Parte 1: https://m.poringa.net/posts/relatos/4580017/Baixo-o-cobertor-com-a-mama-1.html Parte 2: https://m.poringa.net/posts/relatos/4581372/Baixo-o-cobertor-com-a-mama-2.html Parte 3: https://m.poringa.net/posts/relatos/4583034/Baixo-o-cobertor-com-a-mama-3.html ******************** "Não sou como sua ex", disse a mamãe, "aquela tal de Kathy". —Cassie —falei—. "Tanto faz. Sou diferente", disse a mamãe. A gente tava sentado no quintal dos fundos. A primavera tava dando lugar ao verão devagar. O calor já tava ficando sufocante. Tirei a camisa. Mamãe tava de regata e shortinho. O pé dela descansou na minha virilha. Eu alternava entre me esfregar disfarçadamente nele e pintar os dedos dos pés dela de um vermelho brilhante igual caminhão de bombeiro. Foi o dia depois da nossa escapada de esfrega seca. Mamãe não falou nada sobre a noite anterior. Ficou estranhamente quieta a maior parte do dia. Mas também tinha me dado um tapão na bunda quando a gente tava se alongando pra correr, e umas vezes, peguei ela fazendo algo bem parecido com se arrumar quando olhei pra ela. "Sei que você não é igual a Cassie, mãe", falei numa boa. Achei que ela queria dizer que não era uma garota de faculdade; alguma menina com quem eu pudesse brincar com as emoções. Uma mina pra fazer marquinha no poste da minha cama. Ela era uma mulher, minha mãe, e eu tinha que tratar ela diferente do que trataria uma guria que eu tava comendo. O que, claro, nunca tinha visto a mamãe desse jeito, de qualquer forma. Sabia que ela era diferente, então provavelmente não conseguia controlar minha atração por ela. Mas não era nada disso que ela queria dizer. "O que quero dizer é que não tenho nada daquilo que ela tinha, como você chamou? Penduricalhos", disse a mamãe, "mais ou menos o contrário, na real". Ela tava tentando fazer isso soar como uma conversa besta, mas tinha um peso nas palavras dela. Além disso, ela não tinha tirado os olhos do meu peito desde que tirei a camisa. Tá ligado no que eu tô falando?" perguntou a mãe. Dava pra ver a confusão nos meus olhos. Ela enterrou o rosto nas mãos. Olhou pro chão. "Porra", disse a mãe, pronunciando a palavra como se fosse um feitiço. Como se uma única sílaba pudesse partir o mundo ao meio. "Eu gosto. Pra caralho. Mais do que deveria. Óbvio." Ela fez um gesto pra mim. Olhou pra cima, respirou fundo, como quem se purifica. Mas ainda assim, ela olhava além de mim. "Tem algo mágico nisso", disse a mãe, as palavras saindo dela como uma confissão louca. O jeito que você tem que se esforçar pra conseguir. Implorando, suplicando. E aí jorra. Explode. Ela deu um pequeno arrepio. "Eu amo. Nossa, até o cheiro, o gosto na ponta da minha língua. Aquele formigamento no fundo da garganta..." A mãe respirou fundo. Os olhos dela vagaram, como se acordasse de um transe. "Ah", eu disse. Não sabia bem como responder. Nunca tinha pensado por esse lado. Mas pelo jeito que a mãe falava, eu tava completamente excitado. "Seu, hum, seu pai não sabe", disse a mãe, mordendo o polegar. "Nunca contei pra ele. Como eu me sinto. Agradeceria se você não dissesse nada." Será que isso era realmente uma preocupação? Não conseguia imaginar nenhuma conversa com meu pai que chegasse perto desse assunto. "Ei, pai, sabia que a mãe tem esse fetiche enorme por porra, né? Bom, tava pensando..." "Então, de qualquer forma, cê consegue ver por que o que a gente tem feito", disse a mãe, "Me desculpa. O que a gente pode ou não pode estar fazendo. Cê consegue ver por que isso é tão perigoso. Pra mim. Pra nós." A voz dela ficou muito baixa. "Tenho medo de perder o controle." "A gente não tá fazendo nada de errado", eu disse. A mãe olhou na minha direção. Ok, ela me pegou. "Não vou deixar ir longe demais. Quer dizer, eu tenho camisinhas." Até