Esclarecimento 1: essa história não é de minha autoria, foi escrita por adrianreload que já não está mais aqui no P!, estou repostando porque também gostei muito na época.
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade
Os últimos dias passaram como a Mili tinha imaginado, visitando ou recebendo visitas de parentes como despedida… vi ela umas duas vezes, mas como era de se esperar, não deu tempo de rolar intimidade nem outro tipo de despedida… a oficial continuava sendo a da formatura…
A gente evitava falar do futuro ou do que viria, pra não aumentar a ansiedade ou a tristeza sobre o que estava por vir. Trocamos beijos e momentos carinhosos juntos… parecia que a paz tinha chegado pra nós… mas, mesmo assim, chegou o momento fatídico…
Acompanhei eles até o aeroporto. Sob o olhar atento do pai militar, mal deu pra uns beijos e umas amassadas… até que chegou a hora de partir…
– Dá uns minutos pra eles… – sussurrou a mãe da Mili pro marido militar.
– Ok… – respondeu o velho de má vontade, enquanto se afastavam da gente.
Eu via o rostinho choroso da Mili, tentando sorrir diante da fatalidade do momento…
– Vamos… você vai me fazer chorar… – falei, enxugando as lágrimas dela e chorando por dentro.
– Você vai se comportar? – ela perguntou, toda abalada.
– Como sempre… bom, quase sempre… – respondi.
– Kkkk… é… quase sempre… isso vai ser sempre nosso segredo… – ela disse, lembrando como tudo começou, quando eu comi o cu dela e ela me fez prometer que não contaria pra ninguém.
– É… vou dar um jeito de te visitar… pra te fazer lembrar do nosso segredo… – ofereci, pra alegrar ela.
– Jura? – perguntou feito criança pedindo presente de Natal.
– Claro… – falei, talvez mentindo ou sendo otimista.
Ela sorriu com carinho, aí a gente se beijou e se abraçou, tentando prolongar o momento…
– Já deu a hora… – falou o velho militar, todo pontual.
Não tinha como escapar daquilo… me desgrudei do corpo quente dela, daquelas curvas gostosas que tinham deixado marca no meu corpo… vi ela se afastar abraçada com a mãe, que também chorando se distanciava do marido… Eles nos deram um último aceno de despedida, antes de sumirem atrás da porta que levava à área de embarque internacional…
Ficamos em silêncio por alguns minutos, suspirando e tentando não derramar lágrimas… vi aquele cara de quase 2 metros prestes a se quebrar… mas ele se recompôs.
- Quer que te leve? Já que vou voltar… disse o militar.
- Não… não se preocupa… acho que vou ficar mais um pouco… falei, olhando com tristeza para a porta por onde eles desapareceram.
Tinha visto uma área com janelões, de onde dava pra ver os aviões partindo, lembrei de ter visto gente ali vendo seus entes queridos indo ou chegando. Talvez eu ficasse ali um tempo pra processar a ideia da perda, pensando que em um daqueles aviões iria a Mili.
- Quer um gole?... insistiu o velho da Mili, me tirando do devaneio.
- Bom… acho que agora não cairia mal… falei, cedendo, mesmo que daquela vez na piscina eu tivesse ficado bem bêbado.
Sentamos num restaurante e pedimos um par de cervejas individuais. O velho estava arrasado, deixando ir a família com quem passou anos, enquanto eu deixava ir a mina que conhecia há anos, mas amava há poucos meses… só naquele momento me toquei… ele devia estar sofrendo mais que eu.
- E… como você conheceu sua esposa?... perguntei, tentando puxar assunto.
- Bom, como parte do treinamento militar, fui destacado um tempo pro exterior… lá a conheci… era professora de espanhol e foi a tradutora designada pro meu grupo… disse com nostalgia.
- Em pouco tempo que se conheceram… ela decidiu vir pra cá… perguntei, surpreso.
- Eram outros tempos, o pessoal casava mais novo, tinha mais romance… também não foi na hora, teve cartas no meio (Puta merda, cartas? que velharia), ela veio visitar e as coisas foram rolando… completou com nostalgia.
- Pô… suspirei incrédulo.
A mãe da Mili se Arriscou vir pra um país de terceiro mundo, apaixonada por um militar que conheceu há poucos meses, e ainda por cima um de cor, bom, tô enfatizando isso por causa do racismo que normalmente se associa aos Estados Unidos, bem, em algumas cidades.
- É que… quando você sabe… você sabe… me disse o velho melancólico.
Mesmo sem querer, soou como uma indireta. Em pouco tempo, ele e a esposa sabiam que era amor, se arriscaram a tentar apesar da distância e das diferenças culturais. Fruto desse amor, por sua vez, eu pude aproveitar o amor da Mili naqueles meses.
Depois de um último gole, o velho decidiu ir embora, acho que sabia que, se ficasse mais tempo compartilhando experiências comigo, ia se quebrar igual um moleque. Parece que preferia sofrer em silêncio na casa dele, na minha casa não tinha nada pra esperar, preferi continuar mais um tempinho ali, vendo os aviões irem e virem…
Talvez tenha passado uma hora ou mais, não me preocupei com o tempo, ia embora quando tivesse menos gente ou quando me sentisse pronto pra deixar ela ir, falei pra mim mesmo… Até que recebi uma mensagem de texto estranha…
- Ei, gostoso… dizia a mensagem.
- Cadê você?... respondi surpreso e, depois de uns segundos…
- Atrás de você…
Mas como pode ser isso?... pensei surpreso, virei rápido, entre a galera consegui ver ela com um sorriso entre melancólico e preocupado…
- O que aconteceu?... perguntei atônito.
- Teve uma mudança de última hora… e me colocaram em outro voo… disse Mili me abraçando.
- É brincadeira?... falei meio no automático, já me despedi uma vez e me fiz de forte, morri por dentro pra passar pela mesma coisa de novo.
- Você não tá feliz em me ver?... respondeu triste.
