Depois de passar uma tarde de domingo tão impactante no cinema, cheguei em casa imerso nos meus pensamentos sobre minha mãe, o Jorge e meus colegas de classe.
Tô com medo de encontrar meus pais, especialmente minha mãe, porque ela com certeza vai perceber que tô estranho, então vou tentar ao máximo evitá-la, pelo menos até me acalmar.
Por isso, quando cheguei em casa, só dei um oi básico e fui direto pra cozinha pegar alguma coisa pra comer, com a intenção de me enfiar no quarto em seguida.
Mas foi minha mãe que estragou meus planos, aparecendo atrás de mim na cozinha. Meu coração deu um pulo, mas ela não deve ter notado, porque me cumprimentou super alegre, me dando um beijo na bochecha.
Ela me perguntou se eu já tinha comido alguma coisa e se queria que ela preparasse algo, enquanto virava as costas procurando alguma coisa nos armários, se inclinando pra frente pra pegar a frigideira numa gaveta.
Meus olhos foram sem querer pra bundinha empinada dela e eu imaginei levantando a saia dela por trás, puxando a calcinha pra baixo e metendo por trás.
Tava ficando de pau duro, mas falei que não tava com muita vontade de jantar, que ia beliscar alguma coisa da geladeira e ir pra cama porque tava meio cansado.
Ela se levantou e olhou nos meus olhos. Alguma coisa estranha ela tinha notado em mim.
Virei as costas pra ela não perceber minha ereção e abri a geladeira, fingindo que tava procurando algo pra comer.
Ela me perguntou como tinha sido, onde eu tinha ido e um monte de perguntas assim, que eu respondia como dava, de preferência com monossílabos, mas sempre de costas pra ela.
Agora ela me perguntava se eu tava preocupado com alguma coisa, se queria desabafar.
Eu me via contando pra ela que tinha visto ela pelada transando no cinema, na companhia de um monte de colegas de classe, e que todos nós tínhamos batido uma punheta enquanto isso.
Respondi que não era nada importante que eu não pudesse resolver com meus colegas.
Pensei que podia ter completado minha resposta com um complemento: “e a melhor A solução é a gente meter uns bons ejaculations em você.
Como não conseguiu arrancar nada de mim, disse que ia ver TV na sala com meu pai, e que eu pegasse o que quisesse.
Pensei que a única coisa que eu queria pegar naquele momento era ela, minha mãe.
Ela me deu um beijo na nuca e foi embora.
Fiquei com arrepios por causa do beijo e deu vontade de agarrar ela e beijar com paixão a boca, os peitos, tudo.
Peguei algo rápido ali mesmo na cozinha, em pé, e fui pra cama.
Demorei pra caralho pra dormir, lembrando uma e outra vez das cenas do filme onde ela aparecia, e bati uma boa punheta que me ajudou a pegar no sono.
Lembro de um sonho que mais ou menos se passava assim:
Minha mãe veste um uniforme de empregada bem justinho, com a saia bem curta e a parte da frente do uniforme com vários botões desabotoados, deixando quase todos os peitos à mostra.
Ela tem a idade que tem agora, 40 anos, não a que tinha quando trabalhou no filme, mas está impressionante, com uns peitões enormes que ameaçam estourar o uniforme, e uma bunda empinada de dar escândalo.
Ela tem os olhos bem pintados de escuro, e os lábios de um vermelho bem vivo.
Ela se abaixa pra arrumar a cama, e a saia sobe, mostrando a bunda toda, já que ela usa uma tanga microscópica que desaparece entre as nádegas.
A bunda dela balança enquanto arruma a cama. É como se estivesse dançando.
Umas mãos se aproximam da bunda dela, são as minhas.
Atrás das mãos parece um pau enorme, largo e comprido, cheio de veias, duro e tesudo, apontando pro meio da bunda dela. É o meu pau.
Minhas mãos apalpam a bunda dela à vontade, por toda parte, pra cima e pra baixo.
Abro as nádegas dela e lá está a tira da tanga.
Puxo com os dedos e lá estão os buracos gloriosos dela, os dois.
