Espero não ser muito longo, mas quero contar tudo. Isso que vocês vão ler aconteceu de verdade, foi há cinco anos, só por precaução não vou dar nomes reais nem lugares específicos. Os protagonistas dessa aventura somos três: minha ex-namorada, que vou chamar de "Fabiana", meu amigo, que vou chamar de "Jeremías", e eu.
Vim da minha cidade pra estudar nessa universidade e, como muitos, alugamos um kitnet mais ou menos confortável e, acima de tudo, barato. O bom desse apê é que era bem perto da universidade.
No começo, me dei bem com o Jeremías, ele também vinha de longe pra estudar e tava na casa de uns tios.
A Fabiana eu notei logo nos primeiros dias de aula, gostei dela assim que vi. Imagina, eu recém-saído do ensino médio, sem muita sorte com as minas, e num lugar novo pra mim era tipo uma nova chance de conhecer garotas e ver qual era.
Eu buscava qualquer oportunidade pra chegar nela e conversar, umas vezes na xerox, na biblioteca ou até nos corredores. Cumprimentos, alguma pergunta sobre as matérias, besteiras, e foi nesses encontros casuais que me chamou a atenção o jeito dela se vestir, meio senhora, não ficava mal mas não fazia justiça.
Eu me juntava muito com o Jeremías e, com a confiança que já tínhamos, contei que tava afim pra caralho da Fabiana, ele me incentivou a chegar mais nela e foi isso que comecei a fazer.

Fabiana, depois de algumas semanas saindo comigo. O estilo dela tinha mudado, ainda bem.
O mate é um bom iniciador de conversas ou de encontros, e foi com essa desculpa que comecei a me aproximar mais da Fabiana. O grupo dela era de mais duas minas, andavam sempre juntas, e foi assim que eu e o Jeremías entramos no grupo da Fabiana e das amigas dela.
Os dias foram passando, as aulas, até que numa oportunidade a gente organizou pra sair; lembro que foi uma sexta-feira. Nos encontramos num barzinho daqueles que têm mesas e cadeiras na calçada. A Fabiana estava uma gostosa (dentro do que a roupa que ela usava permitia), não parava de olhar pra ela e falar sobre qualquer coisa. Num momento, criei coragem e perguntei se ela queria dar uma volta, e ela respondeu que sim. Levantamos, nos despedimos e fomos caminhar. Acabamos em outro bar, mas agora só estávamos eu e ela. Foi nessa conversa que descobri que ela vinha de uma família muito evangélica, inclusive o pai dela era uma espécie de ministro, e do lado da mãe também. Por isso aquele jeito de se vestir, mas pelo menos dava pra ver que ela tava tentando escapar desse estilo (reconheço isso).
Muita química entre nós dois, o álcool baixou as ansiedades, a gente falou muito sobre nossas coisas. Quando a noite não deu mais, levantamos e me ofereci pra acompanhá-la, sem problema nenhum. Num momento de muita confiança da minha parte, paro ela, seguro a cintura e beijo ela; ela, sem se incomodar, me beija levando as mãos pro meu rosto. A gente se beijou por um bom tempo, acariciei as costas dela, os braços. Ela fez o mesmo.
Deixei ela na porta da casa dela, não sem antes dizer que gostava dela. Ela respondeu o mesmo e, digamos, ficamos como namorados. Voltei pra pensão onde tava doido de felicidade e com um tesão do caralho. Devia ter batido umas cinco punhetas, no mínimo, pensando nela, na pele macia dela e no cheiro meio doce. Obviamente que minha vontade de transar era enorme, carregava uma vara que vocês já devem ter percebido.
A primeira tentativa foi onde eu tava morando. Beijos, carinhos, amassos e quando avancei um pouco mais, ela me afastou e disse que não se Ela se sentia à vontade. Na verdade, me contou que a única experiência dela foi com um ex-namorado (o único que teve) e que não tinha sido legal. Também me falou um pouco mais sobre a família dela: muito conservadora e religiosa, da igreja evangélica, com tudo o que isso implica, especialmente sobre desejos sexuais e prazer. Eu entendi ela, e mesmo não sendo nenhum expert, falei que a gente ia devagar, no ritmo dela. Isso acalmou ela bastante, mas naquela noite a gente só se beijou…
Os dias passaram e a gente ficava junto o máximo que podia, o difícil era estudar, mas a gente tentava. Tinha vezes que era urgente estudar muito, então a gente não se encontrava porque sabia que não ia estudar nada.
Na segunda semana, eu já não aguentava mais de vontade de transar. Combinamos de nos ver no apartamento onde ela estava morando, não ficava longe de onde eu estava. Comemos alguma coisa e estávamos no sofá nos beijando quando, aos poucos, fui acariciando ela e levando minhas mãos por baixo da camiseta que ela estava usando, pelas costas, pelos ombros, pela cintura. Ela suspirava e fazia o mesmo comigo. Num momento, fomos para o quarto dela e nos jogamos na cama. Lembrando do que ela tinha me contado sobre a experiência ruim, me acalmei e decidi ir devagar, mostrando pra ela que nem tudo precisa ser na brutalidade, ou como quer que tenha sido da outra vez com o ex dela.
Aos poucos, fomos nos despindo até ficar só de roupa íntima. Ela estava linda, a pele branca e macia, perfeita. Ela tirou o sutiã e, quando terminou, fiz ela se deitar e, devagar, fui tirando a calcinha fio-dental que ela estava usando (roupa íntima bem ousada vindo de uma evangélica) e, assim, completamente nua, fui até a pussy dela para chupá-la bem calmamente, na medida do possível. Por favor, que gostoso que ela cheirava, até hoje me vem à memória o cheiro dela, a pussy dela era linda, ela tinha depilado um pouco. Comecei bem suave a beijá-la para que ela sentisse aos poucos, depois segui com a língua passando pelos lábios dela, pelo clitóris, chupando com bastante saliva, tudo isso enquanto ela gemia e com as mãos acariciando minha cabeça.
Depois de um tempo, fui para os peitos dela, de tamanho normal, médios e lindos também. Beijei os mamilos dela, brinquei com eles. Uma vez em cima dela, me levantei, coloquei a camisinha, bem devagar entrei e comecei a me mexer. A Fabiana estava fora de si, curtindo, dava pra perceber. Eu, com todo o tesão que tava sentindo, tentava não gozar rápido. Minhas mãos percorriam o corpo todo dela.
