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![Aislado Entre Mujeres [18]. Aislado Entre Mujeres [18].](https://img-16.poringa.net/poringa/img/D/C/B/5/0/F/Nokomi/492.jpg)
Capítulo 18.
Castigo Merecido.
Ultimamente aconteceram um monte de coisas estranhas na minha casa, a quarentena tá afetando a gente demais e de um jeito inesperado. No topo do ranking desses rolês bizarros tá a "conversa" que tive com a minha mãe no banheiro dela, e o que eu tô vendo agora.
Cristela estava praticamente sentada na cara da irmã dela… quer dizer, da minha mãe. Ela tinha a buceta aberta e continuava se masturbando, pelo brilho nos olhos dela percebi que estava muito excitada. Mas tinha algo a mais: um sorriso cruel, tipo de vilã de cinema; daquelas que sabem que são malvadas, e adoram isso.
Estavam no meio de uma discussão e minha tia tava querendo me contar algo sobre um método que ela usava quando discutia com a irmã dela. Pelo rumo que as coisas tinham tomado, eu sabia que ia ser algo com um toque sexual. Tava morrendo de vontade de saber.
—Ei, Nahuel —disse minha tia—. Sua mãe já te contou sobre a briga que a gente teve quando ela me roubou um vestido?
—Cristela! —exclamou minha mãe—. Te peço, pelo amor de Deus, não fala sobre isso.
―Hmm… ela não me falou nada sobre nenhum vestido ― minha resposta era óbvia ―. Mas eu adoraria saber.
Eu tava com o pau durasso, o tronco inteiro pulsando e com medo de gozar a qualquer momento. Tirei a mão do meu membro e fiquei observando as tetonas da minha tia balançando no ritmo intenso da punheta dela. Era lindo ver elas pulando daquele jeito, cobertas por gotinhas de suor.
―Bom, vou te contar o que aconteceu.
— Não, Cristela. Tô falando sério — minha mãe continuou reclamando —. Você me prometeu que não ia contar isso pra ninguém.
—Seu filho já é grandinho, e se eu posso chupar a pica dele, também posso contar uma coisinha ou duas sobre a minha vida. Não acha?
―Mas também é a MINHA vida…
—E já tá na hora do teu filho saber um pouco mais sobre a tua vida. Além disso, não sei por que você fica tão puta se foi só uma brincadeirinha.
―Porque tenho medo de que o Nahuel não veja desse jeito. Nós entendemos de uma forma; mas alguém que não estava lá pode interpretar errado. Não quero que o Nahuel crie ideias erradas sobre a mãe e a tia dele. Talvez ele não veja isso como uma "brincadeira".
—Por que eu veria de outro jeito? —falei, cheio de curiosidade—. Se vocês tão dizendo que foi uma brincadeira, vou entender desse jeito. —Não sabia do que estavam falando, não fazia ideia de como ia interpretar o que minha tia queria contar… só queria que ela me contasse.
—Tá vendo? O Nahuel é um cara sensato. E acho que agora é a melhor hora pra contar pra ele.
Tá bom, já que você não vai me dar ouvidos, deixa eu só esclarecer uma coisa," disse minha mãe.
—Pode entrar.
—Nahuel, quando sua tia te contar o que aconteceu, quero que você lembre das conversas que teve com a Macarena e como ela te ajudou com seu probleminha. Também quero que lembre do que a gente conversou no banheiro.
―Em… ok, tá bom.
Não fazia a menor ideia do porquê ela mencionou essas conversas. O que a minha relação com a Macarena tinha a ver com tudo isso? E o que rolou com ela no banheiro… achei que minha mãe nem ia ter coragem de tocar nesse assunto. Não sabia por que ela tava trazendo isso à tona agora, mas se eu prestasse atenção, logo descobriria.
—Isso tudo começou no dia em que comprei um vestido lindo, vermelho — começou minha tia dizendo —. Vermelho sempre foi minha cor favorita, e eu tinha economizado por meses pra comprar aquele vestido. Minha intenção era usá-lo no aniversário de uma amiga, que seria num salão muito chique. Eu tinha dezoito anos e toda a esperança do mundo… mas no dia da festa levei um baita susto: meu vestido não estava em lugar nenhum. E onde você acha que ele estava? Quem você suspeita que estava com ele?
―Minha mãe?
—Exato —disse minha tia.
Cristela não parava de se masturbar, mas agora fazia com uma certa raiva, como se estivesse castigando a irmã. Como se dissesse: "Olha, tô batendo uma na sua cara." Não sei se sou louco ou o quê, mas a cena me parecia a coisa mais excitante. Tava com o pau duro e de vez em quando passava a mão, sem abusar muito. Não queria gozar agora, que a história tava só começando.
—Como você pode imaginar, aquela noite não fui no aniversário da minha amiga… porque não tinha o que vestir! —Minha mãe não se deu por aludida com esse comentário, continuou olhando fixamente para cima, para os peitões da Cristela. Tipo, não acho que minha mãe tivesse a intenção de olhar pras tetas da irmã, mas da posição dela só tinha duas opções: olhar pra buceta ou pras tetas—. Isso sim, fiquei a noite toda acordada, esperando aquela desgraçada voltar… e quando ela entrou, levou um baita susto ao me encontrar dentro do quarto dela. Peguei ela com a mão na massa, ela estava usando meu vestido vermelho. E você lembra o que você me disse, Alicia?
—Falei que em mim ficava mais gostoso do que em você, e continuo afirmando.
—Viu? Você é uma gostosa.
Não sabia se elas estavam discutindo de verdade ou se tudo era parte de um joguinho estranho entre irmãs; com essas duas nunca se sabe. Mas eu acreditava que minha mãe tinha respondido aquilo mesmo, a Alicia às vezes pode ser tão cruel quanto egocêntrica.
— Você vestiu meu vestido novo logo na noite em que eu planejava estreá-lo — reclamou minha tia.
— E eu te falei que não sabia que a festa era naquela mesma noite.
—Com certeza você foi se fazer de puta pros caras da oficina. Queria que eles olhassem bem pra sua bunda e suas tetas.
—Você não liga pro que eu fui fazer.
Falavam como se tivessem voltado mais de vinte anos no tempo e estivessem revivendo aquela noite.
—Quando a gostosa da sua mãe me falou isso, fiquei putaço. Ela sempre pega tudo que eu gosto, acha que minhas coisas são dela, e nunca divide as dela — isso definia bem a minha mãe. Agarrei ela pelos cabelos — fez o mesmo, mas sem aplicar muita força. Começamos a brigar e, quando percebi, as duas acabaram na cama. A Alicia tentou me jogar no chão, e eu, pra evitar isso, sentei em cima dela, igual tô fazendo agora. Aí percebi que tinha essa gostosa bem onde eu queria.