Acaricio com meus dedos, pra cima e pra baixo, direita e esquerda.
Enfio um dedo, primeiro devagar, depois outro dedo e mais um, enfio e tiro como se estivesse fodendo ela com os dedos, cada vez mais fundo.
Ouço ela gemer, Suspiro forte. Passo meu pau também nas bochechas dela, dentro delas, pra cima e pra baixo. Ela geme cada vez mais alto. Seguro ela pela cintura e enfio o pauzão no cu dela, até sumir tudo. Ouço ela gritar de prazer. Meto e tiro. Tô comendo ela, cada vez mais forte. Grito de prazer. E acordo sentado na cama, gozei e tô encharcado de suor. Pego um lenço de papel pra limpar o esperma que molha minha roupa. A porta abre, é minha mãe com uma camisola curta e transparente. Será que ainda tô sonhando? Acordei ela com meus gritos e ela veio ver se tava tudo bem. O que eu quero é comer ela. Acalmo ela e ela vai embora. Na manhã seguinte, pego qualquer coisa na geladeira e saio pra aula quase sem me despedir dos meus pais. Na entrada da sala, o Jorge me cumprimenta com um sorriso cúmplice, mas não falamos mais nada pra entrar na aula. No meio da manhã, num intervalo, ele conta pros colegas de cinema que não parou de sonhar a noite inteira que tava comendo a morena do filme, e conta em detalhes como fez. Todo mundo contribui, e eu não vou ficar de fora. No fim das contas, somos uma galera e não posso ficar isolado. Mas outros estudantes também ouvem nossos comentários, e alguns até param pra escutar. Um dos que nos escuta é um valentão bem grandão, repetente de vários anos, que enche o saco de todo mundo e já bateu em mais de um, então todo mundo tem medo dele. Ele pergunta que filme é e onde tão passando. Quando a gente fala, ele diz: "Com certeza é um filme de viado, igual vocês. Mas se eu bater uma vendo o filme, vou lembrar das mães de vocês, seus maricas." E eu imaginei minha mãe com esse bruto. Me deu calafrio só de pensar! Quando ele vai embora, um dos colegas fala: "Esse aí, se meter na morena, tira pela boca, o bruto!" E o Jorge responde: "Melhor que não. Pega nas nossas mães, né?. E ele ri enquanto me olha, o filho da puta. Ou será que eu sou mesmo o filho da puta?.
Passei a manhã inteira pensando na minha mãe.
Lembrei que hoje minha mãe ia pra aula de sevilhanas, então chegaria em casa mais tarde que o normal e, como meu pai não costumava chegar antes das dez da noite, resolvi procurar na casa alguma coisa da minha mãe pra poder bater uma punheta. Mas o que eu mais queria era achar algum filme onde ela tivesse sendo comida.
Me veio na cabeça que minha mãe, mais do que aulas de sevilhanas, precisava era de sessões intensivas de trepada comigo.
Imaginava ela sem nada por baixo do vestido de sevilhanas, e até só de salto alto batendo o pé pela sala enquanto eu corria atrás dela pra foder.
Quando cheguei em casa, não encontrei ninguém, como esperado, e tranquei a porta com a corrente.
Comecei logo a procurar, primeiro no quarto dos meus pais, tomando muito cuidado pra deixar tudo do jeito que estava.
A lingerie da minha mãe me pareceu muito provocante, especialmente as calcinhas fio dental minúsculas, muitas parecidas com a que ela usava no filme, e até menores, se isso fosse possível. Outras tinham uma abertura pra ser comida com a calcinha ainda no lugar. Sutiãs minúsculos que cobriam só os bicos ou que realçavam os peitos sem esconder nada. Também tinha meias, ligas e cintas-liga que só de pensar na minha mãe usando aquilo já me dava quase um orgasmo. Os vestidos, minissaias e sapatos de salto alto não ficavam atrás da lingerie.
Encontrei uma gaveta trancada com chave, que, com a ajuda de uma faca de cozinha, consegui abrir sem deixar marcas visíveis, mas, pra minha decepção, não tinha nada que me excitasse sexualmente.
