Patricia tamborilava nervosamente os dedos na superfície da escrivaninha rústica onde costumava deixar o notebook quando estava em casa. Suas unhas compridas, impecavelmente pintadas, batiam ritmicamente na madeira do velho móvel enquanto lia pela quinta vez o e-mail que tinha recebido naquela manhã de alguém que se chamava DarkMaster69. Que nome mais ridículo. Em circunstâncias normais, teria ignorado e dado um fim àquela brincadeira de mau gosto. Em circunstâncias normais. Mas aquele e-mail não era fruto de uma circunstância normal. Aquele e-mail tinha uma imagem de uma mulher bonita de meia-idade, cabelo castanho e lábios carnudos devorando um enorme pau. Essa mulher era ela. Sem dúvida alguma. Sabia disso porque tinha estado ali naquela cena e tinha aproveitado cada centímetro daquela carne quente entrando e saindo da sua boca. A mesma boca que depois tinha arrancado dela pelo menos uns dois orgasmos escandalosos enquanto a penetrava na buceta numa foda alucinante. Embora a foto não mostrasse, tinha mais alguém naquele ato sexual inusitado; Giancarlo, se não me engano, era um, e Rocco, a quem ela chupava o pau naquela foto. O que ela não entendia era como tinha sido fotografada naquela cena infernalmente sexual; eram só os três e ela não lembrava de ter chamado uma agência de fotografia para aquele momento. Dava para ver o contorno da janela do apartamento dela em Nova York. Definitivamente, alguém tinha subido no telhado do prédio vizinho e se esbaldado com aquele trio improvisado.
Aquela foto dava sentido ao conteúdo do e-mail que o Senhor Me-Penetra-Pelo-Cu tinha escrito. Ela estava sendo chantageada vilmente. Não sabia os motivos pelos quais aquele cara tinha se dado ao trabalho de voar até o outro lado do mundo para tirar aquela foto comprometedora, mas a determinação daquele maluco a enchia de pavor. Com certeza ele não hesitaria em foder com a vida dela. relação instável no casamento dela e aparentemente tinha provas contundentes pra fazer isso, e ainda tinha o endereço de e-mail do marido dela… porra… que confusão.
Era só o segundo dia de volta pra casa depois da última viagem, o marido Ricardo tava no trabalho e a filha única, Cristina, na escola. Ela tava sozinha em casa, então nervosamente tirou o roupão de banho e ficou gloriosamente nua na frente do notebook.
Dava pra dizer que ela tinha um corpo de matar. Mesmo não sendo mais uma garotinha, as carnes dela eram firmes e curvilíneas. Os peitos subiam agitados, desafiando a gravidade, e a barriga lisa terminava numa leve moita de pelos cortada em forma de triângulo, de onde aparecia curiosa a dobra dos lábios da buceta inchada. Ela sabia que era gostosa e desejada, e essa noção era parte do motivo pelo qual se comportava como uma verdadeira puta nos últimos dois anos. Vivia num estado constante de tesão que as relações esporádicas com Ricardo não conseguiam acalmar.
Abriu pela quinta vez o e-mail no notebook e leu de novo:
Oi Patrícia, ou será que devo dizer putrícia? Este e-mail é pra pedir que você me adicione como contato no Messenger, vai me encontrar como DarkMaster69. Quero conversar com você pra me convencer a não mandar essas e outras fotos que estão no meu poder das suas aventurinhas longe de casa. Como essas fotos chegaram até mim é irrelevante. O importante pra você é que tem até meio-dia de terça-feira pra me aceitar como contato, senão vou ter que mandar essas fotos pro seu marido. Ele se chama Ricardo, né?
Pode confirmar se o e-mail dele é RicardoG42@hotmail.com?
Beijinhos na sua boquinha de chupar. Espero que você tenha tirado a porra que aquele garanhão que você tava devorando gozou? Qual é a sensação de ser tão puta? Espero que nossa relação seja cheia de aventuras que vão te deixar louca de tesão. O cara do seu marido não tem ideia do pedaço de mulher que ele tem. desperdiçando.
Quando eu estiver metendo meu pau em você e você gemer pedindo mais, vai me agradecer.
Por enquanto, me adiciona que temos umas coisinhas pra conversar.
Dark Master
Era até ali que terminava o texto do e-mail, e depois aparecia a foto comprometedora. Faltavam quinze minutos para meia-noite e ela ainda não sabia se faria o que o cara estava pedindo / ordenando.
Duas coisas eram certas: a foto era real, e o e-mail do Ricardo também era real. Aquela mania estranha que ele tinha de trocar o e-mail todo aniversário, mudando o número pra coincidir com a idade. Aquilo era uma loucura, ela se sentia confusa, assustada, surpresa e…
Com tesão.
Sentiu uma onda de excitação e a sensação de umidade entre as pernas, e não era por causa da água do banho que tinha acabado de tomar. Sem querer, a ameaça velada de que ele ia comer ela a excitou. Ela estava maluca, não podia dar corda pra um cara que podia ser um pervertido sexual, um serial killer, talvez. Era loucura, claro que sim.
5 para meia-noite. Ela tinha só um momento pra se decidir. Esfregou a entreperna inchada como se pedisse conselho pra tomar uma decisão, e a bucetinha dela deu a única solução que interessava.
O dedo tocou levemente o clitóris e ela sentiu como se uma corrente elétrica saísse dali e atravessasse o corpo, como se fosse o dedo de um feiticeiro fazendo mágica.
“Aceita”, dizia a buceta dela. “Ignora”, dizia o bom senso, lá do quartinho esquecido dos hóspedes indesejados no cérebro.
Como uma autômata, acessou a conta do Messenger e digitou DarkMaster69. Assim que encontrou o usuário, mandou um pedido de amizade. O avatar era uma foto de um cara coberto com um capacete que bem podia ser o Darth Vader, mas ela não tinha como saber ao certo.
Sobressaltada, ouviu um barulho no notebook e uma mensagem apareceu na tela:
DarkMaster69 aceitou seu pedido de amizade.
“Uau, isso foi rápido”, pensou consigo mesma. Olá, Patrícia
- Olá...
- Pode me chamar de Dark ou Mestre, como preferir
- E se eu te chamar de filho da puta?
- Se preferir assim, mas esse nome é muito comprido e você vai cansar de escrever ou de gritar quando eu estiver metendo minha pica em você e te deixando de quatro num quarto sujo de um motel de merda
- O que você quer de mim? Você é doente.
