Acordei na manhã seguinte e Júlia e mamãe não estavam no quarto. Minhas mãos ainda estavam amarradas na cabeceira da cama e eu não conseguia me mover muito. Pela janela, pude ver que o sol brilhava, então já devia estar bem entrado o meio-dia. Estava com vontade de fazer xixi e tive que segurar um pouco até que as duas mulheres entrassem no quarto. Mamãe vestia uma calça jeans e uma blusa leve. Júlia tinha optado por um vestido curto de verão.
— Nossa princesinha já acordou — disse Júlia.
— Bom dia, minha putinha. — Mamãe me cumprimentou aproximando o rosto do meu, abrindo minha boca com os dedos e cuspindo uma saliva grossa dentro dela. Ela me desamarrou e me levou ao banheiro. Sem nenhuma privacidade, fiz minhas necessidades, lavei meu rosto e escovei os dentes na frente das duas mulheres. Mamãe se aproximou de mim.
— Hoje você ficará com a Júlia, duas jovens da sua idade precisam de certa intimidade. — Ela piscou para Júlia. — Ela e eu estivemos conversando, e a verdade é que ela é um amor.
— Obrigada, Maria.
— É verdade, querida. Você é perfeita. — Mamãe olhou para mim novamente e acrescentou: — Acho que está na hora da minha putinha ter uma namorada…
Pensei naquilo por alguns segundos. Júlia… minha namorada. Obviamente, não fazia muito sentido.
— Como você é um garotinho de mamãe, você namorará a garota que eu escolher, e a Júlia, digamos que… pediu você.
— Não é isso que você queria, putinha? — Júlia se aproximou de mim e me deu um beijo longo. Antes de estar com mamãe, eu teria matado por um relacionamento convencional com a Júlia, agora não sabia como encaixar tudo aquilo. Além disso, nenhuma das duas mulheres me deu nenhuma opção para opinar.
— Esta tarde tenho que voltar para a cidade, mas virei visitá-los, e você e sua mamãe também podem me visitar. Enquanto isso, decidimos que você ficará aqui, recebendo seu treinamento para que sua mamãe o transforme no namorado perfeito.
Saber que ficaria com mamãe foi um alívio total. (…) Mamãe saiu com Mohamed e Juan, os dois homens que ela havia trazido na noite anterior para que transassem com a Júlia e também com ela. Ela se despediu de mim com um beijo e um aviso. -Seja bonzinho com a Júlia e faça tudo o que ela mandar, como se fosse eu. Volto à tarde e se a Júlia tiver alguma reclamação, você vai ver o que é bom. – Ela terminou a ameaça apertando com força minhas bolas. Assim que saíram, Júlia me levou para o quarto da mamãe e começou a fuçar nas gavetas da minha roupa íntima. Me vestiu com uma calcinha rosa de renda. -Você está lindíssimo. – Amarrou minhas mãos atrás das costas e me colocou de joelhos na frente dela. A visão do corpo dela, ainda vestido, e o jeito como ela estava me tratando logo me deram uma ereção. Ela começou a brincar com o pé dela e meu pau, que estava preso na calcinha que eu vestia. – Ontem você disse que era a putinha da mamãe, acho que agora que somos “namorados”, você sabe que também é meu. Você é minha putinha virgem? – Eu não era, não ainda, eu era da minha mãe. -Sou a putinha da mamãe. – Disse olhando nos olhos dela, desafiador. Ela me olhou com uma expressão divertida. Me deu dois tapas. Naquele momento eu estava muito excitado, embora soubesse que o dia seria longo e cheio de humilhações. Eu me sentia firme na minha decisão de não dar a Júlia as palavras que ela queria, mas realmente não sabia quanto tempo eu aguentaria. -Antes que o dia acabe, você vai gritar. – Ela abriu minha boca com os dedos e cuspiu várias vezes. Eu engoli. Enquanto isso, ela continuava passando o dorso do pé descalço no meu pau. Me puxando pelo cabelo, ela me jogou na cama. Subiu também e colocou a cabeça entre minhas pernas. Começou a lamber o tecido da calcinha de cima a baixo e procurou com a boca minha cabecinha. Através do tecido pude sentir o calor da boca dela. Minha calcinha ficou molhada de sua saliva. -Você realmente não quer ser minha putinha? – Disse com voz sensual. -Não- Naquele momento eu estava muito excitado, mas ainda mantinha um pouco de frieza na cabeça. Ela continuou brincando daquela maneira, chupando meu pau por em cima da calcinha. Quando ela achou melhor, se levantou e, puxando um pouco a saia do vestido, sentou-se de cavalinho sobre mim. Pude vislumbrar um fio dental branco. Nossa roupa íntima estava em contato e eu conseguia sentir, através das duas peças, o calor da buceta dela no meu pau. Ela começou a se mexer, imitando o movimento do sexo. Eu gemei enquanto ela continuava se esfregando. - Está pensando melhor? - Eu balancei a cabeça enquanto ela aproximava seus lábios dos meus e começava a me beijar suavemente. Nossas bocas se fundiram. - É uma pena. - Ela se afastou alguns centímetros enquanto sussurrava. - Podemos nos divertir tanto se você aceitar de uma vez. - Ela aumentou o ritmo do movimento e eu suspirei forte, me concentrando para não gozar antes da hora. - Quer