—E você nem tinha colocado uma calcinha — disse minha mãe.
—Sim, tava com a buceta, igual agora. Embora daquela vez tivesse de camisola.
—Um bem curtinho, que não te cobria nada. Depois você fala que eu gostava de bancar a putinha, você vivia praticamente pelada o tempo todo.
—Porque me sinto mais confortável sem roupa. Mas não me foge do assunto, Alicia. Você sabe muito bem que fez merda em tirar meu vestido sem perguntar. Você não faz ideia da ilusão que eu tava de ir naquela festa. Passei uma vergonha danada quando liguei pra minha amiga e expliquei que não ia rolar… minha amiga ficou três meses sem falar comigo… até que eu contei a verdade: Não fui porque a puta da minha irmã roubou meu vestido.
Mais de uma vez eu ouvi minhas irmãs brigarem por roupa, são quatro mulheres e eu não sei como elas fazem pra distinguir de quem é cada coisa. Mas nunca presenciei uma briga igual a essa. A Tefi pode ser a mais egoísta das minhas irmãs, mas não acho que ela seria capaz de roubar um vestido de alguma das outras… justo na noite que elas pretendem usar. Isso seria cair baixo demais… e eu até acredito que minha mãe seria capaz de fazer uma coisa dessas.
—Quando fiquei assim, em cima dela, a primeira coisa que a Alicia disse foi…
―Tira essa buceta nojenta da minha cara, que eu não sou sapatão.
O tom de desprezo que minha mãe usou deve ter sido exatamente o mesmo que ela usou naquela vez.
—E esse foi seu grande erro, irmãzinha. Você me fez perceber que eu tinha vantagem. Se te dava tanto nojo olhar pra minha buceta… então…
—Cristela, nem pense nisso...
Alicia não conseguiu terminar a frase, a buceta da minha tia colou na boca dela e não deixou ela falar. E não foi só isso, Cristela começou a rebolar com uma sensualidade impressionante, embora minha mãe talvez não pensasse igual, porque estavam esfregando uma buceta no rosto dela inteiro. Pra mim isso seria uma maravilha, especialmente se fosse uma buceta tão gostosa quanto a da minha tia Cristela; mas se minha mãe não curte mulheres, então deve ter sido meio chato.
―Comecei a esfregar a buceta no rosto dela toda, queria humilhá-la, queria mostrar que ela não podia comigo… e se ela odeia tanto as sapatão… queria que ela sentisse o cheiro de buceta, o gosto de uma buceta. A putinha me fodeu a noite, e eu queria fazer algo que ela fosse lembrar pra sempre, pra aprender a não se meter comigo.
A cena me pareceu das mais excitantes, quase dava pra imaginar minha tia com dezoito anos e um corpo espetacular, esfregando a buceta no rosto da irmã dela… e minha mãe, se já é gostosa hoje, aos vinte deve ter sido uma deusa. No nível da Gisela. Tenho que admitir que ver duas mulheres bonitas transando lésbico me dá curiosidade e me excita. Será porque tenho tantas irmãs? Não sei… mas a pica tava ficando cada vez mais dura. Comecei a me masturbar de novo enquanto via como a buceta da Cristela enchia de fluidos vaginais o rosto da minha mãe.
—E agora —disse minha tia—, você merece outra vez, pelo jeito que me tratou por causa dessas plantas de merda. Eu só queria dar uma mudada no ambiente, porque a gente passa o dia inteiro enfiada nessa porra de casa… mas não! A dona Transtorno Obsessivo-Compulsivo não pode mexer nem uma planta de lugar, senão fica doida.
A bunda da Cristela continuava se mexendo pra frente e pra trás, e minha mãe parecia resignada, não lutava pra tirar ela de cima. Nessa hora entendi por que a Alicia mencionou a conversa que teve comigo no banheiro. Eu me senti ofendido quando ela ficou puta porque eu tava olhando pra buceta dela, e depois se mostrou super arrependida, chegou até a dizer que não ligava se eu gozasse na cara dela, que ela merecia, por ter sido ruim comigo. Me deu a impressão de que com minha tia tava rolando exatamente a mesma coisa. Ela não oferecia resistência porque sabia que merecia, ela tinha sido cruel com a Cristela, tanto na noite do vestido quanto no incidente com as plantas. Imaginei que enquanto a buceta deslizava por toda a cara dela, ela devia estar pensando: "Eu mereço, eu mesma procurei, por ter sido tão filha da puta.
Um dia desses eu devia perguntar pra Macarena sobre esse comportamento, porque acho isso muito estranho. É difícil acreditar que minha mãe, com um gênio tão forte, aceite uma punição desse jeito, mesmo que ela mereça.
Embora por enquanto minha maior preocupação seja até onde vai essa briga entre irmãs. Enquanto continuarem assim, não tem grandes problemas, pelo contrário, acho isso muito interessante. Mas eu já conheço elas, a qualquer momento tudo pode ir pro caralho.
—Te digo mais, Nahuel —minha tia falou sem parar de rebolar—. A parada do vestido foi só a primeira vez que apliquei esse castigo na minha irmã. Umas semanas depois, a filha da puta voltou a fazer das suas. Eu tava juntando grana pra comprar umas tesouras de cabeleireira, já naquela época eu sabia que queria ser cabeleireira… e quando olho a caixinha onde guardava o dinheiro, vejo que tá vazia. Completamente vazia! A vagabunda me roubou até o último centavo. E pra quê?
—Pra quê? —Perguntei, intrigado.
—Não sei, é isso que eu tô perguntando pra essa puta —Cristela parecia genuinamente puta da vida.
— O que você fez com a grana, mãe? — Fiz a pergunta pra minha tia se afastar um pouco e pelo menos deixar ela respirar… embora minha mãe não parecesse estar sofrendo muito.
—Fui jantar com umas amigas.
— Você gastou toda a grana num jantar?
—Era um bom restaurante.
—Filha da puta —Cristela fervia de raiva—. Você é a vadiazinha mais egoísta que já conheci na vida. Sabe o quanto me custou juntar essa grana? E tive que começar tudo de novo! Levei meses pra conseguir comprar a primeira tesoura. Agora não me arrependo de ter sentado na sua cara… você merece!
