comendo minha cunhada...
Olá, meu nome é Mauri, o que vou contar aconteceu há alguns anos. Eu era casado, mas minha mulher era muito tradicional e transava pouco, ainda mais depois dos filhos. Trabalhava numa empresa onde também trabalhava minha cunhada, uma mulher séria, quase uma freira. Sem grandes atributos, mas sim, só de pensar nela, o tesão já me dava um nó na cabeça. Quase todo dia a gente se via e às vezes trabalhávamos juntos em projetos diferentes, dentro e fora do escritório. Quando coincidia no horário, eu levava ela em casa, conversávamos sobre coisas comuns, sem aprofundar muito, e eu, como bom safado, na hora da despedida dava os beijos perto da comissura dos lábios.
Um dia, voltando, ela me disse: «Que jogo é esse que você tá jogando? É perigoso.» Aí eu soube que ela também tava sentindo alguma coisa. Deixei pra lá, dizendo: «Tá tudo bem, só que você me excita, nada mais.» O papo morreu e seguimos até a casa dela. O beijo de despedida foi quase um selinho.
No dia seguinte, a gente tinha que trabalhar fora do escritório e, num dado momento, ficamos sozinhos, cara a cara, e pronto, explodiu o beijo, as línguas se cruzaram e se misturaram desesperadas, mas só durou um minuto, com medo de alguém aparecer. No caminho de volta, normal, sem tocar no assunto, e nos despedimos já com um beijo na boca. No dia seguinte, a gente tinha que continuar o mesmo trabalho desde cedo, então passei para buscá-la em casa, tínhamos que passar no escritório, era sábado e não tinha ninguém. Já no escritório, arrumamos o que precisávamos levar e, como era cedo, encurralei ela e nos beijamos desesperados, nos apalpamos, mas quando eu tentava tocar a buceta dela, ela não deixava. Ela massageava meu pau duríssimo e, quando tentei tocar ela de novo, pá: «Não, tô menstruada.» Eu tava explodindo, ela abaixou meu zíper e pegou ele com as mãos, acariciou e me masturbou, tirei os peitos dela (grandes, mamilos bem durinhos, lindos) e comecei a beijá-los, ela me empurrou contra a parede e começou a me beijar o pescoço, aí minha cunhada, a freira, se transformou. levantou a cabeça e me disse "me pede que eu faço". Eu, nem lerdo, nem preguiçoso "chupa" falei, ela não se fez de rogada, como chupava bem. Até que ouvimos o barulho do elevador e nos separamos com medo de alguém aparecer. Vários dias se passaram sem mais nada, só o beijo de despedida e uns amassos aqui e ali.
Dias depois, terminamos cedo no escritório e, sem pensar, entramos num hotel. Que desespero a gente tinha. Mal fechou a porta e começamos a nos beijar desesperados, babando um no outro, nos enchendo de saliva, enquanto atrapalhadamente nos apalpávamos e desabotoávamos as roupas. Ela, instantaneamente, se ajoelhou e sem mais começou a chupar meu pau furiosamente, dizendo "não goza que quero te curtir muito". O jeito que ela passava ele no rosto; era delicioso de ver, ela curtia, passava nas bochechas, segurava com as duas mãos e depois levava pra boca. Tirei toda a roupa, enquanto ela chupava, eu não conseguia acreditar. Ela me jogou na cama e sozinha tirou a roupa enquanto ainda tinha ele na boca. Uma vez nua, não me deixou chupar ela, só montou e começou a gemer. Eu tentava não pensar, só aproveitar, ver, beijar e apertar aqueles peitos balançando na minha frente. Virei ela na cama e subi em cima, empurrando querendo entrar inteiro dentro dela. De repente, ela começou a tremer e só disse "continua... continua, se parar te mato". E assim fiz, continuei metendo com força, sentindo as batidas das minhas bolas contra a bunda dela, até que ela parou de tremer e abaixou as pernas. Eu desci e bem devagar passei a língua no clitóris e nos lábios dela, fiquei ali um tempão chupando e lambendo aquela buceta linda. Ainda tava com o pau duríssimo, então subi de novo, ela abriu um pouco as pernas e eu entrei de novo. Ela juntou as pernas e eu abracei elas por fora, comecei a me mexer de um lado pro outro, entrando e saindo, e ela começou a morder a própria mão, estava prestes a explodir de novo, se apoiou na minha bunda e com as mãos me mostrava com aqueles movimentos como queria que eu fizesse, se perdeu em gemidos e risadas, aproveitando, gozando uma vez atrás da outra, dizendo «meu marido não chega até aqui» «queridoooo» NÃO sei quantas vezes ela gozou, mas foram várias, achei incrível. Na minha mente passavam imagens obscenas de jantares e almoços em família. Ficamos ali uns minutos, em silêncio. Ela se levantou e sem dizer uma palavra desceu até meu pau dormido e enfiou tudo na boca, fazendo ele crescer na hora, era lindo ver a dedicação que ela colocava naquilo, realmente não sentia que ela fazia por mim, mas por ela, porque ela gostava de verdade; subiu em mim e começou a me cavalgar com tudo, mas aquela posição não era a que eu mais gostava, então virei ela de novo e assumi o controle, ela gozou mais uma vez e aí não aguentei, tirei e gozei na barriga dela e nos peitos, ela exausta, espalhava a porra toda pelo corpo, caí sobre ela, sentindo a meleca do meu gozo no corpo dela, dois minutos depois, tocou o fim do turno.
