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Capítulo 34.
Brenda.
As batidas do meu pau eram tão fortes que achei que ia explodir. Depois das experiências que tive com minha mãe, e até com outras das minhas irmãs, já devia me sentir tranquilo diante desse tipo de situação… ou pelo menos era o que eu pensava. Mas nem uma fibra do meu corpo consegue relaxar sabendo que estou tão perto da Gisela e que a buceta dela, molhada e quentinha, está deslizando por todo o comprimento do meu pau. Não, definitivamente não tem como ficar tranquilo numa situação dessas, nem daqui a um milhão de anos.
—Bom, onde é que eu parei? — Perguntou minha irmã mais velha.
—Você me disse que a Brenda te contou sobre a fantasia dela de fazer algo safado no trabalho, e que isso fez você enxergar ela como um ser humano.
―É isso aí. Naquele dia eu entendi que todo mundo tem alguma fantasia sexual… até minha mãe deve ter as dela, mesmo que não admita. Não tem nada de errado nisso. Aliás, mesmo que algumas dessas fantasias sejam meio loucas, isso não significa que a pessoa realmente queira realizá-las. Na verdade, é mais algo em que ela pensa enquanto se masturba… ou quando transa com outras pessoas.
—Entendo. É tipo quando a Celeste fala que tem tesão em imaginar você transando comigo…
—Sim, exatamente, e dá ainda mais tesão saber que é algo socialmente proibido. E mesmo que isso seja só uma fantasia… bem, a gente alimenta um pouquinho com as fotos que mandamos pra ele. Tenho certeza de que ele se acaba na punheta olhando pra ela. Outro dia ele comentou que essas fotos salvaram ele da monotonia da quarentena.
—Fico muito feliz por ela. É meio pervertida, mas eu gosto dela.
—E foi justamente a Celeste quem me enfiou umas ideias malucas sobre a Brenda.
— Ela queria que você transasse com a Brenda? — perguntei.
—Não exatamente. Ela me convenceu de que eu podia ajudar a Brenda a realizar a fantasia dela, dar uma força. Assim, as duas sairiam ganhando. Brenda ia se divertir pra caralho e eu não me sentiria uma aberração por dar vazão aos meus desejos sexuais. Você não faz ideia do que é sentir que tem algo errado com você só porque fica excitada, ou porque curte o ato sexual. Ninguém deveria viver com essa culpa.
—Mamãe vive com essa culpa há anos — comentei —, e o pior de tudo é que passou isso pra todas as filhas dela.
―É isso mesmo. Porque de um jeito ou de outro, todas nós fomos afetadas. Percebi que com a Brenda acontecia algo parecido, ela também tem uma mãe muito puritana e rígida, até mais que a nossa… pelo menos na aparência. Tenho certeza de que a mãe da Brenda jamais aceitaria andar pelada na frente da filha. Nem de lingerie. Pelo visto, a Sabrina ajudou a Brenda a se sentir um pouquinho melhor consigo mesma… e com a anatomia feminina dela. Isso foi tão forte que a Brenda começou a postar umas fotos de biquíni no Instagram dela, o que me surpreendeu pra caralho. Ela se animou porque a mãe dela não faz ideia do que é Instagram, não entende nada de celular ou redes sociais.
A Gisela me mostrou as fotos que ela falou e eu descobri que a Brenda, além de ter um rostinho muito gostoso, também tinha um corpo muito bem cuidado. Até me deu a impressão de que malhava pra caralho, os abdominais dela eram levemente definidos. Comentei esse detalhe com a minha irmã.
—Isso também é por causa do tratamento da Sabrina — comentou a Gisela —. A psicóloga sugeriu que ela arrumasse alguma atividade fora do trabalho que deixasse ela passar umas horas longe de casa, sem ficar pensando na mãe. A Brenda escolheu se matricular numa academia.
―E dá pra ver que passou muitas horas ali.
—Sim, ela mesma notou essa mudança física. Esse foi outro sinal que me ajudou a entender que a Brenda precisava dar um tempo da mãe dela. Ela precisava fazer coisas fora do trabalho, com as amigas. E, pelo que a Sabrina contou, essa fantasia de fazer "algo proibido" dentro do escritório era porque a Brenda queria sentir a rebeldia pelo menos uma vez na vida. Fazer isso ajudaria ela a dizer: "Olha, mãe, tô fazendo isso… e sem a sua permissão".
―Talvez por isso mesmo que a Macarena é tão rebelde.
—Sim, tenho certeza de que é por isso —garantiu Gisela—. E acho que foi por isso mesmo que eu me mobilizei pra ajudar a Brenda a realizar a fantasia dela. Como ela é recepcionista, geralmente passa muito tempo conversando com o Augusto, o segurança. É um cara jovem, não deve ter mais de trinta e dois anos, e é super gente boa, simpático e prestativo. Sempre cumprimenta todo mundo com um sorriso… especialmente a Brenda. Não precisa ser muito observador pra perceber que o Augusto sente algo por ela, esse algo pode ir desde um romance até uma simples vontade de comer ela. Qualquer uma das duas opções me servia. Comecei a falar pra Brenda sobre o Augusto e como ele olhava pra ela, ela disse que era absurdo, que aquele cara nunca ia reparar nela. Mas eu insisti e pedi pra gente fazer um teste… eu assumi o lugar da Brenda atrás do balcão e ela se aproximou pelo lado dos clientes e se apoiou. Isso fez com que a bunda dela ficasse bem empinada… pra completar, naquele dia ela estava usando uma calça que já estava meio apertada… com tanto exercício, a bunda dela ficou mais volumosa. Ao mesmo tempo, eu me inclinei pra frente, deixando os peitos aparecerem um pouco no decote. Durante todo aquele tempo que ficamos ali, o Augusto não conseguiu olhar pra outra coisa que não fosse a bunda da Brenda. Eu dizia, sussurrando: “Ele tá olhando sua bunda sem nenhum disfarce”. Ela achou a situação engraçada e até levantou a raba um pouco mais, pra dar um show mais interessante pra ele.
—E em nenhum momento ele olhou pra suas tetas? — perguntei.
—Sim, eu olhei bastante… mas passei muito mais tempo focado na bunda da Brenda. Desde aquele dia começamos com essas brincadeiras, procurando jeitos de o Augusto poder olhar o decote ou a bunda da Brenda, ou dela roçar no volume dele como sem querer. Tudo estava indo muito bem, até o Augusto se animou a convidar ela pra sair, mas ela recusou, porque é muito medrosa. Falei com o Augusto e disse pra ele não levar a mal, a Brenda precisava de tempo pra aceitar que não tinha nada de errado em sair com um colega de trabalho. E então, minha insistência foi ficando cada vez mais forte e mais direta. Comecei a meter na cabeça dela a ideia de levar ele pra cozinha dos fundos e chupar a pica dele. Quando falei isso, a Brenda achou bem divertido, admitiu que a ideia era excitante; mas disse que nunca teria coragem de fazer uma coisa dessas.
O que mais me excitava era o jeito que a minha glande brincava com a buceta da Gisela. Às vezes deslizava sobre aquela superfície molhada e quente, e outras vezes eu sentia como se ela ameaçasse entrar no buraco. Isso me lembrou muito daquela vez que estive com a Pilar na cama.
—E no final, ela se animou a fazer alguma coisa? — perguntei. — Pelo menos beijar ele…
―Bom, no começo eu não insisti muito. Não é meu estilo. Mas não esquece que tinha alguém enchendo minha cabeça. Celeste começou a me dizer que Brenda só ia se soltar se eu tomasse a iniciativa. Ela teve a ideia de eu deixar Brenda e Augusto trancados na cozinha e não deixar eles saírem até que rolasse algo entre os dois. Eu achei a tática meio arriscada e nem pensei muito nisso. Mas um dia, Augusto entrou na cozinha enquanto eu e Brenda conversávamos. Ele avisou que todo mundo já tinha ido embora e que ele precisava ficar mais umas duas horas, até a troca de guarda. Aí lembrei do plano da Celeste. Eu tinha que tomar a iniciativa, senão Brenda não ia se animar a fazer nada. E sim, sou medrosa e tenho muita dificuldade em deixar minha parte sexual sair, mas Brenda é pior que eu. Isso me deu coragem. Cheguei perto do Augusto e agarrei o pacote dele. O cara ficou pálido, me olhou como se eu tivesse fugido de um hospício. Sorri e falei: "Se não tem ninguém no escritório, a gente pode aproveitar pra se divertir um pouco." O coitado não devia entender nada, ele não sabia das intenções que eu e Brenda tínhamos. Sabia que minha amiga não ia reagir na hora. Ela ficou parada, me olhando com os olhos quase saindo das órbitas. Naquele momento, eu quase me senti como a Celeste, quando ela tomou a iniciativa e me ajudou a me soltar um pouquinho. "Começo eu", falei. E na hora me abaixei, tirei a rola do Augusto e meti na minha boca.
—Ufa… coitado. Não deve ter entendido nada.
