essa é a versão da Andrea
Espero que vocês curtam essa história.
VALEU PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
Bom, essa semana foi bem parada no quesito sexo. Tanto o Ricardo quanto o Germán e o Juan estavam meio distantes, talvez porque minha atitude de puta tinha sumido, sei lá. Mas desde que descobriram que o Jorgito já sabia dos chifres dele e que eu era tão corna quanto ele, a parada mudou completamente. Então, como vocês podem imaginar, eu tava era muito puta da vida, e o arrombado ainda me dava pouca bola na hora de ir pra cama. Naquele sábado era o aniversário da mãe dele, uma corna muito submissa. Ninguém em sã consciência acreditaria que ela não percebia os chifres. Como eu sentia nojo do velho, obedeci o Jorgito e fui vestida de freira. Chegamos e lá estavam eles, até o punheteiro do meu cunhado com o amigo inseparável dele. Filho de peixe, peixinho é. Minha roupa deu muito certo, embora o Ruben, irmão mais novo do Jorgito, de vez em quando cruzasse olhares e sorrisos comigo. Naquela noite, a cerveja e o fernet correram soltos, mesmo depois que minha sogra apagou as velinhas. Tanto ela quanto o Jorgito estavam muito cansados e, como planejaram um churrasco pro domingo, ficamos pra dormir. Lugar tinha de sobra. Foi assim que entramos no quarto de solteiro do Jorgito. Ele se trocou rapidinho e deitou antes que eu terminasse de me trocar. Do tesão que eu tava, nem coloquei calcinha. Queria que meu maridinho me comesse gostoso, mas quando entrei debaixo dos lençóis, percebi que ele já tava dormindo. Não me dei por vencida. Tirei o pau dele do pijama e comecei a acariciar. Como ele não reagia, chupei com muito empenho até que o bicho ganhasse vida e até acordasse meu marido. Sem esperar nada e sabendo que ele nem ia se mexer, montei em cima dele e enfiei na minha buceta. Não teve jeito, foi um fracasso total. Levantei com a ideia de ir ao banheiro e percebi que a porta do quarto estava entreaberta. Não dei importância, com certeza foi o idiota do meu marido que deixou assim. Quando entrei no banheiro, vi meu cunhado. sentado no vaso com o pau bem duro na mão, por uns segundos fiquei olhando pra ele e saí rápido dali, fui pra sala procurar algo pra beber pra me refrescar e antes de pegar um copo fui abraçada por trás pelo meu cunhado
Cala a boca, cunhada, cala a boca que vamos acordar todo mundo, eu vou tirar esse tesão de você, gostosa.
Quis reagir, mas não consegui. As mãos dele esfregavam meus peitos e o pau dele fazia o mesmo com minha bunda.
Para, por favor para agggg aggg aggg, não faz isso comigo por favorrrrr, ahhhh ahhhh ahhhh
Começou a chupar meu pescoço, a orelha e minhas pernas fraquejavam de tesão. Ele aproveitou e me levou pra cozinha, onde continuou me apalpando à vontade enquanto minha resistência era quase nula, a ponto de eu me deixar cair e ficar sentada no chão. Na hora, ele colocou minha mão na cueca dele e me fez acariciar a pica que tava ali embaixo.
