Num certo fim de semana, meus pais tiveram a brilhante ideia de passar o dia na cidade com a irmã da minha mãe e o marido dela, ou seja, meus tios, com quem eles têm uma relação muito boa. Como era relativamente perto, decidiram ir num carro só, porque precisavam economizar gasolina, segundo eles. Antigamente, quando a gente ia mais de cinco no carro, eu sempre acabava no colo do meu irmão, mas naquela época eu já me achava muito velha pra viajar daquele jeito. Até meu irmão reclamou da ideia, mas não adiantou nada. Meus pais, que ainda me viam como uma criança, decidiram que eu iria assim mesmo.
Pouco depois de pegar a estrada, senti o que parecia ser uma ereção começando no meu irmão. Aquilo me pareceu meio estranho, porque ele nunca tinha mostrado o menor interesse por mim como mulher. Mas sim, com certeza, a ereção foi aumentando e em poucos minutos eu senti ela grande e dura na minha bunda. Ele tentava criar um espaço entre o pau dele e minhas nádegas pra eu não perceber, mas, com o pouco espaço que tinha no carro, era um esforço inútil. Eu não ligava muito, afinal era algo natural e, mesmo não me atraindo sexualmente, achei a situação bem engraçada. Depois que meu irmão aceitou a situação e viu que eu não tava incomodada, ele decidiu aproveitar ao máximo os solavancos do carro. Tentou se espremer pra baixo pra que o pau dele chegasse mais perto da minha buceta, mas, por causa da posição inicial, foi impossível conseguir isso, e ele se limitou a curtir a roçada que a estrada proporcionava.
Depois de um dia agradável de primavera, comendo no restaurante da cidade e visitando os amigos, a gente começou a viagem de volta. Dessa vez, meu irmão, dizendo que na ida as pernas dele tinham dormido, me colocou do jeito que ele achou que seria mais confortável pros dois: de pernas abertas em cima dele. Ele enfiou a bunda o máximo que pôde pra fora do banco e me sentou em cima. ele. Pra mim estavam claras as intenções dele, queria aproveitar o que não conseguiu da outra vez; mas não me importava nem um pouco, porque eu também podia curtir a situação. Assim que sentei, já senti a ereção dele e, como o pau dele ainda não tava na altura da minha buceta, forcei um pouco a postura, empinando a bunda pra fora pra encaixar. O passeio foi maravilhoso, o pau dele tava mais duro e maior do que antes, porque ele devia ter colocado direitinho pra cueca não atrapalhar o crescimento completo. Não sei se ele gozou, mas eu terminei toda molhada e sufocada de tesão, e naquela noite, já no meu quarto, me masturbei com uma ansiedade indescritível até cair no sono de tanto prazer e cansaço.
No fim de semana seguinte, meu irmão apareceu em casa de novo e, coisa rara nele, sugeriu pros meus pais irem ao cinema no sábado à noite, já que ele cuidaria de mim. Por coincidência, tava passando um filme que meu pai queria ver e, como eles não saíam muito, aceitaram a proposta na hora. Pra mim, depois do que rolou na semana anterior, as intenções dele estavam bem claras, mas, mesmo não sentindo atração sexual por ele, sempre o admirei e faria qualquer coisa que ele pedisse. Depois de lembrar eu e meu irmão que eu tinha que estar na cama até onze e meia no máximo, meus pais foram embora, nos deixando sozinhos com nossas fantasias.
Fui direto pro meu quarto e, desconfiando que logo meu irmão viria com intenções sexuais claras e óbvias, resolvi facilitar as coisas. Troquei de roupa, tirei o sutiã e coloquei uma blusa soltinha e levemente transparente, só o suficiente pros meus bicos aparecerem por baixo da seda; troquei minha calcinha de mocinha por um lindo fio dental apertado que eu guardava pra ocasiões especiais, e minha calça jeans por uma minissaia bem leve; tirei os sapatos, arrumei as almofadas da cama e sentei lá com um livro, esperando ele aparecer.