—Não, mas isso não impediu ela de aproveitar o momento. E o que rolou depois nem preciso te contar, posso te mostrar.
Ele colocou a tela do celular na minha cara e começou a rodar um vídeo. Lá pude ver a própria Gisela, de joelhos, com uma rola bem grossa na boca.
— Pedi pro Augusto gravar tudo — disse minha irmã —. Queria guardar de lembrança.
—Pra ser sapatão, tu mete muito tesão nessa coisa de chupar piroca.
—Já te falei, gostar de mulher não quer dizer que de vez em quando eu não possa curtir uma pica. Sei que soa meio mal, mas naquele momento eu não tava nem aí pro Augusto, só me importava a pica dele… e a reação da Brenda.
—Claro, o cara era feito um brinquedo.
—Algo assim… sei que não soa bem, mas… é a verdade. Toda a minha atenção estava nela.
Vi na tela que apareceu a Brenda, com um sorriso tímido. Ela se ajoelhou ao lado da Gisela e por uns segundos ficou admirando como ela chupava aquela pica grossa. Aí a Gisela ofereceu pra ela. Brenda hesitou e se segurou enquanto sorria, dava pra ver que tava morrendo de vergonha. Nessa hora a Gisela falou: “Vai, gata… é agora ou nunca. Tem que aproveitar essas oportunidades quando aparecem.”
Brenda mordeu o lábio inferior e, por fim, balançou a cabeça. Olhou nos olhos de Augusto, ou talvez só na câmera do celular, e abriu a boca. Ficou parada, imóvel, e foi a Gisela quem guiou o pau até dentro da boca de Brenda. Uma vez lá, ela começou a chupar com timidez.
Não sei se o vídeo cortou num momento, ou se o Augusto decidiu parar de gravar por uns minutos. Teve um pulo no tempo bem claro, porque a Brenda passou de dar umas lambidas tímidas pra chupar aquela rola com uma vontade de atriz pornô. Ela engolia tudo. Era impressionante. E eu sei que teve um pulo no tempo porque agora a Gisela tava mais despenteada e a cara dela tava cheia de fios de saliva. Ela também tava dando umas boas chupadas e eu consegui ver algumas quando a Brenda passou a rola pra ela.
Assim, entre as duas, foram se revezando pra comer ela toda.
Olhar isso com minha irmã pelada tão perto de mim me deixou a mil. Tava com uma vontade louca de bater uma punheta, mas ao mesmo tempo não queria sair daquele lugar, então a melhor opção foi aumentar as roçadas da minha pica na buceta dela.
Na tela, pude ver como a pica do Augusto começava a cuspir grandes quantidades de porra, que foi habilmente distribuída entre a cara da Brenda e a da Gisela. As duas estavam lindas e me deu muito tesão ver a Brenda com a carinha cheia de leite, por algum motivo nunca imaginei que aquela mina pudesse acabar numa situação dessas.
A melhor parte chegou quando Brenda beijou Gisela e, entre elas, foram trocando o esperma de uma boca pra outra. Isso eu só tinha visto em vídeos pornô na internet e não podia acreditar que minha própria irmã tinha se metido numa situação dessas. Deram vários chupões na pica e não pararam de se beijar e lamber até que a cara das duas ficou completamente limpa de porra.
—Você gostou do vídeo? — perguntou Gisela.
—É a melhor coisa que eu já vi na vida.
—Se quiser, passo pra você.
―Hmm… será que a Brenda não vai se incomodar?
—Não se preocupa, eu cuido da Brenda. Além disso, depois daquele dia, minha amizade com ela ficou muito mais forte.
—E aí, beleza?
―Hum… mais ou menos isso.
O vídeo mudou na tela do celular. Brenda continuou de joelhos, a camisa dela estava aberta e dava pra ver os peitinhos dela aparecendo. Tavam gravando ela de cima, igual o Augusto tinha feito, mas agora ela não tava chupando um pau… ela tava comendo uma buceta gostosa. A língua dela explorou o clitóris e depois a boca dela grudou igual uma ventosa nos lábios vaginais.
―Essa é a sua buceta? ―Perguntei.
―Sim. Uns dias depois do que rolou com o Augusto, a Brenda chegou toda animada. Me disse que eu tinha mudado a vida dela… e bom, que a psicóloga dela também teve muito a ver com isso. Me falou que não tinha mais medo de experimentar coisas novas… e que tava morrendo de vontade de me retribuir o favor. Isso me encheu de alegria. Assim que tivemos a oportunidade, a gente se trancou na cozinha dos fundos e eu abri as pernas pra ela. Achei que ela ia se arrepender, que ainda não tava pronta pra dar esse passo, mas você viu…
—Chupou com muito tesão… como se já tivesse feito isso antes.
―Você acha isso?
―Hmm… não sei. Não faço ideia do quão ousada a Brenda pode ser, mas tenho a impressão de que essa não é a primeira buceta que ela come. Espero não ter dito nada de errado.
—Não, bobo. Eu não sou ciumenta. Se ele chupou uma buceta antes da minha, só consigo ficar mais feliz. Na real, me daria muito tesão saber que ele chupou buceta antes daquele dia. Quando tiver a chance, vou perguntar pra ele.
Continuei roçando meu pau entre os lábios da buceta dela, já tava fazendo isso no automático e nem percebi que, talvez, tava indo longe demais.
—Que dura que tá essa sua pica —o comentário inesperado da minha irmã me deixou sem reação.
―Desculpa, eu…
—Não seja bobo, Nahuel. Não tô te recriminando nada. Pelo contrário. Depois do que te contei… e do que te mostrei, fico feliz que você esteja com ela tão dura. Sabe quem mais vai ficar feliz de ver ela assim?
—Celeste?
—Exatamente. Que tal a gente mandar umas fotos picantes pra ele? Daquelas que ele adora.
―Hum… só se for porque você quer.
—Me faria bem, pra esquecer um pouquinho dos problemas. Eu também me divirto com essas fotos, não pense que não.
―Tá bom, se for pra se divertir um pouco, aceito.
Ela me passou o celular dela. Tirou o lençol que nos cobria e se deitou de barriga pra cima na cama, com as pernas bem abertas. Pude ver a buceta molhada dela, com os lábios abertos.
Fica na minha frente — ele disse. — Pra tua pica aparecer bem… e obviamente a minha buceta também.
―Hum… beleza.
Ajoelhei na frente dela. Apontei meu pau pra frente e ele ficou bem em cima da buceta dela. Tirei as primeiras fotos tentando pensar que, no fim das contas, tava fazendo isso pra Gisela esquecer dos problemas dela, pelo menos por um tempinho.
—Se entrar um pouquinho, não vou ficar brava — disse Gisela.
Eu fiquei parado, olhando pra ela de boca aberta. Ela sorria com toda a tranquilidade.
—Tem certeza?
—Só estamos… brincando um pouquinho, Nahuel. E tenho certeza de que a Celeste vai adorar ver uma parada dessas. Mas, se você não quiser…
―Em… sim, quero… sim, quero ― me apressei em dizer.
Tava excitado e não era a primeira vez que me via metido numa cena dessas com a Gisela. Dessa vez, tava mais preparado.
Apontei meu pau pro buraco da buceta dela e comecei a empurrar devagar. Em questão de segundos, pude ver minha cabeça sumindo dentro dela. Ufa… que molhadinha que ela tá!
—Um pouquinho mais — ela pediu.
Eu obedeci. Enfiei um pouco além da glande, cada vez ficava melhor. Aproveitei pra tirar umas fotos, não tanto pensando na Celeste, mas sim pensando em mim. Queria ter aquelas imagens na minha mão, pra futuras punhetas. Me senti meio culpado por ficar tão excitado assim com minha própria irmã, mas nem todo mundo tem uma irmã tão gostosa e disposta como a Gisela. Além disso, não tava enfiando tanto assim.
—Vai, mais um pouquinho, sem medo —ela me disse.
Olhei pra ela como se quisesse confirmar que aquelas palavras tinham saído da boca dela. Percebi que a mesma coisa da última vez tava rolando. Ainda não sei o que é, nem do que se trata… é como se minha irmã, de repente, esquecesse todas as suas inibições.
Enfiei mais meu pau, por puro instinto. Minha libido também pedia pra eu fazer isso e não consegui me segurar. Aos poucos, meu membro foi sumindo dentro dessa buceta. Não foi muito difícil enfiar, ela estava bem dilatada e a xereca dela lubrificava de forma excelente.
—Mais fundo…
Comecei a me mover de trás pra frente, tipo... como se tivesse metendo nela. Dava pra ver meu pau saindo quase todo e depois afundando de novo, entrando um pouco mais fundo a cada nova enfiada.
—Mmmm… assim que eu gosto mais —disse Gisela, soltando um gemido—. Tava precisando de um pouquinho disso.
Empurrei com mais força e percebi que minha pica já tinha entrado toda, não dava pra ir mais fundo.
—Ai, mas que grande que é! Acho que a Celeste vai curtir pra caramba se um dia se conhecerem pessoalmente.
—É o que eu espero — falei.
