Esclarecimento 1: esta história não é de minha autoria, foi escrita por adrianreload, que já não está mais aqui no P! Estou repostando porque também gostei muito na época.
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade
Os pensamentos sobre a possível doença da Mili, suas consequências, não me deixaram em paz… será que eu tava pronto pra encarar algo assim? Em algum momento eu precisava amadurecer e sentia que a Mili valia a pena… então, no meio do caminho pra casa, me arrependi e voltei pra facul pra esperar ela.
Ela tava no meio de um grupo de amigos, incluindo o Guille, provavelmente discutindo as respostas da prova… mas quando me viu, o rosto dela se iluminou, largou todo mundo e veio me encontrar. Me contou que foi super bem, me agradeceu por ter ajudado ela, fomos jantar e depois deixei ela em casa. Não consegui entrar porque os pais dela já estavam lá e não quis atrapalhar.
Mesmo ela não tendo pedido, insisti e acompanhei ela nos exames médicos e, depois de uns dias de estresse, fomos buscar os resultados… deram negativo… sorrimos aliviados, nos abraçando de alegria, enquanto ela ligava pros pais pra contar.
Mas… mesmo tendo dado tudo certo nos exames médicos, o aviso tava dado: ela precisava fazer os check-ups regularmente. Não podia cantar vitória… sempre o lado negativo que a gente tem me fazia sentir que essa doença daria um jeito de nos separar… embora não do jeito que eu imaginava…
Depois dessas semanas agitadas, chegou o fim de semana de comemoração do Dia das Bruxas… que, mesmo não sendo uma celebração latino-americana, já fazia uns anos que tinha virado uma desculpa pros jovens saírem pra se divertir, e até pras crianças pedirem doces.
Minha situação com a Mili era meio confusa, a gente não era namorado, e eu sentia que éramos mais que amigos… na verdade, parecia que ela tava me testando pra ver se eu recuperava a confiança dela, o que não me incomodava… a gente também não falava sobre isso, só se deixava levar pelo momento…
Como eu tava dizendo, depois dessas semanas de correria e estresse, a Mili deu uma indireta pra sairmos pra nos divertir, dançar e relaxar… eu não recusei… ela tinha se interessado por uma festa numa balada, mas o O ingresso era só com fantasia… ela nunca tinha ido a uma festa assim e adorou a ideia, já eu, não tava muito a fim de me fantasiar… mas beleza… só pra agradar ela…
Pois é, acabei me fantasiando de pirata: calça preta, camisa branca solta, faixa vermelha na cintura e chapéu estilo Jack Sparrow, com tapa-olho e tudo. Pra ser sincero, me senti um idiota, ainda mais quando via a cara do taxista que me levou até a casa da Mili.
Esperei um tempinho na porta, até que a Mili saiu vestida de… como dizer… uma gostosa nativa norte-americana, com um vestido bege cheio de estampas indígenas que terminava em minissaia, ombros de fora e um decote… uff… uma delícia, dava pra ver que, mesmo sendo solto, o vestido marcava os peitos e a raba dela…
Pra completar a fantasia, Mili tinha pintado as bochechas com aquelas listras típicas de filme de faroeste, duas tranças que caíam nos ombros apontando pros peitões redondos… e de quebra, uma tiara com uma pena na testa.
Devorei ela com os olhos por uns instantes e depois fomos pra balada. Tinha uma fila enorme pra entrar, mas ela falou pra gente ir na frente, que talvez desse sorte… apesar da bunda, acho que o segurança viu a bunda da Mili e deixou a gente passar… não sem dar uma olhada, e eu já marquei território.
Mili percebeu e me puxou pelo braço, já tava dentro, não era pra arrumar confusão. A real é que a gente queria relaxar e passar despercebido naquele lugar longe da facul… mas…
A grande ideia da Mili de ir naquela balada, parece que foi compartilhada por vários alunos do último período, a gente esbarrou com um monte de cara conhecido… mas foda-se, seguimos nosso caminho… Mili falou que não tava a fim de se juntar a grupo nenhum, que só queria ficar comigo, dançar e beber algo de boa, sem fofoca nem nada.
A gente achou uma mesinha pra dois, no segundo andar, longe de todo mundo. da multidão, mas com vista para a pista de dança. Pedimos uns drinks, enquanto conversávamos alegremente, esperando alguma música que nos animasse a dançar. Começamos a relembrar histórias do nosso relacionamento, quando éramos um casal… os eventos recentes… nossos planos depois da faculdade…
Sem querer, já estávamos com vários drinks na cabeça… até que a Mili me disse que ia no banheiro (feminino). Me diverti vendo ela se levantar meio tonta e andar cambaleando uns metros até se equilibrar… e gostei ainda mais de ver como no caminho ela recusava convites pra dançar…
Eu estava tranquilo, tomando uma cerveja, otimista com o rumo da noite… até sentir uma presença sinistra… um frio percorreu minhas costas e meu pescoço ficou dormente… senti uma mão delicada acariciando meu ombro.
- Oi… quanto tempo… era a voz provocante da loira Vane.
- Ahhh… é… bom… tava ocupado… falei, amaldiçoando minha sorte.
- Você não atende mais minhas ligações… ela reclamou, insinuante.
- Bom, não queria ouvir suas reclamações sobre o que aconteceu da última vez (que te deixei plantada no hotel), lembra?… respondi sarcástico.
- Isso foi há meses e já te perdoei… quero recomeçar… disse ela, na maior cara de pau, sem disfarçar o desgosto com aquela lembrança.
Merda… como faço pra essa maluca ir embora?, pensei. Eu estava sendo até certo ponto agressivo com ela, mostrando meu desconforto com a presença dela, mas nem assim a Vane ia embora. E ainda me dava o perdão por tê-la desprezado, deixando ela esperando num quarto de hotel.