Coloquei ela de quatro e ali foi como se ela se soltasse de vez, se mexia como se estivesse pedindo mais forte. Eu segurava as nádegas dela e penetrava com mais vontade, fazendo os gemidos dela ficarem cada vez mais altos.
Se eu disser que tava curtindo, o que ela sentia era puro prazer, a cara dela dizia tudo. Tava ela de quatro, metendo sem parar até que eu ia gozar, agarrei os peitos dela puxando pra perto de mim e falei: “Vou gozar”, e ela, pra me deixar mais louco do que já tava, respondeu: “Na minha boca, na minha boca.” Não sei como fiz, mas foram uns dois segundos em que saí, tirei a camisinha, ela se virou de barriga pra cima e, assim, em cima dela, gozei com uma vontade que nunca tinha sentido. Gozei, ela engoliu meu gozo, tirou minha mão do meu pau e por uns longos segundos cuidou daquele momento, eu tava nas nuvens, curtindo ao máximo aquele instante. Ela fez um som meio de nojo ou algo assim, mas continuou, sentia a língua dela brincando com meu pau de um jeito delicioso, apertava bem forte.
Foi alucinante, ela tava feliz, esperei uns segundos e fui direto pra pussy dela fazer ela gozar, não demorou muito até ela começar a tremer e falar: “Vou gozar, vou gozar…” Quero repetir que a pussy dela era uma delícia.

Pedi essa foto pra guardar no meu celular e ficar olhando quando sentia saudades dela.
Transamos mais duas vezes, com o mesmo tesão. No dia seguinte, voltei flutuando pro meu apê, acho.
A imagem da Fabiana não combinava com o que a gente fazia na cama. Na real, apesar do peso da religião e da família dela, dava pra ver que ela queria se soltar um pouco daquilo. Ela me dizia que se sentia oprimida, que não tinha liberdade e que vir estudar longe de casa era um alívio pra ela, tipo, tinha mais espaço pra ser ela mesma e curtir um pouco a vida, basicamente.
Aos poucos, ela foi mudando o jeito de se vestir, não ia mais tanto pra missa e a gente passava um monte de tempo junto… Transando.

Tava vendo um filme, fui no banheiro e quando voltei encontrei ela assim.
Um dia ela me disse que queria que eu fosse ao médico com ela, eu sem problema nenhum acompanhei, perguntei se estava tudo bem, ela disse que sim. Na verdade era uma médica, uma ginecologista. Quando ela saiu, me disse: "Pronto, tudo bem..." Chegou perto do meu ouvido: "Hoje vai ser especial". Não falou mais nada e fomos para o apê dela.
Chegamos e mal entramos já estávamos nos despindo e antes de ir pra cama eu falei meio desesperado que não tinha trazido camisinha, e ela respondeu: "Não precisa mais, faz um mês e meio que estou tomando pílula..." Vocês imaginam minha cara, nisso ela coloca saliva nos dedos, passa no meu pau, abre as pernas e eu entro. Pelo amor! Que sensação gostosa transar sem camisinha, aqueles primeiros momentos foram incríveis. Sentir ela de verdade, tão macia, tão molhada e com aquele calorzinho vindo de dentro dela. Eu abraçava ela forte e ela me abraçava, a gente se mexia devagar, aproveitando segundo a segundo. Ela cavalgou em mim um bom tempo, depois fizemos um 69 longo, até que eu coloquei ela de quatro. Dava pra ver que ela adorava aquela posição, ela se tocava, gemia, pedia mais. Segurar a cintura dela e ver aquelas costas perfeitas me deixava louco, também me enlouquecia ouvir o som dos nossos quadris batendo.
Quando começava a bater vontade de gozar, eu meti um pouco mais forte e falava que ia encher ela de porra e perguntava se ela queria, ela com os olhos fechados e gemendo respondia: "Me enche de porra, amor..." Eu não aguentei mais e me encaixei o mais fundo que pude na buceta molhada e quentinha dela e comecei a gozar, a cada jato de porra que eu sentia saindo, eu metia mais fundo ao mesmo tempo que ela soltava um grito de prazer. Descrever essa primeira vez, a de gozar dentro de uma mulher tão gostosa quanto a Fabiana é difícil de colocar em palavras porque a tesão e o prazer se misturam. Aqueles momentos em que eu estava jorrando porra dentro da buceta dela eram tão bons, quando terminei de gozar mas ainda com o pau dentro dela, eu diz: “Tá quentinha por dentro…” e começa a rir. Do jeito que a gente tava, comecei a comer ela de novo, os dois tavam com um tesão danado e a gente pegou um bom tempo até ela gozar e depois eu gozei também.
As mudanças que a Fabiana tava passando naquela época, mesmo sendo decisão dela, foram difíceis de encarar porque a família dela sempre tava por perto. Eu admirava muito a segurança que ela tinha pra ir e fazer as coisas que fazia.
Em questão de meses, ela mudou o jeito de se vestir, começou a se maquiar mais, usava perfumes gostosos, ia na estética, no salão. Ela começou a se encontrar, eu acho, a partir de morar sozinha e a muitos quilômetros de distância da família. Também dava um jeito pra esses cambios não ficarem tão na cara quando os pais e os irmãos vinham visitar ela, o que acontecia bastante.
Continuando com a gente, eu me sentia um sortudo. Ficar com uma gatinha linda como a Fabiana e poder comer ela o tempo que a gente quisesse, além de gozar dentro, era tudo. Um par de vezes a gente se provocava e os dois se empolgavam. Por exemplo, uma vez a gente tava no apê dela e preparando algo pra comer, mas faltava um ingrediente e a gente decidiu ir buscar junto. Ela tava de regata e legging. Enquanto ela tava arrumando algo na cozinha, eu cheguei por trás dela, abaixei a legging e a calcinha fio dental que ela tava usando, molhei a cabeça do meu pau com saliva e meti. Comecei a comer ela ali mesmo na cozinha, de pé. Tampei a boca dela e falei no ouvido: “Vou deixar um pouco de gozo em você e assim você vai sair.” Ela concordou com a cabeça. Gozei, saí, e do jeito que tava, arrumei primeiro a calcinha dela, passando a mão na virilha até sentir a gozo saindo, e por último subi a legging. Assim a gente saiu pra buscar o que faltava pra continuar cozinhando.

Essa era a imagem que eu tinha toda manhã quando ficava dormindo no apê dela.
