Sebas, meu marido (relato)

Bom, ele se chama Sebastián (S) e eu, Juliana (J).
Conheci ele no Poringa, eu postei e ele comentou, foi super fofo e educado desde o começo. Eu mandava fotos cada vez mais ousadas só pra ele e adorava mimá-lo, e ele me mimava também.
Uma noite, por causa do tesão, no meio das mensagens ele disse que queria que eu fosse esposa dele. Óbvio que meu coração disparou e eu falei que sim.
Só tinha um grande problema: ele é da Argentina e eu da Bolívia, e isso partia meu coração porque, sendo de Buenos Aires novo, aos meus 33 anos, morria de vontade de ter minha experiência gay passiva.
Então decidi trabalhar muito e juntar dinheiro pra poder ir vê-lo e conhecê-lo.
Depois de um tempo, já tinha o dinheiro, mas por questões de trabalho não podia viajar por muito tempo, então propus que ele viesse me ver, óbvio que eu pagava tudo. Só pedi que ele trouxesse da Argentina uma camisa do Racing, que é o time favorito dele, uma lingerie sexy com a qual ele gostaria de me fazer sua mulher, e por último a aliança de casamento que selaria nosso começo. Da minha parte, eu devia esperar ele com uma camisa do meu time, uma caixa de cerveja e fernet, e também a aliança com a qual a gente ia casar e ele seria meu marido.
S: love, quando você depositar o dinheiro
J: hoje, love, não esquece o que você tem que trazer, que eu já tenho seu presente
E assim deixei minha hombridade de lado pra que Sebas me fizesse, de uma vez, sua Juliana.

