🔥 Capítulo 3 – QUARTA-FEIRA
De manhã, antes mesmo de abrir os olhos, já sentia o corpo quentinho e macio de uma mulher deitada sobre mim. Eu tava de barriga pra cima e a mamãe do meu lado, com um braço no meu peito e uma perna por cima da minha. Ouvi o chuveiro ligado e abri os olhos. "Tão no banho", ela me disse, acenando com a cabeça pra cama vazia do lado. "Como você tá essa manhã, querido?" perguntou com um sorriso. Resolvi falar a verdade simples. "Relaxada e satisfeita. Muito satisfeita. E você?"
Três vezes durante a noite ela tinha chupado minha piroca, e cada vez eu retribuía dando atenção pro clitóris e ponto G dela, que tavam pedindo. Ela riu e me beijou. "Perfeitamente satisfeita também. Você tem uma língua e uns dedos talentosos, querido." Os dedos dela se enrolaram na minha vara dura da manhã e começaram a acariciar de leve. Passei a mão entre as pernas dela e enfiei dois dedos na buceta molhada. Curvei os dedos pra pressionar o ponto G. As costas da mamãe arquearam e ela gemeu: "Mmm. Seu pai nunca achou esse lugar em todos os anos que conheço ele."
"Você devia ter contado pra ele", falei. "Não sabia", respondeu ela. A mão dela acelerou o ritmo, me masturbando com força. "Você é só o segundo homem com quem eu fiz alguma coisa." Meus olhos se arregalaram. "Sério?" Mamãe concordou. "Lembra que eu só tinha 16 anos quando o Mark me engravidou e a gente casou. Nem tinha beijado um homem antes de conhecer ele." "Nossa. Você se arrepende de ter casado com ele?" "Não. Fiz por você. Faría qualquer coisa por você. E ele foi um bom marido, no geral."
Quando a Jess e o Brad terminaram no banheiro, mamãe pegou minha mão e me levou pro chuveiro com ela. Já expliquei que garotas molhadas são uma das minhas fraquezas. Mamãe e eu nos lavamos e nos acariciamos de brincadeira. Em pouco tempo, minha piroca tava dura que nem pedra de novo, e mamãe segurava ela nas mãos ensaboadas. Retribuí o favor colocando a mão entre as pernas dela e enfiando dois dedos dentro da... Bucetinha pequena e apertada. "Caralho!" ela ofegou e ficou na ponta dos pés. Meus dedos se curvaram pra acariciar o ponto G dela. "Ah, nossa", ela gemeu e encostou o corpo molhado no meu. A gente se levou freneticamente a orgasmos intensos. Mamãe gritou e as pernas dela cederam. Tive que segurar ela pela buceta, com meu braço na cintura dela. Jorrei esperma na barriga dela. Ela deixou lá por um minuto enquanto lavava carinhosamente meu pau cada vez menor. Depois se levantou e me deixou lavar meu esperma dela e limpou em volta da buceta dela. Sorrimos que nem dois idiotas enquanto nos secávamos com uma toalha, mas não falamos nada. Não precisava dizer nada. Chegamos na praia e pegamos sol. Depois de uma manhã no calor, mamãe reclamou: "Tá quente demais pra usar roupa normal". Jessica, Brad e eu vestimos camisetas e shorts, mas mamãe não quis. "Você pode usar um biquíni pra ir no café se vestir uma capa", sugeriu a Jess. Mamãe concordou. "Boa ideia." Ela puxou a parte de baixo de um biquíni amarelo sobre a bunda redonda e nua, pra alegria visual minha e do Brad. Depois colocou uma capa solta listrada de amarelo e branco por cima da cabeça. Ela se ajustou sobre os peitos firmes dela e pendurou quase até o fundo da buceta e da bunda. Ela sorriu e exclamou: "Isso é muito melhor que roupa quente normal". Os olhos da Jessica arregalaram. "Você não vai usar a parte de cima do biquíni?" Mamãe balançou a cabeça. "É uma camada extra desnecessária. Menos é melhor nesse calor." "Mas essa capa é quase transparente, Amy", apontei. Ela franziu a testa e se olhou. "Não é. Não consigo ver através dela." "Quando o sol bate, seu corpo fica perfeitamente visível, Amy", informou a Jessica. "É melhor do que não usar nada." Mamãe pensou por um momento, depois deu de ombros. "Isso é praia. Passei