Por favor, não, não faz isso, o que seu irmão vai pensar, não, não faz, eu te imploro
Essa era toda minha resistência, me sentia dominada e submissa aos desejos dele, e isso me excitava ainda mais. Ele não disse nada, só tirou a rola e aproximou do meu rosto, esfregou na minha boca, que eu mantinha fechada, até que finalmente me venceu. Assim que abri a boca, enfiou tudo pra dentro, me fazendo engasgar, e começou a chupar minha buceta. Na hora, aceitei que seria usada do jeito que ele quisesse, e não me importava, mesmo continuando a resistir pra ser penetrada. Depois de um tempo, ele me levantou, me jogou em cima da bancada, deixando minha bunda pequena à disposição dele. De novo, implorei por piedade e pedi pra ele não me comer, o que só acelerou ainda mais a penetração. Quando finalmente senti a rola dele dentro de mim, quis me soltar, mas o resultado foi o oposto. Cada metida era um triunfo pro meu cunhado, que me comia em silêncio, enquanto eu gemia a cada investida que recebia, até que, depois de um bom tempo, ele finalmente gozou. Me soltou, me chamando de grande mulher, e foi embora da cozinha. Como pude, me levantei e subi minha calcinha de pijama, mas quando me virei, esbarrei no meu sogro, que na hora me agarrou entre os braços, enfiando uma das mãos na minha buceta. De novo, pedi pra ele não avançar, mas o desgraçado começou a bater punheta no meu clitóris, e na hora minha resistência deixou de existir. Finalmente, ia conseguir o que sempre quis, e olha se consegui. Assim, ele me levou pra sala de jantar e me deitou em cima da mesa, se jogando em cima de mim. E, mesmo bem baixinho, implorando pra ele não fazer, eu mesma abri as pernas. Ele me penetrou, enfiando a rola toda dentro da minha buceta, e me montou enquanto me dizia que, de agora em diante, eu era a puta da família, enquanto, ao mesmo tempo que me comia, esfregava meus peitos até gozar. Fiquei ali, em cima da mesa, me sentindo vencida e dominada, me contorcendo em espasmos de prazer, e sem perceber, o amigo do meu cunhado estava em cima de mim. Tudo foi muito rápido, e quando tentei negar, já era tarde. Outra rola tomou conta do meu corpo sem que eu pudesse fazer nada, ou por falta de vontade. por força ou por tesão, deixei que me comesse sem resistir e pela primeira vez eu aproveitava cada pirocada que me davam. quando tudo terminou, me levantei como pude e fui pro quarto, me deitei ao lado do meu corno manso que não percebeu nada. minha buceta e minhas pernas estavam escorrendo da porra de todos. me abracei nele pensando nas palavras do meu sogro, definitivamente agora eu era a puta da família, não tinha mais jeito, e principalmente da pica enorme do meu sogro. me abracei no jorge e, mesmo demorando um pouco, acabei dormindo exausta de tanta pica. já perto do meio-dia acordei sozinha na cama, jorge não estava mais do meu lado. não tinha dúvidas de que minha sogra tinha sido cúmplice de tudo, a velha agora com certeza tinha sido substituída por mim. me levantei, me troquei e fui direto pra sala onde ela estava sozinha. tomamos uns mates e conversamos.
Sogra, como cê tá, gostosa? Conseguiu descansar bem?
Ô sogrinha, sogrinha, cê não ouviu nada do que rolou?
Sogra, escuta só todo meu amor por isso que eu te pergunto, cê deve tá cansada, né?
Imagina só.
Sogra, eu já sei, mas pra você foram três, comigo foi pior.
Pior? Pior é o que vai acontecer com o Jorge agora, isso sim que é pior.
Sogra, não vai contar pra ele? Tu não sabe o que te espera, gata. Daqui pra frente, você vai se divertir muito mais do que imagina. Se prepara pra aproveitar. Sobre o Jorge, não esquenta — ele nem vai ficar sabendo, diferente do teu sogrão, que no começo não gostou nada, mas depois curtiu pra caralho.
Não me diga que você também foi a puta da família, então isso é uma tradição?
Sogra, se liga, é que sempre teve dúvida sobre quem eram os caras. Você só tem três, eu tive cinco, nem imagina como ficava nos fins de semana. Agora, depois de comer, vou levar o Jorginho pro quinzinho pra você continuar a festa. O que acha da ideia? Esses caras são tão básicos que vão fazer de tudo pra você se divertir pra caralho.
Se você diz, não tenho dúvidas de que vai ser assim, você tem muita experiência nisso.
Sogra tem, sim, gostosa. Imagina só, cinco paus juntos pra brincar. Mas isso não se compara com você, porque brincar com três paus escondido do seu amorzinho é muito melhor.
Foi assim, no almoço tudo foi normal e até melhor, meu sogro abriu o melhor vinho dele, as brincadeiras foram sem duplo sentido enquanto me serviam com muito cuidado e eu já tava gostando de como me tratavam, até minha sogra que tava do lado. Terminamos de comer e a sobremesa ficou divertida, contando piadas e histórias engraçadas enquanto continuávamos bebendo, agora cervejas, até que de repente minha sogra levou meu marido pro quincho. O corno, por causa do clima agradável que tava rolando, não desconfiou de nada e foi com a mamãe dele limpar o lugar. Mal eles saíram, meu sogro veio pra cima de mim.
Sogro, vamos continuar com o joguinho de ontem à noite, céu.
Na mesma hora, fiquei cercada pelos três, que puxaram as picas pra fora e enfiaram na minha cara. Totalmente sem graça, eu falei.
Nada disso pro meu corno.
