Debaixo do cobertor com a mamãe #5 (final)

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Ela não conseguia olhar nos meus olhos. "Seu pai vai voltar pra casa hoje à noite", disse mamãe, "Finalmente terminou toda a papelada. Temos que buscá-lo depois do jantar". "Entendo", falei, "você deve estar feliz por ele voltar". Foi um golpe baixo, eu sei, mas mamãe ignorou como uma profissional. "Vai ser bom ter a família toda junta de novo", disse ela. "Com certeza." Mal conseguia sentir o gosto do café da manhã, mas me forcei a comer. Mamãe sentou e ficou me olhando. Ela estava sorrindo, mas os olhos pareciam tristes. Naquele momento, soube que mamãe não estava mais feliz do que eu com isso. Ela só era mais madura. "Foi divertido", disse mamãe, "essas últimas semanas". "Com certeza", falei. "Não quero perder isso", disse mamãe, "quero dizer, a proximidade que a gente tem". "Eu também não", respondi. Estendi a mão sobre a mesa e segurei a mão de mamãe. "Não vou deixar você ir". Mamãe assentiu. Ela se levantou da mesa e juro que ouvi um soluço. Depois do café, ajudei mamãe a limpar a mesa e lavar a louça. Nunca mais seria igual. ver aquela pia do mesmo jeito. "Depois disso, quer ver algo?" perguntou a mamãe. Quase deixei cair o prato que estava secando. "Sabe, uma última vez antes do seu pai chegar em casa". Eu assenti, mudo. Incapaz de me expressar mais. "Acho que meu quarto vai servir", disse a mamãe. A mensagem dela foi clara. Depois que terminamos a louça, subi pro meu quarto. Peguei os dois pacotes de camisinha que sobraram e coloquei no bolso. Se essa era a última vez, ia aproveitar ao máximo. Mamãe estava esperando no quarto dela, com o cobertor já na cintura. "Vem descansar a cabeça aqui", ela disse, dando tapinhas no ombro dela. Entrei debaixo dos lençóis e tirei o short. Me aninhei junto da mamãe, colocando a cabeça bem onde ela queria. Enfiei minhas pernas contra as dela e senti que ela também estava pelada da cintura pra baixo. "Essa é a última vez", disse a mamãe, "nossa última chance de fazer isso juntos". "Tenho certeza que ainda podemos ver TV", falei, embora soubesse exatamente o que ela queria dizer. "Não desse jeito", disse a mamãe, e soava melancólica. Triste. Ela se esticou e apertou o play no meu iPad. O programa começou e a gente fez algo completamente diferente. Na verdade, nos abraçamos. Ficamos na cama, curtindo a companhia uma do outro. Mamãe acariciou minha cabeça distraidamente. Eu a segurei perto. Estranhamente, foi a coisa mais íntima que já tínhamos feito. Mas a biologia inevitavelmente bateu na porta e logo me vi procurando as camisinhas. Assim que abri a primeira, soube que algo estava errado. O látex parecia seco e fino. Claramente tinha estragado, então joguei fora. Abri meu último pacote e, felizmente, estava bom. Acho que fez sentido. A última vez juntos. Última camisinha. Escalei entre as coxas ansiosas da mamãe e deslizei pra dentro dela. A gente se moveu juntos devagar, aproveitando o momento. Não dissemos nada, mas nos olhamos fixamente enquanto transávamos. Não fizemos nada mais. Sem movimentos extras nem barulhos estranhos. A gente curtiu a conexão dos nossos corpos. Foi uma delícia. Finalmente, enchi a camisinha. Aí esvaziei dentro da mamãe. Ela passou a mão no meu flanco, como quem premia um cavalo de corrida depois de uma boa prova. Ela tava olhando fixo e percebi que tava encarando a camisinha. Segurei como se tivesse oferecendo pra ela. Mamãe balançou a cabeça e desviou o olhar. Quando voltei de jogar a camisinha no vaso, mamãe tava deitada sobre os lençóis. Tava completamente vestida. Dessa vez, ela deu um tapinha no lado da cama onde queria que eu sentasse. A gente se deitou e viu (dessa vez a gente viu mesmo) um monte de reality show besta. Não eram ruins, pra falar a verdade. Mas nada era melhor do que estar com a mamãe. O mundo inteiro parecia silenciado perto disso. A gente comeu um jantar sério, quase fúnebre. Enquanto mastigava, fiquei repassando na cabeça tudo que tinha rolado no último mês, mais ou menos. Como a Cassie