o dia inteiro usando menos que isso, e não quero colocar a parte de cima do biquíni. Alguma objeção?" Ela me olhou de propósito, mas quando eu não Tá bom, então. Vamos pra cafeteria. Tô com sede e fome." Mamãe pegou na minha mão e caminhou perto de mim. Como a Jess disse, debaixo do sol, a silhueta do corpo curvilíneo da mamãe ficava à mostra sob o véu fininho. Cada passo que ela dava fazia os peitos dela, sem sutiã, balançarem e chacoalharem. E os biquinhos duros dela apareciam pelo tecido fino. Todos os homens ficavam olhando quando ela passava, e eu vi três minas darem um tapa nos namorados por olharem descaradamente de boca aberta. Mamãe pareceu não perceber. Ela conversava comigo animadamente sobre nossas férias até agora. Só esperava que não causasse um tumulto ou algo assim. Conseguimos uma mesa ao ar livre no café, na sombra do toldo. Dava pra ver todo mundo passando, mas eles também nos viam. Mamãe continuava chamando atenção. Vários homens se juntaram perto da área de refeições externa, e outros passavam com frequência. Achei que mamãe ainda não tinha notado, mas no meio do nosso almoço ela se inclinou pra mim e sussurrou: "Toda essa atenção vai fazer a parte de baixo deste biquíni ficar encharcada. E meus biquinhos estão duros o suficiente pra cortar diamante. Você não devia ter me deixado sair vestida assim, querido." "Eu? Foi ideia sua," sussurrei de volta. "Foi, mas você não me impediu. Que tipo de marido deixa a esposa sair em público com as tetas à mostra?" Ela sorriu e estendeu a mão pra bagunçar meu cabelo. "Acho que no fundo você é um jovem bem tarado, Gary." Eu corei. "Não sou não." Ela riu. "Eu gosto, mas lembra que você tem que me proteger. Não ceda a toda ideia idiota que eu tiver. Seja homem, querido." Ela me deu um beijo doce e voltou a comer o almoço dela. No caminho de volta pro hotel depois do almoço, mantive mamãe do meu lado e, graças a Deus, o Brad também ficou com a gente. O tamanho dele com certeza ajudou a manter os tubarões que nos seguiam afastados. Foi uma caminhada curta e nenhum dos Predadores babando ousaram se aproximar da mamãe antes que a gente estivesse segura no quarto. Mamãe me puxou direto pros braços dela e me beijou com fogo. "Eles me queriam", murmurou entre os beijos. "Todos aqueles caras me queriam". Posso não ter muita experiência, mas percebi que ela tava desesperada de tesão. "Eles não podem te ter", respondi. Mamãe tirou minha camiseta e se apressou pra desafivelar meu cinto. Jessica riu e disse: "Acho que eu e Brad vamos dar uma volta". A gente ignorou. Mamãe baixou minha calça e cueca, e eu tirei aquele véu transparente da cabeça dela. E não hesitei em puxar a parte de baixo do biquíni dela. Ela me empurrou na cama, de costas, e pulou em cima de mim. Me encarou nos olhos, desafiadora. A bocetinha e os lábios da buceta dela esfregaram no comprimento da minha piroca, igual fez na segunda à noite. A boca dela mergulhou na minha e ela gemeu. Mamãe levantou o corpo devagar e encaixou a cabeça da minha piroca nos lábios da buceta dela. Um movimento rápido dos quadris e meu mundo mudou. Minha piroca tava dentro da buceta da mamãe! "Mmphf!" Ofeguei, mas mamãe abafou meu gemido com a boca. Ela apertou com força até minha piroca estar toda enfiada na buceta apertada e molhada dela. Ela afastou os lábios dos meus e o corpo dela ficou parado. Me olhou nos olhos por um instante. "Tô ficando louca", gemeu. "Ouvir Jess e Brad transando, e ter tantos jovens me desejando, e estar na cama com teu corpo grande e duro é demais!" A buceta dela apertou minha piroca com força. Os quadris dela quicaram e ela montou pra cima e pra baixo no meu pau. "Porra, porra, porra, porra", gemi. Mamãe não era a única que tava ficando louca. Caralho, a buceta apertada e molhada dela era uma delícia.
