Me excita imaginar minha esposa transando com outros homens.
Toda manhã, minha mulher acorda bem cedo pra ir trabalhar. Junto com ela, eu levanto e preparo o café da manhã, depois ela se arruma pra encarar mais um dia de trampo. Ela se veste muito bem, mostrando o corpo dela.
É uma mulher gostosa, então não passa despercebida.
Como toda manhã, ela se despede...
—Bom, meu amor, já vou trabalhar. A gente se fala mais tarde...
Ela me dá um beijo, vira as costas e vai embora.
Naquele dia, ela tinha vestido um vestido curto azul celeste com listras brancas, enfeitado com um colar, e umas sandálias pretas.
O vestido, na parte de cima, era bem justo no torso, fazendo os peitos dela se destacarem e provocarem o olhar de qualquer homem.
E da cintura pra baixo, a saia do vestido era bem soltinha. Mostrando as pernas lindas dela.
Ela tava muito apetitosa.
Sai de casa, caminha até a esquina onde pega o primeiro transporte. Nesses 50 metros, cruza com uns operários que também vão pro trampo numa obra em construção na quadra de lá.
O olhar dos caras ao verem a Elizabeth faz eles cochicharem entre si. Ao passar, um dos homens não aguenta e cumprimenta ela, como quem quer puxar uma reação dela.
Nessa hora, o ônibus vai meio lotado. Ela sobe e se vira como pode pra ir pro fundo do busão pra não ficar muito apertada com a galera.
Começa a sentir o roçar das pessoas diferentes.
Ela fica em pé na frente de um dos bancos, onde tava sentado um jovem que balançava a cabeça como quem queria ver se descia ou não.
O ônibus anda umas quadras e encontra outro transporte que tinha tido um defeito mecânico, e por causa disso, os passageiros daquele ônibus desceram pra esperar todos juntos a próxima unidade, que infelizmente era o que ela tava.
Os passageiros do ônibus quebrado sobem como podem no transporte da minha parceira e ele fica lotado até o talo. Começam os apertos.
Bem atrás dela, se posiciona um Moleque vestido com um moletom esportivo. Com os empurrões, começa a sentir o roçado do volume do homem no rabo dela.
A situação deixou ela meio sem graça, mas vendo que não tinha escolha por causa da multidão, não reclamou e segurou a onda sem falar nada.
Com o movimento do transporte, entre freadas e arrancadas, o volume daquele moleque começou a roçar mais no rabo da minha mulher. O jovem estava tão colado no corpo dela que os dois podiam sentir o calor um do outro.
O moleque devia ter uns 25 anos; bonitão e com os hormônios à flor da pele. Na frente dele, tinha uma mulher madura, muito gostosa, com a bunda apoiada no pau dele.
O pinto do moleque, com o roçado, começou a endurecer e a empurrar o tecido do moletom dele.
Minha mulher sentia o pau do moleque se encaixando na fenda da bunda dela.
O jovem se ajustava cada vez mais na racha dela, conseguindo sentir perfeitamente as curvas daquela bunda linda, já que o vestido era bem fininho.
Feito salsicha no pão de维也纳, o pau ficava perfeitamente no meio da fenda dela. Sentir aquele pau duro no cu dela tava deixando ela excitada, se deixando levar pela situação, e apesar de muita gente estar em volta, ninguém conseguia ver o que tava rolando.
O moleque, já muito tarado, enfiou a mão no bolso pra começar a se tocar com cuidado. Não acreditava que aquela mulher tava se encaixando devagar no pau dele. Então, com a mão, pegou o próprio membro pelo bolso e começou a esfregar ele na bunda da minha parceira.
Ela, nessa altura do campeonato, já tava jogando a bunda pra trás como se quisesse aquele pau de qualquer jeito.
Diante dessa situação, o moleque que tava sentado, aos poucos, percebe o que tava rolando.
Sempre com a cabeça virada pra frente, ele levanta o olhar pro lado, pra dar uma espiada discreta na minha mulher. E se depara com o contorno daqueles dois peitos celestes que mal deixavam ver o rosto dela.
Ele nota que ela tava com as pernas ligeiramente abertas e que tava empurrando. levemente sobre a pessoa que estava atrás.
Era evidente que a loira queria aquela protuberância por trás e estava adorando.
O rapaz percebeu que ela estava ficando excitada, via pequenas caretas e gestos de que isso estava acontecendo.
Ele começa a se aquecer e quer participar da situação.
