Passaram uns 15 dias e meu cabelo cresceu, fui no salão e quando entrei, ela tava lá. Com aquele rabo lindo bem empinado atendendo uma senhora, e tinha mais umas esperando. Quando me viu, veio na minha direção, me cumprimentou bem simpática com um beijo e eu falei que queria cortar o cabelo, porque da última vez adorei o atendimento. Ela me disse pra ir às 21h, que o salão tava fechado e ela podia me atender do jeito que eu gosto. Achei de boa, e combinamos pra esse horário. Na hora marcada fui, tava fechado, ela abriu a porta e tava de dar água na boca: uma regata branca que destacava bem os peitos dela e uma mini escura com salto alto, bem perfumada e toda produzida. Fiquei com tesão de ver ela, era uma gostosa. Ela mandou eu sentar e perguntou o que eu queria beber. Óbvio, Fernet. Ela me trouxe um e começou a cortar meu cabelo, sentou de frente nas minhas pernas, dava pra sentir a buceta dela encostada no meu pau e ele já reagiu, os peitos dela na minha boca. Era um prazer total. Perguntei do marido dela, ela disse que vinha mais tarde, tava jogando futebol. Terminou o corte e perguntou se eu queria lavar a cabeça, falei que sim, e ela tirou a regatinha pra não molhar. Os peitos dela eram bem durinhos e firmes, uns mamilos escuros bem grossos, meu pau voava. Queria comer ela ali mesmo, mas tava vindo tudo certo, então segurei. Ela ficava do meu lado e eu chupava os peitos dela, mordiscava e ela gemia baixinho, era casada. Nisso, ouço a chave na porta, era o marido. Ele chegou, deu um beijo nela, e em mim passou a mão no meu pau. Ela disse: "Vou tomar banho e acompanho vocês". Ela terminou de me lavar e me fez passar pra casa dela, me preparou outro Fernet. O marido saiu do banho enrolado numa toalha, veio assim mesmo, falou que o corte tava bom. Eu tava com a bunda pequena dele empinada, então aproveitei e falei: "Pede uma calcinha bem pequena da sua mulher e veste, pra ficar mais à vontade". Os dois foram pro quarto, demoraram um pouco e voltaram: ela de fio dental, peitos de fora e salto alto; ele descalço, de fio dental e lábios pintados. Os dois com o mesmo perfume. O perfume me deixava a pica dura, fiz elas darem uma voltinha, uma bunda linda as duas, depiladinhas com creme, duas bucetinhas lindas. Pedi pro árido fazer outro Fernet. Ela veio e sentou no meu colo, colocou os peitos na minha cara. O marido veio, me deu o Fernet, e eu falei pra ela tirar minha pica, e ela fez isso. Mandei o marido ajoelhar e ele começou a me punhetar, era um bezerro faminto. Ordenei que ele chupasse, ela curtia e mandei ela se punhetar, ela gemia. O marido via aquela cena e chupava mais. Falei pra ela levantar, apoiei o marido na mesa, mandei ela chupar o cu dele. O promíscuo gemia pra caralho, ela começou a meter dedinhos pra dilatar ele e já era hora. Ela trouxe vaselina e espalhou bem na pica, essa punheta me deixa louco, tava com a pica no talo. Apoiei a cabeça no cu do marido e comecei a meter a cabeça, ela continuava me punhetando e espalhando vaselina. O cara relaxou o cu, mas arranhava a mesa. Dei uns tapas no cu dele e meti mais. Ele começou a chorar, mas rebolava devagar o rabo. Falei no ouvido dele: "Agora lembra, promíscuo, do macho que te desvirginou". E meti mais, entrou até a metade, e comecei a comê-lo, devagar, e o promíscuo se mijou, foi divino. Continuei comendo ele, e ele rebolava um pouco mais, gemia, mas não parava de chorar. A mulher ia pro segundo orgasmo se punhetando. O promíscuo tava louco e eu meti a pica toda, ele gritou e chorou. Fiquei parado, massageava as costas dele, a mulher me beijava e acariciava meu peito. E voltei a comê-lo, aquele promíscuo gemia mais que a mulher. Da pica dele saíam jorros de porra, a mulher juntava e colocava na boca dela. Tava possuído aquele cuckold e comecei a comê-lo como um louco, a tesão não me deixava esperar. Aquele promíscuo gemia e pedia mais pica, não parava de soltar jorros de porra. Não aguentei mais e comecei a gozar dentro dele, podia sentir minha porra escorrendo pelo cu dele. Enchi o cu dele de porra, ele ficou Esparramado na mesa, eu esvaziei bem minha pica por mais uns minutos, o corno parecia inconsciente, tirei ela de lá, me surpreendi com o buraco que tinha deixado no cu dele, a esposa dele falou pra eu tomar um banho, então deixamos aquele cu arrombado escorrendo porra e fomos nos lavar, a noite continuou, vou seguir com a história...
5 comentários - A puta da minha cabeleireira e o marido galinha 2