Mais uma vez começou aquela rebolada sensual de quadril e minha mãe recebeu aqueles lábios molhados de buceta bem na cara. Cristela, além disso, colocou um braço atrás das costas dela e assim alcançou a boceta da Alicia, começou a masturbá-la freneticamente.
—Tá vendo como você tá se molhando toda, puta? Falei que você também ia ficar com tesão com o cheiro de buceta. Agora acredita em mim? —Eu ouvia ela falar e a pica pulsava. Senti um pouco de pena da minha mãe; mas ela parecia disposta a receber o castigo.
—Isso já aconteceu de novo? — perguntei, curiosidade e tesão não são uma boa combinação.
—Sim, lembro claramente que uns dias depois eu passei a buceta de novo na cara da sua mãe. Dessa vez foi porque a gente discutiu por uma besteira, e ela, num daqueles surtos de loucura dela, jogou um sapato no meu abajur. E não era um abajur qualquer, era um muito caro, um que eu tive que ralar pra caralho pra comprar. E ela sabia disso! Fez de propósito. Na noite em que castiguei ela por roubar meu dinheiro, fiquei uns meia hora esfregando minha buceta na cara dela, até me masturbei, pra encher ela de meladinha. —Cristela sorriu com malícia, essa situação parecia divertir ela pra caramba… até me pareceu notar um sorriso desafiador na cara da minha mãe; mas é difícil dizer, porque a buceta da minha tia não para de subir e descer, às vezes os lábios da vagina grudavam nos lábios da boca da Alicia, talvez tenha sido só uma careta involuntária—. Lembra de como eu me masturbei e você reclamava que eu me molho demais?
—Sim, eu lembro —disse minha mãe, a voz dela soou como se alguém estivesse tapando a boca dela com a mão—. E você gozou na minha cara, puta. Ainda lembro de como começou a sair seu suquinho da sua buceta...
—Essa foi aquele toque especial, irmãzinha… e você mereceu pra caralho.
—Não sei como você conseguiu gozar naquela hora…
―Ah, é que eu tenho um bom controle sobre minha buceta. Sei como fazer para gozar quando a situação pede. Quer que eu te mostre?
—Não… mas sei que você vai fazer do mesmo jeito.
―Mmm… por enquanto não. Tô pensando em algo melhor. Já vai ver.
Nunca imaginei que minha tia e minha mãe tivessem uma história assim na vida delas, e tenho que admitir que fiquei muito feliz em saber. Sou um maldito tarado, sei que vou bater umas mil punhetas pensando nisso… imaginando como deviam ser os castigos antigos, quando as duas eram jovens. Pra qualquer fã de sexo lésbico, ver essas duas irmãs fazendo isso é motivo pra fazer o pau explodir. Mas me segurei firme pra aguentar.
—O negócio da lâmpada foi o que menos me incomodou —disse Cristela—. Mas eu já tava de saco cheio das coisas que a sua velha fazia, só pra me foder. Tava puta da vida. Essa filha da puta me fez acumular uma raiva do caralho. Precisava levar o castigo pra outro nível. Tinha que fazer algo ainda mais humilhante pra ela. Por isso que dessa vez eu abri minha buceta —ela me mostrou como fez, separando os lábios da buceta com os dedos—, e falei: “Passa a língua”.
Meu coração deu um pulo. Será que ele realmente pediu pra irmã dele chupar a buceta dele? E agora? Ele só tava narrando ou queria que a Alicia repetisse a ação?
—E ela, o que fez? — perguntei, pasmo.
— Eu disse que não… — minha tia recuou só um centímetro, o suficiente pra deixar minha mãe falar. — Não sou sapatão, não fico chupando buceta.
— E eu respondi pra ela que isso não tem nada a ver com ser sapatão, muito pelo contrário. Se eu achasse que ela é lésbica, então em vez de um castigo isso seria um prêmio.
—E você disse alguma coisa pra ela, mãe?
—Eu disse pra ela que ela tinha razão, que a gente não ia levar aquilo como algo lésbico... mas ainda assim não tava nem um pouco afim da ideia.
—E como é que ia gostar, se era um castigo?
—Entendi que ela queria me humilhar, e eu não ia deixar, então fiz isso…
Alicia levantou as duas mãos e agarrou as tetonas da irmã, começou a apertá-las como se estivesse amassando pão caseiro. Cristela começou a gritar e tentou se soltar, na luta, a buceta dela voltou a se esfregar na boca da minha mãe… dessa vez eu percebi que Alicia estava rindo. Na verdade, as duas estavam rindo, o que me deixou muito feliz, por um momento pensei que a briga tinha ficado séria demais; mas agora elas voltavam a ser as irmãs rivais, que se divertiam brigando uma com a outra. Alicia beliscou os mamilos de Cristela, só de ver já doeu em mim.
—Ai, gostosa! Isso dói! —Reclamou minha tia.
Ao mesmo tempo, a ruiva colocou a mão de novo atrás das costas dela e levou até a buceta da irmã. Enfiou dois dedos e a masturbou com força.
―Ai! ―O grito da minha mãe ficou abafado entre os lábios da buceta da Cristela.
—Vou encher essa sua buceta de dedos, puta. Me solta. —Enfiou um terceiro dedo e me surpreendeu o quanto a buceta da minha mãe se dilatou—. Tá vendo, Nahuel? É assim que a gente acaba brigando. Ai! Para de me beliscar!
—E para de ficar passando essa buceta na minha cara.
—Vou fazer isso quando você começar a me tratar direito. Já faz mais de vinte anos que eu tento fazer você entender isso.
―Hmm… vocês tão fazendo isso desde aquela época? ―Perguntei.
―Não ―respondeu Cristela―. Na verdade, isso faz uns vinte anos que não acontece. Quando éramos novas, tivemos várias situações assim, mas quando sua mãe casou, não teve mais tantas brigas, então esse método não foi necessário. Na terceira vez que brigamos assim, sua mãe não obedeceu, se recusou a passar a língua na minha buceta.
—Claro! —Disse a Alice.
—Mas uns dias depois a gente voltou a brigar. Nem lembro mais por que foi. Tu lembra, Alicia?
—Foi porque você é uma exagerada, como sempre. Com certeza ficou puta por uma besteira.
—Você acha que é uma putaria roubar o vestido da sua irmã bem na noite em que ela vai estrear? Ou acha que é uma putaria roubar as economias que eu tinha pra começar um novo trampo? Hein? Me diz…. —os dedos da minha tia se moviam rápido dentro da buceta da minha mãe, mostrando que a raiva dela só aumentava—. Na quarta vez já tava de saco cheio. Deixei passar na vez anterior, mas na quarta eu falei: “Não, já chega… hoje vou dar uma lição que ela vai lembrar pra sempre”. Entrei no quarto dela de camisola, sem calcinha, ela tava se masturbando. Quando me viu, se assustou pra caralho, porque pensou que era a mãe. Sabia que sua mãe se masturbava muito?
