História de um Pauzão 21

aqui vai mais uma parte dessa história
Espero que vocês gostem e COMENTEM
valeu pelos pontinhos






Na segunda-feira, acordei bem cedo, me vesti, peguei a bolsa e tomei um café. Quando estava quase saindo, a Susy apareceu.
Susy, vai embora sem se despedir?
Amor, você estava dormindo tão profundamente, não quis te acordar.
Susy, mas a gente não vai se ver por uma semana, caralho. Vou sentir sua falta, é a primeira vez que vou ficar sem você por tanto tempo.
Bom, também não é pra vida toda, é por trabalho, amor. E tão sozinha assim você não deve estar, o negão não se livra de você tão fácil, ele vai te tratar muito bem.
Susy pode ser meu docinho, mas nunca vai ser a mesma coisa. Mesmo assim, acho que não vou conseguir transar com ele, não quero ser a putinha barata dele.
Nããão, meu bem, tu é muito gostosa e fica pensando que ainda não tô 100% pronto, isso pode me atrapalhar. Vai dar pra ele, amor, essa semana com certeza o negão tarado vai vir todo dia, mas depois acho que não vai continuar vindo sempre. Agora vou embora, não quero chegar atrasado, meu céu.
Dei um puta chupão nela e vazei, nem eu acreditei naquilo, o negão ia foder ela quantas vezes quisesse e com certeza até dormiria com ela no meu lugar na cama, eu seria só um visita de fim de semana, disso eu tinha certeza, a Susy ia tirar vantagem disso e o negão ia pagar caro, foi assim que cheguei no endereço que ele tinha me dado, perguntei por ele na portaria e me falaram
Porteiro, cê é o novo, né? Vem que eu te acompanho.
Ricardo: fala, Oscar, chegou cedo, que bom, preenche esses formulários pra gente te registrar, daqui meia hora o micro sai, antes quero te apresentar seus colegas.
Preenchi uma pilha de formulários, dados de entrada, entrada no plano de saúde, na ART e outras coisas mais. Quando terminei, me levou até o caixa, me disse
Ricardo, beleza? Aqui vão te dar o dinheiro pras despesas da viagem. Na filial, vão te dar os adiantamentos que cobrem hotel, comida e mais um pouco. Lá você vai ficar uns oito ou nove dias, o tempo que levar a reforma da filial. Vem comigo que vou te apresentar seus colegas. Esse é o Osvaldo, esse é o Juan, esse é o Germán, e esse é o Ruben, o encarregado do grupo. Qualquer dúvida, qualquer parada que precisar, resolve com ele. Beleza, galera, esse é o novo parceiro de vocês. Tratem ele bem. Semana que vem a gente se vê. Boa viagem.
Nós subimos numa kombi que nos levou até o terminal, subimos no ônibus e partimos rumo a Rosário. Do meu lado sentou o Osvaldo, que como era de se esperar, me interrogou o caminho inteiro. Falei pra ele que conhecia o Ricardo há um tempão e que ele já tinha tentado me contratar várias vezes. Como o trampo tinha afrouxado, ele me convenceu e lá estava eu, pronto pra testar.
Osvaldo, você não vai se arrepender, o trampo não é nada de outro mundo, quanto mais rápido a gente faz, mais rápido volta, mas sem pressa. As diárias fazem toda a diferença, nessa filial a gente tem no máximo dez dias, e é isso que a gente vai ficar, mesmo que dê pra fazer em seis ou sete dias, mas ninguém quer perder três dias de diária. Você tem que acompanhar nosso ritmo, não se mata. Olha, a gente vai parar numa pensão, nada de hotel, e se possível que dê comida. Isso já seria metade das diárias ou menos talvez, o resto a gente gasta como quiser ou leva pra casa, é muita grana. Mas se você quiser ir pra um hotel, pode ir.
