Mario foi ao casamento da irmã mais nova no hotel chique da cidade onde os pais moram, junto com a namorada Elena. Lá, ele encontra a prima Magda, que não via há mais de 20 anos. O encontro gera faíscas que levam a coisas rolando por baixo da mesa, sem que o marido e a namorada de ambos desconfiem. Esta é a segunda parte dessa história. Espero que curtam.
Com uma agitação quase imperceptível no tom de voz, Magda disse ao marido, quase gritando para ser ouvida por cima do barulho da música:
- Preciso voltar pro quarto. Pode me acompanhar?
- O que houve? – Disse Júlio, estranhando, ainda com a voz pastosa.
- Nada de mais, só preciso retocar a maquiagem. Suava na pista de dança e não tô me sentindo confortável…
- Pra mim, você tá linda. – Disse Júlio.
- Vai, aproveita e deita pra descansar um pouco. – Insistiu minha prima.
- Não. Tô bem. Não se preocupa. Tô com preguiça de subir até o décimo primeiro andar.
- Se a gente não vai subir pelas escadas. Sabe que esse hotel tem elevador, né?
- Não, amor. Pede pro seu primo te acompanhar, se não se importar. – Disse, virando pra mim. Eu só dei de ombros, sinalizando que não me importava.
- Júlio, você sabe que eu odeio quando você fica assim…
- E eu odeio quando você faz papel de minha mãe. Já falei que tô bem.
- Bom, você que sabe. – Disse Magda, já irritada, e se levantou pra sair. Resolvi segui-la a uma distância prudente.
Quando finalmente chegamos na área dos elevadores, ela sorriu pra mim e se desculpou por eu ter presenciado o começo da briga com o marido. Falei pra ela não se preocupar, que entendia, e abracei ela com cuidado. Ela apoiou a cabeça no meu ombro e ficamos assim até o barulho das portas do elevador nos trazer de volta à realidade.
Entramos em silêncio e ela apertou o número 11, enquanto lutava um pouco com os botões. Estávamos só nós dois e fiz a conta de cabeça: 11 Andares num elevador podem ser tudo o que é preciso pra quebrar barreiras e preparar o terreno pra algo mais. Os lábios dela estavam apetitosos, e os montes dos peitos se erguiam como me desafiando a escalá-los. Ia ser um passeio interessante… Quando as portas estavam se fechando, chegou uma senhora de uns 60 anos, ou talvez um pouco mais, apressada, e entrou no elevador com a gente.
— 17, por favor. — Ela falou pra Magda, que apertou o botão daquele andar educadamente.
Eu soltei um xingamento por dentro, mas continuei sorrindo enquanto o elevador subia até o nosso andar. Nesse tempo, nossos olhares se cruzavam inquietos, com aqueles sorrisos forçados que só servem pra preencher os silêncios desconfortáveis entre as pessoas.
Quando chegamos no 11º andar, Magda saiu apressada, e eu segui, dando um aceno de despedida pra senhora inoportuna que ficou no elevador. Chegamos no quarto dela, 1128, e eu sorri.
— Te espero aqui, se quiser, enquanto você sai. — Falei.
— Não seja bobo, entra comigo. Você não é nenhum estranho. — Ela respondeu enquanto passava o cartão magnético na fechadura da porta, que abriu com um rangido baixo.
Entramos no quarto, que tava na penumbra. O brilho da luz do banheiro era a única fonte de luz. A silhueta dela aparecia contra a luz, destacando as pernas torneadas e as curvas desenhadas pelo vestido justo. Devorei ela com os olhos, mas não liguei. Tava tão excitado que já doíam as bolas com aquela dor doce, meio prazerosa, meio chata, que os cavalheiros conhecem tão bem.
— Vai se maquiar no escuro? — Falei meio brincando.
— Não vim pro quarto pra me maquiar. — Ela disse. Percebi que tava meio envergonhada.
— Não?
— Não, vim porque preciso trocar de calcinha. Tô toda molhada. Foi uma loucura lá…
— Desculpa. — Interrompi. — Me deixei levar pelo momento.
— Não devíamos ter feito aquilo. Não é certo. Tem sua namorada, meu marido, a família…
— Fica tranquila. Ninguém percebeu. Isso vai ficar entre nós, eu prometo. – Falei pra acalmar ela um pouco. Dava pra ver que ela tava alterada e com uma cara de culpa.
– Jura? – Ela disse segurando minhas mãos. Ela ficou de costas pra cama de casal e eu de frente pra ela. Me aproximei um pouco pra que ela pudesse pegar minhas mãos com facilidade.