Na prateleira de cima do armário, depois de tirar a roupa, achei um painel que soava oco, consegui abrir e encontrei um vibrador preto que imitava um de verdade, mas de proporções enormes, a ponto de eu duvidar que coubesse dentro da minha mãe.
Também encontrei algemas e roupas de látex bem brilhantes, tipo um vestido curto, um body e calcinhas.
Não conseguia imaginar meus pais brincando juntos com tudo aquilo, mas só de pensar na minha mãe usando essas coisas já me deixava doente, louco de desejo.
Já estava vendo ela nua, deitada na cama, com as mãos algemadas na cabeceira, e eu com aquele vibrador enorme enfiando dentro dela uma vez atrás da outra.
Percebi que tinha aspectos da minha mãe que eram totalmente desconhecidos pra mim, e me senti sobrecarregado. O que mais eu poderia encontrar?
Como já estava quase na hora da minha mãe chegar das sevilhanas, coloquei tudo no lugar pra ninguém notar nada.
Só faltava abrir o cofre que ficava na parte de baixo do armário, camuflado numa gaveta, mas eu não tinha a combinação. A gente via se eu conseguiria depois.
Mas antes, coloquei em cima da cama de casal uma das tangas minúsculas da minha mãe, a mais parecida que encontrei com a que ela usava no filme, e bati uma boa punheta imaginando ela.
Uns minutos depois ela chegou, e dessa vez consegui disfarçar que não tinha acontecido nada. Tudo parecia normal.
De noite, já na cama, agucei a audição e achei que ouvi meus pais no quarto deles. E fiz algo que nunca tinha feito: me aproximei sorrateiramente pela varanda até a janela do quarto deles e olhei por baixo da persiana quase fechada.
Lá estava minha mãe em cima da cama, de costas pra janela, nua, de joelhos em cima do meu pai, que eu mal via, subindo e descendo devagar. A bunda branca dela se movia pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, em cima das bolas do meu pai, com o pau inteiro dentro da boceta dela.
Senti uma inveja danada do meu pai, queria estar no lugar dele, fodendo minha mãe, aquela bunda firme e empinada que contraía os músculos a cada movimento, a cada subida e descida.
A bunda dela subia e descia cada vez mais rápido, junto com os gemidos. minha mãe, até que tudo parou.
Me afastei pro meu quarto sem ser notado.
Ouvi a água do banheiro dos meus pais, e imaginei minha mãe pelada no chuveiro, se masturbando, já que ela achou que foi meu pai quem gozou.
Com certeza minha mãe, por não ter gozado, ainda estava com vontade de pica, de meterem nela uma vez atrás da outra até a descarga final.
Não entendia naquele momento o que minha mãe fazia com meu pai.
Ela tão gostosa e ele tão sem graça, só pensando no trabalho.
Acho que era o dinheiro que meu pai trazia, mas ela devia ter alguma “motivação extra”: um amante.
Foi a primeira vez que pensei que minha mãe tinha um amante.
Naquela noite, sonhei de novo com minha mãe:
Eu a via pelada na cama, de joelhos, em cima de mim, com as pernas abertas e meu pau dentro da buceta dela.
Subia e descia, subia e descia, ela me fodia.
Os peitões dela, empinados, balançavam a cada subida e descida.
As auréolas escuras, quase pretas, e os bicos como chifres de touro, apontando pro teto.
Ela sorri pra mim.
Tá linda, nunca a tinha visto tão linda com o cabelo na altura dos ombros, olhos escuros brilhando, lábios rosados e brilhantes.
Eu acaricio os peitos dela, duros como pedra, os bicos. Depois desço pra cintura, pras nádegas dela. Sinto os músculos dela, a carne firme, como se mexem quando ela sobe e desce.
Sobe e desce devagar, pra saborear melhor.
Atrás dela, tem uma janela com a persiana quase toda baixada e alguém espiando a gente por ela.
Vejo a cabeça, é meu pai!
Fico paralisado, horrorizado.
Ele começa a entrar pela janela, sem fazer barulho, se aproxima da cama, da gente.
Minha mãe continua fodendo, como se não tivesse ouvido nada.