Nem louco, prefiro ficar com a diferença, mas os viáticos não precisa prestar contas?
Osvaldo, disso quem cuida é o Ruben, não esquenta, caiu pra dentro do Oscar.
Chegamos na filial à tarde, nos apresentamos e nos deram os adiantamentos. O Ruben nos levou pra uma pensão que não ficava muito longe da filial. Pegamos dois quartos, um pra três e outro pra dois. A comida serviam às treze e às vinte e duas, o café da manhã era até as dez da manhã. Alugamos tudo por uma semana. Deixamos as coisas nos quartos. Eu fiquei no mesmo quarto que o Germán e o Juan, o Osvaldo e o Ruben ficariam no outro quarto. Deixamos as coisas e fomos pra filial. O trabalho começou pra valer. Não podia reclamar, tava com uma grana boa no bolso e não tinha mais no que gastar. O serviço era leve, digamos, na meia máquina. Quando terminamos, fomos pra pensão. Um por um, fomos tomando banho. O banheiro era básico, mas impecável. Depois descemos pra jantar e fomos dormir.
German, yo, Oscar, você pode sair se quiser, dar uma volta no centro, arrumar uma puta, sei lá, mas amanhã a gente recomeça de novo.
Não, obrigado, prefiro descansar. Amanhã a que horas a gente sai?
João, às sete a gente levanta, toma café e vai pra filial.
Apagamos a luz e dormimos, tava cansado mas logo me veio na cabeça como será que a Susy tava, com certeza o preto Ricardo já tinha comido ela, isso me deixou com muito tesão e fiquei duro, falei pra mim mesmo é melhor não continuar pensando, mas que ele fez dela uma puta não tenho dúvidas. A semana passou interminável pra mim, mesmo a gente se divertindo bem os cinco e, apesar de tudo, a comida era boa, valia a pena não estar num hotelzão. Na quinta, quando terminamos, tava levando uma grana boa pra casa e com eles não tinha passado nada mal. Agora só faltava saber como a Susy tinha passado. Quando chegamos, nos deram o dia livre, a gente tinha que voltar na sexta e nos preparar pra próxima saída, ou seja, eu só tinha a tarde de quinta e o fim de semana em casa, já que na segunda eu ia viajar de novo. Voltando pra casa, imaginava que se continuasse nessa vida meus chifres iam crescer pra caralho, por mais dinheiro que ganhasse, tava perdendo a relação com minha mulher e só seria uma visita em casa. Mas fazer o quê, pelo menos ia ficar muito bem financeiramente e em uns anos não só trocar de casa e de carro, mas também abrir meu próprio negócio. O sacrifício valia a pena, e com meus colegas não tinha passado nada mal. Quem eu mais me dava bem era o Germán. Cheguei em casa, a Susy tava me esperando ansiosa com a mini saia escocesa plissada e um top que deixava ver a barriguinha dela.
Susy, oi amor, como cê tá, bebê? Como foi? Sentiu falta da sua mulher, meu céu? Vem, deixa tudo aí, cê deve tá cansado da viagem. Eu arrumo tudo. Senta que já preparei o mate, vida.


Epa, que recepção gostosa, bebê, que lindo é te ver assim, putinha, quero que me conte tudo o que rolou nesses dias
Susy e você, me conta como foi, o que você fez em Rosário, como foi no trabalho e se saiu por aí.
Bom, eu começo. Em Rosário, a gente passou trabalhando até sábado e domingo. Os caras, um melhor que o outro, e não, não saímos pra lugar nenhum. Ninguém queria gastar grana nem em bar nem em puta. Então voltei com um monte de grana. As diárias são um negócio, se você se controla, gasta metade, né? Imagino que o Ricardo não faltou um dia sequer e até capaz que ficou dormindo em casa.
Susy, que sorte, amor. Se guardar toda a grana, vida, em casa não falta nada.