As horas até a chegada dele foram eternas, minhas dúvidas enormes. Será que vou agradar? Ele é bonito? Como cumprimento? Vou aguentar o pau dele? E se ele não vier e eu for enganada? Muita coisa passava pela minha cabeça e, sinceramente, ficava louca. Chegou uma foto dele num ônibus e fiquei ainda mais nervosa, não consegui dormir aquela noite. O ônibus dele chegava às 8 da manhã na minha cidade. Saí de casa super ansiosa, falei pra todo mundo que não ia chegar o fim de semana porque tinha trabalho pendente. Levei tudo que combinamos pra um hotel onde paguei a mais pra deixarem eu levar a bebida e aluguei um quarto com cama de casal e uma de solteiro pra Pra não desconfiarem, além disso, tive a ideia de comprar um lubrificante caso eu não tivesse coragem ou doesse muito. Cheguei no terminal, vi o ônibus dele entrar e meu coração quase saiu pela boca. Ele desceu, reconheci na hora, me aproximei, estendi a mão e ele me cumprimentou do mesmo jeito.
S: Oi, como você tá?
J: Oi, tudo bem?
Mas ele se aproximou e me beijou no rosto, coisa que na Argentina é super normal.
S: Como você é linda. Disse sussurrando.
J: Você é lindo, papacito. Falei com o pouco de sanidade que me restava.
Subimos no táxi, enquanto conversávamos sobre a viagem e tal, chegamos no hotel, fizemos o check-in e fomos pro nosso cantinho do amor.
Entramos no quarto, fechamos a porta e na hora ele me comeu a boca igual nos vídeos que me mandava.
S: Você é linda, Juliana.
J: Você é mais lindo, Sebas.
Ele me agarrou pelas nádegas enquanto eu me pendurava no pescoço dele, que por ser mais alto que eu, formava uma imagem bonita.
S: Que bunda boa você tem, super durinha.
J: E vai ser sua.
Enquanto continuávamos nos devorando de beijos, ele começou a beijar meu pescoço e, mesmo me deixando louca, eu parei na hora.
J: Para, bebê.
S: Mas por quê? Não gosta dos meus beijos?
J: Adoro, papacito, mas primeiro as primeiras coisas.
S: Aaaaaa, já entendi, mamãe.
Ele levou a mala dele pra cama e tirou uma sacola de papel que parecia grande. Se aproximou, me entregou e disse pra não demorar, apontando pro banheiro. Levei a sacola e minha mochila pro banheiro e, uau, que surpresa: era uma lingerie linda.
Um sutiã de renda preta, uma calcinha fio dental também de renda preta, meia-calça, uma cinta-liga, saltos lindos que eu não pedi, mas amei, e por último um roupão transparente branco. Me senti super bem e, sem perder tempo, me arrumei. Vi vários vídeos de maquiagem e fiz o meu melhor. Quando me olhei no espelho, gostei do que vi e passei um batom vermelho bem forte. Tirei da minha mochila uma coisa que comprei pra ele: uma cueca box preta e uma gravatinha daquelas de smoking. Abri um pouco a porta e joguei pra ele.
J: Coloca isso, bebê.
S: Oooo, que surpresa! Já vai sair?
J: Sim, amor. S: me dá uma chance pra eu me trocar
J: ok, não demora kkkk .e fechei a porta
Arrumei tudo na minha mala, peguei o lubrificante e gritei
J: pronto, amor?
S: sim, princesa
Saí o mais sexy possível, vi ele e quase desmaiei, aqueles músculos marcados me encantaram, passei a língua nos lábios e ele se ajoelhou na minha frente, me surpreendeu muito, pegou na minha mão e…
S: Juliana, linda, você é mais gostosa do que eu imaginava
J: obrigada, tô corando
S: é a verdade
J: você é tão fofo, amor
S: quer ser minha esposa?
Meus olhos se encheram de lágrimas, o que tanto fantasiávamos estava se tornando realidade
J: sim, meu Sebas, quero ser sua esposa, quero que você me faça sua mulher
Ele colocou o anel no meu dedo e me deu um beijo que me levou ao céu, me senti toda uma mulherzinha. Nos afastamos pra pegar ar e aproveitei pra pegar o anel dele na minha mala, abracei ele, beijei e falei
J: amor, você me faz a mulher mais feliz do mundo e quero ser sua esposa
S: você também me faz muito feliz, te imaginei muitas vezes
J: eu também imaginei esse momento e é melhor do que eu esperava
Peguei a mão dele e falei
J: agora sim somos marido e mulher
Coloquei o anel no dedo dele
S: você me faz muito feliz, Juliana
E ele me beijou como se fosse a única Coca-Cola no deserto. Me abraçou pela cintura, colou o corpo dele no meu e eu, besta, abraçada no pescoço dele, senti o peito dele duro e bem definido, a barriga dele roçando na minha barriguinha por cima do roupão (como vocês sabem, sou meio gordinha) e, ao me encostar mais, senti que o menino lá embaixo já tava durão, então parei de beijar ele e…
J: tá duríssimo, meu marido
S: é por sua causa, minha esposa
J: quer ir pra nossa festa ou a gente pula essa parte e adianta a noite de núpcias?
S: tô há mais de um ano esperando pra te fazer minha, melhor fazermos nossa festa na cama, minha lindinha
Como tínhamos planejado tantas vezes nas nossas conversas por chat, ele me deu um selinho e, sem eu sair do transe de tudo que aconteceu, me levantou nos braços dele e, carinhosamente, me levou pro quarto, me olhando e dizendo que eu era linda e que gostava de mim. Chegamos. na cama e como uma princesa me colocou na cama e me deu um novo beijo.
S: servida, minha senhora
J: obrigada, meu senhor. Agora senta aqui do meu lado que é minha vez de mimar meu marido
Ele sentou na cabeceira e eu, de quatro, cheguei na beirada da cama, rebolando minha bunda do jeito mais feminino que conseguia. Cheguei, desci sensualmente como vi em muitos filmes e me virei, ele estava me olhando fixamente, então comecei a dançar como uma profissional, fazendo tudo que tinha visto em bordéis, mas agora era eu que dançava para um homem, e não qualquer homem, mas sim o que agora é meu marido, o que ia estrear minha bucetinha apertada, o que ia me fazer mulher depois de tantas noites desejando ele.
J: cê gosta, papai?
S: adoro, mamãe
Fui tirando o roupão lindo que naquele dia servia de vestido de noiva, e como não ia ser se era branco e lindo, comecei a descer uma alça do sutiã que enchi com uns peitos de silicone que encontrei, e de repente
S: para aí, minha fêmea, deixa isso vestido que quero ser eu quem vai tirar
Meu homem ordenou, então continuei dançando, virando e mostrando minha raba. Sensualmente, fui até onde deixei as cervejas, peguei duas e levei até meu homem, enquanto ele procurava no celular uma daquelas músicas que se usa pra dançar em bordel. Continuei dançando, abri uma cerveja, me aproximei e dei pra ele, depois abri a outra e
S: vamos brindar, minha mina linda
J: e por quê?
S: porque agora você é minha esposa
Ele deu um gole enorme na cerveja dele e eu fiz o mesmo
J: vamos brindar, pai
S: e por quê?
J: porque você é meu marido, o homem dos meus sonhos, e sempre serei sua
Tomei um gole da minha cerveja em lata que quase terminei
S: somos marido e mulher
J: sim, meu amor, finalmente