Ela se endireitou e montou no meu pau feito uma louca. Segurei os quadris dela e ajudei. "Hã hã hã hã", ela grunhiu. Jogou a cabeça pra trás e gritou: "Aiiii!" O corpo dela tremeu que nem um terremoto. Puxei ela pro meu peito e enrolei os braços em volta. "É isso. Agüenta", incentivei. Aos poucos, os tremores dela foram passando. Os olhos da mamãe estavam selvagens e famintos, olhando através de mim. A buceta dela começou a apertar e se contorcer no meu pau que ainda tava duro. Ela claramente queria mais. Virei a gente pra ficar por cima. Saí devagar, depois empurrei tudo de volta do mesmo jeito lento. A boca da mamãe se torceu num sorriso safado e a cabeça dela balançou de um lado pro outro. Umas metidas gostosas, longas e lentas deixaram ela doida. Ela gozou de novo e eu montei nela até o fim. Ela plantou os pés na cama e me empurrou. "Mais rápido", implorou. "Mais forte." O desejo da mamãe era minha ordem. Fodi aquela gostosa o mais forte que pude. "Isso, bebê, isso!" ela gritou. As pernas dela se prenderam nos meus quadris e ela gozou de novo. As costas dela arquearam e ela gritou de novo, "Aiii!" Gozei junto com ela, e bombei fundo na buceta dela. A gente se sacudiu e tremeu até as ondas passarem. Meu pau murcho saiu dela e rolei pro lado. A mamãe enroscou os braços no meu pescoço e me beijou com amor por uns minutos. A culpa entrou na minha cabeça, mas não me impediu de apertar ela nos meus braços e puxar o corpo macio, lindo, gostoso e quente dela contra mim. "Valeu, querido", ela disse finalmente. "Eu precisava disso." "Eu não devia ter feito." "Se você não tivesse feito, eu teria arrumado um homem pra fazer. Tava desesperada e você cuidou de mim. Valeu", ela falou com sinceridade. Lutei pra pensar no que dizer. Isso era tão errado. "Mãe, eu..." Ela me interrompeu com uma risadinha. "Já tá ficando duro de novo!" Ela me empurrou de costas e acariciou meu pau umas vezes. Ele saltou pra rigidez total. Ela rolou por cima de mim, apontou pra buceta dela e sentou. nele com uma longa enfiada. "Siiiiiiim", ela sibilou. "Você é maior que seu pai. Mais comprido e mais grosso. Me preenche tão bem". "Porra", eu gemi. Coloquei minhas mãos nos quadris dela e incentivei ela a cavalgar pra cima e pra baixo. Tava quente demais pra resistir. Quando ela pegou um bom ritmo, movo minhas mãos pros peitos dela e amasso eles como massa de pão.
Nngg!" ela grunhiu. "Puxa meus bicos, bebê", pediu. Eu obedeci e ela acelerou tudo. A cabeça dela balançava pra frente e pra trás. A buceta quente dela me empurrava pra cima e pra baixo. Continuei trabalhando naqueles bicos. "Eu... vou gozaaar!" ela gemeu. As mãos dela voaram pra impedir as minhas de puxar os bicos. A buceta dela congelou em cima de mim, e tremeu toda em volta do meu pau pulsando. Gozei de novo junto com ela, e bombeei uma segunda carga de porra dentro da minha mãe. Ela rolou pra fora de cima de mim e riu. "Santa mãe de Deus", exclamou, tonta. "Nunca tive um orgasmo tão rápido ou tão seguido na minha vida!" Me senti orgulhoso e envergonhado ao mesmo tempo. Que tipo de psicopata curte foder a própria mãe?, argumentou uma parte do meu cérebro. O tipo que pode dar pra maldita deusa a melhor foda da vida dela, gritou o outro lado. A voz orgulhosa estava ganhando a batalha. Mamãe se aninhou no meu lado e beijou desde minha orelha até meu queixo e meus lábios. Ficamos nos chupando por uns minutos. "Te amo muito, querido", disse baixinho. "Me promete que vai estar sempre aqui pra mim como agora." "Eu... prometo, mãe." Encontramos a Jess e o Brad, e depois fomos todos pra uma pista de kart se divertir. Depois do jantar, Jess e Brad foram pra uma balada, mas mamãe se desculpou. Achei que sabia o que ela queria fazer. Mas... eu tava tendo sérias dúvidas sobre isso. De volta ao hotel, mamãe tentou me despir. "Não, mãe", insisti e empurrei ela suavemente pra longe de mim. Ela pareceu bem ofendida. "Como assim 'não'?" "Não podemos fazer isso. Você é minha mãe e não é justo com o papai", argumentei. "Mas você é meu marido esta semana", respondeu ela com a voz trêmula. Lágrimas brotaram dos olhos dela e o lábio inferior tremeu. "Você não me ama?" "Por favor, não chora, mãe", implorei. As lágrimas rolaram pelas bochechas dela e ela chorou feito uma condenada. Droga. Sou mole demais. As lágrimas de uma mulher. Abracei ela e acariciei suas costas. Os braços dela se agarraram no meu pescoço. "Não vejo por que não podemos, Gary", ela soluçou. "Só quero ter umas férias de primavera divertidas". "Isso é errado, mãe. É incesto e você não deveria trair o papai". Ela me encarou e piscou, claramente tentando entender como eu podia ser tão burro. "Não é traição", ela insistiu. "Seu pai me entregou a você esta semana, Gary. Ele disse pra você cuidar de mim". Será que ela realmente acreditava nisso? Fiquei me perguntando o quão cabeça de vento a mamãe era. "Acho que ele não quis dizer transar com você". "Tá bom, vamos ligar pra ele e descobrir", ela disse e pegou o celular. Tomei o telefone dela. Se a mamãe perguntasse ao papai se eu podia continuar fodendo ela, os dois iam se foder. Dane-se; já tinha terminado de brigar. A combinação de ingenuidade boba e sexualidade sensual dela era demais pra resistir. "Tá bom, tá bom. Você venceu. Podemos continuar... hmm... fazendo isso. Mas você não pode contar uma palavra pro papai sobre isso quando chegarmos em casa". Mamãe gritou, pulou e enrolou as pernas na minha cintura com a força de uma jiboia. Os braços dela também se apertaram no meu pescoço. "Não vou contar. Prometo. Ele ficaria com ciúmes do meu atraente segundo marido de pau grande". Desatei a parte de baixo do biquíni dela e puxei. Então empurrei pra baixo minha sunga e saí dela. Apoiei ela na parede e enfiei meu pau duro como aço entre os lábios da buceta dela.