Me conta sobre a putinha do Ricardo, me esquenta um pouco que quero te comer com tudo
Susy, love, sim, o Riky veio naquela mesma segunda-feira, a gente conversou um bom tempo, eu me fazia de grande senhora fiel, mas isso só durou um par de horas, você já sabe como eu sou de fogosa, ele comprou comida e depois do jantar praticamente me violentou aqui na sala de jantar, você não faz ideia, uma fera, e quanto mais eu pedia pra ele parar, mais ele se esfregava, até que finalmente ele meteu em mim me jogando em cima da mesa, ele arrasou com a minha pussy e eu me entreguei, não consegui resistir, love, mesmo assim eu pedia pra ele não me comer, que eu era uma mulher casada e que amava meu marido, ele me dizia que você nem sabia comer uma mulher como eu enquanto me comia com toda a força dele, tava deixando minha pussy ardendo e eu adorava, embora mais gostasse ainda dele falar assim de você, ele não parou até eu dizer que era dele, que ele comia muito melhor que você e que o cock dele era lindo, ele me dizia que agora era meu dono, o novo macho da casa e eu a puta dele, foi assim que a gente se deitou e de manhã cedinho ele me comeu de novo enquanto eu dormia, acordei com o cock dele já dentro de mim, depois ele foi embora e voltou dois dias depois, a gente foi junto no supermercado e quando voltamos ele me comeu de novo, no fim de semana ele só ficou sábado à tarde, mas depois ficou em casa de segunda até ontem à noite.
Então ele virou o dono da casa, você deu a bucetinha apertada também? Gostou?
Susy não deu pra mim, não dei a bucetinha pra ela, tá obcecado em arrebentar minha bucetinha e bom, pra que vou mentir, até que gostei, amor. Não fode como você, fode como um animal e ainda por cima sempre lembra de você e isso deixa ele mais excitado.
Que lindo, céu, então no bairro já viram você ficar em casa, até os caras já sabem dos meus chifres, amor, e você gostou muito disso, não é, putinha? Vamos pra cama, faz mais de uma semana que não te como, e você assim vestida parece a madame do cabaré, com certeza deve estar com a pussy bem aberta.


Abracei ela, passei a mão na bunda dela enquanto beijava e levei pra cama, essas três gozadas foram exaustivas mas maravilhosas, minha pobre Susy, que miséria, tinha porra até na orelha. Naquela noite jantamos e no outro dia fui trabalhar, quando tava saindo o Ricardo me ligou.
Ricardo, eu e o Oscar, que tal a gente fazer um churrasquinho esse domingo? Eu preparo, aí você me conta como foi em Rosário.
Claro, amanhã compro tudo.
Ricardo, deixa comigo que eu levo tudo, a gente vai se divertir, já vai ver.
Isso com certeza, vai lá, te espero
O jogo de ser um corno enganado tava dando resultado, então quando cheguei em casa comentei com a Susy que ela não tinha gostado muito.
Você, amor, tem que continuar com o jogo de que eu não sei da minha chifrada. Ele tá entrando como um cavalão e acho que logo posso ser promovido a chefe do grupo.
Susy, mas é claro que no domingo ele vai me comer, e eu quero que você me coma. Já te contrataram no trabalho, o que mais você quer?
Sem amor, só por três meses. Depois disso, fico efetivo e aí quem manda é ele. Por isso quero o cargo de encarregado, aí fico efetivo.
Susy, mas acho que ela não vai te dar não, meu bem, isso vai demorar.
Sei lá, talvez um mês ou dois no máximo, mas o salário é outra parada, amor.
Susy, bom, amor, vou me esmerar, meu céu, então hoje à noite sim, mas amanhã não.
Não, bebê, quero você bem gostosa, amor, não quero estragar isso.
Susy perfeito, de agora em diante sou a mulher do negão, é isso que você quer
Não, amor, só quero que o Ricardo te veja como uma mulher carente e muito safada que ele pode dominar do jeito que quiser, e assim ele vai ficar convencido de que eu tô pouco me fodendo.
