Castigo de putinha (sado real)

Castigo de putinha (sado real)Voltando pras histórias com a Jaz que ficaram penduradas antes de tudo acabar, vou contar a mais pesada pra vocês verem até onde ia nossa loucura. A gente se conheceu por um app de namoro, não lembro se foi Badoo, Lovely ou Juambo. Começamos conversando de boa, nos conhecendo, e as conversas foram esquentando. No fim, descobri nela uma puta muito reprimida que se soltou de um jeito incrível. A gente ficou um tempão conversando até que nos encontramos, transamos como loucos, depois ela sumiu por um tempo, não respondia as mensagens, o que me deixou puto. Depois apareceu, me disse que não falava comigo porque tinha voltado com o ex e não sei o quê, mas o cara não comia ela do jeito que ela gostava. Aí eu falei pra ela:
— Você é uma puta e tem que ser comida como tal, comida como uma puta.
— Sim, bebê, é isso que eu quero!
— Sim, eu sei, porque fui eu que te transformei nessa puta que você é.
— Sim, amor, é isso que eu quero, que me coma forte como uma puta, que cuspa na minha boca, que me puxe pelos cabelos!
— Haha, mas você não merece isso, sua puta de merda que não me respeitou e ainda me deixou na mão.
— Sim, eu sei... me perdoa, tava confusa, pensei que queria outra coisa.
— A única coisa que você quer é pica; sim, você é uma putinha de merda.
— Sim, quero sua pica, me faz sua puta de novo...
— Sei não. Tô muito puto, vou ter que te castigar muito...
— Sim, me castiga, deixa minha bunda vermelha de cintada, me enche de tapa, eu mereço, mas não me deixa sem pica...
— Sei não, vou pensar...

Os dias foram passando e a raiva e a tesão foram tomando conta de mim, imaginando como castigar essa puta de merda, pensava: faça o que fizer, ela vai gostar, e eu não queria isso. Até que me veio uma ideia bem pesada... perguntei que dias ela tava livre pra eu ir na casa dela... ela me disse e eu respondi: "Beleza, quinta à noite vou aí, me passa a localização pra eu saber como chegar." Enquanto o dia chegava, eu ia preparando essa vingança castigo que ela merecia por ser tão puta e ter me deixado no vácuo por tantos meses. Tudo já combinado, chegou o dia. Fui buscar a "surpresa"; meu Deus, que nervoso, que ansiedade eu tava acumulando. Cheguei na casa, desci com uma mochila, ela me abriu muito sedutora, com uma camiseta larga sem sutiã e de fio dental (como nas fotos daquele dia). A gente se beijou com muita paixão, eu separei ela, segurei o rosto dela e dei um tapa bem forte — "então a puta tinha voltado pro marido?" — "si..." eu calei ela com outro tapa. — "Shhh, não te falei pra não falar? Aqui as putas de merda não falam." — "Descul..." (outro tapa) — "Ah, não aprendeu ou você gosta, puta, de levar porrada?" E bati outro tapa nela. Agarrei ela com força pelos cabelos da nuca e praticamente joguei ela de joelhos no chão, sem soltar, puxei meu pau e enfiei na boca dela, fazendo pressão na nuca, forcei ela a engasgar, provocando ânsia sem parar de meter. Ela batia com os punhos nas minhas coxas pra eu soltar. Eu tirava só pra ver a cara dela vermelha, toda babada, os olhos lacrimejando, e metia de novo. Fiquei assim um bom tempo, cada vez que tirava meu pau dava um tapa bem dado nela, falando que era uma puta de merda por ter me deixado. Levantei ela do chão pelos cabelos e falei: — "Tô com seu castigo, olha que não esqueci." Ela, meio sem ar, com dificuldade pra falar e um sorriso safado, me olha e diz: — "Ah, esse não era meu castigo?" — "Hahaha, essa foi as boas-vindas, amor." Peguei a mochila, tirei minhas algemas, uma corda, um lenço, o cinto, o tonfa (o bastão policial) e falei pra ela trazer as algemas dela também. — "Hmm, que interessante..." — diz a puta, quase com satisfação. Ela me entregou as algemas dela, peguei e dei um tapa com as costas da mão (ela não esperava, não ali). — "Agora, puta de merda, começa seu castigo." — falei. Agarrei ela pela cabeça e coloquei ela de bruços sobre a mesa da cozinha, peguei minha algema e a dela e algemei ela nas grades da janela onde a mesa estava encostada (a mesa tava contra a parede da cozinha, debaixo de uma janela com aquelas grades de ferro comuns), deixando ela com as mãos esticadas pra cima. O torso nu em cima da mesa, na ponta dos pés e com os braços bem esticados, vendo os olhos dela e amordaçando a boca dela. Começo a amarrar os tornozelos dela com a corda nas pernas da mesa (vale destacar que não era uma mesa muito grande, era pra 4 pessoas, retangular), que dava certinho pra ela ficar com as pernas bem abertas. Me certifiquei de que ela tava bem amarrada... perguntando umas coisas pra confirmar que ela não conseguia falar nem ver nada. — Agora sim vem teu castigo, slut. Puxei a tanga dela pra baixo e, sem estimular nem lubrificar, comecei a meter o bastão... O gemido abafado pela mordaça e o tremor do corpo dela me disseram tudo. Comecei um mete e tira do bastão no cu dela impressionante, enquanto alternava com cintadas na bunda. Num momento, cheguei perto do ouvido dela e falei: — Agora vem o castigo, bebê... Fui até a porta, saí pro carro e fiz um sinal. Eram 4 amigos meus que estavam esperando no carro. Sim, tinha planejado entregar ela pros meus amigos sem que ela pudesse resistir. Eles entraram em casa, e a surpresa e a exclamação dos 4 ao ver ela tão entregue. — Cê tá seguro disso, boludo? — Sim, vão lá, é uma puta que adora isso... E não demoraram muito pra tirar as calças e ficar pelados. Um se ajoelhou, puxou a tanga dela e começou a chupar o cu dela e a buceta. — Você vai aproveitar antes que eles metam a pica, filhos da puta, haha. Todo mundo riu. Começamos a rodear ela, apalpando ela toda... Ela se mexia pra todo lado, querendo saber o que tava rolando. Só sentia risadas e mãos que estavam apalpando ela toda. Não dava pra saber se ela queria gritar, se tava com tesão, se queria falar, gemer... não dava pra diferenciar nada. Assim fomos passando, todo mundo comendo ela sem parar pelo cu e pela buceta, alternando, dando tapão na bunda, meu deus, o que a gente não fez com ela naquela noite... No mínimo, cada um gozou umas 3 vezes. Era impressionante ver como escorria porra do cu e da buceta dela, escorrendo pelas coxas. Quando terminamos, ela tava exausta, sem forças pra nada. Meus amigos se Se vestiram e foram me esperar no carro. Eu soltei ela, ajudei ela a se recuperar e acompanhei ela até o banheiro, deixei ela na banheira e falei:
— Esse é o seu castigo por ser tão puta.
E fui embora. Dias depois, a gente voltou a conversar. Ela disse que eu era um filho da puta, que eu tinha que ter avisado, mas que ela tinha adorado e me agradeceu. Espero que tenham gostado, não esqueçam de deixar aquele PONTO pra eu continuar contando mais histórias.

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