- Claro, claro… só que… me pegou de surpresa… e bom, tô preocupado… falei me desculpando.
Mili me explicou que, pelo visto, houve uma mudança, por questões técnicas, no voo que vinha dos Estados Unidos, mandaram um avião com menos capacidade, e os poucos passageiros que sobraram foram os que fizeram check-in (reserva). Tarde, e elas teriam que ser remanejadas para outro voo… em algumas horas depois.
Assim como a Mili tinha adiado me contar sobre a viagem, também tinha adiado fazer a reserva, como se estivesse se recusando a ir ou guardando alguma esperança de ficar, e se concretizou… pelo menos temporariamente.
Apesar da reclamação que fizeram pra companhia aérea… não conseguiram viajar juntas… e como a família da mãe dela ia esperá-la nos Estados Unidos, decidiram que era melhor pelo menos a mãe viajar e que a Mili chegasse algumas horas depois.
Desde o momento a sós que tivemos na formatura, esses dias não tínhamos ficado juntos de novo, pelo menos teríamos algumas horas pra ficar sozinhos.
Fiquei animado pensando que a Mili conseguiu tirar algum proveito da companhia aérea, tipo um quarto no hotel do aeroporto… mas não, porque era só um atraso de algumas horas, pelo menos conseguiu que a mãe dela fosse colocada na primeira classe, com a desculpa do estado de saúde dela, e pra ela só alguns vales de consumo no aeroporto.
Tentamos aproveitar, passamos um tempo visitando algumas lojas, compramos algumas bugigangas que ela podia usar na viagem, ela me comprou uns óculos escuros, comemos alguns lanches.
A Mili estava com uma calça jeans, que na verdade parecia ser uma das favoritas dela de muitos anos atrás, e tipo, parecia que ia estourar de tão apertada naquele rabão… na real ela me disse que se sentia meio desconfortável, mas que não quis abandonar essa calça aqui…
— Na verdade, você engordou… — falei brincando.
— Ah, não seja bobo… — disse envergonhada… — Tanto que você castigava minha bunda, ela inchou… — foi a explicação engraçada dela pro volume das nádegas.
Aí a gente parou numa loja de artigos esportivos, ela queria viajar mais confortável e ia usar os vales dela pra comprar uma legging… mas não se decidia, gostava de duas, mas só dava pra uma…
— Vamos… te compro a outra… — falei, vendo que ficava bem nela e que não era tão chamativa. como a primeira que comprei, essa sim, era de infarto.
- Ai, amor… não precisa… disse com cara de menina esperando presente de Natal.
- Agora que lembro, te devia uma malha… falei, lembrando da vez que rasguei a malha dela na cozinha pra arrebentar a bunda dela, parecia um presságio.
Pra minha tortura, a Mili decidiu vestir a primeira malha de cor chamativa, que só ia até o joelho e deixava ver a raba deliciosa dela. Eu tentei animar ela a vestir a que comprei, que era mais discreta, de cor escura e ia até a panturrilha… mas ela se encaprichou no gosto dela…
Na real, senti um pouco de ciúme, vendo como meus compatriotas e alguns turistas olhavam de canto o rabo da Mili… mas fazer o quê… tinha que deixar ela ir em todos os sentidos… ela se sentia confortável e feliz… fazer uma cena de ciúme naquele momento era besteira.
A Mili percebeu meus gestos territorialistas ou olhares contra quem posava os olhos na bunda dela… de vez em quando sorria, vendo que eu ficava meio puto…
- Ai, bobinho… tá com ciúme… disse rindo.
- Não… nada disso… falei tentando disfarçar.
- Kkkk… tá vermelhinho… acho que é a primeira vez que te vejo assim… respondeu.
- Fico feliz que você ache graça… falei tentando brincar.
Bom, era verdade, nesse tempo, a Mili tinha sido a ciumenta da relação, mais por culpa da Vane, então a Mili meio que levava como uma vingança engraçada…
- Ai… você é único pra mim… vem… disse pra acalmar meu mau humor.
Ela me encostou num canto meio escondido e escuro, se empinou pra me beijar, no começo, puto, eu segui meio mecânico, mas ela continuou e continuou me beijando, até meus lábios cederem e responderem às carícias e brincadeiras dela, aí sim senti o sorriso de satisfação dela.
Ela me rodeava com os braços, quase se apoiando em mim… eu puxei ela pro lado mais escuro… até minhas costas sentirem o frio de um metal, uma barra que acabou cedendo… era uma barra que abri uma porta de emergência…
- Porra… cuidado… falei tropeçando pra dentro de um ambiente meio escuro.
A Mili tava mais era rindo da situação… era tipo uma porta secreta pra outro mundo. Era uma entrada pequena que depois terminava nuns degraus descendo. Por curiosidade, a gente seguiu a escada, parecia não ter saída, devia ser alguma porta de fuga antiga que, na reforma que o aeroporto teve recentemente, ficou sem uso e esqueceram de bloquear.
- Mas tá fechado… ela disse quando viu que terminava numa parede.
- Não importa… vamos voltar… sugeri, queria ver se a porta por onde entramos abria, senão a gente ia ficar preso ali.
- Espera aí… ela falou me acalmando, pegando na minha mão e completou… aqui ninguém nos vê.
Bati de novo na parede, os beijos anteriores que tinham deixado ela meio excitada, talvez o tesão de sentir que eu tava com ciúme… eu mais preocupado de ficarmos presos e ela perder o voo… e a Mili me tirou da minha distração, pegando minhas mãos e levando elas pra bunda dela, com isso me desarmou.
A bunda grande dela dava pra sentir fácil através da malha fina, comecei a apertar, o que deixou a Mili ainda mais excitada, abafando gemidos na minha língua, tremendo de prazer… ainda mais quando beijei o pescoço dela…
- Aiiii… não precisava… uhm… ela disse se entregando, já tava molhada, o negócio do pescoço foi demais, senti as pernas dela bambiarem, tive que segurar ela.