- Não sou, Patrícia. Acredite em mim, não sou nada disso.
- O que você quer?
- Primeiro de tudo, ligue sua câmera pra gente fazer um vídeo chat.
- Você é louco, não vou fazer isso.
- Por quê?
- Por muitos motivos, não te conheço, estou nua, sozinha em casa
- Você está nua? Com certeza está excitada enquanto a gente conversa
- De jeito nenhum
- Se mostre e eu te digo se você parece excitada ou não.
- Não vou fazer. Você é louco.
- Tá bom. Você decide. Eu não tinha certeza se você era corajosa o suficiente pra tentar coisas novas e excitantes
- O que você quer dizer com isso?
- Esquece. Foi um prazer, Patrícia. Preciso decidir quais fotos vou mandar pro Ricardo. O que acha dessa?
Imediatamente apareceu uma foto nova dela, Giancarlo e Roco metidos num menage onde ela chupava com gosto a pica de um deles enquanto o outro, possivelmente Roco, metia gostoso por trás.
- De onde você tirou essa foto?
- Isso não importa, o que eu quero saber é o que você sentia enquanto te comiam e você chupava aquele pedaço de pica.
- Isso não é da sua conta.
- Talvez seja da conta do Ricardo. Talvez até te ofereça pra participar da orgia
- Pela última vez, o que você quer?
- Mandar as fotos pro Ricardo.
- Por favor, não faça isso. Você não sabe o estrago que vai causar
- Você não me dá outra opção. Ou as fotos vão pro Ricardo, ou o vídeo vai pro Dark Master.
- Você é um filho da puta.
- Já me chamaram de piores coisas, mas o tempo tá acabando, então decide agora.
Patrícia pegou o mouse e apertou o botão de videochamada, que foi aceito na hora. Na frente dela, apareceu Só uma tela cinza com o nome dos dois.
- Não dá pra ver nada. – Escreveu Patrícia.
- É assim que quero que seja por enquanto. Eu te vejo perfeitamente. Que delícia esses peitos, e seus bicos estão em pé de guerra, sabia que você estava excitada.
- Não estou, é só que tá frio aqui.
- Tá bom, levanta pra eu te ver de corpo inteiro.
- Ei, não sou sua puta.
- Agora é sim, puta. Se acostuma e me obedece logo. Tô cansando das suas palhaçadas.
- Ei, não vai me tratar assim.
- Vou te tratar do jeito que eu quiser, putinha. Tá claro? Levanta agora ou eu fecho a conversa e você nunca mais ouve falar de mim.
- Tá feliz agora? – Gritou, levantando na frente da câmera do notebook, mostrando o corpo todo pro desconhecido. Suas curvas firmes, a bucetinha inchada e... excitada? Os seios empinados e durinhos, com os bicos endurecidos. Aos 40 anos, ainda era muito gostosa e desejável.
- Assim tá perfeito. – Disse DarkMaster69, deixando a voz sair pelo alto-falante do notebook. Era uma voz distorcida, mas levemente familiar, como se estivesse falando através de um lenço ou algo assim.
- Até quando você vai me deixar em paz? – Perguntou Patrícia.
- Até eu querer, até meus ovos incharem e ficarem roxos, sua puta. Tá bom pra você ou quer mais?
- Não. – Respondeu, sem graça.
- Acaricia seus peitos com os dedos, belisca os bicos.
- Mas...
- Anda! Não vou repetir.
Dessa vez obedecendo, Patrícia começou a tocar os próprios seios, meio sem jeito no começo, deixando as mãos vagarem soltas, tocando os bicos. Mesmo sem querer admitir, cada toque mandava um arrepio pelo corpo. Ela apertava os dentes pra não deixar escapar nenhum gemido que entregasse sua excitação.
- Fecha os olhos e imagina que são minhas mãos te acariciando. – Disse DarkMaster69.
Sem vontade de discutir, Patrícia fez o que a voz mandou e fechou os olhos. Continuou no mesmo ritmo. natural das mãos com os olhos fechados
- Desce tua mão devagar pela tua barriga. Imagina que é a minha mão que te toca, que te acaricia. Se deixa levar, somos só eu e você.
A mão da Patrícia desceu devagar como mandaram. Sentiu a textura e o calor da pele da barriga e, sem uma palavra, continuou viajando até o baixo ventre, percorrendo o caminho do seu púbis aparado e a dobra delicada dos seus lábios de buceta. Sentiu a umidade alojada ali e se surpreendeu com o nível de tesão que tava sentindo e como o corpo dela tava reagindo àquele estímulo. Arqueando levemente o corpo, deixou um dedo escorregar delicadamente pelo interior da buceta, depois não foi suficiente e foram dois até sentir a pressão necessária pra continuar com aquele estado maravilhoso de excitação. Com um sorriso de satisfação no rosto, continuou percorrendo com os dedos o interior molhado num vai e vem gostoso, de repente, não existiu mais medo, nem surpresa, nem inquietação, só um desejo puramente animal de tirar aquela vontade, aquele orgasmo prestes a explodir que fervia lá do fundo das entranhas.
- Sente meus dedos te percorrendo. - Ouviu o Dark falar de bem longe, a voz rouca e distorcida, a autoridade que emanava dela fez ela se esquentar ainda mais, queria agradar ele, retribuir o favor por aquele momento erótico, naquela hora não importava que ele fosse um filho da puta que tava chantageando ela.
- Aii, que gostoso. – Se ouviu falar, como se a puta que existia dentro dela tivesse assumido o controle. Há alguns momentos, lutava pra esconder as emoções e agora era uma loba no cio.
- Acaricia teu clitóris com teus dedos, assim. Uff, que gostosa você é, puta.
- Mhhmhg. Sim, sou sua puta. Me come, filho da puta, mete essa pica gostosa em mim.
- Ainda não, puta, mas você vai fazer uma coisa pra mim que vai adorar, continua te tocando. Não goza até eu mandar…
- Ah, tô queimando, quase a ponto de…
- Para. Não goza ainda, te falei, você deve me obedeça.
- Está bem. – Disse Patrícia, parando o movimento dos dedos contra toda a sua vontade. Ofegando baixinho, ficou esperando as instruções do seu suposto domador ou o que quer que ele fosse.
- Você tem algum problema doméstico que precise de conserto?
- Como? – Respondeu Patrícia, confusa. Não sabia aonde aquilo tudo ia dar.
