Três dias depois do ocorrido, era meu aniversário, já tava fazendo 19 anos, terminei o ensino médio numa escola técnica com o diploma de Eletromecânico. Resumindo, tinha chance de arrumar um trampo. Fui comprar umas paradas pro meu aniversário. Quando cheguei em casa, vi que tava tudo escuro, não dava pra ver nada. Do nada, uma vela acendeu no meio da escuridão. —Parabéns pra você, parabéns pra você, que você seja feliz, desejamos a você...— disse a voz da minha irmã. Fui até ela, só olhava pra vela, nem percebia o resto. —Faz um pedido, Cris— ela falou. Fiquei pensando e soprei. Quando apaguei a vela, tudo escureceu de novo, fui até o interruptor, cheguei e toquei nele, que acendeu todas as luzes. Meus olhos não acreditavam. Minha irmã tava virada no sofá, pelada, com a vela enfiada no cu, era uma cena muito erótica. —Feliz aniversário, irmãozinho, já é um homenzinho— ela disse ainda naquela posição. Eu ainda não tinha saído do transe, era tipo aquelas cenas de pornô, mais gostosas, me aproximei dela e tirei a vela com cuidado. —É o melhor presente, Lu— falei olhando pra vela— agora vamos começar a ação. —Sim... mas espera, quero que essa noite seja especial— ela mudou de posição, ficando de frente pra mim. —Por quê?— perguntei, pegando num peito dela, massageando sem parar. —Amanhã a mãe chega, temos que ir ao aeroporto buscá-la— ela me levou pro nosso quarto. Quando cheguei, notei que tudo tava decorado, lençóis vermelhos, um cheiro de flores, um vinho e, o mais importante, a caixa de camisinhas. Sentei na cama, comecei a me despir até ficar só de meias. —Espera— disse a Lu, indo pro banheiro— fica à vontade, volto em alguns minutos. —Então a mãe chega amanhã...— falei comigo mesmo— com certeza arrumou um namorado ou trouxe um padrasto, hehehe. Só de pensar já doía, ninguém gosta de ver a própria mãe sendo comida, ainda mais por alguém que você não conhece. Fiquei tão focado nos meus pensamentos que nem percebi que a Lu já tava sentada em cima de mim. cama —Vamos comemorar— ela pegou o vinho e abriu, me deu um pouco e a gente bebeu. Pouco tempo depois, eu e ela estávamos nos beijando, era gostoso, minha mão foi direto pra área íntima dela, e tocando percebi que ela não tava usando nada. Ela percebeu isso e se aproximou do meu ouvido. —Gostou? sempre quis depilar lá— pegou uma camisinha e colocou na boca. Foi direto pro meu pau e começou o jogo incestuoso, como ela lambia até a ponta, massageava minhas bolas, cuspia nelas pra lamber de novo. —Aaaah porra assim— falei— bora começar a ação. Coloquei ela de quatro e comecei a meter forte. Batia naquela bunda redonda. —Aaaah sim, sim, sim assim— entre suspiros— agora relaxa, aniversariante. Eu já sabia o que ela queria dizer, me acomodei na cama, Lu virou pra mim, a bunda dela tava na minha cara, pegando meu pau, apertando até a cabeça parecer um cogumelo. Enfiou de uma vez, a bunda dela quicava igual a de uma brasileira, que vista linda. Já tinha em mente o que fazer com aquela bunda linda... A noite ainda era jovem, sentia a Lu indo cada vez mais devagar. —Lu... para, sei que tá cansada, deita de barriga pra baixo— ela se levantou e fez o que pedi— hora de trabalhar. Subi nela e comecei a meter, o som da minha bacia batendo na bunda dela era música pros meus ouvidos. Eu não parava, tudo graças a Lu que me alimentava muito bem, até me dava bebidas pra bombar o sangue e, além disso, eu gostava de malhar, não tinha corpo de atleta mas tinha resistência. PAM PAM PAM PAM Esse som ecoava pela casa toda, olhei pra ela por um tempo, mordia os lençóis, eu adorava. Aumentando o ritmo. —Cris...