Tomamos nossas cervejas e nos fundimos num mega beijo super apaixonado (devo acrescentar que ele tem barba, igual a mim, sei que soa estranho e tentei ser o mais mulherzinha possível pro meu macho, mas foi ele quem pediu pra eu não me depilar), então nosso beijo foi super gostoso
S: eu te adoro, Juliana, adoro você Sabor
Enquanto ele beijava meu pescoço, eu só gemia de prazer com os beijos dele e as mãos que acariciavam meu corpo até o menor cantinho, menos meu clitóris. Eu também acariciava suas costas, que, fruto do trabalho e da academia, eram uma verdadeira escultura. Segurei o rosto dele antes que chegasse nos meus peitos e o beijei na boca. Entre suspiros do beijo, falei:
J: deixa que eu faço primeiro, além do mais, sou eu quem tá te satisfazendo.
Desci pelo pescoço dele, pelos ombros, pelo peito que me deixava louca, pela barriga, beijando e vendo como ele curtia meus lábios. Cheguei no lugar que tanto queria, mas queria seduzi-lo ainda mais e fazer com que me desejasse como mulher. Então comecei a morder por cima da cueca que eu tinha dado pra ele — e foi a roupa de casamento dele. Mordia por cima e parecia que já tava comendo ele, de tão duro e gostoso que tava. Era enorme, uns 18cm e grosso. Ali eu soube que seria destruída, mas era assim que eu queria, com aquele super macho, com meu marido.
J: cê tá gostando, papai?
S: tô adorando, filhinha
Foi a primeira vez que ele me chamou assim, nem no chat ele tinha me dito algo do tipo. Fiquei mais louca ainda.
J: quer que eu chupe?
S: tô morrendo de vontade de meter na boca, mas também quero outra Quilmes e que você tome um bom copo de fernet love, você me disse que adora.
J: como quiser, meu homem
Levantei e, ainda de salto, andei de forma sensual pra pegar 4 cervejas. Dei pra ele e falei:
J: caso meu marido queira mais.
Voltei pro lugar das bebidas, acendi um cigarro e preparei uma jarra de fernet com Coca. Servi num copo e levei a jarra inteira pro criado-mudo. Deixei lá, tomei dois copos seguidos e a puta dentro de mim apareceu. Me equilibrei na cama, peguei o elástico da cueca e liberei aquela porra linda que eu tanto queria.
Comecei beijando a ponta, depois mordi o tronco de um lado, fui descendo até os ovos dele — estavam muito bem depilados — então comecei a chupar um enquanto meu macho curtia tudo que eu fazia. Voltei subindo pelo tronco com minha língua, chupando como se fosse um sorvete num dia de sol. Cheguei na cabeça Dei outro beijo no pau dele e coloquei na minha boca. O gosto era delicioso, a textura incomparável, era super venoso e eu me engasgava toda vez que tentava engolir tudo. Ele curtia e gemia baixinho, dizia:
S: Você é divina, Juliana, valeu a pena esperar, como eu amo que você me chupe, me diz a verdade onde aprendeu, adoro minha esposa gostosa
Até que comecei a sentir ele se contorcer e o pau dele ficar maior na minha boca. Aí pensei em parar e me perguntei se queria provar o leite dele ou se preferia que ele gozasse na minha cara. Continuei chupando quando senti as mãos dele na minha cabeça
S: Que delícia, você me chupa gostoso, vou gozar, engole meu leite, minha princesinha linda
Então não pensei duas vezes e me esforcei ainda mais pra satisfazer ele até que uma carga enorme de leite encheu minha boca. O primeiro jato foi direto pra minha garganta, os outros segurei com a língua. Era quente, meio nojento no começo, mas me acostumei com o gosto e segurei na boca pra ele ver como eu engolia. Saí de entre as pernas fortes dele, abri a boca, mostrei o leite dele e engoli.
J: Gostou, bebê?
S: Amei, minha princesa
J: Eu amei muito mais, meu amor
S: Deita do meu lado, love, vamos descansar um pouco
J: Que boba que eu sou — falei surpresa — com tanta excitação você não comeu nada e eu tomei leite de papi no café da manhã
Liguei pra recepção, pedi dois cafés da manhã, falaram que fariam o possível já que era quase meio-dia, então pedi melhor dois pratos típicos da minha cidade e um frango frito da melhor frangaria da minha cidade. Disseram que teria uma taxa extra pela pressa, mas não ligava, queria que meu marido recuperasse as forças.
Enquanto a comida não chegava, ele abriu outra cerveja e me serviu um copo cheio de Fercola. Bebemos, rimos, ele pelado só com a gravatinha no pescoço e eu com toda minha lingerie super feminina, acariciando o peito dele, a barriga, sem chegar no pau, queria que ele descansasse bem. Ele colocou o braço debaixo da minha nuca e me acomodei no peito dele, acariciando e dando beijos no peito enquanto conversávamos. de banalidades
tocou o telefone, era a recepcionista avisando que já estava subindo a comida. Ele vestiu o roupão e a cueca boxer e recebeu o pedido, entrou, deixou na mesa. Eu coloquei meu roupão de seda e fui servir a comida do meu macho, levando até a mesa a cerveja dele e meu fernet.
J: o que você quer comer primeiro, love? O frango? Ou a comidinha da minha terra?
S: vamos provar sua comida, love.
Alcancei o prato pra ele e fiz ele comer, por sorte ele gostou, comeu um pouco enquanto eu o contemplava feito uma idiota, e ele me disse:
S: você não come, amor? Olha que vem o segundo round.
J: fiquei cheinha com a porra
Enquanto acariciava a perna dele, tomava meu fernet, brincava com minha língua ao redor do copo e o olhava toda apaixonada. Ele terminou de comer, tomou a cerveja e me disse:
S: obrigado, amor, come gostoso na Bolívia, normalmente como muito mais saudável, mas esses dias vale tudo.
J: aproveita, meu céu, que bom que você gostou, e já vem a sobremesa. — falei sorrindo safadamente — trago outra cerveja, papai?
S: eu trago, nena linda, agora é minha vez de mimar você
J: ok — pisquei o olho —
S: também preparo mais fernet pra você, love, que sei que vai precisar
Ao ouvir isso, meu corpo tremeu e eu soube que vinha algo incrível. Enquanto ele servia, fui pra cama, mas antes me aproximei, acariciei as costas dele e dei um tapa na bunda dele de forma safada, sorri e olhei feito uma puta, cheguei na cama e:
S: princesa, abre o bolsinho pequeno da frente da minha mala, trouxe mais uma surpresa
J: ok, papazinho.
Fiz o que ele mandou e surpresa: tinha uns cigarros argentinos com um isqueiro Zippo que tinha uma gravação que dizia "você é minha Juliana" e a data do nosso casamento. Amei, abri a carteira, peguei um cigarro e acendi, do jeito que dava, e de forma engraçada corri até onde ele estava, abracei e beijei ele
J: obrigada, amor, obrigada, eu não tenho nada além de um único presente pra você, que idiota, não comprei mais coisas, desculpa.
S: te quero, minha princesa, o que você vai me dar é o presente mais lindo do mundo, além do mais, quanto você vai gastar na minha chegada? Além disso, amanhã a gente sai Compramos umas coisas.
J: Eu juro, bebê, só me deixa fazer uma coisa.
S: Claro, meu amor, termino isso aqui.