terminou comigo. Como eu e mamãe começamos a ver filmes juntos. Começando a correr com a mamãe. Começando a fazer, hum, outras coisas com a mamãe. Pintando as unhas no quintal. Pintando a buceta dela com minha língua no quarto dela. E aí, finalmente, os dois virando um só. Acabou. Sabia que ia ser difícil, mas a gente ia seguir em frente. Dessa vez ia ser um sonho passageiro. Um sonho febril de sons e sentimentos. Algo que nenhum de nós ia admitir nunca, mas que a gente ia compartilhar em segredo pra sempre. Mamãe ia voltar pra vida dela. Eu ia conhecer uma mina e casar. Em momentos roubados, a gente trocava um sorriso safado, mas só isso. E mesmo assim, a gente se perguntava se tudo foi imaginação. Um pulo no tempo. Um piscar onde o mundo parou e a gente deslizou pelos segundos como fantasmas. O celular da mamãe vibrou e ela olhou. "O voo do seu pai atrasou", ela disse. Um instante depois, o telefone tocou. Mamãe apertou o botão de atender no viva-voz, deslizando o celular dele no meio da mesa. "Oi, David!" Mamãe disse, visivelmente animada. "Jay e eu estamos aqui, ficamos sabendo do seu voo. Que merda!" "Tá tudo bem", papai disse. A voz dele estava cansada. "Só não vejo a hora de chegar em casa." "Imagino", mamãe disse, "vamos deixar a cama prontinha pra você." Achei uma promessa meio estranha, mas no contexto do que a gente tava fazendo lá, certeza que era um detalhe importante pra ela. "Tanto faz", papai disse, "você ainda vai vir me buscar." "Sim, o Jay tá pronto pra ir te buscar", mamãe disse. Ela sorriu pra mim, com carinho. "Não manda só o moleque, Julie, sério", papai disse. Algo em como ele me chamou de 'o moleque' me fez pensar se ele percebeu que eu também tava no telefone. Mamãe tinha dito claramente que eu tava ali, né? "Ah, com certeza", mamãe disse, "tô doida pra te ver também. Mas aposto que, se precisasse, o Jay se viraria sozinho." "Pelo amor de Deus, Julie, olha. Sei que o Jay é seu docinho de criança ou o caralho, mas até você tem que admitir que ele não é lá essas coisas." "Ele tá certo... Ele tá ouvindo..." Mamãe tentou cortar, mas papai se adiantou. "Quer dizer, o garoto tem quase 19 anos e mal confio nele pra dirigir até o mercado sem bater o carro duas vezes no caminho e trazer ovos no lugar." Mamãe olhou pra mim, sem graça. Como se fosse culpa dela de alguma forma. Nós dois ficamos vermelhos. Me senti um merda. Putasso. Tudo junto. Mesmo assim, papai continuou. "Você bebeu, querido?" perguntou mamãe. "Só um pouco, tô esperando meu voo", papai disse, "Beleza, vou indo. Às 12:30, não esquece. Te mando mensagem quando tiver embarcando." O quarto ficou tão silencioso que dava pra ouvir a casa se acomodando. Um cachorro latiu lá longe. Mamãe não olhou nos meus olhos. "Me desculpa muito, Jay. Seu pai não percebeu." "Não te Se arrepiente", eu falei. Levantei da mesa. "Eu não deveria ter falado aquelas coisas sobre você", disse a mamãe. "Seu pai não viu o quanto você cresceu todos esses anos. Ainda estamos acostumados a pensar em você como aquele garotinho que quase se queimou." — Ele também não deveria ter falado aquelas coisas sobre você — eu disse. Mamãe olhou para a mesa. "Tá tudo bem. Já me acostumei." "Isso não é certo, mãe", eu disse. "Não, eu sei", disse a mamãe, "Mas o que mais eu tenho?" Você me tem. Pensei nas palavras, mas não consegui falar. Dizer que, de alguma forma, um filho poderia substituir um marido. Isso era ridículo. Os papéis, as relações, eram completamente diferentes. Mas então, não era isso que a gente vinha fazendo esse tempo todo? "Você merece ser tratada melhor", eu disse, "como a mulher incrível, maravilhosa e gostosa que você é." "Eu sei", disse a mamãe, "seu pai ficou fora por tanto tempo. Ele está tendo um dia horrível. Provavelmente também bebeu demais. Normalmente ele não é assim." Conheci meu pai a vida inteira (dã). Sabia que ele estava bêbado e provavelmente deprimido também. Mas também sabia que ele quis dizer cada palavra que falou naquela ligação. Mas toda a raiva e ressentimento que eu tinha foram apagados pela