No escritório, tudo era normal, mas quando saíamos, a gente se pegava escondido em qualquer rua escura, que era especial pros nossos beijos e amassos. Nos encontros de família, na frente de todo mundo não rolava nada, quase não nos falávamos e tudo seguia normal. Íamos pro hotel e nos acabávamos com muita paixão. Quando levava ela pra casa, às vezes entrava, cumprimentava os filhos dela no quarto e, se o marido não estivesse, comia ela em pé na cozinha, uma rapidinha, como se diz. Pra umas festas, fiquei dormindo na casa dela, as duas famílias se davam bem, as crianças dormiam num quarto com a porta fechada, ela com o marido no quarto deles e eu com a minha mulher no espaço entre os dois quartos; minha mulher e o marido dela acordaram cedo e foram pro pátio tomar chimarrão, dos quartos dava pra ouvir a conversa: nossos filhos Dormiam até tarde, ela acordou e me viu acordado, a porta estava aberta, ali, deitada na cama começou a se tocar enquanto me olhava. Levantei devagar e vi que da janela a gente controlava os movimentos dos nossos parceiros, então comecei a passar a língua nela, até ouvir minha mulher dizer: "vou esquentar água". Rapidamente voltei pro colchão fingir que tava dormindo. Quando minha esposa voltou pro quintal e dava pra ouvir ela continuando a conversar, ela se levantou, veio até mim, colocou na boca e deixou dura. Encostei ela na janela do quintal e meti, ela mordia a mão pra não gritar, eu não fazia barulho. Sussurrando no ouvido dela, falei: "vou gozar". Ela, sem mais, se abaixou, colocou na boca e engoliu tudo.
Olá, meu nome é Mauri, o que vou contar aconteceu há alguns anos. Eu era casado, mas minha mulher era muito tradicional e transava pouco, ainda mais depois dos filhos. Trabalhava numa empresa onde também trabalhava minha cunhada, uma mulher séria, quase uma freira. Sem grandes atributos, mas sim, só de pensar nela, o tesão já me dava um nó na cabeça. Quase todo dia a gente se via e às vezes trabalhávamos juntos em projetos diferentes, dentro e fora do escritório. Quando coincidia no horário, eu levava ela em casa, conversávamos sobre coisas comuns, sem aprofundar muito, e eu, como bom safado, na hora da despedida dava os beijos perto da comissura dos lábios.
Um dia, voltando, ela me disse: «Que jogo é esse que você tá jogando? É perigoso.» Aí eu soube que ela também tava sentindo alguma coisa. Deixei pra lá, dizendo: «Tá tudo bem, só que você me excita, nada mais.» O papo morreu e seguimos até a casa dela. O beijo de despedida foi quase um selinho.
No dia seguinte, a gente tinha que trabalhar fora do escritório e, num dado momento, ficamos sozinhos, cara a cara, e pronto, explodiu o beijo, as línguas se cruzaram e se misturaram desesperadas, mas só durou um minuto, com medo de alguém aparecer. No caminho de volta, normal, sem tocar no assunto, e nos despedimos já com um beijo na boca. No dia seguinte, a gente tinha que continuar o mesmo trabalho desde cedo, então passei para buscá-la em casa, tínhamos que passar no escritório, era sábado e não tinha ninguém. Já no escritório, arrumamos o que precisávamos levar e, como era cedo, encurralei ela e nos beijamos desesperados, nos apalpamos, mas quando eu tentava tocar a buceta dela, ela não deixava. Ela massageava meu pau duríssimo e, quando tentei tocar ela de novo, pá: «Não, tô menstruada.» Eu tava explodindo, ela abaixou meu zíper e pegou ele com as mãos, acariciou e me masturbou, tirei os peitos dela (grandes, mamilos bem durinhos, lindos) e comecei a beijá-los, ela me empurrou contra a parede e começou a me beijar o pescoço, aí minha cunhada, a freira, se transformou. levantou a cabeça e me disse "me pede que eu faço". Eu, nem lerdo, nem preguiçoso "chupa" falei, ela não se fez de rogada, como chupava bem. Até que ouvimos o barulho do elevador e nos separamos com medo de alguém aparecer. Vários dias se passaram sem mais nada, só o beijo de despedida e uns amassos aqui e ali.