Peguei meu celular, liguei pro meu chefe e pedi um adiantamento do salário — não ia deixar meu homem na mão. Combinei de buscar no dia seguinte e desliguei o telefone de novo. Me acomodei na cama, levei o lubrificante pro criado-mudo e me posicionei do jeito mais gostosa possível. Ele entrou no quarto com um six pack e preparou o fernet direto na garrafa de 3 litros de Coca Booty. Me viu e a expressão no rosto dele disse tudo, mas ele argumentou:

S: Você tá linda, mamacita, linda demais. Juro que nunca vi mulher tão gostosa.

Eu só sorri e fiquei vermelha — ninguém nunca tinha me dito algo tão lindo. Levei um dedo à boca e lambi de um jeito sensual. Arrumei as cervejas e o fernet no outro criado-mudo, ele me serviu outro copo cheio e eu tomei de um gole só.

S: Calma, amor, com calma.
J: Desculpa, pai, tô criando coragem.
S: Mas não quero você bêbada, mocinha linda.
J: Não vou ficar mal, amor. Quero te aproveitar.
S: Então mãos à obra.

Ele serviu outro copo e foi pegar mais um.

J: Por que você não bebe do meu copo? — falei surpresa e fazendo biquinho.
S: Não é pra mim, mamacita, é pra você beber quando terminar o primeiro.
J: Ah, bebê, mas posso servir outro e pronto.
S: Não, meu amor, uma vez que começarmos, não vamos parar até terminar.

