Aqui vai mais um capítulo dessa história.
Espero não cansar vocês.
e muito menos entediá-los
espero seus comentários
E muito obrigado pelos pontos.
Naquela segunda-feira, cheguei cedo na empresa. Ricardo me apresentou ao Miguel, José, Fernando e René, meus novos subordinados. A viagem era longa e um baita trabalho nos esperava, então chegamos em Tucumán mortos de cansaço. Deixei os caras num bar e fui atrás de uma pensão que fosse confortável e ficasse perto dos escritórios que a gente ia reformar. Não foi fácil, mas no fim encontrei um lugar decente e bem confortável. Assim que resolvi tudo, fui buscar os caras. Nos acomodamos em três quartos: Miguel e Fernando num, José e René noutro, e eu sozinho num quarto menor. Tomamos café da manhã e fomos pra filial, onde vimos o serviço que teria que ser feito: reestruturar dois escritórios, reformar a fachada e, o mais complicado, trocar completamente a recepção e a área dos caixas. A gente tinha certeza de que era um trampo enorme e, pela magnitude, ia levar muito tempo. Recebemos o dinheiro da semana e fomos descansar. Planejei como desenvolver o trabalho: os escritórios seriam o começo, faríamos um de cada vez; a linha de caixas nos fins de semana e, à noite, a recepção; enquanto isso, de dia, a fachada. Assim, teríamos poucos dias de folga. Todo mundo concordou que o descanso fosse aos domingos, pra aproveitar as noites de sábado. Cada um tinha sua história: Miguel, que namorava, queria terminar a casa dele e não tava disposto a gastar com nada; com o José era parecido; Fernando queria conhecer a província; e René só sonhava em se divertir o tempo todo. Então aproveitamos pra descansar, a viagem tinha sido exaustiva. Todo mundo tomou banho e almoçou na pensão. O dia passou voando, e a semana também, com a mesmice de trabalhar sem horário pra sair, já que embora a gente soubesse que ia demorar, nas noites de cansaço nem pensava na susy, tava pouco me fodendo o que acontecesse com o joão, no sábado chegamos na pensão, tomamos banho e depois de jantar fomos todos num bar beber uma coisa e bater papo
Ei, o que vocês vão fazer amanhã?
Miguel, eu tô pensando em dormir até tarde e depois do almoço dar um rolê pelo centro.
José, eu também, quero começar a segunda-feira bem inteiro.
Fer, eu vou com vocês no passeio hahahahahaha
Rene e você, Oscar, o que vão fazer? Eu quero conhecer a noite tucumana, mas sozinho não dá.
Eu te faço um agrado, Renê, não vamos gastar muito.
Tomamos uns drinks e saímos com o René pra dar uma volta pelo centro. Sem perceber, fomos parar numa praça onde tinha música, vendiam bebidas e uns sanduíches também.
Rene, olha que gostosas têm aqui.
Mas você não é casado?
Rene em casal, mas isso aí tem o que ver, ou tu acha que ela também não vai sair pra farra?
Bom, a minha com certeza sim, embora seja mais de se reunir em casa com as amigas dela.
Rene, uma transa não é chifre, além disso, quando o trabalho acabar, nunca mais.
Você tem toda razão nisso e as gostosas daqui são um verdadeiro manjar.
Rene olha pra aquela morena, eu encaro ela, qualquer merda a gente se vê na pensão.