Como eu suspeitava, Depois de um bom tempo, ele bateu na porta perguntando se podia entrar, eu disse que claro e mandei ele sentar na cama, do meu lado direito, onde eu tinha colocado os travesseiros, pra gente bater um papo. Percebi que ele tava nervoso pra caralho ao me ver tão pouca roupa, mas disfarçou e começou a conversa fiada de sempre sobre os estudos. Levantei e dobrei os joelhos pra minha saia subir e mostrar minhas coxas inteirinhas, e deixei minha perna cair descuidadamente sobre a do meu irmão, de um jeito que ele pudesse ver claramente minha calcinha fio dental gostosa que mal cobria a buceta. Obviamente a situação não era fácil pra ele, mas num momento de coragem, ele colocou a mão na minha perna. Como o tempo passava e meu irmão não se atrevia, e eu tava decidida a aproveitar ao máximo antes dos meus pais voltarem, tomei a iniciativa; peguei a mão do meu irmão que tava na minha perna e coloquei na minha vulva. Depois disso, João se jogou de cabeça nos prazeres da carne. Me beijou com tesão enquanto enfiava os dedos na minha buceta. Eu toquei no pau grande e duro que dava pra sentir por trás da calça. Quis tirar pra fora, mas minha inexperiência complicou um bocado; mas ele percebeu e facilitou meu trabalho se despindo completamente e me despindo também. O pau dele era lindo, não dos maiores que eu já tinha visto em filme pornô, mas duro e vigoroso como um carvalho. Tava morrendo de vontade de chupar ele, nunca tinha tido um pinto na minha boca e tava doida pra isso, então fui até ele e enfiei na minha garganta. Que prazer! Minha boca era igual uma buceta, a mesma textura, a mesma umidade e aquela sensação de plenitude. Ele me jogou na cama e, sem tirar o pau da minha boca, se colocou por cima de mim e meteu a língua na minha xota. Ele percorria com gosto todos os meus órgãos sexuais; lambia com vontade meu clitóris enquanto esfregava os dedos na minha buceta; chupava minha bunda e até enfiou a língua no meu cu. Tava louca de tesão. Nunca imaginei que meu irmãozinho pudesse me dar tanto prazer. Ele estava extremamente excitado; eu sabia que no momento em que ele enfiasse, ia gozar de tanta excitação, então pedi pra ele me foder. Ele aproximou o pau da minha buceta ardente, passando a cabeça pelos lábios quentes da minha xota e, quando chegou na entrada da vagina, como se um aspirador potente tivesse sugado de uma vez, ele se enfiou todo dentro de mim. Foi o delírio, eu soltei um grito de prazer e cravei as unhas nas costas dele. Ele começou a bombar violentamente o pau na minha buceta, e em poucos segundos esvaziou o esperma no fundo das minhas entranhas, ajudado pelos espasmos que a porra do orgasmo selvagem que eu tava tendo causava na minha vagina. Por um bom tempo ficamos imóveis, de olhos fechados, curtindo os restos do imenso prazer que tínhamos dado um ao outro, até que aos poucos fomos voltando à realidade. Ele continuou com o pinto na minha buceta, mesmo ele ficando mole; mas não chegou a murchar de vez. Me beijou, acariciou meus peitos que, segundo ele, eram os mais gostosos que já tinha visto, e isso foi devolvendo vigor àquele pau que crescia dentro de mim. Quando ficou totalmente duro, voltou aos movimentos rítmicos, só que dessa vez mais calmo que antes. Me colocou de quatro e me fodeu como se eu fosse uma puta. Ele se deitou na cama e me colocou por cima, de costas pra ele. Eu ri, porque lembrei do fim de semana anterior e pensei que era assim que ele teria gostado de fazer a viagem; falei pra ele e, rindo, ele me fez girar sem tirar o pau, o que nos deu um puta prazer, e disse que era assim que ele teria gostado, de frente pra ele. Continuou se movendo e me abraçando até chegar a uma excitação selvagem; acelerou o ritmo comigo de bruços e ele por cima batendo na minha bunda até que nossos corpos, bêbados de paixão, explodiram num orgasmo desgraçado que nos deixou exaustos na cama por um tempão.
Aos poucos Fomos recobrando a consciência da situação em que estávamos e nos beijamos e abraçamos. Ele limpou com os lenços que eu tinha preparado o sêmen que escorria da minha buceta, aproveitando pra beijar minha barriga e subir pelo meu corpo até meus peitos, que ele gostava especialmente, e meu pescoço, minhas orelhas e meus lábios, pra finalmente deitar do meu lado com um relaxamento gostoso.
Como eu tinha medo de a gente dormir e já tinha passado tempo suficiente pra nossos pais voltarem, ele decidiu se levantar e se vestir. Me beijou de novo, disse que eu era a irmã mais gostosa do mundo e foi pra sala esperar nossos pais voltarem. Arrumei as coisas, fui no banheiro me lavar e de quebra provocar um pouco meu irmão passando pelada na frente dele, que se levantou e me beijou de novo e acariciou meus peitos, e quase a gente começava de novo, mas como não dava, voltei pro meu quarto, vesti o pijama e me meti na cama pra curtir a felicidade que eu tava sentindo.
