Oi, sou o Alberto, "Beto" pra minha mãe, e isso aconteceu faz pouco tempo. Eu sou um cara que mora com os pais, mas a história é sobre minha mãe, que tem 38 anos e é uma morena infernal. A gente tava jantando juntos (já que meu pai, que é caminhoneiro, tava viajando) na cozinha de casa quando o som do telefone interrompeu a janta e a conversinha que a gente tava tendo. Como eu já tinha terminado de comer e ela tava curtindo o segundo copo de vinho, ela levantou da cadeira pra pegar o celular. Quando atendeu, ouvi a voz dela cumprimentando minha tia Lúcia, a irmã do meu pai.
Mãe – Oi, Lu! Tudo bem? E vocês?
Mãe – Sim, Lu! No que a gente pode ajudar?
Mãe – Nem pergunta, Lu! Não dá pra viver naquele apartamento sem água, e quando os pedreiros começarem a trabalhar vai ser um caos. Prepara tudo que vocês precisam, você e o Ricardinho, pra virem pra cá. Falo com o Alberto e, quando terminar de jantar, a gente vai de carro buscar vocês. Vocês ficam aqui com a gente o tempo que for necessário. Tá bom pra você?
Mãe – Não se preocupa, daqui a pouquinho a gente passa aí! Beijinho! Laquede olhando e me conta que a irmã do meu pai, junto com o filho dela, Ricardo, vinham passar uns dias em casa porque estavam reformando o apartamento deles, onde um cano estourou ou algo assim.
Então fomos buscar minha tia e meu primo de carro. Quando chegamos, tocamos a campainha, nos abriram pra gente subir, nos cumprimentamos e minha tia agradeceu de novo pelo favor. Pegamos duas malas e uma bolsa, minha tia deixou as chaves do apartamento com o zelador do prédio e voltamos pra casa. Quando chegamos, eles se instalaram rapidinho e fomos todos dormir, porque estavam exaustos da noite anterior.
Na manhã seguinte, acordamos e minha mãe estava terminando de preparar um café da manhã delicioso pra todo mundo. Ela me deu bom dia, e logo depois minha tia chegou, me cumprimentou e foi falar com minha mãe, perguntando se precisava de ajuda com o café. Enquanto as duas arrumavam a mesa, em poucos minutos o Ricardinho apareceu com uma carinha de sono que fez todo mundo rir. Ele deu bom dia e um beijo em todo mundo e sentou na mesa. Enquanto tomávamos café, conversamos sobre como organizar os horários. Basicamente, minha mãe é professora de educação física e trabalha toda manhã dando aula em várias escolas de ensino médio, das 10h às 11h, e à tarde numa academia. Eu tô no último ano do ensino fundamental, então saio meio-dia e meia, já tô no final. Minha tia trabalha num consultório médico até as 14h, e meu primo começou a faculdade e vai à tarde, então ele ia ficar com a minha mãe de manhã, mas estudando no meu quarto, já que ele e a mãe dele dormem lá, enquanto eu durmo com minha mãe no quarto de casal, porque meu pai só chega no fim de semana. Meu primo já tem quase 20 anos. A gente pensaria que ele tá cheio de amigos e amigas, saindo pra festa todo ou quase todo dia. Nada disso, é o oposto total: ele é solitário, calado, muito tímido e meio na dele, super estudioso e aplicado, um verdadeiro filhinho da mamãe. Até o físico dele combina com o jeito dele. Baixinho e magrelo
feito um espaguete, sem um pingo de esporte no corpo, cabelo curto como se tivesse cortado com uma tigela e sempre penteado direitinho, um verdadeiro rato de biblioteca. Sinceramente, não me surpreendia que ele fosse assim, o coitado. O pai abandonou minha tia quando ela tava grávida, o sem-vergonha sumiu quando soube da gravidez e nunca mais viram nem ouviram falar dele. Isso foi um trauma danado na vida dela, se viu sozinha e grávida, e esse fato fez com que ela se dedicasse de corpo e alma ao filho e ao trabalho. Ela se agarrou tanto no Ricardinho que nunca mais tentou refazer a vida sentimental, sempre em cima do filho o tempo todo. Isso deixou eles super unidos e muito dependentes um do outro, ela uma mãe superprotetora e ele um menino sempre ligado nos conselhos da mãe.
Terminamos de tomar café e minha mãe me levou pra escola e de quebra deixou minha tia no trabalho. Mas enquanto a gente ia, minha mãe recebeu uma ligação no celular.
