Capítulo 4
Tommy esperou na sala de estar até a mãe dele descer pra poderem ir pro parque estadual. Quando ele viu ela de manhã, não tinha nada que indicasse que ela sabia o que ele tinha feito. Ela sorriu docemente pra ele e conversaram sobre todas as coisas normais. Ele achou que tinha se safado, mas sabia que teria que tomar mais cuidado.
Sue tentou ser filosófica sobre o que tinha acontecido. Ele era um garoto com muitas dores do crescimento. Era natural que ele visse a mãe como um ser sexual. Seria estranho se fosse diferente. Ela só teria que ser mais cuidadosa.
Quando Sue desceu com uma regata e um shorts bem apertado, Tommy ficou pasmo de novo. Ele quase conseguia ver a fenda da buceta dela na virilha. Ela não podia estar de calcinha, pensou ele, tentando não olhar. Tommy também ficou chocado quando viu que ela não tava de sutiã.
Os peitões da Sue se destacavam com orgulho. Ele podia sentir eles balançando livremente debaixo da blusa e os bicos duros aparecendo pelo tecido enquanto ela caminhava na direção do filho.
"Tô bonita dessa vez?" Sue disse ao notar o olhar apreciativo de Tommy.
"Gostosa pra caralho, mãe, vou ter que brigar com todos os caras por sua causa."
Sue sorriu docemente pro filho e pegou ele pelo braço, apertando ele contra o peito dela enquanto saíam pela porta.
O parque era uma instalação enorme com várias mesas de piquenique, mato fechado e um lago grande com barcos a remo. Sue e Bob costumavam ir lá com frequência quando Tommy era pequeno, pra deixar ele brincar nos balanços e nadar no lago.
Quando chegaram, o parque tava cheio de atividade. Tinha umas 60 ou 70 pessoas no piquenique, representando o time, familiares e amigos. Tommy pulou e abriu a porta pra mãe dele. Eles caminharam com orgulho até a área de piquenique do grupo.
Rapidamente ficou óbvio que todo mundo notou a Sue. Os garotos e os pais deles babavam e as mulheres pareciam com ciúmes. Alguns dos homens tentaram se aproximar da Sue, mas ela cortou dizendo que já tinha um acompanhante, o filho dela. Tommy se pavoneava feito um pavão, sem deixar a mãe se afastar muito do campo de visão dele.
Depois que todo mundo comeu, jogou vôlei e remou no lago, a galera começou a ir embora. Tommy e Sue pegaram a manta deles, subiram o morro e acharam um lugar debaixo de um carvalho grande, bem longe da multidão. A Sue tinha bebido demais e cambaleou enquanto ajudava o Tommy a esticar a manta no chão. Parecia que ela tava bebendo muito mais ultimamente.
Os dois sentaram pra olhar o povo lá embaixo, curtindo a brisa fresca do começo do verão.
Tommy passou o braço em volta da mãe, puxando o corpo dela, que já tava mole, pra perto dele. "Te amo, mãe", ele sussurrou.
"Também te amo, Tommy", disse Sue, virando-se pro filho.
Tommy viu uma lágrima no olho dela.
"O que foi, mãe?" Tommy perguntou, preocupado.
"Nada, querido, é que isso é tão perfeito. Seu pai e eu costumávamos trazer você aqui toda hora. A gente até sentava debaixo dessa árvore. Eu me sinto melhor do que me senti desde que seu pai morreu. Obrigada por estar aqui pra mim", disse Sue, se inclinando mais perto e apoiando a cabeça no ombro dele.
"Vou estar sempre aqui pra você, mãe."
Quando o braço do Tommy apertou a mãe contra ele, ele percebeu que a mão dele tava encostando no peito dela de novo. Dessa vez foi na lateral do peito, onde ele se projetava pra fora da regata. Tommy moveu a mão devagar, tocando o peito macio dela por cima do tecido da blusa. Ele prendeu a respiração, esperando que ela parasse ele.
Sue sentiu o que o Tommy tava fazendo. Ela não queria começar uma briga, então deixou ele esfregar de leve o peito dela. Mas aquele sentimento familiar começou a crescer lá embaixo. Ela ficou com arrepios nos braços e se apoiou pesadamente no peito forte do filho.
Tommy passou os dedos pelo tecido macio, bem Devagar. Continuou assim por um bom tempo, esperando que ela segurasse a mão dele como tinha feito no filme. Quando ela não fez nenhum movimento para impedi-lo, ele abriu a mão com ousadia e deslizou por baixo do peito dela, depois levantou lentamente. A cabeça começou a rodar quando segurou um peito cheio e coberto de pano na palma da mão. O pau pulsava dentro da calça. Sentiu a ponta do mamilo dela, agora dura, como se quase queimasse a palma da mão.
O cérebro embaçado pelo álcool de Sue começou a gritar avisos. Mas a pulsação na virilha dele bloqueou tudo.
Tommy achou que ouviu ela gemer. Mas não, ela estava respirando pesado e regular. Olhou o rosto dela e viu que os olhos estavam fechados. O peso do corpo dela contra o dele fez ele pensar que podia estar dormindo. Tommy moveu a mão para baixo e por baixo da camiseta até a pele quente da barriga dela. Lentamente, subiu a mão, centímetro por centímetro. Sentiu um choque elétrico quando a lateral da mão tocou a pele nua. Achou que ia gozar na calça. Respirou fundo e virou a mão, com a palma para cima. Agora segurava na mão o peito nu da própria mãe. Esperou o que pareceu uma eternidade para a mãe reagir. Quando ela não se mexeu, ele começou a apertar. Brincou suavemente com o peito pesado, sentindo a plenitude e o calor da carne, com medo o tempo todo de acordá-la.
A mente de Sue estava girando. O sangue pulsava na cabeça dela. Não conseguia pensar direito. Sabia que devia parar aquilo, mas a libido e o vinho estavam no controle. Sentia que o short começava a ficar bem molhado e temia que fosse notado.
Tommy ficou mais ousado. Amoldou e amassou um seio antes de deslizar para fazer o mesmo com o outro. Moveu-se levemente e deixou a mãe escorregar para o lado e para o braço dele, as costas dela pressionadas contra o pau agora latejante. Suspirou aliviado ao ver que os olhos dela continuavam fechados. fechados. Depois mudou de ponto de vista e viu que a mão dele se movia livremente por baixo da blusa dela.
Sue se deitou o mais silenciosamente que pôde, deixando o filho explorar os seios dela. Ela sentia a ereção dele pressionando as costas dela e pulsando. Parecia enorme. Os quadris dela queriam se mexer enquanto ela lutava para controlar a respiração.
Tommy apertou e levantou os seios, e depois passou a brincar com o mamilo duro. De repente, ele percebeu que tinha sugado aquele mesmo mamilo quando era bebê. De repente, ele precisava vê-los. Devagar, a mão dele levantou a parte de cima da blusa até que um grande seio ficou exposto. Os olhos dele estavam arregalados enquanto ele olhava para a pele branca e macia e o mamilo rosado e comprido. Ele apertou a carne suavemente. Estava fascinado enquanto observava a própria mão amassar aquela carne macia.
Sue finalmente precisou parar com aquilo. Ela se mexeu e sentiu Tommy rapidamente tirar a mão do peito dela, deixando a blusa cobri-lo de novo. Então ela se sentou e esfregou os olhos. "Devo ter dormido. Desculpa, parece que eu faço isso quando bebo. Quanto tempo fiquei fora?"
"Uh... ah, não muito."
"Vamos dar uma volta", disse Sue se levantando. De repente, ela se sentiu tonta e quase caiu.
Tommy rapidamente se levantou ao lado dela e a segurou.
Eles caminharam de mãos dadas por uma trilha que levava até o lago. Para Tommy, era impossível esconder o volume na calça. Ele não acreditava no que tinha acabado de fazer. Balançou a cabeça, pensando que tudo poderia ter sido um sonho.
Os olhos de Sue continuavam olhando para a virilha do filho. Ela quase sentiu pena dele quando viu o pau dele preso pulsando de necessidade.
Logo os dois chegaram a uma pequena clareira perto do lago.
"Vamos sentar aqui, mãe."
"Ah, não quero manchar meu short de grama."
"Pega", disse Tommy tirando a camisa e colocando no chão. Agora ele estava de pé ao lado dela só de short e sandálias, o corpo forte dele peito nu.
"Uau, você tem malhado", disse Sue, admirando o peito musculoso do filho. Ela apertou as pernas e sentiu os lábios inchados pulsando de excitação.