Vai fundo mesmo
Eu continuei andando, comendo um sanduíche e tomando uma cerveja, até que desemboquei em outra parte da praça, um pouco mais escura, onde tinha umas três mulheres bem atraentes. Realmente, parecia que estavam na pista. Uma delas me chamou muito a atenção, um pouco gordinha, mas puta demais. Ela estava vestida com uma saia curta e uma blusa que deixava ver mais da metade das tetonas dela. Só de olhar já queria comer ela, e mesmo as outras duas não ficando atrás, essa peituda me deixou louco. Terminei o sanduíche e fui pra cima. Na hora, elas se convidaram pra tomar algo e, depois de um tempo, ficamos só nós dois, sentados num banco. A coisa foi muito rápida: logo ela botou o preço e eu não hesitei um segundo. Claro que eu não conhecia lugar pra ir, então me deixei levar por essa mulher que, naquele momento, valia cada centavo. Acabamos indo pra um dos pontos e de lá fomos pro centro. Entramos num bar onde muitas pessoas a conheciam. A gente tava se divertindo pra caralho e, sem perceber, já era parte daquele grupo até o sol começar a nascer. Aí nos separamos e acabamos entrando num hotel bem afastado do centro. Foi aí que a ação começou. Quando a Gisel viu meu pau, ela realmente se surpreendeu. Aí toda a putaria dela veio à tona, sem limites. Ela literalmente se entregou pra mim, chupou meu pau desafiando aquela boca carnuda que o penetrava. Fez o melhor boquete que só uma peituda como ela pode fazer de verdade. E quando, depois de muito brincar com minha rola, finalmente pude penetrar ela, ela não parava de gemer e se contorcer até me deixar seco. Mas ainda faltava o melhor: aquela bunda gorda, bem aberta, à minha disposição, me fez ficar duro de novo. E ao ver ela tão puta, não Não tive pena nenhuma dela, meti com força no cu dela e comecei a cavalgar na hora. Os gemidos dela ecoavam pelo quarto e, mesmo doendo pra caralho, ela implorava pra eu não parar de foder ela, enquanto eu via as tetonas dela balançando. Quando cansei de comer ela, saí da cama, mas a besta queria mais e mais, subindo e descendo a bunda como se meu pau ainda estivesse dentro dela. Coloquei o pau na cara dela de novo; sentir ela lamber era uma delícia, e mais ainda ver ela saboreando as últimas gotas que sobraram.
Gisel, você é uma fera, passaria o dia inteiro comendo essa rola.
Eu não teria problema nenhum se fosse assim, você me deixou seco, mas daqui a pouco eu me recupero. Vamos tomar um banho, deusa?
Gisel, o que você quiser.
O banheiro não era grande coisa, mas só de tomar banho juntos, nos acariciar e nos beijar já me deixou duro de novo, e ali com a água caindo sobre nossos corpos eu comi ela com força de novo, tava enroscado naquelas tetas e naquele rabo enorme. Depois de um tempo ela me contou que, como tava com o namorado, não podia me levar pra casa dela, mesmo querendo aproveitar comigo mais uma vez. Então combinamos de nos encontrar de novo na mesma praça naquela noite. Já era meio da manhã e ver ela tão eroticamente entregue me fez pensar: que puta gostosa eu tinha comido. O que será que o namorado dela ia dizer quando ela chegasse em casa? Fui pra pensão pensando nisso, cheguei, almocei e depois descansei. Queria ver ela naquela noite e saciar minha vontade de sexo bestial com ela. Quando cheguei na praça, não perdi tempo, embora ela tenha me apresentado pras amigas dela, e pelo jeito que me trataram, percebi que a Gisel tinha contado pra elas a trepada que a gente tinha dado. Voltamos pro mesmo hotel e, sem preâmbulo, comemos como bestas no cio. Dessa vez foi ela quem pediu pra eu dar no cu dela. A buceta dela eu não penetrei, só me dediquei a arrebentar o cu dela até me cansar de encher ele de porra. Como já era tarde pra mim, fomos embora sem nem tomar banho. Dá pra ver quando ela se afastava, as meias sujas, e eu com a calcinha dela no bolso como um troféu. Pobre corno, pensei por dentro, embora ele com certeza comesse ela todo dia, e não era pra menos. A semana seguinte foi cansativa, e no sábado resolvi ir procurar a Gisel na mesma praça. Adorava o quanto ela era safada e o jeito que ela gozava e me fazia gozar. Dessa vez foi mais difícil encontrar ela, mas lá estava ela, no meio da multidão. de duas amiguinhas que ao me verem sorriram e conversaram entre elas, quando cheguei convidei elas pra tomar umas cervejas e elas me levaram pra uma balada da região, assim fui dançando com as três e dava pra ver que eram bem conhecidas no lugar, depois de tanta farra só queria voltar pra comer a gisel, mas ela me convidou pra ir na casa da amiga dela continuar por lá e eu não ia desistir, então fomos pra lá, a casa era bem simples mas bem confortável também e durante o caminho eu levava a gisel abraçada comigo, a Luciana já serviu uns drinks e quando sentamos começamos a nos beijar, a gisel passou a mão no meu pau e me beijando falou
Gisel, eu quero ela bem acordada, bebê. Hoje ela tem muito trabalho pra fazer.
Devagar eu desço o zíper, pego ela e tiro pra fora enquanto me deixo levar, e logo depois ela já tava me chupando a pica na frente da Luciana.
Luciana, você tinha razão, é uma tremenda gostosa.