Meu pau não parava de pulsar. Meu coração batia cada vez mais forte e, pra piorar, a Gisela começou a reboltar. De repente, senti um jato tímido de porra esguichando pra dentro da buceta da minha irmã. Eu tinha só uns segundos pra tirar o pau, senão ia fazer uma bagunça lá dentro.
No momento em que tentei me afastar dela, a Gisela me prendeu com as pernas fortes dela. Em vez de sair, a pica cravou de novo até o fundo e a enxurrada de porra começou. Ali, por puro tesão, não consegui evitar de meter forte nela. Acho que é uma reação natural. Eu tava gozando um tremendo orgasmo e meter dentro de uma buceta é muito diferente de fazer fora. Dava pra sentir meu sêmen se acumulando lá dentro e se misturando com os sucos vaginais da minha irmã.
Quando a ejaculação parou, ela afrouxou as pernas. Eu recuei e aconteceu o que tinha que acontecer: da buceta dela começou a escorrer uma quantidade enorme de líquido branco.
—Uai, neném… me deixou toda cheia de porra. A Celeste vai ficar doida quando ver isso. Espero que tu esteja tirando fotos.
―Hmm… sim, sim… claro…
Capturei várias imagens. A buceta dela parecia a de uma atriz pornô, a quantidade de porra escorrendo pra fora dela me surpreendeu, não conseguia acreditar que tudo aquilo tinha saído do meu pau. Mas… ela tava segurando há muito tempo enquanto recebia estímulos fortes. Toda a história da Gisela também contribuiu pra minha tesão crescer tanto.
A porta se abriu de repente. Não deveria ter me surpreendido de ver minha mãe ali, com a quantidade de vezes que isso aconteceu, já deveria estar acostumado. Mesmo assim, o coração foi pra boca, porque sabia que a cena jogava muito contra mim. Não dava pra negar que meu pau tava duro, que a Gisela estava na minha frente com as pernas abertas e a buceta escorrendo porra.
E agora o que vem? Gritos? Discussões? Brigas novas? Minha mãe ia ficar doida (mais do que o normal) e me expulsar a pontapés pra rua por ter enfiado o pau numa das minhas irmãs.
Não, nada disso aconteceu. A Alicia me olhou sem expressão no rosto, como se estivesse morta por dentro. Com toda a calma, ela disse:
—Vocês podem se vestir? Alguém vai chegar e acho que o mais decente é estar de roupa.
—O quê? Do que você tá falando, mãe? — perguntei incrédulo.
Será que a quarentena foi suspensa de uma hora pra outra? Será que o presidente anunciou que toda essa história do vírus foi um exagero e que no fundo não era nada demais?
—Como assim, vai vir alguém? — perguntou Gisela.
—Sim, convidei alguém, que já deve estar chegando. Vistam alguma roupa, espero vocês na sala.
Ela saiu sem dar mais explicações. Gisela e eu nos olhamos do jeito que dois enfermeiros num hospício se olham quando veem as loucuras que os pacientes fazem.
—Será que ela já perdeu a noção da realidade? —Perguntei.
—Não faço ideia, mas quero descobrir. Vai rápido pro teu quarto pegar umas roupas, vou me lavar e, quando estiver vestida, vou direto pra sala. Anda logo, porque se for verdade que alguém tá chegando, talvez a gente não tenha muito tempo.
A Gisela tava certa, se tudo era verdade, eu tinha que atravessar a sala de estar completamente pelado pra ir pro meu quarto. Saí do cômodo quase correndo. No caminho, trombei com a Pilar, que já tinha vestido uma calça e tava colocando uma camiseta rosa choque. Ela ainda teve a decência de colocar um sutiã.
—Você sabe o que tá rolando? —Perguntei pra ela.
—Não faço a menor puta ideia. Tô tão perdida quanto você. Vai se vestir, rápido.
Segui meu caminho. No meu quarto, encontrei a Ayelén, completamente pelada, e minha tia Cristela, que estava colocando umas roupas.
—Você também caiu na história de que vai vir alguém? — Disse Ayelén.
—Não sei… mas por via das dúvidas quero estar vestido. Cê sabe de alguma coisa, tia?
―Não, nada; mas a Macarena sabe de algo, e se ela vestiu roupa, eu também. Você devia fazer o mesmo, Aye… ou então fica aqui dentro.
—Vocês acham mesmo que a tia vai deixar alguém entrar no meio dessa pandemia? Com o medo que ela tem do vírus…
—Vi minha irmã fazer coisas muito mais loucas que essa — garantiu Cristela —. Essa mulher é um mistério. Nunca se sabe quando o mundo dela vai dar uma virada de 180 graus.
Eu tava colocando o short quando a campainha tocou. Os olhos da Ayelén se arregalaram tanto que quase pularam pra fora. A Cristela deu um sorrisinho de vitória que só podia significar: “Falei pra você”. Me apressei pra vestir uma camiseta e eu e minha tia saímos do quarto, fechando a porta atrás da gente, pra quem chegou não ver a Ayelén pelada.
Na sala de estar estavam minha mãe e minhas quatro irmãs, todas vestidas… quase parecíamos uma família normal.
Quem tomou as rédeas da situação foi a Macarena, chegou perto da porta toda sorridente e disse:
—Tão prontos pra surpresa? —Todo mundo (menos minha mãe) trocou olhares confusos. Ninguém falou nada—. Bom, prontos ou não… lá vou eu, também não vou deixar ela esperando na rua o dia inteiro.
Ela abriu a porta de uma vez só gritando: "Tchan-ran", como se fosse um mágico fazendo um truque fenomenal.
—E quem é essa? — perguntou Tefi, que estava ainda mais confusa do que antes.
Eu não precisei perguntar a mesma coisa, consegui reconhecê-la na hora, mas meu cérebro não funcionava. Não entendia por que ela estava na minha casa. Até parecia irreal, como se eu estivesse vendo uma imagem holográfica e não um fantasma. Instintivamente, olhei pra Gisela. De longe, ela era a mais chocada de todas. Até percebi que umas lágrimas escorriam dos olhos dela.
— Brenda? —perguntou—. Que…? Mas… O que cê tá fazendo aqui?
A aludida sorriu com timidez, as bochechas dela estavam vermelhas pra caralho, o que deixava ela ainda mais gostosa, parecia uma personagem kawaii de anime japonês.
—Oi, Gise. Quanto tempo.
Os olhares do público foram como os de uma partida de tênis, pulando de Gisela pra Brenda, indo e voltando, como se não quisessem perder nem a menor reação das duas.
—Não tô entendendo nada — disse Gisela.
—Entra, gostosa. Não fica na rua — disse Macarena, com toda naturalidade —. Fica à vontade. Vem, deixa eu te ajudar com isso.
Naquele momento, percebi que do lado da Brenda tinha uma mala, como se ela estivesse prestes a viajar, ou como se estivesse pensando…
—Você vai ficar muito tempo aqui? — Perguntou Tefi. Não teve maldade no comentário dela, embora talvez tenha soado meio agressivo, como se dissesse: “Por que uma desconhecida trouxe uma mala pra casa?”
—Vai ficar o tempo que for preciso —disse minha mãe. E se até agora eu não entendia nada, agora entendo ainda menos… se é que isso é possível.
—Mas…? Este… ah… —começou a gaguejar Gisela—. Alguém pode me explicar que porra tá acontecendo?
—É uma surpresinha que a gente preparou, eu e a mamãe — disse Macarena, enquanto arrastava a mala pra dentro de casa. — Falei com ela e sobre… hmm… como você tá sofrendo nessa quarentena. Mamãe queria te recompensar de algum jeito pela… hmm… pela falta de tato dela. Você me contou sobre a Brenda e… como vocês são amigonas. Achei uma ideia genial a Brenda vir passar uns dias aqui em casa.
—Não acha que já somos gente demais? —A pergunta veio do meu quarto, Ayelén apareceu vestindo uma camiseta rosa simples que marcava bem os bicos dos peitos e um short jeans que já viu dias melhores. —Os quartos nem dão pra todo mundo que já tá aqui. Onde essa mina vai dormir?
—No quarto da Gisela — disse Macarena, com toda naturalidade —. Onde mais?
Naquele momento, Gisela encarou a Alicia fixamente.
—É isso aí — disse minha mãe —. Ele pode ficar no seu quarto.
—Mãe, cê sabe o que isso significa? — perguntou Gisela.
—Sim, sei o que significa. A Brenda pode ficar… contanto que você queira que ela fique.
—Claro que quero que ela fique —respondeu Gisela—. Mas… filha —olhou pra Brenda—. Por que você veio? Quer dizer… tipo… ai, não tô entendendo nada.
―Fica tranquila, Gisela ―disse Brenda―. Também tô meio confusa, tudo isso aconteceu muito rápido. A explicação simples é que a Macarena me ligou ontem e me contou o que rolou entre você e sua mãe. Também deixou claro que sua mãe tá muito arrependida do comportamento dela…
―Não adianta nada você falar isso.