Nunca fiz de pé", ela me informou. A respiração dela tava pesada e claramente queria tentar. "Eu também não." Me balancei pra frente e enterrei metade da minha pica na bucetinha apertada dela. "Oooo", ela gemeu. Ela se mexeu com pressa em minha direção, enfiando mais e mais na boceta quente dela. Agarrei os quadris dela pra levantar e depois desci ela de novo como um martelo. "Uhn!" ela grunhiu. Fiz isso uma e outra vez. Porra, que transa gostosa! Primitivo. No cio, feito animais. A gente se olhou intensamente nos olhos. Os peitos dela balançaram e se espremeram contra meu peito nu. Pegamos um ritmo e fomos cada vez mais rápido. De repente ela gritou, "Mmhaa!" Os olhos dela viraram e o corpo inteiro tremeu com a força do orgasmo. Isso também me levou ao limite. Jorra dentro do útero da minha mãe. "Porra", gemi quando a buceta talentosa dela me deixou seco. Gozar esgotou minhas forças, então me apressei pra deitar ela na cama. Os braços e pernas dela ainda estavam apertados em volta de mim, então deitei em cima dela com minha pica ainda enterrada. Os olhos da mamãe brilharam. "E você achou que a gente devia parar." Ela riu e a buceta dela apertou minha pica de novo, e eu mudei de minguante pra crescente. "Sim", concordei. "Isso foi incrível." Beijei ela. Foi longo e terno. Chupei o lábio inferior dela e ela acariciou minha língua com a dela. "Nunca mais me diga que não, amor", ela sussurrou no meu ouvido. "Me fez sentir péssima." "Não vou." Minha pica inchou com toda força de novo. Ela sentiu e ronronou, "Mmm". As pernas dela se desenrolaram e se abriram bem largas. "Come a sua esposa, amor. Me pega como se fosse nossa lua de mel." Jesus! Minha pica parecia que ia explodir. Mamãe parecia saber exatamente o que dizer pra alimentar minha luxúria pervertida. Fodi ela com golpes longos e duros. A gente trepou a tarde inteira e a noite. Foi sexo divertido, risonho e alegre. Mamãe chamava de brincadeira e era exatamente o certo. Entre as fodas, a gente se beijou, chupou, lambeu, nós apalpamos, tocamos com os dedos, beliscamos e até batemos.
Testamos tudo o que nos veio à cabeça. Com orgulho, testamos umas coisinhas a mais que a mamãe nunca tinha experimentado antes. Isso me fez sentir que eu realmente estava tomando posse dela. Quando a Jessica e o Brad voltaram à 1h da manhã, a mamãe estava em cima de mim, com os peitos lindos dela apertando no meu peito, deslizando devagar e de um jeito sensual por todo o comprimento da minha pica. A gente nem se deu ao trabalho de tentar disfarçar. A Jessica riu: "Vocês ficaram aqui a noite toda?" "Mmmhmm", a mamãe admitiu feliz. Ela não quebrou o ritmo lento de me montar. A Jess riu mais. "Pensei que sexo diminuía depois do casamento, mas vocês tão metendo sem parar". "A gente tá apaixonado", a mamãe suspirou, provavelmente com a voz mais rouca e gostosa de todas. Os olhos dela reviraram na próxima descida e eu percebi que ela teve outro mini-orgasmo. Eles vinham direto depois de horas de sexo. O rosto dela brilhava de êxtase. "Dá pra ver", Brad brincou. A Jess enfiou ele na cama deles e em um minuto já estavam trepando também. A gente ignorou. Eu já tinha gozado cinco vezes naquela noite e sabia que não tinha mais nada pra jorrar. Mas eu tava duro e fiquei feliz em deixar a mamãe me montar naquele transe dela. Eventualmente, ela teve dois orgasmos fortes seguidos e tava claramente exausta. Eu tirei ela de cima de mim, coloquei ela do meu lado e enrolei o corpo trêmulo dela nos meus braços. "Gary, Gary, Gary", ela sussurrou. "Shh". Eu acariciei o cabelo dela pra acalmar. "Tô aqui. Você tá bem. Te amo". "Mmm, te amo", ela murmurou com um sorriso e apagou. Eu sorri e fiquei olhando ela relaxar. Ela era tão gostosa e tão minha. Por enquanto. Meus olhos fecharam e eu dormi também. Continua... 🔥
De manhã, antes mesmo de abrir os olhos, já sentia o corpo quentinho e macio de uma mulher deitada sobre mim. Eu tava de barriga pra cima e a mamãe do meu lado, com um braço no meu peito e uma perna por cima da minha. Ouvi o chuveiro ligado e abri os olhos. "Tão no banho", ela me disse, acenando com a cabeça pra cama vazia do lado. "Como você tá essa manhã, querido?" perguntou com um sorriso. Resolvi falar a verdade simples. "Relaxada e satisfeita. Muito satisfeita. E você?"