"É o treinador Lewis, ele queria que todos os jogadores dele estivessem em forma".
"Você está uma gostosa", disse Sue, sentando na camisa que Tommy tinha deixado. Ela sentiu a costura apertada do short nos lábios da buceta e fechou os olhos de prazer.
"Valeu", disse Tommy, sentando ao lado da mãe e colocando o braço em volta dela.
Eles ficaram ali em silêncio, olhando o lago brilhante. Dava pra ver uns pontinhos no lago, que deviam ser pessoas remando em barquinhos. Lá de longe, ouviam sons fracos de crianças rindo e brincando. Naquele momento, tudo estava perfeito.
"Mãe", disse Tommy, quebrando o silêncio, "você acha... acha que eu poderia te beijar de novo?"
Sue prendeu a respiração. Ela não conseguiu responder na hora. De algum jeito, sabia que essa pergunta ia voltar. Tinha ensaiado como dizer não com jeito. Não queria machucá-lo. Mas todo o ensaio foi pro ralo quando encarou a pergunta. Sue ainda sentia a mão dele no peito dela e os lábios inchados ainda molhados no short. Em vez de um não bem dado, ela disse: "Acho que sim, mas só um".
O coração de Tommy disparou no peito. Nervoso, ele virou pra mãe e aproximou os lábios dos dela. Quando os lábios se apertaram, ele puxou ela contra o peito nu. Quando ela abriu a boca, ele não esperou a língua dela; empurrou a dele na boca quente e molhada. Dava pra sentir o gosto do vinho que ela tinha bebido. Quando ele puxou a língua, a da mãe seguiu, pressionando na boca dele. Ele chupou a língua dela e ouviu ela gemer. O beijo foi indo, virou um segundo beijo e depois um terceiro. Tommy arriscou, levantou a mão e deslizou por baixo da blusa da mãe, tocando o peito dela. Novamente.
Sue não estava fingindo estar dormindo dessa vez, mas ainda assim não conseguiu impedi-lo.
Ele gemeu ao sentir o peito dela na palma da mão. Os dedos tremiam enquanto brincava com o mamilo, fazendo a mãe empurrar o peito contra a mão dele e soltar um gemidinho dos lábios. Os lábios dela estavam quase inchados de tantos beijos apaixonados.
Finalmente, Sue o afastou; a respiração saindo em ofegos curtos. "Tommy, não podemos, nós... nós... temos que parar."
A voz dela não pareceu tão convincente para Tommy. Ele a empurrou para o chão, ignorando os protestos fracos dela, e aproximou a boca da dela de novo. A mão dele agora subiu pela blusa dela até que os dois seios ficaram expostos ao ar fresco da tarde, fazendo os mamilos endurecerem ainda mais. Tommy rompeu o beijo e se afastou, olhando para os lindos peitos cheios da mãe.
"Deus, são lindos", disse Tommy, inclinando-se como se fosse beijar um.
"Não, Tommy, para", disse Sue, empurrando Tommy para longe.
Tommy caiu de costas, com o peito ofegante, olhando para o céu. "Eu... eu sou um idiota, mãe. Sempre estrago tudo. Desculpa."
Sue se sentou, abaixou a blusa e olhou para o filho. Estava tão perturbada que estava perdendo o controle. É minha culpa, não do Tommy, pensou. Eu sou a adulta e eu o guiei. Então, um suspiro escapou dos lábios dela enquanto olhava para o peito forte do filho e depois para a barraca no short dele.
"Você não é um idiota, Tommy. Você é um filho maravilhoso e eu te amo muito", sussurrou Sue, e então se deitou ao lado dele, apoiando a cabeça no peito dele. O lado do rosto dela descansava na pele quente do peito dele. Ela podia sentir as batidas do coração dele. Lentamente, como se não conseguisse controlar, a mão dela começou a deslizar pela barriga do filho. Ela se maravilhou com os músculos duros do abdômen dele e os viu ondular com o toque arrepiante. Quando chegou ao cinto dele, fez uma pausa e então, como se tivesse tomado uma uma decisão, ela começou a desabotoar a calça dele.
Tommy estava paralisado, mais excitado do que nos seus sonhos mais loucos. "Mãe", ele sussurrou.
"Shhhh!" Sue disse enquanto desabotoava o short dele e puxava o zíper. Ela hesitou só um instante antes de enfiar a mão trêmula dentro da cueca dele e agarrar o pau duro.
Tommy gemeu.
A mão de Sue puxou o pau duro dele para fora do short e o expôs à luz forte do sol. "Nossa!" ela disse enquanto olhava para a ferramenta do filho. A cabeça estava inchada e escorrendo suco. A pele do pau dele estava quente, quase ardendo na mão dela. O mundo de Sue girava ao redor dela enquanto ela começava a mover a mão para cima e para baixo no pau do filho.
Tommy tremia quando sentiu a mãe pegar o dedo dele e passar pelo jato de líquido claro que saía da ponta gotejante. Depois, ela usou para cobrir a cabeça até que ela brilhasse na luz do sol. Ela passou os dedos suavemente para cima e para baixo no pau comprido dele, arrancando outro gemido longo dele e outra bolha grande de suco. Os dedos dela mergulharam no líquido transparente e, lentamente, com a mão trêmula, ela o levou aos lábios. Agora havia um fio longo de líquido pré-gozo transparente conectando os lábios de Sue ao pau do filho. A cabeça dela começou a deslizar lentamente pelo peito dele.
Ela não vai... Tommy pensou enquanto sentia a cabeça da mãe se mover.
Sue sabia o quão errado isso era, o quão louco, mas ainda assim não conseguia parar. Ela cobriu a palma da mão com o suco claro dele e depois a envolveu ao redor do pau quente. Ela foi descendo aos poucos pelo peito dele e olhou como se fosse a mão de outra pessoa. Não era real, ela disse a si mesma. Ela não podia estar segurando o pau duro do filho na mão.
De repente, Tommy ofegou e os quadris dele se empurraram para cima.
Sue levou um susto quando um jato de gozo branco saiu disparado da ponta do pau dele, acertando ela na bochecha e no pescoço com força. Força. Ela gritou quando espirrou na bochecha dela e escorreu até o pescoço. Sue se recuperou rápido e apertou o pau do filho, ordenhando jato após jato de esperma no peito e na barriga dela, bem na frente dos olhos arregalados dele. Espirrou a centímetros da boca dela. Ela podia sentir o cheiro. Sue apertou as pernas quando sentiu um espasmo percorrê-la. Os quadris dela se moveram em sincronia com a gozada do Tommy quando o próprio clímax a atingiu.
Momentos depois, tudo estava em silêncio, exceto pelo canto dos pássaros na mata e pela respiração ofegante de uma mãe e seu filho. Então, Sue levantou a cabeça e caiu de novo no chão, com o peito ainda subindo e descendo. Fechou os olhos e respirou fundo. Deus, se ela não tivesse gozado na hora que gozou, o que eu ia fazer? ela se perguntou.
"Acho que é hora de voltarmos", disse Sue, sentando-se. Olhou para a barriga coberta de esperma e estremeceu. Podia sentir o suco quente esfriando no rosto e começando a escorrer.
"Mãe, ah, ah, desculpa", disse Tommy, se sentindo um idiota por não ter se segurado e ter gozado na cara dela. Olhou com vergonha para a bochecha molhada da mãe e o filete claro de esperma escorrendo pelo pescoço dela.
"Pega sua camisa", disse Sue, "já está escurecendo".
Tommy começou a vestir a camisa, mas hesitou, olhando para o suco brilhante na bochecha e no pescoço da mãe. "Quer usar isso?" disse, estendendo a camisa para ela.
"Não, tô bem, não vamos sujar sua camisa", disse Sue. Sentiu o suco escorrendo pelo pescoço até o topo do peito. Era muito estranho, mas ela queria sentir o suco dele no rosto. Ela simplesmente não estava pronta para limpar. Bob adorava gozar na cara dela, e ela deixava lá até secar.
Quando se viraram para voltar pela trilha, a mão de Sue roçou a do filho. Sem olhar para baixo ou dizer uma palavra, Sue pegou a mão dele e apertou.
Tommy quase suspirou de alívio.
Eles caminharam de mãos dadas. mano, de volta pra onde tinham deixado o cobertor deles. Pegaram o cobertor e o resto das coisas e foram pra casa em silêncio. Tanto a mãe quanto o filho tinham um milhão de pensamentos na cabeça.