—Cristela, não conta essas coisas pra ele não…. é muito…
—Humilhante? Essa é a ideia, irmãzinha. Nahuel, talvez você tenha ouvido sua mãe reclamar da masturbação, e isso é porque na sua idade ela se tocava muito… mas muito mesmo. Ela se enfiava três ou quatro punhetas por dia, no mínimo. E eu sei disso porque meu quarto era colado no dela e só nos separava uma parede de madeira. Dava pra ouvir ela gemer enquanto enfiava os dedos. Adorava pegar ela no flagra se masturbando. Sabe por quê?
—Porque era humilhante? —falei.
—Sim, mas pra ela não é só o ato da masturbação em si que é humilhante. O que mais incomoda sua mãe é admitir que tá excitada e que a buceta dela molhou porque ela tá com tesão. Ela odeia reconhecer que adora o ato sexual.
—É que não gosto, de verdade…
—Sim, claro, Alicia. Agora me diz também que você é virgem e que seus cinco filhos nasceram de um repolho.
—Não tô dizendo que ela é virgem. Respeito o ato sexual, se for pra procriar; mas…
—Mas você não fica com tesão fazendo isso? Não fica com a buceta molhada quando enfia os dedos? Não morre de vontade de chupar uma boa pica?
—Não, Cristela. Você sabe que não.
—Tá vendo o que eu tô te falando, Nahuel? Não tem nada que humilhe mais ela do que admitir que tá com tesão. Naquela noite, quando entrei no quarto dela, ela tava se masturbando, sozinha, sem ninguém ter "provocado". O que houve, mana? Por que você tava tão tarada?
—Que importância isso tem pra você.
—Quando a Alicia percebeu que quem tinha entrado era eu, e não nossa mãe, ela se acalmou um pouco… até continuou se dedando na buceta. Dava pra ver que ela tava recontra com tesão. Eu tava puta e falei: “Se prepara, putinha… já sabe o que vem”. E ela nem reclamou. Ficou parada, olhando pro teto, sem parar de se esfregar o clitóris. Eu tirei a camisola, subi na cama e sentei na cara dela, igual agora. Lembro clarinho que ela disse: “Tô pronta”. O que foi, Alicia? Tava esperando minha buceta?
—Não, mas sabia que você ia vir. Tava puta da vida comigo. Simplesmente sabia que não ia se acalmar até me dar meu "castigo".
—Teu castigo merecido. Porque você mesma sabe que merecia.
—Talvez… —disse minha mãe, com um sorriso desafiador—. Pelo menos meu filho vai saber que não sou uma covarde.
—Bom, pra muitas coisas você é bem medrosa, mãe — lembrei a ela.
―Talvez, mas também posso ser corajosa. Pra provar, vou contar eu mesma como foi aquele momento. Sua tia não tá contando direito. Parece que ela não lembra que eu não tava só de camisola, também tava de fio dental.
—Ah, sim! É verdade… agora lembro do que aconteceu depois.
―A Cristela sentou em cima de mim e começou a esfregar a calcinha fio dental na minha cara. Mas eu sabia que aquele não era o castigo que ela tava procurando. Sei que me comportei mal, admito. E se ela ia me castigar, queria que fizesse direito, pra passar a raiva dela. Mesmo que a gente brigue muito, eu amo ela. Não gosto de ver ela puta. Por isso eu mesma pedi pra ela levantar um pouquinho.
—No começo, achei que ela queria evitar o castigo… mas depois ela me disse: “Se vai fazer, faz direito, tira a tanga”. Ela mesma me ajudou a tirar.
—E pra mostrar que eu tava disposta a aceitar o castigo, quando a Cristela se ajeitou de novo em cima de mim, eu agarrei ela na bunda e, sozinha, fiz ela descer até que a buceta dela ficou na minha cara. Lembro que senti um cheirinho bem forte, igual agora. Também muito melada. A Cristela fala que eu tava excitada, bom… ela tava muito mais.
—Eu tinha me masturbado antes de entrar no quarto — garantiu minha tia —. Queria deixar a buceta bem molhadinha, pra você. — Ela esfregou de novo a boceta no rosto da minha mãe. A Alicia levou numa boa e esperou em silêncio por alguns segundos, até a irmã soltar ela.
—E te incomodou ela estar tão molhada? — perguntei, com um nó na garganta, enquanto me punhetava.
—Não… bom, sim. Claro que me incomodou. Mas isso era parte do castigo. Tinha que ser assim. —Definitivamente tenho que falar com a Macarena sobre essa parada estranha que minha mãe tem com castigos, ela com certeza vai conseguir me explicar melhor por que ela age assim—. Eu tava disposta a aceitar que ela tivesse a buceta molhada. Aliás, preferia que fosse assim.
—Você queria receber o castigo da melhor forma possível — disse Cristela, se masturbando.
—É isso mesmo, você estava muito brava comigo, sei que te fiz muitas coisas ruins, e não pense que não me importei. Sei que às vezes posso ser muito egoísta. Por isso queria que você me castigasse bem, pra pelo menos sentir que saiu ganhando em alguma coisa: me humilhar. Então, quando você ficou assim, em cima de mim, eu mesma comecei a esfregar seu clitóris — minha mãe colocou o polegar no clitóris da irmã e começou a massagear.
—Sim, é verdade… agora me lembro bem disso. Você me disse: “Se vai me castigar, faz com a minha buceta bem molhada”. —Cristela fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, parecendo estar curtindo muito os toques da minha mãe, ou então relembrando o passado—. Você me surpreendeu muito quando fez isso, até quase senti pena de você, quase te perdoei; mas depois lembrei que foram muitas coisas. Além disso, tenho que admitir que você me tocou muito bem, eu praticamente não tinha experiência sexual, e outra pessoa tocar meu clitóris daquele jeito me deixou a mil. Se você queria que minha buceta ficasse bem molhada, conseguiu.
—Eu sei, porque eu mesma passei ela no meu rosto… e lembro da umidade. —Alicia aproximou a cabeça da buceta da irmã e se esfregou, igual gato faz. Só faltou ronronar—. Mmmm, que cheiro gostoso. Admito que o cheiro de buceta tem algo de mágico.