- Algum vazamento de gás ou água, uma máquina de lavar barulhenta…
- A torneira da pia está pingando há dias, eu falei pro Ricardo que…
- Você tem um encanador de confiança?
- Sim, Seu Pedro é quem sempre nos ajuda.
- Chama ele. Você tem que conseguir que ele te coma quando vier.
- O quê? Você é louco? Ele é um velhinho de uns 60 anos, é muito respeitoso e acho que nem tem vigor pra… você sabe.
- Acha que não vai subir o pau?
- Bem… sim, acho que não. Isso que você tá pedindo é absurdo…
- Deixa o absurdo comigo e você faz o que eu mando.
- Tá bem. Vou fazer. – Disse Patrícia, contrariada.
Três horas depois, Patrícia estava em casa, ainda sozinha. Cristina tinha ligado pra avisar que passaria a tarde na casa da amiga Pamela fazendo um projeto da escola. Soava como uma desculpa esfarrapada da filha pra ir passar o tempo com a amiga, mas por enquanto era ideal pro plano, ou o que quer que fosse do DarkMaster. Ela vestia um vestido vermelho leve que ia acima do joelho, curto o suficiente pra mostrar suas lindas pernas torneadas e firmes. Os seios ficavam um pouco expostos pelo decote da roupa, e qualquer cavalheiro perceberia que aquele par de peitos duros e grandes foi feito pra grandes coisas, e não exatamente pra amamentar.
Na cozinha, embaixo da pia, Seu Pedro trabalhava afobado pra desmontar a peça defeituosa que causava o vazamento de água.
Era um homem rústico, já com a idade pesando. Nada de extraordinário, com uma barriga saliente, embora não desse pra dizer que era gordo. Talvez nos seus tempos de jovem tivesse um Um pouco atraente, o suficiente pra arrumar uma mulher e casar, como mostrava o anel que ele usava no dedo anelar da mão esquerda. Era calado e só falava o necessário sobre o problema do cano. Patricia nunca tinha pensado nele como um pedaço de carne, mas...
Na quina da cozinha, apontando pra mesa perto da pia, o notebook da Patricia tava discretamente posicionado, com o olho eletrônico pronto pra qualquer coisa que rolasse ali. Do outro lado, no próprio computador, o DarkMaster tava vendo tudo ao vivo, com o microfone mudo.
Patricia pegou o celular e se colocou bem na saída da cozinha, num lugar estrategicamente perto do encanador pra ele ouvir a conversa falsa se quisesse.
- Oi, amiga. Como cê tá? – Disse Patricia, atendendo a suposta ligação. – Imagino que cê deve estar se acabando de gostoso com aquele garanhão que cê levou na sua "viagem de negócios". Quem me dera ser você.
Pausa
- Eu? Aqui morrendo de tédio em casa. Meu marido só chega daqui a 5 horas e eu tô entediada pra caralho. Minha filha foi pra casa da amiga Pamela e também só volta tarde. Já vi as notícias, as mensagens e os e-mails e até entrei num site pornô, hehehe.
Pausa
- É mesmo? De onde eles tiram essas pirocas enormes? Fico com água na boca só de ver e aqui nem um vibrador...
Pausa
- Não, não tô sozinha, tem o encanador aqui me ajudando com um vazamento.
Pausa
- Não, imagina?
Patricia olhou de canto e percebeu que o encanador tinha parado de mexer na torneira pra prestar atenção na conversa.
- É um senhor muito respeitoso. Para de inventar. Me fala quantas transas cê já teve entre ontem e hoje e com... Rodrigo, cê disse que ele se chamava?
Pausa
- Uau, me pergunto de onde ele tira tanta energia pra te manter satisfeita.
Pausa
- Quem me dera... olha, tô começando a ficar com vontade de...
Pausa Não, eu ia falar em roubar o Rodrigo ou o Renato, ou seja lá como se chama, pra ele desentupir meus canos.
Pausa
— Não, deixa o Seu Pedro em paz. Aliás, acho que nem deve subir mais pra ele.
De novo, Patrícia percebeu que Seu Pedro continuava prestando atenção na conversa. Os dados estavam lançados e ela não sabia aonde aquilo ia dar. Talvez a lugar nenhum, mas ela continuava molhadinha igual uma puta no cio e nem tinha conseguido se aliviar sozinha como queria.
— Não, não conferi nem olhei o pacote dele, só tô presumindo que ele já não tem mais energia pra, cê sabe…
Pausa
— Isso, pra foder. Satisfeita?
Pausa
— Não, não vou descobrir. Ele é um velho inofensivo, para de falar besteira…
De repente, Patrícia sentiu a pressão de um dedo no ombro. Virou e viu Seu Pedro olhando pra ela com uma mistura de raiva e tesão.
— Mocinha, só quero te informar que cê tá enganada sobre meu vigor…
Ao dizer isso, virou-se pra mostrar a virilha. O velho tinha aberto a calça e baixado a cueca pra exibir um pau grosso e duro, escondido por uma moita grossa de pelos que seguia o caminho da barriga saliente.
— Seu Pedro, o que o senhor tá pensando? Pelo amor de Deus, se cubra e volte a trabalhar.
— Não, mocinha, cê tá duvidando da minha virilidade e eu tenho que provar que cê tá errada…
— Tá bom, peço desculpas. Foi errado o que eu falei, achei que o senhor não tava ouvindo…
— Foda-se se cê pede desculpas ou não. Agora cê vai aguentar isso — disse ele, segurando o próprio pau e empurrando ela contra a geladeira.
— Por favor, não me machuca, Seu Pedro…
— Não vou te machucar, putinha — disse ele enquanto enfiava a mão por baixo do vestido pra tocar a bucetinha dela. Quando tocou, percebeu que ela não tava de calcinha e ainda por cima tava toda molhada. Com brutalidade, enfiou o dedo dentro dela e arrancou um gemido que ela não soube se era de dor ou de prazer. Provavelmente os dois.
— Seu Pedro, para, pelo amor. Meu marido não demora a chegar… marido…
- Não se preocupa, ele só chega daqui a 5 horas, não lembra?
Patricia sentiu o cheiro acre do homem se apertando contra o corpo dela enquanto continuava penetrando ela com o dedo grosso, sem dar marcha a ré. Quase sem perceber, ela se encaixou no ritmo do velho, empurrando a pélvis pra frente pra facilitar a penetração. Sentia os fluidos escorrendo entre a mão do homem e, em algum momento, se deixou levar por aquele sentimento de prazer proibido, mal se dando conta de que estava sendo violentada pelo velho.
