O Roubo (história real)
Há algumas semanas, me encontrei com um amigo, e por causa da história sobre a "fantasia" (A História da Minha Fantasia com a Mamãe), ele me confessou algo que aconteceu com ele há muito tempo. Ele conta que na época tinha 7 anos, e que a mãe dele era solteira. Um dia qualquer, quando ele estava jogando no videogame, a mãe dele aparece acompanhada de um homem, claramente mais novo que ela, uns 22 ou 23 anos. Eles se cumprimentam... tudo normal, até que em certo momento eles vão embora e meu amigo não dá mais importância, ele pensa: "Quem será aquele cara?!" Mas aí a coisa parou por ali. Ele continua jogando por mais um tempo, e dá vontade de ir ao banheiro. Para entender a história, tem que imaginar um corredor comprido, onde o banheiro é o segundo cômodo à esquerda, o primeiro é o quarto do meu amigo, e o que fica na frente deste é o da mãe dele. Enquanto ele ia para o banheiro, ouviu uns "batidas" bem suaves, só conseguiu ouvir porque estava tudo em completo silêncio. Com a curiosidade que sempre teve, ele imediatamente começou a investigar de onde vinha aquele som tão estranho. No final, percebeu que era no próprio quarto dele. A porta estava fechada, mas a luz lá dentro estava acesa. Ele abriu a porta o suficiente para ver uma sombra, e ainda conta que nessa hora o coração dele disparou pra caralho, porque ele conseguiu ver uma mão estendida, como quando você dá um tapa com a mão aberta, e ouviu o som da batida. Meu amigo estava nervoso pra cacete, achando que era uma briga, não sabia o que fazer, e abriu a porta completamente, sendo o mais silencioso possível. E o que ele viu, ele nunca conseguiu esquecer. Ele lembra detalhadamente que a primeira coisa que viu foram uns pés em cima da cama dele, o que indicava que tinha uma pessoa deitada, e em cima dela tinha uma bunda quicando contra o quadril do sujeito. Obviamente, era a mãe dele. Ele entendeu isso não só porque era a outra pessoa que tinha no quarto, mas sim nos pulos. Num desses, ela olha pra cima e começa a gemer. Ele lembra de ver a buceta da mãe dele, o cabelo loiro dela, e como, de vez em quando, dava pra ver o pau daquele homem sendo engolido pela buceta da mãe dele, e a bunda dela, com uma marca vermelha em forma de mão, quicando. Ele lembra que naquela hora ficou paralisado, com uma tristeza/vergonha na garganta que não conseguia engolir. Tentou falar alguma coisa, mas não saiu palavra, só um barulho estranho. Mas eles ouviram. A mãe dele, ao vê-lo, imediatamente tentou se levantar... (meu amigo viu como ela tirou o pau da buceta dela) e, correndo, se jogou em cima dele e tentou abraçá-lo, sem dizer uma palavra. E aquele homem, em total silêncio, só foi pegar as calças e se mandou. Meu amigo estava nos braços da mãe dele, jogado no chão, quase chorando, enquanto ela, ainda completamente nua, o abraçava. Ele conta como a cabeça dele ficou entre os peitos dela. Ficaram assim por uns minutos, até que ele pede pra sentar. A mãe dele fica na frente dele e começa a falar. Ele já não lembra o que ela disse. Olhava pro chão. Só sabe que a buceta dela parecia meio inchada e não tinha pelo. Quando levantou a vista, a mãe dele continuava falando e colocou a mão no ombro dele, mas ele não ligou. O olhar dele estava fixo nos peitos dela. Quando finalmente conseguiu levantar a vista, deixando de lado a vergonha profunda que sentia, percebeu que a mãe dele estava maquiada, tinha lábios vermelhos que, combinados com os olhos azuis, faziam ela parecer uma deusa. Mas também viu que da boca dela escorria uma linha de um líquido branco. Ele estava totalmente envergonhado, não sabia como se sentir naquela hora, nem o que fazer. Ela continuou falando com ele por um tempo e se levantou pra se vestir. Virou-se pra pegar a roupa. Ele ficou olhando fixamente pra ela e viu aqueles lábios carnudos da buceta por onde ele um dia saiu. A mãe dele se abaixou pra pegar os sapatos e, aí, ele teve uma visão muito mais clara dela. O cu e a buceta dela ainda estavam abertos, com aquele mesmo líquido branco escorrendo de dentro. Ele olhou pro outro lado e ela saiu daquele quarto. Por causa disso, ele me confessou que o que eu sinto pela minha mãe, ele sente pela dele, e que naquela noite ele teve um "pesadelo" onde acorda e vê a mãe dele com aquele cara, e vê como a mãe dele, apoiada na parede, é comida no cu por aquele homem. Naquele dia, roubaram a inocência dele. Tô interessado em saber o que vocês acham. Essa não é a única história que ele me contou, mas não sei se é uma boa ideia contar a segunda.