—Naquela noite você me disse algo parecido… mas mais sapatão.
Não exagera, também não foi tudo isso. Te falei: Se eu fosse sapatão, tava era me divertindo pra caralho agora.
―Você também me disse que gosta da minha buceta.
—Eu disse que você tem uma buceta linda, e mantenho isso. Você é gostosa, maninha. Isso não posso negar, nem se a gente brigar. —Soou estranho ouvir minha mãe fazendo esse tipo de elogio, geralmente ela não fala bem de ninguém—. Mas você levou meus comentários como se eu tivesse te dando permissão pra fazer o que quiser.
—Sim, porque foi assim que entendi… e porque ainda estava com raiva. Queria te ver sofrer um pouco. Lembro que te falei: Se quer me molhar a buceta, por que não passa a língua?
—E eu te falei que não…
—Foi o que me fez insistir. Passa a língua, vagabunda.
—Não.
Sim, você vai chupar ela toda, sua filha da puta.
De repente o tom da minha tia mudou, parecia que elas estavam brigadas de novo. Quem entende essas duas? São mais doidas que minhas quatro irmãs juntas.
—Eu te falei que não, porque você estava soltando muito suquinho da sua pussy, igual agora.
Olhei atentamente e era verdade, da buceta da minha tia saía um líquido viscoso e transparente.
—É exatamente por isso que quero que você passe a língua, quero que engula todo o suquinho da minha buceta. Você merece, por ser uma garota tão gostosa.
Cristela falou no presente, mas imaginei que anos atrás eles tiveram a mesma discussão, praticamente com as mesmas palavras.
Minha tia esfregou de novo a buceta dela no rosto da Alicia, lambuzando ela com os sucos vaginais. Foi algo muito sexy, adoraria que uma mulher fizesse isso comigo. Meu pau começou a pulsar e tive que soltar ela, ainda não era hora de gozar.
—Passa a língua —disse Cristela, com um tom bem imperativo—. Agora.
Ela recuou só um centímetro e eu vi a língua da minha mãe espiar pra fora da boca dela e avançar até encontrar os lábios da buceta da irmã. Ela deu uma lambida firme, que percorreu quase todo o comprimento da buceta, começando de baixo e subindo até o clitóris. Notei que boa parte dos fluidos vaginais acabaram dentro da boca dela. Alicia engoliu tudo sem reclamar.
—Bom, assim que eu gosto, que você seja obediente. Tá vendo, Nahuel? Foi isso que sua mãe fez naquela noite… e não foi só uma lambida. Passa a língua de novo.
Meu coração começou a bater muito forte, consegui ver minha mãe fazendo algo que jamais imaginei que veria. Ela começou a lamber a buceta da Cristela como se fosse uma sapatão em busca do próprio prazer sexual.
—Naquela noite eu disse: Vai assim mesmo, Alicia, tá molhando minha pussy toda. Mas se quiser que saia mais suquinho, chupa meu clitóris.
A língua dele se enroscou nos lábios da buceta e subiu até o clitóris, chupou ele por uns segundos e depois começou a estimular com a língua.
A chupada na buceta foi espetacular. Vi minha mãe com meu pau na boca, e com a cara cheia do meu gozo; mas vê-la chupando a buceta da própria irmã foi ainda mais excitante pra mim, talvez porque eu era só um espectador e podia curtir a ação de uma perspectiva mais relaxada. Cristela voltou a fazer aquele rebolado sensual, mas dessa vez foi pra favorecer as lambidas que a Alicia dava nela.
—Quero sua língua em cada cantinho da minha buceta —disse a ruiva.
E a língua da minha mãe se perdeu dentro do buraco da buceta. Ela se divertiu ali por uns segundos e depois voltou pro botãozinho de prazer feminino. Minha mãe tava chupando o clitóris da Cristela e parecia resignada a fazer aquilo. Mas a Alicia não costuma ceder sem dar briga.
Agarrou as nádegas de Cristela com as duas mãos, apertou, separou e depois levou um dedo ao cu dela. Em um segundo, aquele dedo sumiu dentro do buraco.
―Ai, sua puta! Enfiou um dedo no meu cu. Tá vendo como é sua mãe, Nahuel? Ela sabe que merece o castigo, mas é muito rancorosa. Naquela vez ela fez a mesma coisa comigo, enfiou um dedo no meu cu… Ai! E depois outro… — olhei entre as nádegas da minha tia e, de fato, já tinha dois dedos dentro do buraco dela —. Naquela noite sofri pra caralho, ela fez de propósito, como se dissesse: “Se me humilhar, vou fazer seu cu doer”… e doeu mesmo, meu cu era virgem. Mas agora, maninha, não tô nem aí se você fizer isso. Meu cu já não é mais virgem, nem um pouco. Pode enfiar quantos dedos quiser, que não vai me fazer sofrer.
Como se não tivesse ouvido, Alicia começou a mexer os dedos no cu da Cristela, ao mesmo tempo que chupava a buceta dela. Foi espetacular, foi igualzinho a ver pornô lésbico na internet… só que dessa vez eram minha mãe e minha tia.
—Ai, sim, que gostoso… enfia os dedinhos no meu cu —disse Cristela, num tom desafiador—. Mmmmm, adoro. Vou ficar muito mais molhada… vou gozar na sua boca, vagabunda. Tá vendo isso, Nahuel? Foi assim que ela chupou minha buceta naquela noite, e não foi a última vez. Não lembro exatamente quanto tempo passou, mas umas semanas depois a gente discutiu de novo, porque ela vendeu uns livros meus pra comprar não sei que merda. Quando entrei no quarto dela, naquela noite, ela disse: “Já sei por que você veio. Quer que eu chupe sua buceta”. Buceta e cu, você vai chupar; respondi. E ela aceitou, sabia que tinha feito merda. Disse: “Tá bom, mas dessa vez a gente vai fazer diferente”. Aí saiu da cama, pediu pra eu me apoiar na parede e se ajoelhou atrás de mim. Baixou minha calcinha e na hora enfiou a cara entre minhas nádegas. Não acreditei, a putinha gostosa tava chupando meu cu de verdade… e eu adorei, porque queria ver ela humilhada. Claro que também chupou minha buceta. Lembra daquela noite, Alicia?
—Sim, lembro muito bem. Quis fazer diferente pra te mostrar que tava disposta a aceitar o castigo. Vendi seus livros sem te consultar, isso foi errado.
―O pior é que você deve ter comprado uma merda qualquer.
—Você não liga pro que eu comprei. Mas sei que te fiz mal, você gostava daqueles livros.