- Tira o vestido. – Ordenou Dom Pedro, enquanto empurrava ela pra mesinha no centro da cozinha. Como uma autômata, a mulher tirou o vestido por cima, revelando que por baixo não tinha nenhuma outra peça.
- Que puta tetas gostosas você tem aqui, vagabunda. – Disse o velho enquanto apertava elas com as mãos calejadas. Patricia sentiu uma pontada de dor estranha enquanto o homem brincava com os peitos dela, era como uma dor doce, quase prazerosa. Era o empurrão final que faltava pra ela desejar aquele homem rude e simples, desprovido de todo charme, dentro dela.
- Ah, por favor. – Gemeu Patricia, já sem convicção. – Não me faça nada, não vou contar nada se parar agora.
- Já não consigo parar, putinha. Olha como você me deixou. – Dom Pedro abaixou a calça e deixou o pau duro e ereto bem na frente dela. Sem dizer uma palavra, a mulher se ajoelhou e foi engolindo aquele pedaço de carne aos poucos, chupando e enchendo de saliva. Tinha um gosto acre, sujo, e os pelos pubianos grisalhos roçavam nos lábios dela cada vez que ela engolia. Acariciou a glande com a língua e deu uma mordidinha leve, e quando sentiu o arquejo e a convulsão do homem, parou por um momento. Não queria que todo aquele esperma derramasse na boca dela. Pelo menos não agora.
- Vem, putinha, se apoia na mesa.
Patricia obedeceu docilmente, apresentando a buceta molhada na frente do homem, que, sem perder tempo, se ajoelhou na frente dela e começou a fazer um sexo oral, bagunçado, gostoso. A língua dele entrava e saía roçando os lábios, o púbis, o clitóris, numa investida selvagem. Cada vez que a língua acertava o clitóris, ela se arrepiava, sentindo que estava fervendo por dentro. Tava com um tesão do caralho e precisava sentir aquele pedaço de pau dentro dela. Ela ansiava por isso. O desejo era forte demais.
— Arghh, me come, por favor. — Disse entre sussurros.
— Sobe na mesa, então.
Ela subiu na mesa, ficando de quatro com a bucetinha virada pro homem. Seu Pedro terminou de tirar a roupa e, encaixando o pau na frente dela, a penetrou, deixando a piroca grossa bater na buceta apetitosa. Soltando um grunhido, continuou metendo num ritmo meio lento, como quem sabe que tem o controle da situação.
Patrícia, por sua vez, virou pra ver a câmera piscando do notebook e lembrou do DarkMaster, que com certeza tava olhando do outro lado, se esquentando com aquela cena. Talvez ele estivesse se masturbando enquanto via ela sendo comida, e ela deu um sorriso malicioso, cheio de tesão. Abriu a boca e deixou a língua percorrer os lábios enquanto continuava olhando direto pra câmera. Saber que tava sendo observada a deixava ainda mais excitada. Como se fosse a protagonista de um pornô com um único espectador.
O velho bufava mais forte, e as respirações dele ficavam mais intensas. Tava quase gozando, mas ela tinha que gozar primeiro, tava perto, só faltava o empurrão final. Parando por um instante, ela se virou pra ficar de frente pro homem e deitou as costas na mesa. O homem se deitou por cima dela, ainda ofegante, e procurou o caminho direto pra entreperna dela de novo.
Quando ele a penetrou de novo, beijou os peitos dela, mordendo os mamilos com a pouca delicadeza que conseguia juntar. Depois, foi pro pescoço dela e o beijou avidamente, deixando um rastro de umidade por onde passava. O cheiro do homem, que em outras ocasiões teria sido desagradável pra ela, a excitava. Estava à mercê daquele sujeito, ele estava estuprando ela e ela indefesa, sentiu um lampejo de prazer ao perceber isso, gemeu, abriu a boca e o cara a beijou deixando a língua vagar dentro da boca dela. O orgasmo tão buscado por ela chegou de forma brutal, fazendo-a tremer nos braços do velho que continuava penetrando-a selvagemente.
Patricia fechou os olhos, só aproveitando as ondas de prazer daquele orgasmo interminável. Ela tinha os braços ao redor de Dom Pedro, apertando ele para que não lhe ocorresse sair. Gritou, xingou e pediu que continuasse comendo ela por um bom tempo até que aquela sensação intensa se desvaneceu. O ancião, estoicamente, continuava naquela metida intensa sem mostrar sinais de cansaço.
- Vem, deixa eu te ajudar. – disse Patricia ajoelhando-se na frente dele e engolindo a buceta molhada por tantos sucos que ela mesma havia derramado.
- Chupa essa pica, puta.
Patricia lambeu aquela pica velha como se fosse a primeira vez, com entusiasmo. Queria retribuir ao velho o enorme prazer que ele tinha lhe provocado agora. Foi molhando todo o tronco, brincando com o púbis molhado enquanto acariciava os ovos dele. Cada vez que acariciava, o homem dava um pequeno pulinho.
Finalmente, Patricia envolveu o tronco da pica com a língua e meteu aqueles ovos na boca sentindo aquele mesmo cheiro característico do ancião. Enquanto fazia isso, colocou a mão no tronco da pica encharcado de saliva e começou a masturbar ele selvagemente.
Quando sentiu que Dom Pedro começou a tremer e a gemer com sons guturais, parou com aquilo e apontou a cabeça da pica dele para os seios dela. Como se esperasse o sinal, o velho se esvaziou sobre os peitos apetitosos, enchendo-os de seu esperma branco em vários jatos que saíam com intensidade e se alojavam nela. Era muito esperma e ela pegou uma parte dele e colocou na boca. Deliciando-se com o sabor. Nunca se cansava de degustá-lo.
- Uff, como você come gostoso. vadia, você me deixou vazio.
- Espero, Dom Pedro, pelo bem de nós dois, que isso nunca seja descoberto. Vai ser nosso segredo e talvez, se você se comportar, um dia a gente repita.
- Tá bom. Vou fazer isso, não se preocupa, vadia.
- Daqui pra frente me chamo Patrícia, ok?
- Ok.
- Agora vou me lavar e você vai terminar aquele serviço que já te paguei com juros.
- Então não vai me pagar?
- Considere que sou sua puta e te paguei com uma foda, fechado?