melancolia da minha mãe. Eu tinha uma bolsa de estudos. Ia voltar pra faculdade. Podia sair daquele lugar pra sempre se quisesse. Mas a mamãe tinha que viver o resto da vida dela desse jeito e não era justo. Ela merecia muito mais. Acho que, sendo de novo o pequeno cavalheiro da mamãe, queria salvá-la. Em vez disso, sugeri algo muito mais perigoso. "A gente tem tempo de sobra", eu disse, "Quer ver um filme?" Mamãe olhou pra mim e suspirou. Dava pra ver ela pesando na cabeça. Sabendo que deveria dizer não, mas incapaz de não dizer sim. "Preciso arrumar a cama pro seu pai", ela disse. "Posso ajudar com isso", eu disse com um sorriso. "Na verdade, tem que estar pronta", disse a mamãe. "Isso leva uns cinco minutos. A gente tem quatro horas." Mamãe Ela fez uma pausa. Quase dava pra ver o anjo e o demônio nos ombros dela, discutindo sem parar na cabeça dela. "Só filmes", ela disse. "Nada mais." Concordei de boa. Colocamos lençóis limpos na cama. Minha mãe trocou o edredom e as fronhas dos travesseiros. No fim, dei uma geral no quarto com Febreze, só por precaução. Descemos pro quarto do pai e liguei a TV. Minha mãe sentou no sofá do meu lado. Nossos quadris se encostaram, mas só isso. Minha mãe colocou um alarme no celular pra quando tivéssemos que sair de casa pra buscar o pai. Ia ser tarde da noite e ela tava preocupada da gente cair no sono na frente da TV. "Temos que chegar bem na hora", disse minha mãe, como se o mundo fosse acabar se não fosse assim. Concordei com a cabeça e comecei a passar os canais pra achar algo pra ver. "Vamos tentar algo diferente dessa vez", disse minha mãe. Entendi que ela tava me lembrando que isso não ia ser igual ao nosso tempo de tela normal. Passei os canais e achei, bem editado, claro, Missão Madrinha de Casamento. Isso era o oposto de diferente, claro. Era o mesmo filme que a gente tinha começado. Levei como um sinal e fiquei nele. Uns minutos depois, peguei o cobertor e me cobri. "Frio?" perguntou minha mãe. "É", falei. Alcancei a calça da minha mãe e comecei a desabotoar os botões. Minha mãe se mexeu com meu toque. "Jay, acho que não devemos fazer isso", ela disse. Mas dava pra ouvir a dúvida na voz dela. Ela realmente, literalmente, não tinha certeza. "Fazer o quê?" Perguntei, e abri o zíper da jeans da minha mãe. Minha mãe suspirou, irritada, mas não disse mais nada. Brinquei com a buceta dela, por cima da calcinha. Fui com calma, na preguiça. Depois de um tempo, peguei a mão da minha mãe e levei até meu colo, parando bem no meu pau. Minha mãe soltou um gemidinho. Apertou minha dureza por cima da minha cueca. Os dois estavam se acariciando por cima da roupa. Pra mim surpresa, mamãe foi a primeira a tirar a calça. "Tá muito calor aqui", explicou enquanto tirava o jeans e a calcinha. "Com certeza", falei e fiz o mesmo. O filme das madrinhas acabou e começou outro. Eu já não tava prestando atenção. A mão da mamãe deslizava pra cima e pra baixo no meu pau pelado. Eu esfregava e brincava com a buceta molhada da mamãe. A gente tava se provocando. Sem pressa. Duas pessoas tão boas em se excitar que já era automático. Mas eu queria mais. "Mamãe, quero te abraçar", falei. "A gente já tá se abraçando, querido", disse mamãe. Ela passou o braço nos meus ombros pra provar. "Mamãe", falei, gemendo de novo, "Isso não é um abraço". Mamãe revirou os olhos, mas tava brincando. "Acho que a gente podia sentar no chão". "Sim!" "Mas, sabe, a gente tem que tomar cuidado com o chão", disse mamãe, "não tem carpete. Então, tá pelado. Lá embaixo. E a gente precisa se cobrir". Eu fiz uma careta triste pra mamãe. "A gente, hum, ficou sem cobertas", falei. Mamãe já tava sentada no chão. Antes que eu pudesse pensar de novo, deslizei pra trás dela, cuidando pra manter o cobertor sobre nós. "Ah, querido, hoje não é um bom dia pra isso", disse mamãe. "Vou tomar todo cuidado", falei, percebendo o que mamãe tava dizendo. Ela tava muito molhada quando eu toquei. Achei que era a excitação dela por fazer isso de novo. Mas era mais que isso, percebi. "A gente vai ter que ser