Dessa vez, foi ela quem abaixou a malha, enquanto me beijava, só até um pouco abaixo da buceta. Se antes eu segurava ela pela cintura, agora tava pegando na bunda pra ela não cair… o que deixou ela mais louca, a safadeza dela tava no talo…
- Não aguento mais… me faz sua… ela sussurrou no meu ouvido.
Mas não esperou nenhuma reação minha, automaticamente se virou contra a parede, se inclinou e abriu a bunda pra me mostrar o cu ansioso. Com a malha só um pouco abaixo da buceta molhada, Suas pernas se dobravam ansiosas.
- Aiii... Uffff... que gostoso meu amorrr... exclamou surpresa quando enfiei com força.
Não precisei pedir mais nada, diante daquele espetáculo submisso e ansioso que a Mili me oferecia, talvez pela última vez, não pensei duas vezes e também não quis desperdiçar... depois a gente se preocupava em como sair daquele lugar.
A Mili tava solta, abaixou o top que usava, os peitos dela tocavam a parede fria, os bicos endureciam, era um convite pra brincar com os melões dela... foi o que fiz enquanto ela tremia de prazer, assim que peguei os peitos dela entre meus dedos, ela se dedicou de novo a agarrar as próprias bundas gordas pra abri-las...
- Assiiim amorrr... até o fundo... me parte... uhmmm... gritava excitada.
Era mais uma loucura num lugar público, com o tesão de sermos descobertos talvez pela última vez... talvez não tivesse mais nada depois disso... isso já não importava, era aproveitar o momento, o que fazia a Mili ficar mais sem vergonha e ativa do que nunca...
- Ahhh... siiiim... assiiim... que delícia que você arrebenta meu cu amor... gemia.
De vez em quando arranhava a própria bunda gorda pra abri-la, possuída de prazer, virava pra ver como minha cara safada curtia aquele rabo enorme, aquele som que ecoava pelas nádegas macias até a cintura que parecia querer partir.
Em outros momentos, vítima do meu castigo anal, a Mili se apoiava na parede, aguentando aquela porrada no cuzinho enrugado dela, que fazia os joelhos tremerem... de vez em quando, cruzava as pernas como se fosse mijar... abaixava a bunda e empurrava mais contra mim... parecia um convite pra segurar a cintura dela e puxar e empurrar aquela bunda grande com força...
- Aiii... não... uiii... não... assim não... exclamou tentando se segurar.
Ela sentia que ia desmaiar... mas não queria que aquele momento acabasse assim... não queria daquele jeito... se soltou da prisão que ela mesma se impôs contra a parede... pegou na minha mão... e naquele espaço pequeno entre a parede e as escadas, improviso a posição que ela gostava… sim… de quatro, como uma puta… como ela gostava de ser submissa…
- Por favoooor… assim, minha vida… mete em mim assimmm… ela implorava enquanto se ajeitava.
Subiu alguns degraus na escada meio acarpetada, jogou a jaqueta no chão para amortecer os joelhos. Apoiou os joelhos nos degraus, inclinou-se para frente, encostando os cotovelos no patamar da escada, uns dois degraus acima.
Com as mãos segurando o rosto de um jeito pensativo, tentando deixar uma imagem excitante, de garota inocente que ia ser abusada contra a vontade… quando na real, no fundo, ela esperava que eu comesse ela do jeito que virou vício nos últimos meses.
Se faltava algum estímulo, a Mili cruzou um pouco mais as pernas, arqueou as costas, os quadris pareciam enormes, as bundas colossais pareciam balões prestes a estourar… divididos por aquele canhão que deixava ver aquele anel vermelho que queria mais tortura anal…
- Vamoooos, amorrr… arrebenta meu cu… ela exigia.
Eu tinha me perdido nas sensações, em apreciar aquela paisagem magnífica… subi um degrau acima dos joelhos dela, apoiei meus pés ali… minhas pernas ladeavam os quadris dela, o que a fazia tremer de prazer e ansiedade… sabia o que vinha… a cara suplicante dela implorava pra minha pica entalar as tripas dela de novo…
- Aiii… uffff… uhmmm… ouuuu… ela reclamava apesar da ansiedade.
Aquela posição, enfiando de cima, excitava ela, mas fazia sofrer, sentia que eu tava aparafusando minha pica, por causa da resistência. No sacrifício dela pra ser penetrada como devia, como uma puta, na despedida, a Mili apoiou o rosto no carpete do degrau, soltando as mãos, pra abrir a bunda de novo bem aberta…
Na desesperação, ela cravava as unhas que já deixavam marcas naqueles cachetes inchados que ela tinha de bunda, parecia que iam estourar de tão apertados. afiadas de suas garras pintadas…
- Asiii… assim que vai entrar… dizia ansiosa, quase se dando coragem.
Me acomodei melhor, segurando também sua cintura como apoio e meu pau como estaca, indo e vindo do seu interior cada vez mais harmoniosamente e sem resistência do seu cu guloso. No meu esforço, me atrevi…
- Como você gosta disso…
- Siii… siii… como puta, amorrr… como sua puta… love… clamava complacente.
Aos poucos, o tesão, que tinha baixado por causa da posição forçada, foi voltando com aquela doce fricção dos nossos corpos, com o novo vigor que eu dava nas batidas contra suas nádegas bronzeadas…
- Ayyy… nãooo… espera… nãoo… resistia novamente a Mili.
Com o rosto virado de lado, ela estava de cenho franzido, resistindo à chegada de um orgasmo que acabasse com aquele doce castigo que tanto a fascinava… Mili tinha aguentado mais do que devia, igual a mim, que estava prestes a ter o corpo cãibrado, desfalecendo, mas eu daria o gosto a ela…
- Ahhhh… uhmmm… ouuuu… exclamou quase soltando um grito.