Sim, e me custaram muito caro. Espero que pelo menos tenham te pagado bem.
—Não muito.
—Ai, que raiva que me dá! Lembro e te juro que ferve o sangue de tanta raiva. Sabe o quê, maninha? Acho que já tá pronta pro grande final. Imagina qual pode ser?
—Sim.
—E você vai aceitar?
—Sim, porque você não vai se acalmar até que isso aconteça.
—Você me conhece muito bem. —Ela virou a cabeça e me olhou nos olhos—. Nahuel, você pode me ajudar com isso.
―Eu?
—Sim. Sua mãe tava me contando como foi a parada que fez ela descobrir seu… probleminha. Ela me falou do acidente com porra no quarto da Macarena — ela soltou uma risadinha —. Tinha pagado um milhão de dólares pra ver aquilo.
—Não foi tão engraçado assim — disse Alicia.
—Tenho certeza de que foi sim. A cara que tu deve ter feito quando teu moleque encheu tua buceta de porra! Só de imaginar já me dá risada. Bem, vem cá, Nahuel. Fica atrás de mim. Vai dar pra tua mãe a ração de porra dela. Sei que ela só aprontou comigo, mas… tenta pensar em alguma vez que ela te irritou…
—Me vêm várias coisas na cabeça —falei.
Ei! —Minha mãe reclamou—. Não sou tão filha da puta assim.
—Talvez não, mas você é a mãe — disse minha tia. — Os garotos da idade do Nahuel sempre têm algum problema com as mães deles.
—Bom, isso é verdade.
―Vai, Nahuel, tem que ser agora… porque eu… tô cada vez mais perto de encher a cara dessa gostosa de leitinho. ―Falou entre gemidos enquanto se masturbava.
Senti um pouco de pena pela minha mãe, mas ela mesma disse que topava receber esse "castigo". Não queria me vingar de nada em específico, só queria esvaziar meu leite e, quem sabe, gozar na boca de alguém... mesmo que essa alguém fosse minha mãe. Sim, sei que isso me torna um filho de merda; mas vou analisar esse ponto outra hora. Agora é impossível, tô pensando com a pica.
Me coloquei atrás da minha tia e comecei a esfregar minha glande na buceta dela, não fiz de propósito, só tava tentando deixar meu pau o mais perto possível da boca da minha mãe, e como a Alicia tinha voltado a chupar o clitóris da Cristela, não tinha muito espaço.
E o clitóris não foi a única coisa que ela chupou, pude sentir a língua da minha mãe passando pela ponta do meu pau. Pra ela devia ser impossível não chupar, tava tudo ali. Minha tia se moveu pra frente e pra trás e a buceta dela deslizou ao longo do meu pau, quando isso aconteceu, a Alicia engoliu minha glande inteira.
—Assim que eu gosto, gostosa —disse minha tia—. Teu filho vai encher tua cara de porra. Espero que assim aprenda, de uma vez, sua puta, a me tratar melhor… e de quebra trata ele melhor também… e todo mundo nessa casa. Nahuel, quando estiver perto de gozar, fuck you, permissão pra meter o pau na minha buceta.
— Não, Cristela — reclamou minha mãe —. Isso já é demais.
—Você sabe por que eu quero que você faça isso?
—Sim, já imagino por que, mas acho exagerado demais.
—E se ele só colocar a pontinha?
―Mmmm…
―Vai, mamãe… só um pouquinho ―implorei. A buceta da minha tia é fabulosa, tô morrendo de vontade de enterrar a pica ali, nem que seja só um pouco―. Decide logo, porque já tô quase gozando.
―Tá bom, mas só a pontinha ―ela concordou.
Apontei minha cabecinha pra buceta da Cristela, ela levantou um pouco a raba pra facilitar meu serviço. Minha mãe disse “só a pontinha”, mas quando senti aquela gruta molhada e viscosa, não consegui me segurar. Entrou a cabeça do meu pau e o resto foi junto.
—Ai, Nahuel! Pelo amor de Deus! —Exclamou minha tia—. Que sentada de pau você acabou de me dar! Meu Deus!
—Nahuel! —Minha mãe reclamou—. Eu te falei que era só a pontinha…
Não conseguiu continuar reclamando porque a Cristela colocou a buceta de novo na cara dela. Meu primeiro jato de porra saiu, dentro da buceta da minha tia. Senti um alívio enorme, misturado com uma onda imensa de prazer. Tava segurando aquela porra fazia um tempão e não aguentava mais. Antes do segundo jato sair, minha tia se afastou e a porra caiu direto na boca da minha mãe. Senti a língua da Alicia percorrendo toda a minha glande, o resto dos jatos da minha gozada foram parar direto dentro da boca dela, ou na cara dela. Ela engoliu uma boa parte da porra enquanto a Cristela falava pra ela.
—Assim, gostosa, toma ela toda.
Senti um chupão intenso na ponta da minha piroca bem na hora que saíram os últimos jatos de porra, foi espetacular. Gozar assim, enquanto alguém te chupa a piroca, deve ser a coisa mais linda do universo.
―Agora tira a porra que tem na minha buceta, sua puta.
A ordem da minha tia foi cumprida à risca. Minha mãe se agarrou nas nádegas da irmã dela e começou a chupar a buceta com força, lambeu tudo enquanto a Cristela se masturbava. Os gemidos da minha tia aumentaram tanto que eu mesmo tive que tapar a boca dela com a mão. Não queria que ninguém entrasse pra ver o que tava rolando no meu quarto.
Uns segundos depois, os gemidos foram diminuindo e eu soltei ela, isso me permitiu buscar uma posição melhor pra ver o que tava rolando. Me afastei um pouco da cama e pude ver que minha mãe tava se masturbando com muita vontade, da buceta dela escorria uma espuminha branca, parecida com sêmen. Mas o mais impactante foi ver o jato de suquinho que saltou da buceta da minha tia, com certeza misturado com o meu próprio sêmen. A Alicia recebeu com a boca aberta e engoliu tudo, enquanto a Cristela continuava gemendo.
Apenas um segundo depois, um jato bem parecido jorrou da buceta da minha mãe, deduzi que ela também tinha gozado. Minha tia virou a cabeça bem na hora pra ver isso.
— Ficou com tesão, puta? — Perguntou pra minha mãe —. Hã, ficou com tesão? Fala, manda a verdade.
—Sim…
—Não ouvi.
—Eu disse que sim….
―Que sim, o quê?