Susy, te entendo, meu anjo.
No sábado a gente saiu, deu umas voltas pela praça, tomou um negócio e voltou pra casa. Aquela noite foi bem tranquila, mais com carinho do que qualquer outra coisa. No domingo a gente acordou bem tarde, preparei a churrasqueira depois do café da manhã e lá pela uma hora o Ricardo chegou. Depois dos cumprimentos, ele deixou a carne na cozinha e a gente foi acender o fogo com uma cerveja. Na hora percebi que ele conhecia minha casa de cor, mas não falei nada. Quando o fogo ficou pronto, ele me disse
Ricardo, beleza, tu cuida do fogo pra não virar chama, que eu vou buscar a carne.
Se é claro, riki, fica de boa
O rato voltou com a carne sangrando e me disse
Pode colocar ela na churrasqueira que eu vou no banheiro, a cerveja bateu forte.
Sem problema, vai no banheiro tranquilo que eu cuido disso.
Já sabia que o banheiro era suspeito, com certeza ia dar uma bela foda nele, só de imaginar já tava de pau duro, foi assim que voltaram juntos pro churrasco, cada um com uma cerveja.
Ahhh que bom, e pra mim não trouxeram nenhuma?
Susy, não tem amor, já tô chegando, me perdoa
Não, bebê, deixa que eu vou. Mas o que aconteceu, por que você trocou o shortinho?
Susy, cê não gosta dessa blusinha? Assim eu fico mais à vontade, meu bem. Já tô trazendo a cerveja.
O solero fica melhor nela, adoro como fica, mas é meio curto, olha, quase dá pra ver a bunda dela quando anda.
Ricardo, e isso não te deixa mal?
Pra nada, eu confio muito nela, além disso ela é bem provocante e adora ser gostosa. Agora que melhorou o corpo, deixo ela curtir do jeito que quiser. Te incomoda ela andar assim?
Ricardo, enquanto não andar pelado, tá de boa pra mim.
Sei que a gente fica de pau duro quando vê ela assim, não sou otário, o negócio é que ela nunca deixaria ninguém tocar nela, só faz isso pra mim, tenho certeza que quando você veio em casa na minha ausência ela não se vestia assim, a Susy me contou que você veio umas vezes pra ver como ela tava, agradeço muito você se preocupar tanto com a gente.
Ricardo, se eu vim duas ou três vezes foi mais pra ver se não tava faltando nada. Como você tava duro de grana, espero que não tenha ficado puto ou levado a mal.
Imagina, Riky, tô muito grato pelo que cê tá fazendo pela gente.
Meu papel de corno manso eu tava cumprindo muito bem, naquele domingo eles tiveram vários momentos sozinhos com tempo suficiente pra uma rapidinha, naquela noite a Susy não quis nem saber de transar, ela me contou quantas vezes ele comeu ela e disse que o Ricardo ficava espantado de eu não perceber nada e falava que por ser tão otário eu merecia os chifres que tinha, obviamente naquela noite eu me acabei na punheta e no dia seguinte peguei a estrada de novo pra Córdoba capital, a viagem foi longa e com o Germano a gente conversou muito, aí ele me contou que tava separado e que ficar longe de casa por tanto tempo não afetava ele, por outro lado o Ruben era casado mas fazia isso pra conseguir ter a casa própria, eles moravam com os pais, o Osvaldo morava com os filhos que tinham construído a casa na frente da dele e o João também era divorciado, foi assim que chegou a sua pergunta.
German, e você, como isso de ficar tanto tempo separado te afeta?
Bom, minha Susy fica sozinha, nossa filha Soledad ainda mora com a gente mas não tá em casa todo dia, mas não nos afeta muito, a gente tá se acostumando, ela tem o trabalho dela, administra uma academia e tem várias amigas que costumam ir lá em casa.