Enquanto seu corpo se contorcia como nunca vi, quase com cãibras, com alguns espasmos nervosos… as costas se contraíram enquanto ela arranhava o tapete e o rosto vermelho, suado… os olhos puxados de prazer, lacrimejando, aproveitando de olhos fechados… a boca aberta e ofegante, que combinava com a posição de quatro que ela estava…
- Ayyy… uffff… não acaba… ahhh… dizia como se estivesse possuída.
Mili começou a jorrar líquidos da sua buceta pulsante, parecia que estava se mijando de prazer, enquanto suas pernas tremiam e Mili, no limbo da luxúria, tinha tantas contrações e mini orgasmos remanescentes que acabaram me satisfazendo, e meu pau começou a cuspir porra fervendo.
Mas eu não queria que terminasse assim, queria que meu sêmen respingasse no rosto e na boca dela… num último esforço, tirei meu pau rapidamente, meu pau como mangueira de bombeiro descontrolada começou a respingar pra todo lado.
Mili, desfalecendo, Do chão, de quatro, só consigo virar parcialmente o corpo e o rosto pra receber algumas daquelas gotas que ajudei a espremer. Às vezes chego a colocar a língua pra fora, igual quando as meninas querem provar as gotas de chuva, assim consigo receber aquele orvalho esbranquiçado… enquanto os cabelos e as bochechas dela recebiam um pouco mais, até a pálpebra.
- Ahhh ufff… que delíciaaa… exclamei satisfeito, vendo a bagunça que fiz no cu aberto da Mili e o rostinho dela melado de porra.
As nádegas dela escancaradas, com o rabo todo arrombado, num buraco enorme e vermelho, que começava a expelir parte da porra. Enquanto a Mili passava a língua pelos lábios melados, quase sem conseguir respirar, presa de toda a agitação… com o cabelo embaraçado e lubrificado pelo meu sêmen… deixou o rosto cair… vencida…
No entanto, depois de alguns segundos… a Mili se recompôs de novo. Virou e se levantou corajosamente… ainda cega pela gota de porra no olho, sem nem se limpar, tinha outro objetivo…
- Isso não vai acabar assim… disse ela, febril.
Eu, que estava recostado contra a parede da escada, respirando ofegante… ela, de joelhos, quase se arrastou até mim… procurando meu pau, que continuava mais duro do que nunca, molhado dos meus fluidos. Ela pegou com confiança, e quase sem ter recuperado o fôlego… engoliu como se estivesse possuída…
- Ufff… ai amorrr… não precisa… Ahhh… porra… dizia eu, que agora gritava igual porco de prazer.
Peguei nos cabelos dela, acariciando… esperava que limpasse as gotas de porra do meu pau, mas a Mili chupava com tanta dedicação, que voltava a incendiar meus sentidos… depois de alguns segundos já tava acompanhando o ritmo, quase segurando a cabeça dela pelos lados e me punhetando com os lábios dela.
- Espera… ufff… ai caralho… você vai se engasgar… exclamei avisando.
Sentia que vinha uma nova erupção, pelo menos avisei… mas ela, teimosa, se cravou no meu pau como sanguessuga. Até que, sem saber de onde, a Mili… conseguiu arrancar de mim outra generosa descarga seminal, parecia que eu estava mijando… pensei que, se ela quase se mijou de prazer, por que eu não… a diferença é que ela estava engolindo…
- Cofff… cofff… ufff… ufff… dizia quase se engasgando.
Ainda com a boca aberta continuava recebendo alguns jatos na boca e no rosto, enquanto a língua dela tentava recuperar o que escapou… Depois se deixou apoiar de lado contra a parede, meio sentada… estava uma bagunça de líquidos… na minha loucura, peguei um pouco de papel e ajudei a limpar…
- Ufff… isso sim é digno de lembrar… disse meio melancólica, mas feliz.
- É… conta pras suas netas esse dia… falei brincando.
- Kkkk… nossas netas… vou dizer que o avô delas era um doente… disse esperançosa.
Não quis contradizer, não era hora e era bom ser positivo e otimista sobre o futuro… no fim, tinha planos, esperanças e coisas pra fazer pra tornar aquilo possível… éramos jovens, qualquer coisa podia rolar…
A malha que ela tanto gostou e vestiu, acabou toda fodida e salpicada com meus líquidos… o que obrigou ela a trocar pela malha que comprei, que era mais recatada e chamava menos atenção… pelo menos a malha anterior cumpriu seu papel, ao me deixar com ciúmes provocou aquele, talvez último e impensado encontro… agora o problema… como sair?
Faltava pouco tempo pro voo da Mili… depois de nos arrumarmos melhor… subimos de novo a escada por onde entramos e começamos a bater na porta… até que depois de uns minutos… pra nossa sorte ou azar (porque se ela perdesse o voo, eu a teria por mais tempo)… uma senhora nos ouviu do outro lado e abriu a porta…
Fomos quase correndo pro embarque internacional… de novo, as lágrimas escorrendo no rosto dela… e dessa vez, eu mal conseguia segurar as minhas…
- Sabe que você é a melhor coisa que me aconteceu… confessou.
- E você pra mim… no meio dessa loucura toda na faculdade… foi o melhor que Isso podia ter acontecido com um otário como eu… falei.
- Siiim… eu sei… disse ela brincando, depois completou… sério, eu te amo…
- Eu também… me amo… falei, devolvendo a brincadeira.
- Otário… exclamou, me dando um tapa.
- Você sabe… eu te amo… falei.
Entre beijos e abraços trêmulos e chorosos, se passaram talvez minutos, que pareceram segundos… até que pelos alto-falantes do aeroporto começaram a chamar os passageiros do voo da Mili… e as lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto enquanto eu a deixava ir, enquanto tentava sorrir pra ela pra dar coragem.
No caminho, Mili virava de vez em quando, também um mar de lágrimas, e tentava sorrir… uma senhora no caminho se compadeceu dela e começou a acalmá-la… talvez com a experiência de já ter passado por uma situação parecida.