A sombra do meu pai nos cobre.
A cara da minha mãe muda, reflete medo.
Ela para, começa a se virar.
Meu pai inclina a cabeça e o corpo dela pra mim.
Minha mãe grita.
Meu pai meteu nela por trás, pelo cu, e se move rápido, com energia, pra frente e pra trás.
As mãos dele agarram os peitos dela, apalpam.
A estamos fodendo nós dois.
Minha mãe abre uma bocona e grita, grita de dor.
Naquele momento acordei, apavorado.
O prazer tinha virado um pesadelo.
Demorei pra me acalmar até dormir de novo, e lembro que sonhei com minha mãe de novo:
Minha mãe tá deitada na cama, de barriga pra cima.
Vejo os peitões dela, balançando.
Tô de pé nos pés da cama e ela deitada, toda pelada, de barriga pra cima, com as pernas esticadas nos meus ombros.
Meu pau desaparece dentro da buceta dela e aparece de novo, some e aparece.
Tô comendo ela.
Ela sorri pra mim, tá gostosa, nunca tinha visto ela tão gostosa.
Ela tem os braços esticados pra cabeceira da cama.
Os pulsos dela tão algemados na cabeceira.
Os peitões dela, durinhos, balançam pra frente e pra trás.
Minhas mãos acariciam os peitos dela, apalpam eles mais e mais.
Tem um espelhão do lado da cama.
Me vejo refletido nele, como me mexo, como tô comendo, e minha mãe linda, com as pernas torneadas e compridas em cima dos meus ombros.
Fico um tempão olhando.
Depois olho pra ela de novo, pros peitos dela, pro rosto dela.
Tem outro espelho na parede, na cabeceira da cama.
Olho e vejo refletida no espelho a cara do Jorge!, ele tá rindo!.
É o Jorge que tá comendo ela, não eu!.
Acordo assustado.
O prazer virou pesadelo de novo.
Primeiro meu pai, e depois o Jorge. Mas eu quero ela só pra mim, pra comer ela sozinho sem ninguém me atrapalhar.
Olho o despertador, já é quase hora.
Um novo dia me espera. Que surpresas me aguardam? E minha mãe?
Tô com medo de encontrar meus pais, especialmente minha mãe, porque ela com certeza vai perceber que tô estranho, então vou tentar ao máximo evitá-la, pelo menos até me acalmar.
Por isso, quando cheguei em casa, só dei um oi básico e fui direto pra cozinha pegar alguma coisa pra comer, com a intenção de me enfiar no quarto em seguida.
Mas foi minha mãe que estragou meus planos, aparecendo atrás de mim na cozinha. Meu coração deu um pulo, mas ela não deve ter notado, porque me cumprimentou super alegre, me dando um beijo na bochecha.
Ela me perguntou se eu já tinha comido alguma coisa e se queria que ela preparasse algo, enquanto virava as costas procurando alguma coisa nos armários, se inclinando pra frente pra pegar a frigideira numa gaveta.
Meus olhos foram sem querer pra bundinha empinada dela e eu imaginei levantando a saia dela por trás, puxando a calcinha pra baixo e metendo por trás.
Tava ficando de pau duro, mas falei que não tava com muita vontade de jantar, que ia beliscar alguma coisa da geladeira e ir pra cama porque tava meio cansado.
Ela se levantou e olhou nos meus olhos. Alguma coisa estranha ela tinha notado em mim.
Virei as costas pra ela não perceber minha ereção e abri a geladeira, fingindo que tava procurando algo pra comer.
Ela me perguntou como tinha sido, onde eu tinha ido e um monte de perguntas assim, que eu respondia como dava, de preferência com monossílabos, mas sempre de costas pra ela.
Agora ela me perguntava se eu tava preocupado com alguma coisa, se queria desabafar.
Eu me via contando pra ela que tinha visto ela pelada transando no cinema, na companhia de um monte de colegas de classe, e que todos nós tínhamos batido uma punheta enquanto isso.
Respondi que não era nada importante que eu não pudesse resolver com meus colegas.
Pensei que podia ter completado minha resposta com um complemento: “e a melhor A solução é a gente meter uns bons ejaculations em você.
