Uma tarde saímos pra fazer compras e tomar umas cervejas com uma amiga íntima, e ela viu como eu olhava pra um homem que tava numa mesa perto da gente.
“Que estranho, você olhando pra um homem. O que que houve?” — disse Cleo.
“É que não houve nada. O Juan foi se ‘afastando’ do sexo e eu… ainda tenho muita vontade de curtir.”
“E daí?”
“Nada, tudo fica só na fantasia e mais nada. Eu amo ele e sei que ele me ama.” — falei.
“Tudo bem, mas uma coisa é sexo e outra é amor. É foda quando andam juntos, mas pode rolar separado. Se você continuar assim, frustrada sexualmente, é bem capaz que o amor vá se desgastando por causa dessa frustração.”
“Pode ser.”
“Você sabe bem que eu tenho um ‘amigo’, que encontro uma ou duas vezes por semana. O Raúl tá igual ao Juan há uns dois anos, focado no trampo e sem apetite. Com meu amigo eu curto, ele me faz sentir desejada, gozada, e não entro em atrito com o Raúl por ficar pedindo sexo.”
Essa conversa ficou martelando na minha cabeça. Será que eu conseguiria ter essa linha divisória tão clara, será que teria coragem de dar o passo? Os dias passaram e uma tarde, depois de treinar na academia, fui tomar um drink sozinha num shopping. No bar, numa mesa perto, tinha um casal: ele com no máximo 35 anos, ela uns 28. O cara era realmente gostoso. Corpo bonito, olhos claros e um sorriso lindo. Fiquei olhando pra ele, mas na real tava pensando no meu dilema. Ele percebeu que eu tava olhando e devolveu o olhar com um sorriso, e continuou a conversa. Eu reagi e desviei o olhar.
Uns dias depois, saí da academia e fui pro mesmo bar, sem esperar nada, só pra tomar um suco. Já tava sentada há um tempinho quando vi ele chegar sozinho. Sentou, pediu algo, e depois de um tempo, senti que ele tava me olhando. Não consegui evitar de olhar de volta e ele me cumprimentou com um sorriso, baixando a cabeça. Sorri pra ele, e em dois minutos ele veio até minha mesa.
“Oi, sou o Luis, posso sentar com você?”
“Oi, sim, sem problema. Sou a Vani.”
Com uma conversa super leve, ficamos uns 15 minutos.
“Luis, sou uma mulher Grande e não acho que sou boba. Sei o que você procura, não esquece que outro dia você estava de mãos dadas com uma mina, e não vou cair nessa história de amiga, que vocês brigaram, repito. Não sou boba.
"E você não rodeia pra falar as coisas."
"Não. Sou casada, não pretendo me divorciar. E sou quase feliz no meu casamento."
"Mas faz um tempo que as coisas na cama não funcionam. E sim, tô com vontade de um pouco de sexo. Vamos."
Fomos pra um hotel perto, entramos no quarto, e assim que fizemos isso, ele começou a me beijar e acariciar por cima da minha roupa. Beijava muito bem. Fomos nos despindo e nos jogamos na cama, nossas mãos percorriam o corpo um do outro enquanto nos beijávamos.
"Vamos fazer um 69." Falei e subi nele.
Comecei a chupar o pau dele, de tamanho e grossura muito bons. Ele chupava minha buceta com muita ternura, me penetrava com a língua e me deixou a mil. Me deitei na cama e ele, levantando um pouco minhas pernas, me penetrou. Entrava e saía de mim com a cadência certa, enquanto apertava meus peitos e beijava meu pescoço. Comecei a ter orgasmos cada vez mais intensos. Ele me avisou que ia gozar e me perguntou onde eu queria que fizesse isso. Falei pra gozar nos meus peitos e masturbei ele até que ele esporrou nos meus seios. Alguns minutos em silêncio e fui ao banheiro.
Quando voltei pra cama, ele me perguntou se eu queria beber algo e pegamos uma garrafa de vinho do frigobar.
"Você tá bem?" ele perguntou.
"Sim, obrigada. E obrigada por me fazer sentir bem.
Um tempo depois, comecei a beijar o peito dele, fui descendo e meti o pau inteiro na boca. Aos poucos, foi ficando bem duro. Enquanto isso, eu me acariciava a buceta, que já tava toda molhada de novo. Montei nele e falei:
"Me perdoa, mas vou te 'usar'." Falei.