Só olhei pra ele e sorri. Na hora ele se aproximou e começou a me beijar na boca — dava pra sentir toda a paixão dele. Eu tava entregue, a gente se comia de boca igual dois loucos. Ele começou a me acariciar toda e eu amei. Passou a mão por baixo das minhas costas e desabotoou o sutiã, deixando meus peitinhos no ar — porque minhas silicone caíram também. Me beijou o pescoço e, aos poucos, lambeu meus peitinhos, apertando com muita vontade. Foi descendo sem tocar no meu clitóris de sissy, desceu mais, tirou um salto e depois a meia enquanto beijava minhas pernas. Fez o mesmo com a outra perna. Eu, de olhos fechados, puxei minha mão, peguei outro cigarro e acendi enquanto ele subia pelas minhas pernas. Chegou onde tava minha... maní e só passei reto, tomei confiança e me virei, eu tava mais que entregue, deixei ele fazer o que quisesse comigo
S: que rabão gostosa
J: são teus, meu marido
S: que sortudo sou, mamacita
Dito isso, ele começou a beijar minha bunda, uma nádega de cada vez, e disfarçadamente enfiava o dedo na minha racha. Eu continuava com o cigarro, curtindo o que ele tava fazendo. Ele tentou enfiar um dedo no meu buraquinho novo e eu dei um pulo instintivamente, peguei o lubrificante
J: doeu, amor, me dilata com isso
Passei o tubo pra ele, ele abriu, passou na minha bunda e tentou de novo, dessa vez com mais sucesso. Entrou o primeiro dedo e foi maravilhoso, eu gemi como nunca tinha gemido na vida.
J: aaahhhhh que gostoso, amor, aaahhhhh com cuidado
S: calma, meu amor, vou fazer devagar
Peguei meu copo de fernet e tomei um gole enorme, de repente senti o segundo dedo entrando no meu cu virgem, bum, e soltei outro gemido
J: que delícia, amor, você é um expert, tá uma delícia, bebe lindo
S: aproveita cada segundo, mamacita, que isso tá só começando
Ele fazia tão gostoso, num ritmo bem lento, enfiando os dois dedos, que de repente viraram três e minha bundinha já tava dilatada. Parei de ficar tão tensa e o quarto entrou com muita facilidade. Eu ainda tava com a calcinha fio dental de lado, que ele delicadamente foi tirando, me deixando completamente pelada
S: vira, mami
J: sim, amor, deixa eu continuar tomando mais um pouco de fernet
S: toma, love, me deu vontade de cerveja
J: toma, bebe
Nós dois bebemos, acendi outro cigarro e ele se ajeitou entre minhas pernas. Eu sabia que vinha o que tanto sonhei porque ele colocou uma camisinha.
J: tira, pelo menos dessa primeira vez
S: tem certeza?
J: não tenho nenhuma doença, amor, e quero sentir você
S: eu também não tenho nenhuma, love
Ele tirou a camisinha e jogou no chão, se deitou por cima de mim e apertava meus peitos. Eu só me agarrava nas costas dele e procurava a boca dele, até que encontrei e nos beijamos. O pau duro dele se sentia no meu clitóris e foi muito excitante.
S: love, você é linda e super gostosa
J: é por ti amorzinho
S: pronta, amor?
J: sim, papai, me faz sua, quero você dentro de mim
Ele pega minhas pernas na altura dos tornozelos e coloca nos ombros dele, deixando minha bucetinha toda à disposição. Passa lubrificante no meu cuzinho apertado, enfia dois dedos de novo, que entram super de boa. Passa lubrificante no amiguinho dele também, me olha nos olhos, sorri, e a coisa mais gostosa do mundo: sinto a cabecinha dele na entrada do meu buraquinho virgem.
J: que delícia, meu marido lindo
S: você gosta, minha esposa?
J: tá super quente e é maravilhoso
S: é seu, amor
J: enfia logo, minha vida, quero você dentro de mim – falei cheia de tesão, medo, prazer, luxúria, curiosidade e completamente apaixonada – enfia logo, amor – fiz um movimento como se quisesse enfiar eu mesma.
Quando sentiu isso, ele empurrou pra dentro. Senti a cabecinha dele abrindo caminho entre minhas carnes, e só entrou a cabeça.
J: aaaajjjjhhhhmmmmmm aaaaajjjhhhhh – só saíam gemidos de mim, queria falar que tava delicioso, mas não conseguia articular palavra – mmmm aaaa hhhh ajjjjj mmmm
Ele deixou parado uns segundos enquanto minha bunda se acostumava. Eu, perdida no tempo e no espaço, recuperei o fôlego.
J: delicioso, amorzinho
S: super apertadinho, amor, sério que era virgem?
J: sim, amor
S: então agora não vai mais ser
J: que delícia, amor
Ele empurrou mais um pouco e doeu bastante.
J: auuuu aaa uuuu amor
S: você tá bem, bebê? Quer que eu tire?
J: nãooooo – falei super alarmada – tá delicioso, amor, não tira. Já entrou tudo?
S: só a metade – enquanto não se mexia nem um centímetro – continuamos ou só isso?
J: continua, papai – falei com medo, mas super com tesão – devagarzinho, quero tudo
Ele empurrou mais um pouco e a dor foi bem menor. Cada vez que empurrava, doía menos, e ele, todo cavalheiro, fazia pausas pra minha bunda se acostumar. De repente, senti ele tirar e fiquei puta como nunca.
J: ei, o que cê tá fazendo? Por que tirou? Tava adorando
Ele não respondeu nada, passou mais lubrificante no amiguinho dele e enfiou tudo até o fundo. Senti as bolas dele. Bater com minhas nádegas doeu pra caralho, mas eu tava era mais curtindo com o pau dele todo dentro. Ele chegou perto da minha boca, me beijou e
S: tirei ele pra começar a melhor parte
Me deu outro beijo, tomou um gole de cerveja, derramou um pouco na minha boca e começou a bombar bem devagar, num ritmo super lento, delicioso. Eu sentia cada centímetro daquela pica linda, só gemia de prazer e ele bufava igual um touro. Eu acariciava o peito dele, ele segurava minha cabeça, apertava meus peitos e agarrava minhas pernas enquanto aquela pica gostosa entrava e saía da minha buceta que deixou de ser virgem aos 33 anos com meu marido, meu macho, meu homem. A sensação era maravilhosa, cada segundo me sentia mais mulher, mais completa, entregue pra aquele homem tão viril.
J: mais mais maaaaaaahhhh mais papai maaas aaaaaaahjjjjjj delicioso love mais que tasty adoro mais love mais me faz tua sou tua tua mulher tua women tua papai meu Sebas meu homem te adoro adoro mais love ahhhhha ahhhhhh ajjjjj mmmmmmm que tasty me come me come mais love que tasty que tasty escolhi o melhor homem do mundo pra perder a virgindade que tasty
S: cê gosta, meu amor? Gosta como teu homem te fode? Tu me escolheu, agora é minha e eu sou seu love que tasty buceta tão apertadinha quente e virgem minha minha bebezinha linda
Ele entrava e saía do meu interior do jeito mais gostoso, eu só repetia igual uma louca o quanto tava gostando, o quanto tava curtindo. De repente, ele soltou minhas pernas e tirou de dentro. Eu, decepcionada, pensei que tinha acabado, mas ele disse
S: love fica de quatro
J: tá bom, meu amor
Obedeci igual uma putinha submisso obediente e dominada pelo meu macho, sabia que depois ele ia me deixar mandar. Tomei um gole de fernet e me ajoelhei na cama, apoiando as mãos também. Virei a cabeça e