....
A semana de trabalho foi bem puxada pra Sue. Teve que virar noite várias vezes e ainda levou serviço pra casa. Tommy tava com o manual da escola nova pra ler, então não tiveram tempo de conversar sobre o que rolou no fim de semana. Nenhum dos dois sabia o que dizer pro outro mesmo, então foi uma boa hora pra cada um processar os próprios sentimentos.
Sue se sentiu culpada pelo que aconteceu. Achava que tinha se aproveitado da inocência do filho.
Tommy tava preocupado que a mãe ficasse puta com ele por ter forçado a barra. Mas ela não agiu irritada, e as conversas na mesa do jantar pareciam normais. Mesmo assim, ele se sentiu um moleque por não ter se segurado e ter gozado na cara dela. Só que ela tinha deixado o esperma dele lá, recusando a oferta da camisa.
Na sexta à noite, Tommy criou coragem e perguntou pra mãe se ela queria outro encontro. Já esperava o pior quando Sue disse que precisavam conversar.
Depois de um jantar calado, Sue pediu pra Tommy sentar com ela na sala.
Lá vem, pensou Tommy.
Sue deu um tapinha no sofá do lado dela quando viu Tommy começando a sentar numa cadeira do outro lado da sala. Respirou fundo e olhou nos olhos do filho. "Tommy, me sinto mal pelo que aconteceu no fim de semana passado."
"Mãe... eu... eu... hã..." Tommy começou a falar.
"Deixa eu falar", disse Sue, segurando as mãos do filho nas dela. "Me desculpa pelo que rolou no lago. Uma mãe nunca devia fazer uma coisa dessas com o próprio filho. Bebi demais, mas isso não é desculpa; foi totalmente errado. Eu, eu..." Sue começou a chorar.
"Mãe, pelo amor de Deus, você não tem que se desculpar por nada. Fui eu que comecei, eu é que devia estar envergonhado", disse Tommy, abraçando a mãe. Soluçando.
Tommy a abraçou por um bom tempo antes de sentir que precisava dizer o que sentia. "Mãe, eu... eu... tenho que te dizer que foi a melhor experiência da minha vida, não importa de quem foi a culpa", disse Tommy, erguendo o rosto marcado pelas lágrimas da mãe. "Nunca, nunca quero te machucar... ou te fazer chorar". As lágrimas começaram a escorrer dos olhos dele.
"Ah, Tommy, eu te amo".
Tommy aproximou os lábios dos dela num beijo carinhoso e terno. Quando se afastou, segurou o rosto dela entre as mãos, usando os polegares para enxugar as lágrimas. "Vou me esforçar mais pra me controlar", prometeu.
"E eu também", completou Sue, e um sorrisinho cruzou o rosto dela.
Tommy devolveu o sorriso e disse brincando: "Mas você precisa lembrar que eu sou só um adolescente tarado".
Sue ergueu uma sobrancelha. De repente, caiu na risada. Tommy se juntou a ela, quase caindo da cama.
Quando Tommy parou de rir, olhou pra mãe com aquele sorriso dele e disse: "Que tal outro encontro?".
"Você é incorrigível", disse ela.
"Eu sei. Por isso você me ama. Outro encontro, por favor!"
"Tá bom, mas você tem que prometer que vai se comportar", disse Sue de leve.
"Prometo", respondeu ele, animado.
"Espera um minuto. Tem que ter algumas regras".
"Tá bom", respondeu Tommy, pronto pra concordar com qualquer coisa. "Me diz as regras".
"Não sei todas, mas o mais importante é que a gente precisa se controlar. As coisas saíram um pouco do controle até agora".
"Se comportar significa que você não pode mais me ensinar sobre garotas e garotos e essas coisas?"
Sue ficou em silêncio por um minuto. Sabia que estava num terreno muito perigoso. O lado racional do cérebro dela gritava pra parar tudo aquilo. Mas o lado emocional estava vencendo. Finalmente, ela falou. "Não, mas significa que a gente precisa saber quando parar. Quando eu disser 'para', é pra valer. Você tem que largar o que quer que esteja fazendo, por mais difícil que seja. Você concorda? Sue sentia a excitação começando a percorrer seu corpo.
Tommy achou que ela fosse gritar. Queria pular de alegria. Isso superava sua imaginação mais louca. Ele se acalmou e disse com voz controlada: "Beleza, você manda. Então amanhã à noite?".
Sue respirou fundo e disse: "Amanhã à noite".
Na noite seguinte, saíram para jantar tarde e voltaram pra casa. Tommy não tentou beijá-la nem se aproveitou de que ela tinha tomado uns copos de vinho. Foi um cavalheiro perfeito, exceto que tentou pegar o vestido dela.
Sue só olhou pra ele quando viu seus olhos e disse: "Se comporta". Mas, no geral, ficou impressionada com o controle dele e, estranhamente, um pouco decepcionada.
Era uma tarde de junho excepcionalmente fria, então Tommy acendeu uma fogueira na lareira enquanto Sue subia as escadas pra se trocar. Depois foi pra cozinha e pegou uma garrafa de vinho e uma taça pra mãe dele. Pegou uma coca pra ele e colocou uma música suave no CD player. Acendeu várias velas perfumadas pelo quarto.
Ele estava sentado no sofá quando Sue desceu de novo. Ela tinha vestido uma calça de pijama de seda azul-céu e uma blusa. O azul da roupa combinava com seus lindos olhos. Tommy assobiou em agradecimento enquanto entregava uma taça de vinho pra ela.
"Quer dançar?" perguntou Tommy. "Não sou tão bom, mas aprendo rápido."
"Ótima ideia! Mas pensei que você não soubesse?"
"Eu não sei", Tommy sorriu timidamente.
"Tá bom, acho que é uma boa hora pra uma lição então", disse Sue, dando um gole rápido antes de colocar o vinho na mesa. "Seu pai tinha dois pés esquerdos, mas se esforçava pra caralho e ia começar aulas antes de...", a voz de Sue sumiu. Ela deu um passo à frente e abraçou o filho, colocando a cabeça no ombro dele.
Em questão de segundos, percebeu que precisava de um trabalho sério. Ela se afastou e sorriu pro filho. "Definitivamente, você precisa de uma lição. disse com um sorriso. "Agora, a primeira coisa é: NÃO PISE NO PÉ DO SEU PARCEIRO".
"Ah, mãe, eu sei", respondeu Tommy.
Eles dançaram por quase uma hora. Sue ensinou ele a segurar uma garota e a se mover suavemente pelo salão. Tommy aprendia rápido e se acostumou muito rápido. Finalmente, cansaram e sentaram juntos no sofá.
"Isso foi demais, mãe, valeu".
"De nada."
"Mãe, posso te perguntar uma coisa?"
"Pode perguntar, querido."
"Bom, todo... todo mundo fala de umas paradas. Sabe, garotas e essas coisas. Eles... falam sobre... sabe... sexo oral".
Lá vem! pensou Sue.
"Eu... eu... só queria saber se as garotas realmente gostam de fazer isso... é, sabe". Tommy começou a gaguejar um pouco, ficando nervoso com a pergunta direta. De repente parou e o rosto ficou vermelho. "Des... desculpa, não devia perguntar uma coisa dessas".
"Claro que devia perguntar. Como mais você vai aprender?", disse Sue, se sentindo de repente como uma professora.
A resposta acalmou os nervos de Tommy, então ele continuou. "Sei que tem um monte de garotas que fazem, mas será que elas realmente gostam? Quer dizer... sabe, será que gostam do gosto?" Tommy estava só brincando em parte com a pergunta. Todos os caras da escola falavam sobre isso, mas ele tinha curiosidade de saber se as mulheres realmente curtiam.
"Bom, acho que muitas garotas gostam de fazer. Seu pai e eu..." Sue parou, sem querer ser muito pessoal. "Tenho certeza que tem muitas garotas que gostam, mas não sei se realmente curtem o gosto. Acho que é tipo uísque escocês, você tem que adquirir o paladar", disse e sorriu. "Acho que a emoção de fazer algo assim por alguém que você ama é o que me atrai". Sue fez uma pausa por um segundo para deixar ele absorver aquilo. Depois acrescentou: "As garotas também gostam de receber, é uma via de mão dupla, sabe?".
"Sério! Quer dizer... Já vi isso em filmes, mas achava que era só pra mostrar", disse Tommy, realmente impressionado.
