🔥 Capítulo 4
Jules começou a me montar bem devagar de novo, quase como se estivesse tentando ser discreta... como se isso fosse possível. Mas a lentidão dos movimentos dela tava me deixando louco. Os músculos da buceta dela estavam apertados em volta do meu pau, e a sensação enquanto ela subia e descia devagar era surreal. Também dava uma visão perfeita da nossa foda: os lábios dela enroscados com força no meu pau duro e o clitóris dela durinho, saindo da capinha. Nossos olhos ficaram fechados, tentando sentir a reação um do outro quando a tia Sam nos pegou.
"Parece que ela tá de boa com isso", sussurrou Jules pra mim.
"É, parece. Duvido que ela teria tirado a roupa se não tivesse topando."
"Verdade... Porra, seu pau é uma delícia. Quero me soltar de vez, mas... sei o que ela disse e tal, mas... é uma situação do caralho, sabe?"
"Te entendo, mas pensa bem, mana: ela podia ter ficado escondida só olhando. Em vez disso, veio até aqui e tirou a roupa. Acho que ela tá super de acordo. E aposto que ela também tá excitada."
Isso fez Jules relaxar mais um pouco, e ela começou a acelerar o ritmo, montando o pau inteiro com uma cadência cada vez mais rápida. Olhei por cima dela e vi que a tia Sam tinha saído da cachoeira e tava nadando na nossa direção, os olhos claramente fixos na gente. Toda essa cena me deixou excitado pra caralho. Minha irmã gostosa montando meu pau e nossa tia nos observando, agora a menos de três metros de distância. E percebi que Jules também tava ficando doida, as cadeiras começando a girar enquanto acelerava o ritmo, e a preocupação que tava no rosto dela um minuto atrás tinha virado uma máscara de pura safadeza. E além disso, era óbvio que ela tava se entregando de verdade no meu pau. Ela tinha me dito que eu era o maior pau que ela já tinha visto na vida, o que fazia dela o maior pau que ela já tinha fodido e que ela estava aproveitando ao máximo. De repente, senti algo esfregando nas minhas bolas. Olhei por cima da Jules e a tia Sam estava bem atrás da gente, se esticou e começou a acariciar minhas bolas enquanto Jules montava no meu pau. As costas da Jules arquearam de repente e ela virou a cabeça quando sentiu a outra mão da tia Sam deslizando pelas costas dela. "Se vocês quiserem que eu deixe vocês sozinhos, eu vou, mas não consegui evitar. Ver você aguentando o pau enorme do Tom com seu corpinho pequeno é provavelmente a coisa mais erótica que já vi na vida. Só queria sentir a energia sexual de vocês." "A gente não se importa. Aproveita a gente o quanto quiser", disse Jules com a voz trêmula, falando pelos dois... "Você também é uma gostosa do caralho." E no instante seguinte, elas estavam se beijando. Não conseguia acreditar no que estava vendo. A tia Sam levou a mão esquerda para cima e ao redor do pescoço da Jules e puxou ela para um beijo apaixonado, suas línguas se enrolando juntas. A mão direita dela foi para o peito esquerdo da Jules, massageou suavemente e depois rolou o mamilo da Jules entre o polegar e o indicador. Enquanto Jules continuava montando em mim e elas continuavam se beijando, a mão da tia Sam deslizou devagar do peito da Jules até a barriga e mais para baixo, os dedos dela se abrindo em V enquanto deslizavam sobre a buceta da Jules e ao redor de cada lado do meu pau. Meu Deus... a tia Sam estava sentindo a gente foder, sentindo o comprimento do meu pau deslizar para dentro e para fora da buceta molhada da Jules. Aí ela levantou a mão, apoiou o dedo médio no clitóris exposto da Jules e começou a esfregar, provocando um gemido forte e fazendo o corpo inteiro dela tremer. Com respirações ofegantes, Jules se afastou do beijo e implorou: "Ah, sim... porra, porra, sim... brinca com meu clitóris do caralho... ah, porra, ah, Porra. Me come, Tom... me come, Tom. ... deixa a tia Sam te ver me comendo". A respiração da Jules era ofegante e eu percebi que ela estava prestes a explodir de vez. Na real, eu também, cada nervo do meu pau começou a disparar quando senti a sensação orgásmica do meu gozo saindo das minhas bolas. A Jules gemia alto... não só gemia, mas gritava, seus gritos de prazer engolidos pela floresta ao redor quando senti os músculos