Faz uns meses que consegui realizar uma das tantas fantasias que tenho com minha esposa (basicamente, são sobre ela sendo penetrada em lugares diferentes por outro ou outros). Dessa vez, eu queria que ela fosse comida na nossa casa e na nossa cama. Então, aproveitando que a casa tava vazia, chamei um amigo com quem a gente já tinha tido outra aventura uns meses antes — que vou contar depois. O cara, bem solícito, chegou umas 9 da noite na moto dele, trouxe umas Coronas pra gente e umas Smirnoff Ice pra ela. Ela tem boa experiência com essa bebida, e a gente ficou na sala vendo um filme que nem lembro qual era — acho que ele também não, porque minha esposa, sabendo que ele vinha, tomou um banho, se depilou e vestiu um pijama de short curto e blusa decotada, sem sutiã nem calcinha. Eu sentei num sofá individual, e eles num de dois lugares. Entre um assunto e outro, ele tentava ver mais dos peitos da minha esposa, e ela se fazia de difícil, embora estivesse sentada com uma perna em cima da cadeira, o que fazia o tecido do short marcar bem os lábios da buceta dela. Aos poucos, com um gole e outro, ela foi perdendo a timidez, até que eu vi eles se beijando cada vez mais. Depois, ele começou a passar a mão na buceta dela por cima da roupa, e ela, tomada pelo tesão que começou a invadir, afastou o tecido pra ele acariciar o clitóris e enfiar os dedos melhor. O show era um sonho: meu amigo dedando minha esposa na nossa sala enquanto se beijavam. Eu não queria que fosse tudo tão rápido, então pedi pra eles diminuírem a pressa pra aumentar a ansiedade e o calor. Mas numa vez que fui ao banheiro, ela levou ele pro quarto, abaixou o short, apoiou as mãos na parede e levantou a raba pedindo pra ser penetrada. Aí eu saí rápido e impus a condição: ele só ia penetrar ela 10 vezes e tinha que parar até a gente terminar as cervejas e ela, o coquetel dela. Isso pra deixar ela ainda mais excitada. E ele topou, porque também... sabe que com o álcool ela fica muito gostosa e sem vergonha, e pro sexo vira uma putinha, então depois de 10 metidas ele levantou a bermuda e ela teve que se vestir de novo, voltamos pra sala e ela, só pra ele meter de novo, tomou duas latas bem rápido e a gente de cerveja, eu precisava ir ao banheiro de novo, mas sabia que numa segunda vez já não ia conseguir segurar ela, então aceitei e deixei rolar o que tinha que rolar, entrei no banheiro sem pressa e quando saí estavam na cozinha, novamente ela sem short, com a pijama enrolada no pescoço e os peitos de fora, colocou as mãos na parede, ele pegou ela pela cintura e sem muito esforço, por causa da buceta molhada, começou a penetrar ela, eu me acomodei na sala e, confortavelmente sentado com uma cerveja na mão, via como comiam de novo minha mulherzinha, mas dessa vez na cozinha da nossa casa, ficaram assim um tempão e ela tentava abafar um pouco os gemidos, enquanto o "chapoteio" da buceta dela e o barulho da bunda batendo na pélvis do amante dava pra ouvir de onde eu estava, depois fomos pro quarto, eu fui na frente e fiz ela no canto, ela ficou de quatro na beira da cama com a cara virada pra mim porque sabe que a expressão de puta dela enquanto transa me deixa louco, ele tirou a roupa e de novo meteu o pau nela, dessa vez até o fundo, o que fez ela soltar um gemido longo e igualmente profundo, ele segurou ela com as duas mãos na cintura e puxava a bunda dela com força, as sacudidas faziam os peitos dela balançarem e eu não resisti e coloquei meu pau na boca dela pra ela chupar como faz quando tá nesse estado de bebedeira e tesão, depois eu deitei de barriga pra cima e ela montou em mim, enquanto ele ficou em pé na cama e aproximou o pau da cara dela, ela sabia o que ele queria, então na hora pegou com a mão e enfiou na boca, chupava e enfiava até o fundo que a boca dela aguentava, fazia ele Círculos com a língua que nem uma deusa na arte de chupar pica, eu sentia o quanto molhada e dilatada ele tinha deixado ela, a ponto de sentir os fluidos escorrendo pela minha virilha. Daí a pouco ela desceu e deitou de bruços, ele montou nela e foi abrindo caminho entre as bundas dela até chegar no cu, que ela mesma ofereceu abrindo as nádegas com as mãos. Eu tava doido pra ver aquela cena, finalmente outro cara comendo o cu da minha esposa, mas infelizmente ela não aguentou o tamanho e puxou a cintura pra ele meter na frente mesmo. Mal ele tava dentro dela de novo, e a batida da pelve dele contra a bunda molhada da minha mulher, junto com o "chapoteio" da buceta encharcada dela, quebrava qualquer silêncio no quarto. Aumentando cada vez mais o ritmo, ela levantava ainda mais a bunda e pedia pra ele meter mais forte, pedia mais e mais. Ele fazia exatamente isso até que terminou descarregando todo o esperma lá no fundo dela, não tirou até não sobrar uma gota. Depois ela levantou e foi direto pro banheiro, a gente só se vestiu e esperou na sala. Ela tomou um banho e saiu com outro pijama porque o primeiro ficou todo molhado. A gente tomou as latas que sobraram pra matar a sede, ele pegou a moto, se despediu e foi pra casa dele. Todo mundo feliz.