"Claro que é real. Não seja tão egocêntrico", disse Sue, quase com raiva. Então seu tom suavizou. "Um homem deveria estar tão disposto a usar a boca numa mulher quanto a receber. Um cara que é bom de boca vai ter um monte de namoradas". Sue riu meio sem graça, sentindo um frio na barriga com a ideia.
Enquanto Tommy ficava ali pensando nisso, sentiu o pau já duro começar a pulsar. Parecia divertido. "Mãe", disse Tommy, hesitando.
"Sim?"
"Mãe, já que você é minha professora sobre namorar garotas e tal, você poderia me contar... hã, me explicar sobre... sobre... sabe, sexo oral? Tipo... como uma garota faz isso?" perguntou Tommy, arriscando tudo. Achou que a mãe ia perceber que ele estava fingindo.
Sue ficou em silêncio por um tempo. Segurou a taça de vinho na mão e ficou olhando fixamente para o vinho, girando-o. Sentiu aquela velha excitação percorrer seu corpo. "Tommy, acho que isso já é demais".
"Tudo bem, só pensei em perguntar. Não custa nada perguntar, né?" Tommy disse, tentando fingir que era só uma brincadeira.
"Não, não custa, mas deixa eu pensar", disse Sue, colocando o copo na mesa. Ela se inclinou em direção a Tommy e aproximou os lábios dos dele. Ela tinha desejado tanto um beijo naquela noite. Tommy estava sendo cavalheiro demais.
Eles se abraçaram, se beijando apaixonadamente por um bom tempo. Finalmente, Sue sentiu a mão de Tommy sobre o peito coberto de seda. Finalmente! pensou ela. Sue gemeu na boca do filho enquanto ele apertava o peito macio dela. Então, surpreendeu Tommy ao levantar a mão e desabotoar lentamente a parte de cima da camisola, pela frente, enquanto os lábios continuavam grudados. Depois, abriu a abertura e pressionou a carne nua contra o filho. Eles gemeram na boca um do outro.
Finalmente, Quando eles se separaram, os dois estavam ofegantes. Havia fogo queimando nos olhos de Sue.
Os olhos de Tommy estavam bem abertos enquanto ele olhava para o peito nu da mãe. Ele inclinou a cabeça e começou a beijar o pescoço dela quando sentiu as mãos dela nas bochechas dele.
Sue segurou o rosto de Tommy entre as mãos e olhou nos olhos dele. Ah, droga, pensou ela, não consigo resistir a esse garoto. Ainda olhando nos olhos dele, a mão dela desceu até a virilha dele e começou a acariciar suavemente o pau dele. Ele pulsava e crescia dentro do short. Sue gemeu quando a mão dela envolveu a haste. Ela apertou, deslizando a mão sobre o volume coberto pelo tecido. Parecia enorme.
No fundo, o cérebro de Sue gritava... Para! Pare!
Então Tommy sentiu a mão da mãe descer até o cinto dele. O coração dele começou a bater descontroladamente.
Sue se inclinou para trás e usou as duas mãos para abrir o short do filho. Depois, deslizou do sofá e caiu de joelhos no chão entre as pernas dele, a blusa dela aberta descuidadamente. Ela levantou a mão, agarrou a cintura do short dele e puxou. Tommy ficou sentado, de olhos arregalados, olhando para a mãe.
"Me dá uma ajuda, querido?" Sue disse.
Tommy saiu do transe, levantou o quadril do sofá e deixou a mãe tirar o short e a cueca dele, que caíram sobre os pés descalços.
Sue se recostou e gemeu de novo. O filho agora estava nu da cintura para baixo, e a ereção furiosa dele pulsava na frente do rosto dela. Ela o estudou pela segunda vez. Ele tinha gozado tão rápido no parque que ela não tinha conseguido ver direito. O pau dele era lindo e perfeito. Era mais comprido e grosso que o do pai dele, com veias azuis saltando nas laterais e uma cabeça em formato de cogumelo perfeito. Sue deslizou as mãos pelas coxas dele, avançando até ficar a centímetros do pau dele. Ela olhou com admiração para o equipamento dele. Lentamente, as mãos dela agarraram a haste, suavemente, quase como se fosse porcelana fina.
Tommy gemeu e mexeu os quadris.
"Calma, não queremos que você goze cedo demais. Um boquete bom tem que ser devagar e sensual", disse Sue, aproximando o pau gotejante dos lábios dele.
Tommy quase gozou só com as palavras da mãe. "Um boquete bom", ela tinha dito. Ele começou a tremer inteiro.
Sue esticou a língua, passando pela cabeça do pau e saboreando o suco doce dele.
Tommy gemeu de novo.
Ela usou a língua pra lamber em volta da cabeça, brincando com a pele sensível onde a cabeça e o tronco se encontravam. Sue estava tomando muito cuidado pra não excitar ele demais. Ela sabia desde o fim de semana passado que ele podia gozar muito rápido.
Sue levou a cabeça do pau à boca, chupou de leve e depois usou os dentes pra fazer uma pressãozinha nas bordas. Sue adorava sexo oral. Ela era uma daquelas garotas que gostavam do gosto. Tinha sido uma das coisas favoritas dela pra fazer com o pai do Tommy. E ela era muito boa nisso também. Essa noite, ela usou todas as habilidades dela pra levar o filho ao limite e depois recuar, mantendo ele na beira do gozo por muito, muito tempo.
Tommy olhava maravilhado enquanto via a mãe linda adorando o pau dele. Ela parecia estar no próprio mundo. Ele via a língua dela lambendo e depois a boca sugando ele pra dentro. Ele gemia cada vez que ela enfiava o tronco fundo na boca. Várias vezes, ele começou a pulsar, perto do orgasmo, mas a mãe apertava forte na base até ele se controlar de novo. Era a sensação mais incrível que ele já tinha sentido.
Sue trabalhou nele por mais de meia hora, literalmente fazendo amor com o pau dele. Mas ela sabia que Tommy não aguentava muito mais. A verdade é que ela também não aguentava mais. Agora ela queria que ele gozasse tanto quanto ele queria; ela estava com sede do suco doce dele. Fazia muito tempo desde que tinha provado esperma. A Sue tinha adquirido o gosto por porra há anos.
Tommy queria empurrar o quadril pra dentro da mãe de um jeito desesperado, mas ficou parado, deixando ela tomar a liderança.
A Sue envolveu a mão na base do pau dele e segurou firme enquanto jogava a cabeça pra trás e esticava a língua, mexendo a ponta. Olhou pro filho, que ainda a encarava de olhos arregalados. Aí fechou os olhos e colocou a boca na cabeça da rola dele. A mão dela subiu e desceu várias vezes rápido. Foi o suficiente.
Tommy achou que a cabeça ia explodir. Gritou alto o bastante pra vizinhança ouvir e o quadril levantou do sofá.
A Sue jogou a cabeça pra trás, surpresa com a força da gozada dele, mas manteve a cabeça do pau na boca. O creme quente bateu no fundo da garganta, engasgando ela por um segundo. Ela engoliu na hora certa pra outra explosão entrar na boca. Dessa vez tava preparada e engoliu rápido, esperando o próximo gole. Veio logo, enchendo a boca dela até transbordar. Tentou engolir tudo, mas era demais. Escorria pelos cantos da boca e descia até as bolas do filho. Enquanto a porra branca e pegajosa escorria do queixo, a Sue sentiu aquele tremor familiar na buceta. De repente, deu um gole grande e começou a gozar. Ela rebolou o quadril enquanto a xota pulsava. Perdeu o controle por um instante e parou de chupar. Quando a boca encheu, percebeu rápido que tinha que engolir.
Tommy achou que ia morrer. Nunca tinha sentido nada tão intenso. Não acreditava que tava sentado ali no sofá, jorrando porra na boca da mãe. E ela tava bebendo! Dava pra ouvir ela lutando pra engolir tudo. Agora sabia que a mãe tinha razão; algumas minas gostam do gosto.
Quando não conseguiu mais gozar, a Sue soltou o pau exausto dele e passou a língua até as testibooties pra limpar o que tinha escorrido da boca dela.
Tommy tava exausto. Quando abriu os olhos, viu os lindos olhos azuis da mãe dele encarando ele. Os lábios e o queixo dela estavam cobertos de porra branca, mas ela tinha engolido a maior parte. Tommy não conseguiu resistir; se abaixou e puxou a mãe dele pra perto.
Sue se assustou quando Tommy aproximou os lábios dos dela; eles trocaram um beijo bem molhado e íntimo.