Hmm, uma academia alemã... lá tem vários bombadões, cê não fica com medo de deixar ela sozinha?
Não, de jeito nenhum, com o Ricardo a gente tem uma relação muito boa, e com meu amigo Jorge e a esposa dele, Mara, também. Eles visitam ela direto, e a casa é bem segura.
Cara, eu não hesitaria em deixar ela sozinha, sei lá.
Não, alemão, não tem problema, ela é incapaz de me trair.
Se for você quem tá dizendo, então deve ser assim mesmo.
Quando finalmente chegamos, passamos na filial pra receber o dinheiro e o Ruben nos levou pra pensão. A gente tava cansado de tanto viajar, então fomos pros quartos descansar. De novo, eu dividia o quarto com o Germán. Naquela tarde, saímos pra dar umas voltas e aproveitamos pra tomar algo. O Juan, o Ruben e o Osvaldo foram pra pensão, mas o Germán insistiu pra eu conhecer Córdoba capital. A gente andou por quase toda a cidade e, sem perceber, já era noite.
German, o que você acha, a gente procura uma gostosa? Um pouco de diversão não faz mal, né?
Sei lá, não me parece, coitada da Susy
Imagino que nesses dias você se atualizou com ela, né?
Não, só na quinta-feira mesmo, depois não deu pra fazer nada, chegaram uns amigos e aí já era.
Huy, que ruim, sozinha e com pouco sexo, ideal pra dar uns chifres.
Não, eu não penso isso.
German olha aquela morena, vai lá, me dá uma força.
Já é tarde e amanhã a gente trabalha, melhor voltarmos pra pensão.
Já no quarto, continuamos batendo papo.
German não entra na minha cabeça essa parada de transar pouco com a sua mulher quando você volta depois de dez dias sem ficar com ela. Qual é, ela não gosta de dar? Com a minha nova namorada a gente se enfia em casa e nesses dias a gente não para de foder, já sabe, se você não come ela, outro come.
Pra nada, ela é muito gostosa, adora sexo, mas se adapta bem.
German, sério, eu
Se for assim, mesmo que ela nunca tenha tido um corpo que chamasse a atenção dos homens, apesar de ter melhorado pra caramba com tanto treino, mas pra mim não substitui, disso eu tenho certeza.
German, me perdoa, mas pra mim, se você já não é um corno manso, desse jeito logo vai ser.
Bom, não acredito nisso. Quando a gente fode, sei que eu acabo com ela, e não acho que por uma puta tesão ela queira perder isso.
Alemão, qual o tamanho da sua pica?
É bem grandinha, por sorte.
Alemão, bom, então se outro der, você nem vai notar, hahahahahaha
Dormimos a noite toda, meu ato de corno foi perfeito, não queria que o Ricardo descobrisse que eu tava bem ligado nos meus chifres. Assim os dias foram passando, trabalhando o dia inteiro, os dez dias voaram, o serviço era muito delicado. Na última noite, quando o trabalho já tava completo, tivemos tempo pra uma conversa.
German... bom, finalmente chegou a hora de voltar.
Se eu tô exausto, ainda por cima a viagem é longa, chego em casa, tomo um banho e vou pra cama.
Vamos é trepar, já tô imaginando hahahahaha
Nem  louco,  vou  descansar,  com  certeza  vou  chegar  filtrado.
Alemão... ufff, isso sim é raro.
Porque é raro
Alemão, depois de ficar dez dias sem a sua mulher, a primeira coisa que você faz é ir comer uma buceta.
Bom, também não é pra tanto, ela também não me pede e entende como eu chego.
Cara, me perdoa, amigo, pra mim isso é chifre.
já te falei que quando eu pego ela, eu mato
Fala o que quiser, já sei que tu tem uma pica grande, mas se só mete duas vezes por mês não adianta porra nenhuma. Comigo aconteceu e olha, a minha não é nada desprezível.
