Pôquer de Strip em Família[02]Parte 1 - Buceta Gostosa[/02

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Pôquer de Strip em Família[02]Parte 1 - Buceta Gostosa[/02






Capítulo 2.

Diversão em Família.



As cartas deslizaram pela superfície da mesa de vidro, e os olhares aproveitaram pra ir além, usando a transparência. Não dava pra culpar ninguém, eu era vítima do mesmo efeito. É muito difícil ter alguém pelado sentado perto de você e não ficar olhando pros genitais. É uma atração quase magnética. Eu tava com o olhar perdido nos lábios carnudos da buceta peluda da Viki, minha mãe; e cada vez que desviava o olhar, esbarrava no pau do meu irmão. E se não olhava pra ele, tinha o volume do meu pai, bem na minha esquerda, marcando na cueca. Pra piorar, eles estavam sentados tão perto de mim que dava pra pegar na cock deles só esticando um pouco a mão. Mas não é que eu quisesse fazer isso… claro que não.
Tava preocupada, porque a única peça de roupa que me restava era a tanga, que mal cobria minha buceta… mas pelo menos era melhor que nada. Olhei minhas cartas, eram horríveis. Tanto que decidi trocar as cinco. Não foi uma boa ideia, as que vieram depois eram igualmente terríveis.
Como se eu tivesse tido a clarividência de adivinhar quem perderia, coube a mim tirar a minha minúscula tanga. Que meu pai e minha mãe tivessem se despido sem fazer muito teatro, era indiferente pra mim. O que realmente me irritava era que o Erik tinha encarado a punição com tanta coragem. Eu não podia ser menos que ele, precisava mostrar segurança. Levantei e me despi na frente da minha família. Joguei a tanga longe, sabendo que não poderia vesti-la até o jogo acabar. O Erik ficou olhando pra minha buceta depilada, com lábios menores que os da minha mãe, e um monte de Vênus bem definido.
—Cuidado que essa aqui morde de verdade, —falei, e todo mundo caiu na risada. A Mayra pareceu achar ainda mais graça do que o normal, não sabia se era reação do álcool ou do nervosismo.
Minha irmãzinha parecia um pouco mais calma porque já tinha passado várias rodadas sem perder. Já meu tio e meu pai deram um pouco de azar, não tiveram outra alternativa senão mostrar o que pendia entre as pernas. Primeiro foi a vez do meu tio, ele tinha a piroca mais pequena dos três homens presentes; embora por pouco. Quem me deixou totalmente chocada foi o Pepe… não podia acreditar na tromba de elefante que meu pai tinha entre as pernas.
—Victoria, você casou com o Pepe porque viu ele mijando? —Perguntou meu tio, fazendo todo mundo rir.
—Não, casei com ele porque peguei ele se masturbando. —Ficamos de boca aberta—. É verdade. Foi num acampamento que fizemos há muitos anos, quando ainda éramos amigos. O cara não teve ideia melhor do que entrar na minha barraca pra bater uma. Talvez ele pensou que ninguém ia ver ele lá, porque todo mundo tava perto do rio, mas eu voltei porque queria dormir, e o que vi me tirou o sono.
—Pai, não acreditava que você era capaz disso! — Gritei. A situação me divertia e, por mais estranho que pareça, não me incomodava imaginar meu pai se masturbando. Isso com certeza era por causa de todo o vinho com refrigerante que eu tinha tomado.
—Foi o melhor erro da minha vida, filha, olha só o que consegui por causa disso — disse ele, acariciando a perna esquerda da Viki, bem perto da buceta dela —. Além disso, em minha defesa, tenho que dizer que sua mãe não é do tipo que grita e sai correndo nessas situações, mas sim do tipo que fala: "Eu te ajudo".
—Apa! —Exclamou a Mayra. Parecia que ia falar alguma coisa, mas quando todo mundo olhou pra ela, fechou a boca e baixou a cabeça.