Dias depois, terminamos cedo no escritório e, sem pensar, entramos num hotel. Que desespero a gente tinha. Mal fechou a porta e começamos a nos beijar desesperados, babando um no outro, nos enchendo de saliva, enquanto atrapalhadamente nos apalpávamos e desabotoávamos as roupas. Ela, instantaneamente, se ajoelhou e sem mais começou a chupar meu pau furiosamente, dizendo "não goza que quero te curtir muito". O jeito que ela passava ele no rosto; era delicioso de ver, ela curtia, passava nas bochechas, segurava com as duas mãos e depois levava pra boca. Tirei toda a roupa, enquanto ela chupava, eu não conseguia acreditar. Ela me jogou na cama e sozinha tirou a roupa enquanto ainda tinha ele na boca. Uma vez nua, não me deixou chupar ela, só montou e começou a gemer. Eu tentava não pensar, só aproveitar, ver, beijar e apertar aqueles peitos balançando na minha frente. Virei ela na cama e subi em cima, empurrando querendo entrar inteiro dentro dela. De repente, ela começou a tremer e só disse "continua... continua, se parar te mato". E assim fiz, continuei metendo com força, sentindo as batidas das minhas bolas contra a bunda dela, até que ela parou de tremer e abaixou as pernas. Eu desci e bem devagar passei a língua no clitóris e nos lábios dela, fiquei ali um tempão chupando e lambendo aquela buceta linda. Ainda tava com o pau duríssimo, então subi de novo, ela abriu um pouco as pernas e eu entrei de novo. Ela juntou as pernas e eu abracei elas por fora, comecei a me mexer de um lado pro outro, entrando e saindo, e ela começou a morder a própria mão, estava prestes a explodir de novo, se apoiou na minha bunda e com as mãos me mostrava com aqueles movimentos como queria que eu fizesse, se perdeu em gemidos e risadas, aproveitando, gozando uma vez atrás da outra, dizendo «meu marido não chega até aqui» «queridoooo» NÃO sei quantas vezes ela gozou, mas foram várias, achei incrível. Na minha mente passavam imagens obscenas de jantares e almoços em família. Ficamos ali uns minutos, em silêncio. Ela se levantou e sem dizer uma palavra desceu até meu pau dormido e enfiou tudo na boca, fazendo ele crescer na hora, era lindo ver a dedicação que ela colocava naquilo, realmente não sentia que ela fazia por mim, mas por ela, porque ela gostava de verdade; subiu em mim e começou a me cavalgar com tudo, mas aquela posição não era a que eu mais gostava, então virei ela de novo e assumi o controle, ela gozou mais uma vez e aí não aguentei, tirei e gozei na barriga dela e nos peitos, ela exausta, espalhava a porra toda pelo corpo, caí sobre ela, sentindo a meleca do meu gozo no corpo dela, dois minutos depois, tocou o fim do turno.
No escritório, tudo era normal, mas quando saíamos, a gente se pegava escondido em qualquer rua escura, que era especial pros nossos beijos e amassos. Nos encontros de família, na frente de todo mundo não rolava nada, quase não nos falávamos e tudo seguia normal. Íamos pro hotel e nos acabávamos com muita paixão. Quando levava ela pra casa, às vezes entrava, cumprimentava os filhos dela no quarto e, se o marido não estivesse, comia ela em pé na cozinha, uma rapidinha, como se diz. Pra umas festas, fiquei dormindo na casa dela, as duas famílias se davam bem, as crianças dormiam num quarto com a porta fechada, ela com o marido no quarto deles e eu com a minha mulher no espaço entre os dois quartos; minha mulher e o marido dela acordaram cedo e foram pro pátio tomar chimarrão, dos quartos dava pra ouvir a conversa: nossos filhos Dormiam até tarde, ela acordou e me viu acordado, a porta estava aberta, ali, deitada na cama começou a se tocar enquanto me olhava. Levantei devagar e vi que da janela a gente controlava os movimentos dos nossos parceiros, então comecei a passar a língua nela, até ouvir minha mulher dizer: "vou esquentar água". Rapidamente voltei pro colchão fingir que tava dormindo. Quando minha esposa voltou pro quintal e dava pra ouvir ela continuando a conversar, ela se levantou, veio até mim, colocou na boca e deixou dura. Encostei ela na janela do quintal e meti, ela mordia a mão pra não gritar, eu não fazia barulho. Sussurrando no ouvido dela, falei: "vou gozar". Ela, sem mais, se abaixou, colocou na boca e engoliu tudo.
2 comentários - Minha cunhada... minha obsessão.