DOMINGO DE MANHÃ A luz do dia me acorda na minha cama, sozinho como infelizmente estou acostumado. Já é domingo e meu corpo todo dói, como se eu tivesse bebido muito na noite anterior. Principalmente, minha cabeça dói, provavelmente por causa dos comprimidos que tomei, mas em compensação meu pau está duro como uma estaca, pronto pra foder de novo. Não ouço nenhum barulho na casa. Levanto e o quarto dos meus pais está fechado, abro e lá está minha mãe, sozinha, ainda dormindo, de costas pra mim, em cima da cama, vestindo uma camisola curta, bem leve, quase transparente, que deixa ver suas pernas longas e finas. Não sei se ela está de calcinha, mas juro que não. Me dá vontade de meter na cama com ela, mas não sei onde meu pai está agora, então dou uma volta pela casa e lá está meu pai, na varanda, com um monte de papéis em cima da mesa, lendo uns relatórios do trabalho, como de costume. Quando é que ele vai descansar dessa vida tão sem graça que leva? Começo a tomar café lembrando do dia anterior, principalmente das relações sexuais tão maravilhosas que tive com minha mãe, como eu a fodi por trás e pela frente, e as palmadas que dei na bunda dela, grande e empinada. Também lembro que combinei de sair com vários amigos na noite passada e não fui nem consegui ligar pra avisar que não podia ir. Se eu contasse o que aconteceu, com certeza eles me aplaudiriam com inveja. Nesse momento lembro do Jorge, meu "amigo" da escola, que estuprou minha mãe na sexta-feira passada. Fico pensando o que será que aconteceu com ele, então, como minha mãe continua na cama e meu pai parece estar de plantão pra ninguém se meter entre as pernas da sua mulherzinha, resolvo ir até a casa do Jorge pra ver como ele está. Caminho tranquilamente até a casa dele e ao chegar, aproveito que um vizinho sai do prédio naquele momento pra entrar sem bater. Chegando na porta do apartamento, aperto a campainha várias vezes mas não ouço barulho lá dentro, então que depois de uns minutos eu chamo o elevador de novo pra ir embora. Nesse momento, ouço barulhos atrás da porta do apartamento do Jorge, e a porta se abre. Chego perto e é a Marga, a mãe do Jorge, quem abriu. Ela tá meio sonolenta, como se tivesse drogada, como se eu tivesse tirado ela da cama com minhas chamadas, com o cabelo curto todo bagunçado. Ela tá usando uma camisola estampada, bem leve, de alcinha, que chega bem acima dos joelhos, e um chinelo nos pés. Lembro que uma vez o Jorge me falou que a mãe dele toma remédio pra dormir, e às vezes continua dormindo até a hora do almoço. Falo que sou o Pablo, o amigo do Jorge, o filho dela. Ela murmura que ele saiu, que vai voltar pra almoçar. Minto pra ela, dizendo que o Jorge queria que eu passasse hoje de manhã na casa dele pra pegar umas fitas gravadas que pedi. Ela repete que ele não tá em casa, mas eu insisto que é só pegar as fitas de vídeo que deixei no quarto dele especialmente pra mim. Parece que é muito complicado pra ela me entender, já que a única coisa que ela quer é voltar pra cama pra dormir, então ela me deixa entrar. Vou direto pro quarto do Jorge e ouço a mãe dele arrastando os pés até o quarto dela. Entro no quarto do Jorge. Não tem fita nenhuma em cima da mesa, nem na cama, nem debaixo dela. Olho na estante de livros e nas gavetas da mesa, mas nada. Abro o armário de roupa dele e começo a procurar alguma fita entre as roupas, nas várias gavetas e prateleiras. Tiro coisas do armário e bato com os nós dos dedos nas paredes, procurando painéis escondidos e, meu coração dá um pulo!, ouço um som oco. Tento abrir e consigo, encontrando um verdadeiro tesouro de fitas gravadas. Tem centenas delas, todas com etiquetas de protagonistas, lugares e datas. Como eu disse, um verdadeiro tesouro. A maioria das fitas é de pessoas que nem conheço, mas outras eu conheço e muito bem. Encontro não uma, além de várias fitas da minha mãe. Tem também várias da mãe do Jorge, da tia gostosa da sala, dos banhos das tias, da praia, de supermercados, de transportes públicos, etc. Fuck you, uma bolsa de esporte que o Jorge tem no armário dele, esvazio ela no mesmo armário e encho com um monte de fitas. Depois eu vejo em casa quais me interessam. No mesmo painel secreto encontro várias câmeras pra gravar, de tamanhos diferentes, algumas do tamanho de um botão. Nesse momento começo a pensar na mãe do Jorge, que dorme