—O que a Mayra quer dizer, —esclareci—, é que ela não imaginava que a mãe fosse tão puta.
Todos riram.
Senti uma onda de calor enorme na minha virilha imaginando minha mãe montando naquela pica enorme, e tive que me esforçar pra tirar essas imagens da minha cabeça.
—Bom, eu —disse Viki—. Também não é que eu seja tão fácil assim… o que acontece é que eu gostava muito do Pepe, já fazia um tempinho. Não ia perder essa oportunidade.
—E o que foi, exatamente, que você fez pra ajudar ele? — quis saber Alberto.
—Isso eu não vou contar pra vocês.
Meu pai fez um gesto imitando que a Viki tinha chupado o pau dele. Minha mãe ficou vermelha e escondeu o rosto com as mãos, enquanto o resto de nós ria.
Com exceção da minha irmãzinha, todos nós já estávamos completamente pelados, e agora começava uma nova fase no jogo, que me assustava um pouco.
As cartas foram distribuídas de novo, e fiquei tranquilo ao ver que recebi dois ases; era difícil que minha mão fosse a pior. Quem ficou com as piores cartas foi meu pai, e minha mãe se deu bem com um poker de dez. Como o Pepe já estava completamente pelado, ele tinha que se submeter a um desafio. Minha mãe, por ser a vencedora, tinha que decidir qual desafio dar pro marido dela.
—Tem que ser algo bom, mãe —disse Erik—. Algo que envergonhe ele. Minha mãe pareceu gostar da ideia, porque ficou pensando com um dedo no queixo e um sorrisinho gostoso; como se fosse a vilã de um desenho animado.
—Já sei! —exclamou, depois de alguns segundos—. Fica muito a ver com a história da barraca.
—Ai, não! —Disse meu pai.
—Sip... Você tem que se tocar, —ela disse finalmente, eu arregalei os olhos e fiquei olhando pra ela.
Será que eu realmente queria que meu pai batesse uma punheta na frente das filhas dele? Pra mim, o jogo já tinha ido longe demais, e aconteceu exatamente o que eu temia; pelo visto, os desafios iam ter conotações sexuais. O que eu tava pensando, que ia fazer ele dançar na chuva? Não era uma ideia ruim, mas não combinava com a definição de Strip Poker. Isso era um jogo sexual, e já tava me parecendo uma loucura a gente ter proposto jogar em família.
—Que sacana que você é, Viki! Por quanto tempo eu tenho que fazer isso?
Parece que estava disposta a encarar o desafio vergonhoso. Ela pensou por uns segundos e foi pegar algo num móvel da sala, mostrando a gente aquele rabo empinado e a buceta apertada por baixo das nádegas. Voltou com um cronômetro, que às vezes usava quando saía pra correr. Ela adorava malhar, e esse era um dos principais motivos de manter aquele corpinho gostoso. Mas ainda tinha uns três ou quatro quilos pra perder.
—Dois minutos, —disse ele. Com isso ficou estabelecido o tempo para a maioria dos desafios.
Minha mãe sorria de um jeito estranho. Será que essa situação toda tava deixando ela com tesão? Só podia ser, não via outra explicação pra ela obrigar o marido a fazer uma parada dessas na nossa frente. Meu pai puxou a cadeira pra trás e segurou o próprio pau com a mão esquerda, já que ele é canhoto. Victoria ligou o cronômetro e todo mundo ficou olhando enquanto ele fazia aquilo. Ele se tocava devagar, subindo e descendo a mão no pinto, fazendo a pele cobrir a cabeça e depois deixar ela aparecer de novo. Fiquei surpreso em ver que o pau dele não mudava de tamanho.
—Pepe —disse meu tio—. Você vai me dizer que em todos esses anos não aprendeu a bater uma punheta? Foi assim que conquistou minha irmã?
