Fala aí!
Hoje vim contar sobre minha vida sexual. Vocês podem pular a introdução e ir direto pra parte onde começo o relato — isso aqui é a introdução... Enfim, sou um cara na casa dos vinte e poucos anos, hétero. Nunca tive coragem de fazer essas coisas de relatar, mas acho que já tenho um pouco de bagagem pra contar e dar umas risadas da minha vida. Sempre consumi pornô desde muito novo e sempre amei relatos, tipo contar histórias sexuais, e adoro contar as minhas pros meus próximos. Eu não trato isso como tabu e, na real, desde moleque sou bem desinibido, então não me importo de contar as coisas e mostrar como sou de verdade.
Bom, pra entrar no contexto, mesmo com a introdução explicando um pouco: eu era um garoto extrovertido, sempre falava com mulheres, mas o tempo passou e admito que quando era adolescente não era tão bonito. Hoje em dia me acho bem gostoso. Queria ter uma namorada, mas as coisas não rolavam, nunca tive coragem de ir além e não dava certo. Era um punheteiro quando novo, vivia consumindo pornô e, na real, minha maior vontade era beijar uma mina e meter logo. Sempre que tinha chance de tentar pegar uma gatinha, eu tentava. Fui em festa de 15, tirava as meninas pra dançar e várias vezes quase beijei, mas não consegui. Mais ainda: com 17 anos, me ofereceram sexo e eu ainda não tinha dado o primeiro beijo. Quase comi essa mina, mas no final desisti. Detalhe: quando tava conversando com essa garota que me ofereceu sexo, cruzei com ela de noite, exatamente quando ia comprar algo na padaria. Ela tentou me beijar, eu beijei a bochecha dela, ela chupou meu pescoço e fiquei durasso na hora, hahaha. Minha inocência naquela época me entregava. Só rolou mesmo numa festa de formatura, com uma amiga que nunca disse que ia me beijar. Aos 18 anos, foi meu primeiro beijo. Enfim, e se vocês acham que depois disso eu comi alguém nos meses seguintes? NÃO... Agora começa minha história...
Minha primeira vez
Bom, pra entrar no contexto, eu faço parte de uma ONG (organização não governamental) há muitos anos e tenho as melhores histórias. Pra ser sincero, continuo porque curto mesmo. Não vou dar muitos detalhes sobre a ONG onde tô pra ninguém ficar tirando conclusões erradas sobre a organização, mas ela me permitiu crescer pra caramba, tanto pessoal quanto profissionalmente — isso é só um plus do que pode rolar. Então, essa ONG tem presença no mundo inteiro e, todo verão, rola um encontro enorme com gente da América do Sul. É um evento de vários dias com workshops, treinamentos e, toda noite, uma puta festa, então diversão não falta. Fazia anos que eu ia nesse evento, porque literalmente eram minhas férias todo ano. Dessa vez, o rolê foi numa praia que tinha uma pousada e, ao longo da areia, umas cabanas onde a gente se hospedava, mas os banheiros eram longe pra cacete.
Bom, tinha uma mina que eu esbarrava em vários momentos. A gente se deu bem, começou a conversar, e eu achava ela bonita — era mais velha que eu, morena, com umas cadeiras grossas, mas não era gorda, então tava uma delícia. Além disso, eu sou doido por mulheres mais velhas que eu. Na segunda noite, chamei ela pra dançar. A festa era na praia, e ela decidiu ir dormir, então acompanhei ela até o quarto, porque as cabanas eram longe da festa — uns 5 a 7 minutos de caminhada. A praia era estranha, cheia de árvores, um lugar perfeito pra se perder no meio delas, muito lindo. Enquanto a gente caminhava, eu não tava com coragem de me jogar, e já estávamos chegando na cabana dela. Aí falei:
Eu: "Você dançou bem hoje, mas faltou um passo."
Ela: "Qual?"
