Minha vida incestuosa num puteiro (1/?)

O COMEÇO DE TUDO - PRÓLOGO DA MINHA VIDAAtualmente tenho 17 anos, sou homem e moro num puteiro. Como assim moro num puteiro? Bom... não deveria saber disso, mas... minha mãe me contou tudo que aconteceu antes de eu nascer (flashback).

Segundo o relato da minha mãe, eu fui concebido numa noite de amor entre aspas, porque no dia em que ela foi contar pro meu suposto pai, ele decidiu sumir da vida dela e, no futuro, da minha também. Minha mãe decidiu ser mãe e pai pra mim, mas... quando chegou na casa dos meus avós entre aspas, eles resolveram expulsar ela de casa. Minha mãe não se desesperou, porque ela era uma gênia e conseguiu trabalho nos primeiros 5 meses de gravidez. Depois disso, nenhuma empresa quis contratar ela por causa da barriga. Durante os 5 meses que trabalhou numa empresa — onde, além disso, conseguiu experiência e aprendeu mais sobre o mundo dos negócios, mesmo sem estudar —, ela conseguiu juntar 25 mil dólares nesses 5 meses, mais a rescisão quando saiu da empresa. Com esse dinheiro, a primeira coisa que ela decidiu foi ir morar em outro país, porque não queria que meus avós, meu pai ou os amigos dela a procurassem. Então, ela decidiu que o filho dela tinha que nascer no Japão, mas numa área que não fosse perigosa (yakuza, ladrões), mas que tivesse movimento à noite. Por isso, escolheu uma zona pela qual hoje sou grato à minha mãe por ter escolhido. Ela falou com uma construtora pra construir a casa, cobraram 5 mil dólares — pra ser sincero, cobraram super barato pela casa que a gente tinha. A casa tinha 4 quartos, 3 banheiros, 2 cômodos pra qualquer uso, cozinha, sala de estar e jantar, varandas e jardim. Até hoje fico surpreso com o pouco que cobraram. Claro que naquela época, acho que o dólar valia mais, mas enfim. Depois de terminar a casa, minha mãe ficou com 18.254 dólares. Então, comprou tudo que precisava pra casa e, depois disso, ainda tinha um bom orçamento: 15 mil dólares. Aí ela decidiu ir pra... EUA pra investir dos 15.000$, ela investiu 10.000$ e ficou com 5k$ pra ela. Um dia antes de voltar pro Japão, ela decidiu jogar numa loteria que, se bem me lembro do que ela contou, era de 500.000$. Minha mãe me disse que não tava muito confiante, mas resolveu comprar 2 bilhetes de loteria. No primeiro, só ganhou 20$, mas já era alguma coisa. No segundo, a sorte sorriu pra ela, porque acertou os 500.000$. Ela ficou toda empolgada, decidiu remarcar o voo pra semana seguinte e esperou o prêmio cair na conta. Depois de confirmar que o dinheiro tinha sido depositado, aí sim ela voltou pro Japão com 505.000$ na conta bancária. Naquela época, faltava só 1 mês pra eu nascer, e minha mãe não era de jogar dinheiro fora. Então, primeiro ela resolveu abrir um supermercado que até hoje tá indo bem. Depois, montou um negócio de tecidos pra exportação, tanto nacional quanto internacional, que também tá indo bem até hoje. Minha mãe não queria ficar parada, mas já faltava 1 semana pra eu nascer. Aí ela decidiu comprar um ponto/casa que se tornou o que essa história conta, ou seja, o puteiro. Agora, depois de ideias tão boas, como é que ela pensou num puteiro? Bem, no começo da história eu mencionei que à noite o lugar onde a gente mora é uma zona de festas e o que na América Latina se chama de puteiros ou casas de putaria (aliás, sou latino igual minha mãe, mas como eu disse, ela decidiu vir pro Japão; obs: não vou dizer de onde sou, mas uma dica é que minha mãe é da América do Sul). Depois de decidir montar o puteiro, ela seria a única mandando, mas primeiro tinha que se preocupar com o filho nascer saudável. Então chamou a melhor amiga que fez nos poucos meses que esteve no Japão. Durante aquela semana, ela acompanhou minha mãe. No fim da semana, minha mãe começou a ter contrações, então a levaram pro hospital. Nasci saudável. e salvo, e algo que surpreendeu minha mãe, o doutor, a melhor amiga da minha mãe e as enfermeiras que estavam na sala, era que desde que nasci, segundo o que minha mãe me contou, meu pau media 8cm. O doutor falou com minha mãe, dizendo que era raro, mas que no futuro não seria nada ruim, pelo contrário, era uma vantagem para minha futura vida sexual. Agora chega a parte do incesto, porque minha mãe desde aquele momento decidiu que, quando eu fosse grande o suficiente pra entender as coisas, a gente conversaria. E essa era uma das razões pelas quais meus avós decidiram expulsar a filha deles de casa. Após o parto, passaram 3 dias, e eles decidiram deixar minha mãe voltar pra casa. Minha mãe voltou pra casa com a