saímos de novo pra sala, junto com o pai. Surpreso, ele perguntou por que a gente saiu tão rápido. Eu contei pra ele. Que aconteceu e ele se levantou, nos levando pro quarto de novo. Ele disse pra ela tirar o pau dele outra vez e repetiu o que tinha me falado. Sem dizer nada, eu tirei o pau dele e ele mandou eu chupar. Enquanto eu fazia meu trabalho oral, ele ia ensinando como se faz, na frente do moleque que olhava tudo. O garoto começou a se tocar, eu já tava muito tesuda e perguntei se ele ia me comer logo. "Não", ele disse, "quem vai te comer primeiro é ele". Já meio cansada, sem falar nada, passei a chupar o filho. Sentia ele endurecendo na minha boca. Quando tava bem firme, parei com a mamada e me coloquei de quatro pra ele. Já tava ansiosa pra ter alguma coisa no cu. Ele colocou a camisinha e meteu devagar. Quando entrou tudo, começou a se mexer que nem um louco. Eu me soltei dele pra ele não gozar tão rápido. Falei de novo: "Calma, a gente tem muito tempo, não se apressa. Isso não é uma punheta, aproveita e tenta segurar a sua carga um pouco." Falei, deitando ele na cama e subindo em cima. Eu me mexia e parava pra ele não gozar rápido, mas ele não aguentou mais e soltou a carga. Tirei a camisinha dele e lambi o pau dele. Não chupei porque tava dolorido. Daí a pouco, senti umas mãos nas minhas nádegas e uma pressão no meu cu. Era o pai me penetrando. Já sabia que ele tinha experiência em comer, então só continuei lambendo o pau murcho do filho enquanto o pai revolvia meu cu. Ele me virou de barriga pra cima enquanto me comia e me masturbava. Gozei na hora, e ele continuou me enfiando até terminar. O filho foi tomar banho e a gente ficou esperando na cama enquanto eu limpava o pau dele. Ele saiu e a gente entrou junto com o pai pra fazer um rapidinha, hehe.
2 comentários - Padre deu uma bucetinha assim, filho virgem