Depois daquela noite de loucura, eu e a Denisse continuamos conversando, mas só sobre outro encontro sexual. Chegou o fim de semana seguinte e combinamos de nos ver num hotel perto de uma praça. A Denisse chegou e me ligou:
D: "Ei, já tô aqui no hotel, vai demorar?"
L: "Tô na praça, só vou sacar o dinheiro e já vou."
D: "Fala sério, não demora."
Que azar o meu, dei de cara com o Alexis e a mãe dele.
A: "Amigo, o que cê faz aqui? Te apresento minha mãe, Paola."
L: "Muito prazer, só vim sacar um dinheiro."
P: "O prazer é meu, moço. Filho, me espera no estacionamento."
A: "Fechou, mãe. Amigo, vamos tomar umas cervejas? Já vou falar pra minha namorada nos encontrar."
L: "Não posso, tenho coisas pra fazer."
A: "Vamos, amigo, faz tempo que a gente não se vê."
Desde o ensino médio ele era bem insistente, então eu sabia que desculpas tipo "não posso" ou "vou sair" não iam colar.
L: "Eu sei, amigo, a gente não se vê desde que se formou. Mas agora vou meter uma mina."
A: "Porra, vai nessa, amigo. Arrebenta a vagabunda, se diverte, irmão."
E eu pensei: "Claro que vou me divertir com sua namorada, meu amigo."
L: "Pode deixar. A gente se vê."
Fui encontrar a Denisse e de novo tivemos nosso momento de prazer. Tomamos banho juntos e transamos na hidromassagem. Saímos e, bem na hora de vestir a roupa, o Alexis ligou pra Denisse:
A: "Amor, tô na frente da sua casa."
D: "Saí com umas amigas."
A: "Onde cê tá? Posso passar pra te buscar."
D: "Não, obrigada. Tô numa reunião de meninas."
A: "Cê tá brava, meu amor?"
D: "Não, só quero ficar de boa com minhas amigas."
A: "É que eu tô sentindo você muito distante."
D: "A gente se fala depois, minha bateria acabou."
A: "Tá bom, amor. A gente se fala mais tarde."
E é assim que eu e a Denisse ficamos desde então. O que começou numa noite de loucura virou um caso de amantes que curtem o sexo. Tô deixando umas fotos que a minha putinha me mandou!!

E aqui para vocês aproveitarem e verem esse corpão gostoso!!








Que puta gostosa! Comenta o que você faria com essa puta infiel!
D: "Ei, já tô aqui no hotel, vai demorar?"
L: "Tô na praça, só vou sacar o dinheiro e já vou."
D: "Fala sério, não demora."
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A: "Amigo, o que cê faz aqui? Te apresento minha mãe, Paola."
L: "Muito prazer, só vim sacar um dinheiro."
P: "O prazer é meu, moço. Filho, me espera no estacionamento."
A: "Fechou, mãe. Amigo, vamos tomar umas cervejas? Já vou falar pra minha namorada nos encontrar."
L: "Não posso, tenho coisas pra fazer."
A: "Vamos, amigo, faz tempo que a gente não se vê."
Desde o ensino médio ele era bem insistente, então eu sabia que desculpas tipo "não posso" ou "vou sair" não iam colar.
L: "Eu sei, amigo, a gente não se vê desde que se formou. Mas agora vou meter uma mina."
A: "Porra, vai nessa, amigo. Arrebenta a vagabunda, se diverte, irmão."
E eu pensei: "Claro que vou me divertir com sua namorada, meu amigo."
L: "Pode deixar. A gente se vê."
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A: "Onde cê tá? Posso passar pra te buscar."
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A: "Cê tá brava, meu amor?"
D: "Não, só quero ficar de boa com minhas amigas."
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1 comentários - Denisse, a namorada safada