—Te prometo que a gente vai falar sobre isso —garantiu Alice—. Agora, o que importa é que você curta o tempo com sua... hum... amiga.
— Essa é sua namorada?
—Ai, Pilar! —Protestou Tefi—. Não faz essas perguntas, não. Não liga pra ela, Brenda. Pilar é assim. Pra ela, todo mundo vive num romance, e não me surpreenderia se amanhã ela perguntar quando vocês vão casar.
Brenda riu nervosa e ficou ainda mais vermelha.
Bom, desculpa, não queria incomodar" — Pilar se desculpou. "É que… hum… só quero dizer que fico feliz que você tenha vindo. Agora mesmo a Gisela precisa de uma boa amiga, mais do que nunca.
—Fico feliz de ser bem recebida. Obrigada —disse Brenda, baixando a cabeça—. Tá feliz em me ver, Gise?
Gisela não respondeu, mas se aproximou e deu um abraço forte nela. Aí eu percebi a grande diferença de tamanho entre as duas. Gisela não só é mais alta, como também tem as costas mais largas e as tetonas dela ofuscam completamente os peitinhos da Brenda. Mesmo assim, elas formam um casal bonito. Percebi que a Gisela estava chorando, acho que todo mundo notou, por isso a Cristela quis desviar um pouco a atenção.
— Ei, Alicia —ela disse—. Adoro que a amiga da Gisela venha nos visitar, mas… isso não vai contra a sua quarentena super rigorosa?
—Tava pensando a mesma coisa — disse Tefi.
—Sei que parece estranho eu deixar alguém de fora da família entrar de repente —disse Alicia—. Mas tô tranquila, conversei com a Brenda e ela me garantiu que nesses meses não teve contato com ninguém além da irmã ou da mãe dela. Acredito nela.
—E se conhecessem minha mãe — disse Brenda, ainda presa nos braços fortes de Gisela —, todo mundo acreditaria em mim. Com a minha mãe, o isolamento foi o mais rigoroso que vocês podem imaginar.
—É difícil imaginar algo mais rígido que isso — disse Ayelén. — Essa casa parece Guantánamo.
—O que é Guantánamo? —Perguntou Pilar.
—Uma prisão onde não respeitam os direitos humanos — respondeu minha prima.
Não exagera, Aye —interveio Macarena—. Eu diria que isso é mais como uma cadeia na Guatemala. Tamo trancadas, mas vivendo na maior anarquia.
—E falando nisso — disse Alice —, espero que vocês saibam se adaptar à nossa nova convidada e que a façam se sentir à vontade durante a estadia dela.
Isso só podia significar: "Acabou essa história de andar pelados". Doeu fundo na alma, já tinha me acostumado a ver mulheres peladas dentro de casa. Mas se é pela Gisela, posso sacrificar isso. Só quero que ela seja feliz.
—E como conseguiram te convencer a vir? — Perguntou Gisela.
—Não precisaram fazer muito — garantiu Brenda —. Já não aguentava mais minha mãe. Precisava sair de casa, urgente. A quarentena bateu forte nela. Fica o dia inteiro puta. Precisava de um ar novo.
— E ela tá de acordo que você veio? — quis saber Gisela.
—Nem pedi opinião. Só falei que ia pra casa de uma amiga por uns dias, e que se depois ele não quisesse abrir a porta, então penso em ir pra um hotel. Já tô de saco cheio das regras rígidas de convivência dele.
—Essa mina me cai bem —disse Tefi—. Eu também sou a favor de que as regras de convivência devem estar pra facilitar a vida, não pra complicar.
Uma indireta (bem direta) pra minha mãe. Alicia fez um biquinho com os lábios que deixou claro que entendeu o recado na lata.
— E falando em regras de convivência — disse Alice —, tenho outra surpresinha. — Apontou para umas caixas em cima da mesa da sala. Eu nem tinha reparado nelas. O mais estranho é que, junto das caixas, tinha uma furadeira de parede, que estava encostada há anos. — Comprei trincos para as portas. No momento, as únicas portas que têm trinco são a do meu quarto e a do quarto da Tefi. Acho que já tá na hora de todos os quartos ficarem na mesma condição. Pra vocês poderem fechar as portas se quiserem ter um momento de privacidade. O Nahuel vai cuidar de instalar.
—Isso me parece ótimo —falei—, tomara que assim uma mina que eu conheço perca o costume de abrir as portas sem bater.
—Cê falou isso por minha causa? —Perguntou Macarena.
—Na real, não… mas acho que esse poncho também cai bem em você. Cê é bem metida.
—Já vai ver, anão. Já vamos acertar as contas.
—Não me obriga a colocar o trinco da sua porta do lado de fora.
—Isso seria genial —disse Tefi, rindo—. De quebra, pode fazer o mesmo com a Ayelén.
A aludida não respondeu, deu meia-volta e se trancou batendo a porta.
—Ela é sempre tão gostosa assim? — Perguntou Brenda.
Não, às vezes é pior… e quem te fala isso sou eu, que sou a mãe. Não sei de quem ela puxou esse jeito tão chato. Até parece filha da minha irmã.
Todo mundo riu daquele comentário. Brenda tentou cobrir a boca pra não faltar com respeito pra Alicia, mas foi inútil, dava pra ver o sorriso dela de longe.
—Bem, Nahuel —disse minha mãe—. Você poderia colocar a trava no quarto da Gisela, pra dar um pouco de privacidade pras meninas? Tenho certeza de que elas têm muito o que conversar.
—Em… tudo bem —falei—, mas não faço a menor ideia de como usar uma furadeira.
—Que garoto inútil! —disse minha tia—. Vem, eu te ajudo. No fim das contas, eu montei tudo no meu salão, até pendurei a placa na entrada.
Cristela e eu fomos pro quarto da Gisela, e quase na hora minha irmã mais velha e a... namorada dela? se juntaram a gente. Elas sentaram na cama e começaram a bater um papo.
—Não acredito que isso tá acontecendo — disse Gisela —. Sinto que tenho que explicar um monte de coisas pras minhas irmãs… e pra minha mãe. Não quero que elas criem uma ideia errada sobre a nossa relação.
—Olha, Gise —disse Cristela, depois de fazer o primeiro furo perto da porta, onde ia parafusar uma das partes da tranca—. Acho que todo mundo aqui em casa sabe o que rola entre vocês. O melhor é vocês tentarem se sentir à vontade.
—Valeu, tia. Sabe o que é mais curioso em tudo isso, Brenda? Que bem antes de você chegar, eu tava falando de você com meu irmão. Tava contando pra ele como a gente se conheceu e umas paradas que a gente fez juntas.
—Hã? E que coisas a gente fez juntas que dá pra contar pro seu irmão? —A Brenda parecia assustada.
—Não se preocupa, gata —tranquilizou Gisela—. Eu tenho muita intimidade com o Nahuel. Posso contar qualquer coisa pra ele, e tenho certeza de que você vai se acostumar com ele. Quando se conhecerem melhor, aposto que vão se dar super bem.
Naquele momento, lembrei que a Gisela tentou me convencer a escolher a Brenda como "amiga pra conhecer", e eu preferi a Celeste. Agora tô bem confuso. Será que a Gisela quer ela como namorada dela… ou como a minha?
Claro, não posso perguntar isso pra ela agora. Me apressei pra terminar meu trampo, igual um funcionário, tentando não me meter em conversa alheia. A parte dos parafusos não foi tão difícil, mas sem a ajuda da tia Cristela eu teria feito uma cagada monumental. Saímos de lá bem na hora.
—Quanto cê acha que vão demorar pra tirar a roupa? —Perguntou minha tia, num tom baixinho.
—Acho que já devem estar peladas. —Nesse instante, minha mãe passou por mim, indo pro quarto dela—. Ei, tia, espera um pouquinho, antes preciso falar com minha mãe.
―Tá bom, mas não me faz esperar muito, temos que aproveitar que a Macarena tá desprevenida pra colocar a trava do lado de fora.
Ri do comentário dela, não respondi nada porque precisava falar com a Alicia urgente. Quando entrei no quarto dela, encontrei ela dobrando lençóis em cima da cama.
Mãe, queria te dizer que o que você viu no quarto da Gisela foi um mal-entendido, eu… hum…
—Sei muito bem o que eu vi, Nahuel —disse ela, com um tom severo—. E a gente já vai conversar sobre isso —meu saco subiu pra garganta—. Vamos deixar pra depois do jantar. Hoje à noite você vai dormir no meu quarto. Tá claro?
―Sim, mamãe.
Saí de lá de cabeça baixa. Sabia que, depois do que aconteceu, ia ter que dar muita explicação. Pelo menos tinha um tempinho extra pra inventar umas desculpas ou algum truque pra desviar a atenção dela.
Ao passar na frente da porta do quarto da Gisela, ouvi um gemido bem claro. Conheço a voz da minha irmã e sei que aquele gemido só podia ter vindo da Brenda. A pica ficou dura só de imaginar aquela gostosa pelada, de pernas abertas… e a Gisela chupando a buceta dela.
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Capítulo 34.
Brenda.