pra mim soou fraco. A mãe levantou da cadeira. Pegou as coisas dela. "A gente devia parar?" Perguntei, protegendo os olhos. pra olhar ela. "Parar o quê?" Mamãe respondeu, e depois entrou em casa. ******************* Eu tinha certeza que era isso, mas mamãe me disse durante o jantar que estava morrendo de vontade de ver TV naquela noite. "Mas acho que podemos voltar pro quarto", ela disse, "já que o sofá tá cheio das suas coisas". Minha mente voltou pra minha mãe em pé, coberta com minhas coisas, e eu travei. Era assim que minha mente funcionava agora. Tudo era sujo. Eu concordei com a mamãe, claro. Ela poderia ter sugerido que a gente dormisse em cima de lâminas de barbear afiadas e eu teria dito 'sim' na hora. Então, depois que terminamos de comer e lavar a louça, nossa rotina de sempre, deixei a mamãe pegar minha mão e me guiar de volta pela porta do quarto dela. Pra aquele lugar que ainda, pra mim, parecia proibido. De maridos e esposas, não de mães e filhos. Talvez por isso ela queria a gente lá. Mudava a dinâmica. Trouxe meu iPad e coloquei na cama. Mamãe se enfiou debaixo dos lençóis de lado. Eu fiz o mesmo no meu lado. Aí o programa começou. Tinha uma série sobre assaltos no iPad. A gente tinha visto quase todos os episódios, o que é engraçado porque na verdade não tínhamos visto nenhum. Assim que começou, mamãe levantou os quadris e eu soube que ela estava tirando a calça jeans. Teve um barulho baixo quando ela deixou cair do lado da cama dela. Decidi fazer o mesmo. Alcancei meu short e, no último segundo, decidi tirar a cueca também. Um momento depois, minha decisão foi recompensada quando mamãe se aproximou e agarrou meu pau pelado. "Alguém tá se sentindo agressivo hoje", sussurrou mamãe. Eu me estiquei pra encontrar a buceta da mamãe igualmente descoberta. "Se vai ser tão arriscado assim", disse mamãe, "provavelmente eu deveria estar usando algum tipo de proteção". Pra nada dar errado." Ela me olhou, com um significado. Por um momento, eu congelei. Percebi. Tirei minha mão da buceta dela. Eu tinha planejado tudo na noite anterior, mas por algum motivo não tinha me Aconteceu que as coisas iam continuar hoje. Bem pelo contrário, na verdade. Então agora me vi sem estoque. "Volto já", falei, e saí de debaixo do edredom. Nem me passou pela cabeça que eu estava pelado. Que a mamãe estava vendo meu corpo nu da cintura pra baixo. Meu pau pra fora. Mamãe ofegou. Os olhos dela se fixaram direto no meu membro. Mamãe já tinha me tocado ali inúmeras vezes agora. Mas ela só tinha visto meu pau na noite em que me chupou. E mesmo assim, estava debaixo dos lençóis e no escuro. Pelo jeito que ela olhava agora, as pupilas enormes, os lábios pequenos, percebi que não era só um olhar casual. "Desculpa", falei pra ela. Me abaixei pra pegar minha cueca e rapidamente a vesti. Isso estava ficando mais desastroso a cada minuto. Saí rápido do quarto da mamãe e corri pro meu. Tinha os cinco preservativos me esperando na gaveta do meu criado-mudo. Peguei um aleatório, abri a embalagem e deslizei sobre meu pau ainda duro. Praticamente pulei de volta na cama com a mamãe, rasgando os lençóis sobre mim e tirando a cueca. Mamãe riu do meu entusiasmo. "Tô realmente metido nessa parada", falei pra ela. Esperava que mamãe risse de mim, mas em vez disso ela tocou meu braço de um jeito significativo. "Eu também", disse ela. Mamãe se aninhou ao meu lado, descansando a cabeça no meu ombro. Mão no meu peito. A perna dela deslizou até descansar na minha coxa; dava pra sentir que ela estava pelada, por baixo. Mamãe se enrolou em mim como se fosse um coala e eu um eucalipto. Ela esfregou o nariz no meu pescoço. "Isso tá de boa, né?" Mamãe perguntou, num tom baixo. "São só abraços", falei, "mães e filhos se