Notei que a Mayra ficou vermelha, mas tava sorrindo e com o olhar fixo no pau do pai dela. O Erik tava caindo na gargalhada, devia tá bêbado. Até meus pais sorriram. Parece que a única preocupada era eu. Fiquei chocada de ver meu pai fazendo algo que nunca imaginei que ele faria. Mas, bem, é meio absurdo da minha parte pensar isso. Se eu me masturbo, o que impede ele de fazer o mesmo? Só que, como filha, não curto ficar pensando nessas paradas.
A provocação do Alberto fez ele se tocar com mais vontade. Ele deslizou a pele, cobrindo a cabeça do pau, e puxou de novo; fez isso várias vezes. O negócio dele foi crescendo aos poucos, eu olhava fixo pro troço, mas quando levantei a vista, pareceu que ele tava olhando direto pra minha buceta. Eu tava com as pernas meio abertas, instintivamente quis fechar, mas me segurei, porque todo mundo ia notar minha ação repentina. Além disso, não podia ter certeza absoluta de que ele tava me encarando. Quando os dois minutos passaram, minha mãe largou o cronômetro na mesa, e meu tio cuidou de distribuir as cartas; ninguém falou nada sobre o que rolou, como se nunca tivesse acontecido.
Jogamos mais uma mão, e uma combinação feia de números baixos fez meu pai perder de novo. Ele jogou as cartas na mesa fingindo raiva, mas no fundo levou na esportiva. Dessa vez foi a vez do meu irmão propor o desafio. Como ele não é de pensar muito, quase na hora falou:
—Chupa um mamilo da mamãe.
—Bueno, —respondeu Pepe, dando de ombros—. Não é algo que eu já não tenha feito antes.
— É verdade, Erik, teu desafio é meio chato. — Me surpreendi da minha mãe falar isso, mas vi os olhos dela meio vidrados de tanto beber, e soube que isso era um fator importante na reclamação dela.
—Mas ele deve ter batido umas mil punhetas, —Erik se defendeu—; e você pediu pra ele se tocar.
—Sim, mas ele nunca tinha feito isso na frente de todo mundo, —disse minha mãe—. Chupar meu mamilo é menos vergonhoso, é um retrocesso.
Então ela queria que os desafios fossem cada vez piores? Não queria passar por covarde, mas já tava pensando seriamente em largar o jogo. Só que me imaginava que nem todo mundo ia parar de jogar… e me irritava ainda mais que continuassem sem eu estar por perto.
—Então que ela chupe um mamilo da Nadia. —Meu irmão sugeriu, eu olhei pra ele com cara de cu. Quase falei: “E por que você não chupa um peitinho seu?”; mas me segurei, porque tinha certeza que esse comentário ia irritar muita gente. —São dois minutos, certo? —Perguntou o Erik, pegando o cronômetro.
Meu pai não se segurou muito, nem pareceu notar minha preocupação. Ele se aproximou do meu peito esquerdo e o pegou suavemente com uma mão, sem pedir permissão. Quase implorei para que ele não fizesse aquilo, mas não me deu tempo. Ele aproximou a boca, e o cronômetro começou a contar. As lambidas foram suaves e nada libidinosas, até havia uma certa ternura nelas; a língua dele girou em volta do meu mamilo, que ficou duro como pedra. O calor na minha buceta ficou mais intenso, e piorou ainda mais quando senti a ponta do pau dele roçando meu joelho. Será que ele tinha noção de que aquela era a teta de uma das filhas dele? Tentei desviar o olhar, mas não conseguia parar de olhar para baixo… aquele pau grande, que já tinha crescido um pouco. Os dois minutos pareceram uma eternidade, mas assim que um bipe agudo soou no relógio, Pepe se afastou. Eu devia estar toda vermelha, era a coisa mais estranha que já tinha vivido; meu próprio pai chupando minha teta. Era uma loucura! Ainda não conseguia entender como tínhamos concordado em jogar esse jogo perigoso.