Merda… o que vou fazer agora?…
Continua…
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade
Os últimos dias passaram como a Mili tinha imaginado, visitando ou recebendo visitas de parentes como despedida… vi ela umas duas vezes, mas como era de se esperar, não deu tempo de rolar intimidade nem outro tipo de despedida… a oficial continuava sendo a da formatura…
A gente evitava falar do futuro ou do que viria, pra não aumentar a ansiedade ou a tristeza sobre o que estava por vir. Trocamos beijos e momentos carinhosos juntos… parecia que a paz tinha chegado pra nós… mas, mesmo assim, chegou o momento fatídico…
Acompanhei eles até o aeroporto. Sob o olhar atento do pai militar, mal deu pra uns beijos e umas amassadas… até que chegou a hora de partir…
– Dá uns minutos pra eles… – sussurrou a mãe da Mili pro marido militar.
– Ok… – respondeu o velho de má vontade, enquanto se afastavam da gente.
Eu via o rostinho choroso da Mili, tentando sorrir diante da fatalidade do momento…
– Vamos… você vai me fazer chorar… – falei, enxugando as lágrimas dela e chorando por dentro.
– Você vai se comportar? – ela perguntou, toda abalada.
– Como sempre… bom, quase sempre… – respondi.
– Kkkk… é… quase sempre… isso vai ser sempre nosso segredo… – ela disse, lembrando como tudo começou, quando eu comi o cu dela e ela me fez prometer que não contaria pra ninguém.
– É… vou dar um jeito de te visitar… pra te fazer lembrar do nosso segredo… – ofereci, pra alegrar ela.
– Jura? – perguntou feito criança pedindo presente de Natal.
– Claro… – falei, talvez mentindo ou sendo otimista.
Ela sorriu com carinho, aí a gente se beijou e se abraçou, tentando prolongar o momento…
– Já deu a hora… – falou o velho militar, todo pontual.
Não tinha como escapar daquilo… me desgrudei do corpo quente dela, daquelas curvas gostosas que tinham deixado marca no meu corpo… vi ela se afastar abraçada com a mãe, que também chorando se distanciava do marido… Eles nos deram um último aceno de despedida, antes de sumirem atrás da porta que levava à área de embarque internacional…
Ficamos em silêncio por alguns minutos, suspirando e tentando não derramar lágrimas… vi aquele cara de quase 2 metros prestes a se quebrar… mas ele se recompôs.
- Quer que te leve? Já que vou voltar… disse o militar.
- Não… não se preocupa… acho que vou ficar mais um pouco… falei, olhando com tristeza para a porta por onde eles desapareceram.
Tinha visto uma área com janelões, de onde dava pra ver os aviões partindo, lembrei de ter visto gente ali vendo seus entes queridos indo ou chegando. Talvez eu ficasse ali um tempo pra processar a ideia da perda, pensando que em um daqueles aviões iria a Mili.
- Quer um gole?... insistiu o velho da Mili, me tirando do devaneio.
- Bom… acho que agora não cairia mal… falei, cedendo, mesmo que daquela vez na piscina eu tivesse ficado bem bêbado.
Sentamos num restaurante e pedimos um par de cervejas individuais. O velho estava arrasado, deixando ir a família com quem passou anos, enquanto eu deixava ir a mina que conhecia há anos, mas amava há poucos meses… só naquele momento me toquei… ele devia estar sofrendo mais que eu.
- E… como você conheceu sua esposa?... perguntei, tentando puxar assunto.
- Bom, como parte do treinamento militar, fui destacado um tempo pro exterior… lá a conheci… era professora de espanhol e foi a tradutora designada pro meu grupo… disse com nostalgia.
- Em pouco tempo que se conheceram… ela decidiu vir pra cá… perguntei, surpreso.
- Eram outros tempos, o pessoal casava mais novo, tinha mais romance… também não foi na hora, teve cartas no meio (Puta merda, cartas? que velharia), ela veio visitar e as coisas foram rolando… completou com nostalgia.
- Pô… suspirei incrédulo.
A mãe da Mili se Arriscou vir pra um país de terceiro mundo, apaixonada por um militar que conheceu há poucos meses, e ainda por cima um de cor, bom, tô enfatizando isso por causa do racismo que normalmente se associa aos Estados Unidos, bem, em algumas cidades.
- É que… quando você sabe… você sabe… me disse o velho melancólico.
Mesmo sem querer, soou como uma indireta. Em pouco tempo, ele e a esposa sabiam que era amor, se arriscaram a tentar apesar da distância e das diferenças culturais. Fruto desse amor, por sua vez, eu pude aproveitar o amor da Mili naqueles meses.
Depois de um último gole, o velho decidiu ir embora, acho que sabia que, se ficasse mais tempo compartilhando experiências comigo, ia se quebrar igual um moleque. Parece que preferia sofrer em silêncio na casa dele, na minha casa não tinha nada pra esperar, preferi continuar mais um tempinho ali, vendo os aviões irem e virem…
Talvez tenha passado uma hora ou mais, não me preocupei com o tempo, ia embora quando tivesse menos gente ou quando me sentisse pronto pra deixar ela ir, falei pra mim mesmo… Até que recebi uma mensagem de texto estranha…
- Ei, gostoso… dizia a mensagem.
- Cadê você?... respondi surpreso e, depois de uns segundos…
- Atrás de você…
Mas como pode ser isso?... pensei surpreso, virei rápido, entre a galera consegui ver ela com um sorriso entre melancólico e preocupado…
- O que aconteceu?... perguntei atônito.
- Teve uma mudança de última hora… e me colocaram em outro voo… disse Mili me abraçando.
- É brincadeira?... falei meio no automático, já me despedi uma vez e me fiz de forte, morri por dentro pra passar pela mesma coisa de novo.
- Você não tá feliz em me ver?... respondeu triste.
- Claro, claro… só que… me pegou de surpresa… e bom, tô preocupado… falei me desculpando.