J: assim, papai? – falei fazendo biquinho –
S: sim, mamacita – disse ele, passando a língua nos lábios – assim cê tá bem, bebê?
Ele tomou um pouco da cerveja dele, acendeu um cigarro, o que achei estranho porque ele tinha dito que não gostava, e de repente aproximou da minha boca e
S: quero Curte isso aí com um cigarro na mão
Eu só concordei, peguei o cigarro, tomei mais fernet e falei
J: Papai, cê tá demorando, seu amiguinho vai esfriar se não entrar na caverninha dele
S: Calma, bebê, sem pressa
Passo mais lubrificante na minha buceta e também no pau dele, deslizo a ferramenta enorme dele por toda a minha racha, enquanto eu morria de vontade de ter ele dentro de novo, subia e descia acariciando minha racha, e com a outra mão ele acariciava minhas costas, minha bunda, e eu mais morta de tesão, até que ele parou na entrada do meu cu e me segurou pelos quadris, empurrou com força e eu senti que entrou tudo porque as pernas dele bateram nas minhas nádegas, eu gemi igual uma louca, dei uma tragada no meu cigarro
J: Que gostoso, amorrrrrr aaaaahhhhh mmmm
S: Você me encanta, minha princesa, minha mocinha mmmmm
J: Você a mim, papaiiiii aaaaahhhhh
Ele começou a bombar com muita força, enquanto eu enfiava a cabeça no travesseiro, ele me comia super gostoso, fazia tão gostoso que eu não queria que acabasse nunca, ficamos assim por um tempão, perdi a noção do tempo, do jeito que ele me macetava era indescritível, ele se mexia muito gostoso e acariciava minhas costas que estavam molhadas de suor, eu só gemia mais e mais, ele me segurou super forte pelos quadris, começou a bombar mais forte, senti o pau dele ficar mais duro, o amiguinho dele estava prestes a explodir, empurrou super forte dentro de mim e eu senti o leite quente dele enchendo meu interior, jorros e jorros de esperma inundavam minhas entranhas, que sensação mais gostosa e prazerosa, me senti mulher, a mulher mais feliz do mundo, me deixei cair na cama, ele caiu em cima de mim com o pau ainda duro enchendo meu cu, respirávamos muito ofegantes os dois, ele me abraçou e
S: Eu te amo
Fiquei petrificada e só respondi
J: Eu te amo também, meu Sebas
Depois de ter tirado minha virgindade, meu macho, meu Sebas, me pediu pra sair pra conhecer um pouco a cidade
Entrei no chuveiro pra lavar todo o suor que era meu e do meu marido misturado. De repente, sinto as mãos do meu esposo acariciando minha cintura por trás, ele beija meu pescoço e me aperta Peitões. Enquanto eu estou entregue nos braços fortes dele. Eu empino a raba pra sentir o pau dele nas minhas nalgas doloridas e agora com dono. De repente ele me vira e come minha boca com muita língua, como imaginamos várias vezes, me agarra as nalgas enquanto continua me beijando na boca. Eu, feito uma boa menina, só pendurada no pescoço dele, aproveitando tudo que meu macho me faz. Entre a água caindo e ele me beijando, ele parou e chegou perto do meu ouvido.
S: Te amo, sou tão feliz de ter te conhecido.
J: Te amo — falei, completamente entregue ao meu homem.
Só isso aconteceu, depois saímos. Ele vestiu uma cueca azul celeste e começou a se vestir com aquele jeans apertado que ficou divino nele, uma camisa vermelha xadrez, umas botas estilo engenheiro que me deixaram louca e uma jaqueta de couro que ficou maravilhosa. Eu vesti um jeans, uma camisa e uma jaqueta. Ele me pegou pela mão e disse:
S: Vamos conhecer a cidade, amor. Vamos alugar um carro e me leva pra passear, assim a gente fica de mãos dadas e se beija.
J: Ah, meu amor, vamos, mas não precisa alugar. Meu Renault está na garagem do hotel — me comportando como uma verdadeira menina, sorri e dei um beijo nele — além disso, tenho uma surpresa preparada pra você.
S: Meu amor, você é inimaginável.
Saímos e eu olhava pra ele toda apaixonada. Entramos no carro, ele pegou na minha mão e eu não aguentei: me joguei e dei um beijo nele enquanto tocava o pau dele por cima do jeans apertado que ficava divino. Depois de nos comer de boca deliciosamente, ele me pergunta:
S: Onde você quer ir, amor? — com aquele tom sensual e a voz grossa de gaúcho — Tem algum lugar romântico aqui?
J: Bom, papai, então vamos pra praça principal. Quero que me vejam com você, a gente tira fotos e depois te levo pro mirante da cidade, que a essa hora está vazio e a gente pode fazer uma travessura — sorri e pisquei o olho enquanto tirava meu Renault do hotel.
Ele sorri de um jeito safado e diz:
S: Melhor se estiver vazio — enquanto se ajeita o pau, lambe os lábios e, fazendo esforço, belisca minha raba — Vamos tirar fotos. Muitas fotos pra ter ela de lembrança na nossa sala, amor meu.
Mesmo sabendo que é quase impossível a gente morar junto um dia, a ideia de fantasiar me encanta e eu só concordo com a cabeça e me ajeito pra ele pegar bem na minha bunda e, de propósito, confundo a alavanca de câmbio pra agarrar aquele pênis lindo que agora é do dono do meu corpo, o que me desvirginou, o que é meu marido, meu macho.
J: antes de sair de vez do hotel, você me dá um beijo só de selinho e me pega pela mão?
Vamos pra praça principal da minha cidade, ele todo empolgado com as igrejas e monumentos e eu obcecada em ver meu macho feliz. Tiramos fotos como amigos porque ele respeita que não podem me ver, e depois, disfarçadamente, ele pega na minha bunda, o que me excita pra caralho, a putaria de alguém nos ver era enorme, e eu, pra não ficar atrás, passava safadamente a mão no pênis dele, às vezes com a mão, outras com a bunda. Pedíamos pras pessoas que passavam tirarem fotos da gente junto até que, numa dessas, na porta da igreja principal, ele pede pra um jovem tirar uma e me levanta no colo e tiramos a foto assim. Eu, toda surpresa, me deixei levar enquanto ele dizia no meu ouvido:
S: bebê gostosa, essa foto a gente emoldura e coloca na nossa sala, vai ser nossa foto de casamento – me deu um beijo bem disfarçado na bochecha.
J: sim, amor – falei enquanto me colocava no chão e tava mais apaixonada por aquele macho tão fofo.
O jovem que tirou a foto ficou sério porque achou que era uma brincadeira entre dois amigos, sem saber que tinha tirado a foto de casamento dos esposos, e o safado, entre risadas:
S: bom, aposta paga.
J: sim, você é um tremendo – enquanto tentava rir pra continuar a brincadeira.
S: agora é sua vez de pagar a sua – enquanto com o dedo fazia sinal pro jovem tirar mais uma foto.
Eu, sem entender nada, só falei:
J: tá bom, tá bom, e qual vai ser minha penitência? – me sentia tão nervosa – vai, se apressa que com certeza o jovem tem o que fazer.
S: bom, meu querido amigo – disse sorrindo maldosamente. esfregando as mãos como quem vai fazer algo ruim ou muito safado – você só precisa me dar um beijinho na boca