abraçam". "Certo", disse mamãe. Ela deslizou a mão pelo meu peito e pra baixo dos lençóis. Ela apertou meu pau. Mães e filhos definitivamente não faziam isso. Ou, pelo menos, não era pra fazerem. Me estiquei, me preparando pro nosso festival de carícias de sempre. Mas assim que mamãe Ela sentiu que eu estava usando a camisinha, soltou meu pau. Ela se aninhou mais perto. Dava pra sentir o calor da buceta dela na minha coxa. Os peitos dela cobertos pela camisa no meu braço. Por um momento, me perguntei se teria algum jeito de convencê-la a tirar a blusa também. Mamãe mexeu o corpo de novo, virando até ficar bem em cima de mim. A cabeça dela agora descansava no meu peito. Os braços dela me envolveram num abraço. Buceta, porra, a buceta dela estava exatamente no lugar certo. Bem em cima do meu pau. Mamãe colocou as mãos no meu peito. Os olhos dela encontraram os meus. Nossos sexos se esfregavam um no outro. "Eu gosto. De ficar aninhada. Assim", disse mamãe. Cada respiração curta. Cada palavra um pequeno gemido. Já dava pra sentir o corpo dela tremendo. Percebi que ela tinha colocado meu pau bem no clitóris dela. Ela mexeu os quadris pra frente e pra trás. Trabalhando em busca do prazer dela. O fato de que também era gostoso pra mim era incidental. Ver mamãe assim, o suor escorrendo pelo pescoço dela, os olhos fixos na concentração, o rosto dela tão perto que dava pra sentir a respiração na minha bochecha, foi incrível. A coisa mais gostosa que eu já tinha visto até agora. Cada sardazinha. A contração do lábio dela. A força motriz do corpo dela sobre o meu. Melhor ainda, no entanto, era o contraste de como ela agia e como ela parecia. Cavalgando pra cima e pra baixo em mim, frenética, selvagem. Mas ela fazia o melhor que podia pra manter a expressão impassível. Os sons dela engolidos. Eu tive que fazer o mesmo. Deslizei minha mão pelas costas nuas dela e apertei a bunda dela. Tentei mexer meus quadris junto com os dela. Mas não conseguia dizer uma palavra. Mantive minha boca fechada. Meus olhos distantes. Tudo que eu queria era gritar. Dava pra sentir o calor da buceta da mamãe no meu pau coberto pela camisinha. Dava pra sentir ela escorrendo no látex. O aspecto físico de tudo que estávamos fazendo já era intenso demais. O fato de que estava excitando nós dois, era quase a parte menos importante. Mamãe começou a tremer. O corpo dela tremia. Movimentos erráticos. Ela ofegou, depois virou a cabeça pro outro lado, mordendo o lábio. Agarrei a bunda da mamãe com as duas mãos e comecei a deslizar pra cima e pra baixo. Quando o orgasmo da mamãe tomou conta dela, o meu saiu correndo do meu pau. Enchi a camisinha. Minha mãe sentiu a mesma energia proibida. Nós dois tão perto de estarmos conectados. "Eu, hum, preciso usar o banheiro," falei o mais casualmente que pude quando nós dois descemos. Mamãe estava deitada em cima de mim, ofegando. Escorregadia de suor. Ela olhou na minha direção e assentiu. Me soltei debaixo dela e fui pro banheiro principal. Mamãe podia ver minha bunda nua enquanto eu andava, mas já não me importava mais. Tirei a camisinha e joguei no vaso. Era isso. Isso era o mais longe que podíamos chegar agora. Já era mais do que eu jamais tinha sonhado. Me virei e vi mamãe me olhando. Não. Ainda não tinha acabado. Saí do banheiro, meu pau murcho já começando a encher de sangue. Fui pro meu quarto, peguei outra camisinha na minha mesinha de cabeceira e voltei pra cama da mamãe. Mamãe ainda estava deitada na cama. Como se eu tivesse matado ela ali. Ela me deu um sorriso fraco quando me viu voltar pro quarto. Acho que ela não percebeu que eu estava armado pra um segundo ataque. Abri as cobertas. Por um momento, pude ver a buceta da mamãe. Os lábios dela estavam inchados e rosa escuro de tanta