História de um pauzão 23

aqui está outro capítulo dessa história
espero não cansar vocês
e muito menos entediá-los
espero seus comentários
e muito obrigado pelos pontos








Naquela segunda-feira cheguei cedo na empresa, Ricardo me apresentou ao Miguel, José, Fernando e Renê, meus novos subordinados. A viagem foi longa e nos esperava um grande trabalho, então chegamos em Tucumán muito cansados. Deixei os caras num bar e fui atrás de uma pensão que fosse confortável e ficasse perto dos escritórios que íamos reformar. Não foi uma tarefa fácil, mas finalmente encontrei algo digno e bem confortável. Assim que arrumei tudo, fui buscar os caras. Nos acomodamos em três quartos: Miguel e Fer num, José e Renê noutro, e eu sozinho num quarto menor. Tomamos café da manhã e fomos até a filial, onde vimos o trabalho a ser feito: reestruturar dois escritórios, renovar a fachada e, o mais complicado, mudar completamente a recepção e a área de caixas. Estávamos certos de que era um serviço grande e, pela sua magnitude, levaria bastante tempo. Recebemos o dinheiro semanal e fomos descansar. Planejei como desenvolver o trabalho: os escritórios seriam o começo, faríamos um de cada vez; a linha de caixas nos fins de semana e à noite a recepção, enquanto durante o dia a fachada. Dessa forma, teríamos poucos dias de folga. Todos concordamos que seriam os domingos, assim aproveitaríamos as noites de sábado. Cada um tinha sua história: Miguel, que era casado, queria terminar sua casa e não estava disposto a gastar com nada; José passava por algo parecido; Fer queria conhecer a província; e Renê só sonhava em se divertir o tempo todo. Aproveitamos para descansar, a viagem tinha sido exaustiva. Todos tomamos banho e almoçamos na pensão. Realmente o dia voou, e a semana também, com sua monotonia de trabalhar sem horário de saída, já que... apesar de sabermos que tínhamos muito pela frente, nas noites de cansaço eu nem pensava na Susy, estava cagando pro que acontecesse com o Juan. No sábado chegamos na pensão, tomamos banho e depois do jantar fomos todos pra um bar tomar uma e bater papo.
e aí, o que vocês tão pensando em fazer amanhã?
Miguel, eu vou dormir até tarde e depois do almoço vou dar uma volta pelo centro.
José, eu também, quero começar a segunda-feira bem gostoso
Fer, eu vou com vocês no passeio hahahahahaha
René e você, Oscar, o que vão fazer? Eu quero conhecer a noite tucumana, mas sozinho não rola.
Eu te ajudo, Renê, a gente não vai gastar muito
Tomamos uns drinks e saímos com o Rene pra dar uma volta no centro e, sem perceber, acabamos aparecendo numa praça onde tinha música, vendiam drinks e alguns sanduíches também.
Rene, olha que gostosinhas tem aqui
Mas você não é casado?
Renê tá num relacionamento, mas e daí? Ou você acha que ela não vai sair pra curtir também?
Bom, a minha com certeza sim, mas ela prefere mais é se reunir em casa com as amigas dela.
Rene, uma trepada não é chifre, além do mais, quando o trabalho acabar, nunca mais.
Você tem toda a razão nisso e as gostosas daqui são um manjar
Rene, olha aquela morena, eu vou dar em cima dela, qualquer coisa a gente se vê na pensão.
Vai em frente mesmo
Continuei andando, comendo um sanduíche e tomando uma cerveja até chegar em outra parte da praça, um pouco mais escura, onde tinha umas três mulheres bem atraentes. Realmente parecia que estavam na caça. Uma delas me chamou muita atenção, um pouco gordinha mas muito puta, vestida com uma saia curta e uma blusa que deixava ver mais da metade dos peitões enormes dela. Só de ver já queria comer ela, mesmo que as outras duas não ficassem nada atrás. Essa peituda me esquentou, terminei o sanduíche e fui pra cima. Logo se convidaram pra tomar alguma coisa e pouco tempo depois ficamos sozinhos, sentados num banco. A coisa foi muito rápida, logo ela botou preço e não hesitei um segundo. Claro que não conhecia lugar pra ir, então me deixei levar por essa mulher que pra mim naquele