- Tá bom.
Duas horas depois, enquanto Patrícia esperava tranquilamente a Cristina chegar, uma mensagem piscou no notebook dela. Era Darkmaster69.
- Você foi incrível hoje. Tô orgulhoso de você.
Patrícia respondeu escrevendo um texto:
- Valeu, foi muito excitante o que a gente fez. Saber que você estava lá me vendo me deixou a mil.
- Acho que sua próxima missão vai ser ainda mais excitante pra você.
- Como assim?
- Que seu próximo desafio, se decidir aceitar, vai ser seduzir a Pamela, a amiga da sua filha.
- O quê? Cê tá louco?
- Sim, e você também tá. Já devia saber disso. Não acha?
Dark Knight
Aquela foto dava sentido ao conteúdo do e-mail que o Senhor Me-Penetra-Pelo-Cu tinha escrito. Ela estava sendo chantageada vilmente. Não sabia os motivos pelos quais aquele cara tinha se dado ao trabalho de voar até o outro lado do mundo para tirar aquela foto comprometedora, mas a determinação daquele maluco a enchia de pavor. Com certeza ele não hesitaria em foder com a vida dela. relação instável no casamento dela e aparentemente tinha provas contundentes pra fazer isso, e ainda tinha o endereço de e-mail do marido dela… porra… que confusão.
Era só o segundo dia de volta pra casa depois da última viagem, o marido Ricardo tava no trabalho e a filha única, Cristina, na escola. Ela tava sozinha em casa, então nervosamente tirou o roupão de banho e ficou gloriosamente nua na frente do notebook.
Dava pra dizer que ela tinha um corpo de matar. Mesmo não sendo mais uma garotinha, as carnes dela eram firmes e curvilíneas. Os peitos subiam agitados, desafiando a gravidade, e a barriga lisa terminava numa leve moita de pelos cortada em forma de triângulo, de onde aparecia curiosa a dobra dos lábios da buceta inchada. Ela sabia que era gostosa e desejada, e essa noção era parte do motivo pelo qual se comportava como uma verdadeira puta nos últimos dois anos. Vivia num estado constante de tesão que as relações esporádicas com Ricardo não conseguiam acalmar.
Abriu pela quinta vez o e-mail no notebook e leu de novo:
Oi Patrícia, ou será que devo dizer putrícia? Este e-mail é pra pedir que você me adicione como contato no Messenger, vai me encontrar como DarkMaster69. Quero conversar com você pra me convencer a não mandar essas e outras fotos que estão no meu poder das suas aventurinhas longe de casa. Como essas fotos chegaram até mim é irrelevante. O importante pra você é que tem até meio-dia de terça-feira pra me aceitar como contato, senão vou ter que mandar essas fotos pro seu marido. Ele se chama Ricardo, né?
Pode confirmar se o e-mail dele é RicardoG42@hotmail.com?
Beijinhos na sua boquinha de chupar. Espero que você tenha tirado a porra que aquele garanhão que você tava devorando gozou? Qual é a sensação de ser tão puta? Espero que nossa relação seja cheia de aventuras que vão te deixar louca de tesão. O cara do seu marido não tem ideia do pedaço de mulher que ele tem. desperdiçando.
Quando eu estiver metendo meu pau em você e você gemer pedindo mais, vai me agradecer.
Por enquanto, me adiciona que temos umas coisinhas pra conversar.
Dark Master
Era até ali que terminava o texto do e-mail, e depois aparecia a foto comprometedora. Faltavam quinze minutos para meia-noite e ela ainda não sabia se faria o que o cara estava pedindo / ordenando.
Duas coisas eram certas: a foto era real, e o e-mail do Ricardo também era real. Aquela mania estranha que ele tinha de trocar o e-mail todo aniversário, mudando o número pra coincidir com a idade. Aquilo era uma loucura, ela se sentia confusa, assustada, surpresa e…
Com tesão.
Sentiu uma onda de excitação e a sensação de umidade entre as pernas, e não era por causa da água do banho que tinha acabado de tomar. Sem querer, a ameaça velada de que ele ia comer ela a excitou. Ela estava maluca, não podia dar corda pra um cara que podia ser um pervertido sexual, um serial killer, talvez. Era loucura, claro que sim.
5 para meia-noite. Ela tinha só um momento pra se decidir. Esfregou a entreperna inchada como se pedisse conselho pra tomar uma decisão, e a bucetinha dela deu a única solução que interessava.
O dedo tocou levemente o clitóris e ela sentiu como se uma corrente elétrica saísse dali e atravessasse o corpo, como se fosse o dedo de um feiticeiro fazendo mágica.
“Aceita”, dizia a buceta dela. “Ignora”, dizia o bom senso, lá do quartinho esquecido dos hóspedes indesejados no cérebro.
Como uma autômata, acessou a conta do Messenger e digitou DarkMaster69. Assim que encontrou o usuário, mandou um pedido de amizade. O avatar era uma foto de um cara coberto com um capacete que bem podia ser o Darth Vader, mas ela não tinha como saber ao certo.
Sobressaltada, ouviu um barulho no notebook e uma mensagem apareceu na tela:
DarkMaster69 aceitou seu pedido de amizade.
“Uau, isso foi rápido”, pensou consigo mesma. Olá, Patrícia
- Olá...
- Pode me chamar de Dark ou Mestre, como preferir
- E se eu te chamar de filho da puta?
- Se preferir assim, mas esse nome é muito comprido e você vai cansar de escrever ou de gritar quando eu estiver metendo minha pica em você e te deixando de quatro num quarto sujo de um motel de merda
- O que você quer de mim? Você é doente.
- Não sou, Patrícia. Acredite em mim, não sou nada disso.
- O que você quer?
- Primeiro de tudo, ligue sua câmera pra gente fazer um vídeo chat.
- Você é louco, não vou fazer isso.
- Por quê?
- Por muitos motivos, não te conheço, estou nua, sozinha em casa
- Você está nua? Com certeza está excitada enquanto a gente conversa
- De jeito nenhum
- Se mostre e eu te digo se você parece excitada ou não.
- Não vou fazer. Você é louco.
- Tá bom. Você decide. Eu não tinha certeza se você era corajosa o suficiente pra tentar coisas novas e excitantes
- O que você quer dizer com isso?
- Esquece. Foi um prazer, Patrícia. Preciso decidir quais fotos vou mandar pro Ricardo. O que acha dessa?
