Tudo começou no início de 2012, e eu, nascido em meados de 2000, já sabem em que fase eu tava. A puberdade. Durante fevereiro, ganhei um celular de presente, mas não lembro o nome do modelo. O acesso à internet, a idade e a total falta de tabus na minha criação fizeram com que meu primeiro grande contato com a web fosse totalmente dedicado ao prazer sexual. Vale dizer que o presente era de segunda mão e meio ultrapassado, porque o dono anterior, um conhecido da família, tava trocando de celular e me passou esse. Pra minha sorte, ele tinha internet ilimitada por causa da clonagem do chip SIM. Isso só facilitou meu acesso ao erotismo e à sensualidade, que sempre me atraíram mais do que o pornô em si. Sendo o irmão mais novo de um dos "mais populares" da escola, sempre foi fácil socializar com colegas mais velhos, e como esse era meu círculo social, sempre me preocupei muito com minha aparência, mantendo a higiene pessoal impecável e sempre vestido de forma apresentável. Como fã de modelagem desde cedo, as modelos começaram a me atrair muito novo, e com o tempo já me excitavam. Foi exatamente nesse ano que soltei as rédeas da masturbação, fazendo isso toda noite vendo fotos da Megan Fox, Miley Cyrus e Milla Jovovich — essas três foram as responsáveis pelo maior prazer na minha puberdade. Poucos meses depois, já no ano letivo, conheci o Poringa. O primeiro post que vi já tinha uns dois anos e se chamava "Quero endurecer o máximo de paus possível". Uma poringa girl tinha postado fotos dela, e o corpo dela tinha tudo que eu curtia. Mamilos bem formados em peitos pequenos e uma bunda redonda. Fiquei cerca de um mês me masturbando com as fotos dela, mas ainda não tinha explorado a página além daquele post, então resolvi começar a explorar a pornografia mais explícita. Agora sim as coisas eram diferentes pra mim. Antes eu via modelos gostosas de lingerie ou roupas transparentes, e agora podia ver penetrações, lesbianismo e sexo oral. Minha excitação era tanta que eu batia mais de três vezes por noite, sendo um puta prazer. Já tinha virado costume bater punheta vendo minhas favoritas, ou seja, as que já falei, e entrar pra ver fotos pornô no site. Uma noite que nem lembro direito como foi, pesquisando sobre tamanho de pinto, encontrei um post no Poringa sobre paus de caras de vinte anos, que eu abri principalmente por curiosidade pra ver se algum era parecido com o meu e ter uma noção de tamanho, porque é um pensamento comum pra idade que eu tinha. Sem perceber, fiquei de pau duro, o que tentei explicar como excitação do momento ou algo assim, então fechei o post rapidinho e não continuei vendo. Dias depois, tava batendo uma vendo fakes da Megan Fox, quando comecei a reparar no pinto que tavam enfiando nela, porque tive um pensamento tipo "que bonitinho". Foi muito confuso e senti que estraguei minha punheta, então depois de pensar com mais clareza, já quase completando meus doze anos, decidi parar de bater punheta. Incrivelmente, fiquei quase dois meses sem fazer isso, mas ver nas notícias as siriricas que a Miley Cyrus dava nos shows dela me fez voltar pro Poringa atrás de fotos dela, e sem querer me senti atraído a procurar fotos de paus, que me deixavam duro e confuso. Me sentia meio mal, porque naquela época, os moleques da escola viviam zuando o One Direction e o Justin Bieber, chamando eles de viados, o que hoje acho que foi uma das razões pelas quais eu me reprimia sem perceber. Meus momentos vendo fotos de paus não passavam de ficar com tesão e olhar, naquela hora nunca cheguei a fazer nada vendo elas. Naquela época, lembrava muito de uma parada que aconteceu em 2011. Falando de mulher e sexo, um colega do ônibus escolar me mostrou o pau dele, que eu gostei muito. Não quis mostrar o meu, mas ver ele durinho foi algo que me excitou, e eu também tive uma resposta ali. Os meses passaram, até chegar em 2013, que definiu uns romances curtos e experiências sexuais leves, sendo 2014 e 2015 os anos em que isso explodiu. Eu já quase não via pornô e a Megan, a Miley e a Milla tinham ficado meio de lado, porque eu tava focado nos meus treinos de boxe, que duraram exatamente esses 2 anos, terminando quase no meio de 