Nessa hora, virei ela, agarrei a cintura e me aproximei do rosto dela. No fim, ela sorriu meio tímida e respondeu: "Olha só você."
A gente começou a se beijar furiosamente e fomos pra uns arbustos. Naquela noite não tinha lua, mas as luzes das cabanas iluminavam tudo. se alguém se aproximasse de onde a gente tava, dava pra perceber que a gente tava ali, mas de longe ninguém conseguia nos ver. a gente começou a se apertar (se tocar) e eu comecei a beijar o pescoço dela e, impulsivamente, levantei a blusa dela, puxei o sutiã pra baixo e comecei a chupar os peitos dela. ela tinha uns peitos bonitos pro corpo dela, tamanho médio, então eram muito gostosos. naquele momento, eu me sentia no paraíso, e a verdade é que a sensação de prazer e o tesão de que alguém pudesse nos ver tava pouco me fodendo, eu realmente não ligava. tava aproveitando aquele momento ao máximo. então eu falei: quer botar?
ela respondeu: não, amanhã. hoje não.
aí eu pensei comigo: É AGORA OU NUNCA. então a gente começou a se apertar um pouco mais pra ver se ela afrouxava, e eu tava vendo o que mais fazer, já que era inexperiente e era a segunda vez que eu apertava uma gostosa. a primeira vez foi quase na mesma situação, a gente tava exposto a ser visto e não conseguiu finalizar porque ela tava naqueles dias, então só chupei a buceta dela e mordi de raiva por não ter conseguido botar. cê já viu que azar danado eu tinha, não tinha jeito de eu comer alguém. bem...
voltando à história, o que rolou foi que, já que ela tava em cima de mim, a gente começou a se esfregar e ela tava toda excitada, sentindo meu pau esfregando na pélvis dela, e ela falou: bom, onde a gente vai botar? cê tem camisinha?. ela tava toda molhada e ofegante, enquanto eu tava bem tranquilo. aí eu respondi: tenho sim, e a gente pode ir pros banheiros. nesse ponto, eu não sei POR QUE, mas eu tava confiante naquela noite ou algo me iluminou, porque eu decidi levar camisinhas no bolso de trás pra festa, coisa que nunca fiz, tipo, parece que o deus da foda veio e falou: hoje cê vai ser o herói hahaha. o motivo de eu falar pra ir pros banheiros é que os quartos onde a gente dormia a gente dividia com mais gente, então sempre tinha alguém ou a galera não ia pra farra e ficava dormindo, e transar ao ar livre não tava rolando porque eu tava me arranhando inteiro com as folhas e a areia, ia ser muito desconfortável, mas No banheiro que a gente foi era um banheiro que ninguém usava, meio afastado, então era lá mesmo. Aí eu entro primeiro pra ver se não tem ninguém, depois ela passa e a gente entra num cubículo — tipo, sabe quando tem vários vasos separados por paredes e uma portinha? Pois é, a gente entrou num desses cubículos e começou a se pegar. Eu puxei o short e a calcinha dela pra baixo, e naquele momento eu cheguei num ponto que nunca tinha chegado antes, então comecei a esfregar meus dedos na buceta dela. Nunca cheguei a enfiar os dedos pra dentro, acho que só um pouquinho. Aí ela também puxou minha calça e meu boxer pra baixo e começou a tocar no meu pau e bater uma punheta com a mão. Na hora que ela tocou no meu pau, senti um arrepio, tipo um choque elétrico no corpo, não sei explicar direito. Enfim, sentei no vaso, coloquei a camisinha — pensei que ia ser mais difícil, mas ainda bem que não foi, e olha que eu tava super tranquilo, estranho porque achei que ia ficar nervoso nessa situação. Continuando, eu sentei no vaso e ela sentou em cima de mim. Não sei se já rolou com vocês, mas a sensação foi estranha e ao mesmo tempo gostosa, porque meter algo e sentir aquele calor não é normal, mas a buceta dessa gostosa era mais quente que o normal. Enfim, a