Você tem que conhecer ela e vai se convencer do que eu tô falando, porque cê não vem sábado lá em casa e a gente faz um churrasquinho?
Aqui, o alemão tá pronto, na sexta a gente acerta.


A viagem foi longa, chegamos e, como de costume, fomos pra casa. Na sexta, a gente ia trabalhar, então cheguei em casa esperando notícias da Susy. Ela me contou que o Ricardo comeu ela todos os dias e que ela tava gostando pra caralho. Ela tava cansada, na noite anterior tinham transado pra cacete, então fiquei na vontade. Fui dormir sozinho depois do banho. À tarde, contei sobre o Germán, o churrasco e que ela devia ser uma mulher exemplar.
Susy, não, mano, vou comer ela, assim todo mundo sabe que são corno e o Ricardo não tem dúvida de que ele tá te traindo.
Você decide?
Susy, agora mesmo, já estive falando com ele, falei que seria muito bom se você estivesse efetivado e ainda te colocasse como chefe de um grupo.
E aí, o que ela te disse?
Susy, que estaria uma delícia assim. Ele fica mais comigo, já que o encarregado tem menos dias de folga porque precisa organizar todo o trabalho da nova filial. Assim ele passaria mais tempo comigo. Eu sei o que ele quer, ele morre de vontade de me comer gostoso. E se te colocar como encarregado, eu vou entregar essa buceta pra ele.
Perfeito, meu amorzinho, mas por que você quer comer a Germán?
Susy, assim na empresa todo mundo sabe que vocês são uns corno manso e, por quererem me comer, vão fazer tudo o que vocês pedirem.
Muito boa ideia, amor, acho genial, mas desse jeito você vai passar o tempo todo transando, amor
Susy, igual que você, amor, não acredito que nas suas viagens você não saia pra pegar puta, querido. Eu entendo que você não queira contar e por isso não te recrimino nada.
Não, amor, te juro que não é assim. Faz tempo que só fodo com você, e o German é minha testemunha, ele vai te contar.
Susy, bom, querida, talvez possa ser que ele te coma, não é verdade?
Não, amor, tão puto não, eu não sou. Além disso, seria o puto da empresa, quem ia obedecer minhas ordens?
Susy, não esquece que você tem o respaldo do negão e não sei o que pode rolar se ele descobrir que você curte pica. Não, amor, pra quê? Se assim a gente tá bem, prefiro que seja ele que fique excitado me botando chifre, pra um dia eu poder ocupar o lugar dele.
Foi assim que esperamos aquele sábado, ela ansiosa e eu com um tesão do caralho. A Susy tinha razão, eu tava precisando de sexo e cheio de putaria na cabeça. Foi então que o Germán chegou em casa. A Susy vestida como uma senhora direita, com a blusinha azul-clara, um pouco decotada e curta, mas não tanto. A gente começou a tomar umas cervejas e eu deixei eles sozinhos. Fui acender o fogo e consegui escutar o que eles estavam falando. A Susy, com aquela voz envolvente de adolescente inocente, fingia ser permissiva até chegar no ponto que ela queria: falar da nossa intimidade como casal.
Susy, eu entendo que é o trabalho dela, que ela ganha muita grana com isso, mas não me surpreende que me deixe sozinha por tanto tempo. Ela já fazia isso antes, então pra mim tá de boa.
O alemão também te deixava sozinha antes?
Susy não, ele vinha todo dia, mas era como se nem viesse. Na cama, era a mesma coisa que dormir sozinha.
German, não acredito em você.
Susy, se pá que às vezes ela dava mesmo e mandava muito bem, na cama é um touro, mas isso tá cada vez mais raro, sei lá. Agora, imagino que longe assim, talvez esteja pegando umas putas por lá, porque depois de tantos dias sem sexo, às vezes nem dá em cima de mim.