Imediatamente apareceu uma foto nova dela, Giancarlo e Roco metidos num menage onde ela chupava com gosto a pica de um deles enquanto o outro, possivelmente Roco, metia gostoso por trás.
- De onde você tirou essa foto?
- Isso não importa, o que eu quero saber é o que você sentia enquanto te comiam e você chupava aquele pedaço de pica.
- Isso não é da sua conta.
- Talvez seja da conta do Ricardo. Talvez até te ofereça pra participar da orgia
- Pela última vez, o que você quer?
- Mandar as fotos pro Ricardo.
- Por favor, não faça isso. Você não sabe o estrago que vai causar
- Você não me dá outra opção. Ou as fotos vão pro Ricardo, ou o vídeo vai pro Dark Master.
- Você é um filho da puta.
- Já me chamaram de piores coisas, mas o tempo tá acabando, então decide agora.
Patrícia pegou o mouse e apertou o botão de videochamada, que foi aceito na hora. Na frente dela, apareceu Só uma tela cinza com o nome dos dois.
- Não dá pra ver nada. – Escreveu Patrícia.
- É assim que quero que seja por enquanto. Eu te vejo perfeitamente. Que delícia esses peitos, e seus bicos estão em pé de guerra, sabia que você estava excitada.
- Não estou, é só que tá frio aqui.
- Tá bom, levanta pra eu te ver de corpo inteiro.
- Ei, não sou sua puta.
- Agora é sim, puta. Se acostuma e me obedece logo. Tô cansando das suas palhaçadas.
- Ei, não vai me tratar assim.
- Vou te tratar do jeito que eu quiser, putinha. Tá claro? Levanta agora ou eu fecho a conversa e você nunca mais ouve falar de mim.
- Tá feliz agora? – Gritou, levantando na frente da câmera do notebook, mostrando o corpo todo pro desconhecido. Suas curvas firmes, a bucetinha inchada e... excitada? Os seios empinados e durinhos, com os bicos endurecidos. Aos 40 anos, ainda era muito gostosa e desejável.
- Assim tá perfeito. – Disse DarkMaster69, deixando a voz sair pelo alto-falante do notebook. Era uma voz distorcida, mas levemente familiar, como se estivesse falando através de um lenço ou algo assim.
- Até quando você vai me deixar em paz? – Perguntou Patrícia.
- Até eu querer, até meus ovos incharem e ficarem roxos, sua puta. Tá bom pra você ou quer mais?
- Não. – Respondeu, sem graça.
- Acaricia seus peitos com os dedos, belisca os bicos.
- Mas...
- Anda! Não vou repetir.
Dessa vez obedecendo, Patrícia começou a tocar os próprios seios, meio sem jeito no começo, deixando as mãos vagarem soltas, tocando os bicos. Mesmo sem querer admitir, cada toque mandava um arrepio pelo corpo. Ela apertava os dentes pra não deixar escapar nenhum gemido que entregasse sua excitação.
- Fecha os olhos e imagina que são minhas mãos te acariciando. – Disse DarkMaster69.
Sem vontade de discutir, Patrícia fez o que a voz mandou e fechou os olhos. Continuou no mesmo ritmo. natural das mãos com os olhos fechados
- Desce tua mão devagar pela tua barriga. Imagina que é a minha mão que te toca, que te acaricia. Se deixa levar, somos só eu e você.
A mão da Patrícia desceu devagar como mandaram. Sentiu a textura e o calor da pele da barriga e, sem uma palavra, continuou viajando até o baixo ventre, percorrendo o caminho do seu púbis aparado e a dobra delicada dos seus lábios de buceta. Sentiu a umidade alojada ali e se surpreendeu com o nível de tesão que tava sentindo e como o corpo dela tava reagindo àquele estímulo. Arqueando levemente o corpo, deixou um dedo escorregar delicadamente pelo interior da buceta, depois não foi suficiente e foram dois até sentir a pressão necessária pra continuar com aquele estado maravilhoso de excitação. Com um sorriso de satisfação no rosto, continuou percorrendo com os dedos o interior molhado num vai e vem gostoso, de repente, não existiu mais medo, nem surpresa, nem inquietação, só um desejo puramente animal de tirar aquela vontade, aquele orgasmo prestes a explodir que fervia lá do fundo das entranhas.
- Sente meus dedos te percorrendo. - Ouviu o Dark falar de bem longe, a voz rouca e distorcida, a autoridade que emanava dela fez ela se esquentar ainda mais, queria agradar ele, retribuir o favor por aquele momento erótico, naquela hora não importava que ele fosse um filho da puta que tava chantageando ela.
- Aii, que gostoso. – Se ouviu falar, como se a puta que existia dentro dela tivesse assumido o controle. Há alguns momentos, lutava pra esconder as emoções e agora era uma loba no cio.
- Acaricia teu clitóris com teus dedos, assim. Uff, que gostosa você é, puta.
- Mhhmhg. Sim, sou sua puta. Me come, filho da puta, mete essa pica gostosa em mim.
- Ainda não, puta, mas você vai fazer uma coisa pra mim que vai adorar, continua te tocando. Não goza até eu mandar…
- Ah, tô queimando, quase a ponto de…
- Para. Não goza ainda, te falei, você deve me obedeça.
- Está bem. – Disse Patrícia, parando o movimento dos dedos contra toda a sua vontade. Ofegando baixinho, ficou esperando as instruções do seu suposto domador ou o que quer que ele fosse.
- Você tem algum problema doméstico que precise de conserto?
- Como? – Respondeu Patrícia, confusa. Não sabia aonde aquilo tudo ia dar.
- Algum vazamento de gás ou água, uma máquina de lavar barulhenta…
- A torneira da pia está pingando há dias, eu falei pro Ricardo que…
- Você tem um encanador de confiança?
- Sim, Seu Pedro é quem sempre nos ajuda.
- Chama ele. Você tem que conseguir que ele te coma quando vier.
- O quê? Você é louco? Ele é um velhinho de uns 60 anos, é muito respeitoso e acho que nem tem vigor pra… você sabe.
- Acha que não vai subir o pau?
- Bem… sim, acho que não. Isso que você tá pedindo é absurdo…
- Deixa o absurdo comigo e você faz o que eu mando.
- Tá bem. Vou fazer. – Disse Patrícia, contrariada.