gozar, putinha? Tão cedo. - Ela continuou se movendo com mais intensidade. - Você não tem permissão. - Apesar disso, ela se movia cada vez mais rápido e forte. - Por... favor - Suspirei enquanto reunia minhas últimas forças e tentava evitar o inevitável. - A putinha não consegue segurar? - Efetivamente não consegui e gozei, abundantemente, na calcinha. - Se não me engano, o que acontece se a putinha goza sem permissão? ... - Júlia esperou minha resposta e, vendo que eu hesitava por alguns instantes, apertou meu mamilo com força. - Uma punição. - Respondi dolorido. Júlia se afastou de mim e tirou minha calcinha manchada de sêmen. - Olha como você deixou a roupa íntima. Você é um garotinho muito nojento. - Enfiou a calcinha manchada na minha boca. - Hora de ir para o quarto de castigo. - Ela me arrastou, puxando meu cabelo, até o pequeno cômodo onde eu recebia as punições. Me deixou de joelhos no chão enquanto abria o armário onde mamãe guardava os utensílios para me punir. - Vamos ver o que temos aqui. - Pegou o velho cinto de couro e a palmatória e os colocou na cama. Olhou para as chinelas com as quais mamãe me batia e sorriu. - Acho que sua mamãe é muito mole com sua putinha, mas não se preocupe que agora estou aqui para te dar o que você merece. – Ela puxou meu cabelo para me levantar e me colocou em pé, contra a parede com as pernas bem abertas. Pegou a pá. Eu esperava um golpe nas minhas nádegas, mas uma dor repentina nos testículos me dobrou e me fez voltar ao chão de joelhos. Ela tinha colocado a pá debaixo das minhas pernas e me acertou os ovos com ela. Não tinha sido um golpe excessivamente forte, mas a sensibilidade da área me fez ver estrelas. – Pobre putinha… Fui muito má? – Ela se ajoelhou ao meu lado e começou a acariciar meus testículos doloridos. Tirou da minha boca a calcinha suja do meu próprio sêmen. – Se admitir agora que também é minha putinha virgem, vamos parar o castigo. – Pensei por alguns instantes, mas novamente um orgulho estúpido e também certa curiosidade sobre como o castigo continuaria me fizeram responder. – Sou a putinha virgem da mamãe. – Ela sorriu novamente. Colocou a calcinha de volta na minha boca. – Adoro desafios. – Disse simplesmente enquanto se levantava e pegava o cinto. Eu continuava de joelhos no chão, ainda dolorido na minha região genital. Júlia apenas moveu um pouco meu corpo para que minhas nádegas ficassem expostas. O primeiro golpe de cinto foi forte, duro, mas não tão doloroso quanto o golpe com a pá nos meus ovos. Um segundo chicotada atingiu minha bunda nua. – Vai chorar? Vamos, quero ver a putinha chorando. – Disse enquanto me dava um terceiro golpe, desta vez mais forte, contra minhas nádegas, que começaram a arder e ficar vermelhas. Ela continuou batendo várias vezes até ver minha expressão. Eu mordia a calcinha com força, tentando evitar, inutilmente, que várias lágrimas escorressem pelas minhas bochechas. – Fiz o garotinho da mamãe chorar? Pobrezinho. – Seu tom era terrivelmente zombeteiro. Ela sentou na beirada da cama e me colocou na frente dela. Tirou a calcinha da minha boca novamente. – Diga o que eu quero e isso vai acabar. Diga que é minha putinha. – Não… – Apesar das minhas lágrimas, da dor e da humilhação, eu continuava teimando. Se ela quisesse ser minha dona também, teria que merecer. Ela começou a brincar com o pé e minhas bolas. Ainda tinha alguma dor residual, mas o carinho da garota também começou a me excitar. Enquanto isso, ela me deu uns tapas fortes algumas vezes. Abriu minha boca com os dedos e cuspiu dentro várias vezes enquanto me insultava.
—Você é uma puta promíscua, uma pobrezinha virgem que aguenta qualquer coisa só pra ser tocadinha um pouquinho.
Continuou me batendo sem piedade. Quando se afastou um pouco, pôde ver que meu pau estava duro de novo.
—Olha só que safada você é, como já está com tesão de novo.
Júlia cruzou meu rosto com as costas da mão de novo. Minhas bochechas estavam vermelhas e ardendo por causa das pancadas.
—Depois a gente continua. Agora é hora de comer.
Já era bem entrado o meio-dia e sim, era hora do almoço. Eu estava com fome e ao mesmo tempo um pouco nervoso pra saber o que Júlia me daria pra comer e, ainda mais importante, como. (…) Júlia me arrastou pra cozinha e me amarrou a uma das cadeiras, sem parar de me tocar e acariciar pra me manter duro. Em seguida, colocou uma pizza congelada no forno. Enquanto cozinhava, sentou de cavalinho em cima de mim. Pegou meu pau duro e sentou em cima dele. Meu pau ficou colado na bunda dela pela pressão, que junto com o contato do tecido da calcinha me fez suspirar de prazer. Ela me envolveu com os braços e plantou um beijo molhado nos meus lábios. Assim como tinha feito antes, começou a se mover pra cima e pra baixo, esfregando meu pau com as nádegas.
—Você gosta, putinha?
—Sim… — respondi, curtindo aquela masturbação original.