momento valia cada centavo. Acabamos indo pra uma das barracas e de lá seguimos pro centro. Entramos num botequim onde muita gente conhecia ela, estávamos nos divertindo muito e sem perceber já era parte daquele grupo até o sol começar a nascer. Aí nos separamos e acabamos entrando num hotel bem afastado do centro. Assim começou a ação e quando Gisel viu meu pau realmente se surpreendeu, aí veio à tona toda a putaria desenfreada dela. Literalmente se entregou, chupou meu pau desafiando essa boca carnuda que a penetrava, fez a melhor espanhola que só uma peituda como ela pode fazer de verdade e quando finalmente depois de muito brincar com minha rola consegui penetrar, ela não parava de gemer e se contorcer até me deixar seco. Mas ainda faltava o melhor: essa bunda gorda bem aberta à minha disposição me fez ficar duro de novo e ao vê-la tão safada não... Não tive nenhuma piedade dela, enfiei com força e comecei a cavalgar na hora. Os gemidos dela ecoavam pelo quarto e, mesmo doendo muito, ela suplicava que eu não parasse de meter, enquanto eu via aqueles peitões balançando. Quando cansei de foder, desci da cama, mas a puta queria mais e mais, rebolando a bunda como se meu pau ainda estivesse dentro. Voltei a enfiar o pau na cara dela, sentir a língua lambendo era uma delícia, e ainda mais ver ela saboreando as últimas gotas que me restavam.
Gisel, você é uma fera, eu comeria o dia todo esse pau
Eu não teria nenhum problema se fosse assim, você me deixou seco, mas em um tempinho eu me recupero, vamos tomar um banho, deusa?
Gisel, o que você quiser
O banheiro não era grande coisa, mas só o fato de tomarmos banho juntos, nos acariciarmos e beijarmos já me deixou duro de novo. E ali, com a água caindo sobre nossos corpos, eu peguei ela com força de novo, metido entre aquelas tetas e aquele cu enorme. Depois de um tempo, ela me contou que, como estava com o namorado, não podia me levar pra casa dela, mesmo querendo curtir comigo mais uma vez. Então combinamos de nos encontrar de novo naquela noite, na mesma praça. Já era quase meio-dia, e vê-la tão eroticamente entregue me fez pensar: que puta gostosa eu tinha pegado. O que será que o namorado dela diria quando ela chegasse em casa? Fui pra pensão pensando nisso, cheguei, almocei e depois descansei. Queria vê-la aquela noite e saciar minha vontade de sexo animal com ela. Quando cheguei na praça, não perdi tempo, mesmo ela me apresentando pras amigas. Pela forma como me trataram, percebi que Gisel tinha contado pra elas sobre a foda que a gente teve. Voltamos pro mesmo hotel e, sem rodeios, transamos como bichos no cio. Dessa vez, foi ela que pediu pra eu comer o cu dela. Usei a palavra: buceta, não penetrei, só me dediquei a arrombar o cu dela até me cansar de encher de porra. Como já estava tarde pra mim, a gente foi embora sem nem tomar banho. Pude ver, enquanto ela se afastava, as meias manchadas, e eu com o thong dela no bolso como um troféu. Coitado do corno, pensei comigo, mesmo ele provavelmente comendo ela todo dia — e não era pra menos. A semana seguinte foi cansativa, e no sábado decidi ir atrás da Gisel na mesma praça. Eu adorava como ela era viciada e a maneira de curtir e me fazer curtir. Dessa vez, foi mais difícil encontrá-la, mas ela estava lá no meio. de duas amiguinhas que, ao me ver, sorriram e conversaram entre si. Quando cheguei perto, convidei elas pra tomar uma cerveja e elas me levaram pra um boliche da região. Fiquei dançando com as três e dava pra ver que elas eram bem conhecidas por ali. Depois de tanta curtição, eu só queria era comer a Gisel de novo, mas ela me convidou pra ir na casa da amiga pra continuar a festa. Não pensei em desistir, então fomos pra lá. A casa era bem simples, mas muito confortável também. No caminho, eu já tava com a Gisel abraçada em mim. A Luciana logo serviu uns drinks e, já sentados, começamos a nos beijar. A Gisel passou a mão no meu pau e, me beijando, disse:


Gisel, quero você bem acordada, gata. Hoje tem muito trabalho pra fazer.


Devagar, ela abaixa o zíper, pega e tira pra fora enquanto eu me deixo levar, e logo já estava me chupando o pau sob o olhar de Luciana.


Luciana, você tinha razão, ela é uma gostosa da porra


Imediatamente ele se ajoelhou e realizou o sonho da minha vida: duas bocas brincando com meu pau. Eu só gemia e deixava elas fazerem, logo estávamos os três pelados e minha surpresa foi ver que a Luciana era transsexual. Não sei porquê, mas isso me deixou ainda mais excitado. Imediatamente fomos para a cama e a primeira a experimentar meu pau foi a Gisel, a de peitões, a quem literalmente peguei pela boca para depois ir para sua buceta enquanto torcia seus peitos, assim até enchê-la de porra. A Luciana me tirou de cima dela e começou a chupar sua buceta. Não hesitei, abri suas nádegas e a comi pelo cu.


Pra você também tem
Gisel, siii, arrebenta o cu dela, minha gostosa, ela tá morrendo de vontade dessa piroca enorme, a putinha.


Minha pica entrava e saía com força enquanto Luciana gemia abafada na buceta da Gisel. Então, eu virei ela e fiz ela chupar minha pica enquanto a Gisel se colocou de quatro.


Gisel, agora é a minha vez.
Sem dúvida, afastei Luciana e apontei meu pau para o cu da Gisel, penetrando-a ao som dos gritos dela pedindo para eu arrombar seu cu. Foi então que Luciana enfiou o pau na boca da Gisel, que o chupou com desespero. Eu estava concentrado no cu da Gisel e nem prestei muita atenção, nem percebi que Luciana tinha saído de cena até sentir suas mãos na minha bunda e sua língua no meu cuzinho fazendo sua mágia. Não disse nada, nem reclamei, só me deixei levar pelo prazer, até que em segundos eu explodi e deixei elas fazerem seu trabalho. Ver o cu arrombado da Gisel jorrando porra e pulsando, sendo acariciado pela língua da Luciana enquanto ouvia seus gemidos, para terminar fazendo um 69, foi digno do melhor filme pornô jamais imaginado.

Depois de um bom tempo, todos nós adormecemos abraçados. Acordei com meu rosto entre os peitões da Gisel e com Luciana colada nas minhas costas, com o pau dela apoiado na minha bunda. Talvez meus movimentos as tenham acordado. Minha sensação era contraditória: por um lado, me sentia dono daqueles peitos, o que me fascinava; por outro, sentir o pau da Luciana ganhando vida entre minhas nádegas criava uma sensação muito estranha. Em segundos, a luxúria havia se soltado novamente. Abri os olhos já com o pau duro como pedra, longe da buceta encharcada da Gisel, e senti Luciana, sem dizer uma palavra, abrindo minhas nádegas enquanto eu brincava com minha língua naqueles peitões enormes que me obcecavam. Foi assim que senti a cabeça do pau se apoiar no meu cuzinho enquanto Luciana pressionava seu corpo com muita força contra o meu e, sem dizer nada, começou a me penetrar, me fazendo suspirar enquanto eu procurava... O cuzinho da Gisel estava uma delícia, a rola da Luciana entrando e saindo do meu cu aberto era uma sensação incrível, eu não queria que ela tirasse e foi aí que a Gisel desceu pra minha pica e começou a fazer mágica com a boca dela, eu só me dediquei a curtir aquela experiência nova até que, depois de um tempo, eu meti na buceta da Gisel enquanto continuava sendo comido pela Luciana, tudo durou o que durou e depois a dona da casa se levantou, foi ao banheiro e eu aproveitei para comer o cu da Gisel, pra depois brincar com a minha rola nos peitos dela. Quando a Luciana liberou o banheiro, já estávamos na mesa tomando um café morno, não dissemos nada, só nos trocamos e, ao ir embora, eu disse pra Gisel

A gente se vê no sábado que vem, isso foi muito bom, acho que tem que repetir.


Ela sorriu, balançou a cabeça, vê-la ainda banhada de porra com os cabelos bagunçados me deu graça, voltei em silêncio para a pensão, entrei no meu quarto e fiquei lá esperando o jantar, a semana passou, outra vez angustiante, era um mistério para onde eu ia aos sábados à noite e assim eu queria que fosse, na próxima semana começaríamos com as caixas para terminar depois com a recepção, ainda tinha muito trabalho por fazer, a noite do terceiro sábado foi diferente, procurei por Gisel mas só encontrei Luciana que me disse


Luciana Gisel não vai vir hoje à noite, ela tá de festa na casa dela.
Uma verdadeira pena, algo familiar?
Luciana, não, de jeito nenhum. O marido dela percebeu, pelo jeito, que rolou alguma coisa no domingo. Ele sabe que a gente se reúne na minha casa, mas alguma coisa aconteceu pra ele desconfiar. O corno já me comeu várias vezes e acha que a Gisel não sabe de nada, por isso deixa ela vir. Agora não sei o que aconteceu.
Com certeza ela sentiu a diferença na bunda, não acho que a Gisel vai se entregar assim.
Luciana pode ser a diferença é muito grande, mas não acredito nisso... quer vir pra casa?
Porque não, é melhor do que ir pro baile sem ela.
Aquela noite foi pura paixão, tratei ela como ela merecia, uma verdadeira puta no cio, coisa que ela adorava como a vadia que era. No outro sábado se repetiu, Gisel continuava sem aparecer, comecei a desconfiar que era tudo invenção da Luciana, que tava toda animada pra chupar meu pau. O trabalho já tava quase terminando, e eu queria muito comer a peituda de novo, então falei pra ela.