Enquanto eu rezava pra receber cartas boas na próxima rodada, vi que o Erik tava de pau duro, e que ele inclinava um pouco pra esquerda, como se apontasse pra mim. Ele não era o único nesse estado, os outros dois homens também mostravam umas ereções bem evidentes. A pequena Mayra também não escapava da situação libidinosa, notei uma mancha de umidade na parte de baixo da sua calcinha rosa delicada. A única que não mostrava sinais de tesão era minha mãe.
A sorte da minha irmã acabou na mão seguinte, e ela não teve escolha a não ser nos mostrar a buceta dela. Ninguém comentou nada sobre a calcinha dela estar claramente molhada, porque não queríamos deixá-la envergonhada. Ela nos pegou de surpresa ao mostrar uma rachinha delicada, com lábios finos e um botãozinho duro. Mas as surpresas não pararam por aí: ela também estava toda depilada, igual a mim. Não sei de onde ela tirou essa ideia, mas tenho que lembrar que ela é toda uma mulher e tem sua própria vida íntima. Inclusive, até pouco tempo atrás, ela tinha um namoradinho, embora não saiba se foram muito longe; o cara parecia meio bocó. Pra completar, pude ver uns fios de fluido entre os lábios dela e, quando ela se sentou com as pernas meio abertas, a buceta se abriu um pouco, mostrando como ela estava molhada. Achei estranho ela não juntar os joelhos, mas culpei o álcool por isso; ou talvez fosse só uma distração. Tinha informação visual demais ao redor pra se preocupar com esse detalhe.
Ela nem tinha terminado de sentar e já estavam distribuindo as cartas de novo, enquanto faziam piadas idiotas, numa tentativa de desviar a atenção. Consegui uma sequência de números baixos, que foi a melhor mão da mesa. A pior estava nas mãos da minha mãe, que parecia ter cinco naipes diferentes nas cartas dela, eram uma merda. Eu é que tinha que dar o veredito, e depois do que me fizeram passar ao deixar meu pai lamber um peito meu, tava com sede de vingança.
—Passa a mão na buceta do tio Alberto.
Foi a coisa mais doida que me veio à cabeça, e achei que tinha passado dos limites. Mas minha mãe mostrou que tava muito à frente de mim: esticou a mão esquerda e agarrou o pau do irmão dela. Meu pai ligou o cronômetro, sem falar nada. Alberto ria com cara de otário, mas não parecia se importar que a própria irmã tava pegando nele. Minha mãe masturbou ele devagar, apertando forte com a mão.
—Aprende com a Viki, Pepe —disse meu tio, zoando—. Ela sim sabe o que faz.
—É que eu venho de uma família de punheteiros. —O comentário da minha mãe foi como um tapa na cara do Alberto, e fez todo mundo rir, inclusive ele mesmo.
A prova passou sem muito entusiasmo, e durante aquele curto período de tempo meus olhos foram de uma rola pra outra. Descobri que a Mayra tava fazendo o mesmo, fiquei me perguntando se ela já tinha visto um pau ao vivo e a cores, eu só conhecia o do meu ex-namorado, e não era nada comparado com esses exemplares.
Na partida seguinte, minha mãe perdeu de novo, e foi o Erik quem propôs o novo desafio. Ela tinha que dar um beijo na Mayra, por uns longos dois minutos, o que é tempo pra caralho pra um beijinho simples.
—Não, espera. —Reclamou minha mãe, finalmente tinha caído um pouco na real—. Isso seria como se a peça fosse pras duas, afinal de contas um beijo é algo mútuo. Cadê a graça? —Não tinha caído na real porra nenhuma, mas pelo menos apelava pra justiça.
—Bom… vamos ver —. Fiquei com um pouco de pena do meu irmão, coitado, criticavam todos os desafios dele; mas, mais uma vez, ele deu um jeito de se sair bem—. A Mayra tem que dizer se você passou no teste ou não, se ela não gostar do beijo, você vai ter que fazer outro desafio.