—Não vai gozar de novo tão cedo, né?
Ainda conseguia aguentar um tempo aquele movimento sensual. Ela não esperou uma resposta e continuou esfregando a bunda no meu pau enquanto me beijava. Ficamos um tempo assim, nos beijando enquanto Júlia continuava se movendo em cima de mim e acariciando meu corpo todo. Pouco antes do apito do forno nos avisar que a comida Ela estava pronta, se levantou e tirou o vestido que estava usando. - Não quero me sujar, a Maria me contou como você gosta que te alimentem. - Pude admirar novamente aquele corpo delgado e macio, coberto apenas por uma calcinha branca e um sutiã simples da mesma cor. Quando ela se virou para tirar a pizza do forno, observei como sua bunda dura e apertada se movia no ritmo de seus passos. Ela colocou a pizza na mesa da cozinha e, enquanto esperava esfriar um pouco para cortar, me perguntou: - Está com sede? - Eu acenei que sim. Ela pegou a garrafa de água e deu um longo gole. Aproximou-se de mim e dessa vez sorveu um pouco, segurando a água na boca sem engolir. Colocou sua boca sobre a minha e eu a abri. Ela derramou a água diretamente na minha boca. Repetiu a operação mais algumas vezes, até que minha sede foi saciada. Cortou a pizza em pedaços triangulares e deixou o prato ao alcance da mão enquanto se sentava novamente em cima de mim, da mesma maneira que antes. Meu pau ficou novamente preso entre suas duas nádegas. Ela pegou uma das fatias de pizza e deu uma mordida. - Mmmhh… que delícia. A putinha está com fome? - Eu acenei que sim. Ela deixou cair um bocado de saliva bem ao lado de onde já havia mordido e aproximou a fatia de mim. Arranquei com os dentes uma boa mordida, levando toda a saliva da Júlia comigo. - Está gostoso? - Perguntou com tom de provocação. Ela comeu de novo, cuspiu em um pedaço e aproximou a fatia mais uma vez para que eu mordesse. Continuamos comendo assim até terminarmos a primeira fatia. Júlia pegou uma segunda. - Acho que sei como a putinha vai gostar mais da comida. - Começou a mastigar um generoso pedaço de pizza. Com os dedos, abriu minha boca e deixou cair a comida mastigada. Engoli, extremamente excitado. - A pizza está boa? - Perguntou com ar de deboche. Antes que eu pudesse responder, Júlia começou a mastigar outro pedaço e dessa vez cuspiu toda a comida mastigada no meu rosto. - Desculpe... sou desastrada. - Disse com um sorriso perverso. Começou a recolher com os dedos os pedacinhos mastigados de comida ensalivada e colocá-los na minha boca. Enquanto continuava a mastigar mais pizza, dessa vez ela cuspiu no meu pau duro. Foi recolhendo, espalhando pelo meu corpo e colocando a comida na minha boca. Quando terminamos de comer tudo, eu estava sujo de queijo, gordura e tomate. Pedaços de comida ensalivada estavam por todo o chão.
— Olha como você ficou e como deixou o chão.
Ela que tinha sujado tudo, mas isso era parte da humilhação que me deixava tão louco. Me soltou da cadeira e me jogou no chão de joelhos.
— Limpa.
Disse apontando para a sujeira. Eu ainda tinha as mãos amarradas atrás das costas e só podia fazer de um jeito. Com nojo, aproximei minha boca do chão e comecei a lamber.
— Que promíscuo você é.
Aguentei o nojo pensando que, desde que eu cuidava da limpeza da casa, o chão da cozinha estava impecável. Fiquei um bom tempo lambendo os restos de comida dos azulejos, mas era uma tarefa impossível. Júlia me ordenou parar e desamarrou minhas mãos.
— Termina de limpar tudo.
Agora sim, com minhas mãos livres, um pano e o rodo, deixei o chão brilhando.
— Quando você for minha putinha, vejo que não precisarei fazer nada em casa. Agora é sua vez.
Meu corpo ainda estava cheio de restos de comida e gordura. Júlia agarrou meu pau duro e, assim, me levou ao banheiro do quarto da mãe.
— Lava-se bem, puta.
Me disse Júlia e me deixou sozinho no banheiro. Uma vez limpo, entrei no quarto. Júlia ainda estava vestida com o conjunto sexy de lingerie branca. Me deitou na cama e amarrou minhas mãos na cabeceira.
— Vou te perguntar de novo: você também é minha putinha?
Insistiu Júlia mais uma vez. Dessa vez fui menos firme na minha resposta, embora ainda fosse negativa. Ela reagiu rindo.
— Você vai ver que daqui a pouco estará suplicando.