—Que sim, fiquei com tesão… muito…
—Assim que eu gosto. Bom, o motivo pelo qual você se excitou pode guardar pra você, você mesma vai analisar. Mas dessa vez tem que admitir que curtiu, pelo menos, uma boa punheta. Você teve um orgasmo do caralho, maninha.
—É verdade.
—E ainda vai continuar insistindo que não gosta de sexo? —Não houve resposta—. Tá bom, essa discussão a gente deixa pra outro momento. Por enquanto, eu me dou por satisfeita que você recebeu seu castigo. Bom, tô toda suada e grudenta, vou tomar um banho. —Levantou da cama e, antes de sair do quarto, me disse—. O que achou do método da tia pra te ensinar a aguentar mais?
—Foi demais, tia. Adorei — falei, com certeza com um sorriso de idiota.
—Fico feliz em saber disso.
Saiu e fechou a porta rapidamente. Fiquei olhando pra minha mãe, toda pelada e suada, ainda dava pra ver grossos filetes de sêmen escorrendo pelo rosto dela, e os dedos dela ainda brincavam com a própria buceta. Tinham molhado tudo.
—Mamãe, a cama tá uma zona.
—Não se preocupa, filho. Eu mesma vou trocar os lençóis. Agora… você pode me deixar um tempinho sozinha? Preciso disso.
―Mmmm… te incomoda se eu sentar pra jogar no PC? Vou ficar de fone, de costas pra você, pode fingir que não tô aqui.
―Tá bom, se você não fala, não me incomoda.
Sentei na frente do computador, de costas pra minha mãe. Mesmo dando uma olhadinha de vez em quando, ela continuava se masturbando, de olhos fechados. Fiquei me perguntando no que ela tava pensando. Não era hora de perguntar, mas minha intimidade com a minha mãe cresce a cada dia, quem sabe um dia eu consiga conversar com ela e tirar todas as dúvidas que tenho. Graças à Cristela, descobri que minha mãe é uma pessoa muito mais intrigante e fascinante do que eu imaginava... e, bom, minha tia também é. Minha tia é maravilhosa.
![Aislado Entre Mujeres [18]. Aislado Entre Mujeres [18].](https://img-16.poringa.net/poringa/img/D/C/B/5/0/F/Nokomi/492.jpg)
Capítulo 18.
Castigo Merecido.
Ultimamente aconteceram um monte de coisas estranhas na minha casa, a quarentena tá afetando a gente demais e de um jeito inesperado. No topo do ranking desses rolês bizarros tá a "conversa" que tive com a minha mãe no banheiro dela, e o que eu tô vendo agora.
Cristela estava praticamente sentada na cara da irmã dela… quer dizer, da minha mãe. Ela tinha a buceta aberta e continuava se masturbando, pelo brilho nos olhos dela percebi que estava muito excitada. Mas tinha algo a mais: um sorriso cruel, tipo de vilã de cinema; daquelas que sabem que são malvadas, e adoram isso.
Estavam no meio de uma discussão e minha tia tava querendo me contar algo sobre um método que ela usava quando discutia com a irmã dela. Pelo rumo que as coisas tinham tomado, eu sabia que ia ser algo com um toque sexual. Tava morrendo de vontade de saber.
—Ei, Nahuel —disse minha tia—. Sua mãe já te contou sobre a briga que a gente teve quando ela me roubou um vestido?
—Cristela! —exclamou minha mãe—. Te peço, pelo amor de Deus, não fala sobre isso.
―Hmm… ela não me falou nada sobre nenhum vestido ― minha resposta era óbvia ―. Mas eu adoraria saber.
Eu tava com o pau durasso, o tronco inteiro pulsando e com medo de gozar a qualquer momento. Tirei a mão do meu membro e fiquei observando as tetonas da minha tia balançando no ritmo intenso da punheta dela. Era lindo ver elas pulando daquele jeito, cobertas por gotinhas de suor.
―Bom, vou te contar o que aconteceu.
— Não, Cristela. Tô falando sério — minha mãe continuou reclamando —. Você me prometeu que não ia contar isso pra ninguém.
—Seu filho já é grandinho, e se eu posso chupar a pica dele, também posso contar uma coisinha ou duas sobre a minha vida. Não acha?
―Mas também é a MINHA vida…
—E já tá na hora do teu filho saber um pouco mais sobre a tua vida. Além disso, não sei por que você fica tão puta se foi só uma brincadeirinha.
―Porque tenho medo de que o Nahuel não veja desse jeito. Nós entendemos de uma forma; mas alguém que não estava lá pode interpretar errado. Não quero que o Nahuel crie ideias erradas sobre a mãe e a tia dele. Talvez ele não veja isso como uma "brincadeira".
—Por que eu veria de outro jeito? —falei, cheio de curiosidade—. Se vocês tão dizendo que foi uma brincadeira, vou entender desse jeito. —Não sabia do que estavam falando, não fazia ideia de como ia interpretar o que minha tia queria contar… só queria que ela me contasse.
—Tá vendo? O Nahuel é um cara sensato. E acho que agora é a melhor hora pra contar pra ele.
Tá bom, já que você não vai me dar ouvidos, deixa eu só esclarecer uma coisa," disse minha mãe.
—Pode entrar.
—Nahuel, quando sua tia te contar o que aconteceu, quero que você lembre das conversas que teve com a Macarena e como ela te ajudou com seu probleminha. Também quero que lembre do que a gente conversou no banheiro.
―Em… ok, tá bom.
Não fazia a menor ideia do porquê ela mencionou essas conversas. O que a minha relação com a Macarena tinha a ver com tudo isso? E o que rolou com ela no banheiro… achei que minha mãe nem ia ter coragem de tocar nesse assunto. Não sabia por que ela tava trazendo isso à tona agora, mas se eu prestasse atenção, logo descobriria.
—Isso tudo começou no dia em que comprei um vestido lindo, vermelho — começou minha tia dizendo —. Vermelho sempre foi minha cor favorita, e eu tinha economizado por meses pra comprar aquele vestido. Minha intenção era usá-lo no aniversário de uma amiga, que seria num salão muito chique. Eu tinha dezoito anos e toda a esperança do mundo… mas no dia da festa levei um baita susto: meu vestido não estava em lugar nenhum. E onde você acha que ele estava? Quem você suspeita que estava com ele?
―Minha mãe?
—Exato —disse minha tia.
Cristela não parava de se masturbar, mas agora fazia com uma certa raiva, como se estivesse castigando a irmã. Como se dissesse: "Olha, tô batendo uma na sua cara." Não sei se sou louco ou o quê, mas a cena me parecia a coisa mais excitante. Tava com o pau duro e de vez em quando passava a mão, sem abusar muito. Não queria gozar agora, que a história tava só começando.