2015. Nesse tempo, pude ver um monte de corpos masculinos sarados na minha frente, e por causa daquela confiança entre homens, mais de um pau nos chuveiros. Naquela época, não tinha problema em tomar banho com uma ereção, mas acho que ninguém chegou a me notar. Nesse ano, eu já tava quase certo de ser bissexual, algo que não tinha confirmado até conversar com um colega de treino claramente gay, que treinava pra se defender caso sofresse algum ataque de ódio. Um dia, falando com ele, as conversas foram desviando até que ele me deu um beijo leve nos lábios. Eu não falei nada, porque tava confuso, e ele se sentiu mal. Dias depois, a gente conversou e ele disse que não é que tivesse sentimentos por mim, mas que achava que eu era gay. Isso fazia um certo sentido, porque, mesmo praticando futebol e boxe, minha vida inteira fui sociável com mulheres sem chegar a algo sentimental. O ano de 2015 definiu meus fetiches mais tabus, como pés, axilas, urina, chantilly e sorvete no sexo, bondage e lesbianismo. Sem perceber, voltei pro pornô, sendo essas minhas categorias favoritas. Comecei a desenvolver meu gosto principal por atrizes magras que usassem meias longas e topassem tudo, tipo anal, sendo esse o momento em que me entreguei a bater punheta pras pornstars Veruca James, Sasha Gray e Misha Cross, mas percebia que a quase obsessão A obsessão que eu tinha em me manter tonificado me fazia reparar no corpo dos outros caras, inclusive nos atores pornô. De novo a atração por homens voltava, só que agora com um plus a mais: os corpos deles. Lá pra meados de 2016, depois de já ter largado os esportes, fiquei quase dois anos com uma mina que era minha amiga, e essas atrações meio que sumiram. Mas quando isso acabou no começo de 2018, me afastei de vários hobbies, porque foquei num curso técnico que nunca terminei — fiquei só um ano e larguei, decidindo tirar um ano sabático em 2019. Aí vieram os conflitos sociais no país e o começo da pandemia, que me obrigaram a deixar tudo de lado e ficar em casa. Foi o estopim pra meus gostos variados. Já fazia um tempo que eu batia uma vendo a Kiernan Shipka, a atriz de *O Mundo Sombrio de Sabrina*, que tem uma semelhança do caralho com a atriz porno trans Ella Hollywood. Ver a Ella Hollywood transando era tipo ver a Kiernan, só que com um pau pálido no meio. Ver ela pelada me fez lembrar de todos aqueles momentos que já contei, e eu tava tão tarado que não deu pra evitar: bati uma vendo ela. Soltei uma porrada de esperma quente, e em vez de parar por ali, continuei até gozar de novo. Depois de umas semanas, dediquei a punheta pra outra atriz trans: Daisy Taylor. Minha maior ousadia com a bissexualidade foi quando conheci a modelo do OnlyFans Naomi Anderson, que tirava várias fotos do pau dela, e decidi gozar só vendo aquilo. O pau dela. No começo, só batia uma pros nudes onde mostrava a rola, mas depois comecei a reparar na bunda e no cu dela, até definir meu "tipo ideal". Quando percebi que curtias picas e já tava batendo uma vendo elas, comecei a masculinizar cada vez mais as buscas. Passei de ver femboys pra ver caras pelados, mas não me atraíam tanto — ou pelo menos foi o que pensei. até que vi um nude de um homem anônimo. Uma foto da barriga dele mostrando a porra da piroca gostosa. Minha primeira punheta gay foi dedicada a ele, mas não senti nada de especial. No dia seguinte, decidi bater de novo, e dessa vez curti pra caralho. Foi questão de dias até eu começar a bater punheta direto com nudes de homens, e em poucos meses já tava vendo pornô gay. Meus gostos se expandiram pra fantasias de transar com um homem, ser comido por ele e depois fazer o mesmo com ele. Na real, já cheguei a manter essa fantasia incluindo a cantora Dua Lipa nisso, algo bem fantasioso, mas adoro o tesão que isso gera. Hoje me considero bissexual, mas tem quem diga que sou pansexual, porque já gozei com não-binários e transexuais também, mas sei que sou bi. Atualmente, me sinto aberto a transar com um homem ou uma transexual. Também penso em vários trios com os que já mencionei, ou até uma orgia. Essa é minha história, que talvez eu apague em alguns dias. Valeu por ler.
2 comentários - Descobri que sou bi (na cama)