Três vezes durante a noite ela tinha chupado minha piroca, e cada vez eu retribuía dando atenção pro clitóris e ponto G dela, que tavam pedindo. Ela riu e me beijou. "Perfeitamente satisfeita também. Você tem uma língua e uns dedos talentosos, querido." Os dedos dela se enrolaram na minha vara dura da manhã e começaram a acariciar de leve. Passei a mão entre as pernas dela e enfiei dois dedos na buceta molhada. Curvei os dedos pra pressionar o ponto G. As costas da mamãe arquearam e ela gemeu: "Mmm. Seu pai nunca achou esse lugar em todos os anos que conheço ele."
"Você devia ter contado pra ele", falei. "Não sabia", respondeu ela. A mão dela acelerou o ritmo, me masturbando com força. "Você é só o segundo homem com quem eu fiz alguma coisa." Meus olhos se arregalaram. "Sério?" Mamãe concordou. "Lembra que eu só tinha 16 anos quando o Mark me engravidou e a gente casou. Nem tinha beijado um homem antes de conhecer ele." "Nossa. Você se arrepende de ter casado com ele?" "Não. Fiz por você. Faría qualquer coisa por você. E ele foi um bom marido, no geral."
Quando a Jess e o Brad terminaram no banheiro, mamãe pegou minha mão e me levou pro chuveiro com ela. Já expliquei que garotas molhadas são uma das minhas fraquezas. Mamãe e eu nos lavamos e nos acariciamos de brincadeira. Em pouco tempo, minha piroca tava dura que nem pedra de novo, e mamãe segurava ela nas mãos ensaboadas. Retribuí o favor colocando a mão entre as pernas dela e enfiando dois dedos dentro da... Bucetinha pequena e apertada. "Caralho!" ela ofegou e ficou na ponta dos pés. Meus dedos se curvaram pra acariciar o ponto G dela. "Ah, nossa", ela gemeu e encostou o corpo molhado no meu. A gente se levou freneticamente a orgasmos intensos. Mamãe gritou e as pernas dela cederam. Tive que segurar ela pela buceta, com meu braço na cintura dela. Jorrei esperma na barriga dela. Ela deixou lá por um minuto enquanto lavava carinhosamente meu pau cada vez menor. Depois se levantou e me deixou lavar meu esperma dela e limpou em volta da buceta dela. Sorrimos que nem dois idiotas enquanto nos secávamos com uma toalha, mas não falamos nada. Não precisava dizer nada. Chegamos na praia e pegamos sol. Depois de uma manhã no calor, mamãe reclamou: "Tá quente demais pra usar roupa normal". Jessica, Brad e eu vestimos camisetas e shorts, mas mamãe não quis. "Você pode usar um biquíni pra ir no café se vestir uma capa", sugeriu a Jess. Mamãe concordou. "Boa ideia." Ela puxou a parte de baixo de um biquíni amarelo sobre a bunda redonda e nua, pra alegria visual minha e do Brad. Depois colocou uma capa solta listrada de amarelo e branco por cima da cabeça. Ela se ajustou sobre os peitos firmes dela e pendurou quase até o fundo da buceta e da bunda. Ela sorriu e exclamou: "Isso é muito melhor que roupa quente normal". Os olhos da Jessica arregalaram. "Você não vai usar a parte de cima do biquíni?" Mamãe balançou a cabeça. "É uma camada extra desnecessária. Menos é melhor nesse calor." "Mas essa capa é quase transparente, Amy", apontei. Ela franziu a testa e se olhou. "Não é. Não consigo ver através dela." "Quando o sol bate, seu corpo fica perfeitamente visível, Amy", informou a Jessica. "É melhor do que não usar nada." Mamãe pensou por um momento, depois deu de ombros. "Isso é praia. Passei o dia inteiro usando menos que isso, e não quero colocar a parte de cima do biquíni. Alguma objeção?" Ela me olhou de propósito, mas quando eu não Tá bom, então. Vamos pra cafeteria. Tô com sede e fome." Mamãe pegou na minha mão e caminhou perto de