da buceta dela apertando meu pau. A tia Sam estava esfregando o clitóris furiosamente com dois dedos e com outro grito, a Jules e eu gozamos ao mesmo tempo, meu pau disparou jatos fortes de porra fundo na buceta dela enquanto ela respondia na mesma hora, encharcando a mim e a mão da tia Sam com jatos de líquido quente enquanto arqueava as costas e jogava a cabeça para trás. Nenhuma cena pornô que eu já vi ou vou ver chegaria perto desse momento. Essa foi a liberação pura da luxúria e do desejo carnal, oferecidos pelos nossos corpos um ao outro. A Jules não aguentou mais e quase caiu do meu pau no chão ao meu lado, o corpo dela se contorcendo de prazer total, o orgasmo ainda furioso. Isso deixou a tia Sam flutuando sobre mim e, tão rápido quanto consegui processar o que estava rolando, ela se inclinou e pegou meu pau na boca dela, me chupando e puxando o último do meu gozo na boca dela, depois lambendo até me deixar limpo. Minha mente estava girando enquanto eu olhava maravilhado minha tia lambendo e chupando meu pau. Embora não estivesse mais pulsando, meu pau claramente não tinha intenção de perder a ereção. Era como um boxeador profissional entre rounds, ainda intenso e focado. Acho que a tia Sam também sentiu isso. A técnica dela mudou e ficou mais erótica, me chupando com paixão e um fervor crescente. O corpo da Jules finalmente tinha se acalmado e ela estava nos olhando, vendo a tia Sam me chupar. Nossos olhos se encontraram e um sorrisinho passou pelos lábios dela enquanto ela deixava a mano, ela deslizou entre as próprias pernas. Bom, isso deixou bem claro que ela tava se preparando pra curtir de verdade o show que ia rolar.
A tia Sam levantou o olhar e, me encarando bem nos olhos, sussurrou duas palavras: "Posso?" Tudo que consegui fazer foi concordar com a cabeça, mas isso foi toda a aprovação que ela precisava. Ela se ajoelhou sobre mim e, segurando meu pau pra cima, deslizou completamente pra baixo num movimento só, soltando um gemido abafado quando encaixou fundo no meu colo. Não perdeu tempo, começou a me cavalgar com movimentos largos e firmes, sabendo exatamente o que queria. Enquanto fazia isso, pegou minhas mãos e colocou nos peitos dela, me dando permissão e guiando. Jules agora estava deitada de lado, de frente pra gente, com as pernas abertas e dois dedos enfiados dentro dela. Ela observou enquanto a tia Sam se inclinava pra frente, colocava as mãos de cada lado dos meus ombros e enfiava a bunda em mim, me comendo com força, de olhos fechados e respiração pesada. Gemidos guturais escapavam dos lábios dela e o ritmo acelerou de novo. Ela estava gozando. Minha tia estava gozando enquanto montava no meu pau e minha irmã assistia, se dedando na própria buceta.
A tensão começou a sair do corpo da tia Sam e os movimentos dela foram ficando mais lentos até parar. Olhando pro Julio, ela disse: "Acho que isso vai demorar um pouco. Por que a gente não aproveita ao máximo e faz uma troca?". Julio concordou. "Deita aí, gostosa." Saindo do meu pau duro igual pedra, a tia Sam me olhou e falou: "Vai lá e fode a sua irmã. Eu te falo quando voltar pra me foder de novo. Vamos ver até onde você aguenta." E foi exatamente o que eu fiz. A Jules já tava com os joelhos levantados e as pernas abertas, ainda toda molhada do primeiro orgasmo dela. Me posicionei por cima, balancei o quadril pra frente e deslizei inteiro dentro dela, já comecei a foder num ritmo suave e constante enquanto ela gemia e mexia a bunda. Não levou nem 3-4 minutos pra ela começar a gemer alto e eu sentir o calor do gozo dela escorrendo em volta do meu pau, fazendo aquele barulho molhado bem claro enquanto eu continuava fodendo. Dessa vez, em vez de perder o controle e se afastar, ela continuou cavalgando a onda, o corpo dela tremendo sem parar enquanto os orgasmos vinham um atrás do outro. Finalmente, percebi que tava chegando no fim e diminuí o ritmo até parar, o corpo dela imóvel debaixo de mim, os olhos vidrados me encarando com uma calma serena. Enquanto eu fodía a Jules, a tia Sam ficou de joelhos do nosso lado, se tocando na buceta nua, os peitos dela cheios e pesados descansando no peito. "Minha vez.