As batidas do meu pau eram tão fortes que achei que ia explodir. Depois das experiências que tive com minha mãe, e até com outras das minhas irmãs, já devia me sentir tranquilo diante desse tipo de situação… ou pelo menos era o que eu pensava. Mas nem uma fibra do meu corpo consegue relaxar sabendo que estou tão perto da Gisela e que a buceta dela, molhada e quentinha, está deslizando por todo o comprimento do meu pau. Não, definitivamente não tem como ficar tranquilo numa situação dessas, nem daqui a um milhão de anos.
—Bom, onde é que eu parei? — Perguntou minha irmã mais velha.
—Você me disse que a Brenda te contou sobre a fantasia dela de fazer algo safado no trabalho, e que isso fez você enxergar ela como um ser humano.
―É isso aí. Naquele dia eu entendi que todo mundo tem alguma fantasia sexual… até minha mãe deve ter as dela, mesmo que não admita. Não tem nada de errado nisso. Aliás, mesmo que algumas dessas fantasias sejam meio loucas, isso não significa que a pessoa realmente queira realizá-las. Na verdade, é mais algo em que ela pensa enquanto se masturba… ou quando transa com outras pessoas.
—Entendo. É tipo quando a Celeste fala que tem tesão em imaginar você transando comigo…
—Sim, exatamente, e dá ainda mais tesão saber que é algo socialmente proibido. E mesmo que isso seja só uma fantasia… bem, a gente alimenta um pouquinho com as fotos que mandamos pra ele. Tenho certeza de que ele se acaba na punheta olhando pra ela. Outro dia ele comentou que essas fotos salvaram ele da monotonia da quarentena.
—Fico muito feliz por ela. É meio pervertida, mas eu gosto dela.
—E foi justamente a Celeste quem me enfiou umas ideias malucas sobre a Brenda.
— Ela queria que você transasse com a Brenda? — perguntei.
—Não exatamente. Ela me convenceu de que eu podia ajudar a Brenda a realizar a fantasia dela, dar uma força. Assim, as duas sairiam ganhando. Brenda ia se divertir pra caralho e eu não me sentiria uma aberração por dar vazão aos meus desejos sexuais. Você não faz ideia do que é sentir que tem algo errado com você só porque fica excitada, ou porque curte o ato sexual. Ninguém deveria viver com essa culpa.
—Mamãe vive com essa culpa há anos — comentei —, e o pior de tudo é que passou isso pra todas as filhas dela.
―É isso mesmo. Porque de um jeito ou de outro, todas nós fomos afetadas. Percebi que com a Brenda acontecia algo parecido, ela também tem uma mãe muito puritana e rígida, até mais que a nossa… pelo menos na aparência. Tenho certeza de que a mãe da Brenda jamais aceitaria andar pelada na frente da filha. Nem de lingerie. Pelo visto, a Sabrina ajudou a Brenda a se sentir um pouquinho melhor consigo mesma… e com a anatomia feminina dela. Isso foi tão forte que a Brenda começou a postar umas fotos de biquíni no Instagram dela, o que me surpreendeu pra caralho. Ela se animou porque a mãe dela não faz ideia do que é Instagram, não entende nada de celular ou redes sociais.
A Gisela me mostrou as fotos que ela falou e eu descobri que a Brenda, além de ter um rostinho muito gostoso, também tinha um corpo muito bem cuidado. Até me deu a impressão de que malhava pra caralho, os abdominais dela eram levemente definidos. Comentei esse detalhe com a minha irmã.
—Isso também é por causa do tratamento da Sabrina — comentou a Gisela —. A psicóloga sugeriu que ela arrumasse alguma atividade fora do trabalho que deixasse ela passar umas horas longe de casa, sem ficar pensando na mãe. A Brenda escolheu se matricular numa academia.
―E dá pra ver que passou muitas horas ali.
—Sim, ela mesma notou essa mudança física. Esse foi outro sinal que me ajudou a entender que a Brenda precisava dar um tempo da mãe dela. Ela precisava fazer coisas fora do trabalho, com as amigas. E, pelo que a Sabrina contou, essa fantasia de fazer "algo proibido" dentro do escritório era porque a Brenda queria sentir a rebeldia pelo menos uma vez na vida. Fazer isso ajudaria ela a dizer: "Olha, mãe, tô fazendo isso… e sem a sua permissão".
―Talvez por isso mesmo que a Macarena é tão rebelde.
—Sim, tenho certeza de que é por isso —garantiu Gisela—. E acho que foi por isso mesmo que eu me mobilizei pra ajudar a Brenda a realizar a fantasia dela. Como ela é recepcionista, geralmente passa muito tempo conversando com o Augusto, o segurança. É um cara jovem, não deve ter mais de trinta e dois anos, e é super gente boa, simpático e prestativo. Sempre cumprimenta todo mundo com um sorriso… especialmente a Brenda. Não precisa ser muito observador pra perceber que o Augusto sente algo por ela, esse algo pode ir desde um romance até uma simples vontade de comer ela. Qualquer uma das duas opções me servia. Comecei a falar pra Brenda sobre o Augusto e como ele olhava pra ela, ela disse que era absurdo, que aquele cara nunca ia reparar nela. Mas eu insisti e pedi pra gente fazer um teste… eu assumi o lugar da Brenda atrás do balcão e ela se aproximou pelo lado dos clientes e se apoiou. Isso fez com que a bunda dela ficasse bem empinada… pra completar, naquele dia ela estava usando uma calça que já estava meio apertada… com tanto exercício, a bunda dela ficou mais volumosa. Ao mesmo tempo, eu me inclinei pra frente, deixando os peitos aparecerem um pouco no decote. Durante todo aquele tempo que ficamos ali, o Augusto não conseguiu olhar pra outra coisa que não fosse a bunda da Brenda. Eu dizia, sussurrando: “Ele tá olhando sua bunda sem nenhum disfarce”. Ela achou a situação engraçada e até levantou a raba um pouco mais, pra dar um show mais interessante pra ele.
—E em nenhum momento ele olhou pra suas tetas? — perguntei.
—Sim, eu olhei bastante… mas passei muito mais tempo focado na bunda da Brenda. Desde aquele dia começamos com essas brincadeiras, procurando jeitos de o Augusto poder olhar o decote ou a bunda da Brenda, ou dela roçar no volume dele como sem querer. Tudo estava indo muito bem, até o Augusto se animou a convidar ela pra sair, mas ela recusou, porque é muito medrosa. Falei com o Augusto e disse pra ele não levar a mal, a Brenda precisava de tempo pra aceitar que não tinha nada de errado em sair com um colega de trabalho. E então, minha insistência foi ficando cada vez mais forte e mais direta. Comecei a meter na cabeça dela a ideia de levar ele pra cozinha dos fundos e chupar a pica dele. Quando falei isso, a Brenda achou bem divertido, admitiu que a ideia era excitante; mas disse que nunca teria coragem de fazer uma coisa dessas.
O que mais me excitava era o jeito que a minha glande brincava com a buceta da Gisela. Às vezes deslizava sobre aquela superfície molhada e quente, e outras vezes eu sentia como se ela ameaçasse entrar no buraco. Isso me lembrou muito daquela vez que estive com a Pilar na cama.
—E no final, ela se animou a fazer alguma coisa? — perguntei. — Pelo menos beijar ele…
―Bom, no começo eu não insisti muito. Não é meu estilo. Mas não esquece que tinha alguém enchendo minha cabeça. Celeste começou a me dizer que Brenda só ia se soltar se eu tomasse a iniciativa. Ela teve a ideia de eu deixar Brenda e Augusto trancados na cozinha e não deixar eles saírem até que rolasse algo entre os dois. Eu achei a tática meio arriscada e nem pensei muito nisso. Mas um dia, Augusto entrou na cozinha enquanto eu e Brenda conversávamos. Ele avisou que todo mundo já tinha ido embora e que ele precisava ficar mais umas duas horas, até a troca de guarda. Aí lembrei do plano da Celeste. Eu tinha que tomar a iniciativa, senão Brenda não ia se animar a fazer nada. E sim, sou medrosa e tenho muita dificuldade em deixar minha parte sexual sair, mas Brenda é pior que eu. Isso me deu coragem. Cheguei perto do Augusto e agarrei o pacote dele. O cara ficou pálido, me olhou como se eu tivesse fugido de um hospício. Sorri e falei: "Se não tem ninguém no escritório, a gente pode aproveitar pra se divertir um pouco." O coitado não devia entender nada, ele não sabia das intenções que eu e Brenda tínhamos. Sabia que minha amiga não ia reagir na hora. Ela ficou parada, me olhando com os olhos quase saindo das órbitas. Naquele momento, eu quase me senti como a Celeste, quando ela tomou a iniciativa e me ajudou a me soltar um pouquinho. "Começo eu", falei. E na hora me abaixei, tirei a rola do Augusto e meti na minha boca.
—Ufa… coitado. Não deve ter entendido nada.
—Não, mas isso não impediu ela de aproveitar o momento. E o que rolou depois nem preciso te contar, posso te mostrar.