Pra falar a verdade, a Vane tava fazendo jus à imagem que eu tinha dela na minha cabeça, de uma bruxa. Ela veio com um chapéu preto (daqueles pontudos de feiticeira), um vestido preto justinho, bem decotado, deixando à mostra os peitões empinados, terminando numa minissaia tão apertada que deixava pouco pra imaginação, mostrando as coxas bem torneadas.
- Acho que vi o Guille por ali… Menti, tentando afastá-la de novo.
— Ah… não ligo… é meu aniversário e ninguém vai estragar… disse ela, entediada.
Agora tudo fazia sentido, aquela louca só podia ter nascido num dia de bruxas… mas tanto faz, a Mili já devia estar de volta… eu tinha que mandá-la embora, deixando meu ego de lado (achando que a Vane me queria). Talvez a insistência dela em ficar do meu lado fosse pra provocar a Mili.
— Desculpa, é que não vim sozinho… tô esperando alguém… falei, apressando ela.
— Que grosso… eu também não vim sozinha (ali está meu grupo de amigos), mas você não vai me negar uma dança no meu aniversário… e pelos velhos tempos… completou ela, toda provocante.
Nessa última referência, ela passou a mão sugestivamente pelas minhas costas, enquanto com a outra se acariciava por cima do decote, dos seus peitos branquinhos e suculentos que começavam a me hipnotizar… inflando meu ego de novo, pensei: essa mina quer que eu coma ela de novo, falei pra mim mesmo…
— Talvez a gente possa achar um lugar mais reservado… completou ela, sedutora, ao ver que eu não respondia.
A Vane não tava nem aí se eu tava acompanhado (ou talvez já soubesse ou desconfiasse que vim com a Mili), também não ligava pro grupo de amigos dela. Pela voz, pelo olhar, pelo sorriso e pela expressão corporal, era óbvio que ela queria que eu arrombasse ela de novo…
Sou homem e aquela bruxa tava uma gostosa do caralho, mas louca, e lembrei que foi por causa dela que a Mili terminou comigo. Merda… Mili, procurei o caminho do banheiro e não achei… talvez ela já tenha me visto com a Vane e topou dançar com outro… olhei pra pista de dança e nada… Cadê ela?... Foi embora?
— Oi, Vane… disse uma voz nada amigável do meu lado.
Porra… que nem fantasma, a Mili apareceu do meu lado. Enquanto a Vane me devorava com os olhos e se insinuava, a Mili se aproximava que nem uma fera silenciosa… Já me ferrei de novo, pensei ao vê-la, enquanto a Vane continuava com a mão no meu ombro.
— Oi, Mili… respondeu a Vane, sem vontade, sem parar de acariciar meu ombro.
A presença da Mili tinha estragado os planos da Vane em relação a… O que ela tava pensando em fazer comigo... ou o que ela tava pensando em deixar eu fazer com ela de presente de aniversário, talvez a Vane tivesse me esperando com um lacinho de presente naquele rabo bem formado dela, pronta pra eu arrebentar...
- Vem, amor... vamos dançar... disse a Mili, imperativa.
Ela me deu um beijo, pegou na minha mão e praticamente me puxou pra pista de dança, enquanto resmungava um monte de xingamentos baixinho. Mal consegui ver a Vane com a cara descomposta e furiosa porque a Mili tava me afastando do troféu dela... ela se sentiu desprezada e parecia que ia voltar pra cima a qualquer momento, se reuniu com os amigos dela sem parar de olhar pra gente...
A Mili, por outro lado, se sentiu desafiada por ela, pelo olhar provocador, pelas intenções dela em relação a mim. A Vane tinha sido a pedra no sapato entre a gente, com as manipulações mimadas dela... Então a Mili, de resposta, me beijava com paixão enquanto a gente dançava abraçado, só pra provocar a Vane...
- Te dou 2 minutos... e aquela oferecida aparece de tocaia feito urubu... disse ela, irritada.
- Já foi, amor... não liga pra ela... falei, beijando ela e entrando na onda.
- Justo ela tinha que estar aqui... que raiva... resmungou a Mili.
- Esquece isso... agora a gente tá junto... falei, tentando acalmar ela.
- É... a gente tá junto... Você é só meu?... disse ela, ficando melosa, não sabia se por causa das minhas palavras ou se era teatro pra deixar a Vane, que tava de plateia, ainda mais furiosa.
- Sim, só seu... respondi, beijando ela com carinho.
Aos poucos, com a dança, a gente foi esquecendo a Vane e os olhares venenosos dela. A gente foi se aproximando no ritmo da música, cada vez mais provocante. Nossos corpos foram se juntando e se roçando no som das músicas, que, do jeito que se dançam, iam deixar nossos pais horrorizados.
Cada vez a gente ficava mais tarado, porque ela mexia aquele rabo redondo na minha virilha, porque o peitão dela batia no meu... ou só de ver eles pulando no ritmo da música, nossos olhares foram mudando pra desejo, assim como nossos beijos.
- Aiii... amorrr… quero que você arrebente minha buceta… Mili sussurrou no meu ouvido enquanto a gente dançava colado, esfregando todas as saliências dos nossos corpos.
Porra… como negar um pedido desses… mas aqui? e agora?... Onde?... eu pensava, se levasse ela pra outro lugar, talvez a excitação dela diminuísse, era melhor aproveitar essa safadeza que a gente tava sentindo…
- Vamos… falei puxando ela pela mão no meio da multidão da pista de dança.
Lembrava de ter visto um banheiro no mezanino, perto de onde era nossa mesa… uma vez já tinha usado um lugar assim pouco movimentado numa balada pra relembrar os velhos tempos com uma amiga de colégio com quem me iniciei nos prazeres sexuais… mas isso é outra história.
Voltando ao relato… o tal banheiro deixou de ser opção quando vi um monte de mina entrando e saindo, era arriscado demais. Até que, tentando disfarçar nosso interesse pelo banheiro, começamos a nos beijar encostados numa parede… foi aí que vi nossa chance…
Numa porta ao lado tinha uma plaquinha escrito “Box reservado” e embaixo um papel dizendo “Srta. Vanesa…” e um pouco mais abaixo “a partir das 12”… então tava livre até meia-noite… e a gente tinha pouco mais de meia hora, tempo suficiente.