Como não conseguiu arrancar nada de mim, disse que ia ver TV na sala com meu pai, e que eu pegasse o que quisesse.
Pensei que a única coisa que eu queria pegar naquele momento era ela, minha mãe.
Ela me deu um beijo na nuca e foi embora.
Fiquei com arrepios por causa do beijo e deu vontade de agarrar ela e beijar com paixão a boca, os peitos, tudo.
Peguei algo rápido ali mesmo na cozinha, em pé, e fui pra cama.
Demorei pra caralho pra dormir, lembrando uma e outra vez das cenas do filme onde ela aparecia, e bati uma boa punheta que me ajudou a pegar no sono.
Lembro de um sonho que mais ou menos se passava assim:
Minha mãe veste um uniforme de empregada bem justinho, com a saia bem curta e a parte da frente do uniforme com vários botões desabotoados, deixando quase todos os peitos à mostra.
Ela tem a idade que tem agora, 40 anos, não a que tinha quando trabalhou no filme, mas está impressionante, com uns peitões enormes que ameaçam estourar o uniforme, e uma bunda empinada de dar escândalo.
Ela tem os olhos bem pintados de escuro, e os lábios de um vermelho bem vivo.
Ela se abaixa pra arrumar a cama, e a saia sobe, mostrando a bunda toda, já que ela usa uma tanga microscópica que desaparece entre as nádegas.
A bunda dela balança enquanto arruma a cama. É como se estivesse dançando.
Umas mãos se aproximam da bunda dela, são as minhas.
Atrás das mãos parece um pau enorme, largo e comprido, cheio de veias, duro e tesudo, apontando pro meio da bunda dela. É o meu pau.
Minhas mãos apalpam a bunda dela à vontade, por toda parte, pra cima e pra baixo.
Abro as nádegas dela e lá está a tira da tanga.
Puxo com os dedos e lá estão os buracos gloriosos dela, os dois.
Acaricio com meus dedos, pra cima e pra baixo, direita e esquerda.
Enfio um dedo, primeiro devagar, depois outro dedo e mais um, enfio e tiro como se estivesse fodendo ela com os dedos, cada vez mais fundo.
Ouço ela gemer, Suspiro forte. Passo meu pau também nas bochechas dela, dentro delas, pra cima e pra baixo. Ela geme cada vez mais alto. Seguro ela pela cintura e enfio o pauzão no cu dela, até sumir tudo. Ouço ela gritar de prazer. Meto e tiro. Tô comendo ela, cada vez mais forte. Grito de prazer. E acordo sentado na cama, gozei e tô encharcado de suor. Pego um lenço de papel pra limpar o esperma que molha minha roupa. A porta abre, é minha mãe com uma camisola curta e transparente. Será que ainda tô sonhando? Acordei ela com meus gritos e ela veio ver se tava tudo bem. O que eu quero é comer ela. Acalmo ela e ela vai embora. Na manhã seguinte, pego qualquer coisa na geladeira e saio pra aula quase sem me despedir dos meus pais. Na entrada da sala, o Jorge me cumprimenta com um sorriso cúmplice, mas não falamos mais nada pra entrar na aula. No meio da manhã, num intervalo, ele conta pros colegas de cinema que não parou de sonhar a noite inteira que tava comendo a morena do filme, e conta em detalhes como fez. Todo mundo contribui, e eu não vou ficar de fora. No fim das contas, somos uma galera e não posso ficar isolado. Mas outros estudantes também ouvem nossos comentários, e alguns até param pra escutar. Um dos que nos escuta é um valentão bem grandão, repetente de vários anos, que enche o saco de todo mundo e já bateu em mais de um, então todo mundo tem medo dele. Ele pergunta que filme é e onde tão passando. Quando a gente fala, ele diz: "Com certeza é um filme de viado, igual vocês. Mas se eu bater uma vendo o filme, vou lembrar das mães de vocês, seus maricas." E eu imaginei minha mãe com esse bruto. Me deu calafrio só de pensar! Quando ele vai embora, um dos colegas fala: "Esse aí, se meter na morena, tira pela boca, o bruto!" E o Jorge responde: "Melhor que não. Pega nas nossas mães, né?. E ele ri enquanto me olha, o filho da puta. Ou será que eu sou mesmo o filho da puta?.