melhor amiga dela, Natsumi. Pra isso, minha mãe tinha 20 anos e a melhor amiga dela, 21. Sim, eu sei, minha mãe foi mãe jovem, mas a diferença é que ela pensava no futuro dela, e hoje posso dizer que tenho orgulho da minha mãe. Bom, depois de voltar, minha mãe decidiu juntar nossa casa com o puteiro. A porta da casa foi fechada com tijolos, e a entrada agora era pelo puteiro. A entrada pra casa ficava no escritório da minha mãe, dentro do puteiro. Ela me criou junto com a Natsumi, que eu chamo de one-san, porque minha mãe decidiu que a Natsumi morasse na nossa casa e ela virou a secretária dela. Em 5 meses, ela decidiu decorar o puteiro. Pra vocês terem uma ideia, o puteiro começou a funcionar quando eu completei 5 anos, porque tirar os papéis pra um puteiro legal era complicado. Depois dos 5 meses, o puteiro tava pronto pra uso, mas minha mãe decidiu não arrumar problema e fez tudo legal, o que envolvia pagar impostos, e minha mãe não tinha problema nenhum com isso. No tempo de 4 anos e 7 meses restantes, aconteceram coisas. Quando completei 1 ano, aprendi a falar espanhol, que minha mãe decidiu me ensinar um pouco rápido — sim, eu sei — mas parece que saí à minha mãe: um gênio/prodígio, o que hoje posso afirmar. Depois, minha mãe junto com a Natsumi-nee decidiram... me ensinar japonês, o que eu precisava pra fazer meu primeiro recado. Segundo a Natsumi-nee, a regra é que as crianças façam o primeiro recado antes dos 3 anos. Eu fiz com 2, depois de dominar o japonês graças à Natsumi-nee e à minha mãe. E consegui. Quando fiz 3 anos, fui pro jardim de infância pra aprender aos poucos, mas em casa minha mãe e a Natsumi-nee também me ensinavam e me preparavam pra escola primária japonesa. Quando fiz 4 anos, minha mãe percebeu que minha mente era de um garoto de 8. Um mês depois, ela decidiu conversar comigo sobre o bordel. Pra ser sincero, foi um assunto interessante que eu entendi rapidinho. Quando fiz 5 anos, legalizaram o bordel, então minha mãe não teria problemas com a lei. Abriu uma semana depois. Já tinham contratado 10 mulheres que buscavam trabalho nisso. E eram 7 milfs, 2 novinhas de 25 anos mas com peitão e uma bunda gostosa, e a última era uma mina de 22 anos, peito B mas com uma bunda boa. Naquele dia abriu e, felizmente, foi bem. Então minha mãe decidiu contratar 3 mulheres pra dançar no cano. Passaram 2 semanas e o negócio ia bem. Eu já tinha 5 anos, mas com quem não era minha mãe ou a Natsumi-nee, eu era frio e distante, porque tive a ideia de que não precisava de ninguém além da minha mãe, da Natsumi-nee e das mulheres do bordel, que me tratavam como um irmãozinho. Os seguranças também, na entrada e lá dentro, me viam como um irmão que podiam cuidar. Um dia, quando voltei do jardim de infância, sozinho, com 5 anos ainda, cumprimentei os seguranças e entrei. Vi os homens babando como idiotas pelas mulheres. Só continuei andando até a porta que ligava pra minha casa. Aí um homem bêbado parou na minha frente e falou em japonês, claro:
— Homem: Ei, pivete, o que cê tá fazendo num lugar desses?
— Eu: E o que cê tem com isso?
— Homem: Ah, um pivete insolente. Sabe, garoto, isso aqui é lugar de adulto. Então por que você não vai embora?
Eu só continuei andando, nisso me virei e vi um segurança segurando o cara no chão. Eu, desconfiado, perguntei:
– Eu: O que houve?
– Segurança: Mano, esse cara ia te bater.
– Eu *chego perto da cara dele*: Escuta, a dona daqui é minha mãe, então se comporte ou mando te expulsar e ainda te dar uma surra.
Só vi ele concordar com a cabeça, mandei soltar ele e desde aquele dia sou respeitado no puteiro. Naquele dia, depois de toda essa confusão, entrei pela porta de casa e minha mãe estava na sala.
– Eu: Oka-san!
– Mãe: Ahh, bebê, voltou! Como foi?
– Eu: Bem, mãe. E a one-san?
– Mãe: Ahh, ela tá supervisionando a fábrica de tecido.
– Eu: Entendi.
Nesse momento, minha mãe fez sinal pra eu sentar do lado dela. Eu obedeci e ela disse:
– Mãe: Bebê, acho que já é hora de você saber o que é sexo.
– Eu: Não se preocupa, mãe, eu já sei.
– Mãe: QUÊ, como?
– Eu: Mãe, a gente tem um puteiro do lado de casa.
– Mãe: Ahh, é verdade, é verdade.
Depois disso, passaram mais 5 anos sem novidades, só que aprendi italiano e inglês. Aí minha mãe decidiu ampliar o puteiro: agora tinham 20 mulheres pra putaria e 6 nos tubos, e contrataram mais um barman. Quando fiz 13 anos, meu pau já tinha crescido 18cm mole, e no dia seguinte minha mãe decidiu que já era hora do incesto....-----Capítulo 2: Começa o incesto------

2 comentários - Minha vida incestuosa num puteiro (1/?)