O jovem sentado toma coragem e, aos poucos, sem que ninguém perceba, começa a aproximar a mão entre as pernas dela. Devagar, com as pontas dos dedos, acaricia a pele das pernas em movimentos circulares. Centímetro por centímetro, vai subindo suavemente.
Com surpresa, ela sente os pequenos roços dos dedos do rapaz sentado; sua excitação está a todo vapor...
Ela usava uma diminuta calcinha fio dental preta que, por trás, se enfiava na racha da bunda e, na frente, era só um triângulo quase inexistente.
O rapaz sentado chegou com a mão até a pequena peça e, com os dedos, começou a esfregar suavemente os lábios da vulva dela, de frente para trás, tudo por cima do pequeno tecido de algodão. Aos poucos, sentia aquele tecido começando a ficar molhado.
Com um dos dedos, ele puxa a calcinha de lado e toca os lábios carnudos dela, que estavam encharcados. Sem dificuldade, enfia o dedo médio naquela buceta quente. Ataca uma e outra vez com o dedo aquela vulva molhada.
Ela não podia acreditar no que estava vivendo. Estava sendo masturbada no ônibus por um desconhecido, enquanto outro encostava e esfregava a pica na bunda dela...
O tesão e o prazer tomaram conta dela.
Era pra ela ter descido, mas continuou a viagem, pra onde quer que aquela situação a levasse. Não conseguia parar aquele momento de prazer tão gostoso.
Enquanto isso, a pica do jovem que estava atrás já estava no auge da excitação. Ela sentia um grande poste duro na bunda dela. A cara da minha mulher já não conseguia esconder o prazer que estava sentindo, e ela mordia os lábios pra não deixar escapar nenhum gemido da boca. A respiração ficava mais ofegante.
— Mmmm!!
Ela suspirava, tentando não Escuta só...
O lotação chega num ponto onde a maioria do pessoal desce. Ficando tão expostos, os caras param de apoiar e tocar aquela mulher no cio... Mas entre olhares cúmplices, um deles sussurra:
—Minha casa é perto, tô convidando...
Sem nenhuma objeção, eles descem umas paradas depois e começam a caminhada até a casa do moleque. Sem dizer uma palavra, os olhares cúmplices se fundiam com a mesma vontade de saciar o tesão que tavam sentindo.
Nessa altura do campeonato, o homem que tava apoiando ela já tinha a ponta da pica molhada. E Elizabeth sentia que a calcinha dela tava completamente ensopada.
Ela já se imaginava com aquela pica enorme na boca, saboreando aquela gotinha pré-gozo, enquanto o outro homem chupava bem a buceta dela pra ser penetrada.
Eles entram no apartamento do cara de roupa esportiva. E sem trocar uma palavra, os caras fazem um sanduíche com a minha mulher. Um fica na frente e o outro atrás, e começam a apalpar aquela mulher gostosa...
O que tava por trás levanta o vestido dela e tira, e ela abaixa a calça esportiva do que tava na frente. Ela queria ver pela primeira vez aquela pica tremenda que apoiou ela durante toda a viagem.
—Aí, papito!!! Que pica linda e grande que você tem.
—Mmmm, e a ponta tá molhadinha!!!
Ela abaixa a cabeça até a altura do pênis enorme e com a língua começa a rodear aquela cabeça molhada da pica. Finalmente, começa a chupar aquela pica com muito gosto.
—Mmmm. Mmmm! —O homem suspirava de prazer.
—Que bem que você chupa pica, bebê!!! Mmmm assim, assim. Ahhh!!
Enquanto isso, o outro homem, depois de ter abaixado a fio dental dela, enfia a cara na bunda e começa a chupar o cu e a buceta, que já tava bem lubrificada pelos próprios sucos dela...
O trio se fundia de prazer!
O homem que tava por trás tira a roupa e aproxima o pênis da entrada molhada da buceta linda. Encosta a cabeça da pica e, com um leve empurrão, a penetra e começa a... bombear uma e outra vez.
—Que tesão que eu tô, mamita!!! Sente meu pau!! Ahhh ahhhh!! Mmmm.
Ela continuava chupando a porra do outro cara. A língua dela brincava com a cabeça do pau, enquanto com a mão fazia uma punheta nele.
Os três foram pra um sofá. O dono da casa se deitou enquanto minha mulher continuava chupando aquele pau sem parar. Enquanto por trás o outro jovem a comia uma e outra vez. Com a palma da mão, enquanto montava nela, dava tapas na bunda dela.
Depois ela se levanta e monta no dono da casa. Sobe nele que nem cavalo, aponta a buceta pro pau do cara, pega com a mão e enfia na buceta quente dela.