A gente curtia muito transar, tinha uma puta intimidade. O fim do primeiro semestre tava chegando e, com ele, as férias de inverno. Fabiana ia pra casa dela, passar o tempo com a família. Nesse clima, a gente tava uma noite depois de foder, conversando sobre fantasias e vendo até onde o outro iria. Pergunto se ela topava um ménage, e foi aí que a cabeça (do meu pau) explodiu igual àquele meme: "Siiim, adoraria. Às vezes tenho essa fantasia", ela disse. Naquele primeiro momento, eu nem pensei se era com outra mina ou com um cara, só falei um ménage. Ela, antes que eu dissesse algo mais, falou que adoraria com outro cara. Não sei que cara eu fiz, mas ela morreu de rir. A gente conversou sobre as possibilidades reais; no começo, achei que seria impossível, tipo, nunca me imaginei fazendo parte de um ménage, acho que não é algo que acontece com todo mundo. Uma coisa é ver no pornô, outra é levar pra vida real. Enfim, começamos a falar dessa possibilidade, o tesão me moveu pra caralho e eu queria ver até onde nossa conversa ia. Falei que, se ela tivesse certeza, eu topava de boa, não precisei pensar muito porque o primeiro que veio na cabeça foi o Jeremías, ele preenchia todos os requisitos. Já tínhamos a pessoa, agora faltava ver como contar pra ele. Decidimos que o melhor era eu propor, e foi assim que, no dia seguinte, quarta-feira, encontrei meu amigo, a desculpa era tomar algo depois das aulas. Na segunda cerveja, falei que tinha algo pra oferecer. Contei, teve um pequeno silêncio, ele tomou um gole de cerveja, me olhou e disse: "Filho da puta... Valeu", levantou e me deu um abraço, umas risadas e a gente terminou a cerveja. Lugar, data, hora? Sábado no apê da Fabiana às 20h. Tudo pronto.
Por causa das coisas da faculdade e tal, só vi a Fabiana na quinta e o Jeremías na sexta. Falei com eles sobre o encontro, a adrenalina e o tesão tavam no talo. Naquele sábado às 18h eu já tava no apê da Fabiana, ela me contou que na sexta tinha ido fazer depilação total, incrível ver aquele corpo assim. A hora não passava nunca e às 19h30 Jeremias toca a campainha, sobe, entra e quando a gente se cumprimenta ele fala: "Não aguentava mais, por isso vim", a gente riu. Pra relaxar, tomamos uns shots de tequila. "Beleza, vamos?" fala Fabiana e vai pra cama, a gente vai com ela já tirando a roupa e quando tava lá, Jeremias diz: "Peraí, com camisinha, né?" Olho pra Fabiana e ela: "Tô tomando anticoncepcional, se não se importarem com a porra um do outro, adoraria sem camisinha, assim curto mais vocês". Foram palavras mágicas, a gente se olhou e foi um "Vamo nessa" sem pensar. Fabiana abriu as pernas e naquela hora Jeremias já tava chupando a pussy dela, ela me pega na cock e começa a chupar. Ficamos um tempão assim, acariciando os peitos lindos dela, trocamos, ela fica de quatro e ao ver ela toda depilada vou direto chupar a pussy e o cu dela, Deus! Tinha um aroma tão tasty, passei minha língua de baixo pra cima, enquanto ela chupava ele. Do jeito que a gente tava, eu penetrei ela e comecei a meter, a gente tinha o tempo todo do mundo. Dava pra ver que ela tava chupando ele com vontade, depois de um tempo eu saí e falei pro Jeremias: "Mete nela de quatro", ver a Fabiana com outro me deixou com tesão, ela parecia tão slut curtindo, com o olhar me chama mostrando a boca aberta como sinal de que queria chupar minha cock, me aproximei e coloquei na boca dela. Nosso amigo tava comendo ela com muita vontade, num momento eu falo: "Segura aí, agora vamos comer ela nós dois e gozar dentro", "Siiim" fala Fabiana rindo. A gente já tinha tentado antes pelo cu mas não tinha gozado nela, então essa era minha chance, Jeremias se deitou embaixo, ela encaixou a cock dele e do jeito que tavam começaram a se beijar, não dava pra ficar mais excitado, peguei o lubrificante que a gente tinha comprado, passei um pouco na minha cock, um pouco no buceta dela e comecei a entrar devagar. Uma vez dentro, a sensação percorrendo meu corpo era incrível, passei minhas mãos pelas nádegas dela até agarrar seus quadris, enquanto isso, Jeremías estava muito empolgado com os peitos dela e comendo ela pela buceta. Num momento, comecei a me mover um pouco mais forte, era tão apertado e quente que me segurava pra não me desesperar e machucar ela, mas o movimento dela fez com que coordenássemos os três nos movimentos. Era muito bom, às vezes sentia a cock do Jeremías batendo dentro da buceta da Fabiana, via como ele acariciava ela, tudo isso me deixava mais excitado. Num momento, Fabiana fala pra nós dois: "Vocês vão gozar dentro de mim? Vão me encher de porra?" Sim, sim, era a única coisa que conseguíamos dizer até que Jeremías fala vou gozar, eu digo: "Eu também…" Acho que foi ao mesmo tempo, não sei, mas uns segundos depois eu comecei a soltar porra como nunca antes, estava muito extasiado, muito excitado, a adrenalina percorria meu corpo inteiro. Nossos movimentos nesses momentos foram fortes, parei de pensar em não ser bruto e me soltei, me enfiando mais fundo a cada pulsação da minha cock ao gozar, a única coisa que ouvia da Fabiana eram gritos de prazer. Acho que foram minutos (ou menos, não sei) que ficamos dentro dela nos movendo depois de gozar dentro até que eu saí, o cu dela estava lindo pulsando com o corpo todo, da buceta dela saía a porra dele com a cock ainda dentro. Ela saiu e se deitou de barriga pra cima respirando forte. "Que intenso… e gostoso!" Disse ela rindo enquanto nós também ríamos. Tomamos um pouco de ar e de água, nossas caras de felicidade e prazer eram visíveis, fui ao banheiro lavar minha cock e quando voltei estavam me esperando pra uma segunda rodada. "Agora você embaixo" me disse Fabiana, me ajeitei, entrei, ela se moveu um pouco e nisso estávamos quando Jeremías já tinha feito o dele, se lubrificado, e enfiou no cu; ela soltou um gemido e começamos a pegar ela de leve, aumentando a intensidade até ficar totalmente sincronizados nos movimentos, cada um se dedicando a aproveitar ao máximo. Sentia a buceta morna e molhada da Fabiana, ela não tinha tirado a porra do Jeremias, e nem me importei. Agarrei os peitos dela e busquei a boca dela pra beijar, a língua dela era um turbilhão, sentia também o pau dele se movendo dentro do cu dela. A gente transava como se fosse a última vez, dessa vez sem falar nada, comecei a me soltar e gozei, acho que o Jeremias fez o mesmo porque ele soltou uns sons que indicavam isso, além disso nossos movimentos pausaram como pra curtir cada jato de porra que a gente soltava. "Sim, sim, sim..." a Fabiana dizia entre gemidos, sentindo a porra que a gente ia deixando dentro dela. "Que gostoso de sentir", ela dizia. A gente gozou mas continuou comendo ela, queríamos que ela também gozasse. Ela começou a se mexer mais rápido até que gozou, tremeu toda e ficou deitada em cima de mim com um sorriso de pura felicidade e prazer no rosto. A gente acariciava o corpo todo dela enquanto ainda estávamos com nossos paus dentro dela. O Jeremias saiu, depois ela saiu e ficou de barriga pra cima respirando fundo e devagar, eu fazia o mesmo.