— ela falou com dificuldade. —Sim— entendi o que ia rolar. Me colocando em posição de flexão, comecei a meter com muita intensidade. —Aaaah porra— Lu fechava os olhos sentindo todo o prazer. —Não aguento mais. —Vai, goza— ela acariciou minha bochecha como pôde— meu pequeno. Soltei uma grande carga na camisinha, tava cansado, sentia a Garganta seca, tomando um pouco de vinho. Lu tirou a camisinha e viu minha pica. —Tá todo sujo— na mesma hora ela chupou minha pica igual uma louca— agh, deixa eu limpar direitinho esse menino. Ela chupava meu pau enquanto falava. Sabia o que tava fazendo, dava beijinhos na ponta, cuspia e continuava o boquete. De vez em quando massageava minhas bolas. Gozei de novo, Lu engoliu tudo, e pra confirmar ela mesma abriu a boca. —Boazinha— falei— vem, já tô exausto. Lu se aninhou no meu braço. —Cris... ainda lembra da promessa que fez há um tempo?— me olhando na cara. —Claro— respondi, olhando nos olhos dela— que você e eu vamos ser uma família feliz. —Não esqueceu— ela disse— isso me deixa tão feliz. —Como eu ia esquecer nossa promessa, Lu— acariciando uma das bochechas dela. —Bom... faz tanto tempo e... você era muito pequeno— escondendo o rosto. —Então, gata, esse moleque vai te levar ao altar e te fazer a mulher mais feliz do mundo. Ela sorriu feliz, e me deu o beijo de boa noite. Eu logo depois também caí no sono. —No dia seguinte— Acordei, depois do meu aniversário, olhei em volta, Lu tinha ido embora. Levantei, fui ao banheiro e lavei o rosto, notei que meu corpo tava cheio de marcas de batom. Cheguei na cozinha, vi Lu com um vestido curto e um avental, fazendo comida. Fiquei atrás dela, abracei ela por trás, dei beijos no pescoço, sentindo o cheiro gostoso dela. —Bom dia, meu amor— falei. —Hahaha— ela riu. Fiquei bravo e virei ela, só pra ela me beijar. —Primeira vez que me chama assim— ela disse— senta que daqui a pouco vamos buscar a mãe. Fui sentar de má vontade, vi ela trazer o café da manhã com suco de laranja. Apertei a bunda redonda dela, era de manhã e eu já tava com a pica dura. —Agora não, garanhão, primeiro come e depois quem sabe te como de manhã. —Já anotei. Mais tarde. Depois de uma manhã linda, fomos buscar a mamãe no hospital, fazia tempo que não a via, a última vez que a vi foi aos 8 anos, minha avó cuidava da gente naquela época e depois a Lu começou a cuidar da gente, era muito recomendável. —Beleza, Cris, cuidado pra não me tocar em público— ela disse séria. Mulheres, quem as entende, primeiro beijos e depois reclamações. —Sim, já sei— falei— não vou fazer isso. Dando um tapa na bunda dela. —Cris!— ela gritou, todo mundo se virou pra olhar— ehhh desculpa, idiota, te falei pra não fazer essas coisas. —Hehehe, você me conhece— sorrindo pra ela— aliás, será que a mamãe mudou? Passou muito tempo. —Duvido— ela disse— espero que ela não venha com uma surpresa. Já sabia do que ela tava falando, um namorado ou marido, também duvidava, ela contava tudo pra gente por telefone. —Bom... espero que não... olha, é o avião da mamãe, se apressa— correndo. Quando chegamos na sala, pude ver várias pessoas, minha irmã me alcançou. —Ahh ahhh não corre, idiota, que ela não vai fugir pra lugar nenhum— ela disse, cansada. —Cris... Lucía— uma voz familiar fez a gente virar pra ver ela. Era ela... idêntica à Lu, mas mais madura e com uns peitos... o cabelo dela era curto. Ela tava com a mala na mão e um celular. —Mamãe. —Mãe. Fomos abraçar ela como nunca. Depois de tanto tempo, finalmente podíamos ficar juntos os três. —Voltei, meus pequenos— abraçando e dando beijos na gente. —Hehe sim, mãe— falei, me apertando mais nela— chorando baixinho. —Finalmente— a Lu disse, chorando como nunca. —Vamos pra casa... tem uma coisa importante que precisamos conversar. Na minha cabeça era um caos, com certeza ela ia dizer que conheceu alguém. —"Merda, agora vai ser mais complicado transar com a Lu"— pensando no futuro que traz um novo integrante pra família.
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