Mia – Alô, senhor diretor –
Mia – Ah, tá, tá bom –
Mia – Sim, até logo, obrigada por avisar –
Mia – Era o diretor, hoje tem greve, então não tem aula –
Eu fiquei iludido achando que ia rolar o mesmo comigo, mas quase sempre as greves de professores não são iguais pra todo mundo. Nesse caso, era greve dos professores do ensino médio, então aula normal.
Lucia – Ah, que bom, você vai poder descansar –
Mia – É, dar mais atenção pra visita – se referindo ao meu primo
LUCIA – Não, pelo Maty, não precisa se preocupar, ele vai passar a manhã –
Mia – Aaaaai, Luci, ele não é um militar, é seu filho, hahaha – bom, elas continuaram conversando até deixarmos minha tia no trabalho e depois me deixarem na escola.
Bom, no final minha mãe me deixou e foi rapidinho pra casa, cuidar do meu primo. Mas no fim a gente teve que sair mais cedo por causa de um vazamento de gás. Na escola ligaram pra minha mãe pra ela vir me buscar, mas ela não atendia e o celular dela tava dando desligado. Mas uma mãe de um Colega se ofereceu pra me levar em casa.
Quando cheguei em casa, ao abrir a porta, notei minha mãe subindo as escadas (já eram umas 10 da manhã) com uma bandeja, de costas pra mim, onde dava pra ver a bundinha dela, mesmo com o moletom cinza e um top, e dava pra perceber que ela levava um suco de laranja e biscoitinhos, que com certeza era pra agradar meu primo.
Ela não nota minha presença e sobe a escada. Olho pra mesa da sala e vejo sacolas de compras do supermercado (o que me fez pensar que ela tava fazendo compras quando a escola ligou pra ela me buscar). Bom, não liguei e fui pegar algo nas sacolas, e vejo um pacote de biscoitos (meus favoritos) e começo a comer, já que tava com fome.
Mia – Aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhh –
Maty – Ué, desculpa tia, desculpa!!! –
Ouço o grito da minha mãe vindo do segundo andar e fico paralisado, então me aproximo da escada e escuto de longe:
Maty – Por favor, tia, não conta pra minha mãe, por favor – com muita vergonha
Mia – Calma, não aconteceu nada, eu também via pornô na sua idade –
Pensei: "Caralho, pegou ele vendo, hahahaha", tava rindo por dentro, mas sinto a porta fechar e, curioso, subo e fico atrás dela pra ouvir o desfecho.
Mia – Calma, Ricardinho, calma, não fica assim, meu bem. Entendo que na sua idade é a coisa mais normal do mundo bater uma punheta. Todo mundo faz quando tá passando por essa fase, os hormônios enlouquecem e são incontroláveis. E, bom, às vezes você não tá com sua namorada e esse é o jeito de aliviar.
Maty – Desculpa, tia! Me perdoa. Vai pensar que sou um nojento.
Mia – Não, meu amor! Você não é um nojento! Já te falei que eu também vejo.
Maty – Sério, tia? Você gosta? E o tio sabe?
Mia – Sim, eu gosto pra caralho! E o tio adora que eu faça isso, quase sempre assistimos juntos. Viu? Não é tão nojento assim. Ver pornô é super comum, mas a maioria das pessoas nega por preconceito e assiste escondido. Tenho certeza que muitos veem. pornografia.
mia– cê quer? a gente pode ver pornô junto um pouco, assim os dois fica na mesma condição e ninguém conta nada pra ninguém.
maty– cê tem certeza, tia?
mia– claro, Ricardito! tenho certeza. abre o computador e a gente vê um pornozinho junto.
não dava pra acreditar no que eu tava ouvindo, minha mãe ia ver pornô com meu primo, devia ser pra ele não se sentir mal, enfim, fiquei escutando atrás da porta pra saber o que rolava, dava pra ouvir eles falando em inglês e depois gemidos. ficaram uma hora vendo pornô até que minha mãe fala:
mia– tira! Ricardito, cê quer? tira ela.
maty– posso, tia?
mia– pode, meu amor! tira! já que cê tá coçando ela toda apertada e desconfortável aí dentro. não vou me surpreender, não vai ser a primeira vez que a tia vê um pau. tira, meu bem! não se preocupa.
já era demais deixar ele bater uma na frente dela, eu naquela idade não entendia bem tudo que tava rolando.
mia– opa, olha que interessante o que cê tem aí.
maty– valeu, mas tô nervoso.
mia– hahahaha deixa eu te ajudar.
e começou a sair o áudio do vídeo, durou pouco, dava pra ver que era um daqueles vídeos de 5 ou 10 minutos.