mim. Como a Jess disse, debaixo do sol, a silhueta do corpo curvilíneo da mamãe ficava à mostra sob o véu fininho. Cada passo que ela dava fazia os peitos dela, sem sutiã, balançarem e chacoalharem. E os biquinhos duros dela apareciam pelo tecido fino. Todos os homens ficavam olhando quando ela passava, e eu vi três minas darem um tapa nos namorados por olharem descaradamente de boca aberta. Mamãe pareceu não perceber. Ela conversava comigo animadamente sobre nossas férias até agora. Só esperava que não causasse um tumulto ou algo assim. Conseguimos uma mesa ao ar livre no café, na sombra do toldo. Dava pra ver todo mundo passando, mas eles também nos viam. Mamãe continuava chamando atenção. Vários homens se juntaram perto da área de refeições externa, e outros passavam com frequência. Achei que mamãe ainda não tinha notado, mas no meio do nosso almoço ela se inclinou pra mim e sussurrou: "Toda essa atenção vai fazer a parte de baixo deste biquíni ficar encharcada. E meus biquinhos estão duros o suficiente pra cortar diamante. Você não devia ter me deixado sair vestida assim, querido." "Eu? Foi ideia sua," sussurrei de volta. "Foi, mas você não me impediu. Que tipo de marido deixa a esposa sair em público com as tetas à mostra?" Ela sorriu e estendeu a mão pra bagunçar meu cabelo. "Acho que no fundo você é um jovem bem tarado, Gary." Eu corei. "Não sou não." Ela riu. "Eu gosto, mas lembra que você tem que me proteger. Não ceda a toda ideia idiota que eu tiver. Seja homem, querido." Ela me deu um beijo doce e voltou a comer o almoço dela. No caminho de volta pro hotel depois do almoço, mantive mamãe do meu lado e, graças a Deus, o Brad também ficou com a gente. O tamanho dele com certeza ajudou a manter os tubarões que nos seguiam afastados. Foi uma caminhada curta e nenhum dos Predadores babando ousaram se aproximar da mamãe antes que a gente estivesse segura no quarto. Mamãe me puxou direto pros braços dela e me beijou com fogo. "Eles me queriam", murmurou entre os beijos. "Todos aqueles caras me queriam". Posso não ter muita experiência, mas percebi que ela tava desesperada de tesão. "Eles não podem te ter", respondi. Mamãe tirou minha camiseta e se apressou pra desafivelar meu cinto. Jessica riu e disse: "Acho que eu e Brad vamos dar uma volta". A gente ignorou. Mamãe baixou minha calça e cueca, e eu tirei aquele véu transparente da cabeça dela. E não hesitei em puxar a parte de baixo do biquíni dela. Ela me empurrou na cama, de costas, e pulou em cima de mim. Me encarou nos olhos, desafiadora. A bocetinha e os lábios da buceta dela esfregaram no comprimento da minha piroca, igual fez na segunda à noite. A boca dela mergulhou na minha e ela gemeu. Mamãe levantou o corpo devagar e encaixou a cabeça da minha piroca nos lábios da buceta dela. Um movimento rápido dos quadris e meu mundo mudou. Minha piroca tava dentro da buceta da mamãe! "Mmphf!" Ofeguei, mas mamãe abafou meu gemido com a boca. Ela apertou com força até minha piroca estar toda enfiada na buceta apertada e molhada dela. Ela afastou os lábios dos meus e o corpo dela ficou parado. Me olhou nos olhos por um instante. "Tô ficando louca", gemeu. "Ouvir Jess e Brad transando, e ter tantos jovens me desejando, e estar na cama com teu corpo grande e duro é demais!" A buceta dela apertou minha piroca com força. Os quadris dela quicaram e ela montou pra cima e pra baixo no meu pau. "Porra, porra, porra, porra", gemi. Mamãe não era a única que tava ficando louca. Caralho, a buceta apertada e molhada dela era uma delícia.