—Ah, ahh, ahhh. Que pau gostoso, buceta!!! E já queria esse pau no meu buraco.
Não aguentava mais de vontade de ter esse pau na minha buceta. Você me deixou louca no ônibus.
Ela tava realmente sendo comida por dois desconhecidos. Dois jovens com os paus bem duros que se trocavam de posição.
Ela era penetrada uma e outra vez, uma e outra vez.
Trocam de posição várias vezes. Como se soubessem todas as posições do Kama Sutra.
Num momento, ela montou num dos caras, e o outro se aproximou por trás dela, passou saliva na ponta do pau, encostou no cu dela e foi empurrando devagar até que a cabeça do pau entrou por completo. Os dois jovens estavam dentro dela. Um pela buceta e o outro pelo cu.
—Ahhhh ahhhh — ela gemia— Assim, assim. Me comam ao mesmo tempo. Pelo cu e pela buceta!!!
Ela tinha todos os buracos cheios daquela carne dura!
Eles bombavam sem parar, enquanto Elizabeth gritava de prazer.
Eram dois caras jovens com a força toda. Dois verdadeiros garanhões... Duas feras do sexo.
Ela já tava no ponto máximo de excitação, quase gozando...
Não aguentava mais de prazer.
A barriga dela começou a tremer...
—Ahhhh, vou gozar aaahhhh!!!
O corpo dela se contorceu com espasmos. de prazer e acabou com os dois homens dentro dela.
Uns segundos depois os caras, já muito excitados, tiram as picas e começam a bater punheta em cima da minha mulher
pra encher ela de porra!!!
—assim assii. Rapaziada!!!
Eu dizia, chupando um e outro pau ao mesmo tempo.
—Quero a porra de vocês!!! Mmmm.
Os jovens já não aguentam mais e primeiro um e depois o outro gozam com uns jatos de leite nos peitos dela!!!
—Ahhhh que lindo e gostoso que tá o leite!!! Mmmm que delícia!!! —Dizia ela...
Por fim, chupa mais uma vez a pica de cada um. Tirando as últimas gotinhas de porra!!!
Exaustos, terminam abraçados sentados num sofá... Se olhando e com um sorriso no rosto...
Essa foi uma foda memorável, difícil de esquecer pra ela.
Uma viagem de transporte público inesquecível!
Toda manhã, minha mulher acorda bem cedo pra ir trabalhar. Junto com ela, eu levanto e preparo o café da manhã, depois ela se arruma pra encarar mais um dia de trampo. Ela se veste muito bem, mostrando o corpo dela.
É uma mulher gostosa, então não passa despercebida.
Como toda manhã, ela se despede...
—Bom, meu amor, já vou trabalhar. A gente se fala mais tarde...
Ela me dá um beijo, vira as costas e vai embora.
Naquele dia, ela tinha vestido um vestido curto azul celeste com listras brancas, enfeitado com um colar, e umas sandálias pretas.
O vestido, na parte de cima, era bem justo no torso, fazendo os peitos dela se destacarem e provocarem o olhar de qualquer homem.
E da cintura pra baixo, a saia do vestido era bem soltinha. Mostrando as pernas lindas dela.
Ela tava muito apetitosa.
Sai de casa, caminha até a esquina onde pega o primeiro transporte. Nesses 50 metros, cruza com uns operários que também vão pro trampo numa obra em construção na quadra de lá.
O olhar dos caras ao verem a Elizabeth faz eles cochicharem entre si. Ao passar, um dos homens não aguenta e cumprimenta ela, como quem quer puxar uma reação dela.
Nessa hora, o ônibus vai meio lotado. Ela sobe e se vira como pode pra ir pro fundo do busão pra não ficar muito apertada com a galera.
Começa a sentir o roçar das pessoas diferentes.
Ela fica em pé na frente de um dos bancos, onde tava sentado um jovem que balançava a cabeça como quem queria ver se descia ou não.
O ônibus anda umas quadras e encontra outro transporte que tinha tido um defeito mecânico, e por causa disso, os passageiros daquele ônibus desceram pra esperar todos juntos a próxima unidade, que infelizmente era o que ela tava.
Os passageiros do ônibus quebrado sobem como podem no transporte da minha parceira e ele fica lotado até o talo. Começam os apertos.
Bem atrás dela, se posiciona um Moleque vestido com um moletom esportivo. Com os empurrões, começa a sentir o roçado do volume do homem no rabo dela.
A situação deixou ela meio sem graça, mas vendo que não tinha escolha por causa da multidão, não reclamou e segurou a onda sem falar nada.
