Empalada pelo Kuntakinte


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raposa

sexo interracial
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porra na caraPollao negro MILF de peitaoEmpalada pelo Kuntakinteraposasexo interracial

porra na cara

Pollao negro MILF de peitao

Não falta, como boa tradição morbosa da nossa vida a dois no que diz respeito ao sexo, o nosso tórrido encontro preferencialmente com muitos homens negros que costumam estar por ali se virando na beira da praia. E este ano, tanto eu quanto meu marido Ricky tivemos certeza desde o primeiro dia que o conhecemos: Moses, que é como se chama esse imponente macho alfa, entrou pelos nossos olhos à primeira vista. Pensei que ia ser muito mais difícil convencê-lo das nossas intenções safadas, mas tivemos uma surpresa muito agradável no dia em que ele finalmente caiu no feitiço dos meus encantos. Não por ser bajuladora comigo mesma, mas um bom macho que se preze dificilmente rejeita as curvas que, apesar da minha idade já passando dos quarenta, ainda mantenho graças à minha natureza e a uma vida mais ou menos saudável, sem me matar de fazer exercício. Meu cabelo médio loiro com mechas, pele morena acentuada por muitas horas de praia e meus melões tamanho GG — uso sutiã de 110 de busto —, junto com minhas coxas firmes que coroam uma bunda empinada e arrebitada herdada da minha mãe, facilitam muito as coisas. E desde que descobrimos, há alguns anos, esse mundo fascinante do cuckold, ainda não encontramos ninguém que recusasse nossa proposta sensual de convidá-lo para a nossa cama, sempre com o Ricky como anfitrião impecável, às vezes participando, às vezes só se divertindo com o olhar.

Com o Moses, como comentei, foi muito simples. Ele trabalha na portaria do prédio onde alugamos, é o faz-tudo: está varrendo o hall, trocando uma lâmpada ou recolhendo os sacos de lixo, mas sempre com um sorriso no rosto, uma personalidade muito aberta, prestativo e pronto para ajudar no que for preciso. Eu, sempre que podia, soltava algum comentário safado, tipo que ele devia levar as mulheres da rua à loucura com o físico espetacular dele — uma beleza de ébano, com quase um metro e oitenta de altura, uns lábios carnudos... e dentes branquinhos impecáveis, com uns peitorais bem definidos e um volume no short dele que era um escândalo público, marcando até na frente do meu marido, que meio na brincadeira, meio sério, ficava instigando ele a "passar um tempo" comigo. Moses sempre, todo sem graça, tentava se livrar da situação como podia, enquanto minhas esfregadas naquela braguilha descomunal eram quase diárias. Eu aproveitava qualquer momento pra me abaixar bem devagar por trás, pra ele apreciar meu rabão, ou pela frente, pra ele ver meus decotes de tirar o fôlego quando eu chegava ou ia pra praia. Era inevitável pegar ele com um olhar lascivo, fosse da minha parte ou do meu marido, que se fazia de desentendido com minhas poses sensuais que eu oferecia pro negão do Moses. Não tinha noite que, durante as fodas com meu marido ali, eu não colocasse no papel do sexo ser subjugada por aquele macho africano, e Ricky, bem obediente, sabia que tinha que marcar uma foda com ele pra mim até que o dia chegou.

Moses geralmente termina o turno dele umas nove da noite. Um pouco antes, a gente subiu da praia, e o Ricky foi orquestrando um plano a tarde toda pra fazer ele cair naquela hora, deixando o fogo da minha buceta ligado o dia inteiro, porque meu marido foi me detalhando qual seria o plano, e só de imaginar já fazia minhas vontades de pau preto molharem a parte de baixo do meu biquíni turquesa. Então, a gente subiu pelo elevador quando ele não estava na portaria, e meu marido me disse que quando eu ouvisse as chaves na porta, eu me despisse e entrasse no banheiro. Na sequência, com a desculpa de um pequeno vazamento de água no cano comunitário na altura do nosso andar, pelo banheiro, ele foi verificar pra evitar que o problema piorasse e pudesse resolver antes. Moses, rápido, largou o que tava fazendo e subiu pro nosso apartamento, não sem antes perguntar ao Ricky por mim, pra saber se eu estava em casa e não me incomodar. respondeu que eu tinha descido pra comprar um xampu que dava pra passar de boa e o plano seguia em frente; quando chegaram, o Ricky fez a tentativa falha, de propósito, de não acertar a chave na porta pra ter mais tempo pra ocupar meu lugar e começar o que seria pra mim uma das fodas mais selvagens que já pude aproveitar............