Ele colocou a tela do celular na minha cara e começou a rodar um vídeo. Lá pude ver a própria Gisela, de joelhos, com uma rola bem grossa na boca.
— Pedi pro Augusto gravar tudo — disse minha irmã —. Queria guardar de lembrança.
—Pra ser sapatão, tu mete muito tesão nessa coisa de chupar piroca.
—Já te falei, gostar de mulher não quer dizer que de vez em quando eu não possa curtir uma pica. Sei que soa meio mal, mas naquele momento eu não tava nem aí pro Augusto, só me importava a pica dele… e a reação da Brenda.
—Claro, o cara era feito um brinquedo.
—Algo assim… sei que não soa bem, mas… é a verdade. Toda a minha atenção estava nela.
Vi na tela que apareceu a Brenda, com um sorriso tímido. Ela se ajoelhou ao lado da Gisela e por uns segundos ficou admirando como ela chupava aquela pica grossa. Aí a Gisela ofereceu pra ela. Brenda hesitou e se segurou enquanto sorria, dava pra ver que tava morrendo de vergonha. Nessa hora a Gisela falou: “Vai, gata… é agora ou nunca. Tem que aproveitar essas oportunidades quando aparecem.”
Brenda mordeu o lábio inferior e, por fim, balançou a cabeça. Olhou nos olhos de Augusto, ou talvez só na câmera do celular, e abriu a boca. Ficou parada, imóvel, e foi a Gisela quem guiou o pau até dentro da boca de Brenda. Uma vez lá, ela começou a chupar com timidez.
Não sei se o vídeo cortou num momento, ou se o Augusto decidiu parar de gravar por uns minutos. Teve um pulo no tempo bem claro, porque a Brenda passou de dar umas lambidas tímidas pra chupar aquela rola com uma vontade de atriz pornô. Ela engolia tudo. Era impressionante. E eu sei que teve um pulo no tempo porque agora a Gisela tava mais despenteada e a cara dela tava cheia de fios de saliva. Ela também tava dando umas boas chupadas e eu consegui ver algumas quando a Brenda passou a rola pra ela.
Assim, entre as duas, foram se revezando pra comer ela toda.
Olhar isso com minha irmã pelada tão perto de mim me deixou a mil. Tava com uma vontade louca de bater uma punheta, mas ao mesmo tempo não queria sair daquele lugar, então a melhor opção foi aumentar as roçadas da minha pica na buceta dela.
Na tela, pude ver como a pica do Augusto começava a cuspir grandes quantidades de porra, que foi habilmente distribuída entre a cara da Brenda e a da Gisela. As duas estavam lindas e me deu muito tesão ver a Brenda com a carinha cheia de leite, por algum motivo nunca imaginei que aquela mina pudesse acabar numa situação dessas.
A melhor parte chegou quando Brenda beijou Gisela e, entre elas, foram trocando o esperma de uma boca pra outra. Isso eu só tinha visto em vídeos pornô na internet e não podia acreditar que minha própria irmã tinha se metido numa situação dessas. Deram vários chupões na pica e não pararam de se beijar e lamber até que a cara das duas ficou completamente limpa de porra.
—Você gostou do vídeo? — perguntou Gisela.
—É a melhor coisa que eu já vi na vida.
—Se quiser, passo pra você.
―Hmm… será que a Brenda não vai se incomodar?
—Não se preocupa, eu cuido da Brenda. Além disso, depois daquele dia, minha amizade com ela ficou muito mais forte.
—E aí, beleza?
―Hum… mais ou menos isso.
O vídeo mudou na tela do celular. Brenda continuou de joelhos, a camisa dela estava aberta e dava pra ver os peitinhos dela aparecendo. Tavam gravando ela de cima, igual o Augusto tinha feito, mas agora ela não tava chupando um pau… ela tava comendo uma buceta gostosa. A língua dela explorou o clitóris e depois a boca dela grudou igual uma ventosa nos lábios vaginais.
―Essa é a sua buceta? ―Perguntei.
―Sim. Uns dias depois do que rolou com o Augusto, a Brenda chegou toda animada. Me disse que eu tinha mudado a vida dela… e bom, que a psicóloga dela também teve muito a ver com isso. Me falou que não tinha mais medo de experimentar coisas novas… e que tava morrendo de vontade de me retribuir o favor. Isso me encheu de alegria. Assim que tivemos a oportunidade, a gente se trancou na cozinha dos fundos e eu abri as pernas pra ela. Achei que ela ia se arrepender, que ainda não tava pronta pra dar esse passo, mas você viu…
—Chupou com muito tesão… como se já tivesse feito isso antes.
―Você acha isso?
―Hmm… não sei. Não faço ideia do quão ousada a Brenda pode ser, mas tenho a impressão de que essa não é a primeira buceta que ela come. Espero não ter dito nada de errado.
—Não, bobo. Eu não sou ciumenta. Se ele chupou uma buceta antes da minha, só consigo ficar mais feliz. Na real, me daria muito tesão saber que ele chupou buceta antes daquele dia. Quando tiver a chance, vou perguntar pra ele.
Continuei roçando meu pau entre os lábios da buceta dela, já tava fazendo isso no automático e nem percebi que, talvez, tava indo longe demais.
—Que dura que tá essa sua pica —o comentário inesperado da minha irmã me deixou sem reação.
―Desculpa, eu…
—Não seja bobo, Nahuel. Não tô te recriminando nada. Pelo contrário. Depois do que te contei… e do que te mostrei, fico feliz que você esteja com ela tão dura. Sabe quem mais vai ficar feliz de ver ela assim?
—Celeste?
—Exatamente. Que tal a gente mandar umas fotos picantes pra ele? Daquelas que ele adora.
―Hum… só se for porque você quer.
—Me faria bem, pra esquecer um pouquinho dos problemas. Eu também me divirto com essas fotos, não pense que não.
―Tá bom, se for pra se divertir um pouco, aceito.
Ela me passou o celular dela. Tirou o lençol que nos cobria e se deitou de barriga pra cima na cama, com as pernas bem abertas. Pude ver a buceta molhada dela, com os lábios abertos.
Fica na minha frente — ele disse. — Pra tua pica aparecer bem… e obviamente a minha buceta também.
―Hum… beleza.
Ajoelhei na frente dela. Apontei meu pau pra frente e ele ficou bem em cima da buceta dela. Tirei as primeiras fotos tentando pensar que, no fim das contas, tava fazendo isso pra Gisela esquecer dos problemas dela, pelo menos por um tempinho.
—Se entrar um pouquinho, não vou ficar brava — disse Gisela.
Eu fiquei parado, olhando pra ela de boca aberta. Ela sorria com toda a tranquilidade.
—Tem certeza?
—Só estamos… brincando um pouquinho, Nahuel. E tenho certeza de que a Celeste vai adorar ver uma parada dessas. Mas, se você não quiser…
―Em… sim, quero… sim, quero ― me apressei em dizer.
Tava excitado e não era a primeira vez que me via metido numa cena dessas com a Gisela. Dessa vez, tava mais preparado.
Apontei meu pau pro buraco da buceta dela e comecei a empurrar devagar. Em questão de segundos, pude ver minha cabeça sumindo dentro dela. Ufa… que molhadinha que ela tá!
—Um pouquinho mais — ela pediu.
Eu obedeci. Enfiei um pouco além da glande, cada vez ficava melhor. Aproveitei pra tirar umas fotos, não tanto pensando na Celeste, mas sim pensando em mim. Queria ter aquelas imagens na minha mão, pra futuras punhetas. Me senti meio culpado por ficar tão excitado assim com minha própria irmã, mas nem todo mundo tem uma irmã tão gostosa e disposta como a Gisela. Além disso, não tava enfiando tanto assim.
—Vai, mais um pouquinho, sem medo —ela me disse.
Olhei pra ela como se quisesse confirmar que aquelas palavras tinham saído da boca dela. Percebi que a mesma coisa da última vez tava rolando. Ainda não sei o que é, nem do que se trata… é como se minha irmã, de repente, esquecesse todas as suas inibições.
Enfiei mais meu pau, por puro instinto. Minha libido também pedia pra eu fazer isso e não consegui me segurar. Aos poucos, meu membro foi sumindo dentro dessa buceta. Não foi muito difícil enfiar, ela estava bem dilatada e a xereca dela lubrificava de forma excelente.
—Mais fundo…
Comecei a me mover de trás pra frente, tipo... como se tivesse metendo nela. Dava pra ver meu pau saindo quase todo e depois afundando de novo, entrando um pouco mais fundo a cada nova enfiada.
—Mmmm… assim que eu gosto mais —disse Gisela, soltando um gemido—. Tava precisando de um pouquinho disso.
Empurrei com mais força e percebi que minha pica já tinha entrado toda, não dava pra ir mais fundo.
—Ai, mas que grande que é! Acho que a Celeste vai curtir pra caramba se um dia se conhecerem pessoalmente.
—É o que eu espero — falei.