mia– pronto, agora você sozinho, bota esse vídeozinho aqui pra te ajudar?
maty– sim, manda, tia.
e dava pra ouvir umas palavras em inglês e depois o famoso plaf plaf plaf plafaaaaaahhhhh aoaaaaphhhh oooooh my god aaaaaaaah por 10 minutos.
mia– opa, como é que custa pra sair, hein?
maty– é, desculpa.
mia– não tem que pedir desculpa, quer que eu ajudo de novo?
maty– sim, por favor.
mia– manda.
e parece um cuspe, e em uns minutos.
maty– que peitos, tia.
deviam ter botado outro pornô, com certeza, mas não se ouvia nada.
mia– bom, vamos andando que daqui a pouco tenho que buscar teu primo.
e já eram quase 11 horas e eu saio meio-dia.
mia– aaaaai, que dura essa aqui, neném – dava pra ver que ela tava fazendo força.
maty– aaaammmmmm, cê quer experimentar?
mia– não passa do limite.
maty– oooooooooooooooohhh mmmmmm, vai, se cê tá com vontade.
mia– aaaa, virou machão agora, vai ver, vai pra cama que Aqui quem manda sou eu.
Fico feliz que minha mãe tenha dado um fim no suposto assediador do meu primo.
Mia – shhhh vou fechar as cortinas –
E começa a tocar uma música suave tipo jazz, e dá pra ouvir meu primo elogiando uma bunda.
Maty – que cú!!!!! –
Mia – Que cock!!!! –
Já não aguentei mais e olhei pela fresta da porta, que dava bem na minha cama, onde eu durmo, encostada na parede, e bem de frente pra porta. Meu primo estava sentado nela, olhando pra frente, com a calça arriada até os tornozelos, igual a cueca, e com o pau duro apontando pro teto, comprido, cheio de veias, bem grosso e com a cabeça vermelha.
Minha mãe se aproxima de thong e peitos de fora, coloca um travesseiro e se ajoelha na frente dele. Começa a beijar a cabeça do pênis com beijinhos, até passar a língua por toda a glande, depois pelo tronco e até as bolas.
Ela pega com a mão direita e começa a chupar o pau inteiro, passando a língua por tudo, e com a mão esquerda nas bolas, levanta pra chupar de novo, com a glande rodando dentro da boca dela igual um pirulito gigante.
Maty – aaaaaaaaaaaaaaaahhhh mmmmmmm siiiiiii tiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaa –
Mia – cê gosta do meu love? –
Maty – sim tia, adoro aaaaaaaaaaa –
Então ela enfia o pau até a garganta, começando a subir e descer de um jeito incrivelmente rápido.
Mia – aaaaaagggggggglglglglglgglululululuglupglupglup
Maty – AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHOOOO
Continuou por um bom tempo até fazer um boobs fuck com os peitos dela, depois colocou na cara dela pra ele chupar.
E aí o Maty chupa igual um louco, mordendo e saboreando os mamilos dela como um desesperado.
Maty – mmmmmmmmuauuauauauuccckkk que peitos gostosos, tia –
Mia – aaaaahhh aaaaaaaaaaaay mais devagar, Maty!!!! –
Eu não podia acreditar no que via. Saí correndo pra rua e fiquei uns minutos na esquina até que me veio a ideia de voltar e tocar a campainha pra interromper a festinha deles.
Fiz isso, mas quando toquei a campainha, não funcionou, então eu... Me preparei pra entrar e gritar o famoso ¡¡¡¡¡cheguei mamãe!!!!!! Aí abri a porta, mas quando ia gritar, escuto a mamãe fazendo isso, então subo as escadas, vejo que a porta do meu quarto tá aberta, mas não tem ninguém. Quando entro, escuto ela gritar de novo, mas na verdade era um gemido. Olho pra trás e o quarto dela tava aberto, já que os dois são de frente, e vejo eles deitados na cama. Então me viro de lado e enfio a cabeça pra ver, já que eles não perceberam minha presença.
Vejo que minha mãe tá do lado esquerdo da cama, de lado, dando a bunda dela pro meu primo, que tava do lado dela enfiando o pau na buceta dela, que entrava perfeito porque tava sendo guiado pela mão direita da minha mãe, com a perna direita pendurada no ar e segura pelo braço do sobrinho dela, enquanto o braço esquerdo dele passava por baixo do corpo dela, massageando um peito dela.
Mia – aaaaaaaa aaaaaaaaaaaaayyyaaaaaaaaaayyyy –
E dava pra ouvir o plaf plaf plaf da bombada da penetração.