Se você ver a Gisel, fala pra ela que meu tempo aqui tá acabando e eu quero ver ela de novo.
Luciana, você sente tanta falta dela, amor?
Muito mais do que você imagina
Luciana, bom, querida, vou falar com ela e se eu tiver que dar pro marido dela, eu vou fazer só pra você poder ver ela de novo, mas você vai ficar me devendo.
Vou te pagar muito bem.
Naquela noite me esforcei e a pobre Lucy percebeu, eu pegava ela com as bolas apertadas pra ela não gozar e ela implorava pra eu deixar ela gozar também, aquela noite foi muito longa, Lucy estava que nem doida, adorando ser tratada como uma verdadeira mulher, meu pau fez estragos no cu e na boca dela, eu me fazia parecer um verdadeiro vencedor e humilhava ela constantemente, o que a deixava com tanto tesão que chegou a se mijar e pedir clemência, no outro sábado chegamos matando tempo no trabalho, Luciana aquela noite me levou pra casa dela, lá estava ela com uma minissaia bem curtinha e uma camisetinha que só cobria os mamilos, mal a vi meu pau já ficou duro, na hora abracei e beijei ela.
Gisel, você não tem ideia de como eu senti sua falta. Vamos pra cam, tenho pouco tempo, o corno descobriu.
Chupei seus peitos, brinquei com meu pau neles, mas Gisel só queria tê-lo dentro. Meti com fúria e desesperação na buceta e no cu, enquanto ela só se contorcia de prazer e dor. Era uma máquina de gozo, a vadia, mas tudo acabou rápido. Como lembrança, ela deixou sua calcinha encharcada dos fluidos dela, se trocou e foi embora com o cu dolorido. Agora eu tinha que pagar a Luciana, mesmo estando cansado. Pensei em dar muito pau pra ela, mas não. Ela ficou de pé ao meu lado, comigo sentado na cama, aproximou o pau dela e me mandou chupar. Queria que naquela noite eu fosse a mulher dela, e eu fui. Me tratou como um puto faminto, pegou minha boca e meu cu e fez como quis. Foi muito perversa comigo. Depois de um tempão, bateram na porta. "Quem é?", perguntei. Ela me disse: "Surpresa". Era outra trans com um pauzão. "Te apresento minha parceira", me disse Lucy, e antes que eu pudesse falar nada, já tinha as duas em cima de mim. Iam me arrebentar de pirocada, com certeza. Lucy chupou meu pau e a parceira dela me fez chupar o dela, não parou até encher minha boca e rosto de porra. Depois, foi ela quem me chupou enquanto Lucy enfiava o pau dela no meu cu até encher de porra. Quando chegou a vez da parceira, mesmo estando bem lubrificado, doeu pra caralho quando ela enfiou bruscamente até o fundo.
Luciana, viu como meu marido fode bem? Aproveita, safada.
Minhas pernas estavam tremendo e aos poucos fui gostando, pedi pra Lucy me chupar e ela fez, não parou até encher a boca de porra. Cada socada do parceiro dela me fazia ver estrelas e eu sentia a porra escorrendo pelo pau dele batendo dentro do meu cu enquanto eu pedia mais devagar. Assim ficamos os três exaustos, Lucy serviu uns drinks e quando pensei que tinha acabado, começou de novo. Lucy comeu meu cu com a língua e o parceiro dela pegou no meu pau, dessa vez fui eu quem comeu ela enquanto Lucy se esbaldava no meu cu. Tudo foi uma loucura que durou a noite toda até o meio-dia de domingo, quando acabei sendo comido muito mais do que nunca. Me vesti e como pude voltei pra pensão, preparei a mala e me deitei pra descansar. Já sabia da tortura que me esperava na viagem, meu cu doía horrores e por isso mesmo disse: nunca mais nenhuma trans tentando me convencer que não tinha sido bom, mesmo que no fundo eu tenha gostado da experiência.

3 comentários - História de um pauzão 23

El pijudo cornudo le encanta romper culo ajenos y entregar el orto a toda pija, tremendo cornudo culo roto
Wow!! Es un camino de ida!! Ahora va a querer cojer y que lo cojan siempre!! Jeje
Exelente el relato. Me dejaste al palo. Te terminaron de romper bien pero bien el culito ya que tanto lo cuidabas. Se ve que enseguida te apoyan la verga en tu culito, te deseperas que te rompan toda y eso lo que hicieron luisiana y su marido. Ahora cuando vuelvas con que sorpresa te vas a encontrar, quisas ya no es mas tu esposa susy y tampoco dueno de la casa, quisas esta embarazada y te tenes que hacer cargo o ambos ambos van a ser las hembras de todos tus compañeros y de ricardo tambien. Van puntos