gente ficou uns 15 minutos transando sem fazer barulho, e ela tava com uma vontade danada de gemer, o que me deixava mais excitado, então eu curti ainda mais porque metia com mais vontade pra ela segurar a vontade de gemer. Eu pensei que ia gozar rápido, porque sempre fui de bater punheta, e a gente só conseguiu fazer uma posição — ela montada em cima de mim, já que o cubículo era pequeno pra caralho e não dava pra fazer outra. E olha, eu tava literalmente batendo a cabeça na mochila do vaso, HAHAHA. Aí fiz ela inclinar um pouco pra trás pra apreciar a buceta que ela tinha, já que não tinha conseguido ver antes. No fim, gozei e tive que sair primeiro porque uns caras tavam por perto. Mandei limpar o banheiro e falei: "Dá uma volta aí, porque tenho um assunto aqui", e os vagabundos pegaram na hora e vazaram, kkkk. Tirei ela do banheiro rápido, ela me deu um beijo e se despediu. O final da história é que nos dias que restaram do evento, ela ficou me procurando de novo, mas eu já não queria mais, tava vendo se conseguia pegar outras gostosas. No fim, não peguei mais ninguém, kkkk. Assim termina minha história da primeira vez que comi alguém, aos 22 anos — tarde pra caralho, mas comi. Depois fiquei sabendo que essa gostosa tinha uns 27 ou 28 anos, e eu achava que ela tinha 24, ou seja, fiquei felizão porque comi uma mina mais velha.
Depois de comer essa gostosa, voltei com vontade de comer tudo que aparecesse. Então, se vocês gostaram, me avisem, porque tenho histórias com umas minas em situações muito estranhas ou engraçadas, e fotos de algumas. O problema é que dessa história não tirei fotos nem nada, porque foi a primeira vez que comi alguém.
Espero que tenham gostado do relato e tenham um dia lindo!
Hoje vim contar sobre minha vida sexual. Vocês podem pular a introdução e ir direto pra parte onde começo o relato — isso aqui é a introdução... Enfim, sou um cara na casa dos vinte e poucos anos, hétero. Nunca tive coragem de fazer essas coisas de relatar, mas acho que já tenho um pouco de bagagem pra contar e dar umas risadas da minha vida. Sempre consumi pornô desde muito novo e sempre amei relatos, tipo contar histórias sexuais, e adoro contar as minhas pros meus próximos. Eu não trato isso como tabu e, na real, desde moleque sou bem desinibido, então não me importo de contar as coisas e mostrar como sou de verdade.
Bom, pra entrar no contexto, mesmo com a introdução explicando um pouco: eu era um garoto extrovertido, sempre falava com mulheres, mas o tempo passou e admito que quando era adolescente não era tão bonito. Hoje em dia me acho bem gostoso. Queria ter uma namorada, mas as coisas não rolavam, nunca tive coragem de ir além e não dava certo. Era um punheteiro quando novo, vivia consumindo pornô e, na real, minha maior vontade era beijar uma mina e meter logo. Sempre que tinha chance de tentar pegar uma gatinha, eu tentava. Fui em festa de 15, tirava as meninas pra dançar e várias vezes quase beijei, mas não consegui. Mais ainda: com 17 anos, me ofereceram sexo e eu ainda não tinha dado o primeiro beijo. Quase comi essa mina, mas no final desisti. Detalhe: quando tava conversando com essa garota que me ofereceu sexo, cruzei com ela de noite, exatamente quando ia comprar algo na padaria. Ela tentou me beijar, eu beijei a bochecha dela, ela chupou meu pescoço e fiquei durasso na hora, hahaha. Minha inocência naquela época me entregava. Só rolou mesmo numa festa de formatura, com uma amiga que nunca disse que ia me beijar. Aos 18 anos, foi meu primeiro beijo. Enfim, e se vocês acham que depois disso eu comi alguém nos meses seguintes? NÃO... Agora começa minha história...