Entramos rapidinho vendo que era o lugar perfeito pra nossa aventura, ainda mais com o tesão de invadir o espaço onde a Vane e os amigos iam comemorar o aniversário dela.
- Srta. Vanesa… já tá tudo pronto… pode entrar… falou uma garçonete que tava dando os últimos retoques.
Puxei a mão da Mili e ela entrou na onda, ia se passar pela Vane pra deixarem a gente ficar no salão.
- Ficou tudo muito bonito… obrigada, moça… disse Mili, nervosa.
- Qualquer coisa que precisarem, é só tocar a campainha que eu venho… respondeu a garçonete e foi embora.
Nos deixou naquele quarto espaçoso com uns banquinhos de couro em volta de uma mesinha de centro com bebidas e outra mesa maior com bolo e salgadinhos, tudo decorado com balões e tal. A única coisa que nos inibiu um pouco foi a janelona de onde dava pra ver a pista de dança… será que nos viram?
Mili nem quis chegar perto da janela, percebi que era daqueles vidros polarizados, que dá pra ver pra fora mas não pra dentro, lembrei que da pista de dança não dava pra ver nada lá dentro… cheguei perto pra ver o panorama… bom, era um salão vip, digno da nossa putaria.
Quando virei, percebi que outro panorama me esperava… Mili já tinha se ajeitado de quatro em cima de um dos bancos, tinha levantado a saia e me esperava com a bunda gorda empinada e as pernas abertas, pra me mostrar o cuzinho guloso e enrugado, ansioso pra ser penetrado.
— E aí… o que cê tá esperando?... não tem muito tempo… ela disse me apressando com cara de tesão.
Corri pro lado dela rapidinho, ela fez um sinal, queria provar meu pau antes de eu enfiar no cu dela… chupei, lambi e suguei por uns segundos, dando a aprovação dela pro grau de dureza que já tava, só então ela me deixou ir pra retaguarda dela.
Me ajoelhei atrás dela e penetrei devagar no cuzinho enrugado dela, enquanto percebia a pele dela se arrepiar e ela, ansiosa, recuava pra enfiar meu pau inteiro, se esticando pra trás.
— Assiiim amorrr… assiiim… que delíciaaaa… ela exclamou quando meu pau tava entalado nela de novo.
O corpo dela curtia o momento, Mili começou a rebolar a bunda no meu pau duro, saboreando a dureza centímetro por centímetro, enquanto eu curtia o espetáculo que ela me dava. Diante da minha inação, Mili começou a bombar a própria bunda… indo e vindo, quicando a bunda gorda na minha virilha.
— Mete logo em mim… pelo amorrr… ela implorava pra eu reagir e dominar ela.
Comecei a bombar nela com harmonia, até pegar o ritmo… os gemidos quentes dela enchiam o ambiente e se misturavam com a música. No vai e vem da bunda enorme dela, o vestido que mal segurava nos ombros tinha subido até a cintura, liberando os peitos que balançavam no compasso do meu ritmo, igualzinho às tranças dela.
Pego a borda do vestido dela com uma mão, enquanto com a outra agarro as tranças e puxo ela pra trás, montando nela como uma gostosa selvagem que precisava ser domada…
— Uhmmm… Siii… me monta assimmm… arrebenta minha buceta… — suplicava Mili, excitada.
Num dos puxões exagerei um pouco, e Mili primeiro arqueou as costas o máximo que pôde, enfiando tudo até a raiz, depois se levantou um pouco, o que me deixou apertar os peitos dela… ao mesmo tempo que Mili virava o rosto procurando meus lábios.
Entre um gemido e outro, nossas línguas e lábios trocavam carícias, sem que meu pau parasse de castigar as bundas redondas dela. Com uma mão continuava puxando as tranças, e com a outra apertando os peitos e os bicos… Mili me olhava satisfeita, com amor.
— Agora quero diferente… — disse ela, se soltando do meu aperto.
Ela me fez sentar no banco e sentou em cima de mim, de frente, pegou meu pau e apontou pro cuzinho guloso dela, não demorando pra se empalar sozinha. Mili pulava gostoso em cima do meu pau, enquanto não parava de me beijar… era isso que eu queria… uma mistura de ternura, amor, excitação.
— Aiii… isso, meu amorrr… uhmmm… — exclamou depois de um tempo, se tremendo.
Logo depois, ela se contraiu, me arranhando as costas sem parar de me chupar com os lábios e a língua, agradecida por eu ter arrombado a bunda dela do jeito que ela gostava. Suspirarmos um pouco… tentei sair… mas Mili não deixou.
— Falta o outro… — disse ela, provocando e rindo.
No começo não entendi, mas aí ela se levantou e apontou meu pau ainda duro pra buceta molhada dela… Mili queria o serviço completo, queria sair dali com os dois buracos satisfeitos e também me agradar… pra terminar de profanar o lugar onde a Vane com certeza ia sentar com os amigos em alguns minutos.
De novo, Mili começou a pular em cima do meu pau duro de um jeito harmonioso, se castigando sozinha. Ela apertava meu rosto contra os peitos dela… volumosos peitos, quase me obrigando a devorá-los enquanto ela, com os olhos semicerrados, aproveitava mordendo os lábios.
- Aiii love… aiii love… uhmmm… gemia Mili, satisfeita.
Seu buraco quentinho, seu doce gemido… seus lábios suculentos com sua língua brincalhona, estavam me excitando, me levando ao limite… aguenta, porra… não goza antes dela… eu dizia a mim mesmo, me dando forças para não fraquejar…
De repente, Mili começou a me apertar cada vez mais forte, os peitos dela se espremiam no meu peito, enquanto a respiração dela ficava cada vez mais ofegante, pulando cada vez mais rápido e forte… eu já conhecia aquela expressão, aquele transe, ela estava perto…
- Uhmmm… meu vidão… uhmmm… exclamou ela, estourando num orgasmo sonoro.