Continua...🔥🔥
Tommy esperou na sala de estar até a mãe dele descer pra poderem ir pro parque estadual. Quando ele viu ela de manhã, não tinha nada que indicasse que ela sabia o que ele tinha feito. Ela sorriu docemente pra ele e conversaram sobre todas as coisas normais. Ele achou que tinha se safado, mas sabia que teria que tomar mais cuidado.
Sue tentou ser filosófica sobre o que tinha acontecido. Ele era um garoto com muitas dores do crescimento. Era natural que ele visse a mãe como um ser sexual. Seria estranho se fosse diferente. Ela só teria que ser mais cuidadosa.
Quando Sue desceu com uma regata e um shorts bem apertado, Tommy ficou pasmo de novo. Ele quase conseguia ver a fenda da buceta dela na virilha. Ela não podia estar de calcinha, pensou ele, tentando não olhar. Tommy também ficou chocado quando viu que ela não tava de sutiã.
Os peitões da Sue se destacavam com orgulho. Ele podia sentir eles balançando livremente debaixo da blusa e os bicos duros aparecendo pelo tecido enquanto ela caminhava na direção do filho.
"Tô bonita dessa vez?" Sue disse ao notar o olhar apreciativo de Tommy.
"Gostosa pra caralho, mãe, vou ter que brigar com todos os caras por sua causa."
Sue sorriu docemente pro filho e pegou ele pelo braço, apertando ele contra o peito dela enquanto saíam pela porta.
O parque era uma instalação enorme com várias mesas de piquenique, mato fechado e um lago grande com barcos a remo. Sue e Bob costumavam ir lá com frequência quando Tommy era pequeno, pra deixar ele brincar nos balanços e nadar no lago.
Quando chegaram, o parque tava cheio de atividade. Tinha umas 60 ou 70 pessoas no piquenique, representando o time, familiares e amigos. Tommy pulou e abriu a porta pra mãe dele. Eles caminharam com orgulho até a área de piquenique do grupo.
Rapidamente ficou óbvio que todo mundo notou a Sue. Os garotos e os pais deles babavam e as mulheres pareciam com ciúmes. Alguns dos homens tentaram se aproximar da Sue, mas ela cortou dizendo que já tinha um acompanhante, o filho dela. Tommy se pavoneava feito um pavão, sem deixar a mãe se afastar muito do campo de visão dele.
Depois que todo mundo comeu, jogou vôlei e remou no lago, a galera começou a ir embora. Tommy e Sue pegaram a manta deles, subiram o morro e acharam um lugar debaixo de um carvalho grande, bem longe da multidão. A Sue tinha bebido demais e cambaleou enquanto ajudava o Tommy a esticar a manta no chão. Parecia que ela tava bebendo muito mais ultimamente.
Os dois sentaram pra olhar o povo lá embaixo, curtindo a brisa fresca do começo do verão.
Tommy passou o braço em volta da mãe, puxando o corpo dela, que já tava mole, pra perto dele. "Te amo, mãe", ele sussurrou.
"Também te amo, Tommy", disse Sue, virando-se pro filho.
Tommy viu uma lágrima no olho dela.
"O que foi, mãe?" Tommy perguntou, preocupado.
"Nada, querido, é que isso é tão perfeito. Seu pai e eu costumávamos trazer você aqui toda hora. A gente até sentava debaixo dessa árvore. Eu me sinto melhor do que me senti desde que seu pai morreu. Obrigada por estar aqui pra mim", disse Sue, se inclinando mais perto e apoiando a cabeça no ombro dele.
"Vou estar sempre aqui pra você, mãe."
Quando o braço do Tommy apertou a mãe contra ele, ele percebeu que a mão dele tava encostando no peito dela de novo. Dessa vez foi na lateral do peito, onde ele se projetava pra fora da regata. Tommy moveu a mão devagar, tocando o peito macio dela por cima do tecido da blusa. Ele prendeu a respiração, esperando que ela parasse ele.
Sue sentiu o que o Tommy tava fazendo. Ela não queria começar uma briga, então deixou ele esfregar de leve o peito dela. Mas aquele sentimento familiar começou a crescer lá embaixo. Ela ficou com arrepios nos braços e se apoiou pesadamente no peito forte do filho.
Tommy passou os dedos pelo tecido macio, bem Devagar. Continuou assim por um bom tempo, esperando que ela segurasse a mão dele como tinha feito no filme. Quando ela não fez nenhum movimento para impedi-lo, ele abriu a mão com ousadia e deslizou por baixo do peito dela, depois levantou lentamente. A cabeça começou a rodar quando segurou um peito cheio e coberto de pano na palma da mão. O pau pulsava dentro da calça. Sentiu a ponta do mamilo dela, agora dura, como se quase queimasse a palma da mão.
O cérebro embaçado pelo álcool de Sue começou a gritar avisos. Mas a pulsação na virilha dele bloqueou tudo.
Tommy achou que ouviu ela gemer. Mas não, ela estava respirando pesado e regular. Olhou o rosto dela e viu que os olhos estavam fechados. O peso do corpo dela contra o dele fez ele pensar que podia estar dormindo. Tommy moveu a mão para baixo e por baixo da camiseta até a pele quente da barriga dela. Lentamente, subiu a mão, centímetro por centímetro. Sentiu um choque elétrico quando a lateral da mão tocou a pele nua. Achou que ia gozar na calça. Respirou fundo e virou a mão, com a palma para cima. Agora segurava na mão o peito nu da própria mãe. Esperou o que pareceu uma eternidade para a mãe reagir. Quando ela não se mexeu, ele começou a apertar. Brincou suavemente com o peito pesado, sentindo a plenitude e o calor da carne, com medo o tempo todo de acordá-la.
A mente de Sue estava girando. O sangue pulsava na cabeça dela. Não conseguia pensar direito. Sabia que devia parar aquilo, mas a libido e o vinho estavam no controle. Sentia que o short começava a ficar bem molhado e temia que fosse notado.
Tommy ficou mais ousado. Amoldou e amassou um seio antes de deslizar para fazer o mesmo com o outro. Moveu-se levemente e deixou a mãe escorregar para o lado e para o braço dele, as costas dela pressionadas contra o pau agora latejante. Suspirou aliviado ao ver que os olhos dela continuavam fechados. fechados. Depois mudou de ponto de vista e viu que a mão dele se movia livremente por baixo da blusa dela.
Sue se deitou o mais silenciosamente que pôde, deixando o filho explorar os seios dela. Ela sentia a ereção dele pressionando as costas dela e pulsando. Parecia enorme. Os quadris dela queriam se mexer enquanto ela lutava para controlar a respiração.
Tommy apertou e levantou os seios, e depois passou a brincar com o mamilo duro. De repente, ele percebeu que tinha sugado aquele mesmo mamilo quando era bebê. De repente, ele precisava vê-los. Devagar, a mão dele levantou a parte de cima da blusa até que um grande seio ficou exposto. Os olhos dele estavam arregalados enquanto ele olhava para a pele branca e macia e o mamilo rosado e comprido. Ele apertou a carne suavemente. Estava fascinado enquanto observava a própria mão amassar aquela carne macia.
Sue finalmente precisou parar com aquilo. Ela se mexeu e sentiu Tommy rapidamente tirar a mão do peito dela, deixando a blusa cobri-lo de novo. Então ela se sentou e esfregou os olhos. "Devo ter dormido. Desculpa, parece que eu faço isso quando bebo. Quanto tempo fiquei fora?"
"Uh... ah, não muito."
"Vamos dar uma volta", disse Sue se levantando. De repente, ela se sentiu tonta e quase caiu.
Tommy rapidamente se levantou ao lado dela e a segurou.
Eles caminharam de mãos dadas por uma trilha que levava até o lago. Para Tommy, era impossível esconder o volume na calça. Ele não acreditava no que tinha acabado de fazer. Balançou a cabeça, pensando que tudo poderia ter sido um sonho.
Os olhos de Sue continuavam olhando para a virilha do filho. Ela quase sentiu pena dele quando viu o pau dele preso pulsando de necessidade.
Logo os dois chegaram a uma pequena clareira perto do lago.
"Vamos sentar aqui, mãe."
"Ah, não quero manchar meu short de grama."
"Pega", disse Tommy tirando a camisa e colocando no chão. Agora ele estava de pé ao lado dela só de short e sandálias, o corpo forte dele peito nu.
"Uau, você tem malhado", disse Sue, admirando o peito musculoso do filho. Ela apertou as pernas e sentiu os lábios inchados pulsando de excitação.