Três horas depois, Patrícia estava em casa, ainda sozinha. Cristina tinha ligado pra avisar que passaria a tarde na casa da amiga Pamela fazendo um projeto da escola. Soava como uma desculpa esfarrapada da filha pra ir passar o tempo com a amiga, mas por enquanto era ideal pro plano, ou o que quer que fosse do DarkMaster. Ela vestia um vestido vermelho leve que ia acima do joelho, curto o suficiente pra mostrar suas lindas pernas torneadas e firmes. Os seios ficavam um pouco expostos pelo decote da roupa, e qualquer cavalheiro perceberia que aquele par de peitos duros e grandes foi feito pra grandes coisas, e não exatamente pra amamentar.
Na cozinha, embaixo da pia, Seu Pedro trabalhava afobado pra desmontar a peça defeituosa que causava o vazamento de água.
Era um homem rústico, já com a idade pesando. Nada de extraordinário, com uma barriga saliente, embora não desse pra dizer que era gordo. Talvez nos seus tempos de jovem tivesse um Um pouco atraente, o suficiente pra arrumar uma mulher e casar, como mostrava o anel que ele usava no dedo anelar da mão esquerda. Era calado e só falava o necessário sobre o problema do cano. Patricia nunca tinha pensado nele como um pedaço de carne, mas...
Na quina da cozinha, apontando pra mesa perto da pia, o notebook da Patricia tava discretamente posicionado, com o olho eletrônico pronto pra qualquer coisa que rolasse ali. Do outro lado, no próprio computador, o DarkMaster tava vendo tudo ao vivo, com o microfone mudo.
Patricia pegou o celular e se colocou bem na saída da cozinha, num lugar estrategicamente perto do encanador pra ele ouvir a conversa falsa se quisesse.
- Oi, amiga. Como cê tá? – Disse Patricia, atendendo a suposta ligação. – Imagino que cê deve estar se acabando de gostoso com aquele garanhão que cê levou na sua "viagem de negócios". Quem me dera ser você.
Pausa
- Eu? Aqui morrendo de tédio em casa. Meu marido só chega daqui a 5 horas e eu tô entediada pra caralho. Minha filha foi pra casa da amiga Pamela e também só volta tarde. Já vi as notícias, as mensagens e os e-mails e até entrei num site pornô, hehehe.
Pausa
- É mesmo? De onde eles tiram essas pirocas enormes? Fico com água na boca só de ver e aqui nem um vibrador...
Pausa
- Não, não tô sozinha, tem o encanador aqui me ajudando com um vazamento.
Pausa
- Não, imagina?
Patricia olhou de canto e percebeu que o encanador tinha parado de mexer na torneira pra prestar atenção na conversa.
- É um senhor muito respeitoso. Para de inventar. Me fala quantas transas cê já teve entre ontem e hoje e com... Rodrigo, cê disse que ele se chamava?
Pausa
- Uau, me pergunto de onde ele tira tanta energia pra te manter satisfeita.
Pausa
- Quem me dera... olha, tô começando a ficar com vontade de...
Pausa Não, eu ia falar em roubar o Rodrigo ou o Renato, ou seja lá como se chama, pra ele desentupir meus canos.
Pausa
— Não, deixa o Seu Pedro em paz. Aliás, acho que nem deve subir mais pra ele.
De novo, Patrícia percebeu que Seu Pedro continuava prestando atenção na conversa. Os dados estavam lançados e ela não sabia aonde aquilo ia dar. Talvez a lugar nenhum, mas ela continuava molhadinha igual uma puta no cio e nem tinha conseguido se aliviar sozinha como queria.
— Não, não conferi nem olhei o pacote dele, só tô presumindo que ele já não tem mais energia pra, cê sabe…
Pausa
— Isso, pra foder. Satisfeita?
Pausa
— Não, não vou descobrir. Ele é um velho inofensivo, para de falar besteira…
De repente, Patrícia sentiu a pressão de um dedo no ombro. Virou e viu Seu Pedro olhando pra ela com uma mistura de raiva e tesão.
— Mocinha, só quero te informar que cê tá enganada sobre meu vigor…
Ao dizer isso, virou-se pra mostrar a virilha. O velho tinha aberto a calça e baixado a cueca pra exibir um pau grosso e duro, escondido por uma moita grossa de pelos que seguia o caminho da barriga saliente.
— Seu Pedro, o que o senhor tá pensando? Pelo amor de Deus, se cubra e volte a trabalhar.
— Não, mocinha, cê tá duvidando da minha virilidade e eu tenho que provar que cê tá errada…
— Tá bom, peço desculpas. Foi errado o que eu falei, achei que o senhor não tava ouvindo…
— Foda-se se cê pede desculpas ou não. Agora cê vai aguentar isso — disse ele, segurando o próprio pau e empurrando ela contra a geladeira.
— Por favor, não me machuca, Seu Pedro…
— Não vou te machucar, putinha — disse ele enquanto enfiava a mão por baixo do vestido pra tocar a bucetinha dela. Quando tocou, percebeu que ela não tava de calcinha e ainda por cima tava toda molhada. Com brutalidade, enfiou o dedo dentro dela e arrancou um gemido que ela não soube se era de dor ou de prazer. Provavelmente os dois.
— Seu Pedro, para, pelo amor. Meu marido não demora a chegar… marido…
- Não se preocupa, ele só chega daqui a 5 horas, não lembra?
Patricia sentiu o cheiro acre do homem se apertando contra o corpo dela enquanto continuava penetrando ela com o dedo grosso, sem dar marcha a ré. Quase sem perceber, ela se encaixou no ritmo do velho, empurrando a pélvis pra frente pra facilitar a penetração. Sentia os fluidos escorrendo entre a mão do homem e, em algum momento, se deixou levar por aquele sentimento de prazer proibido, mal se dando conta de que estava sendo violentada pelo velho.
- Tira o vestido. – Ordenou Dom Pedro, enquanto empurrava ela pra mesinha no centro da cozinha. Como uma autômata, a mulher tirou o vestido por cima, revelando que por baixo não tinha nenhuma outra peça.
- Que puta tetas gostosas você tem aqui, vagabunda. – Disse o velho enquanto apertava elas com as mãos calejadas. Patricia sentiu uma pontada de dor estranha enquanto o homem brincava com os peitos dela, era como uma dor doce, quase prazerosa. Era o empurrão final que faltava pra ela desejar aquele homem rude e simples, desprovido de todo charme, dentro dela.