Passei a manhã inteira pensando na minha mãe.
Lembrei que hoje minha mãe ia pra aula de sevilhanas, então chegaria em casa mais tarde que o normal e, como meu pai não costumava chegar antes das dez da noite, resolvi procurar na casa alguma coisa da minha mãe pra poder bater uma punheta. Mas o que eu mais queria era achar algum filme onde ela tivesse sendo comida.
Me veio na cabeça que minha mãe, mais do que aulas de sevilhanas, precisava era de sessões intensivas de trepada comigo.
Imaginava ela sem nada por baixo do vestido de sevilhanas, e até só de salto alto batendo o pé pela sala enquanto eu corria atrás dela pra foder.
Quando cheguei em casa, não encontrei ninguém, como esperado, e tranquei a porta com a corrente.
Comecei logo a procurar, primeiro no quarto dos meus pais, tomando muito cuidado pra deixar tudo do jeito que estava.
A lingerie da minha mãe me pareceu muito provocante, especialmente as calcinhas fio dental minúsculas, muitas parecidas com a que ela usava no filme, e até menores, se isso fosse possível. Outras tinham uma abertura pra ser comida com a calcinha ainda no lugar. Sutiãs minúsculos que cobriam só os bicos ou que realçavam os peitos sem esconder nada. Também tinha meias, ligas e cintas-liga que só de pensar na minha mãe usando aquilo já me dava quase um orgasmo. Os vestidos, minissaias e sapatos de salto alto não ficavam atrás da lingerie.
Encontrei uma gaveta trancada com chave, que, com a ajuda de uma faca de cozinha, consegui abrir sem deixar marcas visíveis, mas, pra minha decepção, não tinha nada que me excitasse sexualmente.
Na prateleira de cima do armário, depois de tirar a roupa, achei um painel que soava oco, consegui abrir e encontrei um vibrador preto que imitava um de verdade, mas de proporções enormes, a ponto de eu duvidar que coubesse dentro da minha mãe.
Também encontrei algemas e roupas de látex bem brilhantes, tipo um vestido curto, um body e calcinhas.
Não conseguia imaginar meus pais brincando juntos com tudo aquilo, mas só de pensar na minha mãe usando essas coisas já me deixava doente, louco de desejo.
Já estava vendo ela nua, deitada na cama, com as mãos algemadas na cabeceira, e eu com aquele vibrador enorme enfiando dentro dela uma vez atrás da outra.
Percebi que tinha aspectos da minha mãe que eram totalmente desconhecidos pra mim, e me senti sobrecarregado. O que mais eu poderia encontrar?
Como já estava quase na hora da minha mãe chegar das sevilhanas, coloquei tudo no lugar pra ninguém notar nada.
Só faltava abrir o cofre que ficava na parte de baixo do armário, camuflado numa gaveta, mas eu não tinha a combinação. A gente via se eu conseguiria depois.
Mas antes, coloquei em cima da cama de casal uma das tangas minúsculas da minha mãe, a mais parecida que encontrei com a que ela usava no filme, e bati uma boa punheta imaginando ela.
Uns minutos depois ela chegou, e dessa vez consegui disfarçar que não tinha acontecido nada. Tudo parecia normal.
De noite, já na cama, agucei a audição e achei que ouvi meus pais no quarto deles. E fiz algo que nunca tinha feito: me aproximei sorrateiramente pela varanda até a janela do quarto deles e olhei por baixo da persiana quase fechada.
Lá estava minha mãe em cima da cama, de costas pra janela, nua, de joelhos em cima do meu pai, que eu mal via, subindo e descendo devagar. A bunda branca dela se movia pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, em cima das bolas do meu pai, com o pau inteiro dentro da boceta dela.
Senti uma inveja danada do meu pai, queria estar no lugar dele, fodendo minha mãe, aquela bunda firme e empinada que contraía os músculos a cada movimento, a cada subida e descida.