Alemão não anda em puteiro, isso eu te garanto, o que não entendo é como ele não come você.
A Susy vai ficar bem estressada, mas essa coisa de não transar já vem de antes.
German, me imagino que vai dar um jeito, porque não te vejo ficar tanto tempo sem transar.
Susy, às vezes me dá vontade de botar uns chifres nele e que se foda por ser tão idiota.
Alemão, ele que se vira, divina. Se eu fosse ele, não parava de foder.
Susy, será que eu pareço gostosa pra você?
Claro, olha, vem aqui, vê como você deixou minha pica.
Susy, não, não, não dá, na frente do Oscar não.
Alemão, vem aqui, que o babaca tá lá fora.
Susy se aproximou e não só olhou pra ela, mas também chupou ela.
German já sabia que esse arrombado era um baita cuck, como você chupa bem, meu amor ahhhh ahhhh ahhhh toma toda a porra, que fome de pau você tem, bebê, coitadinha, vai, senta aqui em cima que vou matar essa sua fome
Susy, vai sim, mas devagar, não me faz gritar, alguém pode ouvir a gente.
German passou a mão na thong dela e ela sozinha foi enfiando a cock na sua buceta empapada.
Susy, que grossa que é, vai me destruirrrrr
Ela sozinha cavalgava ele, o alemão só aproveitava a sentada que a Susy dava até que finalmente encheu ela de porra enquanto a Susy se contorcia gozando.
Alemão para, para, aí vem o corno, senta no teu lugar.
Entrei e perguntei se a carne estava salgada, me disseram que não, ela tinha se distraído conversando, falei que não importava, eu salgava e dei uma chupada nela. Na hora, soube que o Germânio pensou que eu ia perceber o que tinha rolado, o gosto salgado de buceta ainda estava na boca dele e ele sabia disso. Fui pra cozinha como se nada, e depois de um tempo saí pra churrasqueira continuar o churrasco.
Alemão, não acredito, te beijei e ela não percebeu nada.
Susy, meu marido é muito burro ou muito inocente, não sei, mas ele merece.
Alemão, claro que ela merece, senão não te trataria como qualquer homem faria.
Susy se levantou e foi pra cozinha pegar mais cerveja e preparar a salada, o German seguiu ela, abraçou e começou a passar a mão nela, e Susy se entregou. Não demorou muito pro German comer ela enquanto Susy se contorcia de orgasmos de novo, a pica do German tava fazendo estrago na buceta da Susy, deixando ela exausta e feliz. Eles ajeitaram a roupa e voltaram pra sala de jantar.
Susy, chega, chega, por favor, leva uma cerveja pro corno e fica um tempo com ele enquanto eu preparo a salada.
German tá bem, te daria prazer o sábado inteiro como ele não te dá, você se cuida, não é verdade?
Susy, faz um mês que não me cuido, já que ele não me come e eu não comia com ninguém, não precisava me cuidar.
German, huy que merda, não quero te ver grávida, toma a pílula do dia seguinte.
Susy, fica tranquila que agora vou me cuidar.
O alemão me trouxe a cerveja, eu já tava cozinhando, a gente ficou batendo papo como se nada tivesse acontecido.
E aí, o que achou da Susy? Ainda tá pensando mal dela agora? Viu que mina boa e fiel que ela é?
Cara, sinceramente, tenho que admitir que errei feio, você tem muita sorte, mulheres assim são raras hoje em dia. Agora toma cuidado porque ela desconfia de você, me perguntou se você anda pegando puta e eu falei que não.
Não, isso é passageiro, depois ela percebe que não dá nada e passa.
Quando já tava tudo pronto, fui buscar a comida e avisei a Susy pra colocar a mesa. Levei tudo e sentamos pra almoçar. Tudo foi cordial e continuou assim a tarde inteira. Logo percebi que eu era um obstáculo pra eles voltarem a transar, e eu queria muito que o German arrebentasse a Susy, que ainda tava toda molhada. Então dei um jeito de deixar eles sozinhos por um bom tempo.