Agarrou minhas bolas com força e eu me remexi na cama. Com a outra mão, começou a se tocar por baixo da calcinha enquanto continuava brincando com meus ovos sendo beliscados e apertados. Ela agarrou meu pau e começou a movê-lo para cima e para baixo com suavidade. Pude ver o tecido do seu fio dental começar a ficar úmido. Quando sua respiração já estava bem ofegante, ela sentou na minha cara, afastando um pouco o fio dental. - Vamos, putinha, come minha bucetinha. – Comecei a saborear o sexo da Júlia com gosto. Ela agarrou meu cabelo e minha cabeça com as duas mãos e começou a me empurrar contra sua boceta e a esfregá-la na minha boca, nariz e rosto todo. – Isso… putinha… continua… – Ela ficou louca daquele jeito, cavalgando minha cara como uma possessa. Não demorou para chegar ao orgasmo, mas em vez de se levantar, continuou se esfregando na minha boca. Eu tentava encontrar seu clitóris com minha língua, penetrar aquela doce caverna, mas com seu movimento frenético eu mal conseguia alcançar meus objetivos, e quando conseguia, era só por um instante. Ela não parecia se importar e continuava se mexendo, me sufocando com todo seu peso, com violência, enquanto ofegava e gemida. Eu mal conseguia respirar e me afogava em sua boceta, engasgando com seus fluidos e minha própria saliva. Ela estava me usando como se o relevo do meu rosto e minha língua fossem um objeto projetado para seu prazer. Aquele pensamento me excitou ainda mais. Finalmente, com minha boca dolorida, pude saborear um segundo orgasmo. Júlia ainda ficou alguns instantes sentada na minha cara enquanto sua respiração voltava ao normal. Ela deslizou pelo meu corpo, prendendo meu pau entre suas pernas, e deitou em cima de mim, com seu rosto a centímetros do meu. Me beijou com paixão, sem se importar que minha boca estivesse encharcada de sua gozada. Ela apertou ainda mais as pernas, comprimindo meu pau contra suas coxas quentes. - Que delícia, minha putinha. Gostou da minha bucetinha? – Não esperou minha resposta e começou a beijar meu pescoço, peito e barriga até finalmente chegar ao meu pau. Ela o percorreu com a ponta da língua de baixo para cima. Ao chegar na cabeça, colocou na boca e lentamente o engoliu por completo. Ela subiu, desceu, me aprisionando com os lábios e brincando com a língua. Fazia tudo bem devagar e, quando se afastou e começou a percorrer o mesmo caminho de antes, beijando meu corpo para voltar aos meus lábios, eu só conseguia pensar em uma coisa: gozar. Ela sabia perfeitamente. — Quer gozar, putinha? Imagino que já saiba que só vou deixar você gozar quando admitir que é tão meu quanto da sua mãe. Que aceite que tenho todo o poder sobre você. — Ela colocou a mão inteira na minha boca. — Mas não pense que já terminei com você. — Molha bem meus dedinhos. — Eu os umedeci bem. Ela tirou a mão e a colocou entre minhas pernas, na entrada do meu cu. Me penetrou com força usando dois dedos e eu suspirei. Ela começou a movê-los, entrando e saindo rapidamente de dentro de mim. A outra mão dela envolveu meu pau. — Por favor… — foi tudo que consegui dizer. — Nem pense em gozar. — Ela me ameaçou. Ela se levantou e de uma gaveta tirou o cinto com cinta. Sua figura esbelta contrastava com a ameaçadora rola de plástico que sobressaía entre suas pernas. Ela tirou o sutiã e pude admirar aqueles seios precisos e bem formados. Ela se lambeu como uma gata quando se posicionou entre minhas pernas, levantou um pouco minha bunda e me perfurou com uma golpe forte e seco. Ela recuou um pouco sem tirar totalmente o consolo e novamente o enfiou até o fundo. Continuou me fodendo daquela maneira enquanto meu pau se balançava no ar a cada golpe. Seus seios também sacudiam violentamente a cada investida. Uma de suas mãos agarrou meu pênis e começou a apertar até que a dor me fez suplicar. — Por favor… Por favor… — Você é minha putinha? — Ela me perguntou pela enésima vez naquele dia. Ao dizer isso e sem parar de apertar meu pau, ela começou a me masturbar. Naquele momento, entendi que Júlia havia conseguido algo parecido com o que minha mãe conseguia, me levar a um ponto de excitação onde nada importava, só queria ser tratado como a putinha que eu era. E foi assim, empalado por trás e com meu pau dolorido, mas ainda me dando… prazer, me entreguei à Júlia da mesma forma que havia me entregado à mamãe.
- Sim… sou sua putinha… me fode… me humilha… faz o que quiser comigo…
Júlia me interrompeu com um beijo. Sua língua percorreu toda a minha boca e, quando acabou, me olhou com um sorriso nos lábios.
- Prometi esta manhã que você gritaria que é minha raposa, e eu sempre cumpro minhas promessas. Agora, minha putinha vai gozar para mim?
Disse enquanto me masturbava com força e continuava me penetrando. Suas investidas deixaram de ser duras e secas para se tornarem rápidas, me fodendo num ritmo frenético. Não aguentei muito, e sua mão rapidamente se encheu do meu esperma grosso, que também respingou pelo meu ventre.
Júlia finalmente tirou o cinto de meu cu. Lambeu os dedos manchados de porra e, com a mão livre, começou a brincar com os fios que haviam caído na minha barriga. Aproximou aquela mão da minha boca, e eu também lambi. Ela se aproximou de mim e começou a me beijar. Foi recolhendo toda a minha gozada, passando para sua boca ou para a minha, e então iniciando um beijo sensual. Quando não restou mais nada, me olhou de um jeito que eu havia desejado mil vezes.
- Sabe, agora somos namorados.
Piscou o olho com malícia. Me desamarrou e nos lavamos. Júlia se vestiu e, naquele momento, chegou Mamãe, sozinha.
