Faz mais ou menos um mês, saí pra dançar com meus amigos numa balada no centro, no aniversário de uma amiga. Eram 4:30 quando saímos da balada, e enquanto eles iam ficar no apê de um parente de um dos meus amigos, eu pedi um Uber pra ir até a Constituição e pegar o 51 pra voltar pra casa. O Uber chega e eu entro na hora. A gente quase não conversou, só umas perguntas de educação do motorista e só. Quase na metade do caminho, percebo que o motorista tava olhando pro celular e depois pra mim pelo retrovisor, fez isso umas duas vezes, como se quisesse confirmar alguma coisa. Ia perguntar se tava tudo bem quando ele pergunta primeiro: "Quantos anos você tem?" Eu olho pra ele: "18, por quê?" Ele olha pro celular de novo, sorri e me mostra a tela: "Você tem uma bunda gostosa, filho." Olhei e era meu perfil do Grindr, uma das fotos da minha raba, mais especificamente. Dei uma olhada melhor no motorista. Um cara de uns quarenta e poucos anos, fortão, barba grisalha, camisa e jeans. Me deu tesão. "Gostou?" Respondi. "Sei não", ele diz, "com essa tatuagem toda não dá pra ver direito." Pensei bem no que ia fazer, tava morrendo de tesão pra ver onde isso ia dar. "Para o carro e te mostro, se quiser." Ele não respondeu, só encostou o carro num canto. Não sabia onde a gente tava, não conheço o centro, mas era um lugar tipo uma praça com árvores e um estacionamento. Eu me virei e, arrebitando o máximo que dava a raba, comecei a rebolar um pouco e passar a mão por cima da roupa. Abaixei a calça e a cueca, mostrando minha bunda, que por sorte eu tinha depilado antes de sair.
Sinto o cara esticar a mão e me tocar. "Agora você enxerga melhor?" Perguntei. "Agora sim", ele respondeu. "Quer ir lá fora pra ver melhor?" Saímos do carro e entramos no meio das árvores. De repente, ele me agarra pela nuca e me empurra contra uma árvore. "No seu perfil diz que você gosta assim, hein? Dezoito anos e tão putinha assim." Ele me fez ajoelhar e puxou o pau pra fora. De tamanho até que era bom, mas a grossura era tremenda. Assim que ele tirou, comecei a chupar. Tava limpinho, felizmente. Com as mãos dele, enfiava a rola bem até o fundo, meus olhos lacrimejavam e sentia escorrendo pelo queixo. Ele comeu minha boca por um tempo. "Tão viadinho e tão puteiro, mariconcito", ele disse, e eu explodia. Ele tirou a pica da minha garganta e, enquanto eu tossia e me levantava, ele me virou e me colocou contra a árvore de novo. Baixou minha calça e comeu meu cu ali mesmo. Tirou da jaqueta uma camisinha e um sachê de lubrificante, e enfiou os dedos. Quando tava pronto, colocou bem devagar enquanto continuava falando: "Mais vale você aguentar, como diz no Grindr, mano." "Vou te violar todinho." "Fala que você gosta, putinha." Eu, gaguejando e querendo que aquele filho da puta me destruísse. Ele me comeu inteiro ali, ao ar livre, enquanto me chamava de putinha e mariconcito. Metia enquanto dizia que eu chorava igual um neném e que isso deixava ele mais tesudo. "Assim, putinha, toma tudo." Ele ficou um tempo me macetando, eu gozei e ele tirou. Me fez chupar de novo e encheu minha boca e parte do meu rosto de porra. A gente se pegou mais um pouco. Quando voltamos pro carro, eu sentei na frente com ele e de vez em quando amassava o pau dele ou puxava um pouco a borracha. Ele gozou de novo e tirou uma foto com a porra dele na minha cara. Passei meu número e ele me salvou com aquela foto. Me levou até a Constitución e, quando desci, ele disse: "Até mais, gatinho, tem que repetir." "Adoraria, papai", respondi. "Papai", ele repetiu com uma risada. "Que putinha provocante você é." A gente se despediu e ele me mandou uma mensagem dizendo que a próxima quarta-feira tava livre.
Sinto o cara esticar a mão e me tocar. "Agora você enxerga melhor?" Perguntei. "Agora sim", ele respondeu. "Quer ir lá fora pra ver melhor?" Saímos do carro e entramos no meio das árvores. De repente, ele me agarra pela nuca e me empurra contra uma árvore. "No seu perfil diz que você gosta assim, hein? Dezoito anos e tão putinha assim." Ele me fez ajoelhar e puxou o pau pra fora. De tamanho até que era bom, mas a grossura era tremenda. Assim que ele tirou, comecei a chupar. Tava limpinho, felizmente. Com as mãos dele, enfiava a rola bem até o fundo, meus olhos lacrimejavam e sentia escorrendo pelo queixo. Ele comeu minha boca por um tempo. "Tão viadinho e tão puteiro, mariconcito", ele disse, e eu explodia. Ele tirou a pica da minha garganta e, enquanto eu tossia e me levantava, ele me virou e me colocou contra a árvore de novo. Baixou minha calça e comeu meu cu ali mesmo. Tirou da jaqueta uma camisinha e um sachê de lubrificante, e enfiou os dedos. Quando tava pronto, colocou bem devagar enquanto continuava falando: "Mais vale você aguentar, como diz no Grindr, mano." "Vou te violar todinho." "Fala que você gosta, putinha." Eu, gaguejando e querendo que aquele filho da puta me destruísse. Ele me comeu inteiro ali, ao ar livre, enquanto me chamava de putinha e mariconcito. Metia enquanto dizia que eu chorava igual um neném e que isso deixava ele mais tesudo. "Assim, putinha, toma tudo." Ele ficou um tempo me macetando, eu gozei e ele tirou. Me fez chupar de novo e encheu minha boca e parte do meu rosto de porra. A gente se pegou mais um pouco. Quando voltamos pro carro, eu sentei na frente com ele e de vez em quando amassava o pau dele ou puxava um pouco a borracha. Ele gozou de novo e tirou uma foto com a porra dele na minha cara. Passei meu número e ele me salvou com aquela foto. Me levou até a Constitución e, quando desci, ele disse: "Até mais, gatinho, tem que repetir." "Adoraria, papai", respondi. "Papai", ele repetiu com uma risada. "Que putinha provocante você é." A gente se despediu e ele me mandou uma mensagem dizendo que a próxima quarta-feira tava livre.
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5 comentários - Motorista Gostosa do Uber