Pouco depois de pegar a estrada, senti o que parecia ser uma ereção começando no meu irmão. Aquilo me pareceu meio estranho, porque ele nunca tinha mostrado o menor interesse por mim como mulher. Mas sim, com certeza, a ereção foi aumentando e em poucos minutos eu senti ela grande e dura na minha bunda. Ele tentava criar um espaço entre o pau dele e minhas nádegas pra eu não perceber, mas, com o pouco espaço que tinha no carro, era um esforço inútil. Eu não ligava muito, afinal era algo natural e, mesmo não me atraindo sexualmente, achei a situação bem engraçada. Depois que meu irmão aceitou a situação e viu que eu não tava incomodada, ele decidiu aproveitar ao máximo os solavancos do carro. Tentou se espremer pra baixo pra que o pau dele chegasse mais perto da minha buceta, mas, por causa da posição inicial, foi impossível conseguir isso, e ele se limitou a curtir a roçada que a estrada proporcionava.
Depois de um dia agradável de primavera, comendo no restaurante da cidade e visitando os amigos, a gente começou a viagem de volta. Dessa vez, meu irmão, dizendo que na ida as pernas dele tinham dormido, me colocou do jeito que ele achou que seria mais confortável pros dois: de pernas abertas em cima dele. Ele enfiou a bunda o máximo que pôde pra fora do banco e me sentou em cima. ele. Pra mim estavam claras as intenções dele, queria aproveitar o que não conseguiu da outra vez; mas não me importava nem um pouco, porque eu também podia curtir a situação. Assim que sentei, já senti a ereção dele e, como o pau dele ainda não tava na altura da minha buceta, forcei um pouco a postura, empinando a bunda pra fora pra encaixar. O passeio foi maravilhoso, o pau dele tava mais duro e maior do que antes, porque ele devia ter colocado direitinho pra cueca não atrapalhar o crescimento completo. Não sei se ele gozou, mas eu terminei toda molhada e sufocada de tesão, e naquela noite, já no meu quarto, me masturbei com uma ansiedade indescritível até cair no sono de tanto prazer e cansaço.
No fim de semana seguinte, meu irmão apareceu em casa de novo e, coisa rara nele, sugeriu pros meus pais irem ao cinema no sábado à noite, já que ele cuidaria de mim. Por coincidência, tava passando um filme que meu pai queria ver e, como eles não saíam muito, aceitaram a proposta na hora. Pra mim, depois do que rolou na semana anterior, as intenções dele estavam bem claras, mas, mesmo não sentindo atração sexual por ele, sempre o admirei e faria qualquer coisa que ele pedisse. Depois de lembrar eu e meu irmão que eu tinha que estar na cama até onze e meia no máximo, meus pais foram embora, nos deixando sozinhos com nossas fantasias.
Fui direto pro meu quarto e, desconfiando que logo meu irmão viria com intenções sexuais claras e óbvias, resolvi facilitar as coisas. Troquei de roupa, tirei o sutiã e coloquei uma blusa soltinha e levemente transparente, só o suficiente pros meus bicos aparecerem por baixo da seda; troquei minha calcinha de mocinha por um lindo fio dental apertado que eu guardava pra ocasiões especiais, e minha calça jeans por uma minissaia bem leve; tirei os sapatos, arrumei as almofadas da cama e sentei lá com um livro, esperando ele aparecer.
