A história começa nestes três capítulos... e vai encontrando seu final.
1.http://www.poringa.net/posts/relatos/4588761/Espectador-Privilegiado-HMH--apenas-el-comienzo.html
2.
3.
Por um segundo, tudo ficou em silêncio, até que ela soltou uma gargalhada, olhando bem nos nossos olhos, ou melhor, no que a gente chama de olhar.
Assim que recuperou o fôlego, depois de ter aquele orgasmo espetacular, e rindo da gente, mas também dela mesma, disse
-Pra terminar o que comecei com vocês, vão ter que me esperar um pouco, em uns dias acho que posso recomeçar.A piada até podia ter sido engraçada, se não fosse pelas ereções que a gente tava sentindo, tanto eu quanto ele. Pelo menos o marido dela já tinha gozado uma vez… eu ainda não, mas ninguém tava com pressa nesse jogo.
—Não sei por que, não acredito em você… você tem toda cara de mulher que sempre aguenta mais um pouco.
—O amigo tá certo… é igual aquelas máquinas de pinball antigas.. é só botar uma ficha que começa outra partida.Com a autorização implícita do dono da casa, fiquei na beira da cama, peguei ela pelas mãos e cravei um beijo de língua nela como se fosse o namorado. Senti que ela se entregava nos meus braços, mas não ia deixar ela entrar nesse jogo. Virei ela de costas, colada em mim, e esfreguei meu pau entre as nádegas dela. O marido chegou perto e ficou de frente pra ela. Deu o mesmo beijo de língua que tinha visto eu dar.
Ela soltou um gemido, e o corpo dela se tensionou de novo. Ela arrebitou a bunda, procurando que meu pau encontrasse refúgio, enquanto continuava beijando o marido dela.
Embora eu já estivesse sentindo o calor da buceta dela, e o desejo quase tomasse conta da minha vontade, eu tinha outros planos.Passei minha mão por cima dela, tocando o ombro do meu parceiro, com a clara intenção de que ele se deitasse na cama. Depois fui guiando ela, pra que montasse na pica do marido, e a deixei cair suavemente, enfiada no cilindro ereto que se oferecia pra ela.E agora era eu quem tinha diante dos olhos a oferta da bunda dela.
Peguei na minha rola com a mão e apontei pro buraco dela. Apoiei a cabeça e fiquei parado.
Ela soltou um gemido de prazer profundo, e o marido entendeu que era ele quem tinha que dar movimento naquilo.
Ele investia de baixo, ela recebia o movimento, e eu me enfiava um pouco mais na bunda dela.
E naquele momento, quando tudo já era uma grande dança erótica, ela se transformou na deusa safada que a gente veio procurar.
-siiiii… dois paus pra mim… tô com eles bem dentrrooo siiiii sou a mais puta… quero mais, mais, mais.. encham minha buceta de porra os doissssssE aí não devíamos mais nos mexer, porque os movimentos quem controlava era ela… recebendo por todos os lados as penetradas.E eu acariciava as costas dela, e gemia com as carícias que meu pau recebia na pele apertada da bunda dele; e ele apertava os peitos dela, enquanto ela dizia coisas que a gente já não entendia mais.
Tinha perdido todo o controle.
-siiiiaggghhhmmmm, porfavsisiiissi, daledalesnoparesssisisi, acaboyaotravezsisi, queputahijadeputasiiiiiii, aaaaaaaahhhhhhggggggggg
E de novo o silêncio, e o corpo dela mole.
Olhei pra ela e falei
-Fiz bem em não acreditar em você.
Ela tava feliz e ao mesmo tempo meio na bad… mas como terminou a tarefa, isso fica pra próxima…
1.http://www.poringa.net/posts/relatos/4588761/Espectador-Privilegiado-HMH--apenas-el-comienzo.html
2.
http://www.poringa.net/posts/relatos/4594313/Sexo-de-a-Tres---Intenso-HMH---3ra-parte.html
3.
http://www.poringa.net/posts/relatos/4594313/Sexo-de-a-Tres---Intenso-HMH---3ra-parte.html
Por um segundo, tudo ficou em silêncio, até que ela soltou uma gargalhada, olhando bem nos nossos olhos, ou melhor, no que a gente chama de olhar.
Assim que recuperou o fôlego, depois de ter aquele orgasmo espetacular, e rindo da gente, mas também dela mesma, disse
-Pra terminar o que comecei com vocês, vão ter que me esperar um pouco, em uns dias acho que posso recomeçar.A piada até podia ter sido engraçada, se não fosse pelas ereções que a gente tava sentindo, tanto eu quanto ele. Pelo menos o marido dela já tinha gozado uma vez… eu ainda não, mas ninguém tava com pressa nesse jogo.
—Não sei por que, não acredito em você… você tem toda cara de mulher que sempre aguenta mais um pouco.
—O amigo tá certo… é igual aquelas máquinas de pinball antigas.. é só botar uma ficha que começa outra partida.Com a autorização implícita do dono da casa, fiquei na beira da cama, peguei ela pelas mãos e cravei um beijo de língua nela como se fosse o namorado. Senti que ela se entregava nos meus braços, mas não ia deixar ela entrar nesse jogo. Virei ela de costas, colada em mim, e esfreguei meu pau entre as nádegas dela. O marido chegou perto e ficou de frente pra ela. Deu o mesmo beijo de língua que tinha visto eu dar.
Ela soltou um gemido, e o corpo dela se tensionou de novo. Ela arrebitou a bunda, procurando que meu pau encontrasse refúgio, enquanto continuava beijando o marido dela.
Embora eu já estivesse sentindo o calor da buceta dela, e o desejo quase tomasse conta da minha vontade, eu tinha outros planos.Passei minha mão por cima dela, tocando o ombro do meu parceiro, com a clara intenção de que ele se deitasse na cama. Depois fui guiando ela, pra que montasse na pica do marido, e a deixei cair suavemente, enfiada no cilindro ereto que se oferecia pra ela.E agora era eu quem tinha diante dos olhos a oferta da bunda dela.
Peguei na minha rola com a mão e apontei pro buraco dela. Apoiei a cabeça e fiquei parado.
Ela soltou um gemido de prazer profundo, e o marido entendeu que era ele quem tinha que dar movimento naquilo.
Ele investia de baixo, ela recebia o movimento, e eu me enfiava um pouco mais na bunda dela.
E naquele momento, quando tudo já era uma grande dança erótica, ela se transformou na deusa safada que a gente veio procurar.
-siiiii… dois paus pra mim… tô com eles bem dentrrooo siiiii sou a mais puta… quero mais, mais, mais.. encham minha buceta de porra os doissssssE aí não devíamos mais nos mexer, porque os movimentos quem controlava era ela… recebendo por todos os lados as penetradas.E eu acariciava as costas dela, e gemia com as carícias que meu pau recebia na pele apertada da bunda dele; e ele apertava os peitos dela, enquanto ela dizia coisas que a gente já não entendia mais.
Tinha perdido todo o controle.
-siiiiaggghhhmmmm, porfavsisiiissi, daledalesnoparesssisisi, acaboyaotravezsisi, queputahijadeputasiiiiiii, aaaaaaaahhhhhhggggggggg
E de novo o silêncio, e o corpo dela mole.
Olhei pra ela e falei
-Fiz bem em não acreditar em você.
Ela tava feliz e ao mesmo tempo meio na bad… mas como terminou a tarefa, isso fica pra próxima…
0 comentários - Le ponés una fichita y arranca -HMH, 4ta. parte-