Bom, galera, vou limpar a churrasqueira, amanhã é domingo e quero descansar o dia inteiro.
Alemão, quer que eu te ajude?
Susy, não alemão, ele leva o tempo dele pra fazer isso e não quer que ninguém ajude, nem eu ele deixa fazer isso.
Acho que não cheguei na churrasqueira e já estavam transando ou prestes a fazer isso.
Susy, não tem alemão, não, espera, me dá tempo de levantar a mesa.
German, beleza, vamos logo, não temos muito tempo.
Susy sim, fica tranquilo, o corno manso tá demorando
Susy terminou de levantar a mesa em minutos, o German abraçou ela, não via a hora de comer de novo a mulher do colega dele.
Susy, para, para, vamos pro quarto, quero que seja perfeito.
Já no quarto, a Susy se soltou completamente, lambeu o pau dele e as bolas quase com desespero. Vendo ela tão gostosa e tesuda, o Germânio aproveitou — que vitória melhor do que comer o cu da minha mulher? Foi assim que terminaram um por cima do outro, fodendo como se nunca tivessem feito antes, e a Susy não parava de gemer.
Susy, me dá toda a sua pica, quero ela toda só pra mim.
German, sou seu novo male slut, o dono de todo o seu corpo, isso é foder de verdade, sua puta, o corno nunca te comeu assim.
Susy, o cuck não sabe foder, quero sempre essa pica, siii, sou sua putinha, meu rei
Alemão, fica de quatro então que vou comer essa bunda redonda.
Susy, aí não, pela sua bundinha minúscula, não, por favor.
Alemão, cala a boca ou eu paro de te foder.
Susy se ajoelhou de quatro na hora e o German enfiou com força, de uma só vez, meteu tudo na bunda dela. Susy gritou e quase chorou de dor.
Susy siiiim, assimmm, arrebenta a buceta da esposa do teu colega cuck, agora sim sou toda sua, arrebenta meu cu que isso eu adorooo
A coitada se agarrava nos lençóis e as lágrimas caíam do jeito que o German metia forte nela, mas mesmo assim, depois que encheu o cu dela de porra e tirou o pau, ela continuou se mexendo como se ainda estivesse sendo fodida. Ele percebeu que ela tava tremendo e querendo mais pica, então não hesitou em enterrar de novo e continuou arrombando o cu dela até ficar exausto. Aí ele soltou ela e saiu da cama, sentindo que tinha vencido.
Vamos, alemão, vamos sair, que o corno pode entrar a qualquer momento.
Susy, vai andando aí, vou trocar os lençóis por via das dúvidas e já vou.
Deixa elas assim, quero que ela se deite sobre meu gozo, o corno.
Saíram, ela trouxe umas cervejas e quando entrei já estava tudo calmo.
German, bom... eu, Oscar, realmente passei um sábado espetacular, mas vou pra casa preparar tudo pra segunda. Eu também quero descansar amanhã.




não esqueçam de comentar, agradeço de coração

3 comentários - História de um Pauzão 21

Terrible cornudo pijudo culo roto estas con esa puta hermosa
Que exitante y caliente. A susy se la cogen todos menos vos. Vas a perder todo. Tu ambicion, tener mucha plata, casa nueva y coche, a costa de, perder a susy? o toda tu familia? Ya no vas a poder entrar mas en tu casa, primero por los cuerno que tenes, segundo el negro la va a dejar preñada, o se casa con ella o te vas hacer cargo de un hijo que no es tuyo. Acordate que susy logra lo que quiere y te va a dejar en pelotas. Un refran. Sin el pan y sin la torta. Van puntos
es que puede entrar otro en eese juego tan morboso
gracias por comentar amigo
Ricardo puede ser para mi. A un costo muy grande