Depois de duas gozadas maravilhosas, a gente sentou e conversou um pouco sobre tudo que tava rolando, éramos pura felicidade. Nada mal pra ser nosso primeiro ménage. Olhamos a hora: Meia-noite! Quase três horas transando, uma loucura. A gente se limpou, comeu e bebeu alguma coisa, e lá pelas 2 da madrugada fomos pra cama continuar transando. Dessa vez foi mais devagar. A gente se revezava com o Jeremias pra comer ela de quatro enquanto o outro chupava ela. A Fabiana tava feliz, bom, todos nós estávamos. Ela tirava a porra da buceta e levava à boca saboreando, ela adorava. O tequila fez efeito e não lembro em que momento a gente dormiu, Fabiana e eu na cama e o Jeremias num colchão no chão.
Fui o primeiro que acordei, eram 11 da manhã, fui ao banheiro, tomei um pouco de água e voltei pra cama. Na hora a pica ficou dura e não demorei pra procurar a buceta da Fabiana pra comer ela devagarzinho, comecei fazendo colherinha, ela tava dormindo mas depois de um tempo escutei ela gemer de prazer e mais ainda quando gozei e soltei o último resto de porra que tinha. Fiquei um tempo dentro dela e quando saio vejo que o Jeremías tava nos olhando batendo uma, ele me perguntou se podia fazer mais uma vez, “Sim” disse a Fabiana com um tom entre dormindo e viajando. Sentei na frente da cama pra ver eles de perfil e lá estavam: o Jeremías colocou ela de quatro enquanto ela continuava com a cabeça grudada no travesseiro. Comeu ela devagar e suave, aproveitando cada segundo daquela buceta linda cheia da nossa porra, não consegui evitar bater uma enquanto via eles trepando, quando ele gozou também aproveitou cada segundo, saiu e ajeitou ela pra continuar dormindo. Ele veio até mim e disse que ia embora, acompanhei ele até a porta, nos abraçamos e o Jeremías foi pra casa dele.
O resto do dia com a Fabiana passamos conversando sobre essa experiência linda e transando obviamente, gozar dentro dela me deixava louco. No domingo não nos vimos porque eu tinha um trampo pra fazer que me chamaram (instalar um ar condicionado, era um serviço que fazia com meu tio e de quebra ganhava uma grana).
Assim chegou o fim do primeiro semestre do ano e com ele o recesso de inverno. A Fabiana foi pra casa dela e eu pra minha, não conseguimos nos ver. A gente se mensageava o dia inteiro e se ligava mas não era a mesma coisa. Quando voltamos pras aulas no começo tava tudo bem, mas a vibe da Fabiana começou a mudar, primeiro na casa dela não estavam felizes com a “nova aparência” dela e segundo não gostavam que ela andasse com a gente porque não éramos “jovens da igreja” (sim, exatamente como você leu). Mais que religião isso é uma seita, na minha opinião.
E a outra parada é que as amigas dela começaram a puxar ela pra reuniões de luta feminista, até aí tudo bem, só que as amigas delas terminaram com os respectivos namorados e começaram a agir de um jeito muito ressentido com o gênero masculino. Uma vez ela me disse que não ia sair comigo porque tinha uma exibição de não sei que filme e depois um debate, outra vez por causa de uma marcha, alguns fins de semana não podia porque tinha reunião com não sei quem, mas o que mudou tudo foi o dia que ela apareceu na universidade com o cabelo raspado dos lados e o resto pintado de verde… Ai, por toda a tesão e carinho que eu tinha por ela, aquele corte e estilo ficava ho-rrí-vel! Tentei disfarçar, não falei nada. E o que encheu o saco de vez foi naquele fim de semana que a gente tava na casa dela transando e a toda hora ela falava “Não, assim não” se eu pegava no cabelo dela, ou “Não, não” se eu dava um tapa, ela pedia pra parar, resumindo, dava pra ver que ela tava desconfortável até que quando eu ia gozar, quis fazer na boca dela, como já tinha feito várias vezes, ela me empurra e fala: “Que porra você tá fazendo, idiota?” Sinceramente, pra ser honesto, não entendi nada. Em que momento a gente passou de curtir e fazer de tudo pra transar como se fosse algo forçado e ofensivo? Naquela noite a gente brigou, claro, ela falava que eu não entendia ela, que não acompanhava ela nas marchas (é verdade que ela me “convidou” pra ir junto, mas a real é que não me sinto parte desse tipo de luta e não queria ser chamado de “aliado” com tudo que isso implica) e, embora a gente já tivesse discutido isso, ela continuava na mesma. A partir daí, tudo foi ladeira abaixo, Fabiana ficou mais radical nessa nova fase, parou de me procurar e eu também. Assim o ano acabou, voltei pra minha casa, recarreguei um pouco as energias, sentia muita falta dela, não vou negar, mas dessa Fabiana, sentia falta da Fabiana que me chamava pra combinar o look, da Fabiana que se animou a usar outros tipos de perfume, como aquele que eu tinha dado, que ela disse que nunca teve coragem de comprar porque os pais não gostavam, a Fabiana que ria de piadas bestas, não essa Fabiana que anda de cara fechada o tempo todo, que cheira azedo porque passa noites inteiras de vigília e que não usa perfume porque diz que isso é elemento opressor do patriarcado, e assim eu poderia continuar.
Raramente a vejo na universidade, talvez porque ela tenha outras prioridades e porque este é meu último ano e tô a mil querendo me formar.
Enfim, espero que tenham curtido minha história, tentei ser fiel a tudo que aconteceu e ao mais importante: o sexo.
Desculpem pelo tamanhão. Muito obrigada.