As contorções que o corpo dela sofreu terminaram de me excitar… eu estava segurando minha gozada, tentando deixar Mili aproveitar até o fim, enquanto ela me beijava… mas eu precisava afastá-la, senão gozaria dentro dela.
- Ufff love… já… já… vou gozar… avisei.
Mili se afastou rapidinho, se ajoelhou na minha frente, com um sorriso de orelha a orelha e os olhos brilhando de mulher apaixonada e satisfeita por terem sido atendidos os dois buracos dela… não via aquela sintonia expressiva de felicidade entre o corpo e o rosto dela desde que éramos um casal… senti que tínhamos recuperado aquela magia.
No chão, com os peitos de fora subindo e descendo pela agitação, Mili esperava pacientemente que eu esvaziasse todo o meu líquido na boca dela e talvez no rosto dela, para terminar de me satisfazer talvez com um boquete e uma chupada de prêmio… no entanto…
- Galera… me esperem um pouco… vou ver se tá tudo pronto… ouvimos do lado de fora da porta.
Porra… parecia a voz de… não… era a voz… da Vane… que estava indo verificar se a sala privada dela estava pronta pra comemorar o aniversário. Pouco depois, ela abriu a porta com uma expressão de surpresa ao ver Mili ajoelhada, de boca aberta, pronta pra receber minha avalanche de porra…
Vane tapou a boca com as duas mãos, talvez para evitar soltar gritos e insultos que atraíssem mais gente, enquanto seus olhos cresciam brutalmente sem acreditar no que viam… ela soltou a porta, que se fechou rapidamente atrás dela, para nossa sorte, evitando que algum curioso pudesse nos ver.
Minha descarga, que eu tinha segurado um pouco porque atrasei para não gozar na buceta da Mili, não dava mais para esperar, a natureza tinha que seguir seu curso… apesar da presença surpresa da Vane, a explosão líquida do meu pau era iminente…
- O quê? O que é isso?... conseguiu murmurar a Vane quase sem fôlego, sem entender o que estava rolando.
Ao virar instintivamente para olhar a Vane, desviei a pontaria do meu pau da boca da Mili… meus líquidos saíram expelidos como mangueira de bombeiro, por vários lugares… os bancos, as almofadas, a mesa de vidro, os drinks… e um pouco no rosto e na boca da Mili, que recebeu de bom grado sem parar de sorrir satisfeita.
- Vocês de novo!… exclamou a Vane recuperando a voz, só então caindo na real de que aquilo não era parte de um show contratado ou da hora louca do aniversário dela.
Ela parecia indignada e ao mesmo tempo enojada com a bagunça que a gente fazia, talvez até humilhada porque o cara que deu o bolo nela há 2 meses e a rejeitou há algumas horas estava comendo a rival no aniversário dela e no camarote reservado.
Além disso, lembrei que há pouco tempo a Vane tinha me proposto ir para um lugar mais privado… talvez ela estivesse se referindo a este camarote, onde eu tinha acabado de arrebentar o cu da Mili em vez do dela… uma triste ironia às custas da Vane. E pra piorar a sorte dela, não era a primeira vez que nos pegava assim, igual foi na casa do Guille, na universidade e no clube, sempre no meio do ato sexual.
Sem dar muita importância para a presença da Vane, ou talvez de propósito para ela ver, a Mili agarrou meu pau descontrolado e jorrando, e foi direcionando e enfiando na boca dela, para terminar de receber o jato de porra e limpar agradecida o meu Chupando o pau dela com língua e lábios…
Vane, vermelha de raiva, observava a cena, vendo que a gente não tava nem aí pra ela. Ela tinha uma mão na porta fechada, pra impedir que mais alguém entrasse e visse como tinham profanado a sala VIP onde ela esperava comemorar… mas a gente tinha se adiantado…
- Vocês são uns animais… caiam fora daqui!… gritou furiosa.
A gente se arrumou rapidinho no meio de risadas debochadas, feito criança pega no flagra, e depois saímos correndo… só que a Mili parou na porta e voltou pra perto da Vane, que, paralisada e mortificada, via como a gente tinha espalhado porra pelo quarto todo.
- Na sua cara… sua puta!… gritou a Mili num tom de vingança pra Vane, que não conseguiu falar nada.
Tive que puxar a Mili pelo braço pra ela não continuar provocando a Vane, porque num último impulso a Mili mostrou os dois dedos do meio pra ela com uma cara feroz… tinha que tirar ela dali antes que a Vane reagisse e rolasse uma briga.
Saímos rápido do quarto, enquanto via que os amigos da Vane continuavam bebendo e dançando em volta de uma mesa grande, sem perceber os gritos que a Vane deu na gente, nem a nossa fuga… e que a Vane continuava soltando desaforos furiosa dentro da "vip" dela.
Descemos as escadas e vimos a garçonete subindo apressada… coitada… ia ter que aguentar o mau humor da Vane e limpar a bagunça… Saímos rindo da balada, talvez quando a Vane se tocasse, mandaria a segurança da casa tirar a gente.
Só lá fora, percebi que a Mili tinha uma linha branca e pegajosa na bochecha, de um jato de porra minha… mas que tinha se misturado com a maquiagem de índia dela.
- Que divertido… essa puta mimada me devia essa… disse a Mili, triunfante.
A Mili sentiu que tinha se vingado da humilhação que sentiu quando viu a foto dela no meu notebook… melhor que a foto foi a imagem ao vivo que a Vane levou quando viu a gente gozando no quarto que ela reservou, e assim foder a comemoração dela. mas depois o destino nos reservaria outra história às custas da Vane...
No táxi a caminho da casa dela, de vez em quando a Mili lembrava do que tinha acontecido e ria pra caralho, depois me beijava feliz... enquanto eu abraçava ela e ela segurava minha mão com carinho... Não precisei falar nada... a gente tinha voltado a ser um casal...
Mas tínhamos um futuro incerto pela frente... tínhamos vencido aquela batalha contra a Vane, mas perderíamos a guerra com outra pessoa...