Há algumas semanas, me encontrei com um amigo, e por causa da história sobre a "fantasia" (A História da Minha Fantasia com a Mamãe), ele me confessou algo que aconteceu com ele há muito tempo. Ele conta que na época tinha 7 anos, e que a mãe dele era solteira. Um dia qualquer, quando ele estava jogando no videogame, a mãe dele aparece acompanhada de um homem, claramente mais novo que ela, uns 22 ou 23 anos. Eles se cumprimentam... tudo normal, até que em certo momento eles vão embora e meu amigo não dá mais importância, ele pensa: "Quem será aquele cara?!" Mas aí a coisa parou por ali. Ele continua jogando por mais um tempo, e dá vontade de ir ao banheiro. Para entender a história, tem que imaginar um corredor comprido, onde o banheiro é o segundo cômodo à esquerda, o primeiro é o quarto do meu amigo, e o que fica na frente deste é o da mãe dele. Enquanto ele ia para o banheiro, ouviu uns "batidas" bem suaves, só conseguiu ouvir porque estava tudo em completo silêncio. Com a curiosidade que sempre teve, ele imediatamente começou a investigar de onde vinha aquele som tão estranho. No final, percebeu que era no próprio quarto dele. A porta estava fechada, mas a luz lá dentro estava acesa. Ele abriu a porta o suficiente para ver uma sombra, e ainda conta que nessa hora o coração dele disparou pra caralho, porque ele conseguiu ver uma mão estendida, como quando você dá um tapa com a mão aberta, e ouviu o som da batida. Meu amigo estava nervoso pra cacete, achando que era uma briga, não sabia o que fazer, e abriu a porta completamente, sendo o mais silencioso possível. E o que ele viu, ele nunca conseguiu esquecer. Ele lembra detalhadamente que a primeira coisa que viu foram uns pés em cima da cama dele, o que indicava que tinha uma pessoa deitada, e em cima dela tinha uma bunda quicando contra o quadril do sujeito. Obviamente, era a mãe dele. Ele entendeu isso não só porque era a outra pessoa que tinha no quarto, mas sim nos pulos. Num desses, ela olha pra cima e começa a gemer. Ele lembra de ver a buceta da mãe dele, o cabelo loiro dela, e como, de vez em quando, dava pra ver o pau daquele homem sendo engolido pela buceta da mãe dele, e a bunda dela, com uma marca vermelha em forma de mão, quicando. Ele lembra que naquela hora ficou paralisado, com uma tristeza/vergonha na garganta que não conseguia engolir. Tentou falar alguma coisa, mas não saiu palavra, só um barulho estranho. Mas eles ouviram. A mãe dele, ao vê-lo, imediatamente tentou se levantar... (meu amigo viu como ela tirou o pau da buceta dela) e, correndo, se jogou em cima dele e tentou abraçá-lo, sem dizer uma palavra. E aquele homem, em total silêncio, só foi pegar as calças e se mandou. Meu amigo estava nos braços da mãe dele, jogado no chão, quase chorando, enquanto ela, ainda completamente nua, o abraçava. Ele conta como a cabeça dele ficou entre os peitos dela. Ficaram assim por uns minutos, até que ele pede pra sentar. A mãe dele fica na frente dele e começa a falar. Ele já não lembra o que ela disse. Olhava pro chão. Só sabe que a buceta dela parecia meio inchada e não tinha pelo. Quando levantou a vista, a mãe dele continuava falando e colocou a mão no ombro dele, mas ele não ligou. O olhar dele estava fixo nos peitos dela. Quando finalmente conseguiu levantar a vista, deixando de lado a vergonha profunda que sentia, percebeu que a mãe dele estava maquiada, tinha lábios vermelhos que, combinados com os olhos azuis, faziam ela parecer uma deusa. Mas também viu que da boca dela escorria uma linha de um líquido branco. Ele estava totalmente envergonhado, não sabia como se sentir naquela hora, nem o que fazer. Ela continuou falando com ele por um tempo e se levantou pra se vestir. Virou-se pra pegar a roupa. Ele ficou olhando fixamente pra ela e viu aqueles lábios carnudos da buceta por onde ele um dia saiu. A mãe dele se abaixou pra pegar os sapatos e, aí, ele teve uma visão muito mais clara dela. O cu e a buceta dela ainda estavam abertos, com aquele mesmo líquido branco escorrendo de dentro. Ele olhou pro outro lado e ela saiu daquele quarto. Por causa disso, ele me confessou que o que eu sinto pela minha mãe, ele sente pela dele, e que naquela noite ele teve um "pesadelo" onde acorda e vê a mãe dele com aquele cara, e vê como a mãe dele, apoiada na parede, é comida no cu por aquele homem. Naquele dia, roubaram a inocência dele. Tô interessado em saber o que vocês acham. Essa não é a única história que ele me contou, mas não sei se é uma boa ideia contar a segunda.
1 comentários - El Robo (historia real)