Com isso, ela ficou de quatro ao nosso lado e me olhou nos olhos, me guiando sem dizer mais nada. Deslizei para fora da Jules e me movi pra trás da tia Sam, os lábios externos da buceta dela inchados e os lábios vaginais abertos e prontos. Peguei meu pau, coloquei a ponta e empurrei, querendo dar pra tia Sam exatamente o que eu sabia que ela queria. O gemido de prazer dela me disse que eu tava fazendo exatamente isso. Fodi ela, com força. Me concentrei no meu próprio prazer e luxúria pessoal, sabendo que, ao fazer isso, tava dando exatamente o que ela queria. Bati nela, vendo o corpo dela se contorcer cada vez que eu tocava o fundo contra a bunda dela. "Me fode, Tom. Fode a sua tia do jeito que você sabe que eu quero. Quero sentir seu gozo jorrando dentro de mim." Isso foi o bastante. Ouvir a tia Sam falar comigo daquele jeito, junto com todo o resto, me levou ao limite. Agora era minha vez de uivar quando me esmaguei contra a buceta dela, meu pau explodiu e encheu a buceta dela com vários jatos quentes de porra. Enquanto isso, senti o corpo da tia Sam começar a se contorcer também e, de repente, senti o calor e a umidade agora familiares do próprio orgasmo dela rolando sobre e ao redor do meu pau e escorrendo no chão debaixo dela. Acho que era de família. Finalmente saciados, todos deitamos no chão por alguns minutos, depois fomos pra piscina pra nos limpar e refrescar. Nadamos separados, e então finalmente nos juntamos no meio. "Tenho uma confissão pra fazer", disse a tia Sam. "Estive ouvindo vocês todos no quarto nas últimas noites. No começo, não tinha certeza, mas depois de ouvir um pouco, era óbvio o que tava rolando. Como vocês podem ver agora, sou bem mente aberta quando o assunto é sexo, então não me incomodou nem um pouco. Na verdade, fiquei me perguntando se vocês iam aproveitar a oportunidade de um dia sozinhos pra se divertir um com o outro, e fiquei curiosa pra encontrá-los. 'comprometida' quando consegui chegar mais cedo em casa". A tia Sam fez uma pausa por um momento e depois continuou. "Sinceramente, não esperava me envolver com nenhum de vocês dois, mas quando vi vocês juntos perto da piscina, foi a coisa mais erótica que pude imaginar e meu corpo e desejo tomaram conta. Espero que isso não deixe as coisas estranhas entre todos nós. Nunca me perdoaria se machucasse algum de vocês". "Nos machucar?" Jules disse: "Me sinto a garota mais sortuda e sortuda do mundo. Tá tudo bem... com certeza... Admito que supostamente é um tabu fazer o que Tom e eu temos feito e o que todos acabamos de fazer. Mas eu estou aprendendo sobre sexo com pessoas que amo e em quem confio... e é muito mais do que isso. O que acabou de acontecer é uma experiência que a maioria das pessoas nunca vai ter... quero dizer, totalmente sério, erótico. Tom e eu conseguimos ter isso em um ambiente seguro e amoroso. Você nos machucou? Você nos deu um presente incrível, espero passar o máximo de tempo aqui que puder". "Eu também", intervim. "Valeu, Jules. Valeu, Tom. Assim que comecei a pensar com clareza, fiquei com medo de ter feito algo terrivelmente errado, mas aparentemente, vocês dois são cortados no mesmo pano que eu. Vamos voltar pra casa. Não estou dizendo se algo vai acontecer de novo... pelo menos me envolvendo. Mas