Continua...
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade
Os pensamentos sobre a possível doença da Mili, suas consequências, não me deixaram em paz… será que eu tava pronto pra encarar algo assim? Em algum momento eu precisava amadurecer e sentia que a Mili valia a pena… então, no meio do caminho pra casa, me arrependi e voltei pra facul pra esperar ela.
Ela tava no meio de um grupo de amigos, incluindo o Guille, provavelmente discutindo as respostas da prova… mas quando me viu, o rosto dela se iluminou, largou todo mundo e veio me encontrar. Me contou que foi super bem, me agradeceu por ter ajudado ela, fomos jantar e depois deixei ela em casa. Não consegui entrar porque os pais dela já estavam lá e não quis atrapalhar.
Mesmo ela não tendo pedido, insisti e acompanhei ela nos exames médicos e, depois de uns dias de estresse, fomos buscar os resultados… deram negativo… sorrimos aliviados, nos abraçando de alegria, enquanto ela ligava pros pais pra contar.
Mas… mesmo tendo dado tudo certo nos exames médicos, o aviso tava dado: ela precisava fazer os check-ups regularmente. Não podia cantar vitória… sempre o lado negativo que a gente tem me fazia sentir que essa doença daria um jeito de nos separar… embora não do jeito que eu imaginava…
Depois dessas semanas agitadas, chegou o fim de semana de comemoração do Dia das Bruxas… que, mesmo não sendo uma celebração latino-americana, já fazia uns anos que tinha virado uma desculpa pros jovens saírem pra se divertir, e até pras crianças pedirem doces.
Minha situação com a Mili era meio confusa, a gente não era namorado, e eu sentia que éramos mais que amigos… na verdade, parecia que ela tava me testando pra ver se eu recuperava a confiança dela, o que não me incomodava… a gente também não falava sobre isso, só se deixava levar pelo momento…
Como eu tava dizendo, depois dessas semanas de correria e estresse, a Mili deu uma indireta pra sairmos pra nos divertir, dançar e relaxar… eu não recusei… ela tinha se interessado por uma festa numa balada, mas o O ingresso era só com fantasia… ela nunca tinha ido a uma festa assim e adorou a ideia, já eu, não tava muito a fim de me fantasiar… mas beleza… só pra agradar ela…
Pois é, acabei me fantasiando de pirata: calça preta, camisa branca solta, faixa vermelha na cintura e chapéu estilo Jack Sparrow, com tapa-olho e tudo. Pra ser sincero, me senti um idiota, ainda mais quando via a cara do taxista que me levou até a casa da Mili.
Esperei um tempinho na porta, até que a Mili saiu vestida de… como dizer… uma gostosa nativa norte-americana, com um vestido bege cheio de estampas indígenas que terminava em minissaia, ombros de fora e um decote… uff… uma delícia, dava pra ver que, mesmo sendo solto, o vestido marcava os peitos e a raba dela…
Pra completar a fantasia, Mili tinha pintado as bochechas com aquelas listras típicas de filme de faroeste, duas tranças que caíam nos ombros apontando pros peitões redondos… e de quebra, uma tiara com uma pena na testa.
Devorei ela com os olhos por uns instantes e depois fomos pra balada. Tinha uma fila enorme pra entrar, mas ela falou pra gente ir na frente, que talvez desse sorte… apesar da bunda, acho que o segurança viu a bunda da Mili e deixou a gente passar… não sem dar uma olhada, e eu já marquei território.
Mili percebeu e me puxou pelo braço, já tava dentro, não era pra arrumar confusão. A real é que a gente queria relaxar e passar despercebido naquele lugar longe da facul… mas…
A grande ideia da Mili de ir naquela balada, parece que foi compartilhada por vários alunos do último período, a gente esbarrou com um monte de cara conhecido… mas foda-se, seguimos nosso caminho… Mili falou que não tava a fim de se juntar a grupo nenhum, que só queria ficar comigo, dançar e beber algo de boa, sem fofoca nem nada.
A gente achou uma mesinha pra dois, no segundo andar, longe de todo mundo. da multidão, mas com vista para a pista de dança. Pedimos uns drinks, enquanto conversávamos alegremente, esperando alguma música que nos animasse a dançar. Começamos a relembrar histórias do nosso relacionamento, quando éramos um casal… os eventos recentes… nossos planos depois da faculdade…
Sem querer, já estávamos com vários drinks na cabeça… até que a Mili me disse que ia no banheiro (feminino). Me diverti vendo ela se levantar meio tonta e andar cambaleando uns metros até se equilibrar… e gostei ainda mais de ver como no caminho ela recusava convites pra dançar…
Eu estava tranquilo, tomando uma cerveja, otimista com o rumo da noite… até sentir uma presença sinistra… um frio percorreu minhas costas e meu pescoço ficou dormente… senti uma mão delicada acariciando meu ombro.
- Oi… quanto tempo… era a voz provocante da loira Vane.
- Ahhh… é… bom… tava ocupado… falei, amaldiçoando minha sorte.
- Você não atende mais minhas ligações… ela reclamou, insinuante.
- Bom, não queria ouvir suas reclamações sobre o que aconteceu da última vez (que te deixei plantada no hotel), lembra?… respondi sarcástico.
- Isso foi há meses e já te perdoei… quero recomeçar… disse ela, na maior cara de pau, sem disfarçar o desgosto com aquela lembrança.
Merda… como faço pra essa maluca ir embora?, pensei. Eu estava sendo até certo ponto agressivo com ela, mostrando meu desconforto com a presença dela, mas nem assim a Vane ia embora. E ainda me dava o perdão por tê-la desprezado, deixando ela esperando num quarto de hotel.
Pra falar a verdade, a Vane tava fazendo jus à imagem que eu tinha dela na minha cabeça, de uma bruxa. Ela veio com um chapéu preto (daqueles pontudos de feiticeira), um vestido preto justinho, bem decotado, deixando à mostra os peitões empinados, terminando numa minissaia tão apertada que deixava pouco pra imaginação, mostrando as coxas bem torneadas.