Já com o pau enfiado na buceta da minha mãe, não precisava mais ser guiado por ela, porque tava metade pra dentro e com o movimento pélvico da própria entrada, ela se sacudia bem gostoso. Minha mãe, com a mão livre, passava a língua e depois levava pra buceta dela pra umedecer mais ainda.
Mia – aaaaahhh mmmmmm ssssssiiiiiii dale meu amor dale meu amor –
E ela ajudava se mexendo também, fazendo a cama de casal que dividia com o marido chiar e gemer, e agora tava fazendo isso com o filho da irmã do marido dela na maior putaria. Ela colocou a mão na bunda dele e ajudava a empurrar o corpo dele pra um movimento pélvico violento dos dois.
Maty – toma tia tomaaaaaaaaaaaaaaaaa –
Mia – ooooooohhhh aaaaaggggaaaooooohhhh, sim meu anjo siiiiiiiii –
Depois se soltaram e ela ficou de bruços, com a bunda empinada.
Mia – fazemos o que a gente viu no filme agora? –
Maty – siiiiiiiiiiiiiiiiiiiii – com os olhos brilhando e todo empolgado. Sepone atrás dela, o joelho direito coloca no colchão e a perna esquerda dobrada com o pé na cama, e aponta a pica de novo pra buceta da tia dela e começa a meter, depois apoia as duas mãos na cintura dela, mas a mãe leva as mãos pra trás, e ele com uma mão prende elas como se fossem algemas, tipo a polícia levando ela, e começa a bombar.
Mia– aaaaa ooooooooooooooh yeaaaaaaaaaaaaaaaa-
Maty– igual ao filme hahahaha aaaaaaaoooohhhh-
Ela solta as mãos pra apoiar na cama e começa a fazer movimentos circulares com a bunda e plaf plaf plaf, era mais forte ainda. De novo, ele lubrifica a pussy, mas com os dedos ele abre mais pra pica jovem entrar melhor ainda.
Mia– assaaaaaaaaaaaaaaaaahhhh aaaaaaaaaaaaaaaahhhhh oooohhhhhhh
Maty aproveitava pra dar tapas naqueles peitos tão durinhos da tia dele.
Mia– aaaaaaaaaaaaaaaaaaa sim, vai vai vai, me dá maaaaaaaaaaaaaaaisss –
E assim seguiu por um bom tempo até que ele disse que ia gozar.
Mia– para, neném, para – e se desgruda dele.
Mia– olha, deita –
Maty– fala –
E ele fica de barriga pra cima, aí minha mãe chupa a pica dele de novo até tirar da boca e começa a masturbar ele, produzindo uma cachoeira branca. Ela deixa a língua pra fora pra receber o gosto do leite do sobrinho. Ele tava curtindo o gozo olhando pro teto, e eu aproveitei sem ser visto e desci.
Daí a pouco minha mãe desce arrumando a roupa e me vê, surpresa.
Mia– o que você tá fazendo aqui? –
Eu– ehhhh, não, a gente teve que sair mais cedo por um problema na escola e a mãe do Mauri me trouxe –
Mia– mas você acabou de chegar? –
Eu– é, sim, mãe, agora agora –
Mia– ah, que bom – e suspira aliviada.
Eu– bom, por quê? –
Mia– bom que trouxeram, digo –
Eu– aaaaaaaaaah, sim –
E ela vai pro banheiro e sai com um monte de papel higiênico pra cima, desce de novo e me fala que tinha uma mancha ou sei lá o quê.
Na hora, meu primo desce e toca na minha cabeça como se eu fosse um cachorro, minha mãe fica Fazer uns bifes à milanesa e meu primo arruma a mercadoria.
Aproveito pra ir no banheiro e bater uma punheta daquelas, meu primo tava muito atento com a mãe e aproveitava pra passar a mão na cintura e nas pernas dela enquanto almoçávamos. Daqui a pouco chega a mãe dele, ou seja, minha tia, e come a parte que minha mãe deixou, e elas ficam batendo papo enquanto eu e meu primo jogávamos no playstation.
Num momento vejo que Maty se vira e manda um beijo pra minha mãe, e ela responde passando a língua nos lábios sem a Lucy perceber. Não dava pra acreditar. Meu primo depois de um tempo vai estudar e minha mãe aproveita pra ir tomar banho enquanto eu via TV e minha tia ia tirar um cochilo.
Não sei por que, mas deu vontade de ir espiar minha mãe, mas não fiz, já era demais.