cuidadoso", disse mamãe. "Sabe o quê", falei, "eu vou ficar no chão. Você pode sentar no meu colo". "Isso é meio o contrário do que eu tava falando, querido", disse mamãe. Mas ela obedientemente deixou eu deslizar por baixo dela. Meu pau apertou debaixo do melado da mamãe. Mamãe começou a deslizar a bunda devagar no meu pau. "Isso é... Muito confortável", disse mamãe. "Queria poder sentar mais perto", falei, "me aninhar mais". "Querido, não Podemos", disse a mamãe, "Assim não. Hoje não". "Tá bom", eu disse. "É gostoso", disse a mamãe. "Ficar aconchegada com meu garoto". Alcancei os quadris da mamãe e encontrei o clitóris dela. Ela prendeu a respiração. "Vai com calma, tá, querido?" Mamãe disse. "Só quero que você se sinta bem", falei, de verdade. "Eu sei, bebê, mas a mamãe precisa manter o controle". "Você sempre tem o controle, mãe", eu disse, "faço o que você quiser". "Eu sei", disse a mamãe, "mas às vezes... às vezes a mamãe comete erros. Não quero fazer algo que a gente se arrependa". "Não teria como", eu disse, "desde que seja o que você quer, então é o certo pra mim". Mamãe riu baixinho, com tristeza. Começou a balançar pra frente e pra trás com mais força. Deus, era tão gostoso, o jeito que a mamãe se movia em cima de mim. A urgência dela. O calor e a umidade da buceta dela. A gente já tinha se tocado pelados. Mas não assim. Sempre tinha a camisinha no meio. Algo sobre pele com pele entre mãe e filho tornava tudo ainda mais incrível. Sentindo o corpo da mamãe contra o meu, não consegui evitar. Peguei minha outra mão, a que não estava no clitóris da mamãe, e passei pelo peito dela. Ela levantou a mão e agarrou o próprio peito por cima da camisa. Pela primeira vez, eu estava sentindo o peito da mamãe. Foi glorioso, valeu bem o risco. Cheio e gordinho, dava até pra sentir a ponta de um mamilo endurecido através da regata e do sutiã. Mamãe congelou. Isso já era demais por cima das cobertas. "Hum, querido? O que você tá fazendo?" Não falei nada, mas não soltei. Papai ia voltar pra casa em algumas horas. Tudo isso tava acabando. Era minha última chance. Não ia deixar nada pra trás, muito menos arrependimentos. Esperei a mamãe dizer algo. Tirar minha mão. Finalmente, ela deu de ombros e começou a rebolar os quadris em cima de mim de novo. Percebendo que tinha sinal verde, passei a mão por baixo da camisa da mamãe, levantei o sutiã dela e agarrei o peito nu dela. Dessa vez, a mamãe falou. "Ah, querido, isso é bom", ela disse. Levantei o peito dela com uma mão. Brinquei com o clitóris dela com a outra. Eu realmente queria mais braços naquele momento. Tocar cada centímetro da minha mãe incrível e gostosa. Minha cabeça se enchia de todo tipo de planos para o próximo passo, mas meu corpo já estava no limite. Mamãe apertou a buceta dela contra meu pau e senti que minha explosão era iminente. "Mãe", eu disse, "estou chegando lá". "Quase lá", mamãe disse. Ela estava ofegante. Qualquer pensamento de decoro tinha ido embora. Não estávamos mais jogando o jogo. Fingir tinha sido deixado de lado. Mamãe deslizou para trás, deslizou para frente e então parou. A cabeça do meu pau tinha se posicionado bem na entrada dela. Um momento se transformou em horas. Ficamos pendurados no precipício. Mamãe deixou meu pau beijar a buceta dela e então deslizou de volta pelo meu eixo. No próximo deslize, ela fez de novo. O tempo parou. Mais uma vez, ela deixou meu pau bater contra ela. Ela segurou por mais tempo dessa vez. Realmente pensando. Ai, Deus. Meu pau estava a centímetros de deslizar nu na buceta da mamãe. Nunca quis nada mais. Não aguentava mais esperar. Inclinei minha bunda. Apontei. Então deslizei para frente. Disse a mim mesmo que me retiraria quando chegasse a hora. Era só para sentir por um momento. Para saber o que poderia ter sido. Meu pau atravessou a abertura da mamãe. "Aaaaaaai!" Mamãe gemeu. A buceta dela foi se enchendo devagar do meu pau. Eu estava a pinto dentro da minha mãe. Nada entre nós. Os centímetros deslizando até que eu estava totalmente enterrado. Mamãe estava ofegante. A buceta