estimulação. Subi na cama e me cobri com os lençóis como um vampiro escondido atrás da capa. Virei a mamãe. Montei nela como se agora fosse uma árvore. "Querido?" perguntou mamãe. "Só abraços", falei. Me abaixei e centrei meu pau na entrada da mamãe. Depois me enfiei. Nós dois gememos. Eu estava no lugar perfeito. Bem, quase. Mais uma vez, me esfreguei contra minha mãe. Dessa vez, eu era o agressor. Em algum momento, nós dois desistimos de esconder. Não falamos Nada. Só a gente se olhando nos olhos. Um reconhecimento tácito do que a gente tava fazendo. Deslizei meu pau de um lado pro outro sobre a boceta quente da mamãe. A cabeça do meu pau apareceu no canal dela por um momento, depois escorregou pra fora. Mamãe grunhiu. Ela procurou meus olhos. Esperei ela falar. Se ela me mandasse parar, eu pararia. Disse pra mim mesmo que pararia. Mas falar seria cruzar a linha. Eu também tava contando com isso. Ainda estávamos debaixo dos lençóis, fingindo que isso fazia diferença. Minha cabeça de pau roçou a entrada da mamãe de novo. Dessa vez, senti ela mexer os quadris de leve, como se tentasse me prender ali. Mas meu pau escorregou pra fora de novo, batendo no clitóris pequenininho dela no lugar. Mamãe levantou os joelhos. Ela inclinou a bunda. Dessa vez, quando deslizei meu pau pra cima, caí bem dentro da boceta dela. SIM! Pode ser que eu tenha gritado bem alto. Meu pau deslizou até a metade da boceta da mamãe. Recuei, depois terminei de preencher ela por completo. Agora a gente tava completa, verdadeiramente, conectados. Meu pau no lugar de onde eu vim. Enterrado na boceta da minha própria mãe. Fiquei parado ali. Abrumado demais pelo que tinha conseguido pra continuar. Eu tava dentro da mamãe. Porra. Mesmo com a camisinha, foi a melhor sensação que já senti. Esperava que mamãe dissesse alguma coisa. Me xingasse por ter ido tão longe. Em vez disso, ela se deitou pra trás. O peito dela subindo e descendo rápido. As paredes da boceta apertando em volta do meu pau coberto de látex. Percebi que se esperasse muito mais, podia perder a chance. Comecei a bombar ela. Era isso. Eu tava transando com a minha mãe. Ela se aproximou e colocou a mão na minha bochecha. Foi o gesto mais aberto dela até agora. A cama balançou. Nossos corpos soltaram sons rudes de esmagamento. Mergulhei na boceta da mamãe. Ela levantou os joelhos e inclinou a bunda. Segurei os quadris dela. A gente se movia como se tivéssemos sido feitos pra isso. Mãe e filho. Dois amantes. A buceta da mamãe estava bem apertada. Melhor ainda, ela se mexeu e apertou de um jeito que eu nunca tinha sentido antes. Tava com uma mulher de verdade. Mamãe era uma mestra. Mesmo enquanto eu tava fodendo ela, ela me guiou até o final. "Mamãe", eu falei. Não consegui evitar. Tava chegando lá, e a palavra escapou. Minha mãe assentiu. O olhar no rosto dela era quase sério demais. Minha gozada engasgou. Me enterrei o mais fundo que pude. Aí soltei uma enxurrada de porra. De novo, afundou no reservatório da camisinha. Gemi enquanto me esvaziava. Meus quadris ainda tentavam, em vão, empurrar mais fundo. Mamãe acariciou minha cabeça quando eu gozei. Fez um barulhinho de arrulho, mas percebi que ela não tinha gozado. Fiquei decepcionado comigo mesmo por não ter feito ela gozar. Preocupado de ter gozado cedo demais. Desperdiçando minha única chance. Finalmente, terminei de gozar e me separei da minha mãe. Caí de costas. Agora eu era o que tava ofegante, deitado na cama. Os olhos fixos no teto, que tava surpreendentemente interessante. "Bom, isso foi legal", disse mamãe, "com certeza assistiria esse episódio de novo". Olhei pra ela e trocamos um sorriso tímido. ******************* Acordei na cama da mamãe e do papai de novo. Mamãe já tinha levantado. Ouvi ela