Vim da minha cidade pra estudar nessa universidade e, como muitos, alugamos um kitnet mais ou menos confortável e, acima de tudo, barato. O bom desse apê é que era bem perto da universidade.
No começo, me dei bem com o Jeremías, ele também vinha de longe pra estudar e tava na casa de uns tios.
A Fabiana eu notei logo nos primeiros dias de aula, gostei dela assim que vi. Imagina, eu recém-saído do ensino médio, sem muita sorte com as minas, e num lugar novo pra mim era tipo uma nova chance de conhecer garotas e ver qual era.
Eu buscava qualquer oportunidade pra chegar nela e conversar, umas vezes na xerox, na biblioteca ou até nos corredores. Cumprimentos, alguma pergunta sobre as matérias, besteiras, e foi nesses encontros casuais que me chamou a atenção o jeito dela se vestir, meio senhora, não ficava mal mas não fazia justiça.
Eu me juntava muito com o Jeremías e, com a confiança que já tínhamos, contei que tava afim pra caralho da Fabiana, ele me incentivou a chegar mais nela e foi isso que comecei a fazer.

Fabiana, depois de algumas semanas saindo comigo. O estilo dela tinha mudado, ainda bem.
O mate é um bom iniciador de conversas ou de encontros, e foi com essa desculpa que comecei a me aproximar mais da Fabiana. O grupo dela era de mais duas minas, andavam sempre juntas, e foi assim que eu e o Jeremías entramos no grupo da Fabiana e das amigas dela.
Os dias foram passando, as aulas, até que numa oportunidade a gente organizou pra sair; lembro que foi uma sexta-feira. Nos encontramos num barzinho daqueles que têm mesas e cadeiras na calçada. A Fabiana estava uma gostosa (dentro do que a roupa que ela usava permitia), não parava de olhar pra ela e falar sobre qualquer coisa. Num momento, criei coragem e perguntei se ela queria dar uma volta, e ela respondeu que sim. Levantamos, nos despedimos e fomos caminhar. Acabamos em outro bar, mas agora só estávamos eu e ela. Foi nessa conversa que descobri que ela vinha de uma família muito evangélica, inclusive o pai dela era uma espécie de ministro, e do lado da mãe também. Por isso aquele jeito de se vestir, mas pelo menos dava pra ver que ela tava tentando escapar desse estilo (reconheço isso).
Muita química entre nós dois, o álcool baixou as ansiedades, a gente falou muito sobre nossas coisas. Quando a noite não deu mais, levantamos e me ofereci pra acompanhá-la, sem problema nenhum. Num momento de muita confiança da minha parte, paro ela, seguro a cintura e beijo ela; ela, sem se incomodar, me beija levando as mãos pro meu rosto. A gente se beijou por um bom tempo, acariciei as costas dela, os braços. Ela fez o mesmo.
Deixei ela na porta da casa dela, não sem antes dizer que gostava dela. Ela respondeu o mesmo e, digamos, ficamos como namorados. Voltei pra pensão onde tava doido de felicidade e com um tesão do caralho. Devia ter batido umas cinco punhetas, no mínimo, pensando nela, na pele macia dela e no cheiro meio doce. Obviamente que minha vontade de transar era enorme, carregava uma vara que vocês já devem ter percebido.
A primeira tentativa foi onde eu tava morando. Beijos, carinhos, amassos e quando avancei um pouco mais, ela me afastou e disse que não se Ela se sentia à vontade. Na verdade, me contou que a única experiência dela foi com um ex-namorado (o único que teve) e que não tinha sido legal. Também me falou um pouco mais sobre a família dela: muito conservadora e religiosa, da igreja evangélica, com tudo o que isso implica, especialmente sobre desejos sexuais e prazer. Eu entendi ela, e mesmo não sendo nenhum expert, falei que a gente ia devagar, no ritmo dela. Isso acalmou ela bastante, mas naquela noite a gente só se beijou…
Os dias passaram e a gente ficava junto o máximo que podia, o difícil era estudar, mas a gente tentava. Tinha vezes que era urgente estudar muito, então a gente não se encontrava porque sabia que não ia estudar nada.
Na segunda semana, eu já não aguentava mais de vontade de transar. Combinamos de nos ver no apartamento onde ela estava morando, não ficava longe de onde eu estava. Comemos alguma coisa e estávamos no sofá nos beijando quando, aos poucos, fui acariciando ela e levando minhas mãos por baixo da camiseta que ela estava usando, pelas costas, pelos ombros, pela cintura. Ela suspirava e fazia o mesmo comigo. Num momento, fomos para o quarto dela e nos jogamos na cama. Lembrando do que ela tinha me contado sobre a experiência ruim, me acalmei e decidi ir devagar, mostrando pra ela que nem tudo precisa ser na brutalidade, ou como quer que tenha sido da outra vez com o ex dela.
Aos poucos, fomos nos despindo até ficar só de roupa íntima. Ela estava linda, a pele branca e macia, perfeita. Ela tirou o sutiã e, quando terminou, fiz ela se deitar e, devagar, fui tirando a calcinha fio-dental que ela estava usando (roupa íntima bem ousada vindo de uma evangélica) e, assim, completamente nua, fui até a pussy dela para chupá-la bem calmamente, na medida do possível. Por favor, que gostoso que ela cheirava, até hoje me vem à memória o cheiro dela, a pussy dela era linda, ela tinha depilado um pouco. Comecei bem suave a beijá-la para que ela sentisse aos poucos, depois segui com a língua passando pelos lábios dela, pelo clitóris, chupando com bastante saliva, tudo isso enquanto ela gemia e com as mãos acariciando minha cabeça.
Depois de um tempo, fui para os peitos dela, de tamanho normal, médios e lindos também. Beijei os mamilos dela, brinquei com eles. Uma vez em cima dela, me levantei, coloquei a camisinha, bem devagar entrei e comecei a me mexer. A Fabiana estava fora de si, curtindo, dava pra perceber. Eu, com todo o tesão que tava sentindo, tentava não gozar rápido. Minhas mãos percorriam o corpo todo dela.
Coloquei ela de quatro e ali foi como se ela se soltasse de vez, se mexia como se estivesse pedindo mais forte. Eu segurava as nádegas dela e penetrava com mais vontade, fazendo os gemidos dela ficarem cada vez mais altos.