RICKY (R): "Moses, vai pro banheiro, fica no fim do corredor à direita."
MOSES (M): "Ok Ricky, eu conhecer apartamento já, entrei aqui mês passado............. ¡¡¡¡¡ OH MY GOD SENHORA FRIDAAAAAA SORRY ... DESCULPA ¡¡¡¡¡ "
FRIDA (F): "Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, não se preocupa amor, ¡¡¡ não vai não, tudo tem explicação ¡¡¡¡¡¡"

Moses, abalado ao abrir a porta do banheiro e me encontrar pelada lá, saiu correndo achando que era uma situação vergonhosa. Quando passou pra sala principal, Ricky, meu marido, estava trancando a porta da rua, encostado nela, e com a calma que é dele, colocou as duas mãos nos ombros dele e disparou olhando nos olhos dele.........

(R): "Moses, amigo, não é verdade essa história de vazamento no cano. É simplesmente que tanto eu quanto minha esposa temos uma relação sexual aberta, no sentido de que dou permissão pra ela foder com quem quiser, sempre com o aval dos dois. E, na real, minha mulher Frida te deixa louca, não tem coisa que ela queira mais nesses dias que estamos aqui do que provar o que a gente imagina que é um puta pau preto que você deve ter guardado nessa calça. E a gente sabe, pelo jeito que você olha pra ela, que deve ser um bom garanhão na cama. Te faço uma pergunta: você já se viu numa situação igual??."