cantarolando lá embaixo. Levantei da cama, minhas pernas tão fracas que parecia que já tinha feito meu exercício matinal. Me forcei a me arrumar, mesmo assim. Não sei por que esperava que o dia fosse diferente. Acho que pensei que o sexo era grande demais pra ser ignorado. Mas mamãe e eu fomos correr, nos revezamos tomando banho em banheiros separados e passamos o resto do dia como se nada tivesse acontecido. Naquela noite jantamos juntos, depois mamãe subiu antes de lavarmos a louça. Vou ser sincero, tava nervoso pra aquela noite. Não sabia o que ia rolar. O que mamãe ia me deixar fazer. Tinha mais três camisinhas e Eu tinha absoluta certeza de que queria usar eles. Além disso, sabia que precisava fazer a mamãe gozar dessa vez. Tava decidido. Se ela me deixasse. Mamãe desceu as escadas com aquela camiseta verde comprida de dormir e alguma coisa tomou conta de mim. Como se um interruptor tivesse sido ligado. Ela foi pra cozinha. Subi correndo pro meu quarto. Desci as escadas de novo no automático. Não sei o que tinha naquela camisa. Mas alguma coisa nela me mantinha preso. Entrei na cozinha. Mamãe tava debruçada sobre a pia. "Demorou hein", disse mamãe. Não respondi, fiquei atrás da minha mãe. Alcancei a barra daquela camisa verde-limão. Puxei pra cima, passando pelos quadris dela. E desnudei aquela bunda incrível. Mamãe não tava usando nada por baixo. Vi a pele pálida da bunda redonda dela. Os lábios grossos da buceta dela. Afastei as coxas da mamãe. "Porra!" ela disse. Antes que ela pudesse falar mais alguma coisa, deslizei meu pau coberto de camisinha dentro da buceta da minha mãe. A segunda vez que estive dentro da mamãe foi muito diferente da primeira. Ela não tava lubrificada e eu mal conseguia enfiar a cabeça do meu pau. Recuei e empurrei de novo. Morrendo de vontade de estar de volta dentro da minha mãe. "Querido, acho que isso não é..." "Olha pra frente", eu disse. Na metade do caminho agora. Dava pra sentir a buceta da mamãe lubrificando, se abrindo, pra convidar meu invasor estrangeiro. Totalmente enterrado na minha mãe de novo. Ai, Deus. Minhas bolas descansaram contra o clitóris da mamãe. Meu pau completamente enfiado, até o colo do útero dela. Mamãe ficou parada. Cabeça baixa. Aquela maldita camisa verde caía sobre a bunda dela de novo. Nos dando a menor cobertura possível pros dois. Sabia que devia ir devagar. Saborear. Não consegui me controlar. Meti dentro com a minha mãe inclinada na minha frente. Sons molhados e cheiros que embriagavam. Bati na minha mãe por trás. Comi ela o mais forte que pude. Batidas rítmicas batiam na água que ainda corria. "Só... lavando... a louça..." ela disse. mamãe, tentando manter a fantasia de que nada estava acontecendo. Eu puxei a camisola dela levemente pra cima. Dava pra ver a bunda apertada da mamãe piscando pra mim enquanto ela empurrava. Bati a palma da mão na bunda dela. "Ahh!" mamãe disse, e eu percebi que foi mais pelo susto do que por prazer. Ela começou a olhar pra trás, mas parou. Me contentei em agarrar as nádegas dela enquanto me aprofundava nela. A buceta dela já estava escorrendo. Senti o líquido cobrindo minhas bolas enquanto elas batiam de um lado pro outro. Mamãe fazia o possível pra ficar quieta, mas dava pra ouvir os gemidinhos dela a cada estocada. Senti um formigamento na base do meu pau. Olhei pra baixo e vi que mamãe tinha uma das mãos entre as pernas. Se esfregando enquanto eu metia sem parar. Agora nós dois estávamos grunhindo. Um crescendo compartilhado, mãe e filho. O véu entre o que a gente fazia e o que a gente admitia ter feito era tão fino que dava pra rasgar com um cotonete. Inacreditavelmente, mamãe gozou primeiro. Ela esticou a mão pra trás e me segurou imóvel. Me manteve enterrado o mais fundo que podia