saibam que vocês dois podem explorar juntos o quanto quiserem enquanto estiverem aqui. Só saibam que lá fora, no mundo real e em casa, vocês precisam ser extremamente cuidadosos e discretos. Pra muitas pessoas, o que fizemos é errado e imperdoável. Meu conselho... e vem da experiência... é que assim que vocês saírem daqui, voltem pra um relacionamento tradicional, o que deve ser mais fácil com a Jules voltando pra faculdade. Mas saibam que este sempre será um santuário onde vocês podem vir e aproveitar a vida como quiserem". "E se a gente quiser que você nos ensine e mostre tudo o que é possível?", disse ela. Jules. "Quer dizer, tanto eu quanto o Tom estamos totalmente de acordo com tudo, e o que acabou de rolar foi incrível pra caralho. Pelo menos pra mim, quero experimentar mais." "É, concordo com a Jules", disse o Tom. "Isso foi foda e quero aprender a ser o melhor amante que eu puder... e me divertir ao mesmo tempo", completou o Tom com um sorrisão. "Tá bom, a gente vê. Mas cê já deve ter sacado que não vou ser tão difícil de convencer, ainda mais considerando como os dois corpos são gostosos, especialmente o que tá pendurado entre as suas pernas", disse ela olhando pro meu pau. Virando pra Jules, continuou. "Mas pra não criar falsas expectativas, cê tava de boa com o que rolou entre a gente? Sempre fui bi, desde que me entendo por gente, mas não posso assumir que aquilo foi mais que o calor do momento." Jules virou pra mim e depois pra tia Sam. "Eu experimentei um pouco no colégio com uma amiga, mas quando ela mudou de cidade, nunca mais tive chance. Mas curti, e com certeza curti hoje, e queria tentar mais, se tudo bem." Agora foi a vez da tia Sam morder o lábio inferior. "Acho que é seguro dizer que nós três podemos fazer o que quisermos, e eu adoraria ensinar pra vocês tudo que eu puder. E sim, a ideia me excita pra caralho. Na real, qualquer noite que quiserem, tão convidados a aproveitar minha cama king comigo." "Isso vai rolar hoje à noite", falei confiante. Com isso, a tia Sam pegou as roupas dela e todos voltamos colina acima pra casa. Jules e a tia Sam estavam de mãos dadas, e enquanto eu caminhava atrás delas, comecei a imaginar todas as possibilidades que estavam por vir.
Continua...🔥
Jules começou a me montar bem devagar de novo, quase como se estivesse tentando ser discreta... como se isso fosse possível. Mas a lentidão dos movimentos dela tava me deixando louco. Os músculos da buceta dela estavam apertados em volta do meu pau, e a sensação enquanto ela subia e descia devagar era surreal. Também dava uma visão perfeita da nossa foda: os lábios dela enroscados com força no meu pau duro e o clitóris dela durinho, saindo da capinha. Nossos olhos ficaram fechados, tentando sentir a reação um do outro quando a tia Sam nos pegou.
"Parece que ela tá de boa com isso", sussurrou Jules pra mim.
"É, parece. Duvido que ela teria tirado a roupa se não tivesse topando."
"Verdade... Porra, seu pau é uma delícia. Quero me soltar de vez, mas... sei o que ela disse e tal, mas... é uma situação do caralho, sabe?"
"Te entendo, mas pensa bem, mana: ela podia ter ficado escondida só olhando. Em vez disso, veio até aqui e tirou a roupa. Acho que ela tá super de acordo. E aposto que ela também tá excitada."