- Vejo que vocês se divertiram. Como a putinha se comportou?
Perguntou à Júlia.
- Perfeitamente.
Respondeu a garota.
Minha nova namorada se despediu pouco depois, não sem antes prometer que nos veríamos em breve.
Continua…
— Nossa princesinha já acordou — disse Júlia.
— Bom dia, minha putinha. — Mamãe me cumprimentou aproximando o rosto do meu, abrindo minha boca com os dedos e cuspindo uma saliva grossa dentro dela. Ela me desamarrou e me levou ao banheiro. Sem nenhuma privacidade, fiz minhas necessidades, lavei meu rosto e escovei os dentes na frente das duas mulheres. Mamãe se aproximou de mim.
— Hoje você ficará com a Júlia, duas jovens da sua idade precisam de certa intimidade. — Ela piscou para Júlia. — Ela e eu estivemos conversando, e a verdade é que ela é um amor.
— Obrigada, Maria.
— É verdade, querida. Você é perfeita. — Mamãe olhou para mim novamente e acrescentou: — Acho que está na hora da minha putinha ter uma namorada…
Pensei naquilo por alguns segundos. Júlia… minha namorada. Obviamente, não fazia muito sentido.
— Como você é um garotinho de mamãe, você namorará a garota que eu escolher, e a Júlia, digamos que… pediu você.
— Não é isso que você queria, putinha? — Júlia se aproximou de mim e me deu um beijo longo. Antes de estar com mamãe, eu teria matado por um relacionamento convencional com a Júlia, agora não sabia como encaixar tudo aquilo. Além disso, nenhuma das duas mulheres me deu nenhuma opção para opinar.
— Esta tarde tenho que voltar para a cidade, mas virei visitá-los, e você e sua mamãe também podem me visitar. Enquanto isso, decidimos que você ficará aqui, recebendo seu treinamento para que sua mamãe o transforme no namorado perfeito.
Saber que ficaria com mamãe foi um alívio total. (…) Mamãe saiu com Mohamed e Juan, os dois homens que ela havia trazido na noite anterior para que transassem com a Júlia e também com ela. Ela se despediu de mim com um beijo e um aviso. -Seja bonzinho com a Júlia e faça tudo o que ela mandar, como se fosse eu. Volto à tarde e se a Júlia tiver alguma reclamação, você vai ver o que é bom. – Ela terminou a ameaça apertando com força minhas bolas. Assim que saíram, Júlia me levou para o quarto da mamãe e começou a fuçar nas gavetas da minha roupa íntima. Me vestiu com uma calcinha rosa de renda. -Você está lindíssimo. – Amarrou minhas mãos atrás das costas e me colocou de joelhos na frente dela. A visão do corpo dela, ainda vestido, e o jeito como ela estava me tratando logo me deram uma ereção. Ela começou a brincar com o pé dela e meu pau, que estava preso na calcinha que eu vestia. – Ontem você disse que era a putinha da mamãe, acho que agora que somos “namorados”, você sabe que também é meu. Você é minha putinha virgem? – Eu não era, não ainda, eu era da minha mãe. -Sou a putinha da mamãe. – Disse olhando nos olhos dela, desafiador. Ela me olhou com uma expressão divertida. Me deu dois tapas. Naquele momento eu estava muito excitado, embora soubesse que o dia seria longo e cheio de humilhações. Eu me sentia firme na minha decisão de não dar a Júlia as palavras que ela queria, mas realmente não sabia quanto tempo eu aguentaria. -Antes que o dia acabe, você vai gritar. – Ela abriu minha boca com os dedos e cuspiu várias vezes. Eu engoli. Enquanto isso, ela continuava passando o dorso do pé descalço no meu pau. Me puxando pelo cabelo, ela me jogou na cama. Subiu também e colocou a cabeça entre minhas pernas. Começou a lamber o tecido da calcinha de cima a baixo e procurou com a boca minha cabecinha. Através do tecido pude sentir o calor da boca dela. Minha calcinha ficou molhada de sua saliva. -Você realmente não quer ser minha putinha? – Disse com voz sensual. -Não- Naquele momento eu estava muito excitado, mas ainda mantinha um pouco de frieza na cabeça. Ela continuou brincando daquela maneira, chupando meu pau por em cima da calcinha. Quando ela achou melhor, se levantou e, puxando um pouco a saia do vestido, sentou-se de cavalinho sobre mim. Pude vislumbrar um fio dental branco. Nossa roupa íntima estava em contato e eu conseguia sentir, através das duas peças, o calor da buceta dela no meu pau. Ela começou a se mexer, imitando o movimento do sexo. Eu gemei enquanto ela continuava se esfregando. - Está pensando melhor? - Eu balancei a cabeça enquanto ela aproximava seus lábios dos meus e começava a me beijar suavemente. Nossas bocas se fundiram. - É uma pena. - Ela se afastou alguns centímetros enquanto sussurrava. - Podemos nos divertir tanto se você aceitar de uma vez. - Ela aumentou o ritmo do movimento e eu suspirei forte, me concentrando para não gozar antes da hora. - Quer gozar, putinha? Tão cedo. - Ela continuou se movendo com mais intensidade. - Você não tem permissão. - Apesar disso, ela se movia cada vez