Há alguns meses tive que trabalhar de casa porque teve paralisação e na cidade não tava nada fácil de se locomover, então na empresa mandaram a gente pra casa com computador e tudo. Meu trampo é na área de comunicação, então é super tranquilo trabalhar de qualquer lugar. A única condição que a gente tem é preencher uma planilha no Excel com as nossas tarefas, então a sorte já tava lançada.
Num desses dias, acho que foi quinta-feira, tava com muita vontade de pegar, literalmente o primeiro par de peitos que aparecesse na minha frente. Numa rede social, trombei justo com a "Angie", uma ex-colega de escola que tava online. Mandei mensagem zuando mesmo, falando nada com nada, aquela conversa besta de sempre: o que cê tem feito, se falou com os colegas da escola e tal. Mas do nada, já tínhamos combinado de nos ver.
Já faz uns dois anos que a gente ficou, mas foi só umas cervejas e acho que uns beijos meia-boca que não valeram a pena, então dessa vez não tava com grandes expectativas, mas pelo menos umas cervejas e quem sabe uma punheta interessante podia rolar.
Chegou o dia e, como moramos bem perto, era só sair e nos encontrar a pé. Como eu disse, não esperava grande coisa, mas também não diria que tava perdendo algo, porque ela é uma mina de rosto mediano e corpo mais ou menos, sei lá. Uns 1,65 de altura, cabelo loiro, olhos claros, lábios finos, os peitos sempre cobertos desde o colégio, uma bunda mais ou menos interessante e meio gordinha kkk. Mas a surpresa foi que ela mudou o visual: não era mais loira, e sim morena, tinha emagrecido e o jeito de se vestir tava diferente. Tava muito gostosa mesmo. Então não perdi tempo: a gente se cumprimentou, fomos pegar umas cervejas, chegamos em casa e começamos a conversar e beber.
Na segunda lata de cerveja ela já me disse que tava se sentindo meio tonta, que não costumava beber, supostamente, então já era aquele o ponto pra fazer alguma coisa rolar ou não ia rolar nada. Como a gente tava sentado meio um de frente pro outro, num momento ela levantou e aí aproveitei pra abraçar ela por trás, virei ela e dei um beijo.
Achava que era eu quem tava fazendo a proposta, mas ela simplesmente começou a me beijar sem controle, já não tinha mais volta. Depois de uns minutos, desci pelo pescoço dela e ela só começou a se mexer mais ou menos forte, então mordi bem na clavícula, entre o ombro e o pescoço, um lugar que as mulheres adoram, e não me enganei: ela soltou o primeiro gemido, entre dor e prazer. Comecei a agarrar a bunda dela, linda, não tão redondinha, mas grande. Continuei beijando ela na boca, encostei ela na parede e comecei a tocar a barriga dela, e depois a massagear os peitos. Enfiei a mão por dentro da roupa pra pegar na bunda dela, desci mais a mão e já tava com a buceta molhada e deliciosa.
Ali em pé, comecei a tirar a blusa dela, o sutiã, e admirei um par de peitos não muito grandes, mas com uns biquinhos rosados e durinhos no limite. Chupei eles, dei uma mordidinha, ela só gemia e segurava minha cabeça. Coloquei ela na minha frente e guiei até o quarto. Ela se deitou na cama e eu por cima, continuei chupando os peitos dela enquanto enfiava meu dedo na buceta dela.
Quando vi que já tinha aproveitado o suficiente, chegou minha vez. Tirei a calça dela, também me despi e meti meu pau sem camisinha. Perguntei se ela queria que eu colocasse, e ela só suspirou: "não". Ela estava bem apertada, mas tão lubrificada que era uma delícia estar lá dentro. Ela gemia cada vez mais, mas tentava não fazer muito barulho. Virei ela de quatro, e ela mesma arqueou as costas pra deixar a bunda bem empinada, enfiando a cabeça entre os travesseiros. Na primeira enfiada, ela já estava gemendo pra caralho, mas os travesseiros abafavam um pouco o som. Eu só continuei tentando fazer ela gemer cada vez mais alto. Adoro quando elas gritam e aproveitam, haha.
Me coloquei de conchinha e continuei metendo sem parar. Ela já não era mais aquela colega de escola normal, agora tinha um corpo de violão. Passei a mão nela, peguei nos peitos dela, apertei os biquinhos e depois coloquei as pernas dela nos meus ombros. Fiquei assim por um tempo até que só deitei por cima e comecei a bombar pra gozar. Apertava a bunda dela com as mãos enquanto puxava ela pra perto a cada estocada, pra minha pica inteira entrar nela, até que enchi ela de leite por completo. Ficamos assim por um tempo, dormimos uns quarenta minutos comigo dentro, e depois ela só pediu o chuveiro pra tirar todo o suor daquela hora e meia de sexo meio selvagem.
Enquanto isso, fui trabalhar um pouco e depois de um tempo ela já quis ir embora. Acompanhei ela até em casa, feito um cavalheiro, e a gente não se viu mais. Não porque ela não queira, mas porque ela quer algo mais constante e talvez sério, e esse não é meu plano com ela, então é melhor a gente continuar sendo amigos.