Meu pau não parava de pulsar. Meu coração batia cada vez mais forte e, pra piorar, a Gisela começou a reboltar. De repente, senti um jato tímido de porra esguichando pra dentro da buceta da minha irmã. Eu tinha só uns segundos pra tirar o pau, senão ia fazer uma bagunça lá dentro.
No momento em que tentei me afastar dela, a Gisela me prendeu com as pernas fortes dela. Em vez de sair, a pica cravou de novo até o fundo e a enxurrada de porra começou. Ali, por puro tesão, não consegui evitar de meter forte nela. Acho que é uma reação natural. Eu tava gozando um tremendo orgasmo e meter dentro de uma buceta é muito diferente de fazer fora. Dava pra sentir meu sêmen se acumulando lá dentro e se misturando com os sucos vaginais da minha irmã.
Quando a ejaculação parou, ela afrouxou as pernas. Eu recuei e aconteceu o que tinha que acontecer: da buceta dela começou a escorrer uma quantidade enorme de líquido branco.
—Uai, neném… me deixou toda cheia de porra. A Celeste vai ficar doida quando ver isso. Espero que tu esteja tirando fotos.
―Hmm… sim, sim… claro…
Capturei várias imagens. A buceta dela parecia a de uma atriz pornô, a quantidade de porra escorrendo pra fora dela me surpreendeu, não conseguia acreditar que tudo aquilo tinha saído do meu pau. Mas… ela tava segurando há muito tempo enquanto recebia estímulos fortes. Toda a história da Gisela também contribuiu pra minha tesão crescer tanto.
A porta se abriu de repente. Não deveria ter me surpreendido de ver minha mãe ali, com a quantidade de vezes que isso aconteceu, já deveria estar acostumado. Mesmo assim, o coração foi pra boca, porque sabia que a cena jogava muito contra mim. Não dava pra negar que meu pau tava duro, que a Gisela estava na minha frente com as pernas abertas e a buceta escorrendo porra.
E agora o que vem? Gritos? Discussões? Brigas novas? Minha mãe ia ficar doida (mais do que o normal) e me expulsar a pontapés pra rua por ter enfiado o pau numa das minhas irmãs.
Não, nada disso aconteceu. A Alicia me olhou sem expressão no rosto, como se estivesse morta por dentro. Com toda a calma, ela disse:
—Vocês podem se vestir? Alguém vai chegar e acho que o mais decente é estar de roupa.
—O quê? Do que você tá falando, mãe? — perguntei incrédulo.
Será que a quarentena foi suspensa de uma hora pra outra? Será que o presidente anunciou que toda essa história do vírus foi um exagero e que no fundo não era nada demais?
—Como assim, vai vir alguém? — perguntou Gisela.
—Sim, convidei alguém, que já deve estar chegando. Vistam alguma roupa, espero vocês na sala.
Ela saiu sem dar mais explicações. Gisela e eu nos olhamos do jeito que dois enfermeiros num hospício se olham quando veem as loucuras que os pacientes fazem.
—Será que ela já perdeu a noção da realidade? —Perguntei.
—Não faço ideia, mas quero descobrir. Vai rápido pro teu quarto pegar umas roupas, vou me lavar e, quando estiver vestida, vou direto pra sala. Anda logo, porque se for verdade que alguém tá chegando, talvez a gente não tenha muito tempo.
A Gisela tava certa, se tudo era verdade, eu tinha que atravessar a sala de estar completamente pelado pra ir pro meu quarto. Saí do cômodo quase correndo. No caminho, trombei com a Pilar, que já tinha vestido uma calça e tava colocando uma camiseta rosa choque. Ela ainda teve a decência de colocar um sutiã.
—Você sabe o que tá rolando? —Perguntei pra ela.
—Não faço a menor puta ideia. Tô tão perdida quanto você. Vai se vestir, rápido.
Segui meu caminho. No meu quarto, encontrei a Ayelén, completamente pelada, e minha tia Cristela, que estava colocando umas roupas.
—Você também caiu na história de que vai vir alguém? — Disse Ayelén.
—Não sei… mas por via das dúvidas quero estar vestido. Cê sabe de alguma coisa, tia?
―Não, nada; mas a Macarena sabe de algo, e se ela vestiu roupa, eu também. Você devia fazer o mesmo, Aye… ou então fica aqui dentro.
—Vocês acham mesmo que a tia vai deixar alguém entrar no meio dessa pandemia? Com o medo que ela tem do vírus…
—Vi minha irmã fazer coisas muito mais loucas que essa — garantiu Cristela —. Essa mulher é um mistério. Nunca se sabe quando o mundo dela vai dar uma virada de 180 graus.
Eu tava colocando o short quando a campainha tocou. Os olhos da Ayelén se arregalaram tanto que quase pularam pra fora. A Cristela deu um sorrisinho de vitória que só podia significar: “Falei pra você”. Me apressei pra vestir uma camiseta e eu e minha tia saímos do quarto, fechando a porta atrás da gente, pra quem chegou não ver a Ayelén pelada.
Na sala de estar estavam minha mãe e minhas quatro irmãs, todas vestidas… quase parecíamos uma família normal.
Quem tomou as rédeas da situação foi a Macarena, chegou perto da porta toda sorridente e disse:
—Tão prontos pra surpresa? —Todo mundo (menos minha mãe) trocou olhares confusos. Ninguém falou nada—. Bom, prontos ou não… lá vou eu, também não vou deixar ela esperando na rua o dia inteiro.
Ela abriu a porta de uma vez só gritando: "Tchan-ran", como se fosse um mágico fazendo um truque fenomenal.
—E quem é essa? — perguntou Tefi, que estava ainda mais confusa do que antes.
Eu não precisei perguntar a mesma coisa, consegui reconhecê-la na hora, mas meu cérebro não funcionava. Não entendia por que ela estava na minha casa. Até parecia irreal, como se eu estivesse vendo uma imagem holográfica e não um fantasma. Instintivamente, olhei pra Gisela. De longe, ela era a mais chocada de todas. Até percebi que umas lágrimas escorriam dos olhos dela.
— Brenda? —perguntou—. Que…? Mas… O que cê tá fazendo aqui?
A aludida sorriu com timidez, as bochechas dela estavam vermelhas pra caralho, o que deixava ela ainda mais gostosa, parecia uma personagem kawaii de anime japonês.
—Oi, Gise. Quanto tempo.
Os olhares do público foram como os de uma partida de tênis, pulando de Gisela pra Brenda, indo e voltando, como se não quisessem perder nem a menor reação das duas.
—Não tô entendendo nada — disse Gisela.
—Entra, gostosa. Não fica na rua — disse Macarena, com toda naturalidade —. Fica à vontade. Vem, deixa eu te ajudar com isso.
Naquele momento, percebi que do lado da Brenda tinha uma mala, como se ela estivesse prestes a viajar, ou como se estivesse pensando…
—Você vai ficar muito tempo aqui? — Perguntou Tefi. Não teve maldade no comentário dela, embora talvez tenha soado meio agressivo, como se dissesse: “Por que uma desconhecida trouxe uma mala pra casa?”
—Vai ficar o tempo que for preciso —disse minha mãe. E se até agora eu não entendia nada, agora entendo ainda menos… se é que isso é possível.
—Mas…? Este… ah… —começou a gaguejar Gisela—. Alguém pode me explicar que porra tá acontecendo?
—É uma surpresinha que a gente preparou, eu e a mamãe — disse Macarena, enquanto arrastava a mala pra dentro de casa. — Falei com ela e sobre… hmm… como você tá sofrendo nessa quarentena. Mamãe queria te recompensar de algum jeito pela… hmm… pela falta de tato dela. Você me contou sobre a Brenda e… como vocês são amigonas. Achei uma ideia genial a Brenda vir passar uns dias aqui em casa.
—Não acha que já somos gente demais? —A pergunta veio do meu quarto, Ayelén apareceu vestindo uma camiseta rosa simples que marcava bem os bicos dos peitos e um short jeans que já viu dias melhores. —Os quartos nem dão pra todo mundo que já tá aqui. Onde essa mina vai dormir?
—No quarto da Gisela — disse Macarena, com toda naturalidade —. Onde mais?
Naquele momento, Gisela encarou a Alicia fixamente.
—É isso aí — disse minha mãe —. Ele pode ficar no seu quarto.
—Mãe, cê sabe o que isso significa? — perguntou Gisela.
—Sim, sei o que significa. A Brenda pode ficar… contanto que você queira que ela fique.
—Claro que quero que ela fique —respondeu Gisela—. Mas… filha —olhou pra Brenda—. Por que você veio? Quer dizer… tipo… ai, não tô entendendo nada.
―Fica tranquila, Gisela ―disse Brenda―. Também tô meio confusa, tudo isso aconteceu muito rápido. A explicação simples é que a Macarena me ligou ontem e me contou o que rolou entre você e sua mãe. Também deixou claro que sua mãe tá muito arrependida do comportamento dela…
―Não adianta nada você falar isso.
—Te prometo que a gente vai falar sobre isso —garantiu Alice—. Agora, o que importa é que você curta o tempo com sua... hum... amiga.