Na hora ela se ajoelhou e realizou o sonho da minha vida, duas bocas brincando com meu pau, eu só gemia e deixava elas fazerem. Logo ficamos os três pelados e minha surpresa foi ver que a Luciana era trans, não sei por que, mas isso me excitou muito mais. Na hora fomos pra cama e a primeira a provar meu pau foi a peituda da Gisel, que eu peguei pela boca literalmente, pra depois passar pra buceta dela enquanto torcia os peitos dela assim até encher ela de porra. A Luciana me tirou de cima dela e começou a chupar a buceta dela. Não pensei duas vezes, abri as nádegas dela e meti no cu.
Pra você também tem
Gisel, siiiii, arrebenta essa buceta dela, meu amor, ela morre por essa pica enorme, a putinha.
Meu pau entrava e saía com força enquanto a Luciana gemia abafada na buceta da Gisel, aí virei ela e fiz ela chupar meu pau enquanto a Gisel ficou de quatro.
Gisel, agora é a minha vez.
Nem pensei duas vezes, empurrei a Luciana de lado e apontei minha rola pro cu da Gisel, meti fundo enquanto ela gritava pedindo pra eu arrebentar aquele rabo. Foi aí que a Luciana enfiou a rola na boca da Gisel, que chupou feito louca. Eu tava focado no cu da Gisel e nem percebi quando a Luciana sumiu, até sentir as mãos dela no meu rabo e a língua no meu cu fazendo a mágica dela. Não falei nada, nem reclamei, só me deixei levar pelo tesão, até que em segundos explodi e deixei elas fazerem o trabalho. Ver o cu arrombado da Gisel vazando porra e pulsando, enquanto a língua da Luciana acaricava tudo, ouvindo os gemidos delas, e no fim fazer um 69 foi digno do melhor filme porno já imaginado. Depois de um tempão, todo mundo dormiu abraçado. Acordei com a cara enterrada entre os peitões da Gisel e a Luciana grudada nas minhas costas, com a rola dela encostada no meu cu. Talvez meus movimentos tenham acordado as duas. Minha sensação era estranha: de um lado, me sentia dono daqueles peitos, o que me fascinava; do outro, sentir a rola da Luciana endurecendo entre minhas nádegas era muito diferente. Em segundos, a loucura voltou. Abri os olhos já com a rola dura feito pedra, longe da buceta ensopada da Gisel, e senti a Luciana, sem falar nada, abrir minhas nádegas enquanto eu brincava com a língua naqueles peitões que me hipnotizavam. Foi aí que senti a cabeça da rola encostar no meu buraquinho, enquanto a Luciana pressionava o corpo dela com força contra o meu e, sem dizer uma palavra, começou a me penetrar, me fazendo suspirar enquanto eu buscava... o cu da Gisel, a pica da Luciana entrando e saindo do meu cu aberto era uma delícia, não queria que ela tirasse, e foi aí que a Gisel desceu pro meu pau e começou a fazer mágica com a boca, só me entreguei pra curtir essa experiência nova, até que depois de um tempo peguei a buceta da Gisel enquanto ainda tava sendo comido pela Luciana, tudo durou o que tinha que durar, e aí a dona da casa levantou, foi pro banheiro, e eu aproveitei pra comer o cu da Gisel, depois brincar com meu pau nos peitos dela, e quando a Luciana liberou o banheiro, já estávamos na mesa tomando um café morno, não falamos nada, só nos trocamos e, ao ir embora, falei pra Gisel
Nos vemos sábado que vem, isso foi muito bom, temos que repetir, parece.
Ela sorriu, acenou com a cabeça, ver ela ainda banhada de porra com os cabelos bagunçados me deu graça, voltei em silêncio pra pensão, entrei no meu quarto e fiquei esperando a janta. A semana passou, de novo agoradora, era um mistério pra onde eu ia nos sábados à noite e eu queria que continuasse assim. Na semana seguinte íamos começar com as caixas pra terminar depois com a recepção, ainda tinha muito trabalho pela frente. A noite do terceiro sábado foi diferente, procurei a Gisel mas só encontrei a Luciana, que me disse
Luciana Gisel não vai vir esta noite, tá de festa na casa dela.
Uma verdadeira pena, algo familiar?
Luciana, não, de jeito nenhum. O marido dela percebeu que alguma coisa rolou no domingo, parece. Ele sabe que a gente se reuniu na minha casa, mas alguma coisa aconteceu pra ele desconfiar. O corno já me comeu várias vezes e acha que a Gisel não sabe de nada, por isso deixa ela vir. Agora não sei o que aconteceu.
Com certeza ela sentiu a diferença no cu dela, não acho que a Gisel se venda.
