Naquela tarde, eu tava a mil por hora resolvendo os trâmites e as paradas que me fizeram viajar, tava moído, mas não conseguia tirar minha sobrinha da cabeça. No fim da tarde, voltei na casa dela. Quando entrei, estranhei que não tinha ninguém. Espiei no quarto dela e vi: ela tava dormindo de bruços, com a bunda mais linda de todas, e uma thong minúscula enterrada nela. Me aproximei, comecei a acariciar aquilo, meu pau já tava a todo vapor. Foi mais forte que eu, comecei a chupar o cuzinho dela. Ela se mexia devagar e gemia bem baixinho. Abriu as pernas e me ofereceu aquela bundinha minúscula. Que cuzinho gostoso, meu deus. Segurei com as duas mãos e literalmente comecei a comer ela com a língua. Ela mordia o travesseiro e gemia igual uma louca, tava adorando, dava pra ver. Continuei comendo a bunda dela com a língua e meti dois dedos na buceta dela, tava toda molhada. Os gemidos dela ficaram mais intensos e, enquanto eu batia uma pra ela, ela gozou na minha mão. Juntei com os dedos e espalhei tudo na bunda dela. Ela já tava entregue e o cuzinho bem dilatado. Tirei meu pau e apoiei a cabeça naquele anel de couro. Tava louco pra comer ela e comecei a enfiar. A cabeça entrou e ela deu um pulo, soltando um gemido longo. Assim, comecei a comer ela só com a cabeça do pau. A putinha tava doida e gozou de novo. Que mina mais gostosa. Enfiei mais um pouco e aquela bunda começou a ceder, meu pau foi sumindo naquele cuzinho gostoso. Ela gemia desesperada, eu metia um pouquinho e recuava, e ia comendo ela enquanto enfiava. Ela gritava e gemia, mordia o travesseiro e eu metia mais fundo. Só queria comer ela e, se eu confessar, queria arrebentar bem a bunda dela. Era meu prazer. Então comecei a comer ela com força, ela se segurou na cabeceira e eu tava arrebentando bem a bunda dela. Não sei quantas vezes ela gozou, mas entre as pernas dela tinha uma poça das gozadas dela. Ela respirava forte, os gemidos tavam mais suaves, e minha tara só aumentava. Agarrei ela pela cintura e meti tudo de uma vez. Comecei a comer ela com movimentos profundos e curtos, ela tava entregue e, ao ver ela tão frágil, eu cansei. A sacanagem começou, e eu comecei a jorrar uns golpes de porra grossa e com força. Ela começou a ter uns espasmos, os gemidos dela eram baixinhos, eu gozava que nem um touro e sentia como daquela bunda gorda escorria porra e descia pelas pernas dela e pelas minhas. Acabei e tirei de dentro, ela apagou na cama. O buraco do cu dela tinha ficado lindo, bem vermelho e aberto, era uma obra de arte. Então, feliz, fui tomar banho. Que sobrinha gostosa que eu tenho.
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