Fiquei petrificada, não sabia se ia aguentar ficar tão perto dele e conseguir me segurar de devorar a boca dele depois de um gesto tão lindo que ele teve, mas aceitei como quem não quer nada, ele só ria às gargalhadas enquanto foi falar com o rapaz e voltou falando alto

S: você tem que deixar o guri tirar a foto pra ele ter lembrança da sua penitência

J: ok, mas só um beijinho – enquanto minha buceta ficava molhada e meus lábios tremiam de tesão

Ele se aproximou de mim como quem só está brincando e

S: você tá pronto? – falei primeiro num tom normal, e depois sussurrando chegou perto do meu ouvido e com uma voz que me arrepiou toda – viu que consegui que desse tudo pra te dar um beijo na boca em público?

Ele foi se aproximando devagar dos meus lábios, aqueles segundos pareceram eternos, quando senti o calor da respiração dele fiquei louca, queria abraçá-lo, devorá-lo na frente de todo mundo, mas minha situação de armário me segurava, quando finalmente senti os lábios dele nos meus me enchi de emoção e levantei o biquinho pra sentir mais. Depois ele se afastou e começou a rir, tirando sarro por ter me beijado e se gabando que eu gostei e que queria que repetisse, eu pra entrar na brincadeira neguei e fiz um gesto de limpar a boca com a manga da jaqueta, mas por dentro queria que ele me comesse ali mesmo, meu macho tinha conseguido me fazer ficar molhada e desejar o pau dele em público.

Depois dessa cena tão louca, romântica e erótica, tiramos umas fotos e sem ninguém ver ele me agarra uma bunda e eu deixo porque vejo que não tem ninguém perto

J: pai, espera – falo sussurrando e entregando mais minha bunda pra mão do meu marido – a gente já vai pro mirante

S: então vamos de uma vez, já chega de fotos

Fomos pro meu carro, assim que entramos nos devoramos num beijo alucinado e apaixonado, arranquei e fomos rumo ao mirante, eram 19:30, a única coisa que dava um pouco de luz era a lua, chegamos e eu começa a beijarprimeiro na boca e claro eu respondo, não tinha ninguém no lugar então desesperadamente desabotoo cinto de couro dele e habilmente faço o mesmo com o meu desabotoo a calça dele e enquanto nos beijamos pego no pau dele por cima da cueca e ele dá um jeito de enfiar a mão debaixo da minha pra tocar minha bunda
J: quer que eu te chupe, papai?
S: sim, meu amor
J: aqui ou lá fora, amor?
S: lá fora, mamãe linda
Saímos do carro, nos acomodamos na parte da frente, ele abaixou a calça e imediatamente me ajoelhei pra chupar ele, acaricia ternamente minha cabeça e geme de prazer com minha língua enrolada na pica
J: você tem um pau delicioso, papai
S: e sua boca é fantástica, mas quero sua bunda
J: quer me comer aqui, papai, debaixo das estrelas?
S: sim, mamãe gostosa
Me levantei, me apoiei no carro e empurrei ele pra trás de mim
J: me faz sua, papai, me penetra aqui na luz da lua e das estrelas, me faz sua mulher ao ar livre
S: sim, minha princesa
J: primeiro beija minha bunda, molha bem, dilata bem, amor
S: como quiser, mamãe
Começa a beijar minhas nádegas e depois o buraquinho, me enche de saliva e mete um dedo, depois dois e três, eu entregue ao meu homem, curtindo, quando ele se levanta, encaixa o pau na entrada do meu corpo, brinca um pouco, coisa que eu adoro mas me desespera, quando sem aviso e sem piedade mete tudo de uma vez e eu só gemo de prazer enquanto ele dá investidas fortes e constantes, é delicioso sentir meu homem me comendo, plaf plaf plaf, nossos corpos batendo, ahaajjjj aaaa hhhjajjjjaaaaahhjjjj sai dos meus lábios e gritos abafados pedindo mais e mais
J: amor, se apressa que alguém pode vir
S: sim, sua putinha
J: mais, amor, mais, come sua mulher, sua puta, sua puta, só sua, mais, amor, mais
S: e eu seu homem, seu touro, seu macho, onde você quer, amor?
J: me dá dentro, papai, me deixa prenha, enche minha bunda de porra, quero que no lugar que a gente tem que ir eu vá cheia de semente do meu macho
S: vou gozar, mamãe, senti todo meu leite dentro, meu pau é tua, mamãe
J: e minha bunda é sua, papai. Adoro seu gozo quente – fiquei exausta com o gozo dele dentro de mim, tirei ele de dentro de mim – buceta, vamos nos apressar, senão não chegaremos no lugar onde você quer comprar algo
S: vamos, mamãe – ele arrumou a roupa, me deu um beijo e subimos no carro
Aproveitamos todos os lugares escuros e sem gente para nos beijar muito, eu passava a mão na pica dele sempre que podia e ele me segurava pela mão como os recém-casados que éramos. No caminho, expliquei que íamos a um shopping comprar uma pijama sexy pra mim, mas que não comprei antes porque queria que ele escolhesse. Planejamos dizer que era pra esposa dele e que eu era o cunhado dele que ajudaria a escolher. Entramos no estacionamento, nos beijamos de novo e saímos rumo à loja. Entramos e, com toda a vergonha do mundo, começamos a ver modelos até que ele encontrou uma que gostou. Era transparente com uma tanga fio dental e um sutiã combinando, tudo de renda, só que a cor que ele escolheu foi rosa, que nunca gostei, mas estava disposta a agradar meu homem. A moça do atendimento se aproximou e perguntou se podia ajudar
S: sim, senhorita, quero essa peça – ele pegou o conjunto com as duas mãos, me mostrou e – você acha que sua irmã vai gostar?
J: acho que ela vai amar – falei disfarçando – só que não acho que seja o tamanho dela
S: tem num tamanho maior?
E a moça disse que sim, mas perguntou quão grande
S: minha esposa tem quase a mesma constituição que meu cunhado – disse apontando pra mim, dava pra ver claramente como ele flertava com a vendedora e fiquei super ciumenta, se dependesse de mim, arrancava os olhos dela ali mesmo – por favor, ele pode servir de modelo – e deu uma gargalhada
Eu estava mais vermelha que um tomate fresco, a moça me olhou, sorriu e disse ter o tamanho, pediu que pagássemos no caixa e ofereceu uma cueca box que normalmente vendem pra combinar
J: leva, com certeza minha irmã vai adorar
S: vou levar também – disse com um olhar safado enquanto a putinha que nos atendia dava em cima dele Sorriu e no final disse que ficaria bem nela – obrigado, senhorita, que gentil – era óbvio que ele também tava curtindo o flerte.
A senhorita arrumou tudo, eu dei o dinheiro pra ela pagar e fomos embora. Chegamos no carro, ele me beijou e eu dei um tapa nele.