"É o treinador Lewis, ele queria que todos os jogadores dele estivessem em forma".
"Você está uma gostosa", disse Sue, sentando na camisa que Tommy tinha deixado. Ela sentiu a costura apertada do short nos lábios da buceta e fechou os olhos de prazer.
"Valeu", disse Tommy, sentando ao lado da mãe e colocando o braço em volta dela.
Eles ficaram ali em silêncio, olhando o lago brilhante. Dava pra ver uns pontinhos no lago, que deviam ser pessoas remando em barquinhos. Lá de longe, ouviam sons fracos de crianças rindo e brincando. Naquele momento, tudo estava perfeito.
"Mãe", disse Tommy, quebrando o silêncio, "você acha... acha que eu poderia te beijar de novo?"
Sue prendeu a respiração. Ela não conseguiu responder na hora. De algum jeito, sabia que essa pergunta ia voltar. Tinha ensaiado como dizer não com jeito. Não queria machucá-lo. Mas todo o ensaio foi pro ralo quando encarou a pergunta. Sue ainda sentia a mão dele no peito dela e os lábios inchados ainda molhados no short. Em vez de um não bem dado, ela disse: "Acho que sim, mas só um".
O coração de Tommy disparou no peito. Nervoso, ele virou pra mãe e aproximou os lábios dos dela. Quando os lábios se apertaram, ele puxou ela contra o peito nu. Quando ela abriu a boca, ele não esperou a língua dela; empurrou a dele na boca quente e molhada. Dava pra sentir o gosto do vinho que ela tinha bebido. Quando ele puxou a língua, a da mãe seguiu, pressionando na boca dele. Ele chupou a língua dela e ouviu ela gemer. O beijo foi indo, virou um segundo beijo e depois um terceiro. Tommy arriscou, levantou a mão e deslizou por baixo da blusa da mãe, tocando o peito dela. Novamente.
Sue não estava fingindo estar dormindo dessa vez, mas ainda assim não conseguiu impedi-lo.
Ele gemeu ao sentir o peito dela na palma da mão. Os dedos tremiam enquanto brincava com o mamilo, fazendo a mãe empurrar o peito contra a mão dele e soltar um gemidinho dos lábios. Os lábios dela estavam quase inchados de tantos beijos apaixonados.
Finalmente, Sue o afastou; a respiração saindo em ofegos curtos. "Tommy, não podemos, nós... nós... temos que parar."
A voz dela não pareceu tão convincente para Tommy. Ele a empurrou para o chão, ignorando os protestos fracos dela, e aproximou a boca da dela de novo. A mão dele agora subiu pela blusa dela até que os dois seios ficaram expostos ao ar fresco da tarde, fazendo os mamilos endurecerem ainda mais. Tommy rompeu o beijo e se afastou, olhando para os lindos peitos cheios da mãe.
"Deus, são lindos", disse Tommy, inclinando-se como se fosse beijar um.
"Não, Tommy, para", disse Sue, empurrando Tommy para longe.
Tommy caiu de costas, com o peito ofegante, olhando para o céu. "Eu... eu sou um idiota, mãe. Sempre estrago tudo. Desculpa."
Sue se sentou, abaixou a blusa e olhou para o filho. Estava tão perturbada que estava perdendo o controle. É minha culpa, não do Tommy, pensou. Eu sou a adulta e eu o guiei. Então, um suspiro escapou dos lábios dela enquanto olhava para o peito forte do filho e depois para a barraca no short dele.
"Você não é um idiota, Tommy. Você é um filho maravilhoso e eu te amo muito", sussurrou Sue, e então se deitou ao lado dele, apoiando a cabeça no peito dele. O lado do rosto dela descansava na pele quente do peito dele. Ela podia sentir as batidas do coração dele. Lentamente, como se não conseguisse controlar, a mão dela começou a deslizar pela barriga do filho. Ela se maravilhou com os músculos duros do abdômen dele e os viu ondular com o toque arrepiante. Quando chegou ao cinto dele, fez uma pausa e então, como se tivesse tomado uma uma decisão, ela começou a desabotoar a calça dele.
Tommy estava paralisado, mais excitado do que nos seus sonhos mais loucos. "Mãe", ele sussurrou.
"Shhhh!" Sue disse enquanto desabotoava o short dele e puxava o zíper. Ela hesitou só um instante antes de enfiar a mão trêmula dentro da cueca dele e agarrar o pau duro.
Tommy gemeu.
A mão de Sue puxou o pau duro dele para fora do short e o expôs à luz forte do sol. "Nossa!" ela disse enquanto olhava para a ferramenta do filho. A cabeça estava inchada e escorrendo suco. A pele do pau dele estava quente, quase ardendo na mão dela. O mundo de Sue girava ao redor dela enquanto ela começava a mover a mão para cima e para baixo no pau do filho.
Tommy tremia quando sentiu a mãe pegar o dedo dele e passar pelo jato de líquido claro que saía da ponta gotejante. Depois, ela usou para cobrir a cabeça até que ela brilhasse na luz do sol. Ela passou os dedos suavemente para cima e para baixo no pau comprido dele, arrancando outro gemido longo dele e outra bolha grande de suco. Os dedos dela mergulharam no líquido transparente e, lentamente, com a mão trêmula, ela o levou aos lábios. Agora havia um fio longo de líquido pré-gozo transparente conectando os lábios de Sue ao pau do filho. A cabeça dela começou a deslizar lentamente pelo peito dele.
Ela não vai... Tommy pensou enquanto sentia a cabeça da mãe se mover.
Sue sabia o quão errado isso era, o quão louco, mas ainda assim não conseguia parar. Ela cobriu a palma da mão com o suco claro dele e depois a envolveu ao redor do pau quente. Ela foi descendo aos poucos pelo peito dele e olhou como se fosse a mão de outra pessoa. Não era real, ela disse a si mesma. Ela não podia estar segurando o pau duro do filho na mão.
De repente, Tommy ofegou e os quadris dele se empurraram para cima.
Sue levou um susto quando um jato de gozo branco saiu disparado da ponta do pau dele, acertando ela na bochecha e no pescoço com força. Força. Ela gritou quando espirrou na bochecha dela e escorreu até o pescoço. Sue se recuperou rápido e apertou o pau do filho, ordenhando jato após jato de esperma no peito e na barriga dela, bem na frente dos olhos arregalados dele. Espirrou a centímetros da boca dela. Ela podia sentir o cheiro. Sue apertou as pernas quando sentiu um espasmo percorrê-la. Os quadris dela se moveram em sincronia com a gozada do Tommy quando o próprio clímax a atingiu.
Momentos depois, tudo estava em silêncio, exceto pelo canto dos pássaros na mata e pela respiração ofegante de uma mãe e seu filho. Então, Sue levantou a cabeça e caiu de novo no chão, com o peito ainda subindo e descendo. Fechou os olhos e respirou fundo. Deus, se ela não tivesse gozado na hora que gozou, o que eu ia fazer? ela se perguntou.
"Acho que é hora de voltarmos", disse Sue, sentando-se. Olhou para a barriga coberta de esperma e estremeceu. Podia sentir o suco quente esfriando no rosto e começando a escorrer.
"Mãe, ah, ah, desculpa", disse Tommy, se sentindo um idiota por não ter se segurado e ter gozado na cara dela. Olhou com vergonha para a bochecha molhada da mãe e o filete claro de esperma escorrendo pelo pescoço dela.
"Pega sua camisa", disse Sue, "já está escurecendo".
Tommy começou a vestir a camisa, mas hesitou, olhando para o suco brilhante na bochecha e no pescoço da mãe. "Quer usar isso?" disse, estendendo a camisa para ela.
"Não, tô bem, não vamos sujar sua camisa", disse Sue. Sentiu o suco escorrendo pelo pescoço até o topo do peito. Era muito estranho, mas ela queria sentir o suco dele no rosto. Ela simplesmente não estava pronta para limpar. Bob adorava gozar na cara dela, e ela deixava lá até secar.
Quando se viraram para voltar pela trilha, a mão de Sue roçou a do filho. Sem olhar para baixo ou dizer uma palavra, Sue pegou a mão dele e apertou.
Tommy quase suspirou de alívio.
Eles caminharam de mãos dadas. mano, de volta pra onde tinham deixado o cobertor deles. Pegaram o cobertor e o resto das coisas e foram pra casa em silêncio. Tanto a mãe quanto o filho tinham um milhão de pensamentos na cabeça.