(M): "Seu Ricky, eu não ser primeira mulher branca que eu foder nesse prédio em mais de quatro anos que tô aqui. Muitos brancos querer foder suas mulheres e eu satisfazer. Frida eu satisfazer e arrebentar o cu dela. Isso sim, eu ser viado não, você não ousar me tocar ou juro que te mato. Frida só minha pra foder, você olhar se quiser ou esperar na porta. ."
Depois de ouvir aquilo naquele espanhol meio cortado, igual o Tarzan falava, quem ficou surpreso fomos nós, por dois motivos: o jeito dele com a vizinhança, tão prestativo e educado, não combinava com aquele perfil de comedor safado; a segunda coisa é a franqueza, e eu diria até a mudança na expressão, algo mais sério e desafiador na resposta contundente que ele deu ao meu marido, ditava um perfil muito mais autoritário e dominante, que com certeza aumentou minha vontade de ter aquela linguiça preta na minha boca. Sem mais delongas, me aproximei por trás do Moses e o abracei, beijando um dos bíceps dele enquanto espremia meu par de melões nas costas dele e acariciava o peitoral musculoso por cima da camisa polo branca, enquanto ele não tirava os olhos desafiadores do meu marido, que ficou parado, caído na porta de entrada do apartamento, esperando a reação que o Moses teria. Ele mal deixou passar alguns segundos antes de eu descer uma das mãos, que seguravam firme o peito dele, para a braguilha. Minha reação: estupefata. O bicho dele parecia ter vida própria, eu sentia a glande pulsando, e conforme minhas carícias na braguilha iam se ajeitando, o pauzão dele lutava contra a pressão da cueca e do pouco espaço que aquele shortinho justo bege oferecia, sempre com o olhar fixo nos olhos do meu marido, como se estivesse poupando a vida dele.............
(M): "VADIAS BRANCAS SEMPRE IMPLORAM POR PIROCA PRETA!!!!! Uma vez experimentando, já basta pra ter sede de piroca preta pra sempre, eu te falei mês passado quando entrei aqui, outra puta igual você, Frida.........."
Sinceramente, poucos caras foram tão ousados comigo usando essa linguagem grossa, e o fato de me tratarem como um objeto sexual, como uma boneca pra satisfazer os instintos mais baixos e depravados deles, acelera minha vontade de me submeter a eles e prestar homenagem àquele majestoso falo preto que num piscar de olhos cresceu, vencendo a batalha contra a cueca e o apertado da calça como eu disse antes; Moses, enquanto me xingava, segurava meu queixo e, aos poucos, foi procurando minha boca pra anestesiar tanta agressividade inicial plantando um beijo sensual com seus lábios carnudos juntando-os aos meus com gosto de salitre, porque como comentei, a gente tinha acabado de subir da praia, sem nem eu ter tomado banho, várias vezes, acariciando meu cabelo duro e seco por causa do sal do mar enquanto aquele burburinho inicial ia ganhando velocidade à medida que nossas línguas aos poucos tomavam o lugar dos lábios até que a de Moses, poderosa, sulcava e atravessava minha boca fuçando meus interiores aumentando aquela sensação de frenesi dos momentos antes do ato sexual em si com a cumplicidade de suas mãos calejadas, enormes e trabalhadas que, alvoroçadas, abarcavam a imensidão da minha bunda tentando pegar o máximo de carne dela que, como já falei também, a genética me deu bem generosa, igual meus peitos, me apertando contra ele e sentindo a pica dele se fincar em mim como uma faca embainhada. Meu coração tava a mil, de vez em quando eu abria os olhos enquanto ele beijava com ardor meu pescoço e cruzava meu olhar cúmplice com meu marido que ainda continuava na porta e se tocando também por cima da calça, dando boa mostra de que o clima tava pegando fogo e que o plano infalível dele mais uma vez não falhou.
Eu, desesperada e igual qualquer criança no dia de Natal, me ajoelhei pra desabotoar a calça dele e finalmente descobrir meu presente que durante tantos dias eu ansiei e que finalmente ia aproveitar, e de que jeito, enquanto Moses aproveitou pra tirar a parte de cima confirmando o que eu já imaginava, porque os abdominais e o peito dele eram de propaganda, mas quando eu baixei a calça e a cueca dele, aí foi o fim da picada...........
(F): "¡¡¡¡¡¡ Santa mãe de Deus ¡¡¡¡¡¡¡¡, Ricky, você viu esse negão de pica ?????? mas que ovos enormes ...... e a cabecinha ????? parece um capacete militar nazista...... hahahahahahahaha meu Deus que pau tão enorme e tão bonito."
Enquanto eu dizia isso pro meu marido segurando aquele falo preto quilométrico pelo tronco, ele, de olhos arregalados igual eu, me jogou da cozinha americana que temos ligada à sala principal do apartamento o canudo de um rolo gasto de papel toalha que estava ali; primeiro, pelo grossor, tentei enfiar na cabecinha dele, foi missão impossível, a grossura da glande impedia, depois encostei o canudo na base do pau dele onde eu estava segurando pra comparar o comprimento...... a cabecinha dele passava do canudo. Moses, com um sorriso safado e a mão na minha nuca, aproximou a monstra do pau dele da minha boca me convidando a saborear, eu, com as duas mãos grudadas no tronco do pau dele, comecei a lamber e beijar com doçura, ainda dava pra mais uma mão igual a minha segurar de boa e eu ia alternando esses beijos, lambidas e carícias com porradas de pau que eu mesma batia na minha cara enquanto com o olhar ia fazendo meu marido participar daquele momento tão quente, ele acenava com a cabeça dando o aval pro que via. Moses quis dar uma apimentada a mais no momento e, pegando dessa vez com as duas mãos na minha nuca, se preparou pra violentar minha boca selvagemente.........
(H): "Vai, chupa, chupa pau preto!!!!!! Isso que você quer ehhhh ????? como todas as putas brancas..... abre mais a boca, abre mais, slut, outras vadias abrem mais a boca que você..... vamos, não se diga!!!!!!!!!!!"
(M): "GLUUUPPPP, GLUUUUPPP, GLUUUUPP, GLUUUUPPPPP..... Negro filho da puta, você me engasga!!!!! GLUUUPPPPP, GLUUUPPPP GLUPPPPPP....."
(H): "Cala a boca e continua chupando..... não era isso que você queria ??????."
Minhas mãos nas coxas torneadas e definidas dele, meus engasgos eram constantes e meus olhos só alcançavam como aquele pedaço enorme de carne morena cor de ébano ia se dobrando quando a cabecinha dele batia no fundo da minha garganta quando a física já aplicava a lógica de não conseguir atravessar até a nuca. Agüentei estoicamente aquela violação na minha boca até ele me deixar fazer um pouco, eu de joelhos e dessa vez recolhendo dos colhões dele os fios da minha saliva que pendiam, fruto das selvagens ânsias que ele me provocou depositando aquele excesso de saliva desde a base do tronco do pau dele até a ponta, sabendo que toda lubrificação que eu oferecesse ao membro viril dele ia a meu favor quando fosse empalada pela minha buceta. Passado um bom tempo, ele se abaixou e me pegou no colo de um jeito muito sexy, passando meu braço pelo pescoço dele e aproveitando de novo pra nos beijarmos como dois adolescentes novatos. Não me levou muito longe, aproveitou a proximidade e a altura ideal da bancada que liga a cozinha americana à sala pra me abrir bem as pernas e receber o merecido cunnilingus que eu tinha conquistado. Minha buceta implorava pra ser devorada e o moreno mostrou ser um comedor de bocetas experiente, mexia a língua como um deus do sexo, era um expert em saber como dar prazer a uma mulher com a língua, vasculhava entre meus lábios vaginais meu clitóris e, cuidadosamente e com maestria, aos poucos não foi difícil me levar a um orgasmo gostoso enquanto amassava um dos meus peitos enquanto eu mesma me auto-satisfazia mordendo e chupando meu outro peito, deixando meu mamilo duro como uma bolacha maria...............
(F): "Não pode ser, não pode ser Ricky, esse preto vai me fazer gozar já e mal passou uns minutos me comendo...... não aguento mais não aguento mais ...... alucinanteeeee EU VOU GOZAR, EU VOU GOZAAAAAR AAAAAAAHHHHHHGGGGGG, AAAAAAHHHHHHHHHGGGGGGGGGGG !!!!!!!!!!!"
(R): "Goza, vai minha putinha, goza gostoso na boca desse preto vai assim boa puta .."
Mas algo aconteceu que não agradou muito o Moses..... meu marido naquele momento estava com o shorts na altura dos joelhos e se masturbando, algo que não caiu nada bem pra Moses que na hora Ele percebeu, se levantou do chão logo depois que eu gozei, e com o pauzão balançando de um lado pro outro, foi feito um gorila furioso em direção ao Ricky...........