dela agarrando. Eu estava instalado na buceta perfeita dela. Como se tivesse sido moldada para o meu pau. Não. Meu pau tinha sido formado para ela. Porque claro que foi. Eu era filho dela. Venho desse lugar e por isso sou feito para ele. Poderia ter ficado ali para sempre. Mas as coisas tinham ido longe demais. Nós tínhamos mantido perto demais. Meu cabeça beijou a parte de trás da buceta da mamãe e se apertou. E assim, gozei dentro da buceta desprotegida da minha mãe. "Ah, não", disse mamãe, quando o primeiro jato escaldante de porra jorrou de mim. "HrrrrrrrAHHHHHHH!" gritei. O prazer saiu do meu pau. Subiu pelos meus braços e desceu pelas minhas pernas. O corpo da mamãe respondeu na hora. A buceta dela chupou meu leite como uma puta faminta. O corpo dela ficou tenso sobre o meu. Mal tava consciente disso. Meu próprio orgasmo me dominou, com força, e não me soltava. Espremou até a última gota da minha essência. Explodi dentro da minha mãe. Me derramei dentro dela. Meu pau se alojou bem na entrada do útero desprotegido dela. Mamãe se inclinou pra frente. De algum jeito, eu ainda tava gozando. Outra rajada de porra saiu de mim e respingou, inofensivamente, na coxa da mamãe. Me recostei no sofá. Acabado. Mamãe se recostou. Ela tava olhando diretamente pra mim. Sabia que ia levar agora. "Mamãe, eu..." Ela levantou o dedo. Meu coração, que já tava acelerado, disparou. Minha saciedade azedou rápido. Tínhamos fodido (literalmente) pra caralho. Tinha plantado minha mãe no dia mais fértil dela. Completamente desprotegida. Não podia ter escolhido um momento pior se tivesse tentado. Mamãe usou o dedo com que tinha me avisado e mergulhou na poça de porra que tinha deixado na perna dela. Ela recolheu e meteu na boca. Então ela sorriu pra mim. Mais uma vez, tentei me desculpar. De novo, mamãe me calou. Ela se ajoelhou de quatro e subiu pela minha virilha. Meu pau, só meio mole, jazia inerte na minha perna, pingando o resto da minha porra.Debaixo do cobertor com a mamãe #5 (final)Sem uma palavra, mamãe baixou a cabeça e chupou meu pau na boca dela. Ela balançava pra cima e pra baixo, toda molhada. Eu não sabia o que dizer. Como reagir. Meu medo mudou de novo, virou desejo. Tanta sacudida, eu tava preocupado em estragar minha transmissão. Mamãe tirou a cabeça do meu pau e olhou com orgulho pro meu membro rejuvenescido. Ela me empurrou pro lado até eu ficar de costas. Pegou o cobertor e jogou no sofá. Mamãe agarrou a regata dela e rasgou pela cabeça. Soltou o sutiã. Tava completamente nua. Pela primeira vez em tudo isso, eu vi minha mãe totalmente exposta. Eu tinha subestimado o corpo dela. Mamãe tava impecável. Fiquei imaginando cada centímetro dela. As curvas esculpidas e a pele perfeita. Os peitos cheios e alegres, com mamilos rosados e inchados. A buceta dela ainda aberta do meu pau, um pouco de espuma nos pelos pubianos aparados. Mamãe era uma deusa. Ela não percebeu minha admiração. Em vez disso, se abaixou e tirou minha camisa. Sorriu pro meu peito nu. "Agora, meu cavalheirozinho", disse mamãe. Agarrou meu pau e apontou pra cima, "Se vamos engravidar a mamãe, pelo menos vamos fazer do jeito certo". E assim, eu tava enterrado de novo até o fundo dentro da minha mãe. Nós gememos juntos quando nos conectamos de novo. A buceta da mamãe tava, inacreditavelmente, ainda melhor dessa vez. O corpo dela tão perfeitamente posicionado sobre o meu. Me estiquei pra agarrar os peitos da mamãe. Ela passou os dedos no meu peito. A aliança de casamento dela, brilhando na luz, era a única coisa que ela tava vestindo. A gente tava nu, os dois, no espaço privado do meu pai. Sem preocupações. Completamente envolvidos só um pelo outro. Encantado e hipnotizado pelo que nossos corpos podiam criar juntos. "Ah, mamãe", eu gemi enquanto mamãe montava em mim pra cima e pra baixo como se quisesse me esmagar no chão. "Talvez você devia me chamar de Julie quando a gente faz isso", disse mamãe. "Tá bom, hum, Julie, disse, desconfortável pra caralho. "Talvez você devesse continuar me chamando de mãe." Concordei de