Luciana, pode ser que a diferença seja muito grande, mas não acho, não... Quer vir pra casa?
Porque não, é melhor do que ir pra balada sem ela.
Aquela noite foi pura paixão, tratei ela como o que era: uma verdadeira puta no cio, e ela gozava como uma puta mesmo. No sábado seguinte, se repetiu. Gisel continuava sem aparecer, eu comecei a desconfiar que era tudo conversa fiada da Luciana, que tava claramente empolgada em aproveitar meu pau. O trabalho já tava acabando, e eu realmente queria comer a peituda de novo, então falei pra ela.
Se você ver a Gisel, fala pra ela que tô pouco tempo aqui e quero ver ela de novo.
Luciana, você sente tanto a falta dela, amor?
Muito mais do que você imagina
Luciana, boa, céu, vou falar com ela e se eu tiver que comer o marido dela, vou fazer só pra você ver ela de novo, mas você vai ficar me devendo.
Vou te pagar muito bem.
Naquela noite eu caprichei e a pobre da Lucy percebeu, eu metia nela com as bolas apertadas pra ela não gozar e implorar pra deixar ela gozar também. Aquela noite foi muito longa, a Lucy tava tipo doida, adorando ser tratada como uma verdadeira mulher. Meu pau fez estrago no cu dela e na boca dela, eu me mostrava um verdadeiro vencedor e humilhava ela direto, o que deixava ela com tanto tesão que chegava a se mijar toda e pedir clemência. No sábado seguinte, a gente chegou matando tempo no trabalho, e a Luciana me levou pra casa dela naquela noite. Lá estava ela com uma minissaia bem curtinha e uma regatinha que só tapava os bicos dos peitos. Assim que vi ela, meu pau já subiu. Na hora eu abracei ela e beijei.
Gisel, você não sabe como senti sua falta, vamos pra cam, tenho pouco tempo, o corno percebeu.
Chupei seus peitos, brinquei com minha pika nelas, mas a Gisel só queria meter, eu comi ela com fúria e desespero pela buceta e pelo cu enquanto ela se contorcia de prazer e de dor, era uma máquina de gozar a puta, mas tudo terminou rápido, como lembro ela deixou a calcinha encharcada nos fluidos dela, se trocou e foi embora com o cu dolorido, agora tinha que pagar a Luciana, embora estivesse cansado, pensei em dar muita pika pra ela, mas não, ela parou do meu lado enquanto eu estava sentado na cama, aproximou a pika dela e mandou eu chupar, queria que naquela noite eu fosse a mulher dela e eu fui, me tratou como um viado faminto, comeu minha boca e meu cu e fez do jeito que quis, foi muito perversa comigo, depois de um tempão bateram na porta, quem é? perguntei, ela disse surpresa, era outra trans com uma pika boa, te apresento minha parceira, me disse Lucy, e antes que eu pudesse falar qualquer coisa já tinha as duas em cima de mim, iam me arrebentar de pika com certeza, Lucy chupou minha pika e a parceira dela me fez comer a dela, não parou até encher minha boca e minha cara de gozo, depois foi ela quem me chupou enquanto Lucy enterrava a pika dela no meu cu até encher de gozo, quando foi a vez da parceira dela, apesar de estar bem lubrificado, doeu pra caralho quando ela enfiou bruscamente até o fundo.
Luciana, viu como meu marido transa bem? Aproveita, vagabunda.
Minhas pernas tremiam e, aos poucos, fui gostando. Pedi pra Lucy me chupar, e ela chupou mesmo, não parou até eu encher a boca dela de porra. Cada sentada do parceiro dela me fazia ver estrelas, e eu sentia o leite escorrendo pelo pau dele, batendo dentro do meu cu enquanto eu implorava pra ir mais devagar. Ficamos os três exaustos. Lucy serviu uns drinks e, quando pensei que tinha acabado, começou de novo. Lucy lambeu meu cu inteiro com a língua, e o parceiro dela agarrou meu pau. Dessa vez fui eu quem comeu ela, enquanto Lucy judiava do meu cu. Foi uma loucura que durou a noite toda até domingo depois do meio-dia, quando eu acabei sendo comido mais do que nunca. Me vesti, voltei pra pensão como pude, arrumei a mala e deitei pra descansar. Já sabia a tortura que me esperava na viagem: meu cu doía horrores. Por isso mesmo, jurei nunca mais nenhuma transexual, tentando me convencer de que não tinha sido bom, mesmo no fundo tendo adorado a experiência.