—E ela se arrisca a ter dois desafios seguidos — disse minha irmãzinha, séria, como se fosse a jurada de um programa de TV.
—Isso me parece muito mais interessante — disse minha mãe, levantando-se.
Ela se posicionou à direita da filha mais nova e segurou seu queixo com suavidade, puxando a cabeça dela para trás. Mayra parecia meio nervosa e mantinha a boca bem fechada. Assim que os lábios da minha mãe tocaram os dela, coloquei o cronômetro para regredir. Não achei tão grave que elas se beijassem, depois do que tinha rolado nos desafios anteriores. Vitória moveu a boca com delicadeza e ternura, e isso ajudou Mayra a relaxar um pouco. Os lábios delas se separaram, e me pareceu que minha mãe enfiava um pouco a língua; confirmei quando ela a retirou e a língua de Mayra apareceu, perseguindo a dela. Por fim, ambas as entrelaçaram num beijo que ficou bem erótico e apaixonado. Sabia que não era o primeiro beijo da minha irmã, porque mais de uma vez a peguei se beijando com o, atualmente, ex-namorado dela; mas naquelas ocasiões ela parecia inexperiente, no entanto agora beijava como uma profissional. Talvez isso fosse porque ela estava imitando o que a Viki fazia.
Assim que o tempo acabou, meu tio bateu palmas, e meu pai, meu irmão e eu entramos na onda. A Mayra tava vermelha que nem pimentão, mas com um sorrisão no rosto, os peitinhos dela subindo e descendo no ritmo da respiração. Todo mundo esperava ansioso pelo veredito dela, quando ela levantou o polegar. Minha mãe sorriu e voltou pro lugar dela, toda orgulhosa.
Naquele momento, pensei que o jogo, apesar de estranho e um tanto doentio, era divertido e me deixava com um tesão sem precedentes.
Jogamos uma nova mão, e dessa vez as cartas decidiram que o Erik tinha que "pagar" e meu pai era o carrasco dele. A parada foi mais ou menos parecida com o desafio anterior. O Erik tinha que fazer uma dancinha erótica colado na minha mãe, e ela decidia se ele tinha passado no teste ou não. Eu achei que dois minutos era um tempo muito curto, e os outros concordaram comigo. Ficou definido que a dança tinha que durar cinco minutos. O Erik colocou uma música lenta, de uma banda que eu não conhecia, mas que servia pra ocasião.
Minha mãe se aproximou de onde eu estava e eu tive que puxar minha cadeira pra trás pra dar espaço pra eles. Erik ficou atrás dela e eu era a única que via a cena por trás. Eles começaram a dançar devagar, meu irmão colou o peito nas costas daquela mulher gostosa e começou a acariciar as pernas dela pelas laterais. Os segundos pareciam passar num ritmo muito lento.
—Se eu pegar nas suas tetas, ganho pontos? —Perguntou meu irmão.
—Mmmm… pode ser —respondeu Viki.
Me surpreendeu que minha mãe topasse, mas também não achei tão grave assim, afinal ela só tava tentando manter o clima do jogo. Sem perder tempo, Erik colocou as mãos pesadas nas tetonas dela e apertou de leve, pareciam mesmo dois balões cheios d'água. Os movimentos ritmados do Erik fizeram com que a ponta da pica dura dele ficasse esfregando na buceta da minha mãe; o desafio da dança já não parecia mais tão inocente quanto no começo. Meu espanto aumentou quando a buceta da minha mãe pareceu se abrir pra deixar a cabeça da rola dele pousar suavemente no meio melado dela. Mesmo sem entrar nada, o pau tava perigosamente perto. Meu coração acelerou e fiquei imaginando o que a Vitória sentiria ao ser encoxada daquele jeito pelo único filho homem dela. Minha maior dúvida era se ela tava só tolerando aquilo pra não estragar o jogo, ou se simplesmente não tava nem aí.