profundamente no quarto dela, e que não tem nenhum guardião pra proteger ela de ser comida agora. Se o Jorge comeu minha mãe, por que eu não vou fazer o mesmo com a dele? É questão de justiça, uma foda por outra, uma mãe por outra. E mesmo que não fosse, eu como ela porque tô a fim. A mãe do Jorge deve ter uns quarenta e poucos anos, mas o corpo dela, embora não chegue nem perto do nível da minha mãe, dá uma boa foda. Se o filho gosta de gravar ela pelada ou até transando, o amigo do filho também gosta e, se possível, com ele também como protagonista. A Marga deve ter quase uns 60 quilos de peso em quase um metro e setenta de altura, peitos não muito grandes, mas uma bunda boa, pernas longas e finas, cabelo castanho claro, quase loiro, olhos grandes, cara redonda, nariz empinado e lábios carnudos. Fuck you, duas câmeras e a bolsa cheia de fitas gravadas, e entro no quarto dos pais do Jorge. Lá está a Marga deitada, dormindo profundamente na cama, quase de barriga pra cima, mas um pouco virada pra direita dela. Coloco as câmeras em lugares diferentes, sempre apontando pra cama, pra Marga. Levanto a persiana pra entrar luz e poder gravar ela sem problemas. A luz inunda o quarto todo, mas a mãe do Jorge nem se mexe, continua dormindo profundamente sem mover um músculo. Chego perto dela, ela tá de calcinha por baixo da camisola. Acho ótimo, assim posso sentir o prazer de Abaixar a calcinha dela, tirar. Passo a mão na perna dela e ela continua sem se mexer, dormindo, só o peito dela subindo e descendo pela respiração. Tiro minha roupa e deixo dobrada numa cadeira. Se ela não acordar, vou comer ela dormindo, mas se acordar também não tem problema, ou colabora ou eu estupro. Simples assim, hoje eu como ela. Totalmente nu, vou até as câmeras de vídeo e ligo elas. O show vai começar! Chego nos pés da cama, coloco minhas mãos nos pés da Marga, ela nem se mexe, vou subindo devagar, acariciando os pés e as pernas dela enquanto subo. Já chego nas coxas dela, subo as mãos aos poucos e enfio por baixo da camisola, passo pelos quadris dela, chego na beirada da calcinha e puxo pra baixo, desce um pouco mas para por causa do formato e do peso da bunda dela, puxo mais um pouco mas nada. Movo as mãos e levanto a saia dela na frente pra ver melhor. A calcinha dela tá dobrada na frente, deixando ver os pelos pubianos e até um pouco da entrada tão desejada. Coloco agora minhas mãos por baixo da bunda dela, e levanto um pouco enquanto puxo a calcinha pra baixo, tirando. Tiro as mãos da bunda dela e puxo a calcinha pra baixo, que desliza agora sem problemas. Enquanto vou descendo ela devagar, acaricio com meus dedos as pernas dela sem parar de olhar a boceta. Tiro a calcinha, olho por um instante e jogo pra cabeceira da cama, onde milagrosamente fica pendurada. Agora vem a parte de tirar a camisola dela. Puxar ela parece um trabalho cansativo e chato demais, então vou pra cozinha e volto com uma tesoura. Corto um lado da camisola de baixo pra cima, depois o outro, e junto com as duas alças pra remover sem problema a parte de cima da camisola, que deixo cair no chão. Ali está o corpo nu da mãe do Jaime, a Marga, em todo seu esplendor, com a boceta sem depilar mas com o pelo curto que deixa ver a racha dela, e os peitos dela, mais ou menos Pequenas, mas pontudas e nada caídas. Começo de onde parei antes, nos seus quadris, onde coloco minhas mãos e acaricio, pra depois ir subindo devagar pelas laterais do corpo dela, percorrendo os braços, as mãos, até chegar nos ombros, onde paro e acaricio eles. Daí subo devagar pelo pescoço dela, pelas orelhas, onde paro um instante acariciando elas, pra continuar até a cabeça. Tiro o cabelo do rosto dela, descendo agora pela testa, as sobrancelhas, os olhos, maçãs do rosto, nariz, parando um pouco em cada um, até chegar na boca dela. Acaricio os lábios carnudos por fora, e devagar vou enfiando meus dedos na boca dela, acariciando os lábios por dentro, a língua. Meus dedos entram e saem várias vezes da boca dela, como se eu tivesse fodendo ela. Agora desço pelo queixo, pelo pescoço. Percorro a parte central do pescoço dela com a ponta dos meus dedos até chegar no decote. Aí desço um pouco até minhas mãos se separarem uma da outra, pra chegar nos peitos dela, pequenos, pontudos, macios. Acaricio eles com a ponta dos meus dedos, fazendo movimentos circulares, envolvendo