Espero não cansar vocês.
e muito menos entediá-los
espero seus comentários
E muito obrigado pelos pontos.
Naquela segunda-feira, cheguei cedo na empresa. Ricardo me apresentou ao Miguel, José, Fernando e René, meus novos subordinados. A viagem era longa e um baita trabalho nos esperava, então chegamos em Tucumán mortos de cansaço. Deixei os caras num bar e fui atrás de uma pensão que fosse confortável e ficasse perto dos escritórios que a gente ia reformar. Não foi fácil, mas no fim encontrei um lugar decente e bem confortável. Assim que resolvi tudo, fui buscar os caras. Nos acomodamos em três quartos: Miguel e Fernando num, José e René noutro, e eu sozinho num quarto menor. Tomamos café da manhã e fomos pra filial, onde vimos o serviço que teria que ser feito: reestruturar dois escritórios, reformar a fachada e, o mais complicado, trocar completamente a recepção e a área dos caixas. A gente tinha certeza de que era um trampo enorme e, pela magnitude, ia levar muito tempo. Recebemos o dinheiro da semana e fomos descansar. Planejei como desenvolver o trabalho: os escritórios seriam o começo, faríamos um de cada vez; a linha de caixas nos fins de semana e, à noite, a recepção; enquanto isso, de dia, a fachada. Assim, teríamos poucos dias de folga. Todo mundo concordou que o descanso fosse aos domingos, pra aproveitar as noites de sábado. Cada um tinha sua história: Miguel, que namorava, queria terminar a casa dele e não tava disposto a gastar com nada; com o José era parecido; Fernando queria conhecer a província; e René só sonhava em se divertir o tempo todo. Então aproveitamos pra descansar, a viagem tinha sido exaustiva. Todo mundo tomou banho e almoçou na pensão. O dia passou voando, e a semana também, com a mesmice de trabalhar sem horário pra sair, já que embora a gente soubesse que ia demorar, nas noites de cansaço nem pensava na susy, tava pouco me fodendo o que acontecesse com o joão, no sábado chegamos na pensão, tomamos banho e depois de jantar fomos todos num bar beber uma coisa e bater papo
Ei, o que vocês vão fazer amanhã?
Miguel, eu tô pensando em dormir até tarde e depois do almoço dar um rolê pelo centro.
José, eu também, quero começar a segunda-feira bem inteiro.
Fer, eu vou com vocês no passeio hahahahahaha
Rene e você, Oscar, o que vão fazer? Eu quero conhecer a noite tucumana, mas sozinho não dá.
Eu te faço um agrado, Renê, não vamos gastar muito.
Tomamos uns drinks e saímos com o René pra dar uma volta pelo centro. Sem perceber, fomos parar numa praça onde tinha música, vendiam bebidas e uns sanduíches também.
Rene, olha que gostosas têm aqui.
Mas você não é casado?
Rene em casal, mas isso aí tem o que ver, ou tu acha que ela também não vai sair pra farra?
Bom, a minha com certeza sim, embora seja mais de se reunir em casa com as amigas dela.
Rene, uma transa não é chifre, além disso, quando o trabalho acabar, nunca mais.
Você tem toda razão nisso e as gostosas daqui são um verdadeiro manjar.
Rene olha pra aquela morena, eu encaro ela, qualquer merda a gente se vê na pensão.