Mia– aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh mmmmm-
Mas por que ela gemia, se não tava dando pra ninguém? Claro, ela tava se masturbando, parece que não matou toda a sede depois de dar pro sobrinho. Eu continuei batendo uma ali do meu lugar.
Não sei como isso vai continuar, mas tenho certeza que vai ser ainda mais pesado do que vi.
Continua…
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
Mãe – Oi, Lu! Tudo bem? E vocês?
Mãe – Sim, Lu! No que a gente pode ajudar?
Mãe – Nem pergunta, Lu! Não dá pra viver naquele apartamento sem água, e quando os pedreiros começarem a trabalhar vai ser um caos. Prepara tudo que vocês precisam, você e o Ricardinho, pra virem pra cá. Falo com o Alberto e, quando terminar de jantar, a gente vai de carro buscar vocês. Vocês ficam aqui com a gente o tempo que for necessário. Tá bom pra você?
Mãe – Não se preocupa, daqui a pouquinho a gente passa aí! Beijinho! Laquede olhando e me conta que a irmã do meu pai, junto com o filho dela, Ricardo, vinham passar uns dias em casa porque estavam reformando o apartamento deles, onde um cano estourou ou algo assim.
Então fomos buscar minha tia e meu primo de carro. Quando chegamos, tocamos a campainha, nos abriram pra gente subir, nos cumprimentamos e minha tia agradeceu de novo pelo favor. Pegamos duas malas e uma bolsa, minha tia deixou as chaves do apartamento com o zelador do prédio e voltamos pra casa. Quando chegamos, eles se instalaram rapidinho e fomos todos dormir, porque estavam exaustos da noite anterior.
Na manhã seguinte, acordamos e minha mãe estava terminando de preparar um café da manhã delicioso pra todo mundo. Ela me deu bom dia, e logo depois minha tia chegou, me cumprimentou e foi falar com minha mãe, perguntando se precisava de ajuda com o café. Enquanto as duas arrumavam a mesa, em poucos minutos o Ricardinho apareceu com uma carinha de sono que fez todo mundo rir. Ele deu bom dia e um beijo em todo mundo e sentou na mesa. Enquanto tomávamos café, conversamos sobre como organizar os horários. Basicamente, minha mãe é professora de educação física e trabalha toda manhã dando aula em várias escolas de ensino médio, das 10h às 11h, e à tarde numa academia. Eu tô no último ano do ensino fundamental, então saio meio-dia e meia, já tô no final. Minha tia trabalha num consultório médico até as 14h, e meu primo começou a faculdade e vai à tarde, então ele ia ficar com a minha mãe de manhã, mas estudando no meu quarto, já que ele e a mãe dele dormem lá, enquanto eu durmo com minha mãe no quarto de casal, porque meu pai só chega no fim de semana. Meu primo já tem quase 20 anos. A gente pensaria que ele tá cheio de amigos e amigas, saindo pra festa todo ou quase todo dia. Nada disso, é o oposto total: ele é solitário, calado, muito tímido e meio na dele, super estudioso e aplicado, um verdadeiro filhinho da mamãe. Até o físico dele combina com o jeito dele. Baixinho e magrelo
feito um espaguete, sem um pingo de esporte no corpo, cabelo curto como se tivesse cortado com uma tigela e sempre penteado direitinho, um verdadeiro rato de biblioteca. Sinceramente, não me surpreendia que ele fosse assim, o coitado. O pai abandonou minha tia quando ela tava grávida, o sem-vergonha sumiu quando soube da gravidez e nunca mais viram nem ouviram falar dele. Isso foi um trauma danado na vida dela, se viu sozinha e grávida, e esse fato fez com que ela se dedicasse de corpo e alma ao filho e ao trabalho. Ela se agarrou tanto no Ricardinho que nunca mais tentou refazer a vida sentimental, sempre em cima do filho o tempo todo. Isso deixou eles super unidos e muito dependentes um do outro, ela uma mãe superprotetora e ele um menino sempre ligado nos conselhos da mãe.
Terminamos de tomar café e minha mãe me levou pra escola e de quebra deixou minha tia no trabalho. Mas enquanto a gente ia, minha mãe recebeu uma ligação no celular.
Mia – Alô, senhor diretor –
Mia – Ah, tá, tá bom –
Mia – Sim, até logo, obrigada por avisar –
Mia – Era o diretor, hoje tem greve, então não tem aula –
Eu fiquei iludido achando que ia rolar o mesmo comigo, mas quase sempre as greves de professores não são iguais pra todo mundo. Nesse caso, era greve dos professores do ensino médio, então aula normal.