Isso fez Jules relaxar mais um pouco, e ela começou a acelerar o ritmo, montando o pau inteiro com uma cadência cada vez mais rápida. Olhei por cima dela e vi que a tia Sam tinha saído da cachoeira e tava nadando na nossa direção, os olhos claramente fixos na gente. Toda essa cena me deixou excitado pra caralho. Minha irmã gostosa montando meu pau e nossa tia nos observando, agora a menos de três metros de distância. E percebi que Jules também tava ficando doida, as cadeiras começando a girar enquanto acelerava o ritmo, e a preocupação que tava no rosto dela um minuto atrás tinha virado uma máscara de pura safadeza. E além disso, era óbvio que ela tava se entregando de verdade no meu pau. Ela tinha me dito que eu era o maior pau que ela já tinha visto na vida, o que fazia dela o maior pau que ela já tinha fodido e que ela estava aproveitando ao máximo. De repente, senti algo esfregando nas minhas bolas. Olhei por cima da Jules e a tia Sam estava bem atrás da gente, se esticou e começou a acariciar minhas bolas enquanto Jules montava no meu pau. As costas da Jules arquearam de repente e ela virou a cabeça quando sentiu a outra mão da tia Sam deslizando pelas costas dela. "Se vocês quiserem que eu deixe vocês sozinhos, eu vou, mas não consegui evitar. Ver você aguentando o pau enorme do Tom com seu corpinho pequeno é provavelmente a coisa mais erótica que já vi na vida. Só queria sentir a energia sexual de vocês." "A gente não se importa. Aproveita a gente o quanto quiser", disse Jules com a voz trêmula, falando pelos dois... "Você também é uma gostosa do caralho." E no instante seguinte, elas estavam se beijando. Não conseguia acreditar no que estava vendo. A tia Sam levou a mão esquerda para cima e ao redor do pescoço da Jules e puxou ela para um beijo apaixonado, suas línguas se enrolando juntas. A mão direita dela foi para o peito esquerdo da Jules, massageou suavemente e depois rolou o mamilo da Jules entre o polegar e o indicador. Enquanto Jules continuava montando em mim e elas continuavam se beijando, a mão da tia Sam deslizou devagar do peito da Jules até a barriga e mais para baixo, os dedos dela se abrindo em V enquanto deslizavam sobre a buceta da Jules e ao redor de cada lado do meu pau. Meu Deus... a tia Sam estava sentindo a gente foder, sentindo o comprimento do meu pau deslizar para dentro e para fora da buceta molhada da Jules. Aí ela levantou a mão, apoiou o dedo médio no clitóris exposto da Jules e começou a esfregar, provocando um gemido forte e fazendo o corpo inteiro dela tremer. Com respirações ofegantes, Jules se afastou do beijo e implorou: "Ah, sim... porra, porra, sim... brinca com meu clitóris do caralho... ah, porra, ah, Porra. Me come, Tom... me come, Tom. ... deixa a tia Sam te ver me comendo". A respiração da Jules era ofegante e eu percebi que ela estava prestes a explodir de vez. Na real, eu também, cada nervo do meu pau começou a disparar quando senti a sensação orgásmica do meu gozo saindo das minhas bolas. A Jules gemia alto... não só gemia, mas gritava, seus gritos de prazer engolidos pela floresta ao redor quando senti os músculos da buceta dela apertando meu pau. A tia Sam estava esfregando o clitóris furiosamente com dois dedos e com outro grito, a Jules e eu gozamos ao mesmo tempo, meu pau disparou jatos fortes de porra fundo na buceta dela enquanto ela respondia na mesma hora, encharcando a mim e a mão da tia Sam com jatos de líquido quente enquanto arqueava as costas e jogava a cabeça para trás. Nenhuma cena pornô que eu já vi ou vou ver chegaria perto desse momento. Essa foi a liberação pura da luxúria e do desejo carnal, oferecidos pelos nossos corpos um ao outro. A Jules não aguentou mais e quase caiu do meu pau no chão ao meu lado, o corpo dela se contorcendo de prazer total, o orgasmo ainda furioso. Isso deixou a tia Sam flutuando sobre mim e, tão rápido quanto consegui processar o que estava rolando, ela se inclinou e pegou meu pau na boca dela, me chupando e puxando o último do meu gozo na boca dela, depois lambendo até me deixar limpo. Minha mente estava girando enquanto eu olhava maravilhado minha tia lambendo e chupando meu pau. Embora não estivesse mais pulsando, meu pau claramente não tinha intenção de perder a ereção. Era como um boxeador profissional entre rounds, ainda intenso e focado. Acho que a tia Sam também sentiu isso. A técnica dela mudou e ficou mais erótica, me chupando com paixão e um fervor crescente. O corpo da Jules finalmente tinha se acalmado e ela estava nos olhando, vendo a tia Sam me chupar. Nossos olhos se encontraram e um sorrisinho passou pelos lábios dela enquanto ela deixava a mano, ela deslizou entre as próprias pernas. Bom, isso deixou bem claro que ela tava se preparando pra curtir de verdade o show que ia rolar.