– Tô muito confusa. A gente tá tendo problemas e não…
– Não se justifica, Magda. Tá tudo bem. Tô aqui. – Ela encostou o rosto no meu peito de novo sem soltar minhas mãos. Beijei a testa dela, que ficava bem na altura da minha boca, e ela não disse nada. Só ficou naquela posição, esperando.
Eu sabia que a gente tava a um passo de se deixar levar. Minha mente mandava eu me afastar pra não fazer mais uma loucura, mas meu pau já tava em plena estratégia de guerra e, sem pensar, me apertei mais contra ela pra que sentisse minha excitação. Não dava pra evitar, ela tava uma gostosa do caramba naquela noite.
Senti ela hesitar e soltar minhas mãos. Aproveitei aquela liberdade súbita e abracei a cintura fina dela. As dobras do vestido se agarravam nas minhas mãos e não me deixavam ir.
– Deixa eu te ajudar com essa calcinha molhada. Fui o culpado e eu tenho que consertar isso. – Falei sorrindo, quase esperando um tapa ou pelo menos uma frase de rejeição. Não recebi nem um nem outro e, com cuidado, fiz ela sentar na beirada da cama.
Com as mãos trêmulas, enfiei por baixo do vestido dela, me ajoelhando no chão do quarto e subindo pelas pernas nuas dela até sentir a borda da peça. Comecei a puxar ela pra fora, e Magda se deitou na cama pra facilitar meu trabalho. Quando tirei, peguei a calcinha nas mãos, toda enrolada, e cheirei ela ainda de joelhos na frente dela, como se tivesse pedindo perdão ou permissão. Tava completamente encharcada no meio, e senti o cheiro forte da buceta dela no meu nariz. Meu pau deu um pulo com aquela sobrecarga sensorial, e todos os meus sentidos entraram em modo predador.
– Tá mesmo uma molhada... encharcadas. – Falei mostrando elas pra ela. Ela continuava deitada com as pernas dobradas pra fora da cama e eu ajoelhado na frente delas.
– Você passou dos limites. – Disse ela sorrindo. Já não senti mais dúvida ou culpa no olhar dela e comecei a saborear o momento de antecipação.
– Eu? Como assim passei dos limites? – Respondi acariciando as pernas dela enquanto deixava a peça molhada nas mãos dela.
– Fazendo isso que você tá fazendo agora. – Disse ela brincando com a peça nas mãos.
– Isso? – Falei levantando um pouco o vestido até deixar a virilha dela exposta. Uns lábios de buceta inchados e molhados, rodeados por uma linda mata de pelos cuidadosamente cortados em forma de triângulo, me saudaram naquela luz fraca. Acariciei esses lábios de buceta fazendo ela soltar um longo suspiro.
– Sim, isso. Você é um tarado. Sabe?
– Você gosta que eu seja tarado? – Respondi enquanto continuava acariciando a buceta gostosa dela com meus dedos.
– Não. Você é um porco por se aproveitar da sua prima.
– Porco seria se eu fizesse isso. – Falei colocando meu rosto na virilha dela e esticando minha língua pra acariciar o clitóris dela com ela.
– Ahh uff filho da puta, tarado.
– Você gosta? – Ao terminar meu ataque linguístico na fonte molhada de prazer dela.
– Não, não gosto, me deixa ir, tarado. – Disse ela, mas as palavras dela eram só um jogo que me convidava a continuar.
– Deixo você ir só se me deixar chupar esses peitos tão lindos que você tem.
– Não, não são pra você. São pro meu marido comer.
– Mas eu não vejo ele aqui agora. Você vê?
– Não, mas não é por isso que vão ser seus.
Me levantei e deitei ao lado dela acariciando os peitos por cima do vestido.
– Não quero que sejam meus, só quero que me empreste pra eles sentirem o que é prazer de verdade. – Ela gemeu ao sentir a carícia da minha mão. Movi ela pra tocar por um lado do vestido e senti o calor da pele dela finalmente na minha mão.
– Ahh, você é um aproveitador. – Disse ela se mexendo um pouco pra facilitar meu movimento. Ao fazer isso, as alças do vestido caíram. ombro e os peitos dela ficaram expostos. Como eu suspeitava, ela não tava usando sutiã pra essa ocasião.
— Não fala isso pra mim. Fala pras suas meninas que parece que elas gostam de ser acariciadas. — Respondi, apontando pros bicos dela, que tavam durinhos.
— Acho que não, é só que tá frio.
— Então acho que posso ajudar elas a se esquentarem. — Falei.
Nisso, aproximei minha boca do bico direito dela e comecei a beijar delicadamente, deixando meus lábios seguirem o contorno enquanto passava a língua na pontinha. Eram beijos curtos, mas tão seguidos que faziam ela se contorcer na cama, toda entregue à minha excitação. Peguei a outra teta com a mão livre e comecei a acariciar até meus movimentos ficarem mais intensos e eu apertar ela com força. Enquanto fazia isso, enfiei na boca toda a parte da teta direita que cabia e continuei atacando com a língua.