enquanto gozava. A buceta dela apertou. As pernas tremiam. A cabeça dela pendia inerte sobre a pia. O aperto dela na minha perna afrouxou, e eu pensei que tinha acabado. Recuei e empurrei de novo. Mamãe soltou um gemido agudo enquanto caía de um orgasmo pro outro. Não aguentei mais. Sabia que tava a talvez três estocadas de distância. Gemi quando o êxtase tomou conta de mim. Um jorro enorme. Depois outro. Enchendo a camisinha. Me esvaziando. Mamãe se virou debaixo de mim. Nós dois entrelaçados sob o feitiço que tínhamos criado juntos. Naquele momento, eu soube que mamãe era realmente minha. Recuei. Mamãe ficou inclinada sobre a pia. Depois, como se nada tivesse acontecido, voltou a lavar a louça, cantarolando desafinado. A camisola verde comprida batia no meio da coxa dela. Meu pau ainda pendurado pra fora do shorts. A camisinha usada, coberta com os fluidos da mamãe e cheio do meu gozo, tava frio e viscoso no meu pau. Tirei ele com cuidado e joguei no lixo. Aí me escondi. Mamãe se virou quando me ouviu fechar o zíper. "Vai ajudar aqui ou o quê?" ela perguntou. Um sorrisinho safado brincou nos lábios dela. Deslizei pro lado dela e peguei a toalha. Ela me passou um prato e eu esfreguei pra secar. "Desculpa, me distraí por um minuto", falei, como se aquilo fizesse algum sentido. "Sabe, não lembro da última vez que curti tanto lavar a louça", disse mamãe, virando a cabeça pra me olhar. "Faz tempo?" perguntei, sem conseguir controlar o sorriso arrogante que tomou conta do meu rosto. "Muito", disse mamãe. Ela me devolveu o sorriso. ****
Pela primeira vez em mais de um mês, a gente pulou nossa noite habitual de TV. Os dois sabíamos o porquê. Não foi um fim. Foi um começo. E os dois queríamos estar preparados pra isso. Na manhã seguinte, acordei na minha própria cama e me senti estranho. Tava tão acostumado a apagar em outros lugares. Me vesti e encontrei a mamãe me esperando na cozinha. Já se alongando. Ela tava usando um shorts bem curto e um sutiã esportivo preto. O umbiguinho dela brilhou quando ela se inclinou pro lado. "Tá um calorão lá fora", disse a mamãe. Tirei a camisa. Mamãe nem se deu ao trabalho de esconder o olhar de boca aberta. Ela estendeu a mão pra tocar meu peito, e eu deixei. Passou os dedos sobre meus peitorais nus e minha barriga. "Já te falei como você tá gostoso?" Mamãe perguntou: "Você é incrível." "Você também", eu disse, e arrisquei tocar a barriga nua da mamãe. Ela tremeu, mas não disse nada. "A gente tem que se mexer", disse a mamãe, "antes que as coisas fiquem quentes demais pra correr." A gente começou bem. Meu corpo tava perfeitamente sincronizado, tipo uma máquina. Apesar da minha velocidade, a mamãe ficou bem atrás de mim. Percebi como ela tava gostosa. Ela me pegou olhando e sorriu. "Olhos na sua pista, senhor", ela gritou pra mim. "Você só fica aí atrás pra olhar minha bunda", eu falei. Tava brincando, mas aí a mamãe ficou vermelha e eu percebi que tava certo. Mamãe acelerou e correu do meu lado. "A vista também é bem boa daqui", ela disse, olhando pro meu peito nu. Eu fiz o mesmo de propósito. Os peitos dela estavam apertados na alça, não dava pra ver nada, mas mesmo assim. "Cuidado pra não tropeçar dessa vez", eu falei pra mamãe, que tava estudando meu torso como se fosse uma prova. Dessa vez, ela ficou tão vermelha que pensei que fosse desmaiar. A gente fez oito milhas completas. O máximo que qualquer um de nós já tinha feito. Me senti leve, como se pudesse ter ido mais oito se quisesse. Chegamos em casa risonha. Ela caiu no jardim da frente e rolou na grama. Rindo sob o céu azul sem nuvens. Me inclinei, virei e agarrei a mamãe pelos ombros. Os olhos dela encontraram os meus. A gente tava no meio do bairro. O mundo inteiro podia nos ver. Me inclinei pra