A tia Sam levantou o olhar e, me encarando bem nos olhos, sussurrou duas palavras: "Posso?" Tudo que consegui fazer foi concordar com a cabeça, mas isso foi toda a aprovação que ela precisava. Ela se ajoelhou sobre mim e, segurando meu pau pra cima, deslizou completamente pra baixo num movimento só, soltando um gemido abafado quando encaixou fundo no meu colo. Não perdeu tempo, começou a me cavalgar com movimentos largos e firmes, sabendo exatamente o que queria. Enquanto fazia isso, pegou minhas mãos e colocou nos peitos dela, me dando permissão e guiando. Jules agora estava deitada de lado, de frente pra gente, com as pernas abertas e dois dedos enfiados dentro dela. Ela observou enquanto a tia Sam se inclinava pra frente, colocava as mãos de cada lado dos meus ombros e enfiava a bunda em mim, me comendo com força, de olhos fechados e respiração pesada. Gemidos guturais escapavam dos lábios dela e o ritmo acelerou de novo. Ela estava gozando. Minha tia estava gozando enquanto montava no meu pau e minha irmã assistia, se dedando na própria buceta.
A tensão começou a sair do corpo da tia Sam e os movimentos dela foram ficando mais lentos até parar. Olhando pro Julio, ela disse: "Acho que isso vai demorar um pouco. Por que a gente não aproveita ao máximo e faz uma troca?". Julio concordou. "Deita aí, gostosa." Saindo do meu pau duro igual pedra, a tia Sam me olhou e falou: "Vai lá e fode a sua irmã. Eu te falo quando voltar pra me foder de novo. Vamos ver até onde você aguenta." E foi exatamente o que eu fiz. A Jules já tava com os joelhos levantados e as pernas abertas, ainda toda molhada do primeiro orgasmo dela. Me posicionei por cima, balancei o quadril pra frente e deslizei inteiro dentro dela, já comecei a foder num ritmo suave e constante enquanto ela gemia e mexia a bunda. Não levou nem 3-4 minutos pra ela começar a gemer alto e eu sentir o calor do gozo dela escorrendo em volta do meu pau, fazendo aquele barulho molhado bem claro enquanto eu continuava fodendo. Dessa vez, em vez de perder o controle e se afastar, ela continuou cavalgando a onda, o corpo dela tremendo sem parar enquanto os orgasmos vinham um atrás do outro. Finalmente, percebi que tava chegando no fim e diminuí o ritmo até parar, o corpo dela imóvel debaixo de mim, os olhos vidrados me encarando com uma calma serena. Enquanto eu fodía a Jules, a tia Sam ficou de joelhos do nosso lado, se tocando na buceta nua, os peitos dela cheios e pesados descansando no peito. "Minha vez.
Com isso, ela ficou de quatro ao nosso lado e me olhou nos olhos, me guiando sem dizer mais nada. Deslizei para fora da Jules e me movi pra trás da tia Sam, os lábios externos da buceta dela inchados e os lábios vaginais abertos e prontos. Peguei meu pau, coloquei a ponta e empurrei, querendo dar pra tia Sam exatamente o que eu sabia que ela queria. O gemido de prazer dela me disse que eu tava fazendo exatamente isso. Fodi ela, com força. Me concentrei no meu próprio prazer e luxúria pessoal, sabendo que, ao fazer isso, tava dando exatamente o que ela queria. Bati nela, vendo o corpo dela se contorcer cada vez que eu tocava o fundo contra a bunda dela. "Me fode, Tom. Fode a sua tia do jeito que você sabe que eu quero. Quero sentir seu gozo jorrando dentro de mim." Isso foi o bastante. Ouvir a tia Sam falar comigo daquele jeito, junto com todo o resto, me levou ao limite. Agora era minha vez de uivar quando me esmaguei contra a buceta dela, meu pau explodiu e encheu a buceta dela com vários jatos quentes de porra. Enquanto isso, senti o corpo da tia Sam começar a se contorcer também e, de repente, senti o calor e a umidade agora familiares do próprio orgasmo dela rolando sobre e ao redor do meu pau e escorrendo no chão debaixo dela. Acho que era de família. Finalmente saciados, todos deitamos no chão por alguns minutos, depois fomos pra piscina pra nos limpar e refrescar. Nadamos separados, e então finalmente nos juntamos no meio. "Tenho uma confissão pra fazer", disse a tia Sam. "Estive ouvindo vocês todos no quarto nas últimas noites. No começo, não tinha certeza, mas depois de ouvir um pouco, era óbvio o que tava rolando. Como vocês podem ver agora, sou bem mente aberta quando o assunto é sexo, então não me incomodou nem um pouco. Na verdade, fiquei me perguntando se vocês iam aproveitar a oportunidade de um dia sozinhos pra se divertir um com o outro, e fiquei curiosa pra encontrá-los. 