Senti o corpo dela tremer do meu lado. Minha mão largou a teta esquerda e foi descendo pela barriga dela por cima do vestido até chegar na buceta molhada. Dessa vez, sem cerimônia, enfiei meu dedo do meio na buceta dela, toda lubrificada, e ela deu um pulo quando me sentiu. O pulo fez meu dedo inteiro entrar nela, e comecei um vai e vem brutal. Deixei a teta direita dela quieta e dei um beijo longo e molhado na boca entreaberta dela.
Nossas línguas se encontraram dentro das bocas. Senti a dela passando na minha com vontade, e os braços dela envolveram meu pescoço pra deixar o contato ainda mais intenso. Enfiei dois dedos na buceta dela dessa vez, e fui recompensado com uma nova onda de fluidos na minha mão, enquanto o corpo dela se arqueava em convulsões incontroláveis debaixo de mim.
— Aiii, seu filho da puta, você me mata. — Ela disse quase gritando, ofegante. De repente, percebeu que ainda tava de vestido e se afastou de mim num pulo. — Não posso deixar sujar. — Falou, alarmada. Sorrindo, ajudei ela a tirar o vestido, e ela ficou completamente nua na minha frente, só de salto. deitada na cama dela.
— Agora sim, porra. — Falei alegre enquanto tirava minha roupa também. Num piscar de olhos, já estava pelado junto com ela.
— Você é um sem-vergonha, primo, mas me fez gozar como há muito tempo não…
— Fala pra ele. A culpa é dele por ser tarado. — Falei enquanto colocava a mão macia dela no meu pau, que tremeu com o toque.
— Então seu pau é um sem-vergonha. — Disse ela enquanto acariciava ele de cima pra baixo. — Que castigo merece por ser tarado?
— Acho justo você castigar ele com a boca. Isso vai dar uma lição nele. — Falei.
— Acho justo, — disse ela virando pra ficar de frente pras minhas pernas e enfiou meu pau na boca dela. — Começou um gostoso vai e vem até a metade do meu pau, que por ser grande, não dava pra enfiar tudo. Não era a melhor mamada que eu já tinha recebido, mas o tesão de saber que era a Magda, minha prima, aumentava o prazer umas 40 ou 50 vezes. Fechei os olhos pra aproveitar as carícias daquela língua proibida que passava atrapalhada pelo meu tronco e beijava minha cabeça. Sentia a umidade da saliva dela escorrendo pelo tronco e molhando meu púbis com aquela sensação deliciosa e o movimento sem parar da boca dela. Na minha mente passaram as imagens de quando vi ela entrar no salão de festas, quando sentou e mostrou as pernas lindas dela, quando dançamos juntos naquela dança cúmplice e quando acariciei ela por baixo da mesa. Já tava muito excitado e ia gozar ali mesmo na boca dela se não parasse na hora. Lembrei que ainda não tinha penetrado aquela abertura gostosa que era guardada pelos lábios de buceta mais deliciosos que eu já tinha provado e parei.
— Precisamos fazer algo sobre sua perna molhada. — Falei enquanto me colocava entre as pernas dela na posição de papai e mamãe. Nossos olhares ficaram a só alguns centímetros de distância.
— O que você sugere? — Ela falou num sussurro.
— Intervenção, mas não tenho camisinha pro meu amiguinho. — Falei enquanto ficava olhando pra ela do mesmo jeito. Expressão que um cachorrinho faminto faria ao pedir um osso, ou, neste caso, um apetitoso filé de carne de primeira.
— Acho que a menina tomou um comprimido pra evitar algum acidente, então não acho que o amiguinho precisa de mais nada além de… uffa
Sem dizer água vai, deslizei entre as pernas dela e, enquanto falava, entrei naquele paraíso proibido. Sua buceta quente e excitada me recebeu com alegria explícita, e Magda gemeu com um suspiro longo e profundo. Beijei seus lábios enquanto fazia amor com ela devagar, como quem degusta um bom vinho de uma safra excelente. Minhas mãos seguravam sua cintura fina pra poder penetrar mais fundo, e nosso beijo ficou mais ardente, mais molhado, mais excitante. Tava sendo uma das melhores gozadas da minha vida, e o fato de fazer isso com o fruto proibido tornava tudo ainda mais excitante.
