
Conto totalmente fictício, mas tomara que tivesse rolado comigo. Imagens meramente ilustrativas.


Começa a história. A esposa do meu pai me ligou uns dias atrás pra me convidar pra passar uns dias com eles na casa deles em Cutie Clavero, em Córdoba. Aceitei o convite de boa vontade e falei que na sexta-feira seguinte estaria lá com eles. Quando cheguei, os dois estavam no terminal. Notei que estavam mais velhos, mas cheios de energia, especialmente ela, de nome Diana, uma mulher morena de 70 anos, corpo majestoso, peitão grande e rabo firme pra idade dela. Meu pai, magro como sempre, mas com atitude. Me abraçou e beijou como sempre fez a vida toda. Ela me segurou pelos braços, me olhou de cima a baixo e disse: "Como cê tá, guri?" E me deu um abraço tão apertado que os peitos dela ocuparam minha cara toda.


E as mãos dela na linha divisória entre meu quadril e minha bunda, e a outra mão ficou apertada a milímetros da minha pica, que começou a enlouquecer com aquele abraço quente, mas acho que foi sem querer, o abraço que a Diana me deu. "Neném, você está muito gostoso", ela disse. "Me lembra seu pai nos primeiros tempos de casados. Lembra, love?", perguntou pro papai. "Sim, preciosa", respondeu ele. "Filho de tigre", completou o papai. Ela, rindo, adicionou com malícia: "Se você vier igual seu pai... Deus, uma delícia". E a mão dela foi parar na pica do papai, acariciando ela. "Um carinho pro meu grande love. Não se assuste, neném, é assim que a gente é", sem soltar a pica do papai. Finalmente chegamos na casa dela, ela me mostrou qual seria meu quarto. Papai disse que ia sair pra fazer um trampinho, a gente se despediu dele. "Vou tomar um banho, se quiser, pode tomar depois, Carlos", ela me disse.


Pego uma das minhas mãos e coloco no peito esquerdo dela. "Toca, sente", ela disse, e começou a acariciar meu pau, apertando ele. "Hmm, você tem ele grande igual seu pai, mas deixa eu ver, já que por minha culpa você está assim." Abriu minha calça, tirou ele pra fora e, com a mão, começou devagar a me punhetar e acariciar minhas bolas. "Sim, sim, lindo pau." Assim, na lata, meteu na boca dela e, com muita habilidade, chupou, mordeu, lambeu, tocou com as mãos o pau inteiro. Num momento, soltou ele, mas com a boca dela tomou conta da cabeça e começou a chupar, apertar a cabeça de um jeito que senti que ia gozar. Ela parou. "Não quero que você goze ainda." Tirou a toalha, mostrando o corpo dela: peitos enormes como melancia e uma buceta raspada, apertada, de lábios carnudos. Agarrou com força meu pau, aproximou ele do buraco dela e esfregou ele todo com a cabeça. Os dois loucos de prazer, ela começou a falar comigo, dizer que queria meu pau dentro dela e, quando me distraí, senti o fogo da buceta dela — meu pau inteiro dentro dela. Ela cavalgando em mim como possessa, se mexendo pra todo lado. "Goza, goza, puto, goza todo o seu leite dentro da minha buceta." Foi assim, não aguentei mais e explodi todo o meu leite dentro dela. "Sim, sim!" Tirei ele dela, agarrei e chupei até não sobrar nada no meu pau.


Mmm, você gostou de mim? Eu disse que sim, ela pediu discrição e que eu ajudasse com o aquecedor. Coloquei a cueca, ela vestiu a toalha. Dava pra ver como meu gozo escorria da buceta dela. "Porra, garoto, como você gozou", e fomos pra cozinha resolver o negócio do aquecedor. Bem, amigos, chegamos ao fim da história. Como falei, é fictícia, mas muito quente, e as fotos são só ilustrativas. Um abraço pra todos.
0 comentários - Minha madrastra me come quando papai saiu