....
A semana de trabalho foi bem puxada pra Sue. Teve que virar noite várias vezes e ainda levou serviço pra casa. Tommy tava com o manual da escola nova pra ler, então não tiveram tempo de conversar sobre o que rolou no fim de semana. Nenhum dos dois sabia o que dizer pro outro mesmo, então foi uma boa hora pra cada um processar os próprios sentimentos.
Sue se sentiu culpada pelo que aconteceu. Achava que tinha se aproveitado da inocência do filho.
Tommy tava preocupado que a mãe ficasse puta com ele por ter forçado a barra. Mas ela não agiu irritada, e as conversas na mesa do jantar pareciam normais. Mesmo assim, ele se sentiu um moleque por não ter se segurado e ter gozado na cara dela. Só que ela tinha deixado o esperma dele lá, recusando a oferta da camisa.
Na sexta à noite, Tommy criou coragem e perguntou pra mãe se ela queria outro encontro. Já esperava o pior quando Sue disse que precisavam conversar.
Depois de um jantar calado, Sue pediu pra Tommy sentar com ela na sala.
Lá vem, pensou Tommy.
Sue deu um tapinha no sofá do lado dela quando viu Tommy começando a sentar numa cadeira do outro lado da sala. Respirou fundo e olhou nos olhos do filho. "Tommy, me sinto mal pelo que aconteceu no fim de semana passado."
"Mãe... eu... eu... hã..." Tommy começou a falar.
"Deixa eu falar", disse Sue, segurando as mãos do filho nas dela. "Me desculpa pelo que rolou no lago. Uma mãe nunca devia fazer uma coisa dessas com o próprio filho. Bebi demais, mas isso não é desculpa; foi totalmente errado. Eu, eu..." Sue começou a chorar.
"Mãe, pelo amor de Deus, você não tem que se desculpar por nada. Fui eu que comecei, eu é que devia estar envergonhado", disse Tommy, abraçando a mãe. Soluçando.
Tommy a abraçou por um bom tempo antes de sentir que precisava dizer o que sentia. "Mãe, eu... eu... tenho que te dizer que foi a melhor experiência da minha vida, não importa de quem foi a culpa", disse Tommy, erguendo o rosto marcado pelas lágrimas da mãe. "Nunca, nunca quero te machucar... ou te fazer chorar". As lágrimas começaram a escorrer dos olhos dele.
"Ah, Tommy, eu te amo".
Tommy aproximou os lábios dos dela num beijo carinhoso e terno. Quando se afastou, segurou o rosto dela entre as mãos, usando os polegares para enxugar as lágrimas. "Vou me esforçar mais pra me controlar", prometeu.
"E eu também", completou Sue, e um sorrisinho cruzou o rosto dela.
Tommy devolveu o sorriso e disse brincando: "Mas você precisa lembrar que eu sou só um adolescente tarado".
Sue ergueu uma sobrancelha. De repente, caiu na risada. Tommy se juntou a ela, quase caindo da cama.
Quando Tommy parou de rir, olhou pra mãe com aquele sorriso dele e disse: "Que tal outro encontro?".
"Você é incorrigível", disse ela.
"Eu sei. Por isso você me ama. Outro encontro, por favor!"
"Tá bom, mas você tem que prometer que vai se comportar", disse Sue de leve.
"Prometo", respondeu ele, animado.
"Espera um minuto. Tem que ter algumas regras".
"Tá bom", respondeu Tommy, pronto pra concordar com qualquer coisa. "Me diz as regras".
"Não sei todas, mas o mais importante é que a gente precisa se controlar. As coisas saíram um pouco do controle até agora".
"Se comportar significa que você não pode mais me ensinar sobre garotas e garotos e essas coisas?"
Sue ficou em silêncio por um minuto. Sabia que estava num terreno muito perigoso. O lado racional do cérebro dela gritava pra parar tudo aquilo. Mas o lado emocional estava vencendo. Finalmente, ela falou. "Não, mas significa que a gente precisa saber quando parar. Quando eu disser 'para', é pra valer. Você tem que largar o que quer que esteja fazendo, por mais difícil que seja. Você concorda? Sue sentia a excitação começando a percorrer seu corpo.
Tommy achou que ela fosse gritar. Queria pular de alegria. Isso superava sua imaginação mais louca. Ele se acalmou e disse com voz controlada: "Beleza, você manda. Então amanhã à noite?".
Sue respirou fundo e disse: "Amanhã à noite".
Na noite seguinte, saíram para jantar tarde e voltaram pra casa. Tommy não tentou beijá-la nem se aproveitou de que ela tinha tomado uns copos de vinho. Foi um cavalheiro perfeito, exceto que tentou pegar o vestido dela.
Sue só olhou pra ele quando viu seus olhos e disse: "Se comporta". Mas, no geral, ficou impressionada com o controle dele e, estranhamente, um pouco decepcionada.
Era uma tarde de junho excepcionalmente fria, então Tommy acendeu uma fogueira na lareira enquanto Sue subia as escadas pra se trocar. Depois foi pra cozinha e pegou uma garrafa de vinho e uma taça pra mãe dele. Pegou uma coca pra ele e colocou uma música suave no CD player. Acendeu várias velas perfumadas pelo quarto.
Ele estava sentado no sofá quando Sue desceu de novo. Ela tinha vestido uma calça de pijama de seda azul-céu e uma blusa. O azul da roupa combinava com seus lindos olhos. Tommy assobiou em agradecimento enquanto entregava uma taça de vinho pra ela.
"Quer dançar?" perguntou Tommy. "Não sou tão bom, mas aprendo rápido."
"Ótima ideia! Mas pensei que você não soubesse?"
"Eu não sei", Tommy sorriu timidamente.
"Tá bom, acho que é uma boa hora pra uma lição então", disse Sue, dando um gole rápido antes de colocar o vinho na mesa. "Seu pai tinha dois pés esquerdos, mas se esforçava pra caralho e ia começar aulas antes de...", a voz de Sue sumiu. Ela deu um passo à frente e abraçou o filho, colocando a cabeça no ombro dele.
Em questão de segundos, percebeu que precisava de um trabalho sério. Ela se afastou e sorriu pro filho. "Definitivamente, você precisa de uma lição. disse com um sorriso. "Agora, a primeira coisa é: NÃO PISE NO PÉ DO SEU PARCEIRO".
"Ah, mãe, eu sei", respondeu Tommy.
Eles dançaram por quase uma hora. Sue ensinou ele a segurar uma garota e a se mover suavemente pelo salão. Tommy aprendia rápido e se acostumou muito rápido. Finalmente, cansaram e sentaram juntos no sofá.
"Isso foi demais, mãe, valeu".
"De nada."
"Mãe, posso te perguntar uma coisa?"
"Pode perguntar, querido."
"Bom, todo... todo mundo fala de umas paradas. Sabe, garotas e essas coisas. Eles... falam sobre... sabe... sexo oral".
Lá vem! pensou Sue.
"Eu... eu... só queria saber se as garotas realmente gostam de fazer isso... é, sabe". Tommy começou a gaguejar um pouco, ficando nervoso com a pergunta direta. De repente parou e o rosto ficou vermelho. "Des... desculpa, não devia perguntar uma coisa dessas".
"Claro que devia perguntar. Como mais você vai aprender?", disse Sue, se sentindo de repente como uma professora.
A resposta acalmou os nervos de Tommy, então ele continuou. "Sei que tem um monte de garotas que fazem, mas será que elas realmente gostam? Quer dizer... sabe, será que gostam do gosto?" Tommy estava só brincando em parte com a pergunta. Todos os caras da escola falavam sobre isso, mas ele tinha curiosidade de saber se as mulheres realmente curtiam.
"Bom, acho que muitas garotas gostam de fazer. Seu pai e eu..." Sue parou, sem querer ser muito pessoal. "Tenho certeza que tem muitas garotas que gostam, mas não sei se realmente curtem o gosto. Acho que é tipo uísque escocês, você tem que adquirir o paladar", disse e sorriu. "Acho que a emoção de fazer algo assim por alguém que você ama é o que me atrai". Sue fez uma pausa por um segundo para deixar ele absorver aquilo. Depois acrescentou: "As garotas também gostam de receber, é uma via de mão dupla, sabe?".
"Sério! Quer dizer... Já vi isso em filmes, mas achava que era só pra mostrar", disse Tommy, realmente impressionado.