Ela se endireitou e montou no meu pau feito uma louca. Segurei os quadris dela e ajudei. "Hã hã hã hã", ela grunhiu. Jogou a cabeça pra trás e gritou: "Aiiii!" O corpo dela tremeu que nem um terremoto. Puxei ela pro meu peito e enrolei os braços em volta. "É isso. Agüenta", incentivei. Aos poucos, os tremores dela foram passando. Os olhos da mamãe estavam selvagens e famintos, olhando através de mim. A buceta dela começou a apertar e se contorcer no meu pau que ainda tava duro. Ela claramente queria mais. Virei a gente pra ficar por cima. Saí devagar, depois empurrei tudo de volta do mesmo jeito lento. A boca da mamãe se torceu num sorriso safado e a cabeça dela balançou de um lado pro outro. Umas metidas gostosas, longas e lentas deixaram ela doida. Ela gozou de novo e eu montei nela até o fim. Ela plantou os pés na cama e me empurrou. "Mais rápido", implorou. "Mais forte." O desejo da mamãe era minha ordem. Fodi aquela gostosa o mais forte que pude. "Isso, bebê, isso!" ela gritou. As pernas dela se prenderam nos meus quadris e ela gozou de novo. As costas dela arquearam e ela gritou de novo, "Aiii!" Gozei junto com ela, e bombei fundo na buceta dela. A gente se sacudiu e tremeu até as ondas passarem. Meu pau murcho saiu dela e rolei pro lado. A mamãe enroscou os braços no meu pescoço e me beijou com amor por uns minutos. A culpa entrou na minha cabeça, mas não me impediu de apertar ela nos meus braços e puxar o corpo macio, lindo, gostoso e quente dela contra mim. "Valeu, querido", ela disse finalmente. "Eu precisava disso." "Eu não devia ter feito." "Se você não tivesse feito, eu teria arrumado um homem pra fazer. Tava desesperada e você cuidou de mim. Valeu", ela falou com sinceridade. Lutei pra pensar no que dizer. Isso era tão errado. "Mãe, eu..." Ela me interrompeu com uma risadinha. "Já tá ficando duro de novo!" Ela me empurrou de costas e acariciou meu pau umas vezes. Ele saltou pra rigidez total. Ela rolou por cima de mim, apontou pra buceta dela e sentou. nele com uma longa enfiada. "Siiiiiiim", ela sibilou. "Você é maior que seu pai. Mais comprido e mais grosso. Me preenche tão bem". "Porra", eu gemi. Coloquei minhas mãos nos quadris dela e incentivei ela a cavalgar pra cima e pra baixo. Tava quente demais pra resistir. Quando ela pegou um bom ritmo, movo minhas mãos pros peitos dela e amasso eles como massa de pão.
Nngg!" ela grunhiu. "Puxa meus bicos, bebê", pediu. Eu obedeci e ela acelerou tudo. A cabeça dela balançava pra frente e pra trás. A buceta quente dela me empurrava pra cima e pra baixo. Continuei trabalhando naqueles bicos. "Eu... vou gozaaar!" ela gemeu. As mãos dela voaram pra impedir as minhas de puxar os bicos. A buceta dela congelou em cima de mim, e tremeu toda em volta do meu pau pulsando. Gozei de novo junto com ela, e bombeei uma segunda carga de porra dentro da minha mãe. Ela rolou pra fora de cima de mim e riu. "Santa mãe de Deus", exclamou, tonta. "Nunca tive um orgasmo tão rápido ou tão seguido na minha vida!" Me senti orgulhoso e envergonhado ao mesmo tempo. Que tipo de psicopata curte foder a própria mãe?, argumentou uma parte do meu cérebro. O tipo que pode dar pra maldita deusa a melhor foda da vida dela, gritou o outro lado. A voz orgulhosa estava ganhando a batalha. Mamãe se aninhou no meu lado e beijou desde minha orelha até meu queixo e meus lábios. Ficamos nos chupando por uns minutos. "Te amo muito, querido", disse baixinho. "Me promete que vai estar sempre aqui pra mim como agora." "Eu... prometo, mãe." Encontramos a Jess e o Brad, e depois fomos todos pra uma pista de kart se divertir. Depois do jantar, Jess e Brad foram pra uma balada, mas mamãe se desculpou. Achei que sabia o que ela queria fazer. Mas... eu tava tendo sérias dúvidas sobre isso. De volta ao hotel, mamãe tentou me despir. "Não, mãe", insisti e empurrei ela suavemente pra longe de mim. Ela pareceu bem ofendida. "Como assim 'não'?" "Não podemos fazer isso. Você é minha mãe e não é justo com o papai", argumentei. "Mas você é meu marido esta semana", respondeu ela com a voz trêmula. Lágrimas brotaram dos olhos dela e o lábio inferior tremeu. "Você não me ama?" "Por favor, não chora, mãe", implorei. As lágrimas rolaram pelas bochechas dela e ela chorou feito uma condenada. Droga. Sou mole demais. As lágrimas de uma mulher. Abracei ela e acariciei suas costas. Os braços dela se agarraram no meu pescoço. "Não vejo por que não podemos, Gary", ela soluçou. "Só quero ter umas férias de primavera divertidas". "Isso é errado, mãe. É incesto e você não deveria trair o papai". Ela me encarou e piscou, claramente tentando entender como eu podia ser tão burro. "Não é traição", ela insistiu. "Seu pai me entregou a você esta semana, Gary. Ele disse pra você cuidar de mim". Será que ela realmente acreditava nisso? Fiquei me perguntando o quão cabeça de vento a mamãe era. "Acho que ele não quis dizer transar com você". "Tá bom, vamos ligar pra ele e descobrir", ela disse e pegou o celular. Tomei o telefone dela. Se a mamãe perguntasse ao papai se eu podia continuar fodendo ela, os dois iam se foder. Dane-se; já tinha terminado de brigar. A combinação de ingenuidade boba e sexualidade sensual dela era demais pra resistir. "Tá bom, tá bom. Você venceu. Podemos continuar... hmm... fazendo isso. Mas você não pode contar uma palavra pro papai sobre isso quando chegarmos em casa". Mamãe gritou, pulou e enrolou as pernas na minha cintura com a força de uma jiboia. Os braços dela também se apertaram no meu pescoço. "Não vou contar. Prometo. Ele ficaria com ciúmes do meu atraente segundo marido de pau grande". Desatei a parte de baixo do biquíni dela e puxei. Então empurrei pra baixo minha sunga e saí dela. Apoiei ela na parede e enfiei meu pau duro como aço entre os lábios da buceta dela.