Achei que minha mãe fosse se afastar, mas não fez isso. O resto da minha família acompanhava a dançinha com palmas, mas claramente não sabiam o que estava rolando por trás, só eu conseguia ver. A cock foi se lambuzando com aquele fluido feminino abundante, e o desgraçado começou um vai e vem lento com a pélvis, fazendo o troço deslizar de baixo pra cima entre os lábios voluptuosos da buceta. Não sei quantos minutos já tinham passado até ali, mas sabia que ainda faltava um tempão. Minha mãe se inclinou um pouco pra frente, levantando mais a raba, as grandes nádegas se abriram e eu vi o asterisco dela. Notei que a glande já não estava à vista, e um arrepio percorreu meu corpo, mas não dava pra ter certeza se tinha se perdido entre os lábios carnudos da minha mãe ou se tinha entrado. De repente vi ela aparecendo de novo, mas com um deslize rápido chegou até o cu. Foi o próprio Erik que obrigou a Viki a se abaixar um pouco mais, sem parar de apertar os peitos dela, que agora balançavam debaixo do torso da minha mãe. Me pareceu que Erik tava fazendo pressão com a cock. Era óbvio que não estava entrando, mas a bunda da minha mãe parecia ceder com a pressão. Ela começou a rebolar os quadris do mesmo jeito que eu fazia quando saía pra dançar e queria provocar alguém. Com o rebolado, a cock desceu e se posicionou de novo na buceta, dessa vez não tive dúvida nenhuma, a glande sumiu dentro daquele buraco rosado. Minha mãe virou a cabeça e me pegou olhando diretamente praquela penetração leve. Sorriu, e pela expressão dela tive a impressão de que dizia: "Sei o que tá rolando, mas não tô nem aí". A cintura dela continuava se mexendo de um lado pro outro, e a glande continuava enganchada naquele buraco. Se Erik quisesse, bastava empurrar um pouco pra frente pra conseguir uma penetração bem mais funda. Quando meu irmão recuou um pouco, a glande apareceu de novo, mas só pra avançar mais uma vez contra a bunda da minha mãe. Dessa vez a pressão foi maior, eu sei porque a Viki virou a cabeça pra trás de novo, como se quisesse ver o que tava rolando, e um leve semblante de dor apareceu no rosto dela. Metade da cabeça do pau já tinha sumido, e eu podia ver o buraco do cu da minha mãe envolvendo a parte que tinha entrado.
Finalmente, o apito do cronômetro tocou, indicando que o tempo tinha acabado. Meu irmão se afastou na hora, voltando pra cadeira dele. Por uns segundos, pude ver que o que antes era uma bunda apertada e fechada agora formava um pequeno anel levemente aberto. Minhas mãos tremeram, isso era demais. Mas eu sabia que o jogo não ia acabar.
—O que você achou da dança, mãe? —Perguntou Erik, enquanto ela voltava pra cadeira.
—Bem ousadinho. —Com certeza os outros devem ter pensado que ele tava falando da apalpada nos peitos, mas eu sabia que era das encostadas sem vergonha—. Mas foda-se, a prova tá tipo superada.
Quando me levantei da cadeira pra me encostar de novo na mesa, vi que o couro do estofado tava todo molhado, fruto dos meus próprios sucos de buceta. Quis pegar um guardanapo de papel, limpar a cadeira e secar minha rachinha, mas isso ia me entregar; então sentei sem mais nem menos, e olhei as novas cartas que me esperavam. Nem prestei atenção, tomei vários goles de vinho, tentando me acalmar. Esqueci completamente do jogo durante aquela mão, e isso me fez perder.