coração. Mamãe me deu um sorriso malicioso. Aparentemente, ela viu a atração nessa parada de 'Mamãe', afinal. "Você gosta da buceta da mamãe, bebê?" Mamãe perguntou, sorrindo de forma brincalhona. "Ah, porra, sim", eu disse. "Mamãe tá gostoso pro seu bebê?" "A melhor coisa", eu disse. "Seu pau é incrível", disse mamãe, "Seu corpo é incrível". Mamãe riu e eu senti a buceta dela subindo e descendo no meu pau. "Por que esperamos tanto pra fazer isso?" "Somos idiotas", eu disse. "Bom, a burrice vem do meu lado da família", disse mamãe com um sorriso. "Ah, não", eu disse, "Papai é claramente o idiota. Porra, adoro te foder. Não tô nem aí. Não vou parar." "Nunca", disse mamãe. "Vou te foder na sua cama", eu disse, "fazer papai dormir no sofá". "Vou te foder no seu quarto", disse mamãe, "No seu quarto. No seu armário. Onde você quiser". "Vou encher sua buceta, fazer ela minha", eu disse. "É sua", disse mamãe, "sempre foi sua". "Sou maior que papai?" Eu perguntei. "Sim", disse mamãe, "você tá partindo a mamãe ao meio". "Sou melhor que papai?" Eu perguntei. Agarrei os quadris da mamãe. Praticamente jogando ela pra cima e pra baixo no meu pau duro. "Sim", disse mamãe. Saiu como um sussurro. "Diz", eu disse, "grita". "Meu filho tá me fodendo! Tô dando pro meu bebê e é a melhor coisa que já tive. Ele é dono dessa buceta. É dele. Eu sou dele. Ah, PORRA!" De repente, o alarme do celular da mamãe tocou. "É hora de buscar seu pai", disse mamãe, e caiu na risada. "Não podemos nos atrasar", eu disse. "Não. Tem que ser. Na. Hora. Certa", disse mamãe. Ela se empurrou pra baixo no meu pau. As paradas dela balançaram lindo. Peguei o celular da mamãe e desliguei o alarme. Depois derrubei a mamãe. Me enfiei nela. Cara a cara. Pau na buceta. Mamãe envolveu os braços nas minhas costas. Apertou as pernas em volta da minha cintura. "Isso. É. Meu.", eu disse, pontuando cada estocada. Com uma palavra. "Sim", disse a mamãe, me pega. Sou sua". "Quem te fode melhor?" Eu perguntei. "Você", disse a mamãe. "Quem?" "Meu filho", disse a mamãe. "Você vai deixar o papai te comer de novo?" "Não", disse a mamãe, "Essa buceta é sua". Estiquei a mão e apertei os peitos dela. "Você vai deixar ele tocar nisso de novo?" "Nunca", disse a mamãe. A gente tava tão perto. Dava pra ver cada sardazinha no rosto da mamãe. Finalmente, não aguentei mais. Pressionei meus lábios nos da mamãe. Faminto e apaixonado. Línguas se enrolando. Era a primeira vez que a gente se beijava assim. A gente se beijou como se fosse a última vez. Como se a gente fosse morrer se separasse. "Te amo, mamãe", falei. "Eu também te amo." "Quero fazer você gozar", falei, com um sorrisinho safado nos lábios. "Você já fez", disse a mamãe, "você já fez". "Quero ver de novo". "Ah, que menino bom. O cavalheiro da mamãe. Quer me ver gozar de novo, bebê? Quer fazer a mamãe gozar gostoso no seu pau?" "Por favor", falei, "Por favor, mamãe. Goza pra mim. Quero ver". Os olhos da mamãe reviraram, como se fosse um sinal. As mãos dela apertaram minha bunda. Me segurando parado. "Aiiii... PORRA! Ah, isso é bom pra caralho". A mamãe foi incrível. Mas eu já tinha gozado tanto que sentia que podia foder pra sempre. Como se nunca fosse soltar a mamãe. Eu não queria. A gente continuou conversando. Brincadeiras e provocações. Jogando todos os jogos que a gente conhecia pra tirar um do outro. Como se semanas de sons e palavras presas agora derramassem tudo de uma vez. "Ah! Uhn. Você é tão bom. Me fode. Ah, adoro esse pauzão dentro de mim", disse a mamãe. Mergulhei pra lamber os peitos da mamãe. Chupei o mamilo dela. "Isso aí", disse a mamãe, "Menino bom. Se alimenta da sua mamãe. Você gosta deles? Meus peitos? São só seus". "Incrível", falei. "Você vai mamar? Que nem um menino bom?" "Sim, mamãe", falei. A mamãe ficou deitada embaixo de mim, sem forças. Como se eu tivesse fodido a vida dela. Maquiagem escorrendo pelo rosto. Notei manchas vermelhas por todo o corpo dela onde eu tinha beijado e mordido. Agora eu realmente a possuía. Ela teria que usar um traje espacial completo se não