- Acho que vi o Guille por ali… Menti, tentando afastá-la de novo.
— Ah… não ligo… é meu aniversário e ninguém vai estragar… disse ela, entediada.
Agora tudo fazia sentido, aquela louca só podia ter nascido num dia de bruxas… mas tanto faz, a Mili já devia estar de volta… eu tinha que mandá-la embora, deixando meu ego de lado (achando que a Vane me queria). Talvez a insistência dela em ficar do meu lado fosse pra provocar a Mili.
— Desculpa, é que não vim sozinho… tô esperando alguém… falei, apressando ela.
— Que grosso… eu também não vim sozinha (ali está meu grupo de amigos), mas você não vai me negar uma dança no meu aniversário… e pelos velhos tempos… completou ela, toda provocante.
Nessa última referência, ela passou a mão sugestivamente pelas minhas costas, enquanto com a outra se acariciava por cima do decote, dos seus peitos branquinhos e suculentos que começavam a me hipnotizar… inflando meu ego de novo, pensei: essa mina quer que eu coma ela de novo, falei pra mim mesmo…
— Talvez a gente possa achar um lugar mais reservado… completou ela, sedutora, ao ver que eu não respondia.
A Vane não tava nem aí se eu tava acompanhado (ou talvez já soubesse ou desconfiasse que vim com a Mili), também não ligava pro grupo de amigos dela. Pela voz, pelo olhar, pelo sorriso e pela expressão corporal, era óbvio que ela queria que eu arrombasse ela de novo…
Sou homem e aquela bruxa tava uma gostosa do caralho, mas louca, e lembrei que foi por causa dela que a Mili terminou comigo. Merda… Mili, procurei o caminho do banheiro e não achei… talvez ela já tenha me visto com a Vane e topou dançar com outro… olhei pra pista de dança e nada… Cadê ela?... Foi embora?
— Oi, Vane… disse uma voz nada amigável do meu lado.
Porra… que nem fantasma, a Mili apareceu do meu lado. Enquanto a Vane me devorava com os olhos e se insinuava, a Mili se aproximava que nem uma fera silenciosa… Já me ferrei de novo, pensei ao vê-la, enquanto a Vane continuava com a mão no meu ombro.
— Oi, Mili… respondeu a Vane, sem vontade, sem parar de acariciar meu ombro.
A presença da Mili tinha estragado os planos da Vane em relação a… O que ela tava pensando em fazer comigo... ou o que ela tava pensando em deixar eu fazer com ela de presente de aniversário, talvez a Vane tivesse me esperando com um lacinho de presente naquele rabo bem formado dela, pronta pra eu arrebentar...
- Vem, amor... vamos dançar... disse a Mili, imperativa.
Ela me deu um beijo, pegou na minha mão e praticamente me puxou pra pista de dança, enquanto resmungava um monte de xingamentos baixinho. Mal consegui ver a Vane com a cara descomposta e furiosa porque a Mili tava me afastando do troféu dela... ela se sentiu desprezada e parecia que ia voltar pra cima a qualquer momento, se reuniu com os amigos dela sem parar de olhar pra gente...
A Mili, por outro lado, se sentiu desafiada por ela, pelo olhar provocador, pelas intenções dela em relação a mim. A Vane tinha sido a pedra no sapato entre a gente, com as manipulações mimadas dela... Então a Mili, de resposta, me beijava com paixão enquanto a gente dançava abraçado, só pra provocar a Vane...
- Te dou 2 minutos... e aquela oferecida aparece de tocaia feito urubu... disse ela, irritada.
- Já foi, amor... não liga pra ela... falei, beijando ela e entrando na onda.
- Justo ela tinha que estar aqui... que raiva... resmungou a Mili.
- Esquece isso... agora a gente tá junto... falei, tentando acalmar ela.
- É... a gente tá junto... Você é só meu?... disse ela, ficando melosa, não sabia se por causa das minhas palavras ou se era teatro pra deixar a Vane, que tava de plateia, ainda mais furiosa.
- Sim, só seu... respondi, beijando ela com carinho.
Aos poucos, com a dança, a gente foi esquecendo a Vane e os olhares venenosos dela. A gente foi se aproximando no ritmo da música, cada vez mais provocante. Nossos corpos foram se juntando e se roçando no som das músicas, que, do jeito que se dançam, iam deixar nossos pais horrorizados.
Cada vez a gente ficava mais tarado, porque ela mexia aquele rabo redondo na minha virilha, porque o peitão dela batia no meu... ou só de ver eles pulando no ritmo da música, nossos olhares foram mudando pra desejo, assim como nossos beijos.
- Aiii... amorrr… quero que você arrebente minha buceta… Mili sussurrou no meu ouvido enquanto a gente dançava colado, esfregando todas as saliências dos nossos corpos.
Porra… como negar um pedido desses… mas aqui? e agora?... Onde?... eu pensava, se levasse ela pra outro lugar, talvez a excitação dela diminuísse, era melhor aproveitar essa safadeza que a gente tava sentindo…
- Vamos… falei puxando ela pela mão no meio da multidão da pista de dança.
Lembrava de ter visto um banheiro no mezanino, perto de onde era nossa mesa… uma vez já tinha usado um lugar assim pouco movimentado numa balada pra relembrar os velhos tempos com uma amiga de colégio com quem me iniciei nos prazeres sexuais… mas isso é outra história.
Voltando ao relato… o tal banheiro deixou de ser opção quando vi um monte de mina entrando e saindo, era arriscado demais. Até que, tentando disfarçar nosso interesse pelo banheiro, começamos a nos beijar encostados numa parede… foi aí que vi nossa chance…
Numa porta ao lado tinha uma plaquinha escrito “Box reservado” e embaixo um papel dizendo “Srta. Vanesa…” e um pouco mais abaixo “a partir das 12”… então tava livre até meia-noite… e a gente tinha pouco mais de meia hora, tempo suficiente.