Mili me explicou que, pelo visto, houve uma mudança, por questões técnicas, no voo que vinha dos Estados Unidos, mandaram um avião com menos capacidade, e os poucos passageiros que sobraram foram os que fizeram check-in (reserva). Tarde, e elas teriam que ser remanejadas para outro voo… em algumas horas depois.
Assim como a Mili tinha adiado me contar sobre a viagem, também tinha adiado fazer a reserva, como se estivesse se recusando a ir ou guardando alguma esperança de ficar, e se concretizou… pelo menos temporariamente.
Apesar da reclamação que fizeram pra companhia aérea… não conseguiram viajar juntas… e como a família da mãe dela ia esperá-la nos Estados Unidos, decidiram que era melhor pelo menos a mãe viajar e que a Mili chegasse algumas horas depois.
Desde o momento a sós que tivemos na formatura, esses dias não tínhamos ficado juntos de novo, pelo menos teríamos algumas horas pra ficar sozinhos.
Fiquei animado pensando que a Mili conseguiu tirar algum proveito da companhia aérea, tipo um quarto no hotel do aeroporto… mas não, porque era só um atraso de algumas horas, pelo menos conseguiu que a mãe dela fosse colocada na primeira classe, com a desculpa do estado de saúde dela, e pra ela só alguns vales de consumo no aeroporto.
Tentamos aproveitar, passamos um tempo visitando algumas lojas, compramos algumas bugigangas que ela podia usar na viagem, ela me comprou uns óculos escuros, comemos alguns lanches.
A Mili estava com uma calça jeans, que na verdade parecia ser uma das favoritas dela de muitos anos atrás, e tipo, parecia que ia estourar de tão apertada naquele rabão… na real ela me disse que se sentia meio desconfortável, mas que não quis abandonar essa calça aqui…
— Na verdade, você engordou… — falei brincando.
— Ah, não seja bobo… — disse envergonhada… — Tanto que você castigava minha bunda, ela inchou… — foi a explicação engraçada dela pro volume das nádegas.
Aí a gente parou numa loja de artigos esportivos, ela queria viajar mais confortável e ia usar os vales dela pra comprar uma legging… mas não se decidia, gostava de duas, mas só dava pra uma…
— Vamos… te compro a outra… — falei, vendo que ficava bem nela e que não era tão chamativa. como a primeira que comprei, essa sim, era de infarto.
- Ai, amor… não precisa… disse com cara de menina esperando presente de Natal.
- Agora que lembro, te devia uma malha… falei, lembrando da vez que rasguei a malha dela na cozinha pra arrebentar a bunda dela, parecia um presságio.
Pra minha tortura, a Mili decidiu vestir a primeira malha de cor chamativa, que só ia até o joelho e deixava ver a raba deliciosa dela. Eu tentei animar ela a vestir a que comprei, que era mais discreta, de cor escura e ia até a panturrilha… mas ela se encaprichou no gosto dela…
Na real, senti um pouco de ciúme, vendo como meus compatriotas e alguns turistas olhavam de canto o rabo da Mili… mas fazer o quê… tinha que deixar ela ir em todos os sentidos… ela se sentia confortável e feliz… fazer uma cena de ciúme naquele momento era besteira.
A Mili percebeu meus gestos territorialistas ou olhares contra quem posava os olhos na bunda dela… de vez em quando sorria, vendo que eu ficava meio puto…
- Ai, bobinho… tá com ciúme… disse rindo.
- Não… nada disso… falei tentando disfarçar.
- Kkkk… tá vermelhinho… acho que é a primeira vez que te vejo assim… respondeu.
- Fico feliz que você ache graça… falei tentando brincar.
Bom, era verdade, nesse tempo, a Mili tinha sido a ciumenta da relação, mais por culpa da Vane, então a Mili meio que levava como uma vingança engraçada…
- Ai… você é único pra mim… vem… disse pra acalmar meu mau humor.
Ela me encostou num canto meio escondido e escuro, se empinou pra me beijar, no começo, puto, eu segui meio mecânico, mas ela continuou e continuou me beijando, até meus lábios cederem e responderem às carícias e brincadeiras dela, aí sim senti o sorriso de satisfação dela.
Ela me rodeava com os braços, quase se apoiando em mim… eu puxei ela pro lado mais escuro… até minhas costas sentirem o frio de um metal, uma barra que acabou cedendo… era uma barra que abri uma porta de emergência…
- Porra… cuidado… falei tropeçando pra dentro de um ambiente meio escuro.
A Mili tava mais era rindo da situação… era tipo uma porta secreta pra outro mundo. Era uma entrada pequena que depois terminava nuns degraus descendo. Por curiosidade, a gente seguiu a escada, parecia não ter saída, devia ser alguma porta de fuga antiga que, na reforma que o aeroporto teve recentemente, ficou sem uso e esqueceram de bloquear.
- Mas tá fechado… ela disse quando viu que terminava numa parede.
- Não importa… vamos voltar… sugeri, queria ver se a porta por onde entramos abria, senão a gente ia ficar preso ali.
- Espera aí… ela falou me acalmando, pegando na minha mão e completou… aqui ninguém nos vê.
Bati de novo na parede, os beijos anteriores que tinham deixado ela meio excitada, talvez o tesão de sentir que eu tava com ciúme… eu mais preocupado de ficarmos presos e ela perder o voo… e a Mili me tirou da minha distração, pegando minhas mãos e levando elas pra bunda dela, com isso me desarmou.
A bunda grande dela dava pra sentir fácil através da malha fina, comecei a apertar, o que deixou a Mili ainda mais excitada, abafando gemidos na minha língua, tremendo de prazer… ainda mais quando beijei o pescoço dela…
- Aiiii… não precisava… uhm… ela disse se entregando, já tava molhada, o negócio do pescoço foi demais, senti as pernas dela bambiarem, tive que segurar ela.