quisesse que o pai soubesse o que ela tinha feito. Ia ter que se esconder dele por meses. E eu sabia que, assim que as marcas sumissem, eu faria mais. Vi agora, como uma trilha clara no meio de uma floresta densa. O que parecia tortuoso na hora era na verdade um caminho longo e reto. "Você gozou quando eu te toquei?" Eu perguntei. "Sim", disse a mamãe. "Quando eu chupei sua bucetinha doce?" "Muito", disse a mamãe. "Você se molhou toda", eu falei. "Eu sei", disse a mamãe, "fiquei tão envergonhada". "Porque você sabia, então, que eu era seu dono. Que seu filho controlava seu corpo". "Sim", disse a mamãe. "Quando eu te comi pela primeira vez? Você gozou?" "Aham." "Mesmo sendo uma mulher casada. Pertencendo a outro homem. Você deixou seu filho te comer e gozou". "Feito uma puta", disse a mamãe. "Sua puta." "Sua buceta implorou pelo meu pau", eu falei. Mamãe balançou a cabeça. "Quando eu te comi por trás. Na pia." "Eu gozei tão forte", disse a mamãe, "gozei tanto. Você me deu múltiplos. Não achava que fosse real. Você me fez gozar umas cinco vezes seguidas, bebê. Você fez isso. Meu filho perfeito." "Você queria", eu falei. "Mais que tudo. Mas..." "Mas o quê?" Perguntei, minha enfiada hesitando por um momento. "Eu queria mais", disse a mamãe, "queria seu leite. Seu esperma. Queria ele dentro de mim." "Você queria que eu te engravidasse?" "Eu queria sua semente dentro de mim. Preciso dela. Não me importa o que significa, mas tenho que ter. Muito. Uhn. Oh! Ohhhhhhhh." Só as palavras fizeram a mamãe gozar de novo. Ela tremeu debaixo de mim, como se estivesse se agarrando à vida. Eu não parei. Comi ela com mais força. Bombeei através do orgasmo dela e a mandei cair em outro. "Oh. Muito. Bom", disse a mamãe, "Uhn. Oh. Porra. Deus. Eu quero. Quero seu leite. Quero a semente do meu filho. Dentro de mim. Faz. Faz a mamãe gozar, bebê. Faz outro bebê. em mim." "Vou te engravidar", eu disse. "Tô ovulando", falou mamãe, "provavelmente já conseguiu". "Vamos ter certeza", eu disse, "você vai me comer a cada minuto até sua barriga crescer. Até meu irmão crescer dentro de você. Você vai ter um bebê com seu bebê". "Filho do seu filho". "Por favor", disse mamãe, "é seu útero. Você veio de lá. Reivindica ele". "O que você ama mais que tudo no mundo?" eu perguntei. "Meu filho", disse mamãe. Ela me beijou com força, mas eu me afastei. "Não", eu disse, "mais que isso". Mamãe sorriu. "Seu sêmen", ela disse, "amo seu sêmen". "Você não tá segura, mamãe", eu disse, "sua buceta não tá protegida. Vou colocar meu esperma em você e fazer um bebê incestuoso. Todo mundo vai saber". "Não ligo." "Me fala", eu disse, "me implora". "Eu quero. Quero sua semente. Coloca dentro de mim. Por favor". Meti uma última vez, o mais fundo que pude dentro da minha mãe. O prazer subiu pelo meu pau. "Isso!" nós dois gritamos quando inseminei minha própria mãe pela segunda vez. Enchi ela tanto que vazou pelos lados. Meu êxtase também me dominou. Sobrecarregou cada terminação nervosa. Explodiu por cada célula. Até meu corpo desligar e eu desabei, sem palavras, no abraço quente da minha mãe. Mamãe me apertou forte. Beijou minha testa e bochechas. "Ah, você conseguiu", disse mamãe, "me fez mamãe de novo. Que menino bom, você gozou pra mim tão bem". Ficamos lá, nos abraçando feito amantes. Porque era isso que éramos. Chegamos duas horas atrasados pra buscar o papai. Nos preparamos pra isso assim que o vimos, mas ele tava cansado demais pra gritar. Ele só olhou pra gente. Quando viu que a gente tava ignorando, começou a resmungar sozinho. Quando também não demos atenção pra isso, ele ficou olhando. Distante. Fizemos ele sentar no banco de trás. Eu dirigi e mamãe sentou do meu lado. A estrada tava vazia e escura. Tudo tava se abrindo de novo, mas as estradas ainda pareciam abandonadas. Olhei pra mamãe e trocamos um sorriso. O mundo era nosso pra Pegar. ******************** Nós sentamos no quintal, o sol batendo nas nossas costas. Os dois sem camisa, mamãe com o sutiã esportivo dela enquanto eu tava pelado. O calor era demais pra gente, mas