— Essa é sua namorada?
—Ai, Pilar! —Protestou Tefi—. Não faz essas perguntas, não. Não liga pra ela, Brenda. Pilar é assim. Pra ela, todo mundo vive num romance, e não me surpreenderia se amanhã ela perguntar quando vocês vão casar.
Brenda riu nervosa e ficou ainda mais vermelha.
Bom, desculpa, não queria incomodar" — Pilar se desculpou. "É que… hum… só quero dizer que fico feliz que você tenha vindo. Agora mesmo a Gisela precisa de uma boa amiga, mais do que nunca.
—Fico feliz de ser bem recebida. Obrigada —disse Brenda, baixando a cabeça—. Tá feliz em me ver, Gise?
Gisela não respondeu, mas se aproximou e deu um abraço forte nela. Aí eu percebi a grande diferença de tamanho entre as duas. Gisela não só é mais alta, como também tem as costas mais largas e as tetonas dela ofuscam completamente os peitinhos da Brenda. Mesmo assim, elas formam um casal bonito. Percebi que a Gisela estava chorando, acho que todo mundo notou, por isso a Cristela quis desviar um pouco a atenção.
— Ei, Alicia —ela disse—. Adoro que a amiga da Gisela venha nos visitar, mas… isso não vai contra a sua quarentena super rigorosa?
—Tava pensando a mesma coisa — disse Tefi.
—Sei que parece estranho eu deixar alguém de fora da família entrar de repente —disse Alicia—. Mas tô tranquila, conversei com a Brenda e ela me garantiu que nesses meses não teve contato com ninguém além da irmã ou da mãe dela. Acredito nela.
—E se conhecessem minha mãe — disse Brenda, ainda presa nos braços fortes de Gisela —, todo mundo acreditaria em mim. Com a minha mãe, o isolamento foi o mais rigoroso que vocês podem imaginar.
—É difícil imaginar algo mais rígido que isso — disse Ayelén. — Essa casa parece Guantánamo.
—O que é Guantánamo? —Perguntou Pilar.
—Uma prisão onde não respeitam os direitos humanos — respondeu minha prima.
Não exagera, Aye —interveio Macarena—. Eu diria que isso é mais como uma cadeia na Guatemala. Tamo trancadas, mas vivendo na maior anarquia.
—E falando nisso — disse Alice —, espero que vocês saibam se adaptar à nossa nova convidada e que a façam se sentir à vontade durante a estadia dela.
Isso só podia significar: "Acabou essa história de andar pelados". Doeu fundo na alma, já tinha me acostumado a ver mulheres peladas dentro de casa. Mas se é pela Gisela, posso sacrificar isso. Só quero que ela seja feliz.
—E como conseguiram te convencer a vir? — Perguntou Gisela.
—Não precisaram fazer muito — garantiu Brenda —. Já não aguentava mais minha mãe. Precisava sair de casa, urgente. A quarentena bateu forte nela. Fica o dia inteiro puta. Precisava de um ar novo.
— E ela tá de acordo que você veio? — quis saber Gisela.
—Nem pedi opinião. Só falei que ia pra casa de uma amiga por uns dias, e que se depois ele não quisesse abrir a porta, então penso em ir pra um hotel. Já tô de saco cheio das regras rígidas de convivência dele.
—Essa mina me cai bem —disse Tefi—. Eu também sou a favor de que as regras de convivência devem estar pra facilitar a vida, não pra complicar.
Uma indireta (bem direta) pra minha mãe. Alicia fez um biquinho com os lábios que deixou claro que entendeu o recado na lata.
— E falando em regras de convivência — disse Alice —, tenho outra surpresinha. — Apontou para umas caixas em cima da mesa da sala. Eu nem tinha reparado nelas. O mais estranho é que, junto das caixas, tinha uma furadeira de parede, que estava encostada há anos. — Comprei trincos para as portas. No momento, as únicas portas que têm trinco são a do meu quarto e a do quarto da Tefi. Acho que já tá na hora de todos os quartos ficarem na mesma condição. Pra vocês poderem fechar as portas se quiserem ter um momento de privacidade. O Nahuel vai cuidar de instalar.
—Isso me parece ótimo —falei—, tomara que assim uma mina que eu conheço perca o costume de abrir as portas sem bater.
—Cê falou isso por minha causa? —Perguntou Macarena.
—Na real, não… mas acho que esse poncho também cai bem em você. Cê é bem metida.
—Já vai ver, anão. Já vamos acertar as contas.
—Não me obriga a colocar o trinco da sua porta do lado de fora.
—Isso seria genial —disse Tefi, rindo—. De quebra, pode fazer o mesmo com a Ayelén.
A aludida não respondeu, deu meia-volta e se trancou batendo a porta.
—Ela é sempre tão gostosa assim? — Perguntou Brenda.
Não, às vezes é pior… e quem te fala isso sou eu, que sou a mãe. Não sei de quem ela puxou esse jeito tão chato. Até parece filha da minha irmã.
Todo mundo riu daquele comentário. Brenda tentou cobrir a boca pra não faltar com respeito pra Alicia, mas foi inútil, dava pra ver o sorriso dela de longe.
—Bem, Nahuel —disse minha mãe—. Você poderia colocar a trava no quarto da Gisela, pra dar um pouco de privacidade pras meninas? Tenho certeza de que elas têm muito o que conversar.
—Em… tudo bem —falei—, mas não faço a menor ideia de como usar uma furadeira.
—Que garoto inútil! —disse minha tia—. Vem, eu te ajudo. No fim das contas, eu montei tudo no meu salão, até pendurei a placa na entrada.
Cristela e eu fomos pro quarto da Gisela, e quase na hora minha irmã mais velha e a... namorada dela? se juntaram a gente. Elas sentaram na cama e começaram a bater um papo.
—Não acredito que isso tá acontecendo — disse Gisela —. Sinto que tenho que explicar um monte de coisas pras minhas irmãs… e pra minha mãe. Não quero que elas criem uma ideia errada sobre a nossa relação.
—Olha, Gise —disse Cristela, depois de fazer o primeiro furo perto da porta, onde ia parafusar uma das partes da tranca—. Acho que todo mundo aqui em casa sabe o que rola entre vocês. O melhor é vocês tentarem se sentir à vontade.
—Valeu, tia. Sabe o que é mais curioso em tudo isso, Brenda? Que bem antes de você chegar, eu tava falando de você com meu irmão. Tava contando pra ele como a gente se conheceu e umas paradas que a gente fez juntas.
—Hã? E que coisas a gente fez juntas que dá pra contar pro seu irmão? —A Brenda parecia assustada.
—Não se preocupa, gata —tranquilizou Gisela—. Eu tenho muita intimidade com o Nahuel. Posso contar qualquer coisa pra ele, e tenho certeza de que você vai se acostumar com ele. Quando se conhecerem melhor, aposto que vão se dar super bem.
Naquele momento, lembrei que a Gisela tentou me convencer a escolher a Brenda como "amiga pra conhecer", e eu preferi a Celeste. Agora tô bem confuso. Será que a Gisela quer ela como namorada dela… ou como a minha?
Claro, não posso perguntar isso pra ela agora. Me apressei pra terminar meu trampo, igual um funcionário, tentando não me meter em conversa alheia. A parte dos parafusos não foi tão difícil, mas sem a ajuda da tia Cristela eu teria feito uma cagada monumental. Saímos de lá bem na hora.
—Quanto cê acha que vão demorar pra tirar a roupa? —Perguntou minha tia, num tom baixinho.
—Acho que já devem estar peladas. —Nesse instante, minha mãe passou por mim, indo pro quarto dela—. Ei, tia, espera um pouquinho, antes preciso falar com minha mãe.
―Tá bom, mas não me faz esperar muito, temos que aproveitar que a Macarena tá desprevenida pra colocar a trava do lado de fora.
Ri do comentário dela, não respondi nada porque precisava falar com a Alicia urgente. Quando entrei no quarto dela, encontrei ela dobrando lençóis em cima da cama.
Mãe, queria te dizer que o que você viu no quarto da Gisela foi um mal-entendido, eu… hum…
—Sei muito bem o que eu vi, Nahuel —disse ela, com um tom severo—. E a gente já vai conversar sobre isso —meu saco subiu pra garganta—. Vamos deixar pra depois do jantar. Hoje à noite você vai dormir no meu quarto. Tá claro?
―Sim, mamãe.
Saí de lá de cabeça baixa. Sabia que, depois do que aconteceu, ia ter que dar muita explicação. Pelo menos tinha um tempinho extra pra inventar umas desculpas ou algum truque pra desviar a atenção dela.
Ao passar na frente da porta do quarto da Gisela, ouvi um gemido bem claro. Conheço a voz da minha irmã e sei que aquele gemido só podia ter vindo da Brenda. A pica ficou dura só de imaginar aquela gostosa pelada, de pernas abertas… e a Gisela chupando a buceta dela.
5 comentários - Ilhado no Meio das Gostosas[34]A gostosa que me deixa louco[