Minha primeira vez
Bom, pra entrar no contexto, eu faço parte de uma ONG (organização não governamental) há muitos anos e tenho as melhores histórias. Pra ser sincero, continuo porque curto mesmo. Não vou dar muitos detalhes sobre a ONG onde tô pra ninguém ficar tirando conclusões erradas sobre a organização, mas ela me permitiu crescer pra caramba, tanto pessoal quanto profissionalmente — isso é só um plus do que pode rolar. Então, essa ONG tem presença no mundo inteiro e, todo verão, rola um encontro enorme com gente da América do Sul. É um evento de vários dias com workshops, treinamentos e, toda noite, uma puta festa, então diversão não falta. Fazia anos que eu ia nesse evento, porque literalmente eram minhas férias todo ano. Dessa vez, o rolê foi numa praia que tinha uma pousada e, ao longo da areia, umas cabanas onde a gente se hospedava, mas os banheiros eram longe pra cacete.
Bom, tinha uma mina que eu esbarrava em vários momentos. A gente se deu bem, começou a conversar, e eu achava ela bonita — era mais velha que eu, morena, com umas cadeiras grossas, mas não era gorda, então tava uma delícia. Além disso, eu sou doido por mulheres mais velhas que eu. Na segunda noite, chamei ela pra dançar. A festa era na praia, e ela decidiu ir dormir, então acompanhei ela até o quarto, porque as cabanas eram longe da festa — uns 5 a 7 minutos de caminhada. A praia era estranha, cheia de árvores, um lugar perfeito pra se perder no meio delas, muito lindo. Enquanto a gente caminhava, eu não tava com coragem de me jogar, e já estávamos chegando na cabana dela. Aí falei:
Eu: "Você dançou bem hoje, mas faltou um passo."
Ela: "Qual?"
Nessa hora, virei ela, agarrei a cintura e me aproximei do rosto dela. No fim, ela sorriu meio tímida e respondeu: "Olha só você."
A gente começou a se beijar furiosamente e fomos pra uns arbustos. Naquela noite não tinha lua, mas as luzes das cabanas iluminavam tudo. se alguém se aproximasse de onde a gente tava, dava pra perceber que a gente tava ali, mas de longe ninguém conseguia nos ver. a gente começou a se apertar (se tocar) e eu comecei a beijar o pescoço dela e, impulsivamente, levantei a blusa dela, puxei o sutiã pra baixo e comecei a chupar os peitos dela. ela tinha uns peitos bonitos pro corpo dela, tamanho médio, então eram muito gostosos. naquele momento, eu me sentia no paraíso, e a verdade é que a sensação de prazer e o tesão de que alguém pudesse nos ver tava pouco me fodendo, eu realmente não ligava. tava aproveitando aquele momento ao máximo. então eu falei: quer botar?
ela respondeu: não, amanhã. hoje não.
aí eu pensei comigo: É AGORA OU NUNCA. então a gente começou a se apertar um pouco mais pra ver se ela afrouxava, e eu tava vendo o que mais fazer, já que era inexperiente e era a segunda vez que eu apertava uma gostosa. a primeira vez foi quase na mesma situação, a gente tava exposto a ser visto e não conseguiu finalizar porque ela tava naqueles dias, então só chupei a buceta dela e mordi de raiva por não ter conseguido botar. cê já viu que azar danado eu tinha, não tinha jeito de eu comer alguém. bem...