Espero que você tenha curtido esse relato de uma das minhas experiências, os nomes foram trocados, deixa pontos e até a próxima.
Num desses dias, acho que foi quinta-feira, tava com muita vontade de pegar, literalmente o primeiro par de peitos que aparecesse na minha frente. Numa rede social, trombei justo com a "Angie", uma ex-colega de escola que tava online. Mandei mensagem zuando mesmo, falando nada com nada, aquela conversa besta de sempre: o que cê tem feito, se falou com os colegas da escola e tal. Mas do nada, já tínhamos combinado de nos ver.
Já faz uns dois anos que a gente ficou, mas foi só umas cervejas e acho que uns beijos meia-boca que não valeram a pena, então dessa vez não tava com grandes expectativas, mas pelo menos umas cervejas e quem sabe uma punheta interessante podia rolar.
Chegou o dia e, como moramos bem perto, era só sair e nos encontrar a pé. Como eu disse, não esperava grande coisa, mas também não diria que tava perdendo algo, porque ela é uma mina de rosto mediano e corpo mais ou menos, sei lá. Uns 1,65 de altura, cabelo loiro, olhos claros, lábios finos, os peitos sempre cobertos desde o colégio, uma bunda mais ou menos interessante e meio gordinha kkk. Mas a surpresa foi que ela mudou o visual: não era mais loira, e sim morena, tinha emagrecido e o jeito de se vestir tava diferente. Tava muito gostosa mesmo. Então não perdi tempo: a gente se cumprimentou, fomos pegar umas cervejas, chegamos em casa e começamos a conversar e beber.
Na segunda lata de cerveja ela já me disse que tava se sentindo meio tonta, que não costumava beber, supostamente, então já era aquele o ponto pra fazer alguma coisa rolar ou não ia rolar nada. Como a gente tava sentado meio um de frente pro outro, num momento ela levantou e aí aproveitei pra abraçar ela por trás, virei ela e dei um beijo.
Achava que era eu quem tava fazendo a proposta, mas ela simplesmente começou a me beijar sem controle, já não tinha mais volta. Depois de uns minutos, desci pelo pescoço dela e ela só começou a se mexer mais ou menos forte, então mordi bem na clavícula, entre o ombro e o pescoço, um lugar que as mulheres adoram, e não me enganei: ela soltou o primeiro gemido, entre dor e prazer. Comecei a agarrar a bunda dela, linda, não tão redondinha, mas grande. Continuei beijando ela na boca, encostei ela na parede e comecei a tocar a barriga dela, e depois a massagear os peitos. Enfiei a mão por dentro da roupa pra pegar na bunda dela, desci mais a mão e já tava com a buceta molhada e deliciosa.
Ali em pé, comecei a tirar a blusa dela, o sutiã, e admirei um par de peitos não muito grandes, mas com uns biquinhos rosados e durinhos no limite. Chupei eles, dei uma mordidinha, ela só gemia e segurava minha cabeça. Coloquei ela na minha frente e guiei até o quarto. Ela se deitou na cama e eu por cima, continuei chupando os peitos dela enquanto enfiava meu dedo na buceta dela.
Quando vi que já tinha aproveitado o suficiente, chegou minha vez. Tirei a calça dela, também me despi e meti meu pau sem camisinha. Perguntei se ela queria que eu colocasse, e ela só suspirou: "não". Ela estava bem apertada, mas tão lubrificada que era uma delícia estar lá dentro. Ela gemia cada vez mais, mas tentava não fazer muito barulho. Virei ela de quatro, e ela mesma arqueou as costas pra deixar a bunda bem empinada, enfiando a cabeça entre os travesseiros. Na primeira enfiada, ela já estava gemendo pra caralho, mas os travesseiros abafavam um pouco o som. Eu só continuei tentando fazer ela gemer cada vez mais alto. Adoro quando elas gritam e aproveitam, haha.
Me coloquei de conchinha e continuei metendo sem parar. Ela já não era mais aquela colega de escola normal, agora tinha um corpo de violão. Passei a mão nela, peguei nos peitos dela, apertei os biquinhos e depois coloquei as pernas dela nos meus ombros. Fiquei assim por um tempo até que só deitei por cima e comecei a bombar pra gozar. Apertava a bunda dela com as mãos enquanto puxava ela pra perto a cada estocada, pra minha pica inteira entrar nela, até que enchi ela de leite por completo. Ficamos assim por um tempo, dormimos uns quarenta minutos comigo dentro, e depois ela só pediu o chuveiro pra tirar todo o suor daquela hora e meia de sexo meio selvagem.
Enquanto isso, fui trabalhar um pouco e depois de um tempo ela já quis ir embora. Acompanhei ela até em casa, feito um cavalheiro, e a gente não se viu mais. Não porque ela não queira, mas porque ela quer algo mais constante e talvez sério, e esse não é meu plano com ela, então é melhor a gente continuar sendo amigos.
Espero que você tenha curtido esse relato de uma das minhas experiências, os nomes foram trocados, deixa pontos e até a próxima.
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