Senti que ela se tensionou de novo debaixo de mim, com o olhar me disse que tava prestes a gozar de novo, e acelerei o ritmo, fazendo movimentos mais intensos pra conseguir uma penetração maior. Minha estratégia funcionou porque, uns segundos depois, ela se arqueou e gemeu gozando enquanto eu a penetrava, senti a porra dela como um banho de água morna percorrendo meu pau e, inacreditavelmente, não cheguei ao orgasmo junto com ela. Parece que meu amiguinho tava aguentando estoicamente a enxurrada de sensações que a boca e a buceta da minha prima tinham jogado nele. Continuei beijando o pescoço dela enquanto ela relaxava depois do orgasmo intenso. Os braços dela rodearam meu pescoço de novo e ela me beijou intensamente. Admirei ela através da pouca luz no quarto e fiquei maravilhado com seu aspecto de mulher selvagem, entregue ao prazer, com os olhos semicerrados e me olhando com uma mistura de ternura, carinho e paixão. O cabelo dela tava bagunçado, mas extremamente sexy. Era um poema escrito com versos improvisados, mas nem por isso menos lindos. Inesperada, daquela beleza selvagem e sensual que empodera o sexo feminino e faz que os homens caiam rendidos aos pés dela.
Virei-me sobre ela na cama e deitei de barriga pra cima pra convidar ela a montar em cima de mim. Nem demorou nem fez charme, subiu em cima, guiou meu pau pra dentro dela e se enfiou, começando uma cavalgada meio lenta, enquanto me olhava com um olhar safado e meio puta. Adorava sentir ela assim, saber que ela tava gozando no ritmo dela e eu sendo só o instrumento do prazer sexual dela. A umidade dela molhava toda minha virilha e um pouco mais além. Peguei os peitos dela com minhas mãos e senti os bicos durinhos, queria ter chupado eles enquanto a gente transava, mas a posição não deixava, então me contentei em acariciar um pouco mais forte do que faria normalmente, mas ela pareceu não ligar e, fechando os olhos, continuou me cavalgando por vários minutos, numa metida e tirada deliciosa. Os gemidos dela ficavam cada vez mais guturais, e meu pau tava prestes a soltar uma gozada monstra. Tava tão tesudo que naquele momento não me importaria se o Júlio chegasse com um facão pra tentar me separar do meu amigo com um só golpe.
Trocamos de posição pra fazer de quatro, mas não me senti tão confortável sem poder admirar a beleza dela e ver as caras de safadeza que me excitavam tanto, então voltei ela pra posição de papai e mamãe, onde agora sim pude chupar os peitos dela com a vontade que eu tinha guardado desde o começo. "Vou gozar, não aguento mais", ela disse, e eu concordei em silêncio. Eu também tava quase e, segurando a cintura dela, aumentei o ritmo até sentir meu gozo inundando ela por dentro. Foi uma gozada descomunal e não consegui evitar soltar um grito que saiu do fundo da alma, quase parecia um animal ferido, e foi tudo que a Magda precisou pra gozar de novo num show de gemidos incontroláveis.
Quando conseguimos recuperar as forças, percebemos que a gente tinha passado mais de 40 minutos fora do salão. Era tempo demais pra se maquiar e, pelo rosto suado dela... O cabelo dela todo bagunçado, não dava pra convencer ninguém de que ela realmente tinha se maquiado. O vestido estava amassado de um lado da cama e minhas roupas estavam jogadas sem ordem pelo quarto inteiro.
Me vesti como pude e ajudei ela a colocar o vestido de novo, ofereci pra pegar uma calcinha e ela disse pra deixar assim; já não tínhamos tempo pra mais nada além de nos arrumar de qualquer jeito, então descemos pro salão com um certo medo de que alguém tivesse notado nossa ausência.
Magda estava deslumbrante quando desceu pro salão, apesar da bagunça, o rosto dela brilhava de satisfação e parecia gritar pra qualquer observador mais atento que ela tinha acabado de receber uma boa dose de sexo. Com certeza eu devia estar com alguma expressão parecida, mas não tinha como saber.
A festa já estava na metade. Evitei passar perto de onde estavam meus pais e minhas irmãs e fui direto pro salão onde o Júlio estava, balançando na cadeira enquanto tentava acompanhar a música que tocava no som.
A Elena já tinha voltado pro lugar dela e me olhou com um olhar meio curioso, mas não disse nada. Tentando agir naturalmente, me aproximei dela e dei um beijo que ela não recusou. Isso me deu mais confiança e eu falei:
- Chegou faz muito tempo? Fomos dar uma volta pra cumprimentar a parentada e só agora nos deixaram voltar. Essa é a parte ruim de ter tantas tias fofoqueiras.
- Imagino, ela disse e sorriu. – Parece que o mau humor dela já tinha passado, e pegando na minha mão, chegou perto do meu ouvido e falou:
- As camas do hotel tão uma delícia pra fazer um love, amor?