E comecei a chupá-las com vontade, depois de um tempo me levaram pra cama do meu sogro, que era o mais dotado dos três. Assim começaram os amassos até que meu cunhado me perguntou se eu aguentava os três, e eu disse que sim, cheia de tesão. Então ele me puxou pra cima dele e me penetrou com muito cuidado, enquanto o amigo dele me chupava o cu e, bem devagar, me metia. Naquele momento, agradecia por o Jorginho ter me desvirginado. Devagar, começaram a me foder enquanto eu chupava o pau do meu sogro. Tudo era muito cuidadoso, e isso me fazia me contorcer de prazer entre gemidos abafados, até que todos gozaram dentro de mim, menos meu sogro, que eu queria bem fundo. Deixei claro pra ele. Supliquei pra ele me arrebentar, me foder como se fode uma puta como eu. E olha que o filho da puta fez isso mesmo. Primeiro sofri pela buceta, e depois veio o mais pesado: ele dominou meu cu, me colocou de quatro e me deu umas pirocadas que quase enfiavam os ovos dele lá dentro.
Siiii, sogrinho, siiii... arrebenta bem a minha buceta, arrebenta bem a mulher do seu filhinho, de agora em diante é toda suaaaaa
Já me sentia escrava dos três, sabia que não tinha opção de recusar as picas deles, mas agora tava curtindo, eles tinham me transformado na putinha suja deles e eu amava ser a perdedora deles e que meu marido nem percebesse. Ele me dizia quando me comia que tinha conseguido, tinha transformado a nojenta da nora dele na puta dele e de agora em diante faria o que quisesse comigo. Sabia que aquilo não era fantasia nenhuma, muito pelo contrário. Depois disso, chupei a rola de todos eles, que não pararam até me fazer engolir toda a porra que ainda tinham. Saímos do quarto e eu fui ao banheiro, arrumei meu cabelo e ajeitei meu vestido pra que meu corno não percebesse o que tinha rolado. Um tempo depois, depois de tomar uns cafés, falei pra irmos embora porque tava muito cansada. Minha sogra disse que em breve a gente faria um passeio e esperava que eu não sumisse, coisa que respondi com um sim bem convincente. Chegamos em casa, tomamos algo e jantamos lá. Jorginho falou comigo sobre o Oscar e o convite pra eu conhecê-lo. Me perguntei: pra que eu ia querer conhecer um corno tão puto? E ele disse que era uma surpresa.
Espero que vocês curtam essa história.
VALEU PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
Bom, essa semana foi bem parada no quesito sexo. Tanto o Ricardo quanto o Germán e o Juan estavam meio distantes, talvez porque minha atitude de puta tinha sumido, sei lá. Mas desde que descobriram que o Jorgito já sabia dos chifres dele e que eu era tão corna quanto ele, a parada mudou completamente. Então, como vocês podem imaginar, eu tava era muito puta da vida, e o arrombado ainda me dava pouca bola na hora de ir pra cama. Naquele sábado era o aniversário da mãe dele, uma corna muito submissa. Ninguém em sã consciência acreditaria que ela não percebia os chifres. Como eu sentia nojo do velho, obedeci o Jorgito e fui vestida de freira. Chegamos e lá estavam eles, até o punheteiro do meu cunhado com o amigo inseparável dele. Filho de peixe, peixinho é. Minha roupa deu muito certo, embora o Ruben, irmão mais novo do Jorgito, de vez em quando cruzasse olhares e sorrisos comigo. Naquela noite, a cerveja e o fernet correram soltos, mesmo depois que minha sogra apagou as velinhas. Tanto ela quanto o Jorgito estavam muito cansados e, como planejaram um churrasco pro domingo, ficamos pra dormir. Lugar tinha de sobra. Foi assim que entramos no quarto de solteiro do Jorgito. Ele se trocou rapidinho e deitou antes que eu terminasse de me trocar. Do tesão que eu tava, nem coloquei calcinha. Queria que meu maridinho me comesse gostoso, mas quando entrei debaixo dos lençóis, percebi que ele já tava dormindo. Não me dei por vencida. Tirei o pau dele do pijama e comecei a acariciar. Como ele não reagia, chupei com muito empenho até que o bicho ganhasse vida e até acordasse meu marido. Sem esperar nada e sabendo que ele nem ia se mexer, montei em cima dele e enfiei na minha buceta. Não teve jeito, foi um fracasso total. Levantei com a ideia de ir ao banheiro e percebi que a porta do quarto estava entreaberta. Não dei importância, com certeza foi o idiota do meu marido que deixou assim. Quando entrei no banheiro, vi meu cunhado. sentado no vaso com o pau bem duro na mão, por uns segundos fiquei olhando pra ele e saí rápido dali, fui pra sala procurar algo pra beber pra me refrescar e antes de pegar um copo fui abraçada por trás pelo meu cunhado
Cala a boca, cunhada, cala a boca que vamos acordar todo mundo, eu vou tirar esse tesão de você, gostosa.