mais rápido e forte. - Por... favor - Suspirei enquanto reunia minhas últimas forças e tentava evitar o inevitável. - A putinha não consegue segurar? - Efetivamente não consegui e gozei, abundantemente, na calcinha. - Se não me engano, o que acontece se a putinha goza sem permissão? ... - Júlia esperou minha resposta e, vendo que eu hesitava por alguns instantes, apertou meu mamilo com força. - Uma punição. - Respondi dolorido. Júlia se afastou de mim e tirou minha calcinha manchada de sêmen. - Olha como você deixou a roupa íntima. Você é um garotinho muito nojento. - Enfiou a calcinha manchada na minha boca. - Hora de ir para o quarto de castigo. - Ela me arrastou, puxando meu cabelo, até o pequeno cômodo onde eu recebia as punições. Me deixou de joelhos no chão enquanto abria o armário onde mamãe guardava os utensílios para me punir. - Vamos ver o que temos aqui. - Pegou o velho cinto de couro e a palmatória e os colocou na cama. Olhou para as chinelas com as quais mamãe me batia e sorriu. - Acho que sua mamãe é muito mole com sua putinha, mas não se preocupe que agora estou aqui para te dar o que você merece. – Ela puxou meu cabelo para me levantar e me colocou em pé, contra a parede com as pernas bem abertas. Pegou a pá. Eu esperava um golpe nas minhas nádegas, mas uma dor repentina nos testículos me dobrou e me fez voltar ao chão de joelhos. Ela tinha colocado a pá debaixo das minhas pernas e me acertou os ovos com ela. Não tinha sido um golpe excessivamente forte, mas a sensibilidade da área me fez ver estrelas. – Pobre putinha… Fui muito má? – Ela se ajoelhou ao meu lado e começou a acariciar meus testículos doloridos. Tirou da minha boca a calcinha suja do meu próprio sêmen. – Se admitir agora que também é minha putinha virgem, vamos parar o castigo. – Pensei por alguns instantes, mas novamente um orgulho estúpido e também certa curiosidade sobre como o castigo continuaria me fizeram responder. – Sou a putinha virgem da mamãe. – Ela sorriu novamente. Colocou a calcinha de volta na minha boca. – Adoro desafios. – Disse simplesmente enquanto se levantava e pegava o cinto. Eu continuava de joelhos no chão, ainda dolorido na minha região genital. Júlia apenas moveu um pouco meu corpo para que minhas nádegas ficassem expostas. O primeiro golpe de cinto foi forte, duro, mas não tão doloroso quanto o golpe com a pá nos meus ovos. Um segundo chicotada atingiu minha bunda nua. – Vai chorar? Vamos, quero ver a putinha chorando. – Disse enquanto me dava um terceiro golpe, desta vez mais forte, contra minhas nádegas, que começaram a arder e ficar vermelhas. Ela continuou batendo várias vezes até ver minha expressão. Eu mordia a calcinha com força, tentando evitar, inutilmente, que várias lágrimas escorressem pelas minhas bochechas. – Fiz o garotinho da mamãe chorar? Pobrezinho. – Seu tom era terrivelmente zombeteiro. Ela sentou na beirada da cama e me colocou na frente dela. Tirou a calcinha da minha boca novamente. – Diga o que eu quero e isso vai acabar. Diga que é minha putinha. – Não… – Apesar das minhas lágrimas, da dor e da humilhação, eu continuava teimando. Se ela quisesse ser minha dona também, teria que merecer. Ela começou a brincar com o pé e minhas bolas. Ainda tinha alguma dor residual, mas o carinho da garota também começou a me excitar. Enquanto isso, ela me deu uns tapas fortes algumas vezes. Abriu minha boca com os dedos e cuspiu dentro várias vezes enquanto me insultava.
—Você é uma puta promíscua, uma pobrezinha virgem que aguenta qualquer coisa só pra ser tocadinha um pouquinho.
Continuou me batendo sem piedade. Quando se afastou um pouco, pôde ver que meu pau estava duro de novo.
—Olha só que safada você é, como já está com tesão de novo.
Júlia cruzou meu rosto com as costas da mão de novo. Minhas bochechas estavam vermelhas e ardendo por causa das pancadas.
—Depois a gente continua. Agora é hora de comer.
Já era bem entrado o meio-dia e sim, era hora do almoço. Eu estava com fome e ao mesmo tempo um pouco nervoso pra saber o que Júlia me daria pra comer e, ainda mais importante, como. (…) Júlia me arrastou pra cozinha e me amarrou a uma das cadeiras, sem parar de me tocar e acariciar pra me manter duro. Em seguida, colocou uma pizza congelada no forno. Enquanto cozinhava, sentou de cavalinho em cima de mim. Pegou meu pau duro e sentou em cima dele. Meu pau ficou colado na bunda dela pela pressão, que junto com o contato do tecido da calcinha me fez suspirar de prazer. Ela me envolveu com os braços e plantou um beijo molhado nos meus lábios. Assim como tinha feito antes, começou a se mover pra cima e pra baixo, esfregando meu pau com as nádegas.
—Você gosta, putinha?
—Sim… — respondi, curtindo aquela masturbação original.
—Não vai gozar de novo tão cedo, né?