Comecei a me mexer devagar, alternando subidas e descidas com movimentos circulares do meu quadril. Luis acariciava minhas pernas ou, com as mãos na minha cintura, acompanhava meus movimentos. Levei as mãos aos meus peitos e os apertava, mordia meus lábios e olhava pra ele. Fiquei um tempão assim, tendo orgasmos, me recuperando e tendo novos. Ele me deixava fazer, curtia como eu o usava. Tive um orgasmo enorme e desci. Fiquei de joelhos ao lado dele e perguntei:
"Quer gozar na minha boca?"
"Sim, por favor."
"Tá bom, mas me ajuda, com cuidado, enfia um dedo na minha bunda." Falei.
Ele molhou um dedo na minha buceta e foi enfiando e tirando bem devagar. Eu, enquanto chupava e masturbava ele, me mexia pra facilitar o trabalho dele. Quando senti o dedo totalmente dentro, fiquei parada e deixei ele mexer. Conforme ele aumentava a velocidade, eu continuava masturbando e chupando ele. De repente, na velocidade, ele colocou força e me deixou ainda mais louca. Sabia que ele ia gozar e abri a boca pra receber todo o néctar dele. Quando ele gozou, o dedo dele ficou enterrado, fazendo força pra ir mais fundo. O gozo escorria da minha boca pelos meus lábios. Limpei bem o pau dele, ele tirou o dedo e eu me deitei ao lado dele.
"Valeu por me deixar te usar." Falei.
"Por favor, te garanto que foi um prazer pra mim." Ele disse, quase rindo, e eu também sorri.
"Se você fosse dar aulas pra garotas como minha amiga, te garanto que encheria de alunas e de grana." Ele disse.
"Acho que não é bem assim."
"Posso te garantir que sim."
Tomamos um banho juntos, e quando estávamos nos vestindo, ele me perguntou:
"A gente vai se ver de novo?"
"Eu vou quase toda sexta no bar tomar meu suco depois da academia, talvez a gente se veja."
"Você sabe bem o que Quero perguntar."
"E eu te respondi. Hoje não posso responder outra coisa."
Saímos do hotel, fomos até o shopping onde eu tinha o carro e nos despedimos com um beijo na bochecha.
Dirigia de volta pra casa, e devo admitir que me sentia muito bem, plena. Liguei pra Cleo e agradeci pelo conselho que ela tinha me dado.
Com Luis, a gente se viu de novo 15 dias depois, e desde então, uma vez por semana, nos encontramos até hoje. Com o Juan, as coisas continuam na mesma. A gente se ama, ele não tem a pressão de ter que fazer algo que não lhe interessa, e eu tenho minhas necessidades supridas.
“Que estranho, você olhando pra um homem. O que que houve?” — disse Cleo.
“É que não houve nada. O Juan foi se ‘afastando’ do sexo e eu… ainda tenho muita vontade de curtir.”
“E daí?”
“Nada, tudo fica só na fantasia e mais nada. Eu amo ele e sei que ele me ama.” — falei.
“Tudo bem, mas uma coisa é sexo e outra é amor. É foda quando andam juntos, mas pode rolar separado. Se você continuar assim, frustrada sexualmente, é bem capaz que o amor vá se desgastando por causa dessa frustração.”
“Pode ser.”
“Você sabe bem que eu tenho um ‘amigo’, que encontro uma ou duas vezes por semana. O Raúl tá igual ao Juan há uns dois anos, focado no trampo e sem apetite. Com meu amigo eu curto, ele me faz sentir desejada, gozada, e não entro em atrito com o Raúl por ficar pedindo sexo.”
Essa conversa ficou martelando na minha cabeça. Será que eu conseguiria ter essa linha divisória tão clara, será que teria coragem de dar o passo? Os dias passaram e uma tarde, depois de treinar na academia, fui tomar um drink sozinha num shopping. No bar, numa mesa perto, tinha um casal: ele com no máximo 35 anos, ela uns 28. O cara era realmente gostoso. Corpo bonito, olhos claros e um sorriso lindo. Fiquei olhando pra ele, mas na real tava pensando no meu dilema. Ele percebeu que eu tava olhando e devolveu o olhar com um sorriso, e continuou a conversa. Eu reagi e desviei o olhar.
Uns dias depois, saí da academia e fui pro mesmo bar, sem esperar nada, só pra tomar um suco. Já tava sentada há um tempinho quando vi ele chegar sozinho. Sentou, pediu algo, e depois de um tempo, senti que ele tava me olhando. Não consegui evitar de olhar de volta e ele me cumprimentou com um sorriso, baixando a cabeça. Sorri pra ele, e em dois minutos ele veio até minha mesa.
“Oi, sou o Luis, posso sentar com você?”
“Oi, sim, sem problema. Sou a Vani.”
Com uma conversa super leve, ficamos uns 15 minutos.