Quis reagir, mas não consegui. As mãos dele esfregavam meus peitos e o pau dele fazia o mesmo com minha bunda.
Para, por favor para agggg aggg aggg, não faz isso comigo por favorrrrr, ahhhh ahhhh ahhhh
Começou a chupar meu pescoço, a orelha e minhas pernas fraquejavam de tesão. Ele aproveitou e me levou pra cozinha, onde continuou me apalpando à vontade enquanto minha resistência era quase nula, a ponto de eu me deixar cair e ficar sentada no chão. Na hora, ele colocou minha mão na cueca dele e me fez acariciar a pica que tava ali embaixo.
Por favor, não, não faz isso, o que seu irmão vai pensar, não, não faz, eu te imploro
Essa era toda minha resistência, me sentia dominada e submissa aos desejos dele, e isso me excitava ainda mais. Ele não disse nada, só tirou a rola e aproximou do meu rosto, esfregou na minha boca, que eu mantinha fechada, até que finalmente me venceu. Assim que abri a boca, enfiou tudo pra dentro, me fazendo engasgar, e começou a chupar minha buceta. Na hora, aceitei que seria usada do jeito que ele quisesse, e não me importava, mesmo continuando a resistir pra ser penetrada. Depois de um tempo, ele me levantou, me jogou em cima da bancada, deixando minha bunda pequena à disposição dele. De novo, implorei por piedade e pedi pra ele não me comer, o que só acelerou ainda mais a penetração. Quando finalmente senti a rola dele dentro de mim, quis me soltar, mas o resultado foi o oposto. Cada metida era um triunfo pro meu cunhado, que me comia em silêncio, enquanto eu gemia a cada investida que recebia, até que, depois de um bom tempo, ele finalmente gozou. Me soltou, me chamando de grande mulher, e foi embora da cozinha. Como pude, me levantei e subi minha calcinha de pijama, mas quando me virei, esbarrei no meu sogro, que na hora me agarrou entre os braços, enfiando uma das mãos na minha buceta. De novo, pedi pra ele não avançar, mas o desgraçado começou a bater punheta no meu clitóris, e na hora minha resistência deixou de existir. Finalmente, ia conseguir o que sempre quis, e olha se consegui. Assim, ele me levou pra sala de jantar e me deitou em cima da mesa, se jogando em cima de mim. E, mesmo bem baixinho, implorando pra ele não fazer, eu mesma abri as pernas. Ele me penetrou, enfiando a rola toda dentro da minha buceta, e me montou enquanto me dizia que, de agora em diante, eu era a puta da família, enquanto, ao mesmo tempo que me comia, esfregava meus peitos até gozar. Fiquei ali, em cima da mesa, me sentindo vencida e dominada, me contorcendo em espasmos de prazer, e sem perceber, o amigo do meu cunhado estava em cima de mim. Tudo foi muito rápido, e quando tentei negar, já era tarde. Outra rola tomou conta do meu corpo sem que eu pudesse fazer nada, ou por falta de vontade. por força ou por tesão, deixei que me comesse sem resistir e pela primeira vez eu aproveitava cada pirocada que me davam. quando tudo terminou, me levantei como pude e fui pro quarto, me deitei ao lado do meu corno manso que não percebeu nada. minha buceta e minhas pernas estavam escorrendo da porra de todos. me abracei nele pensando nas palavras do meu sogro, definitivamente agora eu era a puta da família, não tinha mais jeito, e principalmente da pica enorme do meu sogro. me abracei no jorge e, mesmo demorando um pouco, acabei dormindo exausta de tanta pica. já perto do meio-dia acordei sozinha na cama, jorge não estava mais do meu lado. não tinha dúvidas de que minha sogra tinha sido cúmplice de tudo, a velha agora com certeza tinha sido substituída por mim. me levantei, me troquei e fui direto pra sala onde ela estava sozinha. tomamos uns mates e conversamos.
Sogra, como cê tá, gostosa? Conseguiu descansar bem?
Ô sogrinha, sogrinha, cê não ouviu nada do que rolou?
Sogra, escuta só todo meu amor por isso que eu te pergunto, cê deve tá cansada, né?
Imagina só.
Sogra, eu já sei, mas pra você foram três, comigo foi pior.