Se eu disser que tava curtindo, o que ela sentia era puro prazer, a cara dela dizia tudo. Tava ela de quatro, metendo sem parar até que eu ia gozar, agarrei os peitos dela puxando pra perto de mim e falei: “Vou gozar”, e ela, pra me deixar mais louco do que já tava, respondeu: “Na minha boca, na minha boca.” Não sei como fiz, mas foram uns dois segundos em que saí, tirei a camisinha, ela se virou de barriga pra cima e, assim, em cima dela, gozei com uma vontade que nunca tinha sentido. Gozei, ela engoliu meu gozo, tirou minha mão do meu pau e por uns longos segundos cuidou daquele momento, eu tava nas nuvens, curtindo ao máximo aquele instante. Ela fez um som meio de nojo ou algo assim, mas continuou, sentia a língua dela brincando com meu pau de um jeito delicioso, apertava bem forte.
Foi alucinante, ela tava feliz, esperei uns segundos e fui direto pra pussy dela fazer ela gozar, não demorou muito até ela começar a tremer e falar: “Vou gozar, vou gozar…” Quero repetir que a pussy dela era uma delícia.

Pedi essa foto pra guardar no meu celular e ficar olhando quando sentia saudades dela.
Transamos mais duas vezes, com o mesmo tesão. No dia seguinte, voltei flutuando pro meu apê, acho.
A imagem da Fabiana não combinava com o que a gente fazia na cama. Na real, apesar do peso da religião e da família dela, dava pra ver que ela queria se soltar um pouco daquilo. Ela me dizia que se sentia oprimida, que não tinha liberdade e que vir estudar longe de casa era um alívio pra ela, tipo, tinha mais espaço pra ser ela mesma e curtir um pouco a vida, basicamente.
Aos poucos, ela foi mudando o jeito de se vestir, não ia mais tanto pra missa e a gente passava um monte de tempo junto… Transando.

Tava vendo um filme, fui no banheiro e quando voltei encontrei ela assim.
Um dia ela me disse que queria que eu fosse ao médico com ela, eu sem problema nenhum acompanhei, perguntei se estava tudo bem, ela disse que sim. Na verdade era uma médica, uma ginecologista. Quando ela saiu, me disse: "Pronto, tudo bem..." Chegou perto do meu ouvido: "Hoje vai ser especial". Não falou mais nada e fomos para o apê dela.
Chegamos e mal entramos já estávamos nos despindo e antes de ir pra cama eu falei meio desesperado que não tinha trazido camisinha, e ela respondeu: "Não precisa mais, faz um mês e meio que estou tomando pílula..." Vocês imaginam minha cara, nisso ela coloca saliva nos dedos, passa no meu pau, abre as pernas e eu entro. Pelo amor! Que sensação gostosa transar sem camisinha, aqueles primeiros momentos foram incríveis. Sentir ela de verdade, tão macia, tão molhada e com aquele calorzinho vindo de dentro dela. Eu abraçava ela forte e ela me abraçava, a gente se mexia devagar, aproveitando segundo a segundo. Ela cavalgou em mim um bom tempo, depois fizemos um 69 longo, até que eu coloquei ela de quatro. Dava pra ver que ela adorava aquela posição, ela se tocava, gemia, pedia mais. Segurar a cintura dela e ver aquelas costas perfeitas me deixava louco, também me enlouquecia ouvir o som dos nossos quadris batendo.
Quando começava a bater vontade de gozar, eu meti um pouco mais forte e falava que ia encher ela de porra e perguntava se ela queria, ela com os olhos fechados e gemendo respondia: "Me enche de porra, amor..." Eu não aguentei mais e me encaixei o mais fundo que pude na buceta molhada e quentinha dela e comecei a gozar, a cada jato de porra que eu sentia saindo, eu metia mais fundo ao mesmo tempo que ela soltava um grito de prazer. Descrever essa primeira vez, a de gozar dentro de uma mulher tão gostosa quanto a Fabiana é difícil de colocar em palavras porque a tesão e o prazer se misturam. Aqueles momentos em que eu estava jorrando porra dentro da buceta dela eram tão bons, quando terminei de gozar mas ainda com o pau dentro dela, eu diz: “Tá quentinha por dentro…” e começa a rir. Do jeito que a gente tava, comecei a comer ela de novo, os dois tavam com um tesão danado e a gente pegou um bom tempo até ela gozar e depois eu gozei também.
As mudanças que a Fabiana tava passando naquela época, mesmo sendo decisão dela, foram difíceis de encarar porque a família dela sempre tava por perto. Eu admirava muito a segurança que ela tinha pra ir e fazer as coisas que fazia.
Em questão de meses, ela mudou o jeito de se vestir, começou a se maquiar mais, usava perfumes gostosos, ia na estética, no salão. Ela começou a se encontrar, eu acho, a partir de morar sozinha e a muitos quilômetros de distância da família. Também dava um jeito pra esses cambios não ficarem tão na cara quando os pais e os irmãos vinham visitar ela, o que acontecia bastante.
Continuando com a gente, eu me sentia um sortudo. Ficar com uma gatinha linda como a Fabiana e poder comer ela o tempo que a gente quisesse, além de gozar dentro, era tudo. Um par de vezes a gente se provocava e os dois se empolgavam. Por exemplo, uma vez a gente tava no apê dela e preparando algo pra comer, mas faltava um ingrediente e a gente decidiu ir buscar junto. Ela tava de regata e legging. Enquanto ela tava arrumando algo na cozinha, eu cheguei por trás dela, abaixei a legging e a calcinha fio dental que ela tava usando, molhei a cabeça do meu pau com saliva e meti. Comecei a comer ela ali mesmo na cozinha, de pé. Tampei a boca dela e falei no ouvido: “Vou deixar um pouco de gozo em você e assim você vai sair.” Ela concordou com a cabeça. Gozei, saí, e do jeito que tava, arrumei primeiro a calcinha dela, passando a mão na virilha até sentir a gozo saindo, e por último subi a legging. Assim a gente saiu pra buscar o que faltava pra continuar cozinhando.

Essa era a imagem que eu tinha toda manhã quando ficava dormindo no apê dela.