(M): "Você tocar seu mini pau olhando minha bunda ???????? EEEHHHH ????? você não olhar minha bunda enquanto eu como sua mulher..... seu viado, eu não quero viado aqui, veste sunga e cai fora, você espera na porta e escuta como um macho preto come sua mulher e dá explicação pro vizinho se ele ouvir os gritos dela enquanto eu como, pra ver o que você explica."

(R): "Você não se enganou, não sou viado, só gosto de ver minha esposa com outro homem e me tocar, é só isso."

Eu tava tão excitada e com tanta vontade de ser penetrada por aquele macho que por momentos eu era totalmente dele, ele me deixou tão puta que nem um animal no cio, eu queria defender o que era meu e de mais ninguém, pouco me importou que ele expulsasse meu marido do apartamento pra que ele pudesse me dominar com o pau dele e do jeito dele, sem ninguém nem nada pra atrapalhar, só ele e eu. Então me levantei e assumi que, totalmente dominada pela atitude dominante do meu macho alfa, apontei a porta da rua pro meu marido num papel de humilhação que nunca antes tínhamos experimentado, mas ele baixou a cabeça e foi embora, aceitou perfeitamente. Quando ele fechou a porta, de novo Moses me pegou nos braços e me levou pro quarto, nós dois caímos na cama e pela posição que caímos surgiu um inesperado 69, eu em cima, ele embaixo, dando de novo o melhor de si com a língua, mas dessa vez ele se empolgou com minha bunda, lubrificou meu cu cuspindo, enfiou a ponta da língua nele, alternando claro com lambidas que cobriam as dobras da minha buceta de ponta a ponta, me fazendo soltar os suspiros mais profundos e safados que eram interrompidos por ter minha boca ocupada pelo enorme cogumelo dele enquanto eu batia uma rapidamente pro pau dele com as duas mãos. Moses dava tapas firmes nas minhas nádegas, segundo Ricky, que tava na porta, porque ele não saiu de lá. De vez em quando eu ouvia os gemidos e as palmadas que Moses me dava, de repente alguma coisa cutucava meu cu, ele usou direto um par dos dedos grossos e calejados dele pra ir preparando o terreno, depois de gozar meu corpo já tava relaxado o suficiente pra aceitar de boa. A resistência física dele era fora do normal, não sabia quanto tempo já tava rolando a foda e ele nem tinha me penetrado ainda e já me fez gozar... era um espetáculo ser dominada por aquele Deus de ébano chamado Moses, mas meu momento finalmente chegou; ele me fez levantar e virar de frente, montada em cima, mas bem devagar, ainda bem que eu tava por cima e podia controlar a intensidade da penetração, eu sentia centímetro por centímetro minha buceta alargando e dilatando como há anos eu não sentia, e o melhor é que olhava pra baixo e ainda via um pedaço enorme de carne preta esperando pra invadir minha buceta, e posso jurar que já sentia a cabeça dele até no útero, me fazendo delirar. Quando já tava bem acomodada no pauzão dele, comecei a rebolgar a cintura enquanto ele se levantou e, com minhas mãos na nuca dele, se jogou pra chupar meus mamilos, amassando e juntando meus peitos pra mamar neles alternadamente como um bebê, enquanto eu aumentava o ritmo da minha cavalgada de pau preto.......
Empalada pelo Kuntakinte
(F): "Você vai descobrir agora o que é foder com uma branquinha, Moses, vou empalar até suas bolas e depois me conta se alguma branca te comeu igual, amorzinho..... OOOOOOOHHHHGGGG que pauzão mais gostoso, meu Deus, que delíciaaaaaaaaa."