'comprometida' quando consegui chegar mais cedo em casa". A tia Sam fez uma pausa por um momento e depois continuou. "Sinceramente, não esperava me envolver com nenhum de vocês dois, mas quando vi vocês juntos perto da piscina, foi a coisa mais erótica que pude imaginar e meu corpo e desejo tomaram conta. Espero que isso não deixe as coisas estranhas entre todos nós. Nunca me perdoaria se machucasse algum de vocês". "Nos machucar?" Jules disse: "Me sinto a garota mais sortuda e sortuda do mundo. Tá tudo bem... com certeza... Admito que supostamente é um tabu fazer o que Tom e eu temos feito e o que todos acabamos de fazer. Mas eu estou aprendendo sobre sexo com pessoas que amo e em quem confio... e é muito mais do que isso. O que acabou de acontecer é uma experiência que a maioria das pessoas nunca vai ter... quero dizer, totalmente sério, erótico. Tom e eu conseguimos ter isso em um ambiente seguro e amoroso. Você nos machucou? Você nos deu um presente incrível, espero passar o máximo de tempo aqui que puder". "Eu também", intervim. "Valeu, Jules. Valeu, Tom. Assim que comecei a pensar com clareza, fiquei com medo de ter feito algo terrivelmente errado, mas aparentemente, vocês dois são cortados no mesmo pano que eu. Vamos voltar pra casa. Não estou dizendo se algo vai acontecer de novo... pelo menos me envolvendo. Mas saibam que vocês dois podem explorar juntos o quanto quiserem enquanto estiverem aqui. Só saibam que lá fora, no mundo real e em casa, vocês precisam ser extremamente cuidadosos e discretos. Pra muitas pessoas, o que fizemos é errado e imperdoável. Meu conselho... e vem da experiência... é que assim que vocês saírem daqui, voltem pra um relacionamento tradicional, o que deve ser mais fácil com a Jules voltando pra faculdade. Mas saibam que este sempre será um santuário onde vocês podem vir e aproveitar a vida como quiserem". "E se a gente quiser que você nos ensine e mostre tudo o que é possível?", disse ela. Jules. "Quer dizer, tanto eu quanto o Tom estamos totalmente de acordo com tudo, e o que acabou de rolar foi incrível pra caralho. Pelo menos pra mim, quero experimentar mais." "É, concordo com a Jules", disse o Tom. "Isso foi foda e quero aprender a ser o melhor amante que eu puder... e me divertir ao mesmo tempo", completou o Tom com um sorrisão. "Tá bom, a gente vê. Mas cê já deve ter sacado que não vou ser tão difícil de convencer, ainda mais considerando como os dois corpos são gostosos, especialmente o que tá pendurado entre as suas pernas", disse ela olhando pro meu pau. Virando pra Jules, continuou. "Mas pra não criar falsas expectativas, cê tava de boa com o que rolou entre a gente? Sempre fui bi, desde que me entendo por gente, mas não posso assumir que aquilo foi mais que o calor do momento." Jules virou pra mim e depois pra tia Sam. "Eu experimentei um pouco no colégio com uma amiga, mas quando ela mudou de cidade, nunca mais tive chance. Mas curti, e com certeza curti hoje, e queria tentar mais, se tudo bem." Agora foi a vez da tia Sam morder o lábio inferior. "Acho que é seguro dizer que nós três podemos fazer o que quisermos, e eu adoraria ensinar pra vocês tudo que eu puder. E sim, a ideia me excita pra caralho. Na real, qualquer noite que quiserem, tão convidados a aproveitar minha cama king comigo." "Isso vai rolar hoje à noite", falei confiante. Com isso, a tia Sam pegou as roupas dela e todos voltamos colina acima pra casa. Jules e a tia Sam estavam de mãos dadas, e enquanto eu caminhava atrás delas, comecei a imaginar todas as possibilidades que estavam por vir.
Continua...🔥
2 comentários - Nosso verão com a tia Sam #4