Dessa vez, foi ela quem abaixou a malha, enquanto me beijava, só até um pouco abaixo da buceta. Se antes eu segurava ela pela cintura, agora tava pegando na bunda pra ela não cair… o que deixou ela mais louca, a safadeza dela tava no talo…
- Não aguento mais… me faz sua… ela sussurrou no meu ouvido.
Mas não esperou nenhuma reação minha, automaticamente se virou contra a parede, se inclinou e abriu a bunda pra me mostrar o cu ansioso. Com a malha só um pouco abaixo da buceta molhada, Suas pernas se dobravam ansiosas.
- Aiii... Uffff... que gostoso meu amorrr... exclamou surpresa quando enfiei com força.
Não precisei pedir mais nada, diante daquele espetáculo submisso e ansioso que a Mili me oferecia, talvez pela última vez, não pensei duas vezes e também não quis desperdiçar... depois a gente se preocupava em como sair daquele lugar.
A Mili tava solta, abaixou o top que usava, os peitos dela tocavam a parede fria, os bicos endureciam, era um convite pra brincar com os melões dela... foi o que fiz enquanto ela tremia de prazer, assim que peguei os peitos dela entre meus dedos, ela se dedicou de novo a agarrar as próprias bundas gordas pra abri-las...
- Assiiim amorrr... até o fundo... me parte... uhmmm... gritava excitada.
Era mais uma loucura num lugar público, com o tesão de sermos descobertos talvez pela última vez... talvez não tivesse mais nada depois disso... isso já não importava, era aproveitar o momento, o que fazia a Mili ficar mais sem vergonha e ativa do que nunca...
- Ahhh... siiiim... assiiim... que delícia que você arrebenta meu cu amor... gemia.
De vez em quando arranhava a própria bunda gorda pra abri-la, possuída de prazer, virava pra ver como minha cara safada curtia aquele rabo enorme, aquele som que ecoava pelas nádegas macias até a cintura que parecia querer partir.
Em outros momentos, vítima do meu castigo anal, a Mili se apoiava na parede, aguentando aquela porrada no cuzinho enrugado dela, que fazia os joelhos tremerem... de vez em quando, cruzava as pernas como se fosse mijar... abaixava a bunda e empurrava mais contra mim... parecia um convite pra segurar a cintura dela e puxar e empurrar aquela bunda grande com força...
- Aiii... não... uiii... não... assim não... exclamou tentando se segurar.
Ela sentia que ia desmaiar... mas não queria que aquele momento acabasse assim... não queria daquele jeito... se soltou da prisão que ela mesma se impôs contra a parede... pegou na minha mão... e naquele espaço pequeno entre a parede e as escadas, improviso a posição que ela gostava… sim… de quatro, como uma puta… como ela gostava de ser submissa…
- Por favoooor… assim, minha vida… mete em mim assimmm… ela implorava enquanto se ajeitava.
Subiu alguns degraus na escada meio acarpetada, jogou a jaqueta no chão para amortecer os joelhos. Apoiou os joelhos nos degraus, inclinou-se para frente, encostando os cotovelos no patamar da escada, uns dois degraus acima.
Com as mãos segurando o rosto de um jeito pensativo, tentando deixar uma imagem excitante, de garota inocente que ia ser abusada contra a vontade… quando na real, no fundo, ela esperava que eu comesse ela do jeito que virou vício nos últimos meses.
Se faltava algum estímulo, a Mili cruzou um pouco mais as pernas, arqueou as costas, os quadris pareciam enormes, as bundas colossais pareciam balões prestes a estourar… divididos por aquele canhão que deixava ver aquele anel vermelho que queria mais tortura anal…
- Vamoooos, amorrr… arrebenta meu cu… ela exigia.
Eu tinha me perdido nas sensações, em apreciar aquela paisagem magnífica… subi um degrau acima dos joelhos dela, apoiei meus pés ali… minhas pernas ladeavam os quadris dela, o que a fazia tremer de prazer e ansiedade… sabia o que vinha… a cara suplicante dela implorava pra minha pica entalar as tripas dela de novo…
- Aiii… uffff… uhmmm… ouuuu… ela reclamava apesar da ansiedade.
Aquela posição, enfiando de cima, excitava ela, mas fazia sofrer, sentia que eu tava aparafusando minha pica, por causa da resistência. No sacrifício dela pra ser penetrada como devia, como uma puta, na despedida, a Mili apoiou o rosto no carpete do degrau, soltando as mãos, pra abrir a bunda de novo bem aberta…
Na desesperação, ela cravava as unhas que já deixavam marcas naqueles cachetes inchados que ela tinha de bunda, parecia que iam estourar de tão apertados. afiadas de suas garras pintadas…
- Asiii… assim que vai entrar… dizia ansiosa, quase se dando coragem.
Me acomodei melhor, segurando também sua cintura como apoio e meu pau como estaca, indo e vindo do seu interior cada vez mais harmoniosamente e sem resistência do seu cu guloso. No meu esforço, me atrevi…
- Como você gosta disso…
- Siii… siii… como puta, amorrr… como sua puta… love… clamava complacente.
Aos poucos, o tesão, que tinha baixado por causa da posição forçada, foi voltando com aquela doce fricção dos nossos corpos, com o novo vigor que eu dava nas batidas contra suas nádegas bronzeadas…
- Ayyy… nãooo… espera… nãoo… resistia novamente a Mili.
Com o rosto virado de lado, ela estava de cenho franzido, resistindo à chegada de um orgasmo que acabasse com aquele doce castigo que tanto a fascinava… Mili tinha aguentado mais do que devia, igual a mim, que estava prestes a ter o corpo cãibrado, desfalecendo, mas eu daria o gosto a ela…
- Ahhhh… uhmmm… ouuuu… exclamou quase soltando um grito.