“Luis, sou uma mulher Grande e não acho que sou boba. Sei o que você procura, não esquece que outro dia você estava de mãos dadas com uma mina, e não vou cair nessa história de amiga, que vocês brigaram, repito. Não sou boba.
"E você não rodeia pra falar as coisas."
"Não. Sou casada, não pretendo me divorciar. E sou quase feliz no meu casamento."
"Mas faz um tempo que as coisas na cama não funcionam. E sim, tô com vontade de um pouco de sexo. Vamos."
Fomos pra um hotel perto, entramos no quarto, e assim que fizemos isso, ele começou a me beijar e acariciar por cima da minha roupa. Beijava muito bem. Fomos nos despindo e nos jogamos na cama, nossas mãos percorriam o corpo um do outro enquanto nos beijávamos.
"Vamos fazer um 69." Falei e subi nele.
Comecei a chupar o pau dele, de tamanho e grossura muito bons. Ele chupava minha buceta com muita ternura, me penetrava com a língua e me deixou a mil. Me deitei na cama e ele, levantando um pouco minhas pernas, me penetrou. Entrava e saía de mim com a cadência certa, enquanto apertava meus peitos e beijava meu pescoço. Comecei a ter orgasmos cada vez mais intensos. Ele me avisou que ia gozar e me perguntou onde eu queria que fizesse isso. Falei pra gozar nos meus peitos e masturbei ele até que ele esporrou nos meus seios. Alguns minutos em silêncio e fui ao banheiro.
Quando voltei pra cama, ele me perguntou se eu queria beber algo e pegamos uma garrafa de vinho do frigobar.
"Você tá bem?" ele perguntou.
"Sim, obrigada. E obrigada por me fazer sentir bem.
Um tempo depois, comecei a beijar o peito dele, fui descendo e meti o pau inteiro na boca. Aos poucos, foi ficando bem duro. Enquanto isso, eu me acariciava a buceta, que já tava toda molhada de novo. Montei nele e falei: "Me perdoa, mas vou te 'usar'." Falei.
Comecei a me mexer devagar, alternando subidas e descidas com movimentos circulares do meu quadril. Luis acariciava minhas pernas ou, com as mãos na minha cintura, acompanhava meus movimentos. Levei as mãos aos meus peitos e os apertava, mordia meus lábios e olhava pra ele. Fiquei um tempão assim, tendo orgasmos, me recuperando e tendo novos. Ele me deixava fazer, curtia como eu o usava. Tive um orgasmo enorme e desci. Fiquei de joelhos ao lado dele e perguntei:
"Quer gozar na minha boca?"
"Sim, por favor."
"Tá bom, mas me ajuda, com cuidado, enfia um dedo na minha bunda." Falei.
Ele molhou um dedo na minha buceta e foi enfiando e tirando bem devagar. Eu, enquanto chupava e masturbava ele, me mexia pra facilitar o trabalho dele. Quando senti o dedo totalmente dentro, fiquei parada e deixei ele mexer. Conforme ele aumentava a velocidade, eu continuava masturbando e chupando ele. De repente, na velocidade, ele colocou força e me deixou ainda mais louca. Sabia que ele ia gozar e abri a boca pra receber todo o néctar dele. Quando ele gozou, o dedo dele ficou enterrado, fazendo força pra ir mais fundo. O gozo escorria da minha boca pelos meus lábios. Limpei bem o pau dele, ele tirou o dedo e eu me deitei ao lado dele.
"Valeu por me deixar te usar." Falei.
"Por favor, te garanto que foi um prazer pra mim." Ele disse, quase rindo, e eu também sorri.
"Se você fosse dar aulas pra garotas como minha amiga, te garanto que encheria de alunas e de grana." Ele disse.
"Acho que não é bem assim."
"Posso te garantir que sim."
Tomamos um banho juntos, e quando estávamos nos vestindo, ele me perguntou:
"A gente vai se ver de novo?"
"Eu vou quase toda sexta no bar tomar meu suco depois da academia, talvez a gente se veja."
"Você sabe bem o que Quero perguntar."
"E eu te respondi. Hoje não posso responder outra coisa."
Saímos do hotel, fomos até o shopping onde eu tinha o carro e nos despedimos com um beijo na bochecha.
Dirigia de volta pra casa, e devo admitir que me sentia muito bem, plena. Liguei pra Cleo e agradeci pelo conselho que ela tinha me dado.
Com Luis, a gente se viu de novo 15 dias depois, e desde então, uma vez por semana, nos encontramos até hoje. Com o Juan, as coisas continuam na mesma. A gente se ama, ele não tem a pressão de ter que fazer algo que não lhe interessa, e eu tenho minhas necessidades supridas.
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