Vai fundo mesmo
Eu continuei andando, comendo um sanduíche e tomando uma cerveja, até que desemboquei em outra parte da praça, um pouco mais escura, onde tinha umas três mulheres bem atraentes. Realmente, parecia que estavam na pista. Uma delas me chamou muito a atenção, um pouco gordinha, mas puta demais. Ela estava vestida com uma saia curta e uma blusa que deixava ver mais da metade das tetonas dela. Só de olhar já queria comer ela, e mesmo as outras duas não ficando atrás, essa peituda me deixou louco. Terminei o sanduíche e fui pra cima. Na hora, elas se convidaram pra tomar algo e, depois de um tempo, ficamos só nós dois, sentados num banco. A coisa foi muito rápida: logo ela botou o preço e eu não hesitei um segundo. Claro que eu não conhecia lugar pra ir, então me deixei levar por essa mulher que, naquele momento, valia cada centavo. Acabamos indo pra um dos pontos e de lá fomos pro centro. Entramos num bar onde muitas pessoas a conheciam. A gente tava se divertindo pra caralho e, sem perceber, já era parte daquele grupo até o sol começar a nascer. Aí nos separamos e acabamos entrando num hotel bem afastado do centro. Foi aí que a ação começou. Quando a Gisel viu meu pau, ela realmente se surpreendeu. Aí toda a putaria dela veio à tona, sem limites. Ela literalmente se entregou pra mim, chupou meu pau desafiando aquela boca carnuda que o penetrava. Fez o melhor boquete que só uma peituda como ela pode fazer de verdade. E quando, depois de muito brincar com minha rola, finalmente pude penetrar ela, ela não parava de gemer e se contorcer até me deixar seco. Mas ainda faltava o melhor: aquela bunda gorda, bem aberta, à minha disposição, me fez ficar duro de novo. E ao ver ela tão puta, não Não tive pena nenhuma dela, meti com força no cu dela e comecei a cavalgar na hora. Os gemidos dela ecoavam pelo quarto e, mesmo doendo pra caralho, ela implorava pra eu não parar de foder ela, enquanto eu via as tetonas dela balançando. Quando cansei de comer ela, saí da cama, mas a besta queria mais e mais, subindo e descendo a bunda como se meu pau ainda estivesse dentro dela. Coloquei o pau na cara dela de novo; sentir ela lamber era uma delícia, e mais ainda ver ela saboreando as últimas gotas que sobraram.
Gisel, você é uma fera, passaria o dia inteiro comendo essa rola.
Eu não teria problema nenhum se fosse assim, você me deixou seco, mas daqui a pouco eu me recupero. Vamos tomar um banho, deusa?
Gisel, o que você quiser.
O banheiro não era grande coisa, mas só de tomar banho juntos, nos acariciar e nos beijar já me deixou duro de novo, e ali com a água caindo sobre nossos corpos eu comi ela com força de novo, tava enroscado naquelas tetas e naquele rabo enorme. Depois de um tempo ela me contou que, como tava com o namorado, não podia me levar pra casa dela, mesmo querendo aproveitar comigo mais uma vez. Então combinamos de nos encontrar de novo na mesma praça naquela noite. Já era meio da manhã e ver ela tão eroticamente entregue me fez pensar: que puta gostosa eu tinha comido. O que será que o namorado dela ia dizer quando ela chegasse em casa? Fui pra pensão pensando nisso, cheguei, almocei e depois descansei. Queria ver ela naquela noite e saciar minha vontade de sexo bestial com ela. Quando cheguei na praça, não perdi tempo, embora ela tenha me apresentado pras amigas dela, e pelo jeito que me trataram, percebi que a Gisel tinha contado pra elas a trepada que a gente tinha dado. Voltamos pro mesmo hotel e, sem preâmbulo, comemos como bestas no cio. Dessa vez foi ela quem pediu pra eu dar no cu dela. A buceta dela eu não penetrei, só me dediquei a arrebentar o cu dela até me cansar de encher ele de porra. Como já era tarde pra mim, fomos embora sem nem tomar banho. Dá pra ver quando ela se afastava, as meias sujas, e eu com a calcinha dela no bolso como um troféu. Pobre corno, pensei por dentro, embora ele com certeza comesse ela todo dia, e não era pra menos. A semana seguinte foi cansativa, e no sábado resolvi ir procurar a Gisel na mesma praça. Adorava o quanto ela era safada e o jeito que ela gozava e me fazia gozar. Dessa vez foi mais difícil encontrar ela, mas lá estava ela, no meio da multidão. de duas amiguinhas que ao me verem sorriram e conversaram entre elas, quando cheguei convidei elas pra tomar umas cervejas e elas me levaram pra uma balada da região, assim fui dançando com as três e dava pra ver que eram bem conhecidas no lugar, depois de tanta farra só queria voltar pra comer a gisel, mas ela me convidou pra ir na casa da amiga dela continuar por lá e eu não ia desistir, então fomos pra lá, a casa era bem simples mas bem confortável também e durante o caminho eu levava a gisel abraçada comigo, a Luciana já serviu uns drinks e quando sentamos começamos a nos beijar, a gisel passou a mão no meu pau e me beijando falou
Gisel, eu quero ela bem acordada, bebê. Hoje ela tem muito trabalho pra fazer.
Devagar eu desço o zíper, pego ela e tiro pra fora enquanto me deixo levar, e logo depois ela já tava me chupando a pica na frente da Luciana.
Luciana, você tinha razão, é uma tremenda gostosa.