A gente curtia muito transar, tinha uma puta intimidade. O fim do primeiro semestre tava chegando e, com ele, as férias de inverno. Fabiana ia pra casa dela, passar o tempo com a família. Nesse clima, a gente tava uma noite depois de foder, conversando sobre fantasias e vendo até onde o outro iria. Pergunto se ela topava um ménage, e foi aí que a cabeça (do meu pau) explodiu igual àquele meme: "Siiim, adoraria. Às vezes tenho essa fantasia", ela disse. Naquele primeiro momento, eu nem pensei se era com outra mina ou com um cara, só falei um ménage. Ela, antes que eu dissesse algo mais, falou que adoraria com outro cara. Não sei que cara eu fiz, mas ela morreu de rir. A gente conversou sobre as possibilidades reais; no começo, achei que seria impossível, tipo, nunca me imaginei fazendo parte de um ménage, acho que não é algo que acontece com todo mundo. Uma coisa é ver no pornô, outra é levar pra vida real. Enfim, começamos a falar dessa possibilidade, o tesão me moveu pra caralho e eu queria ver até onde nossa conversa ia. Falei que, se ela tivesse certeza, eu topava de boa, não precisei pensar muito porque o primeiro que veio na cabeça foi o Jeremías, ele preenchia todos os requisitos. Já tínhamos a pessoa, agora faltava ver como contar pra ele. Decidimos que o melhor era eu propor, e foi assim que, no dia seguinte, quarta-feira, encontrei meu amigo, a desculpa era tomar algo depois das aulas. Na segunda cerveja, falei que tinha algo pra oferecer. Contei, teve um pequeno silêncio, ele tomou um gole de cerveja, me olhou e disse: "Filho da puta... Valeu", levantou e me deu um abraço, umas risadas e a gente terminou a cerveja. Lugar, data, hora? Sábado no apê da Fabiana às 20h. Tudo pronto.
Por causa das coisas da faculdade e tal, só vi a Fabiana na quinta e o Jeremías na sexta. Falei com eles sobre o encontro, a adrenalina e o tesão tavam no talo. Naquele sábado às 18h eu já tava no apê da Fabiana, ela me contou que na sexta tinha ido fazer depilação total, incrível ver aquele corpo assim. A hora não passava nunca e às 19h30 Jeremias toca a campainha, sobe, entra e quando a gente se cumprimenta ele fala: "Não aguentava mais, por isso vim", a gente riu. Pra relaxar, tomamos uns shots de tequila. "Beleza, vamos?" fala Fabiana e vai pra cama, a gente vai com ela já tirando a roupa e quando tava lá, Jeremias diz: "Peraí, com camisinha, né?" Olho pra Fabiana e ela: "Tô tomando anticoncepcional, se não se importarem com a porra um do outro, adoraria sem camisinha, assim curto mais vocês". Foram palavras mágicas, a gente se olhou e foi um "Vamo nessa" sem pensar. Fabiana abriu as pernas e naquela hora Jeremias já tava chupando a pussy dela, ela me pega na cock e começa a chupar. Ficamos um tempão assim, acariciando os peitos lindos dela, trocamos, ela fica de quatro e ao ver ela toda depilada vou direto chupar a pussy e o cu dela, Deus! Tinha um aroma tão tasty, passei minha língua de baixo pra cima, enquanto ela chupava ele. Do jeito que a gente tava, eu penetrei ela e comecei a meter, a gente tinha o tempo todo do mundo. Dava pra ver que ela tava chupando ele com vontade, depois de um tempo eu saí e falei pro Jeremias: "Mete nela de quatro", ver a Fabiana com outro me deixou com tesão, ela parecia tão slut curtindo, com o olhar me chama mostrando a boca aberta como sinal de que queria chupar minha cock, me aproximei e coloquei na boca dela. Nosso amigo tava comendo ela com muita vontade, num momento eu falo: "Segura aí, agora vamos comer ela nós dois e gozar dentro", "Siiim" fala Fabiana rindo. A gente já tinha tentado antes pelo cu mas não tinha gozado nela, então essa era minha chance, Jeremias se deitou embaixo, ela encaixou a cock dele e do jeito que tavam começaram a se beijar, não dava pra ficar mais excitado, peguei o lubrificante que a gente tinha comprado, passei um pouco na minha cock, um pouco no buceta dela e comecei a entrar devagar. Uma vez dentro, a sensação percorrendo meu corpo era incrível, passei minhas mãos pelas nádegas dela até agarrar seus quadris, enquanto isso, Jeremías estava muito empolgado com os peitos dela e comendo ela pela buceta. Num momento, comecei a me mover um pouco mais forte, era tão apertado e quente que me segurava pra não me desesperar e machucar ela, mas o movimento dela fez com que coordenássemos os três nos movimentos. Era muito bom, às vezes sentia a cock do Jeremías batendo dentro da buceta da Fabiana, via como ele acariciava ela, tudo isso me deixava mais excitado. Num momento, Fabiana fala pra nós dois: "Vocês vão gozar dentro de mim? Vão me encher de porra?" Sim, sim, era a única coisa que conseguíamos dizer até que Jeremías fala vou gozar, eu digo: "Eu também…" Acho que foi ao mesmo tempo, não sei, mas uns segundos depois eu comecei a soltar porra como nunca antes, estava muito extasiado, muito excitado, a adrenalina percorria meu corpo inteiro. Nossos movimentos nesses momentos foram fortes, parei de pensar em não ser bruto e me soltei, me enfiando mais fundo a cada pulsação da minha cock ao gozar, a única coisa que ouvia da Fabiana eram gritos de prazer. Acho que foram minutos (ou menos, não sei) que ficamos dentro dela nos movendo depois de gozar dentro até que eu saí, o cu dela estava lindo pulsando com o corpo todo, da buceta dela saía a porra dele com a cock ainda dentro. Ela saiu e se deitou de barriga pra cima respirando forte. "Que intenso… e gostoso!" Disse ela rindo enquanto nós também ríamos. Tomamos um pouco de ar e de água, nossas caras de felicidade e prazer eram visíveis, fui ao banheiro lavar minha cock e quando voltei estavam me esperando pra uma segunda rodada. "Agora você embaixo" me disse Fabiana, me ajeitei, entrei, ela se moveu um pouco e nisso estávamos quando Jeremías já tinha feito o dele, se lubrificado, e enfiou no cu; ela soltou um gemido e começamos a pegar ela de leve, aumentando a intensidade até ficar totalmente sincronizados nos movimentos, cada um se dedicando a aproveitar ao máximo. Sentia a buceta morna e molhada da Fabiana, ela não tinha tirado a porra do Jeremias, e nem me importei. Agarrei os peitos dela e busquei a boca dela pra beijar, a língua dela era um turbilhão, sentia também o pau dele se movendo dentro do cu dela. A gente transava como se fosse a última vez, dessa vez sem falar nada, comecei a me soltar e gozei, acho que o Jeremias fez o mesmo porque ele soltou uns sons que indicavam isso, além disso nossos movimentos pausaram como pra curtir cada jato de porra que a gente soltava. "Sim, sim, sim..." a Fabiana dizia entre gemidos, sentindo a porra que a gente ia deixando dentro dela. "Que gostoso de sentir", ela dizia. A gente gozou mas continuou comendo ela, queríamos que ela também gozasse. Ela começou a se mexer mais rápido até que gozou, tremeu toda e ficou deitada em cima de mim com um sorriso de pura felicidade e prazer no rosto. A gente acariciava o corpo todo dela enquanto ainda estávamos com nossos paus dentro dela. O Jeremias saiu, depois ela saiu e ficou de barriga pra cima respirando fundo e devagar, eu fazia o mesmo.