A bunda dela subia e descia cada vez mais rápido, junto com os gemidos. minha mãe, até que tudo parou.
Me afastei pro meu quarto sem ser notado.
Ouvi a água do banheiro dos meus pais, e imaginei minha mãe pelada no chuveiro, se masturbando, já que ela achou que foi meu pai quem gozou.
Com certeza minha mãe, por não ter gozado, ainda estava com vontade de pica, de meterem nela uma vez atrás da outra até a descarga final.
Não entendia naquele momento o que minha mãe fazia com meu pai.
Ela tão gostosa e ele tão sem graça, só pensando no trabalho.
Acho que era o dinheiro que meu pai trazia, mas ela devia ter alguma “motivação extra”: um amante.
Foi a primeira vez que pensei que minha mãe tinha um amante.
Naquela noite, sonhei de novo com minha mãe:
Eu a via pelada na cama, de joelhos, em cima de mim, com as pernas abertas e meu pau dentro da buceta dela.
Subia e descia, subia e descia, ela me fodia.
Os peitões dela, empinados, balançavam a cada subida e descida.
As auréolas escuras, quase pretas, e os bicos como chifres de touro, apontando pro teto.
Ela sorri pra mim.
Tá linda, nunca a tinha visto tão linda com o cabelo na altura dos ombros, olhos escuros brilhando, lábios rosados e brilhantes.
Eu acaricio os peitos dela, duros como pedra, os bicos. Depois desço pra cintura, pras nádegas dela. Sinto os músculos dela, a carne firme, como se mexem quando ela sobe e desce.
Sobe e desce devagar, pra saborear melhor.
Atrás dela, tem uma janela com a persiana quase toda baixada e alguém espiando a gente por ela.
Vejo a cabeça, é meu pai!
Fico paralisado, horrorizado.
Ele começa a entrar pela janela, sem fazer barulho, se aproxima da cama, da gente.
Minha mãe continua fodendo, como se não tivesse ouvido nada.
A sombra do meu pai nos cobre.
A cara da minha mãe muda, reflete medo.
Ela para, começa a se virar.
Meu pai inclina a cabeça e o corpo dela pra mim.
Minha mãe grita.
Meu pai meteu nela por trás, pelo cu, e se move rápido, com energia, pra frente e pra trás.
As mãos dele agarram os peitos dela, apalpam.
A estamos fodendo nós dois.
Minha mãe abre uma bocona e grita, grita de dor.
Naquele momento acordei, apavorado.
O prazer tinha virado um pesadelo.
Demorei pra me acalmar até dormir de novo, e lembro que sonhei com minha mãe de novo:
Minha mãe tá deitada na cama, de barriga pra cima.
Vejo os peitões dela, balançando.
Tô de pé nos pés da cama e ela deitada, toda pelada, de barriga pra cima, com as pernas esticadas nos meus ombros.
Meu pau desaparece dentro da buceta dela e aparece de novo, some e aparece.
Tô comendo ela.
Ela sorri pra mim, tá gostosa, nunca tinha visto ela tão gostosa.
Ela tem os braços esticados pra cabeceira da cama.
Os pulsos dela tão algemados na cabeceira.
Os peitões dela, durinhos, balançam pra frente e pra trás.
Minhas mãos acariciam os peitos dela, apalpam eles mais e mais.
Tem um espelhão do lado da cama.
Me vejo refletido nele, como me mexo, como tô comendo, e minha mãe linda, com as pernas torneadas e compridas em cima dos meus ombros.
Fico um tempão olhando.
Depois olho pra ela de novo, pros peitos dela, pro rosto dela.
Tem outro espelho na parede, na cabeceira da cama.
Olho e vejo refletida no espelho a cara do Jorge!, ele tá rindo!.
É o Jorge que tá comendo ela, não eu!.
Acordo assustado.
O prazer virou pesadelo de novo.
Primeiro meu pai, e depois o Jorge. Mas eu quero ela só pra mim, pra comer ela sozinho sem ninguém me atrapalhar.
Olho o despertador, já é quase hora.
Um novo dia me espera. Que surpresas me aguardam? E minha mãe?
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