Lucia – Ah, que bom, você vai poder descansar –
Mia – É, dar mais atenção pra visita – se referindo ao meu primo
LUCIA – Não, pelo Maty, não precisa se preocupar, ele vai passar a manhã –
Mia – Aaaaai, Luci, ele não é um militar, é seu filho, hahaha – bom, elas continuaram conversando até deixarmos minha tia no trabalho e depois me deixarem na escola.
Bom, no final minha mãe me deixou e foi rapidinho pra casa, cuidar do meu primo. Mas no fim a gente teve que sair mais cedo por causa de um vazamento de gás. Na escola ligaram pra minha mãe pra ela vir me buscar, mas ela não atendia e o celular dela tava dando desligado. Mas uma mãe de um Colega se ofereceu pra me levar em casa.
Quando cheguei em casa, ao abrir a porta, notei minha mãe subindo as escadas (já eram umas 10 da manhã) com uma bandeja, de costas pra mim, onde dava pra ver a bundinha dela, mesmo com o moletom cinza e um top, e dava pra perceber que ela levava um suco de laranja e biscoitinhos, que com certeza era pra agradar meu primo.
Ela não nota minha presença e sobe a escada. Olho pra mesa da sala e vejo sacolas de compras do supermercado (o que me fez pensar que ela tava fazendo compras quando a escola ligou pra ela me buscar). Bom, não liguei e fui pegar algo nas sacolas, e vejo um pacote de biscoitos (meus favoritos) e começo a comer, já que tava com fome.
Mia – Aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhh –
Maty – Ué, desculpa tia, desculpa!!! –
Ouço o grito da minha mãe vindo do segundo andar e fico paralisado, então me aproximo da escada e escuto de longe:
Maty – Por favor, tia, não conta pra minha mãe, por favor – com muita vergonha
Mia – Calma, não aconteceu nada, eu também via pornô na sua idade –
Pensei: "Caralho, pegou ele vendo, hahahaha", tava rindo por dentro, mas sinto a porta fechar e, curioso, subo e fico atrás dela pra ouvir o desfecho.
Mia – Calma, Ricardinho, calma, não fica assim, meu bem. Entendo que na sua idade é a coisa mais normal do mundo bater uma punheta. Todo mundo faz quando tá passando por essa fase, os hormônios enlouquecem e são incontroláveis. E, bom, às vezes você não tá com sua namorada e esse é o jeito de aliviar.
Maty – Desculpa, tia! Me perdoa. Vai pensar que sou um nojento.
Mia – Não, meu amor! Você não é um nojento! Já te falei que eu também vejo.
Maty – Sério, tia? Você gosta? E o tio sabe?
Mia – Sim, eu gosto pra caralho! E o tio adora que eu faça isso, quase sempre assistimos juntos. Viu? Não é tão nojento assim. Ver pornô é super comum, mas a maioria das pessoas nega por preconceito e assiste escondido. Tenho certeza que muitos veem. pornografia.
mia– cê quer? a gente pode ver pornô junto um pouco, assim os dois fica na mesma condição e ninguém conta nada pra ninguém.
maty– cê tem certeza, tia?
mia– claro, Ricardito! tenho certeza. abre o computador e a gente vê um pornozinho junto.
não dava pra acreditar no que eu tava ouvindo, minha mãe ia ver pornô com meu primo, devia ser pra ele não se sentir mal, enfim, fiquei escutando atrás da porta pra saber o que rolava, dava pra ouvir eles falando em inglês e depois gemidos. ficaram uma hora vendo pornô até que minha mãe fala:
mia– tira! Ricardito, cê quer? tira ela.
maty– posso, tia?
mia– pode, meu amor! tira! já que cê tá coçando ela toda apertada e desconfortável aí dentro. não vou me surpreender, não vai ser a primeira vez que a tia vê um pau. tira, meu bem! não se preocupa.
já era demais deixar ele bater uma na frente dela, eu naquela idade não entendia bem tudo que tava rolando.
mia– opa, olha que interessante o que cê tem aí.
maty– valeu, mas tô nervoso.
mia– hahahaha deixa eu te ajudar.
e começou a sair o áudio do vídeo, durou pouco, dava pra ver que era um daqueles vídeos de 5 ou 10 minutos.
mia– pronto, agora você sozinho, bota esse vídeozinho aqui pra te ajudar?
maty– sim, manda, tia.
e dava pra ouvir umas palavras em inglês e depois o famoso plaf plaf plaf plafaaaaaahhhhh aoaaaaphhhh oooooh my god aaaaaaaah por 10 minutos.