Nunca fiz de pé", ela me informou. A respiração dela tava pesada e claramente queria tentar. "Eu também não." Me balancei pra frente e enterrei metade da minha pica na bucetinha apertada dela. "Oooo", ela gemeu. Ela se mexeu com pressa em minha direção, enfiando mais e mais na boceta quente dela. Agarrei os quadris dela pra levantar e depois desci ela de novo como um martelo. "Uhn!" ela grunhiu. Fiz isso uma e outra vez. Porra, que transa gostosa! Primitivo. No cio, feito animais. A gente se olhou intensamente nos olhos. Os peitos dela balançaram e se espremeram contra meu peito nu. Pegamos um ritmo e fomos cada vez mais rápido. De repente ela gritou, "Mmhaa!" Os olhos dela viraram e o corpo inteiro tremeu com a força do orgasmo. Isso também me levou ao limite. Jorra dentro do útero da minha mãe. "Porra", gemi quando a buceta talentosa dela me deixou seco. Gozar esgotou minhas forças, então me apressei pra deitar ela na cama. Os braços e pernas dela ainda estavam apertados em volta de mim, então deitei em cima dela com minha pica ainda enterrada. Os olhos da mamãe brilharam. "E você achou que a gente devia parar." Ela riu e a buceta dela apertou minha pica de novo, e eu mudei de minguante pra crescente. "Sim", concordei. "Isso foi incrível." Beijei ela. Foi longo e terno. Chupei o lábio inferior dela e ela acariciou minha língua com a dela. "Nunca mais me diga que não, amor", ela sussurrou no meu ouvido. "Me fez sentir péssima." "Não vou." Minha pica inchou com toda força de novo. Ela sentiu e ronronou, "Mmm". As pernas dela se desenrolaram e se abriram bem largas. "Come a sua esposa, amor. Me pega como se fosse nossa lua de mel." Jesus! Minha pica parecia que ia explodir. Mamãe parecia saber exatamente o que dizer pra alimentar minha luxúria pervertida. Fodi ela com golpes longos e duros. A gente trepou a tarde inteira e a noite. Foi sexo divertido, risonho e alegre. Mamãe chamava de brincadeira e era exatamente o certo. Entre as fodas, a gente se beijou, chupou, lambeu, nós apalpamos, tocamos com os dedos, beliscamos e até batemos.
Testamos tudo o que nos veio à cabeça. Com orgulho, testamos umas coisinhas a mais que a mamãe nunca tinha experimentado antes. Isso me fez sentir que eu realmente estava tomando posse dela. Quando a Jessica e o Brad voltaram à 1h da manhã, a mamãe estava em cima de mim, com os peitos lindos dela apertando no meu peito, deslizando devagar e de um jeito sensual por todo o comprimento da minha pica. A gente nem se deu ao trabalho de tentar disfarçar. A Jessica riu: "Vocês ficaram aqui a noite toda?" "Mmmhmm", a mamãe admitiu feliz. Ela não quebrou o ritmo lento de me montar. A Jess riu mais. "Pensei que sexo diminuía depois do casamento, mas vocês tão metendo sem parar". "A gente tá apaixonado", a mamãe suspirou, provavelmente com a voz mais rouca e gostosa de todas. Os olhos dela reviraram na próxima descida e eu percebi que ela teve outro mini-orgasmo. Eles vinham direto depois de horas de sexo. O rosto dela brilhava de êxtase. "Dá pra ver", Brad brincou. A Jess enfiou ele na cama deles e em um minuto já estavam trepando também. A gente ignorou. Eu já tinha gozado cinco vezes naquela noite e sabia que não tinha mais nada pra jorrar. Mas eu tava duro e fiquei feliz em deixar a mamãe me montar naquele transe dela. Eventualmente, ela teve dois orgasmos fortes seguidos e tava claramente exausta. Eu tirei ela de cima de mim, coloquei ela do meu lado e enrolei o corpo trêmulo dela nos meus braços. "Gary, Gary, Gary", ela sussurrou. "Shh". Eu acariciei o cabelo dela pra acalmar. "Tô aqui. Você tá bem. Te amo". "Mmm, te amo", ela murmurou com um sorriso e apagou. Eu sorri e fiquei olhando ela relaxar. Ela era tão gostosa e tão minha. Por enquanto. Meus olhos fecharam e eu dormi também. Continua... 🔥
1 comentários - Esposa de férias #3