Na hora ela se ajoelhou e realizou o sonho da minha vida, duas bocas brincando com meu pau, eu só gemia e deixava elas fazerem. Logo ficamos os três pelados e minha surpresa foi ver que a Luciana era trans, não sei por que, mas isso me excitou muito mais. Na hora fomos pra cama e a primeira a provar meu pau foi a peituda da Gisel, que eu peguei pela boca literalmente, pra depois passar pra buceta dela enquanto torcia os peitos dela assim até encher ela de porra. A Luciana me tirou de cima dela e começou a chupar a buceta dela. Não pensei duas vezes, abri as nádegas dela e meti no cu.
Pra você também tem
Gisel, siiiii, arrebenta essa buceta dela, meu amor, ela morre por essa pica enorme, a putinha.
Meu pau entrava e saía com força enquanto a Luciana gemia abafada na buceta da Gisel, aí virei ela e fiz ela chupar meu pau enquanto a Gisel ficou de quatro.
Gisel, agora é a minha vez.
Nem pensei duas vezes, empurrei a Luciana de lado e apontei minha rola pro cu da Gisel, meti fundo enquanto ela gritava pedindo pra eu arrebentar aquele rabo. Foi aí que a Luciana enfiou a rola na boca da Gisel, que chupou feito louca. Eu tava focado no cu da Gisel e nem percebi quando a Luciana sumiu, até sentir as mãos dela no meu rabo e a língua no meu cu fazendo a mágica dela. Não falei nada, nem reclamei, só me deixei levar pelo tesão, até que em segundos explodi e deixei elas fazerem o trabalho. Ver o cu arrombado da Gisel vazando porra e pulsando, enquanto a língua da Luciana acaricava tudo, ouvindo os gemidos delas, e no fim fazer um 69 foi digno do melhor filme porno já imaginado. Depois de um tempão, todo mundo dormiu abraçado. Acordei com a cara enterrada entre os peitões da Gisel e a Luciana grudada nas minhas costas, com a rola dela encostada no meu cu. Talvez meus movimentos tenham acordado as duas. Minha sensação era estranha: de um lado, me sentia dono daqueles peitos, o que me fascinava; do outro, sentir a rola da Luciana endurecendo entre minhas nádegas era muito diferente. Em segundos, a loucura voltou. Abri os olhos já com a rola dura feito pedra, longe da buceta ensopada da Gisel, e senti a Luciana, sem falar nada, abrir minhas nádegas enquanto eu brincava com a língua naqueles peitões que me hipnotizavam. Foi aí que senti a cabeça da rola encostar no meu buraquinho, enquanto a Luciana pressionava o corpo dela com força contra o meu e, sem dizer uma palavra, começou a me penetrar, me fazendo suspirar enquanto eu buscava... o cu da Gisel, a pica da Luciana entrando e saindo do meu cu aberto era uma delícia, não queria que ela tirasse, e foi aí que a Gisel desceu pro meu pau e começou a fazer mágica com a boca, só me entreguei pra curtir essa experiência nova, até que depois de um tempo peguei a buceta da Gisel enquanto ainda tava sendo comido pela Luciana, tudo durou o que tinha que durar, e aí a dona da casa levantou, foi pro banheiro, e eu aproveitei pra comer o cu da Gisel, depois brincar com meu pau nos peitos dela, e quando a Luciana liberou o banheiro, já estávamos na mesa tomando um café morno, não falamos nada, só nos trocamos e, ao ir embora, falei pra Gisel
Nos vemos sábado que vem, isso foi muito bom, temos que repetir, parece.
Ela sorriu, acenou com a cabeça, ver ela ainda banhada de porra com os cabelos bagunçados me deu graça, voltei em silêncio pra pensão, entrei no meu quarto e fiquei esperando a janta. A semana passou, de novo agoradora, era um mistério pra onde eu ia nos sábados à noite e eu queria que continuasse assim. Na semana seguinte íamos começar com as caixas pra terminar depois com a recepção, ainda tinha muito trabalho pela frente. A noite do terceiro sábado foi diferente, procurei a Gisel mas só encontrei a Luciana, que me disse
Luciana Gisel não vai vir esta noite, tá de festa na casa dela.
Uma verdadeira pena, algo familiar?
Luciana, não, de jeito nenhum. O marido dela percebeu que alguma coisa rolou no domingo, parece. Ele sabe que a gente se reuniu na minha casa, mas alguma coisa aconteceu pra ele desconfiar. O corno já me comeu várias vezes e acha que a Gisel não sabe de nada, por isso deixa ela vir. Agora não sei o que aconteceu.
Com certeza ela sentiu a diferença no cu dela, não acho que a Gisel se venda.