Depois de duas gozadas maravilhosas, a gente sentou e conversou um pouco sobre tudo que tava rolando, éramos pura felicidade. Nada mal pra ser nosso primeiro ménage. Olhamos a hora: Meia-noite! Quase três horas transando, uma loucura. A gente se limpou, comeu e bebeu alguma coisa, e lá pelas 2 da madrugada fomos pra cama continuar transando. Dessa vez foi mais devagar. A gente se revezava com o Jeremias pra comer ela de quatro enquanto o outro chupava ela. A Fabiana tava feliz, bom, todos nós estávamos. Ela tirava a porra da buceta e levava à boca saboreando, ela adorava. O tequila fez efeito e não lembro em que momento a gente dormiu, Fabiana e eu na cama e o Jeremias num colchão no chão.
Fui o primeiro que acordei, eram 11 da manhã, fui ao banheiro, tomei um pouco de água e voltei pra cama. Na hora a pica ficou dura e não demorei pra procurar a buceta da Fabiana pra comer ela devagarzinho, comecei fazendo colherinha, ela tava dormindo mas depois de um tempo escutei ela gemer de prazer e mais ainda quando gozei e soltei o último resto de porra que tinha. Fiquei um tempo dentro dela e quando saio vejo que o Jeremías tava nos olhando batendo uma, ele me perguntou se podia fazer mais uma vez, “Sim” disse a Fabiana com um tom entre dormindo e viajando. Sentei na frente da cama pra ver eles de perfil e lá estavam: o Jeremías colocou ela de quatro enquanto ela continuava com a cabeça grudada no travesseiro. Comeu ela devagar e suave, aproveitando cada segundo daquela buceta linda cheia da nossa porra, não consegui evitar bater uma enquanto via eles trepando, quando ele gozou também aproveitou cada segundo, saiu e ajeitou ela pra continuar dormindo. Ele veio até mim e disse que ia embora, acompanhei ele até a porta, nos abraçamos e o Jeremías foi pra casa dele.
O resto do dia com a Fabiana passamos conversando sobre essa experiência linda e transando obviamente, gozar dentro dela me deixava louco. No domingo não nos vimos porque eu tinha um trampo pra fazer que me chamaram (instalar um ar condicionado, era um serviço que fazia com meu tio e de quebra ganhava uma grana).
Assim chegou o fim do primeiro semestre do ano e com ele o recesso de inverno. A Fabiana foi pra casa dela e eu pra minha, não conseguimos nos ver. A gente se mensageava o dia inteiro e se ligava mas não era a mesma coisa. Quando voltamos pras aulas no começo tava tudo bem, mas a vibe da Fabiana começou a mudar, primeiro na casa dela não estavam felizes com a “nova aparência” dela e segundo não gostavam que ela andasse com a gente porque não éramos “jovens da igreja” (sim, exatamente como você leu). Mais que religião isso é uma seita, na minha opinião.
E a outra parada é que as amigas dela começaram a puxar ela pra reuniões de luta feminista, até aí tudo bem, só que as amigas delas terminaram com os respectivos namorados e começaram a agir de um jeito muito ressentido com o gênero masculino. Uma vez ela me disse que não ia sair comigo porque tinha uma exibição de não sei que filme e depois um debate, outra vez por causa de uma marcha, alguns fins de semana não podia porque tinha reunião com não sei quem, mas o que mudou tudo foi o dia que ela apareceu na universidade com o cabelo raspado dos lados e o resto pintado de verde… Ai, por toda a tesão e carinho que eu tinha por ela, aquele corte e estilo ficava ho-rrí-vel! Tentei disfarçar, não falei nada. E o que encheu o saco de vez foi naquele fim de semana que a gente tava na casa dela transando e a toda hora ela falava “Não, assim não” se eu pegava no cabelo dela, ou “Não, não” se eu dava um tapa, ela pedia pra parar, resumindo, dava pra ver que ela tava desconfortável até que quando eu ia gozar, quis fazer na boca dela, como já tinha feito várias vezes, ela me empurra e fala: “Que porra você tá fazendo, idiota?” Sinceramente, pra ser honesto, não entendi nada. Em que momento a gente passou de curtir e fazer de tudo pra transar como se fosse algo forçado e ofensivo? Naquela noite a gente brigou, claro, ela falava que eu não entendia ela, que não acompanhava ela nas marchas (é verdade que ela me “convidou” pra ir junto, mas a real é que não me sinto parte desse tipo de luta e não queria ser chamado de “aliado” com tudo que isso implica) e, embora a gente já tivesse discutido isso, ela continuava na mesma. A partir daí, tudo foi ladeira abaixo, Fabiana ficou mais radical nessa nova fase, parou de me procurar e eu também. Assim o ano acabou, voltei pra minha casa, recarreguei um pouco as energias, sentia muita falta dela, não vou negar, mas dessa Fabiana, sentia falta da Fabiana que me chamava pra combinar o look, da Fabiana que se animou a usar outros tipos de perfume, como aquele que eu tinha dado, que ela disse que nunca teve coragem de comprar porque os pais não gostavam, a Fabiana que ria de piadas bestas, não essa Fabiana que anda de cara fechada o tempo todo, que cheira azedo porque passa noites inteiras de vigília e que não usa perfume porque diz que isso é elemento opressor do patriarcado, e assim eu poderia continuar.
Raramente a vejo na universidade, talvez porque ela tenha outras prioridades e porque este é meu último ano e tô a mil querendo me formar.
Enfim, espero que tenham curtido minha história, tentei ser fiel a tudo que aconteceu e ao mais importante: o sexo.
Desculpem pelo tamanhão. Muito obrigada.
9 comentários - Minha ex: de evangélica a feminista. Menage incluso. REAL.
Excelente. Un gran retrato escrito. Una historia muy real.
Se ve el pasaje opresión, libertad, opresión militante.
Situaciones que se ven en personas fáciles de manipular porque han vivido bajo modelos estrictos.
Suerte!