Ela é uma flor, minha concunhada. Na primeira vez que vi, fiquei mudo ao ver aquela bunda enorme. Só falei: "Prazer em te conhecer". Ela: "Obrigada, igualmente". Com o tempo, meu cunhado decidiu pagar os peitos dela.
Num churrasco, ela chegou, eu fiquei mudo só olhando pra ela. Depois (me fiz de desentendido, não custa nada) fui dar uma olhada na carne, e nessa hora ela chegou. Ela: Oi, cunhada, como tá o churrasco?
Eu: Tá bom, a carne ainda precisa de ponto, mas a linguiça e a morcela já tão quase prontas.
Ela: Que cara boa que essa carne tem, mas eu sou doida por linguiça e morcela.
Eu: Humm, que bom. Não sei se ela tava fazendo duplo sentido, então me joguei: espero que minha linguiça caia bem pra você.
Ela: Humm, tomara, aí eu venho mais vezes. E aí, cunhada, cê gostou de como ficou?
Eu: Do quê?
Ela: Dos meus peitos, pegando neles.
Eu: Pois é, felizardo esse João que pode aproveitar ela. A resposta dela me surpreendeu. Ela: Que nada, aproveitar o quê? Mal passo a mão um pouquinho e ele já goza.
Eu: Eita, João, pistola rápida, não sabia que era assim.
Ela: Pois é, um otário se acha garanhão e não aguenta nada.
Eu: Uhh, que merda, que pena. Quando quiser, tô aqui, haja.
Ela: Hmm, proposta gostosa. Além do mais, sei que você é resistente, e isso me agrada.
Eu: — E como é que tu sabe?Ela: — Escutei numa conversa de mulheres. A gente tem que se combinar pra ninguém desconfiar, aí tu vai pra casa.
Aí acendeu a luz na minha cabeça.
Eu: — Brother-in-law, já arrumou o aquecedor e o ar-condicionado?
Ele: — Não tenho tempo.
Eu: — Se quiser, eu arrumo. Tô de férias e sua irmã vai dar aula o dia inteiro.
Ele: — Sem problema. Combina com a Flor direitinho o dia e pronto, eu pago o jantar.
Eu: — Ok, ok.
Ela: — Amanhã às 14h, pode ser?
Eu: — Sim, com certeza nesse horário dá.
A noite seguiu normal. Quando eu ia me deitar, chegou uma mensagem no WhatsApp dela que me deixou louco.
Ela: — Com essa tanga te espero.
Continua...
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