—Finalmente, gostosa! Pensei que você não ia perder mais, —disse Mayra. Eu não tinha percebido, mas desde que fiquei completamente pelada, não tinha perdido nenhuma vez. Minha irmã era quem devia dizer meu castigo. Vi ela bem concentrada na decisão, provavelmente não sabia o que dizer; imaginei que na cabecinha dela estava procurando um castigo leve e pouco sexual. Depois de pensar um pouco, ela disse—. Passa a mão no pau do papai.
Me deixou surpresa. Por um momento, pensei que a pequena teria pena de mim, mas esse castigo me pareceu à altura do que tinha rolado entre o Erik e a minha mãe. Será que ela me pediu pra fazer isso só pra seguir a onda dos outros e não passar por ingênua?
—Tem que ser por cinco minutos. —Victoria acrescentou—. Dois minutos pros desafios é muito pouco tempo. Além disso, imagino que quando a Mayra disse pra você tocar no pau do seu pai, ela não quis dizer exatamente pra deixar a mão parada segurando ele… ou tô errada? —Mayra soltou uma risadinha nervosa, cobrindo a boca. Ficou toda vermelha—. Bom, Nadia, já sabe o que tem que fazer. Eu vou marcar o tempo.
Não, ela não era louca, só tava apelando pra justiça, como era de costume. Uma mãe de três filhos precisa aprender a ser justa e equilibrada, senão vive um inferno.
Sabia que não podia recusar, não ia ganhar uma discussão com a minha mãe, então puxei a cadeira pra perto do meu pai, sem reclamar. Tive que juntar coragem pra esticar a mão e pegar aquele pedaço enorme; quando segurei entre meus dedos, não ousei mexê-los. O tempo passava e eu não fazia nada. Tava petrificada sentindo a pulsação daquele pau duro entre meus dedos.
—Ei, isso é trapaça! —Erik reclamou—. Deixa eu começar de novo, o tempo que passou não conta.
Olhei pra ele com uma raiva assassina, queria estrangular aquele filho da puta, mesmo sabendo que não foi ele quem escolheu meu desafio. Mas era impossível ficar puto com a Mayra. Todo mundo concordou em reiniciar o cronômetro, principalmente a minha mãe, que era a responsável por dar a palavra final na mesa.
Dessa vez fui obrigada a mexer a mão, senão nunca me deixariam soltar a pica do meu pai. Por mais estranha que a situação parecesse, passei a mão de cima pra baixo no tronco inteiro, apertando um pouco a cabeça dele; tentei manter um bom ritmo mesmo morrendo de vergonha. Ficava me perguntando se ele tava curtindo aquelas apalpadelas ou se só achava que era parte de uma brincadeira "inocente". Nunca tinha batido uma pra um homem com uma pica tão grande, e meu corpo começava a lembrar das sensações que aquele estranho da balada tinha me causado. Minha buceta ficou ainda mais molhada do que já tava, quase como se estivesse desejando ter uma pica daquele tamanho lá dentro. Sem perceber, minha mão começou a se mover mais rápido, quase igual da vez que bati uma pro meu namorado, só que dessa vez tinha muito mais onde pegar. Assim que ouvi o apito salvador do cronômetro, soltei ela. Notei minha palma meio viscosa. Não podia acreditar, tinha líquido pré-ejaculatório do meu próprio pai na mão toda. Disfarçadamente limpei na perna, e o jogo continuou.
Nessa nova rodada, fiquei ainda mais nervosa. Não podia me dar ao luxo de perder de novo, os desafios estavam ficando perigosamente sexuais, e não queria me ver na mesma situação outra vez. Precisava prestar atenção nas cartas que recebia e buscar a melhor combinação possível. Quando vi aparecer dois "Valetes", fiquei um pouco mais tranquila, talvez não me fizessem ganhar a partida, mas era difícil ser a pior mão da mesa.