"Claro que é real. Não seja tão egocêntrico", disse Sue, quase com raiva. Então seu tom suavizou. "Um homem deveria estar tão disposto a usar a boca numa mulher quanto a receber. Um cara que é bom de boca vai ter um monte de namoradas". Sue riu meio sem graça, sentindo um frio na barriga com a ideia.
Enquanto Tommy ficava ali pensando nisso, sentiu o pau já duro começar a pulsar. Parecia divertido. "Mãe", disse Tommy, hesitando.
"Sim?"
"Mãe, já que você é minha professora sobre namorar garotas e tal, você poderia me contar... hã, me explicar sobre... sobre... sabe, sexo oral? Tipo... como uma garota faz isso?" perguntou Tommy, arriscando tudo. Achou que a mãe ia perceber que ele estava fingindo.
Sue ficou em silêncio por um tempo. Segurou a taça de vinho na mão e ficou olhando fixamente para o vinho, girando-o. Sentiu aquela velha excitação percorrer seu corpo. "Tommy, acho que isso já é demais".
"Tudo bem, só pensei em perguntar. Não custa nada perguntar, né?" Tommy disse, tentando fingir que era só uma brincadeira.
"Não, não custa, mas deixa eu pensar", disse Sue, colocando o copo na mesa. Ela se inclinou em direção a Tommy e aproximou os lábios dos dele. Ela tinha desejado tanto um beijo naquela noite. Tommy estava sendo cavalheiro demais.
Eles se abraçaram, se beijando apaixonadamente por um bom tempo. Finalmente, Sue sentiu a mão de Tommy sobre o peito coberto de seda. Finalmente! pensou ela. Sue gemeu na boca do filho enquanto ele apertava o peito macio dela. Então, surpreendeu Tommy ao levantar a mão e desabotoar lentamente a parte de cima da camisola, pela frente, enquanto os lábios continuavam grudados. Depois, abriu a abertura e pressionou a carne nua contra o filho. Eles gemeram na boca um do outro.
Finalmente, Quando eles se separaram, os dois estavam ofegantes. Havia fogo queimando nos olhos de Sue.
Os olhos de Tommy estavam bem abertos enquanto ele olhava para o peito nu da mãe. Ele inclinou a cabeça e começou a beijar o pescoço dela quando sentiu as mãos dela nas bochechas dele.
Sue segurou o rosto de Tommy entre as mãos e olhou nos olhos dele. Ah, droga, pensou ela, não consigo resistir a esse garoto. Ainda olhando nos olhos dele, a mão dela desceu até a virilha dele e começou a acariciar suavemente o pau dele. Ele pulsava e crescia dentro do short. Sue gemeu quando a mão dela envolveu a haste. Ela apertou, deslizando a mão sobre o volume coberto pelo tecido. Parecia enorme.
No fundo, o cérebro de Sue gritava... Para! Pare!
Então Tommy sentiu a mão da mãe descer até o cinto dele. O coração dele começou a bater descontroladamente.
Sue se inclinou para trás e usou as duas mãos para abrir o short do filho. Depois, deslizou do sofá e caiu de joelhos no chão entre as pernas dele, a blusa dela aberta descuidadamente. Ela levantou a mão, agarrou a cintura do short dele e puxou. Tommy ficou sentado, de olhos arregalados, olhando para a mãe.
"Me dá uma ajuda, querido?" Sue disse.
Tommy saiu do transe, levantou o quadril do sofá e deixou a mãe tirar o short e a cueca dele, que caíram sobre os pés descalços.
Sue se recostou e gemeu de novo. O filho agora estava nu da cintura para baixo, e a ereção furiosa dele pulsava na frente do rosto dela. Ela o estudou pela segunda vez. Ele tinha gozado tão rápido no parque que ela não tinha conseguido ver direito. O pau dele era lindo e perfeito. Era mais comprido e grosso que o do pai dele, com veias azuis saltando nas laterais e uma cabeça em formato de cogumelo perfeito. Sue deslizou as mãos pelas coxas dele, avançando até ficar a centímetros do pau dele. Ela olhou com admiração para o equipamento dele. Lentamente, as mãos dela agarraram a haste, suavemente, quase como se fosse porcelana fina.
Tommy gemeu e mexeu os quadris.
"Calma, não queremos que você goze cedo demais. Um boquete bom tem que ser devagar e sensual", disse Sue, aproximando o pau gotejante dos lábios dele.
Tommy quase gozou só com as palavras da mãe. "Um boquete bom", ela tinha dito. Ele começou a tremer inteiro.
Sue esticou a língua, passando pela cabeça do pau e saboreando o suco doce dele.
Tommy gemeu de novo.
Ela usou a língua pra lamber em volta da cabeça, brincando com a pele sensível onde a cabeça e o tronco se encontravam. Sue estava tomando muito cuidado pra não excitar ele demais. Ela sabia desde o fim de semana passado que ele podia gozar muito rápido.
Sue levou a cabeça do pau à boca, chupou de leve e depois usou os dentes pra fazer uma pressãozinha nas bordas. Sue adorava sexo oral. Ela era uma daquelas garotas que gostavam do gosto. Tinha sido uma das coisas favoritas dela pra fazer com o pai do Tommy. E ela era muito boa nisso também. Essa noite, ela usou todas as habilidades dela pra levar o filho ao limite e depois recuar, mantendo ele na beira do gozo por muito, muito tempo.
Tommy olhava maravilhado enquanto via a mãe linda adorando o pau dele. Ela parecia estar no próprio mundo. Ele via a língua dela lambendo e depois a boca sugando ele pra dentro. Ele gemia cada vez que ela enfiava o tronco fundo na boca. Várias vezes, ele começou a pulsar, perto do orgasmo, mas a mãe apertava forte na base até ele se controlar de novo. Era a sensação mais incrível que ele já tinha sentido.
Sue trabalhou nele por mais de meia hora, literalmente fazendo amor com o pau dele. Mas ela sabia que Tommy não aguentava muito mais. A verdade é que ela também não aguentava mais. Agora ela queria que ele gozasse tanto quanto ele queria; ela estava com sede do suco doce dele. Fazia muito tempo desde que tinha provado esperma. A Sue tinha adquirido o gosto por porra há anos.
Tommy queria empurrar o quadril pra dentro da mãe de um jeito desesperado, mas ficou parado, deixando ela tomar a liderança.
A Sue envolveu a mão na base do pau dele e segurou firme enquanto jogava a cabeça pra trás e esticava a língua, mexendo a ponta. Olhou pro filho, que ainda a encarava de olhos arregalados. Aí fechou os olhos e colocou a boca na cabeça da rola dele. A mão dela subiu e desceu várias vezes rápido. Foi o suficiente.
Tommy achou que a cabeça ia explodir. Gritou alto o bastante pra vizinhança ouvir e o quadril levantou do sofá.
A Sue jogou a cabeça pra trás, surpresa com a força da gozada dele, mas manteve a cabeça do pau na boca. O creme quente bateu no fundo da garganta, engasgando ela por um segundo. Ela engoliu na hora certa pra outra explosão entrar na boca. Dessa vez tava preparada e engoliu rápido, esperando o próximo gole. Veio logo, enchendo a boca dela até transbordar. Tentou engolir tudo, mas era demais. Escorria pelos cantos da boca e descia até as bolas do filho. Enquanto a porra branca e pegajosa escorria do queixo, a Sue sentiu aquele tremor familiar na buceta. De repente, deu um gole grande e começou a gozar. Ela rebolou o quadril enquanto a xota pulsava. Perdeu o controle por um instante e parou de chupar. Quando a boca encheu, percebeu rápido que tinha que engolir.
Tommy achou que ia morrer. Nunca tinha sentido nada tão intenso. Não acreditava que tava sentado ali no sofá, jorrando porra na boca da mãe. E ela tava bebendo! Dava pra ouvir ela lutando pra engolir tudo. Agora sabia que a mãe tinha razão; algumas minas gostam do gosto.
Quando não conseguiu mais gozar, a Sue soltou o pau exausto dele e passou a língua até as testibooties pra limpar o que tinha escorrido da boca dela.
Tommy tava exausto. Quando abriu os olhos, viu os lindos olhos azuis da mãe dele encarando ele. Os lábios e o queixo dela estavam cobertos de porra branca, mas ela tinha engolido a maior parte. Tommy não conseguiu resistir; se abaixou e puxou a mãe dele pra perto.
Sue se assustou quando Tommy aproximou os lábios dos dela; eles trocaram um beijo bem molhado e íntimo.
Continua...🔥🔥
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