E piscando um olho, me beijou.
Fim?
Nota: Seria interessante a gente se perguntar o que a Elena estava fazendo durante todo esse tempo, não acham?
Dark knight
Com uma agitação quase imperceptível no tom de voz, Magda disse ao marido, quase gritando para ser ouvida por cima do barulho da música:
- Preciso voltar pro quarto. Pode me acompanhar?
- O que houve? – Disse Júlio, estranhando, ainda com a voz pastosa.
- Nada de mais, só preciso retocar a maquiagem. Suava na pista de dança e não tô me sentindo confortável…
- Pra mim, você tá linda. – Disse Júlio.
- Vai, aproveita e deita pra descansar um pouco. – Insistiu minha prima.
- Não. Tô bem. Não se preocupa. Tô com preguiça de subir até o décimo primeiro andar.
- Se a gente não vai subir pelas escadas. Sabe que esse hotel tem elevador, né?
- Não, amor. Pede pro seu primo te acompanhar, se não se importar. – Disse, virando pra mim. Eu só dei de ombros, sinalizando que não me importava.
- Júlio, você sabe que eu odeio quando você fica assim…
- E eu odeio quando você faz papel de minha mãe. Já falei que tô bem.
- Bom, você que sabe. – Disse Magda, já irritada, e se levantou pra sair. Resolvi segui-la a uma distância prudente.
Quando finalmente chegamos na área dos elevadores, ela sorriu pra mim e se desculpou por eu ter presenciado o começo da briga com o marido. Falei pra ela não se preocupar, que entendia, e abracei ela com cuidado. Ela apoiou a cabeça no meu ombro e ficamos assim até o barulho das portas do elevador nos trazer de volta à realidade.
Entramos em silêncio e ela apertou o número 11, enquanto lutava um pouco com os botões. Estávamos só nós dois e fiz a conta de cabeça: 11 Andares num elevador podem ser tudo o que é preciso pra quebrar barreiras e preparar o terreno pra algo mais. Os lábios dela estavam apetitosos, e os montes dos peitos se erguiam como me desafiando a escalá-los. Ia ser um passeio interessante… Quando as portas estavam se fechando, chegou uma senhora de uns 60 anos, ou talvez um pouco mais, apressada, e entrou no elevador com a gente.
— 17, por favor. — Ela falou pra Magda, que apertou o botão daquele andar educadamente.
Eu soltei um xingamento por dentro, mas continuei sorrindo enquanto o elevador subia até o nosso andar. Nesse tempo, nossos olhares se cruzavam inquietos, com aqueles sorrisos forçados que só servem pra preencher os silêncios desconfortáveis entre as pessoas.
Quando chegamos no 11º andar, Magda saiu apressada, e eu segui, dando um aceno de despedida pra senhora inoportuna que ficou no elevador. Chegamos no quarto dela, 1128, e eu sorri.
— Te espero aqui, se quiser, enquanto você sai. — Falei.
— Não seja bobo, entra comigo. Você não é nenhum estranho. — Ela respondeu enquanto passava o cartão magnético na fechadura da porta, que abriu com um rangido baixo.
Entramos no quarto, que tava na penumbra. O brilho da luz do banheiro era a única fonte de luz. A silhueta dela aparecia contra a luz, destacando as pernas torneadas e as curvas desenhadas pelo vestido justo. Devorei ela com os olhos, mas não liguei. Tava tão excitado que já doíam as bolas com aquela dor doce, meio prazerosa, meio chata, que os cavalheiros conhecem tão bem.
— Vai se maquiar no escuro? — Falei meio brincando.
— Não vim pro quarto pra me maquiar. — Ela disse. Percebi que tava meio envergonhada.
— Não?
— Não, vim porque preciso trocar de calcinha. Tô toda molhada. Foi uma loucura lá…
— Desculpa. — Interrompi. — Me deixei levar pelo momento.
— Não devíamos ter feito aquilo. Não é certo. Tem sua namorada, meu marido, a família…
— Fica tranquila. Ninguém percebeu. Isso vai ficar entre nós, eu prometo. – Falei pra acalmar ela um pouco. Dava pra ver que ela tava alterada e com uma cara de culpa.
– Jura? – Ela disse segurando minhas mãos. Ela ficou de costas pra cama de casal e eu de frente pra ela. Me aproximei um pouco pra que ela pudesse pegar minhas mãos com facilidade.
– Tô muito confusa. A gente tá tendo problemas e não…
– Não se justifica, Magda. Tá tudo bem. Tô aqui. – Ela encostou o rosto no meu peito de novo sem soltar minhas mãos. Beijei a testa dela, que ficava bem na altura da minha boca, e ela não disse nada. Só ficou naquela posição, esperando.