mia– opa, como é que custa pra sair, hein?
maty– é, desculpa.
mia– não tem que pedir desculpa, quer que eu ajudo de novo?
maty– sim, por favor.
mia– manda.
e parece um cuspe, e em uns minutos.
maty– que peitos, tia.
deviam ter botado outro pornô, com certeza, mas não se ouvia nada.
mia– bom, vamos andando que daqui a pouco tenho que buscar teu primo.
e já eram quase 11 horas e eu saio meio-dia.
mia– aaaaai, que dura essa aqui, neném – dava pra ver que ela tava fazendo força.
maty– aaaammmmmm, cê quer experimentar?
mia– não passa do limite.
maty– oooooooooooooooohhh mmmmmm, vai, se cê tá com vontade.
mia– aaaa, virou machão agora, vai ver, vai pra cama que Aqui quem manda sou eu.
Fico feliz que minha mãe tenha dado um fim no suposto assediador do meu primo.
Mia – shhhh vou fechar as cortinas –
E começa a tocar uma música suave tipo jazz, e dá pra ouvir meu primo elogiando uma bunda.
Maty – que cú!!!!! –
Mia – Que cock!!!! –
Já não aguentei mais e olhei pela fresta da porta, que dava bem na minha cama, onde eu durmo, encostada na parede, e bem de frente pra porta. Meu primo estava sentado nela, olhando pra frente, com a calça arriada até os tornozelos, igual a cueca, e com o pau duro apontando pro teto, comprido, cheio de veias, bem grosso e com a cabeça vermelha.
Minha mãe se aproxima de thong e peitos de fora, coloca um travesseiro e se ajoelha na frente dele. Começa a beijar a cabeça do pênis com beijinhos, até passar a língua por toda a glande, depois pelo tronco e até as bolas.
Ela pega com a mão direita e começa a chupar o pau inteiro, passando a língua por tudo, e com a mão esquerda nas bolas, levanta pra chupar de novo, com a glande rodando dentro da boca dela igual um pirulito gigante.
Maty – aaaaaaaaaaaaaaaahhhh mmmmmmm siiiiiii tiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaa –
Mia – cê gosta do meu love? –
Maty – sim tia, adoro aaaaaaaaaaa –
Então ela enfia o pau até a garganta, começando a subir e descer de um jeito incrivelmente rápido.
Mia – aaaaaagggggggglglglglglgglululululuglupglupglup
Maty – AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHOOOO
Continuou por um bom tempo até fazer um boobs fuck com os peitos dela, depois colocou na cara dela pra ele chupar.
E aí o Maty chupa igual um louco, mordendo e saboreando os mamilos dela como um desesperado.
Maty – mmmmmmmmuauuauauauuccckkk que peitos gostosos, tia –
Mia – aaaaahhh aaaaaaaaaaaay mais devagar, Maty!!!! –
Eu não podia acreditar no que via. Saí correndo pra rua e fiquei uns minutos na esquina até que me veio a ideia de voltar e tocar a campainha pra interromper a festinha deles.
Fiz isso, mas quando toquei a campainha, não funcionou, então eu... Me preparei pra entrar e gritar o famoso ¡¡¡¡¡cheguei mamãe!!!!!! Aí abri a porta, mas quando ia gritar, escuto a mamãe fazendo isso, então subo as escadas, vejo que a porta do meu quarto tá aberta, mas não tem ninguém. Quando entro, escuto ela gritar de novo, mas na verdade era um gemido. Olho pra trás e o quarto dela tava aberto, já que os dois são de frente, e vejo eles deitados na cama. Então me viro de lado e enfio a cabeça pra ver, já que eles não perceberam minha presença.
Vejo que minha mãe tá do lado esquerdo da cama, de lado, dando a bunda dela pro meu primo, que tava do lado dela enfiando o pau na buceta dela, que entrava perfeito porque tava sendo guiado pela mão direita da minha mãe, com a perna direita pendurada no ar e segura pelo braço do sobrinho dela, enquanto o braço esquerdo dele passava por baixo do corpo dela, massageando um peito dela.
Mia – aaaaaaaa aaaaaaaaaaaaayyyaaaaaaaaaayyyy –
E dava pra ouvir o plaf plaf plaf da bombada da penetração.
Já com o pau enfiado na buceta da minha mãe, não precisava mais ser guiado por ela, porque tava metade pra dentro e com o movimento pélvico da própria entrada, ela se sacudia bem gostoso. Minha mãe, com a mão livre, passava a língua e depois levava pra buceta dela pra umedecer mais ainda.