Entramos rapidinho vendo que era o lugar perfeito pra nossa aventura, ainda mais com o tesão de invadir o espaço onde a Vane e os amigos iam comemorar o aniversário dela.
- Srta. Vanesa… já tá tudo pronto… pode entrar… falou uma garçonete que tava dando os últimos retoques.
Puxei a mão da Mili e ela entrou na onda, ia se passar pela Vane pra deixarem a gente ficar no salão.
- Ficou tudo muito bonito… obrigada, moça… disse Mili, nervosa.
- Qualquer coisa que precisarem, é só tocar a campainha que eu venho… respondeu a garçonete e foi embora.
Nos deixou naquele quarto espaçoso com uns banquinhos de couro em volta de uma mesinha de centro com bebidas e outra mesa maior com bolo e salgadinhos, tudo decorado com balões e tal. A única coisa que nos inibiu um pouco foi a janelona de onde dava pra ver a pista de dança… será que nos viram?
Mili nem quis chegar perto da janela, percebi que era daqueles vidros polarizados, que dá pra ver pra fora mas não pra dentro, lembrei que da pista de dança não dava pra ver nada lá dentro… cheguei perto pra ver o panorama… bom, era um salão vip, digno da nossa putaria.
Quando virei, percebi que outro panorama me esperava… Mili já tinha se ajeitado de quatro em cima de um dos bancos, tinha levantado a saia e me esperava com a bunda gorda empinada e as pernas abertas, pra me mostrar o cuzinho guloso e enrugado, ansioso pra ser penetrado.
— E aí… o que cê tá esperando?... não tem muito tempo… ela disse me apressando com cara de tesão.
Corri pro lado dela rapidinho, ela fez um sinal, queria provar meu pau antes de eu enfiar no cu dela… chupei, lambi e suguei por uns segundos, dando a aprovação dela pro grau de dureza que já tava, só então ela me deixou ir pra retaguarda dela.
Me ajoelhei atrás dela e penetrei devagar no cuzinho enrugado dela, enquanto percebia a pele dela se arrepiar e ela, ansiosa, recuava pra enfiar meu pau inteiro, se esticando pra trás.
— Assiiim amorrr… assiiim… que delíciaaaa… ela exclamou quando meu pau tava entalado nela de novo.
O corpo dela curtia o momento, Mili começou a rebolar a bunda no meu pau duro, saboreando a dureza centímetro por centímetro, enquanto eu curtia o espetáculo que ela me dava. Diante da minha inação, Mili começou a bombar a própria bunda… indo e vindo, quicando a bunda gorda na minha virilha.
— Mete logo em mim… pelo amorrr… ela implorava pra eu reagir e dominar ela.
Comecei a bombar nela com harmonia, até pegar o ritmo… os gemidos quentes dela enchiam o ambiente e se misturavam com a música. No vai e vem da bunda enorme dela, o vestido que mal segurava nos ombros tinha subido até a cintura, liberando os peitos que balançavam no compasso do meu ritmo, igualzinho às tranças dela.
Pego a borda do vestido dela com uma mão, enquanto com a outra agarro as tranças e puxo ela pra trás, montando nela como uma gostosa selvagem que precisava ser domada…
— Uhmmm… Siii… me monta assimmm… arrebenta minha buceta… — suplicava Mili, excitada.
Num dos puxões exagerei um pouco, e Mili primeiro arqueou as costas o máximo que pôde, enfiando tudo até a raiz, depois se levantou um pouco, o que me deixou apertar os peitos dela… ao mesmo tempo que Mili virava o rosto procurando meus lábios.
Entre um gemido e outro, nossas línguas e lábios trocavam carícias, sem que meu pau parasse de castigar as bundas redondas dela. Com uma mão continuava puxando as tranças, e com a outra apertando os peitos e os bicos… Mili me olhava satisfeita, com amor.
— Agora quero diferente… — disse ela, se soltando do meu aperto.
Ela me fez sentar no banco e sentou em cima de mim, de frente, pegou meu pau e apontou pro cuzinho guloso dela, não demorando pra se empalar sozinha. Mili pulava gostoso em cima do meu pau, enquanto não parava de me beijar… era isso que eu queria… uma mistura de ternura, amor, excitação.
— Aiii… isso, meu amorrr… uhmmm… — exclamou depois de um tempo, se tremendo.
Logo depois, ela se contraiu, me arranhando as costas sem parar de me chupar com os lábios e a língua, agradecida por eu ter arrombado a bunda dela do jeito que ela gostava. Suspirarmos um pouco… tentei sair… mas Mili não deixou.
— Falta o outro… — disse ela, provocando e rindo.
No começo não entendi, mas aí ela se levantou e apontou meu pau ainda duro pra buceta molhada dela… Mili queria o serviço completo, queria sair dali com os dois buracos satisfeitos e também me agradar… pra terminar de profanar o lugar onde a Vane com certeza ia sentar com os amigos em alguns minutos.
De novo, Mili começou a pular em cima do meu pau duro de um jeito harmonioso, se castigando sozinha. Ela apertava meu rosto contra os peitos dela… volumosos peitos, quase me obrigando a devorá-los enquanto ela, com os olhos semicerrados, aproveitava mordendo os lábios.
- Aiii love… aiii love… uhmmm… gemia Mili, satisfeita.
Seu buraco quentinho, seu doce gemido… seus lábios suculentos com sua língua brincalhona, estavam me excitando, me levando ao limite… aguenta, porra… não goza antes dela… eu dizia a mim mesmo, me dando forças para não fraquejar…
De repente, Mili começou a me apertar cada vez mais forte, os peitos dela se espremiam no meu peito, enquanto a respiração dela ficava cada vez mais ofegante, pulando cada vez mais rápido e forte… eu já conhecia aquela expressão, aquele transe, ela estava perto…
- Uhmmm… meu vidão… uhmmm… exclamou ela, estourando num orgasmo sonoro.