Ainda conseguia aguentar um tempo aquele movimento sensual. Ela não esperou uma resposta e continuou esfregando a bunda no meu pau enquanto me beijava. Ficamos um tempo assim, nos beijando enquanto Júlia continuava se movendo em cima de mim e acariciando meu corpo todo. Pouco antes do apito do forno nos avisar que a comida Ela estava pronta, se levantou e tirou o vestido que estava usando. - Não quero me sujar, a Maria me contou como você gosta que te alimentem. - Pude admirar novamente aquele corpo delgado e macio, coberto apenas por uma calcinha branca e um sutiã simples da mesma cor. Quando ela se virou para tirar a pizza do forno, observei como sua bunda dura e apertada se movia no ritmo de seus passos. Ela colocou a pizza na mesa da cozinha e, enquanto esperava esfriar um pouco para cortar, me perguntou: - Está com sede? - Eu acenei que sim. Ela pegou a garrafa de água e deu um longo gole. Aproximou-se de mim e dessa vez sorveu um pouco, segurando a água na boca sem engolir. Colocou sua boca sobre a minha e eu a abri. Ela derramou a água diretamente na minha boca. Repetiu a operação mais algumas vezes, até que minha sede foi saciada. Cortou a pizza em pedaços triangulares e deixou o prato ao alcance da mão enquanto se sentava novamente em cima de mim, da mesma maneira que antes. Meu pau ficou novamente preso entre suas duas nádegas. Ela pegou uma das fatias de pizza e deu uma mordida. - Mmmhh… que delícia. A putinha está com fome? - Eu acenei que sim. Ela deixou cair um bocado de saliva bem ao lado de onde já havia mordido e aproximou a fatia de mim. Arranquei com os dentes uma boa mordida, levando toda a saliva da Júlia comigo. - Está gostoso? - Perguntou com tom de provocação. Ela comeu de novo, cuspiu em um pedaço e aproximou a fatia mais uma vez para que eu mordesse. Continuamos comendo assim até terminarmos a primeira fatia. Júlia pegou uma segunda. - Acho que sei como a putinha vai gostar mais da comida. - Começou a mastigar um generoso pedaço de pizza. Com os dedos, abriu minha boca e deixou cair a comida mastigada. Engoli, extremamente excitado. - A pizza está boa? - Perguntou com ar de deboche. Antes que eu pudesse responder, Júlia começou a mastigar outro pedaço e dessa vez cuspiu toda a comida mastigada no meu rosto. - Desculpe... sou desastrada. - Disse com um sorriso perverso. Começou a recolher com os dedos os pedacinhos mastigados de comida ensalivada e colocá-los na minha boca. Enquanto continuava a mastigar mais pizza, dessa vez ela cuspiu no meu pau duro. Foi recolhendo, espalhando pelo meu corpo e colocando a comida na minha boca. Quando terminamos de comer tudo, eu estava sujo de queijo, gordura e tomate. Pedaços de comida ensalivada estavam por todo o chão.
— Olha como você ficou e como deixou o chão.
Ela que tinha sujado tudo, mas isso era parte da humilhação que me deixava tão louco. Me soltou da cadeira e me jogou no chão de joelhos.
— Limpa.
Disse apontando para a sujeira. Eu ainda tinha as mãos amarradas atrás das costas e só podia fazer de um jeito. Com nojo, aproximei minha boca do chão e comecei a lamber.
— Que promíscuo você é.
Aguentei o nojo pensando que, desde que eu cuidava da limpeza da casa, o chão da cozinha estava impecável. Fiquei um bom tempo lambendo os restos de comida dos azulejos, mas era uma tarefa impossível. Júlia me ordenou parar e desamarrou minhas mãos.
— Termina de limpar tudo.
Agora sim, com minhas mãos livres, um pano e o rodo, deixei o chão brilhando.
— Quando você for minha putinha, vejo que não precisarei fazer nada em casa. Agora é sua vez.
Meu corpo ainda estava cheio de restos de comida e gordura. Júlia agarrou meu pau duro e, assim, me levou ao banheiro do quarto da mãe.
— Lava-se bem, puta.
Me disse Júlia e me deixou sozinho no banheiro. Uma vez limpo, entrei no quarto. Júlia ainda estava vestida com o conjunto sexy de lingerie branca. Me deitou na cama e amarrou minhas mãos na cabeceira.
— Vou te perguntar de novo: você também é minha putinha?
Insistiu Júlia mais uma vez. Dessa vez fui menos firme na minha resposta, embora ainda fosse negativa. Ela reagiu rindo.
— Você vai ver que daqui a pouco estará suplicando.