Eu sabia que a gente tava a um passo de se deixar levar. Minha mente mandava eu me afastar pra não fazer mais uma loucura, mas meu pau já tava em plena estratégia de guerra e, sem pensar, me apertei mais contra ela pra que sentisse minha excitação. Não dava pra evitar, ela tava uma gostosa do caramba naquela noite.
Senti ela hesitar e soltar minhas mãos. Aproveitei aquela liberdade súbita e abracei a cintura fina dela. As dobras do vestido se agarravam nas minhas mãos e não me deixavam ir.
– Deixa eu te ajudar com essa calcinha molhada. Fui o culpado e eu tenho que consertar isso. – Falei sorrindo, quase esperando um tapa ou pelo menos uma frase de rejeição. Não recebi nem um nem outro e, com cuidado, fiz ela sentar na beirada da cama.
Com as mãos trêmulas, enfiei por baixo do vestido dela, me ajoelhando no chão do quarto e subindo pelas pernas nuas dela até sentir a borda da peça. Comecei a puxar ela pra fora, e Magda se deitou na cama pra facilitar meu trabalho. Quando tirei, peguei a calcinha nas mãos, toda enrolada, e cheirei ela ainda de joelhos na frente dela, como se tivesse pedindo perdão ou permissão. Tava completamente encharcada no meio, e senti o cheiro forte da buceta dela no meu nariz. Meu pau deu um pulo com aquela sobrecarga sensorial, e todos os meus sentidos entraram em modo predador.
– Tá mesmo uma molhada... encharcadas. – Falei mostrando elas pra ela. Ela continuava deitada com as pernas dobradas pra fora da cama e eu ajoelhado na frente delas.
– Você passou dos limites. – Disse ela sorrindo. Já não senti mais dúvida ou culpa no olhar dela e comecei a saborear o momento de antecipação.
– Eu? Como assim passei dos limites? – Respondi acariciando as pernas dela enquanto deixava a peça molhada nas mãos dela.
– Fazendo isso que você tá fazendo agora. – Disse ela brincando com a peça nas mãos.
– Isso? – Falei levantando um pouco o vestido até deixar a virilha dela exposta. Uns lábios de buceta inchados e molhados, rodeados por uma linda mata de pelos cuidadosamente cortados em forma de triângulo, me saudaram naquela luz fraca. Acariciei esses lábios de buceta fazendo ela soltar um longo suspiro.
– Sim, isso. Você é um tarado. Sabe?
– Você gosta que eu seja tarado? – Respondi enquanto continuava acariciando a buceta gostosa dela com meus dedos.
– Não. Você é um porco por se aproveitar da sua prima.
– Porco seria se eu fizesse isso. – Falei colocando meu rosto na virilha dela e esticando minha língua pra acariciar o clitóris dela com ela.
– Ahh uff filho da puta, tarado.
– Você gosta? – Ao terminar meu ataque linguístico na fonte molhada de prazer dela.
– Não, não gosto, me deixa ir, tarado. – Disse ela, mas as palavras dela eram só um jogo que me convidava a continuar.
– Deixo você ir só se me deixar chupar esses peitos tão lindos que você tem.
– Não, não são pra você. São pro meu marido comer.
– Mas eu não vejo ele aqui agora. Você vê?
– Não, mas não é por isso que vão ser seus.
Me levantei e deitei ao lado dela acariciando os peitos por cima do vestido.
– Não quero que sejam meus, só quero que me empreste pra eles sentirem o que é prazer de verdade. – Ela gemeu ao sentir a carícia da minha mão. Movi ela pra tocar por um lado do vestido e senti o calor da pele dela finalmente na minha mão.
– Ahh, você é um aproveitador. – Disse ela se mexendo um pouco pra facilitar meu movimento. Ao fazer isso, as alças do vestido caíram. ombro e os peitos dela ficaram expostos. Como eu suspeitava, ela não tava usando sutiã pra essa ocasião.
— Não fala isso pra mim. Fala pras suas meninas que parece que elas gostam de ser acariciadas. — Respondi, apontando pros bicos dela, que tavam durinhos.
— Acho que não, é só que tá frio.
— Então acho que posso ajudar elas a se esquentarem. — Falei.
Nisso, aproximei minha boca do bico direito dela e comecei a beijar delicadamente, deixando meus lábios seguirem o contorno enquanto passava a língua na pontinha. Eram beijos curtos, mas tão seguidos que faziam ela se contorcer na cama, toda entregue à minha excitação. Peguei a outra teta com a mão livre e comecei a acariciar até meus movimentos ficarem mais intensos e eu apertar ela com força. Enquanto fazia isso, enfiei na boca toda a parte da teta direita que cabia e continuei atacando com a língua.