(M): "Seus peitos têm gosto de sal, mas muito yummy, bem bons, sua Frida é muito gostosa e bem puta na cama... continuar fodendo PLAAAASSHHH PLAAAASSHHHH!!!!"

O preto batia na minha bunda sem piedade e a cavalgada no pau dele já tava em velocidade de cruzeiro, minha buceta se adaptou como uma luva nas investidas dele e o mete e sai já era profundo o suficiente pra quase sentir as bolas dele batendo na minha bunda, mas num desses mete e sai eu escapei e deslizei entre as pernas dele de tão rápido que me mexia, nós dois rimos, mas fui gozar com meus peitos na altura do falo dele...... a tentação de fazer um espanhol aproveitando o tamanho dos meus melões era atraente e aproveitei a deixa pra ficar de quatro na cama entre as pernas dele, salivei meus peitos pra lubrificar e lá enfiei a salsichão preto dele entre eles, amassando com força e sentindo o cheiro dos meus fluidos vaginais que o pau dele trazia, embriagando meus peitões enquanto sentia o vigor daquela estaca preta dura como aço se apertando entre meus peitos......

(M): "OOOOHHHH OOOOOHHHHH sim, muito bem, putinha, siiiiiim, OOOOOOHHHHH muito bom, isso não muito feito pra mim, mas sentir seus peitos muito tasty."

Eu curtia igual uma porca os encantos do Moses... mas ele aos poucos tava me mostrando que com poucas mulheres ele tinha gozado e experimentado como comigo. Habilmente ele se soltou da minha posição e, pela minha postura de quatro, admirava como minha bunda se mexia no ritmo da punheta espanhola que eu dava com meus peitos e era tentador demais pra não enfiar o pau por trás, então num piscar de olhos, ele se virou na cama e se preparou pra me comer de quatro, antes, senti o peso do rabo preto monstruoso dele cair na minha buceta. Pesou em cima das minhas nádegas várias vezes, ouvindo como aquele pedaço descomunal de carne preta quicava, que de novo ia invadir minha buceta. Me pediu pra juntar minhas coxas e, com a buceta mais apertada, uma mão no caule dele pra direcionar melhor e a outra nas minhas costas, senti de novo meus lábios vaginais esticando ao máximo enquanto meus gemidos aumentavam, parte por dor, parte por prazer. Dessa vez, não sendo tão condescendente e quase sem perceber, ele me meteu uma pica sem esperar, até quase o fundo da minha buceta, o que inicialmente me fez ver estrelas. Com extrema violência, ele continuava suas estocadas duras entre meus soluços desconsolados e os gemidos daquele gorila preto que só aumentavam... Tudo isso contado também pelo meu marido, que chegou a cruzar com algum vizinho do andar enquanto se ouvia perfeitamente a batalha de sexo que Moses e eu estávamos tendo. A velocidade era brutal, e eu estava tão entregue e dominada por aquele macho preto que não queria que ele gozasse sem antes me dar no cu. Então fui eu que implorei pra ele, como ele mesmo disse no começo, arrebentar comigo; meus desejos eram ordens pra ele.