Como eu suspeitava, Depois de um bom tempo, ele bateu na porta perguntando se podia entrar, eu disse que claro e mandei ele sentar na cama, do meu lado direito, onde eu tinha colocado os travesseiros, pra gente bater um papo. Percebi que ele tava nervoso pra caralho ao me ver tão pouca roupa, mas disfarçou e começou a conversa fiada de sempre sobre os estudos. Levantei e dobrei os joelhos pra minha saia subir e mostrar minhas coxas inteirinhas, e deixei minha perna cair descuidadamente sobre a do meu irmão, de um jeito que ele pudesse ver claramente minha calcinha fio dental gostosa que mal cobria a buceta. Obviamente a situação não era fácil pra ele, mas num momento de coragem, ele colocou a mão na minha perna. Como o tempo passava e meu irmão não se atrevia, e eu tava decidida a aproveitar ao máximo antes dos meus pais voltarem, tomei a iniciativa; peguei a mão do meu irmão que tava na minha perna e coloquei na minha vulva. Depois disso, João se jogou de cabeça nos prazeres da carne. Me beijou com tesão enquanto enfiava os dedos na minha buceta. Eu toquei no pau grande e duro que dava pra sentir por trás da calça. Quis tirar pra fora, mas minha inexperiência complicou um bocado; mas ele percebeu e facilitou meu trabalho se despindo completamente e me despindo também. O pau dele era lindo, não dos maiores que eu já tinha visto em filme pornô, mas duro e vigoroso como um carvalho. Tava morrendo de vontade de chupar ele, nunca tinha tido um pinto na minha boca e tava doida pra isso, então fui até ele e enfiei na minha garganta. Que prazer! Minha boca era igual uma buceta, a mesma textura, a mesma umidade e aquela sensação de plenitude. Ele me jogou na cama e, sem tirar o pau da minha boca, se colocou por cima de mim e meteu a língua na minha xota. Ele percorria com gosto todos os meus órgãos sexuais; lambia com vontade meu clitóris enquanto esfregava os dedos na minha buceta; chupava minha bunda e até enfiou a língua no meu cu. Tava louca de tesão. Nunca imaginei que meu irmãozinho pudesse me dar tanto prazer. Ele estava extremamente excitado; eu sabia que no momento em que ele enfiasse, ia gozar de tanta excitação, então pedi pra ele me foder. Ele aproximou o pau da minha buceta ardente, passando a cabeça pelos lábios quentes da minha xota e, quando chegou na entrada da vagina, como se um aspirador potente tivesse sugado de uma vez, ele se enfiou todo dentro de mim. Foi o delírio, eu soltei um grito de prazer e cravei as unhas nas costas dele. Ele começou a bombar violentamente o pau na minha buceta, e em poucos segundos esvaziou o esperma no fundo das minhas entranhas, ajudado pelos espasmos que a porra do orgasmo selvagem que eu tava tendo causava na minha vagina. Por um bom tempo ficamos imóveis, de olhos fechados, curtindo os restos do imenso prazer que tínhamos dado um ao outro, até que aos poucos fomos voltando à realidade. Ele continuou com o pinto na minha buceta, mesmo ele ficando mole; mas não chegou a murchar de vez. Me beijou, acariciou meus peitos que, segundo ele, eram os mais gostosos que já tinha visto, e isso foi devolvendo vigor àquele pau que crescia dentro de mim. Quando ficou totalmente duro, voltou aos movimentos rítmicos, só que dessa vez mais calmo que antes. Me colocou de quatro e me fodeu como se eu fosse uma puta. Ele se deitou na cama e me colocou por cima, de costas pra ele. Eu ri, porque lembrei do fim de semana anterior e pensei que era assim que ele teria gostado de fazer a viagem; falei pra ele e, rindo, ele me fez girar sem tirar o pau, o que nos deu um puta prazer, e disse que era assim que ele teria gostado, de frente pra ele. Continuou se movendo e me abraçando até chegar a uma excitação selvagem; acelerou o ritmo comigo de bruços e ele por cima batendo na minha bunda até que nossos corpos, bêbados de paixão, explodiram num orgasmo desgraçado que nos deixou exaustos na cama por um tempão.
Aos poucos Fomos recobrando a consciência da situação em que estávamos e nos beijamos e abraçamos. Ele limpou com os lenços que eu tinha preparado o sêmen que escorria da minha buceta, aproveitando pra beijar minha barriga e subir pelo meu corpo até meus peitos, que ele gostava especialmente, e meu pescoço, minhas orelhas e meus lábios, pra finalmente deitar do meu lado com um relaxamento gostoso.
Como eu tinha medo de a gente dormir e já tinha passado tempo suficiente pra nossos pais voltarem, ele decidiu se levantar e se vestir. Me beijou de novo, disse que eu era a irmã mais gostosa do mundo e foi pra sala esperar nossos pais voltarem. Arrumei as coisas, fui no banheiro me lavar e de quebra provocar um pouco meu irmão passando pelada na frente dele, que se levantou e me beijou de novo e acariciou meus peitos, e quase a gente começava de novo, mas como não dava, voltei pro meu quarto, vesti o pijama e me meti na cama pra curtir a felicidade que eu tava sentindo.
1 comentários - Meu irmão João