Enquanto seu corpo se contorcia como nunca vi, quase com cãibras, com alguns espasmos nervosos… as costas se contraíram enquanto ela arranhava o tapete e o rosto vermelho, suado… os olhos puxados de prazer, lacrimejando, aproveitando de olhos fechados… a boca aberta e ofegante, que combinava com a posição de quatro que ela estava…
- Ayyy… uffff… não acaba… ahhh… dizia como se estivesse possuída.
Mili começou a jorrar líquidos da sua buceta pulsante, parecia que estava se mijando de prazer, enquanto suas pernas tremiam e Mili, no limbo da luxúria, tinha tantas contrações e mini orgasmos remanescentes que acabaram me satisfazendo, e meu pau começou a cuspir porra fervendo.
Mas eu não queria que terminasse assim, queria que meu sêmen respingasse no rosto e na boca dela… num último esforço, tirei meu pau rapidamente, meu pau como mangueira de bombeiro descontrolada começou a respingar pra todo lado.
Mili, desfalecendo, Do chão, de quatro, só consigo virar parcialmente o corpo e o rosto pra receber algumas daquelas gotas que ajudei a espremer. Às vezes chego a colocar a língua pra fora, igual quando as meninas querem provar as gotas de chuva, assim consigo receber aquele orvalho esbranquiçado… enquanto os cabelos e as bochechas dela recebiam um pouco mais, até a pálpebra.
- Ahhh ufff… que delíciaaa… exclamei satisfeito, vendo a bagunça que fiz no cu aberto da Mili e o rostinho dela melado de porra.
As nádegas dela escancaradas, com o rabo todo arrombado, num buraco enorme e vermelho, que começava a expelir parte da porra. Enquanto a Mili passava a língua pelos lábios melados, quase sem conseguir respirar, presa de toda a agitação… com o cabelo embaraçado e lubrificado pelo meu sêmen… deixou o rosto cair… vencida…
No entanto, depois de alguns segundos… a Mili se recompôs de novo. Virou e se levantou corajosamente… ainda cega pela gota de porra no olho, sem nem se limpar, tinha outro objetivo…
- Isso não vai acabar assim… disse ela, febril.
Eu, que estava recostado contra a parede da escada, respirando ofegante… ela, de joelhos, quase se arrastou até mim… procurando meu pau, que continuava mais duro do que nunca, molhado dos meus fluidos. Ela pegou com confiança, e quase sem ter recuperado o fôlego… engoliu como se estivesse possuída…
- Ufff… ai amorrr… não precisa… Ahhh… porra… dizia eu, que agora gritava igual porco de prazer.
Peguei nos cabelos dela, acariciando… esperava que limpasse as gotas de porra do meu pau, mas a Mili chupava com tanta dedicação, que voltava a incendiar meus sentidos… depois de alguns segundos já tava acompanhando o ritmo, quase segurando a cabeça dela pelos lados e me punhetando com os lábios dela.
- Espera… ufff… ai caralho… você vai se engasgar… exclamei avisando.
Sentia que vinha uma nova erupção, pelo menos avisei… mas ela, teimosa, se cravou no meu pau como sanguessuga. Até que, sem saber de onde, a Mili… conseguiu arrancar de mim outra generosa descarga seminal, parecia que eu estava mijando… pensei que, se ela quase se mijou de prazer, por que eu não… a diferença é que ela estava engolindo…
- Cofff… cofff… ufff… ufff… dizia quase se engasgando.
Ainda com a boca aberta continuava recebendo alguns jatos na boca e no rosto, enquanto a língua dela tentava recuperar o que escapou… Depois se deixou apoiar de lado contra a parede, meio sentada… estava uma bagunça de líquidos… na minha loucura, peguei um pouco de papel e ajudei a limpar…
- Ufff… isso sim é digno de lembrar… disse meio melancólica, mas feliz.
- É… conta pras suas netas esse dia… falei brincando.
- Kkkk… nossas netas… vou dizer que o avô delas era um doente… disse esperançosa.
Não quis contradizer, não era hora e era bom ser positivo e otimista sobre o futuro… no fim, tinha planos, esperanças e coisas pra fazer pra tornar aquilo possível… éramos jovens, qualquer coisa podia rolar…
A malha que ela tanto gostou e vestiu, acabou toda fodida e salpicada com meus líquidos… o que obrigou ela a trocar pela malha que comprei, que era mais recatada e chamava menos atenção… pelo menos a malha anterior cumpriu seu papel, ao me deixar com ciúmes provocou aquele, talvez último e impensado encontro… agora o problema… como sair?
Faltava pouco tempo pro voo da Mili… depois de nos arrumarmos melhor… subimos de novo a escada por onde entramos e começamos a bater na porta… até que depois de uns minutos… pra nossa sorte ou azar (porque se ela perdesse o voo, eu a teria por mais tempo)… uma senhora nos ouviu do outro lado e abriu a porta…
Fomos quase correndo pro embarque internacional… de novo, as lágrimas escorrendo no rosto dela… e dessa vez, eu mal conseguia segurar as minhas…
- Sabe que você é a melhor coisa que me aconteceu… confessou.
- E você pra mim… no meio dessa loucura toda na faculdade… foi o melhor que Isso podia ter acontecido com um otário como eu… falei.
- Siiim… eu sei… disse ela brincando, depois completou… sério, eu te amo…
- Eu também… me amo… falei, devolvendo a brincadeira.
- Otário… exclamou, me dando um tapa.
- Você sabe… eu te amo… falei.
Entre beijos e abraços trêmulos e chorosos, se passaram talvez minutos, que pareceram segundos… até que pelos alto-falantes do aeroporto começaram a chamar os passageiros do voo da Mili… e as lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto enquanto eu a deixava ir, enquanto tentava sorrir pra ela pra dar coragem.
No caminho, Mili virava de vez em quando, também um mar de lágrimas, e tentava sorrir… uma senhora no caminho se compadeceu dela e começou a acalmá-la… talvez com a experiência de já ter passado por uma situação parecida.
Merda… o que vou fazer agora?…
Continua…
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