Mia – aaaaahhh mmmmmm ssssssiiiiiii dale meu amor dale meu amor –
E ela ajudava se mexendo também, fazendo a cama de casal que dividia com o marido chiar e gemer, e agora tava fazendo isso com o filho da irmã do marido dela na maior putaria. Ela colocou a mão na bunda dele e ajudava a empurrar o corpo dele pra um movimento pélvico violento dos dois.
Maty – toma tia tomaaaaaaaaaaaaaaaaa –
Mia – ooooooohhhh aaaaaggggaaaooooohhhh, sim meu anjo siiiiiiiii –
Depois se soltaram e ela ficou de bruços, com a bunda empinada.
Mia – fazemos o que a gente viu no filme agora? –
Maty – siiiiiiiiiiiiiiiiiiiii – com os olhos brilhando e todo empolgado. Sepone atrás dela, o joelho direito coloca no colchão e a perna esquerda dobrada com o pé na cama, e aponta a pica de novo pra buceta da tia dela e começa a meter, depois apoia as duas mãos na cintura dela, mas a mãe leva as mãos pra trás, e ele com uma mão prende elas como se fossem algemas, tipo a polícia levando ela, e começa a bombar.
Mia– aaaaa ooooooooooooooh yeaaaaaaaaaaaaaaaa-
Maty– igual ao filme hahahaha aaaaaaaoooohhhh-
Ela solta as mãos pra apoiar na cama e começa a fazer movimentos circulares com a bunda e plaf plaf plaf, era mais forte ainda. De novo, ele lubrifica a pussy, mas com os dedos ele abre mais pra pica jovem entrar melhor ainda.
Mia– assaaaaaaaaaaaaaaaaahhhh aaaaaaaaaaaaaaaahhhhh oooohhhhhhh
Maty aproveitava pra dar tapas naqueles peitos tão durinhos da tia dele.
Mia– aaaaaaaaaaaaaaaaaaa sim, vai vai vai, me dá maaaaaaaaaaaaaaaisss –
E assim seguiu por um bom tempo até que ele disse que ia gozar.
Mia– para, neném, para – e se desgruda dele.
Mia– olha, deita –
Maty– fala –
E ele fica de barriga pra cima, aí minha mãe chupa a pica dele de novo até tirar da boca e começa a masturbar ele, produzindo uma cachoeira branca. Ela deixa a língua pra fora pra receber o gosto do leite do sobrinho. Ele tava curtindo o gozo olhando pro teto, e eu aproveitei sem ser visto e desci.
Daí a pouco minha mãe desce arrumando a roupa e me vê, surpresa.
Mia– o que você tá fazendo aqui? –
Eu– ehhhh, não, a gente teve que sair mais cedo por um problema na escola e a mãe do Mauri me trouxe –
Mia– mas você acabou de chegar? –
Eu– é, sim, mãe, agora agora –
Mia– ah, que bom – e suspira aliviada.
Eu– bom, por quê? –
Mia– bom que trouxeram, digo –
Eu– aaaaaaaaaah, sim –
E ela vai pro banheiro e sai com um monte de papel higiênico pra cima, desce de novo e me fala que tinha uma mancha ou sei lá o quê.
Na hora, meu primo desce e toca na minha cabeça como se eu fosse um cachorro, minha mãe fica Fazer uns bifes à milanesa e meu primo arruma a mercadoria.
Aproveito pra ir no banheiro e bater uma punheta daquelas, meu primo tava muito atento com a mãe e aproveitava pra passar a mão na cintura e nas pernas dela enquanto almoçávamos. Daqui a pouco chega a mãe dele, ou seja, minha tia, e come a parte que minha mãe deixou, e elas ficam batendo papo enquanto eu e meu primo jogávamos no playstation.
Num momento vejo que Maty se vira e manda um beijo pra minha mãe, e ela responde passando a língua nos lábios sem a Lucy perceber. Não dava pra acreditar. Meu primo depois de um tempo vai estudar e minha mãe aproveita pra ir tomar banho enquanto eu via TV e minha tia ia tirar um cochilo.
Não sei por que, mas deu vontade de ir espiar minha mãe, mas não fiz, já era demais.
Mia– aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh mmmmm-
Mas por que ela gemia, se não tava dando pra ninguém? Claro, ela tava se masturbando, parece que não matou toda a sede depois de dar pro sobrinho. Eu continuei batendo uma ali do meu lugar.
Não sei como isso vai continuar, mas tenho certeza que vai ser ainda mais pesado do que vi.
Continua…
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
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