De novo a menorzinha ganhou, e minha mãe ficou em último lugar. No começo, pensei que a Mayra tinha sido um pouco dura comigo, mas o que ela disse depois me mostrou que tinha sido bem boazinha:
—Chupa pra papai —ele disse pra minha mãe, e meus olhos ficaram arregalados feito pires.
O que passa pela cabeça dessa mina? É um mistério que nunca consegui desvendar.
—Mas isso eu já fiz muitas vezes — afirmou Viki.
Essa resposta também me deixou gelada. Sim, admito que talvez imaginei que minha mãe pudesse chupar a pica do meu pai; mas essas são coisas que, assim que entram na minha cabeça, eu descarto, como se fosse um pesadelo. Confirmar isso, pela boca da minha própria mãe, fazia aquele pesadelo se tornar realidade.
—Mas a gente nunca viu ele. —O argumento da Mayra era muito bom, tinha que admitir isso pra ela.
—É inteligente a gatinha, —disse meu tio, esfregando as mãos—. Finalmente um pouco de ação.
Se tudo o que aconteceu antes meu tio não considerava "ação", então não sei como ele classificaria isso.
Queria acreditar que a Viki ia recusar, falando algo tipo: “Tudo bem o jogo ser meio safado, mas não precisa chegar a atos tão sexualmente explícitos”. Mas sabia que tava me enganando ao pensar isso.
Assim que vi minha mãe se ajoelhando no chão, precisei dar um longo gole de vinho tinto; estava puro e quente, mas não me importei. Sem muita enrolação, ela pegou o pau do meu pai e enfiou quase inteiro na boca, como com certeza já tinha feito mais de uma vez. Nunca imaginei minha mãe como uma head master talentosa, mas os lábios grossos dela se moviam com uma habilidade danada. Ela subia e descia a cabeça num ritmo cada vez mais acelerado. Claramente o álcool tinha soltado um pouco as inibições dela, fazendo com que agisse como se estivessem sozinhos no quarto. Ela chegou a engolir o pau inteiro do meu pai, e eu observava tudo com atenção, tentando aprender com os movimentos dela. Não sou nenhuma santinha, mas nunca tinha feito sexo oral em ninguém porque me dava um certo nojo; mas naquele momento pareceu algo tão natural e até gostoso, especialmente vendo a cara do meu pai. As sobrancelhas pretas dele se arquearam e os olhos se fecharam com força, enquanto ele acariciava o cabelo da esposa; aquela imagem me deu um tesão doido. Era assim que eles sempre eram na intimidade? Quantas vezes minha mãe tinha ficado naquela mesma posição, chupando o pau dele, praticamente como se fosse uma atriz pornô? Era possível que a Viki estivesse exagerando pra nos impressionar; mas duvidava que fosse o caso.
Os cinco minutos acabaram de repente, até pareceu pouco tempo. Nós aplaudimos minha mãe pelo boquete foda que ela deu, a pica do meu pai tava mais dura e grossa do que nunca, e dela escorria saliva.
Meu tio Alberto começou a distribuir as cartas. Não veio nada de bom pra mim.
Tenho que admitir que, mesmo com o jogo ficando cada vez mais picante, já não me incomodava tanto como antes. Me dava um certo tesão e curiosidade, e eu sentia um calor intenso na minha buceta nua. Horas antes eu não teria acreditado, mas já podia dizer que não tinha problema nenhum em ficar pelada na frente da minha família, ainda mais sabendo que eles estavam na mesma situação. Até comecei a ver como algo natural, éramos família, convivíamos juntos, qual o problema se a gente se visse pelado de vez em quando? Tava começando a achar que isso ia fortalecer nossa relação com mais confiança. Como já tava me acostumando, nem tentava mais fechar as pernas ou cobrir os peitos com os braços. Afinal, é uma buceta, e todo mundo ali (especialmente as mulheres) já viu uma mais de uma vez. Não me incomodava que soubessem como era minha buceta, da qual eu tinha orgulho, porque gostava muito dela.




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