- Ah, por favor. – Gemeu Patricia, já sem convicção. – Não me faça nada, não vou contar nada se parar agora.
- Já não consigo parar, putinha. Olha como você me deixou. – Dom Pedro abaixou a calça e deixou o pau duro e ereto bem na frente dela. Sem dizer uma palavra, a mulher se ajoelhou e foi engolindo aquele pedaço de carne aos poucos, chupando e enchendo de saliva. Tinha um gosto acre, sujo, e os pelos pubianos grisalhos roçavam nos lábios dela cada vez que ela engolia. Acariciou a glande com a língua e deu uma mordidinha leve, e quando sentiu o arquejo e a convulsão do homem, parou por um momento. Não queria que todo aquele esperma derramasse na boca dela. Pelo menos não agora.
- Vem, putinha, se apoia na mesa.
Patricia obedeceu docilmente, apresentando a buceta molhada na frente do homem, que, sem perder tempo, se ajoelhou na frente dela e começou a fazer um sexo oral, bagunçado, gostoso. A língua dele entrava e saía roçando os lábios, o púbis, o clitóris, numa investida selvagem. Cada vez que a língua acertava o clitóris, ela se arrepiava, sentindo que estava fervendo por dentro. Tava com um tesão do caralho e precisava sentir aquele pedaço de pau dentro dela. Ela ansiava por isso. O desejo era forte demais.
— Arghh, me come, por favor. — Disse entre sussurros.
— Sobe na mesa, então.
Ela subiu na mesa, ficando de quatro com a bucetinha virada pro homem. Seu Pedro terminou de tirar a roupa e, encaixando o pau na frente dela, a penetrou, deixando a piroca grossa bater na buceta apetitosa. Soltando um grunhido, continuou metendo num ritmo meio lento, como quem sabe que tem o controle da situação.
Patrícia, por sua vez, virou pra ver a câmera piscando do notebook e lembrou do DarkMaster, que com certeza tava olhando do outro lado, se esquentando com aquela cena. Talvez ele estivesse se masturbando enquanto via ela sendo comida, e ela deu um sorriso malicioso, cheio de tesão. Abriu a boca e deixou a língua percorrer os lábios enquanto continuava olhando direto pra câmera. Saber que tava sendo observada a deixava ainda mais excitada. Como se fosse a protagonista de um pornô com um único espectador.
O velho bufava mais forte, e as respirações dele ficavam mais intensas. Tava quase gozando, mas ela tinha que gozar primeiro, tava perto, só faltava o empurrão final. Parando por um instante, ela se virou pra ficar de frente pro homem e deitou as costas na mesa. O homem se deitou por cima dela, ainda ofegante, e procurou o caminho direto pra entreperna dela de novo.
Quando ele a penetrou de novo, beijou os peitos dela, mordendo os mamilos com a pouca delicadeza que conseguia juntar. Depois, foi pro pescoço dela e o beijou avidamente, deixando um rastro de umidade por onde passava. O cheiro do homem, que em outras ocasiões teria sido desagradável pra ela, a excitava. Estava à mercê daquele sujeito, ele estava estuprando ela e ela indefesa, sentiu um lampejo de prazer ao perceber isso, gemeu, abriu a boca e o cara a beijou deixando a língua vagar dentro da boca dela. O orgasmo tão buscado por ela chegou de forma brutal, fazendo-a tremer nos braços do velho que continuava penetrando-a selvagemente.
Patricia fechou os olhos, só aproveitando as ondas de prazer daquele orgasmo interminável. Ela tinha os braços ao redor de Dom Pedro, apertando ele para que não lhe ocorresse sair. Gritou, xingou e pediu que continuasse comendo ela por um bom tempo até que aquela sensação intensa se desvaneceu. O ancião, estoicamente, continuava naquela metida intensa sem mostrar sinais de cansaço.
- Vem, deixa eu te ajudar. – disse Patricia ajoelhando-se na frente dele e engolindo a buceta molhada por tantos sucos que ela mesma havia derramado.
- Chupa essa pica, puta.
Patricia lambeu aquela pica velha como se fosse a primeira vez, com entusiasmo. Queria retribuir ao velho o enorme prazer que ele tinha lhe provocado agora. Foi molhando todo o tronco, brincando com o púbis molhado enquanto acariciava os ovos dele. Cada vez que acariciava, o homem dava um pequeno pulinho.
Finalmente, Patricia envolveu o tronco da pica com a língua e meteu aqueles ovos na boca sentindo aquele mesmo cheiro característico do ancião. Enquanto fazia isso, colocou a mão no tronco da pica encharcado de saliva e começou a masturbar ele selvagemente.
Quando sentiu que Dom Pedro começou a tremer e a gemer com sons guturais, parou com aquilo e apontou a cabeça da pica dele para os seios dela. Como se esperasse o sinal, o velho se esvaziou sobre os peitos apetitosos, enchendo-os de seu esperma branco em vários jatos que saíam com intensidade e se alojavam nela. Era muito esperma e ela pegou uma parte dele e colocou na boca. Deliciando-se com o sabor. Nunca se cansava de degustá-lo.
- Uff, como você come gostoso. vadia, você me deixou vazio.
- Espero, Dom Pedro, pelo bem de nós dois, que isso nunca seja descoberto. Vai ser nosso segredo e talvez, se você se comportar, um dia a gente repita.
- Tá bom. Vou fazer isso, não se preocupa, vadia.
- Daqui pra frente me chamo Patrícia, ok?
- Ok.
- Agora vou me lavar e você vai terminar aquele serviço que já te paguei com juros.
- Então não vai me pagar?
- Considere que sou sua puta e te paguei com uma foda, fechado?
- Tá bom.
Duas horas depois, enquanto Patrícia esperava tranquilamente a Cristina chegar, uma mensagem piscou no notebook dela. Era Darkmaster69.
- Você foi incrível hoje. Tô orgulhoso de você.
Patrícia respondeu escrevendo um texto:
- Valeu, foi muito excitante o que a gente fez. Saber que você estava lá me vendo me deixou a mil.
- Acho que sua próxima missão vai ser ainda mais excitante pra você.
- Como assim?
- Que seu próximo desafio, se decidir aceitar, vai ser seduzir a Pamela, a amiga da sua filha.
- O quê? Cê tá louco?
- Sim, e você também tá. Já devia saber disso. Não acha?
Dark Knight
3 comentários - Minha filha e o Messenger: Coisas de Família 1
Saludos