Agarrou minhas bolas com força e eu me remexi na cama. Com a outra mão, começou a se tocar por baixo da calcinha enquanto continuava brincando com meus ovos sendo beliscados e apertados. Ela agarrou meu pau e começou a movê-lo para cima e para baixo com suavidade. Pude ver o tecido do seu fio dental começar a ficar úmido. Quando sua respiração já estava bem ofegante, ela sentou na minha cara, afastando um pouco o fio dental. - Vamos, putinha, come minha bucetinha. – Comecei a saborear o sexo da Júlia com gosto. Ela agarrou meu cabelo e minha cabeça com as duas mãos e começou a me empurrar contra sua boceta e a esfregá-la na minha boca, nariz e rosto todo. – Isso… putinha… continua… – Ela ficou louca daquele jeito, cavalgando minha cara como uma possessa. Não demorou para chegar ao orgasmo, mas em vez de se levantar, continuou se esfregando na minha boca. Eu tentava encontrar seu clitóris com minha língua, penetrar aquela doce caverna, mas com seu movimento frenético eu mal conseguia alcançar meus objetivos, e quando conseguia, era só por um instante. Ela não parecia se importar e continuava se mexendo, me sufocando com todo seu peso, com violência, enquanto ofegava e gemida. Eu mal conseguia respirar e me afogava em sua boceta, engasgando com seus fluidos e minha própria saliva. Ela estava me usando como se o relevo do meu rosto e minha língua fossem um objeto projetado para seu prazer. Aquele pensamento me excitou ainda mais. Finalmente, com minha boca dolorida, pude saborear um segundo orgasmo. Júlia ainda ficou alguns instantes sentada na minha cara enquanto sua respiração voltava ao normal. Ela deslizou pelo meu corpo, prendendo meu pau entre suas pernas, e deitou em cima de mim, com seu rosto a centímetros do meu. Me beijou com paixão, sem se importar que minha boca estivesse encharcada de sua gozada. Ela apertou ainda mais as pernas, comprimindo meu pau contra suas coxas quentes. - Que delícia, minha putinha. Gostou da minha bucetinha? – Não esperou minha resposta e começou a beijar meu pescoço, peito e barriga até finalmente chegar ao meu pau. Ela o percorreu com a ponta da língua de baixo para cima. Ao chegar na cabeça, colocou na boca e lentamente o engoliu por completo. Ela subiu, desceu, me aprisionando com os lábios e brincando com a língua. Fazia tudo bem devagar e, quando se afastou e começou a percorrer o mesmo caminho de antes, beijando meu corpo para voltar aos meus lábios, eu só conseguia pensar em uma coisa: gozar. Ela sabia perfeitamente. — Quer gozar, putinha? Imagino que já saiba que só vou deixar você gozar quando admitir que é tão meu quanto da sua mãe. Que aceite que tenho todo o poder sobre você. — Ela colocou a mão inteira na minha boca. — Mas não pense que já terminei com você. — Molha bem meus dedinhos. — Eu os umedeci bem. Ela tirou a mão e a colocou entre minhas pernas, na entrada do meu cu. Me penetrou com força usando dois dedos e eu suspirei. Ela começou a movê-los, entrando e saindo rapidamente de dentro de mim. A outra mão dela envolveu meu pau. — Por favor… — foi tudo que consegui dizer. — Nem pense em gozar. — Ela me ameaçou. Ela se levantou e de uma gaveta tirou o cinto com cinta. Sua figura esbelta contrastava com a ameaçadora rola de plástico que sobressaía entre suas pernas. Ela tirou o sutiã e pude admirar aqueles seios precisos e bem formados. Ela se lambeu como uma gata quando se posicionou entre minhas pernas, levantou um pouco minha bunda e me perfurou com uma golpe forte e seco. Ela recuou um pouco sem tirar totalmente o consolo e novamente o enfiou até o fundo. Continuou me fodendo daquela maneira enquanto meu pau se balançava no ar a cada golpe. Seus seios também sacudiam violentamente a cada investida. Uma de suas mãos agarrou meu pênis e começou a apertar até que a dor me fez suplicar. — Por favor… Por favor… — Você é minha putinha? — Ela me perguntou pela enésima vez naquele dia. Ao dizer isso e sem parar de apertar meu pau, ela começou a me masturbar. Naquele momento, entendi que Júlia havia conseguido algo parecido com o que minha mãe conseguia, me levar a um ponto de excitação onde nada importava, só queria ser tratado como a putinha que eu era. E foi assim, empalado por trás e com meu pau dolorido, mas ainda me dando… prazer, me entreguei à Júlia da mesma forma que havia me entregado à mamãe.
- Sim… sou sua putinha… me fode… me humilha… faz o que quiser comigo…
Júlia me interrompeu com um beijo. Sua língua percorreu toda a minha boca e, quando acabou, me olhou com um sorriso nos lábios.
- Prometi esta manhã que você gritaria que é minha raposa, e eu sempre cumpro minhas promessas. Agora, minha putinha vai gozar para mim?
Disse enquanto me masturbava com força e continuava me penetrando. Suas investidas deixaram de ser duras e secas para se tornarem rápidas, me fodendo num ritmo frenético. Não aguentei muito, e sua mão rapidamente se encheu do meu esperma grosso, que também respingou pelo meu ventre.
Júlia finalmente tirou o cinto de meu cu. Lambeu os dedos manchados de porra e, com a mão livre, começou a brincar com os fios que haviam caído na minha barriga. Aproximou aquela mão da minha boca, e eu também lambi. Ela se aproximou de mim e começou a me beijar. Foi recolhendo toda a minha gozada, passando para sua boca ou para a minha, e então iniciando um beijo sensual. Quando não restou mais nada, me olhou de um jeito que eu havia desejado mil vezes.
- Sabe, agora somos namorados.
Piscou o olho com malícia. Me desamarrou e nos lavamos. Júlia se vestiu e, naquele momento, chegou Mamãe, sozinha.
- Vejo que vocês se divertiram. Como a putinha se comportou?
Perguntou à Júlia.
- Perfeitamente.
Respondeu a garota.
Minha nova namorada se despediu pouco depois, não sem antes prometer que nos veríamos em breve.
Continua…
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