As contorções que o corpo dela sofreu terminaram de me excitar… eu estava segurando minha gozada, tentando deixar Mili aproveitar até o fim, enquanto ela me beijava… mas eu precisava afastá-la, senão gozaria dentro dela.
- Ufff love… já… já… vou gozar… avisei.
Mili se afastou rapidinho, se ajoelhou na minha frente, com um sorriso de orelha a orelha e os olhos brilhando de mulher apaixonada e satisfeita por terem sido atendidos os dois buracos dela… não via aquela sintonia expressiva de felicidade entre o corpo e o rosto dela desde que éramos um casal… senti que tínhamos recuperado aquela magia.
No chão, com os peitos de fora subindo e descendo pela agitação, Mili esperava pacientemente que eu esvaziasse todo o meu líquido na boca dela e talvez no rosto dela, para terminar de me satisfazer talvez com um boquete e uma chupada de prêmio… no entanto…
- Galera… me esperem um pouco… vou ver se tá tudo pronto… ouvimos do lado de fora da porta.
Porra… parecia a voz de… não… era a voz… da Vane… que estava indo verificar se a sala privada dela estava pronta pra comemorar o aniversário. Pouco depois, ela abriu a porta com uma expressão de surpresa ao ver Mili ajoelhada, de boca aberta, pronta pra receber minha avalanche de porra…
Vane tapou a boca com as duas mãos, talvez para evitar soltar gritos e insultos que atraíssem mais gente, enquanto seus olhos cresciam brutalmente sem acreditar no que viam… ela soltou a porta, que se fechou rapidamente atrás dela, para nossa sorte, evitando que algum curioso pudesse nos ver.
Minha descarga, que eu tinha segurado um pouco porque atrasei para não gozar na buceta da Mili, não dava mais para esperar, a natureza tinha que seguir seu curso… apesar da presença surpresa da Vane, a explosão líquida do meu pau era iminente…
- O quê? O que é isso?... conseguiu murmurar a Vane quase sem fôlego, sem entender o que estava rolando.
Ao virar instintivamente para olhar a Vane, desviei a pontaria do meu pau da boca da Mili… meus líquidos saíram expelidos como mangueira de bombeiro, por vários lugares… os bancos, as almofadas, a mesa de vidro, os drinks… e um pouco no rosto e na boca da Mili, que recebeu de bom grado sem parar de sorrir satisfeita.
- Vocês de novo!… exclamou a Vane recuperando a voz, só então caindo na real de que aquilo não era parte de um show contratado ou da hora louca do aniversário dela.
Ela parecia indignada e ao mesmo tempo enojada com a bagunça que a gente fazia, talvez até humilhada porque o cara que deu o bolo nela há 2 meses e a rejeitou há algumas horas estava comendo a rival no aniversário dela e no camarote reservado.
Além disso, lembrei que há pouco tempo a Vane tinha me proposto ir para um lugar mais privado… talvez ela estivesse se referindo a este camarote, onde eu tinha acabado de arrebentar o cu da Mili em vez do dela… uma triste ironia às custas da Vane. E pra piorar a sorte dela, não era a primeira vez que nos pegava assim, igual foi na casa do Guille, na universidade e no clube, sempre no meio do ato sexual.
Sem dar muita importância para a presença da Vane, ou talvez de propósito para ela ver, a Mili agarrou meu pau descontrolado e jorrando, e foi direcionando e enfiando na boca dela, para terminar de receber o jato de porra e limpar agradecida o meu Chupando o pau dela com língua e lábios…
Vane, vermelha de raiva, observava a cena, vendo que a gente não tava nem aí pra ela. Ela tinha uma mão na porta fechada, pra impedir que mais alguém entrasse e visse como tinham profanado a sala VIP onde ela esperava comemorar… mas a gente tinha se adiantado…
- Vocês são uns animais… caiam fora daqui!… gritou furiosa.
A gente se arrumou rapidinho no meio de risadas debochadas, feito criança pega no flagra, e depois saímos correndo… só que a Mili parou na porta e voltou pra perto da Vane, que, paralisada e mortificada, via como a gente tinha espalhado porra pelo quarto todo.
- Na sua cara… sua puta!… gritou a Mili num tom de vingança pra Vane, que não conseguiu falar nada.
Tive que puxar a Mili pelo braço pra ela não continuar provocando a Vane, porque num último impulso a Mili mostrou os dois dedos do meio pra ela com uma cara feroz… tinha que tirar ela dali antes que a Vane reagisse e rolasse uma briga.
Saímos rápido do quarto, enquanto via que os amigos da Vane continuavam bebendo e dançando em volta de uma mesa grande, sem perceber os gritos que a Vane deu na gente, nem a nossa fuga… e que a Vane continuava soltando desaforos furiosa dentro da "vip" dela.
Descemos as escadas e vimos a garçonete subindo apressada… coitada… ia ter que aguentar o mau humor da Vane e limpar a bagunça… Saímos rindo da balada, talvez quando a Vane se tocasse, mandaria a segurança da casa tirar a gente.
Só lá fora, percebi que a Mili tinha uma linha branca e pegajosa na bochecha, de um jato de porra minha… mas que tinha se misturado com a maquiagem de índia dela.
- Que divertido… essa puta mimada me devia essa… disse a Mili, triunfante.
A Mili sentiu que tinha se vingado da humilhação que sentiu quando viu a foto dela no meu notebook… melhor que a foto foi a imagem ao vivo que a Vane levou quando viu a gente gozando no quarto que ela reservou, e assim foder a comemoração dela. mas depois o destino nos reservaria outra história às custas da Vane...
No táxi a caminho da casa dela, de vez em quando a Mili lembrava do que tinha acontecido e ria pra caralho, depois me beijava feliz... enquanto eu abraçava ela e ela segurava minha mão com carinho... Não precisei falar nada... a gente tinha voltado a ser um casal...
Mas tínhamos um futuro incerto pela frente... tínhamos vencido aquela batalha contra a Vane, mas perderíamos a guerra com outra pessoa...
Continua...
0 comentários - Mili 39: rabaço gostoso