Com o movimento do transporte, entre freadas e arrancadas, o volume daquele moleque começou a roçar mais no rabo da minha mulher. O jovem estava tão colado no corpo dela que os dois podiam sentir o calor um do outro.
O moleque devia ter uns 25 anos; bonitão e com os hormônios à flor da pele. Na frente dele, tinha uma mulher madura, muito gostosa, com a bunda apoiada no pau dele.
O pinto do moleque, com o roçado, começou a endurecer e a empurrar o tecido do moletom dele.
Minha mulher sentia o pau do moleque se encaixando na fenda da bunda dela.
O jovem se ajustava cada vez mais na racha dela, conseguindo sentir perfeitamente as curvas daquela bunda linda, já que o vestido era bem fininho.
Feito salsicha no pão de维也纳, o pau ficava perfeitamente no meio da fenda dela. Sentir aquele pau duro no cu dela tava deixando ela excitada, se deixando levar pela situação, e apesar de muita gente estar em volta, ninguém conseguia ver o que tava rolando.
O moleque, já muito tarado, enfiou a mão no bolso pra começar a se tocar com cuidado. Não acreditava que aquela mulher tava se encaixando devagar no pau dele. Então, com a mão, pegou o próprio membro pelo bolso e começou a esfregar ele na bunda da minha parceira.
Ela, nessa altura do campeonato, já tava jogando a bunda pra trás como se quisesse aquele pau de qualquer jeito.
Diante dessa situação, o moleque que tava sentado, aos poucos, percebe o que tava rolando.
Sempre com a cabeça virada pra frente, ele levanta o olhar pro lado, pra dar uma espiada discreta na minha mulher. E se depara com o contorno daqueles dois peitos celestes que mal deixavam ver o rosto dela.
Ele nota que ela tava com as pernas ligeiramente abertas e que tava empurrando. levemente sobre a pessoa que estava atrás.
Era evidente que a loira queria aquela protuberância por trás e estava adorando.
O rapaz percebeu que ela estava ficando excitada, via pequenas caretas e gestos de que isso estava acontecendo.
Ele começa a se aquecer e quer participar da situação.
O jovem sentado toma coragem e, aos poucos, sem que ninguém perceba, começa a aproximar a mão entre as pernas dela. Devagar, com as pontas dos dedos, acaricia a pele das pernas em movimentos circulares. Centímetro por centímetro, vai subindo suavemente.
Com surpresa, ela sente os pequenos roços dos dedos do rapaz sentado; sua excitação está a todo vapor...
Ela usava uma diminuta calcinha fio dental preta que, por trás, se enfiava na racha da bunda e, na frente, era só um triângulo quase inexistente.
O rapaz sentado chegou com a mão até a pequena peça e, com os dedos, começou a esfregar suavemente os lábios da vulva dela, de frente para trás, tudo por cima do pequeno tecido de algodão. Aos poucos, sentia aquele tecido começando a ficar molhado.
Com um dos dedos, ele puxa a calcinha de lado e toca os lábios carnudos dela, que estavam encharcados. Sem dificuldade, enfia o dedo médio naquela buceta quente. Ataca uma e outra vez com o dedo aquela vulva molhada.
Ela não podia acreditar no que estava vivendo. Estava sendo masturbada no ônibus por um desconhecido, enquanto outro encostava e esfregava a pica na bunda dela...
O tesão e o prazer tomaram conta dela.
Era pra ela ter descido, mas continuou a viagem, pra onde quer que aquela situação a levasse. Não conseguia parar aquele momento de prazer tão gostoso.
Enquanto isso, a pica do jovem que estava atrás já estava no auge da excitação. Ela sentia um grande poste duro na bunda dela. A cara da minha mulher já não conseguia esconder o prazer que estava sentindo, e ela mordia os lábios pra não deixar escapar nenhum gemido da boca. A respiração ficava mais ofegante.
— Mmmm!!
Ela suspirava, tentando não Escuta só...
O lotação chega num ponto onde a maioria do pessoal desce. Ficando tão expostos, os caras param de apoiar e tocar aquela mulher no cio... Mas entre olhares cúmplices, um deles sussurra:
—Minha casa é perto, tô convidando...
Sem nenhuma objeção, eles descem umas paradas depois e começam a caminhada até a casa do moleque. Sem dizer uma palavra, os olhares cúmplices se fundiam com a mesma vontade de saciar o tesão que tavam sentindo.
Nessa altura do campeonato, o homem que tava apoiando ela já tinha a ponta da pica molhada. E Elizabeth sentia que a calcinha dela tava completamente ensopada.
