Comi a minha vizinha (1)

Este relato é cem por cento real, espero que vocês curtam. Mica (nome fictício) mora a duas casas da minha. É uma morena linda, uns 1,65m mais ou menos, cintura fina, muita bunda e peito pequeno, mas linda. Tem 21 anos, mas desde os 16 ou 17 já dava pra saber que quando crescesse ia ser uma gostosa, e foi o que aconteceu. Quando ela decidiu juntar essa beleza com uma academia, comecei a olhar pra ela com outros olhos.

Nunca tínhamos trocado uma palavra até novembro do ano passado. Era um dia de semana, eu tava chegando em casa de bike e, a uns metros, deixei cair as chaves. Quando parei a bike pra pegar as chaves, ela vinha vindo com as chaves na mão:

M - Oiiii!!! Sem isso, acho que você não entra, haha
Y - Oi!! É verdade, sem isso não entro mesmo, ia ter que esperar meus pais chegarem pra poder entrar, haha, valeu!
M - Por sorte caiu aqui, senão tava ferrado. Ia ter que ficar do lado de fora fazendo social com os vizinhos, haha
Y - Pois é, que sorte!!! E é foda fazer social com os vizinhos, haha
M - Ah, por quê? Não seja mau, haha. Tô atrasada pra ir pra academia. Me manda no Instagram e a gente marca algo
Y - Beleza, beleza, vou te mandar!!

Essa foi nossa primeira conversa. Quando ela virou pra ir embora, foi impossível não olhar pra aquela bunda bem marcada pela legging justinha. Olhar ela de perto e apreciar as curvas dava um tesão danado.

E foi assim, à noite, umas 21h, mandei mensagem no Instagram esperando que ela não respondesse. Achei que o "marcar algo" tinha sido mais por educação do que por vontade, mas pra minha surpresa, meia hora depois ela respondeu.

M - Veeizinho, acabei de jantar. O que cê tá fazendo? Bora tomar um mate?
Y - E aí, vendo um pouco de TV. Bora, bora! Onde a gente se encontra?
M - Vem aqui em casa se quiser, me avisa quando tiver na porta
Y - Beleza, beleza. Daqui a 5 minutos tô aí

Troquei de roupa e 15 minutos depois já tava na porta. Ela mora com o pai e o irmão mais velho nos fundos da casa dos avós, então da rua até a entrada tem um Longa estrada, nesse caminho que eu vinha, ficava imaginando com o que eu ia me deparar e como seria nossa primeira conversa séria. Ela chega perto do portão, me dá um beijo na bochecha e fala: "Me segue". Nesse trajeto até a casa, não dava pra ver muita coisa porque tava tudo meio escuro, mas quando a gente chegou perto da casa dela, já tinha um pouco mais de luz e aí pude apreciar como as bandas da bunda escapavam do short, era uma vista linda pra imaginar mil coisas e pra fazer a pica explodir de porra. Enfim, a gente entrou em casa e sentou na sala, nos sofás. A gente conversou sobre um monte de coisas da vida dela, da minha vida, relacionamentos frustrados e umas paradas interessantes pra se conhecer melhor, o tempo passava e os termos de chimarrão iam aumentando. Num momento, ela levanta, ajeita o short e fala: "Vou botar mais água pro mate e vou no banheiro". Quando ela vira, eu olho pra bunda dela e vejo como aquelas bandas escapavam. Foi impossível não imaginar minha pica no meio daquelas bandas e enquanto isso, dar uns tapas naquela bunda. Daqui a pouco ela volta, senta do meu lado e fala: "M — Cê topa ver um filme? Ou é muito tarde?" E eu: "Imagina! Bora, bora. Escolhe aí, que eu vou cevando o mate." Só que eu não sabia que a gente tava sozinho, o pai e o irmão dela tinham viajado. Num momento do filme, ela senta estilo índio e entre as luzes apagadas, só com a luz da TV, vejo a calcinha fio dental preta dela e minha cabeça começou a viajar, me desconectei total do filme e minha pica sabia disso porque aos poucos começava a endurecer. Acontece uma parada engraçada no filme e ela, ao rir, apoia a mão na minha perna, e num momento começa a me acariciar, subindo e descendo a mão. Ela começou a chegar cada vez mais perto de mim e quando a gente tava bem colado, ela me passa o mate, eu apoio no chão porque não tinha mais água e quando levanto a cabeça, ela me enfia um beijo e eu correspondi. Quando eu correspondo o beijo, na hora ela sobe em cima de mim e começa a rebolar a bunda em cima da minha pica que tava prestes a explodir. A gente continuava se pegando. apaixonadamente enquanto tocava a bunda toda dela e se mexia como tinha imaginado à tarde quando a vi. Os suspiros iam e vinham cada vez mais fortes acompanhados de gemidos, até que num momento tiro a camiseta dela, o sutiã e começo a beijar os peitos dela de um jeito desesperado, tava muito excitado e queria comer ela logo, mas tinha que avivar mais a chama pra o fogo ser intenso e ela nunca esquecer. Ela desce de cima, fica de lado de quatro, desabotoa minha calça jeans e com a boca linda e pequena de lábios fininhos começa a dar beijinhos no tronco da minha pica de um jeito lindo e delicado que me deixava ainda mais excitado. No momento em que ela começou a enfiar minha pica na boca dela, comecei a tirar o short dela e a dar tapas na bunda, a calcinha fio dental que ela tava deixava a bunda ainda mais gostosa do que já era e minha cabeça tava em outro mundo com o que eu tava vendo, e minha pica no melhor momento. Começo a passar a mão na bucetinha lisinha dela, toda depilada, e os gemidos se misturavam com as engasgadas com minha pica na boca dela. Decido levantar e ela já tava entregue, completamente pegando fogo, e decido colocar ela de barriga pra cima, abrir bem as pernas dela e começar a chupar a buceta dela. Comecei com uns beijinhos ao redor até que minha língua foi direto pro clitóris e dois dedos entravam na pussy dela. Os gemidos dela aumentavam a velocidade dos meus dedos entrando e saindo da pussy dela, já tava beijando toda a buceta dela e num momento escuto "ME COME LOGO". Olhei pra ela e ela mordia os lábios de um jeito muito provocador e excitado, o olhar dela tava completamente pegando fogo. Tirei minha camiseta, terminei de tirar a calça, coloquei a camisinha, puxei ela mais pra ponta do sofá, passei minha pica pra cima e pra baixo na pussy dela e quando vi o olhar dela totalmente perdido no prazer, enfiei tudo devagarzinho e ela soltou um gemido lindo que me fez acelerar o ritmo da foda... A segunda parte depende de vocês 😉

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