Senti o corpo dela tremer do meu lado. Minha mão largou a teta esquerda e foi descendo pela barriga dela por cima do vestido até chegar na buceta molhada. Dessa vez, sem cerimônia, enfiei meu dedo do meio na buceta dela, toda lubrificada, e ela deu um pulo quando me sentiu. O pulo fez meu dedo inteiro entrar nela, e comecei um vai e vem brutal. Deixei a teta direita dela quieta e dei um beijo longo e molhado na boca entreaberta dela.
Nossas línguas se encontraram dentro das bocas. Senti a dela passando na minha com vontade, e os braços dela envolveram meu pescoço pra deixar o contato ainda mais intenso. Enfiei dois dedos na buceta dela dessa vez, e fui recompensado com uma nova onda de fluidos na minha mão, enquanto o corpo dela se arqueava em convulsões incontroláveis debaixo de mim.
— Aiii, seu filho da puta, você me mata. — Ela disse quase gritando, ofegante. De repente, percebeu que ainda tava de vestido e se afastou de mim num pulo. — Não posso deixar sujar. — Falou, alarmada. Sorrindo, ajudei ela a tirar o vestido, e ela ficou completamente nua na minha frente, só de salto. deitada na cama dela.
— Agora sim, porra. — Falei alegre enquanto tirava minha roupa também. Num piscar de olhos, já estava pelado junto com ela.
— Você é um sem-vergonha, primo, mas me fez gozar como há muito tempo não…
— Fala pra ele. A culpa é dele por ser tarado. — Falei enquanto colocava a mão macia dela no meu pau, que tremeu com o toque.
— Então seu pau é um sem-vergonha. — Disse ela enquanto acariciava ele de cima pra baixo. — Que castigo merece por ser tarado?
— Acho justo você castigar ele com a boca. Isso vai dar uma lição nele. — Falei.
— Acho justo, — disse ela virando pra ficar de frente pras minhas pernas e enfiou meu pau na boca dela. — Começou um gostoso vai e vem até a metade do meu pau, que por ser grande, não dava pra enfiar tudo. Não era a melhor mamada que eu já tinha recebido, mas o tesão de saber que era a Magda, minha prima, aumentava o prazer umas 40 ou 50 vezes. Fechei os olhos pra aproveitar as carícias daquela língua proibida que passava atrapalhada pelo meu tronco e beijava minha cabeça. Sentia a umidade da saliva dela escorrendo pelo tronco e molhando meu púbis com aquela sensação deliciosa e o movimento sem parar da boca dela. Na minha mente passaram as imagens de quando vi ela entrar no salão de festas, quando sentou e mostrou as pernas lindas dela, quando dançamos juntos naquela dança cúmplice e quando acariciei ela por baixo da mesa. Já tava muito excitado e ia gozar ali mesmo na boca dela se não parasse na hora. Lembrei que ainda não tinha penetrado aquela abertura gostosa que era guardada pelos lábios de buceta mais deliciosos que eu já tinha provado e parei.
— Precisamos fazer algo sobre sua perna molhada. — Falei enquanto me colocava entre as pernas dela na posição de papai e mamãe. Nossos olhares ficaram a só alguns centímetros de distância.
— O que você sugere? — Ela falou num sussurro.
— Intervenção, mas não tenho camisinha pro meu amiguinho. — Falei enquanto ficava olhando pra ela do mesmo jeito. Expressão que um cachorrinho faminto faria ao pedir um osso, ou, neste caso, um apetitoso filé de carne de primeira.
— Acho que a menina tomou um comprimido pra evitar algum acidente, então não acho que o amiguinho precisa de mais nada além de… uffa
Sem dizer água vai, deslizei entre as pernas dela e, enquanto falava, entrei naquele paraíso proibido. Sua buceta quente e excitada me recebeu com alegria explícita, e Magda gemeu com um suspiro longo e profundo. Beijei seus lábios enquanto fazia amor com ela devagar, como quem degusta um bom vinho de uma safra excelente. Minhas mãos seguravam sua cintura fina pra poder penetrar mais fundo, e nosso beijo ficou mais ardente, mais molhado, mais excitante. Tava sendo uma das melhores gozadas da minha vida, e o fato de fazer isso com o fruto proibido tornava tudo ainda mais excitante.