Ela já se imaginava com aquela pica enorme na boca, saboreando aquela gotinha pré-gozo, enquanto o outro homem chupava bem a buceta dela pra ser penetrada.
Eles entram no apartamento do cara de roupa esportiva. E sem trocar uma palavra, os caras fazem um sanduíche com a minha mulher. Um fica na frente e o outro atrás, e começam a apalpar aquela mulher gostosa...
O que tava por trás levanta o vestido dela e tira, e ela abaixa a calça esportiva do que tava na frente. Ela queria ver pela primeira vez aquela pica tremenda que apoiou ela durante toda a viagem.
—Aí, papito!!! Que pica linda e grande que você tem.
—Mmmm, e a ponta tá molhadinha!!!
Ela abaixa a cabeça até a altura do pênis enorme e com a língua começa a rodear aquela cabeça molhada da pica. Finalmente, começa a chupar aquela pica com muito gosto.
—Mmmm. Mmmm! —O homem suspirava de prazer.
—Que bem que você chupa pica, bebê!!! Mmmm assim, assim. Ahhh!!
Enquanto isso, o outro homem, depois de ter abaixado a fio dental dela, enfia a cara na bunda e começa a chupar o cu e a buceta, que já tava bem lubrificada pelos próprios sucos dela...
O trio se fundia de prazer!
O homem que tava por trás tira a roupa e aproxima o pênis da entrada molhada da buceta linda. Encosta a cabeça da pica e, com um leve empurrão, a penetra e começa a... bombear uma e outra vez.
—Que tesão que eu tô, mamita!!! Sente meu pau!! Ahhh ahhhh!! Mmmm.
Ela continuava chupando a porra do outro cara. A língua dela brincava com a cabeça do pau, enquanto com a mão fazia uma punheta nele.
Os três foram pra um sofá. O dono da casa se deitou enquanto minha mulher continuava chupando aquele pau sem parar. Enquanto por trás o outro jovem a comia uma e outra vez. Com a palma da mão, enquanto montava nela, dava tapas na bunda dela.
Depois ela se levanta e monta no dono da casa. Sobe nele que nem cavalo, aponta a buceta pro pau do cara, pega com a mão e enfia na buceta quente dela.
—Ah, ahh, ahhh. Que pau gostoso, buceta!!! E já queria esse pau no meu buraco.
Não aguentava mais de vontade de ter esse pau na minha buceta. Você me deixou louca no ônibus.
Ela tava realmente sendo comida por dois desconhecidos. Dois jovens com os paus bem duros que se trocavam de posição.
Ela era penetrada uma e outra vez, uma e outra vez.
Trocam de posição várias vezes. Como se soubessem todas as posições do Kama Sutra.
Num momento, ela montou num dos caras, e o outro se aproximou por trás dela, passou saliva na ponta do pau, encostou no cu dela e foi empurrando devagar até que a cabeça do pau entrou por completo. Os dois jovens estavam dentro dela. Um pela buceta e o outro pelo cu.
—Ahhhh ahhhh — ela gemia— Assim, assim. Me comam ao mesmo tempo. Pelo cu e pela buceta!!!
Ela tinha todos os buracos cheios daquela carne dura!
Eles bombavam sem parar, enquanto Elizabeth gritava de prazer.
Eram dois caras jovens com a força toda. Dois verdadeiros garanhões... Duas feras do sexo.
Ela já tava no ponto máximo de excitação, quase gozando...
Não aguentava mais de prazer.
A barriga dela começou a tremer...
—Ahhhh, vou gozar aaahhhh!!!
O corpo dela se contorceu com espasmos. de prazer e acabou com os dois homens dentro dela.
Uns segundos depois os caras, já muito excitados, tiram as picas e começam a bater punheta em cima da minha mulher
pra encher ela de porra!!! —assim assii. Rapaziada!!!
Eu dizia, chupando um e outro pau ao mesmo tempo.
—Quero a porra de vocês!!! Mmmm.
Os jovens já não aguentam mais e primeiro um e depois o outro gozam com uns jatos de leite nos peitos dela!!!
—Ahhhh que lindo e gostoso que tá o leite!!! Mmmm que delícia!!! —Dizia ela...
Por fim, chupa mais uma vez a pica de cada um. Tirando as últimas gotinhas de porra!!!
Exaustos, terminam abraçados sentados num sofá... Se olhando e com um sorriso no rosto...
Essa foi uma foda memorável, difícil de esquecer pra ela.
Uma viagem de transporte público inesquecível!
3 comentários - Minha esposa ser tão gostosa me excita