S: Mas o que que há contigo, tá louca?
J: Desculpa – acariciei a bochecha onde tinha dado o tapa – é que você acha certo flertar com a mulher que te vende lingerie pra sua esposa? – tava morrendo de ciúmes – se quiser, eu deixo o quarto livre pra você levar sua nova amiga, e não pense que não vi quando ela te passou o número anotado no recibo da compra. – juro que não me reconhecia, eu nunca fui assim. Nos meus relacionamentos antigos com mulheres, nunca fui ciumenta, mas sendo uma nena, tava me comportando de um jeito que nunca imaginei e comecei a chorar.

S: Calma, nena, você sabe que eu vim até aqui por você, só fui educado e cortês – ele pegou minha mão com doçura – te amo e somos marido e mulher, sou seu homem, chega, por favor, nena – pegou o recibo e jogou pela janela – chega, te amo, minha mulher, minha esposa, minha mina, minha vida, meu tudo, tô aqui por você – e me deu o beijo mais doce de toda a minha vida.

Eu só correspondi e abracei ele forte. Sério, me desconheci completamente. Me afastei e:

J: Esses dias você é só meu e não quero que flerte com mais ninguém. Você é muito gostoso e sei que muitas mulheres te olham. Amanhã tenho algo planejado e não quero passar por isso de novo. Você é só meu, papi, meu homem, meu macho – e beijei ele de novo.

S: Sim, amor, sou só seu, mamacita linda, minha mulherzinha, minha mina, minha putinha – e beijava meu pescoço enquanto acariciava minhas costas, cada vez mais pra baixo, perto do meu pescoço.

J: Não continua, papi, melhor a gente ir logo pro hotel – falei enquanto ligava o carro – quer jantar algo especial?

S: Me surpreende, mamita, adoro a comida daqui, deixo na sua escolha – enquanto tentava enfiar a mão na minha calça pra pegar na minha bunda – só garante de comprar um energético e ter mais lubrificante no quarto, porque essa noite vai ser nossa.

J: Jejeje então umas salchipapas que são deliciosas, você vai ver – e desabotoei meu cinto e minha calça pra dar acesso direto pra ele pegar na minha bunda – do energético não se preocupa, compramos agora, papi, até viagra se quiser e bebida lubrificante e tal, estamos abastecidos – beijei ele, toquei na pica dele e senti a mão dele na minha bunda – essa noite juro que você não tira isso da cabeça, love – beijei ele de novo, ele me tocava bem suavemente. Fofo, mas meu tesão me fazia tocar ele com safadeza, acariciar a virilha dele. Primeiro fomos pegar a comida, ele ficou surpreso em conhecer as salchipapas, que são salsicha vienense com batata frita e temperos. Perguntei se ele queria llajua, ele disse que não sabia o que era, expliquei e ele pediu um pouco. Eu, como toda menina, pedi sem llajua. Fomos comendo, ele se engraçou um pouco, kkkkk é que a llajua é um tempero picante. Então compramos uma Coca Booty, depois chegamos na farmácia, pedi 2 Red Bull e um tadalafila (viagra bem forte, tava muito tarada e depois de ver ele paquerar aquela putinha, queria ele só pra mim e que a ereção dele não baixasse) (preciso esclarecer que esse produto não faz mal nem com álcool nem com energético e nada, e garante uma ereção potente, kkkk). Como sou profissional da saúde, tive a ideia de moer e colocar no energético dele. Então abri a lata dele, coloquei o produto e agitei um pouco. A moça que me vendeu achou que era pra mim e nunca imaginou que era pro meu macho arrebentar meu cu. Só por precaução, comprei mais lubrificante e uns produtos pra ressaca e dor. Subi no carro, ele tava terminando a salchipapa dele, kkkk (soa engraçado, né?). Eu comi um pouco, fui numa loja de bebidas, comprei cigarro, cerveja e uísque, tudo por precaução porque tinha certeza que já tinha bastante no hotel, mas queria que nessa noite, minha noite de núpcias, nada faltasse. Subi no carro, beijei ele e fomos direto pro hotel. Eram 10 da noite e era nossa noite de núpcias, tava decidida a tudo. Se gostaram, deixem pontos e comentem. Essa noite, meu macho fez de tudo comigo. Gostam, vou contar pra vocêsSebas, meu marido (relato)

casamento

relato erotico

apaixonada

0 comentários - Sebas, meu marido (relato)