voltando à história, o que rolou foi que, já que ela tava em cima de mim, a gente começou a se esfregar e ela tava toda excitada, sentindo meu pau esfregando na pélvis dela, e ela falou: bom, onde a gente vai botar? cê tem camisinha?. ela tava toda molhada e ofegante, enquanto eu tava bem tranquilo. aí eu respondi: tenho sim, e a gente pode ir pros banheiros. nesse ponto, eu não sei POR QUE, mas eu tava confiante naquela noite ou algo me iluminou, porque eu decidi levar camisinhas no bolso de trás pra festa, coisa que nunca fiz, tipo, parece que o deus da foda veio e falou: hoje cê vai ser o herói hahaha. o motivo de eu falar pra ir pros banheiros é que os quartos onde a gente dormia a gente dividia com mais gente, então sempre tinha alguém ou a galera não ia pra farra e ficava dormindo, e transar ao ar livre não tava rolando porque eu tava me arranhando inteiro com as folhas e a areia, ia ser muito desconfortável, mas No banheiro que a gente foi era um banheiro que ninguém usava, meio afastado, então era lá mesmo. Aí eu entro primeiro pra ver se não tem ninguém, depois ela passa e a gente entra num cubículo — tipo, sabe quando tem vários vasos separados por paredes e uma portinha? Pois é, a gente entrou num desses cubículos e começou a se pegar. Eu puxei o short e a calcinha dela pra baixo, e naquele momento eu cheguei num ponto que nunca tinha chegado antes, então comecei a esfregar meus dedos na buceta dela. Nunca cheguei a enfiar os dedos pra dentro, acho que só um pouquinho. Aí ela também puxou minha calça e meu boxer pra baixo e começou a tocar no meu pau e bater uma punheta com a mão. Na hora que ela tocou no meu pau, senti um arrepio, tipo um choque elétrico no corpo, não sei explicar direito. Enfim, sentei no vaso, coloquei a camisinha — pensei que ia ser mais difícil, mas ainda bem que não foi, e olha que eu tava super tranquilo, estranho porque achei que ia ficar nervoso nessa situação. Continuando, eu sentei no vaso e ela sentou em cima de mim. Não sei se já rolou com vocês, mas a sensação foi estranha e ao mesmo tempo gostosa, porque meter algo e sentir aquele calor não é normal, mas a buceta dessa gostosa era mais quente que o normal. Enfim, a gente ficou uns 15 minutos transando sem fazer barulho, e ela tava com uma vontade danada de gemer, o que me deixava mais excitado, então eu curti ainda mais porque metia com mais vontade pra ela segurar a vontade de gemer. Eu pensei que ia gozar rápido, porque sempre fui de bater punheta, e a gente só conseguiu fazer uma posição — ela montada em cima de mim, já que o cubículo era pequeno pra caralho e não dava pra fazer outra. E olha, eu tava literalmente batendo a cabeça na mochila do vaso, HAHAHA. Aí fiz ela inclinar um pouco pra trás pra apreciar a buceta que ela tinha, já que não tinha conseguido ver antes. No fim, gozei e tive que sair primeiro porque uns caras tavam por perto. Mandei limpar o banheiro e falei: "Dá uma volta aí, porque tenho um assunto aqui", e os vagabundos pegaram na hora e vazaram, kkkk. Tirei ela do banheiro rápido, ela me deu um beijo e se despediu. O final da história é que nos dias que restaram do evento, ela ficou me procurando de novo, mas eu já não queria mais, tava vendo se conseguia pegar outras gostosas. No fim, não peguei mais ninguém, kkkk. Assim termina minha história da primeira vez que comi alguém, aos 22 anos — tarde pra caralho, mas comi. Depois fiquei sabendo que essa gostosa tinha uns 27 ou 28 anos, e eu achava que ela tinha 24, ou seja, fiquei felizão porque comi uma mina mais velha.
Depois de comer essa gostosa, voltei com vontade de comer tudo que aparecesse. Então, se vocês gostaram, me avisem, porque tenho histórias com umas minas em situações muito estranhas ou engraçadas, e fotos de algumas. O problema é que dessa história não tirei fotos nem nada, porque foi a primeira vez que comi alguém.
Espero que tenham gostado do relato e tenham um dia lindo!
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