a gente ficou lá fora. Mamãe segurou meu pé na mão dela. Com cuidado, como se um movimento errado fosse estragar tudo, pintou minhas unhas do pé de um rosa brilhante e feminino. "Tô te marcando", explicou, "pra todas aquelas vadiazinhas da escola saberem que você é meu". "É mais provável que os caras do hóquei vejam", falei. "Eles também precisam saber", disse mamãe. Eu ia voltar pra escola em algumas semanas. Não sabia por quanto tempo a escola ia ficar aberta dessa vez. O boato era que, se as coisas precisassem fechar de novo, iam nos manter nos dormitórios pra não espalharmos o vírus. "Nunca saí com um atleta antes", disse mamãe. "Mãe..." Mamãe me calou com o dedo. "Sempre fui quieta na escola. Os atletas eram todos tão confiantes e metidos. Achava que eram uns idiotas. Os caras do teatro, porém, eram seguros. Gentis. Como eu, eram os esquisitos que não se encaixavam em lugar nenhum. Criativos e, ah, tão legais". Mamãe soltou meu pé, mas continuou falando enquanto fechava o vidrinho de esmalte. "Seu pai e eu já tínhamos feito peças de teatro antes na faculdade. Pertencíamos ao mesmo grupinho. Eu não tinha namorado. Saía com essa outra garota de vez em quando. Cindy. Estávamos numa fase meio fora. Seu pai e eu começamos a brincar atrás do palco entre os ensaios. Nada sério". "Você já me contou essa parte antes", falei. "Era a noite do grande espetáculo. Seu pai e eu estávamos atrás do palco. Já tínhamos terminado nossas cenas. Não restava nada além da chamada do pano. Seu pai começou, hum, a brincar comigo. Sabe, lá atrás". "Eu sei", falei. "Ele tirou minha calça. A gente tava se esfregando. Escorregou. Foi assim que perdi a virgindade. Uma plateia inteira de pessoal, meus amigos da escola, meus professores, estavam a poucos metros do outro lado da cortina. Minha mente ficou em branco. Tudo que eu conseguia pensar era em como queria sentir ele. Dentro de mim. Agarrei os quadris do seu pai. Não ia deixar ele ir". "Tem uma parte disso que é meio sexy", eu falei. "Eu nem gozei", disse a mãe, "Dois meses depois, nós dois sabíamos. Meus pais, especialmente meu pai, deixaram claro. Eu tinha que ficar com o bebê, mas podia abandonar meus sonhos". "Desculpa, mãe, isso é horrível". "É o que é. Casei com seu pai. Lutamos para te criar. Em algum momento, todo meu mundo virou meu filho. Meu pequenininho. Eu não tinha vida além de você. Acho que seu pai ficou incomodado com isso". Quando você começou a namorar ele no colégio, fiquei feliz. Não porque significava mais tempo com você. Só porque sabia que ia me machucar". Levantei pra abraçar a mãe. Não consegui evitar. Ela parecia tão vulnerável naquele momento. Ela deixou eu envolver meus braços nela. A gente se apertou junto na cadeira de plástico. As bochechas da mãe estavam molhadas. "Seu pai e eu, com o tempo, nossos sentimentos se apagaram. Agora só tem rancor. Aí você foi embora e eu realmente não tinha nada. Construí minha existência inteira em ser mãe. Mas o que acontece quando você vai embora?" "Você podia ser mãe de novo", eu falei. "Era o que eu queria", disse a mãe, "Por isso que seu pai e eu estávamos tentando. Mas o coração dele não tava nisso. Acho que seu pai foi embora há muito tempo. O corpo ficou, mas o resto se foi". "Você é nova", eu falei, "tem muita vida pela frente. Sua vida. Nem a minha, nem a do pai, nem de ninguém". A mãe sorriu fraco e beijou minha bochecha. "Você realmente acredita nisso, né?" "Você pode ter o que quiser", eu falei. A mãe riu. Aí ela viu o olhar nos meus olhos e assentiu. Séria. "Qualquer coisa?" ela perguntou. ***********

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6 comentários - Debaixo do cobertor com a mamãe #5 (final)

Buena historia no me gusta en ntr pero creo que estabien me siento mal por el papa pero por todo lo demas hiciste una historia buena
Épica situación y desenlace aunque sugeriría la continuarás
Se merece más jeje
Gran trabajo de cualquier forma
Mostrooooo seguirá sin perder la línea pero sería si a cada relación le agregaras poquito suciedad pija concha orto