Faz uns meses que consegui realizar uma das tantas fantasias que tenho com minha esposa (basicamente, são sobre ela sendo penetrada em lugares diferentes por outro ou outros). Dessa vez, eu queria que ela fosse comida na nossa casa e na nossa cama. Então, aproveitando que a casa tava vazia, chamei um amigo com quem a gente já tinha tido outra aventura uns meses antes — que vou contar depois. O cara, bem solícito, chegou umas 9 da noite na moto dele, trouxe umas Coronas pra gente e umas Smirnoff Ice pra ela. Ela tem boa experiência com essa bebida, e a gente ficou na sala vendo um filme que nem lembro qual era — acho que ele também não, porque minha esposa, sabendo que ele vinha, tomou um banho, se depilou e vestiu um pijama de short curto e blusa decotada, sem sutiã nem calcinha. Eu sentei num sofá individual, e eles num de dois lugares. Entre um assunto e outro, ele tentava ver mais dos peitos da minha esposa, e ela se fazia de difícil, embora estivesse sentada com uma perna em cima da cadeira, o que fazia o tecido do short marcar bem os lábios da buceta dela. Aos poucos, com um gole e outro, ela foi perdendo a timidez, até que eu vi eles se beijando cada vez mais. Depois, ele começou a passar a mão na buceta dela por cima da roupa, e ela, tomada pelo tesão que começou a invadir, afastou o tecido pra ele acariciar o clitóris e enfiar os dedos melhor. O show era um sonho: meu amigo dedando minha esposa na nossa sala enquanto se beijavam. Eu não queria que fosse tudo tão rápido, então pedi pra eles diminuírem a pressa pra aumentar a ansiedade e o calor. Mas numa vez que fui ao banheiro, ela levou ele pro quarto, abaixou o short, apoiou as mãos na parede e levantou a raba pedindo pra ser penetrada. Aí eu saí rápido e impus a condição: ele só ia penetrar ela 10 vezes e tinha que parar até a gente terminar as cervejas e ela, o coquetel dela. Isso pra deixar ela ainda mais excitada. E ele topou, porque também... sabe que com o álcool ela fica muito gostosa e sem vergonha, e pro sexo vira uma putinha, então depois de 10 metidas ele levantou a bermuda e ela teve que se vestir de novo, voltamos pra sala e ela, só pra ele meter de novo, tomou duas latas bem rápido e a gente de cerveja, eu precisava ir ao banheiro de novo, mas sabia que numa segunda vez já não ia conseguir segurar ela, então aceitei e deixei rolar o que tinha que rolar, entrei no banheiro sem pressa e quando saí estavam na cozinha, novamente ela sem short, com a pijama enrolada no pescoço e os peitos de fora, colocou as mãos na parede, ele pegou ela pela cintura e sem muito esforço, por causa da buceta molhada, começou a penetrar ela, eu me acomodei na sala e, confortavelmente sentado com uma cerveja na mão, via como comiam de novo minha mulherzinha, mas dessa vez na cozinha da nossa casa, ficaram assim um tempão e ela tentava abafar um pouco os gemidos, enquanto o "chapoteio" da buceta dela e o barulho da bunda batendo na pélvis do amante dava pra ouvir de onde eu estava, depois fomos pro quarto, eu fui na frente e fiz ela no canto, ela ficou de quatro na beira da cama com a cara virada pra mim porque sabe que a expressão de puta dela enquanto transa me deixa louco, ele tirou a roupa e de novo meteu o pau nela, dessa vez até o fundo, o que fez ela soltar um gemido longo e igualmente profundo, ele segurou ela com as duas mãos na cintura e puxava a bunda dela com força, as sacudidas faziam os peitos dela balançarem e eu não resisti e coloquei meu pau na boca dela pra ela chupar como faz quando tá nesse estado de bebedeira e tesão, depois eu deitei de barriga pra cima e ela montou em mim, enquanto ele ficou em pé na cama e aproximou o pau da cara dela, ela sabia o que ele queria, então na hora pegou com a mão e enfiou na boca, chupava e enfiava até o fundo que a boca dela aguentava, fazia ele Círculos com a língua que nem uma deusa na arte de chupar pica, eu sentia o quanto molhada e dilatada ele tinha deixado ela, a ponto de sentir os fluidos escorrendo pela minha virilha. Daí a pouco ela desceu e deitou de bruços, ele montou nela e foi abrindo caminho entre as bundas dela até chegar no cu, que ela mesma ofereceu abrindo as nádegas com as mãos. Eu tava doido pra ver aquela cena, finalmente outro cara comendo o cu da minha esposa, mas infelizmente ela não aguentou o tamanho e puxou a cintura pra ele meter na frente mesmo. Mal ele tava dentro dela de novo, e a batida da pelve dele contra a bunda molhada da minha mulher, junto com o "chapoteio" da buceta encharcada dela, quebrava qualquer silêncio no quarto. Aumentando cada vez mais o ritmo, ela levantava ainda mais a bunda e pedia pra ele meter mais forte, pedia mais e mais. Ele fazia exatamente isso até que terminou descarregando todo o esperma lá no fundo dela, não tirou até não sobrar uma gota. Depois ela levantou e foi direto pro banheiro, a gente só se vestiu e esperou na sala. Ela tomou um banho e saiu com outro pijama porque o primeiro ficou todo molhado. A gente tomou as latas que sobraram pra matar a sede, ele pegou a moto, se despediu e foi pra casa dele. Todo mundo feliz.
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