frente. Os olhos da mamãe encontraram os meus. "Perdemos nossa noite de TV ontem", falei. "Tava cansada de lavar a louça", disse a mamãe. Ela me deu um sorriso safado. "Bom, acho que você me deve um tempinho de tela", falei. "É mesmo?" Os braços da mamãe estavam em volta da minha cintura. Minhas mãos estavam nos ombros dela. Fechei meus olhos. Ela se inclinou pra frente. Senti o hálito da mamãe nos meus lábios. O celular dela tocou. Tocou de novo. Ela enfiou a mão no bolso e tirou. "É seu pai", disse, mostrando a tela. Como se eu precisasse de prova. Deixei a mamãe se levantar e ela pulou de pé. "Oi, amor!" Ouvi ela dizer, enquanto a porta de tela batia atrás dela. Me deitei na grama com um suspiro forte. ******************
Pela primeira vez em mais de um mês, a gente pulou nossa noite habitual de TV. Os dois sabíamos o porquê. Não foi um fim. Foi um começo. E os dois queríamos estar preparados pra isso. Na manhã seguinte, acordei na minha própria cama e me senti estranho. Tava tão acostumado a apagar em outros lugares. Me vesti e encontrei a mamãe me esperando na cozinha. Já se alongando. Ela tava usando um shorts bem curto e um sutiã esportivo preto. O umbiguinho dela brilhou quando ela se inclinou pro lado. "Tá um calorão lá fora", disse a mamãe. Tirei a camisa. Mamãe nem se deu ao trabalho de esconder o olhar de boca aberta. Ela estendeu a mão pra tocar meu peito, e eu deixei. Passou os dedos sobre meus peitorais nus e minha barriga. "Já te falei como você tá gostoso?" Mamãe perguntou: "Você é incrível." "Você também", eu disse, e arrisquei tocar a barriga nua da mamãe. Ela tremeu, mas não disse nada. "A gente tem que se mexer", disse a mamãe, "antes que as coisas fiquem quentes demais pra correr." A gente começou bem. Meu corpo tava perfeitamente sincronizado, tipo uma máquina. Apesar da minha velocidade, a mamãe ficou bem atrás de mim. Percebi como ela tava gostosa. Ela me pegou olhando e sorriu. "Olhos na sua pista, senhor", ela gritou pra mim. "Você só fica aí atrás pra olhar minha bunda", eu falei. Tava brincando, mas aí a mamãe ficou vermelha e eu percebi que tava certo. Mamãe acelerou e correu do meu lado. "A vista também é bem boa daqui", ela disse, olhando pro meu peito nu. Eu fiz o mesmo de propósito. Os peitos dela estavam apertados na alça, não dava pra ver nada, mas mesmo assim. "Cuidado pra não tropeçar dessa vez", eu falei pra mamãe, que tava estudando meu torso como se fosse uma prova. Dessa vez, ela ficou tão vermelha que pensei que fosse desmaiar. A gente fez oito milhas completas. O máximo que qualquer um de nós já tinha feito. Me senti leve, como se pudesse ter ido mais oito se quisesse. Chegamos em casa risonha. Ela caiu no jardim da frente e rolou na grama. Rindo sob o céu azul sem nuvens. Me inclinei, virei e agarrei a mamãe pelos ombros. Os olhos dela encontraram os meus. A gente tava no meio do bairro. O mundo inteiro podia nos ver. Me inclinei pra frente. Os olhos da mamãe encontraram os meus. "Perdemos nossa noite de TV ontem", falei. "Tava cansada de lavar a louça", disse a mamãe. Ela me deu um sorriso safado. "Bom, acho que você me deve um tempinho de tela", falei. "É mesmo?" Os braços da mamãe estavam em volta da minha cintura. Minhas mãos estavam nos ombros dela. Fechei meus olhos. Ela se inclinou pra frente. Senti o hálito da mamãe nos meus lábios. O celular dela tocou. Tocou de novo. Ela enfiou a mão no bolso e tirou. "É seu pai", disse, mostrando a tela. Como se eu precisasse de prova. Deixei a mamãe se levantar e ela pulou de pé. "Oi, amor!" Ouvi ela dizer, enquanto a porta de tela batia atrás dela. Me deitei na grama com um suspiro forte. ******************
6 comentários - Bajo la manta con mamá
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