Luciana, pode ser que a diferença seja muito grande, mas não acho, não... Quer vir pra casa?
Porque não, é melhor do que ir pra balada sem ela.
Aquela noite foi pura paixão, tratei ela como o que era: uma verdadeira puta no cio, e ela gozava como uma puta mesmo. No sábado seguinte, se repetiu. Gisel continuava sem aparecer, eu comecei a desconfiar que era tudo conversa fiada da Luciana, que tava claramente empolgada em aproveitar meu pau. O trabalho já tava acabando, e eu realmente queria comer a peituda de novo, então falei pra ela.
Se você ver a Gisel, fala pra ela que tô pouco tempo aqui e quero ver ela de novo.
Luciana, você sente tanto a falta dela, amor?
Muito mais do que você imagina
Luciana, boa, céu, vou falar com ela e se eu tiver que comer o marido dela, vou fazer só pra você ver ela de novo, mas você vai ficar me devendo.
Vou te pagar muito bem.
Naquela noite eu caprichei e a pobre da Lucy percebeu, eu metia nela com as bolas apertadas pra ela não gozar e implorar pra deixar ela gozar também. Aquela noite foi muito longa, a Lucy tava tipo doida, adorando ser tratada como uma verdadeira mulher. Meu pau fez estrago no cu dela e na boca dela, eu me mostrava um verdadeiro vencedor e humilhava ela direto, o que deixava ela com tanto tesão que chegava a se mijar toda e pedir clemência. No sábado seguinte, a gente chegou matando tempo no trabalho, e a Luciana me levou pra casa dela naquela noite. Lá estava ela com uma minissaia bem curtinha e uma regatinha que só tapava os bicos dos peitos. Assim que vi ela, meu pau já subiu. Na hora eu abracei ela e beijei.
Gisel, você não sabe como senti sua falta, vamos pra cam, tenho pouco tempo, o corno percebeu.
Chupei seus peitos, brinquei com minha pika nelas, mas a Gisel só queria meter, eu comi ela com fúria e desespero pela buceta e pelo cu enquanto ela se contorcia de prazer e de dor, era uma máquina de gozar a puta, mas tudo terminou rápido, como lembro ela deixou a calcinha encharcada nos fluidos dela, se trocou e foi embora com o cu dolorido, agora tinha que pagar a Luciana, embora estivesse cansado, pensei em dar muita pika pra ela, mas não, ela parou do meu lado enquanto eu estava sentado na cama, aproximou a pika dela e mandou eu chupar, queria que naquela noite eu fosse a mulher dela e eu fui, me tratou como um viado faminto, comeu minha boca e meu cu e fez do jeito que quis, foi muito perversa comigo, depois de um tempão bateram na porta, quem é? perguntei, ela disse surpresa, era outra trans com uma pika boa, te apresento minha parceira, me disse Lucy, e antes que eu pudesse falar qualquer coisa já tinha as duas em cima de mim, iam me arrebentar de pika com certeza, Lucy chupou minha pika e a parceira dela me fez comer a dela, não parou até encher minha boca e minha cara de gozo, depois foi ela quem me chupou enquanto Lucy enterrava a pika dela no meu cu até encher de gozo, quando foi a vez da parceira dela, apesar de estar bem lubrificado, doeu pra caralho quando ela enfiou bruscamente até o fundo.
Luciana, viu como meu marido transa bem? Aproveita, vagabunda.
Minhas pernas tremiam e, aos poucos, fui gostando. Pedi pra Lucy me chupar, e ela chupou mesmo, não parou até eu encher a boca dela de porra. Cada sentada do parceiro dela me fazia ver estrelas, e eu sentia o leite escorrendo pelo pau dele, batendo dentro do meu cu enquanto eu implorava pra ir mais devagar. Ficamos os três exaustos. Lucy serviu uns drinks e, quando pensei que tinha acabado, começou de novo. Lucy lambeu meu cu inteiro com a língua, e o parceiro dela agarrou meu pau. Dessa vez fui eu quem comeu ela, enquanto Lucy judiava do meu cu. Foi uma loucura que durou a noite toda até domingo depois do meio-dia, quando eu acabei sendo comido mais do que nunca. Me vesti, voltei pra pensão como pude, arrumei a mala e deitei pra descansar. Já sabia a tortura que me esperava na viagem: meu cu doía horrores. Por isso mesmo, jurei nunca mais nenhuma transexual, tentando me convencer de que não tinha sido bom, mesmo no fundo tendo adorado a experiência.
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