eles, chegando cada vez mais perto dos mamilos até alcançar eles. Eles cresceram e estão duros. Olho pro rosto da Marga e ela continua de olhos fechados, sem se mexer, será que tá dormindo ou só fingindo? Acaricio os mamilos dela com meus dedos, e até aperto eles de leve, vendo como eles crescem ainda mais. Abandono devagar os mamilos dela, descendo minhas mãos pela barriga dela, devagar, acariciando ela. Minhas mãos continuam descendo, param um pouco no umbigo fazendo movimentos circulares, acariciando ele, pra continuar descendo até alcançar os pelos pubianos e dali pra buceta dela. Desço devagar, sem parar de acariciar a parte de fora da racha dela, até que, no meio dela, enfio um pouco a ponta dos meus dedos, acariciando o interior, e abro ela um pouco, vendo o conteúdo tão desejado e percorrendo agora toda a extensão dos lábios dela, o clitóris e a entrada na buceta dela. Faço uma leve tentativa de enfiar um dos meus dedos na buceta dela, mas logo subo até o clitóris, onde aos poucos minhas carícias vão ficando mais e mais insistentes. Marga se contorce de prazer que eu proporciono, mas se recusa a mostrar que está acordada, curtindo as carícias íntimas que o amigo do filho dela está dando. Deito entre as pernas dela, já abertas, e aproximando minha boca da sua ppk, começo a percorrê-la com a língua em toda a extensão, por dentro e por fora, até me concentrar no clitóris, onde alterno lambidas longas com movimentos circulares da ponta da minha língua. A buceta dela está escorrendo, lubrificada pelo desejo, pelo prazer que ela está sentindo. Agora Marga geme e se contorce cada vez mais de prazer, mas se recusa a abrir os olhos, talvez tentando mostrar pra si mesma que não é infiel ao marido, que é pura, sem pensamentos lascivos, e se algo prazeroso acontece com ela é contra a vontade dela. Enquanto lambo o clitóris dela, aproveito pra enfiar aos poucos um dedo dentro da buceta dela, cada vez mais fundo, entrando e saindo, entrando e saindo, como se eu estivesse fodendo ela com o dedo. Agora enfio outro, e mais outro, preparando ela pro meu pauzão que tá doido pra meter na buceta da mãe do Jorge. Sem parar de lamber o clitóris dela, dobro um pouco os dedos dentro da buceta e acaricio aos poucos as paredes vaginais da Marga, e ouço ela gritar de prazer. A cama tá molhada, assim como toda a buceta dela e meus dedos, minha língua, minha cara, do líquido que a buceta dela tá soltando. Agora ela tá pronta pra eu foder ela. Tiro os dedos da buceta dela, e deito em cima dela, enfiando meu pau dentro da buceta molhada dela, que desliza rapidamente até o fundo. Ouço ela ofegar na minha cara, e começo a foder ela, devagar, primeiro sem meter tudo, depois até o fundo, alternando a profundidade da foda, até que ouço ela gritar de prazer de novo. Mas eu ainda não gozei gozar, e tenho o pau enorme, duro, cheio de sangue e energia. Tiro ele pra fora, levanto da cama e puxo ela, obrigando a se virar de bruços na cama. Coloco o travesseiro debaixo da buceta dela, levantando a bunda, deixando ela empinada. Dou uns bons tapas nela e abro as nádegas. Ali está o outro buraco dela, meu novo alvo. Fico de joelhos atrás da bunda dela, colado nela, e, devagar, vou enfiando. No começo sinto ela desconfortável, mas aos poucos ela vai gostando e eu vou montando nela com mais força, com mais energia, ouvindo os gemidos de prazer dela. A bunda dela balança como gelatina a cada estocada minha. A cama, pelo barulho que faz, ameaça quebrar, batendo uma e outra vez na parede, até derrubar um quadro que estava na cabeceira. Um quadro da Virgem Maria olhando pro céu com olhos piedosos e puros. Finalmente chega o tão esperado orgasmo. Deixo fluir e rujo como o leão dos filmes. Nessa hora, ouço a porta da rua, alguém está abrindo. Levanto rápido, me visto correndo, foda-se as fitas das duas câmeras que estavam gravando, assim como a bolsa de esportes cheia de gravações, e saio do quarto sem nem olhar pra Marga, que ainda está deitada, nua e imóvel na cama. Cruzo com Jorge, que está na cozinha, pegando algo da geladeira. Ele me olha espantado, balbuciando algo como: “Mas…” E saio do apartamento, descendo correndo as escadas. Na descida, acho que ouço Jorge gritar: “Mas você é uma puta…!” Ouço ele abrir a porta da rua, mas já estou lá embaixo. Missão cumprida!
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