Senti que ela se tensionou de novo debaixo de mim, com o olhar me disse que tava prestes a gozar de novo, e acelerei o ritmo, fazendo movimentos mais intensos pra conseguir uma penetração maior. Minha estratégia funcionou porque, uns segundos depois, ela se arqueou e gemeu gozando enquanto eu a penetrava, senti a porra dela como um banho de água morna percorrendo meu pau e, inacreditavelmente, não cheguei ao orgasmo junto com ela. Parece que meu amiguinho tava aguentando estoicamente a enxurrada de sensações que a boca e a buceta da minha prima tinham jogado nele. Continuei beijando o pescoço dela enquanto ela relaxava depois do orgasmo intenso. Os braços dela rodearam meu pescoço de novo e ela me beijou intensamente. Admirei ela através da pouca luz no quarto e fiquei maravilhado com seu aspecto de mulher selvagem, entregue ao prazer, com os olhos semicerrados e me olhando com uma mistura de ternura, carinho e paixão. O cabelo dela tava bagunçado, mas extremamente sexy. Era um poema escrito com versos improvisados, mas nem por isso menos lindos. Inesperada, daquela beleza selvagem e sensual que empodera o sexo feminino e faz que os homens caiam rendidos aos pés dela.
Virei-me sobre ela na cama e deitei de barriga pra cima pra convidar ela a montar em cima de mim. Nem demorou nem fez charme, subiu em cima, guiou meu pau pra dentro dela e se enfiou, começando uma cavalgada meio lenta, enquanto me olhava com um olhar safado e meio puta. Adorava sentir ela assim, saber que ela tava gozando no ritmo dela e eu sendo só o instrumento do prazer sexual dela. A umidade dela molhava toda minha virilha e um pouco mais além. Peguei os peitos dela com minhas mãos e senti os bicos durinhos, queria ter chupado eles enquanto a gente transava, mas a posição não deixava, então me contentei em acariciar um pouco mais forte do que faria normalmente, mas ela pareceu não ligar e, fechando os olhos, continuou me cavalgando por vários minutos, numa metida e tirada deliciosa. Os gemidos dela ficavam cada vez mais guturais, e meu pau tava prestes a soltar uma gozada monstra. Tava tão tesudo que naquele momento não me importaria se o Júlio chegasse com um facão pra tentar me separar do meu amigo com um só golpe.
Trocamos de posição pra fazer de quatro, mas não me senti tão confortável sem poder admirar a beleza dela e ver as caras de safadeza que me excitavam tanto, então voltei ela pra posição de papai e mamãe, onde agora sim pude chupar os peitos dela com a vontade que eu tinha guardado desde o começo. "Vou gozar, não aguento mais", ela disse, e eu concordei em silêncio. Eu também tava quase e, segurando a cintura dela, aumentei o ritmo até sentir meu gozo inundando ela por dentro. Foi uma gozada descomunal e não consegui evitar soltar um grito que saiu do fundo da alma, quase parecia um animal ferido, e foi tudo que a Magda precisou pra gozar de novo num show de gemidos incontroláveis.
Quando conseguimos recuperar as forças, percebemos que a gente tinha passado mais de 40 minutos fora do salão. Era tempo demais pra se maquiar e, pelo rosto suado dela... O cabelo dela todo bagunçado, não dava pra convencer ninguém de que ela realmente tinha se maquiado. O vestido estava amassado de um lado da cama e minhas roupas estavam jogadas sem ordem pelo quarto inteiro.
Me vesti como pude e ajudei ela a colocar o vestido de novo, ofereci pra pegar uma calcinha e ela disse pra deixar assim; já não tínhamos tempo pra mais nada além de nos arrumar de qualquer jeito, então descemos pro salão com um certo medo de que alguém tivesse notado nossa ausência.
Magda estava deslumbrante quando desceu pro salão, apesar da bagunça, o rosto dela brilhava de satisfação e parecia gritar pra qualquer observador mais atento que ela tinha acabado de receber uma boa dose de sexo. Com certeza eu devia estar com alguma expressão parecida, mas não tinha como saber.
A festa já estava na metade. Evitei passar perto de onde estavam meus pais e minhas irmãs e fui direto pro salão onde o Júlio estava, balançando na cadeira enquanto tentava acompanhar a música que tocava no som.
A Elena já tinha voltado pro lugar dela e me olhou com um olhar meio curioso, mas não disse nada. Tentando agir naturalmente, me aproximei dela e dei um beijo que ela não recusou. Isso me deu mais confiança e eu falei:
- Chegou faz muito tempo? Fomos dar uma volta pra cumprimentar a parentada e só agora nos deixaram voltar. Essa é a parte ruim de ter tantas tias fofoqueiras.
- Imagino, ela disse e sorriu. – Parece que o mau humor dela já tinha passado, e pegando na minha mão, chegou perto do meu ouvido e falou:
- As camas do hotel tão uma delícia pra fazer um love, amor?
E piscando um olho, me beijou.
Fim?
Nota: Seria interessante a gente se perguntar o que a Elena estava fazendo durante todo esse tempo, não acham?
Dark knight
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