Pior? Pior é o que vai acontecer com o Jorge agora, isso sim que é pior.
Sogra, não vai contar pra ele? Tu não sabe o que te espera, gata. Daqui pra frente, você vai se divertir muito mais do que imagina. Se prepara pra aproveitar. Sobre o Jorge, não esquenta — ele nem vai ficar sabendo, diferente do teu sogrão, que no começo não gostou nada, mas depois curtiu pra caralho.
Não me diga que você também foi a puta da família, então isso é uma tradição?
Sogra, se liga, é que sempre teve dúvida sobre quem eram os caras. Você só tem três, eu tive cinco, nem imagina como ficava nos fins de semana. Agora, depois de comer, vou levar o Jorginho pro quinzinho pra você continuar a festa. O que acha da ideia? Esses caras são tão básicos que vão fazer de tudo pra você se divertir pra caralho.
Se você diz, não tenho dúvidas de que vai ser assim, você tem muita experiência nisso.
Sogra tem, sim, gostosa. Imagina só, cinco paus juntos pra brincar. Mas isso não se compara com você, porque brincar com três paus escondido do seu amorzinho é muito melhor.
Foi assim, no almoço tudo foi normal e até melhor, meu sogro abriu o melhor vinho dele, as brincadeiras foram sem duplo sentido enquanto me serviam com muito cuidado e eu já tava gostando de como me tratavam, até minha sogra que tava do lado. Terminamos de comer e a sobremesa ficou divertida, contando piadas e histórias engraçadas enquanto continuávamos bebendo, agora cervejas, até que de repente minha sogra levou meu marido pro quincho. O corno, por causa do clima agradável que tava rolando, não desconfiou de nada e foi com a mamãe dele limpar o lugar. Mal eles saíram, meu sogro veio pra cima de mim.
Sogro, vamos continuar com o joguinho de ontem à noite, céu.
Na mesma hora, fiquei cercada pelos três, que puxaram as picas pra fora e enfiaram na minha cara. Totalmente sem graça, eu falei.
Nada disso pro meu corno.
E comecei a chupá-las com vontade, depois de um tempo me levaram pra cama do meu sogro, que era o mais dotado dos três. Assim começaram os amassos até que meu cunhado me perguntou se eu aguentava os três, e eu disse que sim, cheia de tesão. Então ele me puxou pra cima dele e me penetrou com muito cuidado, enquanto o amigo dele me chupava o cu e, bem devagar, me metia. Naquele momento, agradecia por o Jorginho ter me desvirginado. Devagar, começaram a me foder enquanto eu chupava o pau do meu sogro. Tudo era muito cuidadoso, e isso me fazia me contorcer de prazer entre gemidos abafados, até que todos gozaram dentro de mim, menos meu sogro, que eu queria bem fundo. Deixei claro pra ele. Supliquei pra ele me arrebentar, me foder como se fode uma puta como eu. E olha que o filho da puta fez isso mesmo. Primeiro sofri pela buceta, e depois veio o mais pesado: ele dominou meu cu, me colocou de quatro e me deu umas pirocadas que quase enfiavam os ovos dele lá dentro.
Siiii, sogrinho, siiii... arrebenta bem a minha buceta, arrebenta bem a mulher do seu filhinho, de agora em diante é toda suaaaaa
Já me sentia escrava dos três, sabia que não tinha opção de recusar as picas deles, mas agora tava curtindo, eles tinham me transformado na putinha suja deles e eu amava ser a perdedora deles e que meu marido nem percebesse. Ele me dizia quando me comia que tinha conseguido, tinha transformado a nojenta da nora dele na puta dele e de agora em diante faria o que quisesse comigo. Sabia que aquilo não era fantasia nenhuma, muito pelo contrário. Depois disso, chupei a rola de todos eles, que não pararam até me fazer engolir toda a porra que ainda tinham. Saímos do quarto e eu fui ao banheiro, arrumei meu cabelo e ajeitei meu vestido pra que meu corno não percebesse o que tinha rolado. Um tempo depois, depois de tomar uns cafés, falei pra irmos embora porque tava muito cansada. Minha sogra disse que em breve a gente faria um passeio e esperava que eu não sumisse, coisa que respondi com um sim bem convincente. Chegamos em casa, tomamos algo e jantamos lá. Jorginho falou comigo sobre o Oscar e o convite pra eu conhecê-lo. Me perguntei: pra que eu ia querer conhecer um corno tão puto? E ele disse que era uma surpresa.
1 comentários - Andrea e o Mecânico: Chifre Cruzado 3