Parou a foda de repente, tirou a pica de dentro de mim e começou a lubrificar meu cu com um gratificante beijo negro. Eu acompanhava com movimentos de cintura, e ele batia com gosto mais uma vez na minha bunda até que foi introduzindo um dedo. Quando se acomodou, colocou um segundo dedo da outra mão, mas como se fosse uma pinça, com os dois dedos enterrados no meu esfíncter, tentando abrir meu cu pra dilatar o máximo possível. Sinceramente, aquela sensação dos dedos caleudos atravessando meu cu já me deixava a ponto de ter um novo orgasmo, mas de repente ele tirou os dedos e senti uma pressão enorme no meu ânus — era a cabeça descomunal dele tentando abrir caminho...

(M): "Seu cu apertado, não dá pra arrombar esse cu faz tempo, sua puta? ÉÉÉÉHHHH? Responde, não consegue falar ou o quê?"

Realmente era apavorante a dor, a pressão dele estava... enchendo meu esfínter ao limite e até não ouvi um "ploff" de como a glande dele entrou, não senti um certo alívio mesmo estando muito relaxada e lubrificada.
(F): "Claro que foderam meu cu, meu marido não faz nem cinco dias... mas um pauzão como o seu não lembro em anos que tenha partido, então vai com calma, love, mostra como um preto macho parte uma buceta boa como a minha."
O alívio quando entrou a cabecinha dele era evidente e eu notava como o Moses de cima cuspia no próprio pau na área que ainda não tinha entrado... passaram uns minutos até ele começar com estocadas bem suaves que aos poucos foram se tornando dos momentos mais prazerosos que eu já tinha tido. O ritmo que ele impunha sutilmente foi ficando mais bravo, mas não chegou a ser tão violento quanto fazia na minha buceta, mas o suficiente pra me fazer dobrar de prazer e de dor igualmente e me derrubar na cama, perdendo a posição de quatro e sentindo todo o peso do corpo dele em cima de mim, dominando meu cu por um tempo até que, sem tirar a pica, conseguimos ficar de lado com uma das minhas coxas levantadas e ele abrindo minha nádega pra facilitar a estocada...........
(F): "AAAAYYYYY AAAYYYYYYY OOOOOOHHHGGGG OOOOOHHHHG meu cu OOOOOOOHHHHH meu cu, você tá arrebentando ele, preto filho da puta, que gostoso, não para, vai mais fundo, acho que vou gozar de novo, continua SIIIIIIIIIIIIII EU GOOOOOOOUUUUUU  ¡¡¡¡¡¡¡ "
Esse segundo orgasmo eu achei que ia mijar de tanto prazer, no auge do meu orgasmo, o filho da puta tirou a pica do meu cu completamente enquanto eu gozava e enfiou de novo até o fundo no pico da nossa foda...... Enquanto isso ele continuou sem parar e quando me encontrou um pouco mais lúcida e com um domínio absoluto da foda como bom macho alfa, me pediu de novo uma punheta cubana pra ele gozar..... ele tinha merecido também....
(M): "Frida, sua punheta de peitos, eu dar muita porra neles e na cara, como uma boa puta, nunca antes mulher Loira tão puta e promíscua quanto você."
Isso foi um elogio da parte dele. Pra isso, ele sentou na beira da cama e eu, de cócoras de novo, amassei com meus bicos o pauzão preto dele. Nessa posição, toda vez que eu subia, a cabecinha dele entrava na minha boca. Não durou muito, a gozada dele já tava chegando, dava pra ver pelos espasmos e gemidos...
(M): "MMMMMMMMMM PUTAAAAAAA MMMMMMMMMMMM AAAAAHHHHHHHH LEITEEEEE PUTAAAAAAA TER MEU cum QUENTEEEEEEEE YAAAAAAAAAAAAAAAAA MMMMMMMMMMMMMMMM AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH."
Os três primeiros jatos de cum foram grossos. O primeiro foi na minha boca e, pela violência que saiu, foi direto pra minha garganta. Os outros dois acertaram minha bochecha direita... O resto deixou meus peitos banhados no néctar daquele macho preto. Enquanto ele se largava de prazer na cama, eu pegava nos meus dois peitões e lambia eles, fruto do vigor do meu macho e pra ele ficar satisfeito comigo. Depois, fomos tomar banho juntos e, após uns momentos bem intensos, ele saiu pela porta de novo, desafiando meu marido, dizendo que tinha deixado a mulher dele bem satisfeita... chamando ele de viado de novo... manias do meu macho alfa, do meu grande KuntaKinte.
raposa


1 comentários - Empalada pelo Kuntakinte

muy bueno, que no daría yo por empotrar a tu mujer...