—Como você pode imaginar, aquela noite não fui no aniversário da minha amiga… porque não tinha o que vestir! —Minha mãe não se deu por aludida com esse comentário, continuou olhando fixamente para cima, para os peitões da Cristela. Tipo, não acho que minha mãe tivesse a intenção de olhar pras tetas da irmã, mas da posição dela só tinha duas opções: olhar pra buceta ou pras tetas—. Isso sim, fiquei a noite toda acordada, esperando aquela desgraçada voltar… e quando ela entrou, levou um baita susto ao me encontrar dentro do quarto dela. Peguei ela com a mão na massa, ela estava usando meu vestido vermelho. E você lembra o que você me disse, Alicia?
—Falei que em mim ficava mais gostoso do que em você, e continuo afirmando.
—Viu? Você é uma gostosa.
Não sabia se elas estavam discutindo de verdade ou se tudo era parte de um joguinho estranho entre irmãs; com essas duas nunca se sabe. Mas eu acreditava que minha mãe tinha respondido aquilo mesmo, a Alicia às vezes pode ser tão cruel quanto egocêntrica.
— Você vestiu meu vestido novo logo na noite em que eu planejava estreá-lo — reclamou minha tia.
— E eu te falei que não sabia que a festa era naquela mesma noite.
—Com certeza você foi se fazer de puta pros caras da oficina. Queria que eles olhassem bem pra sua bunda e suas tetas.
—Você não liga pro que eu fui fazer.
Falavam como se tivessem voltado mais de vinte anos no tempo e estivessem revivendo aquela noite.
—Quando a gostosa da sua mãe me falou isso, fiquei putaço. Ela sempre pega tudo que eu gosto, acha que minhas coisas são dela, e nunca divide as dela — isso definia bem a minha mãe. Agarrei ela pelos cabelos — fez o mesmo, mas sem aplicar muita força. Começamos a brigar e, quando percebi, as duas acabaram na cama. A Alicia tentou me jogar no chão, e eu, pra evitar isso, sentei em cima dela, igual tô fazendo agora. Aí percebi que tinha essa gostosa bem onde eu queria.
—E você nem tinha colocado uma calcinha — disse minha mãe.
—Sim, tava com a buceta, igual agora. Embora daquela vez tivesse de camisola.
—Um bem curtinho, que não te cobria nada. Depois você fala que eu gostava de bancar a putinha, você vivia praticamente pelada o tempo todo.
—Porque me sinto mais confortável sem roupa. Mas não me foge do assunto, Alicia. Você sabe muito bem que fez merda em tirar meu vestido sem perguntar. Você não faz ideia da ilusão que eu tava de ir naquela festa. Passei uma vergonha danada quando liguei pra minha amiga e expliquei que não ia rolar… minha amiga ficou três meses sem falar comigo… até que eu contei a verdade: Não fui porque a puta da minha irmã roubou meu vestido.
Mais de uma vez eu ouvi minhas irmãs brigarem por roupa, são quatro mulheres e eu não sei como elas fazem pra distinguir de quem é cada coisa. Mas nunca presenciei uma briga igual a essa. A Tefi pode ser a mais egoísta das minhas irmãs, mas não acho que ela seria capaz de roubar um vestido de alguma das outras… justo na noite que elas pretendem usar. Isso seria cair baixo demais… e eu até acredito que minha mãe seria capaz de fazer uma coisa dessas.
—Quando fiquei assim, em cima dela, a primeira coisa que a Alicia disse foi…
―Tira essa buceta nojenta da minha cara, que eu não sou sapatão.
O tom de desprezo que minha mãe usou deve ter sido exatamente o mesmo que ela usou naquela vez.
—E esse foi seu grande erro, irmãzinha. Você me fez perceber que eu tinha vantagem. Se te dava tanto nojo olhar pra minha buceta… então…
—Cristela, nem pense nisso...
Alicia não conseguiu terminar a frase, a buceta da minha tia colou na boca dela e não deixou ela falar. E não foi só isso, Cristela começou a rebolar com uma sensualidade impressionante, embora minha mãe talvez não pensasse igual, porque estavam esfregando uma buceta no rosto dela inteiro. Pra mim isso seria uma maravilha, especialmente se fosse uma buceta tão gostosa quanto a da minha tia Cristela; mas se minha mãe não curte mulheres, então deve ter sido meio chato.
―Comecei a esfregar a buceta no rosto dela toda, queria humilhá-la, queria mostrar que ela não podia comigo… e se ela odeia tanto as sapatão… queria que ela sentisse o cheiro de buceta, o gosto de uma buceta. A putinha me fodeu a noite, e eu queria fazer algo que ela fosse lembrar pra sempre, pra aprender a não se meter comigo.
A cena me pareceu das mais excitantes, quase dava pra imaginar minha tia com dezoito anos e um corpo espetacular, esfregando a buceta no rosto da irmã dela… e minha mãe, se já é gostosa hoje, aos vinte deve ter sido uma deusa. No nível da Gisela. Tenho que admitir que ver duas mulheres bonitas transando lésbico me dá curiosidade e me excita. Será porque tenho tantas irmãs? Não sei… mas a pica tava ficando cada vez mais dura. Comecei a me masturbar de novo enquanto via como a buceta da Cristela enchia de fluidos vaginais o rosto da minha mãe.
—E agora —disse minha tia—, você merece outra vez, pelo jeito que me tratou por causa dessas plantas de merda. Eu só queria dar uma mudada no ambiente, porque a gente passa o dia inteiro enfiada nessa porra de casa… mas não! A dona Transtorno Obsessivo-Compulsivo não pode mexer nem uma planta de lugar, senão fica doida.
A bunda da Cristela continuava se mexendo pra frente e pra trás, e minha mãe parecia resignada, não lutava pra tirar ela de cima. Nessa hora entendi por que a Alicia mencionou a conversa que teve comigo no banheiro. Eu me senti ofendido quando ela ficou puta porque eu tava olhando pra buceta dela, e depois se mostrou super arrependida, chegou até a dizer que não ligava se eu gozasse na cara dela, que ela merecia, por ter sido ruim comigo. Me deu a impressão de que com minha tia tava rolando exatamente a mesma coisa. Ela não oferecia resistência porque sabia que merecia, ela tinha sido cruel com a Cristela, tanto na noite do vestido quanto no incidente com as plantas. Imaginei que enquanto a buceta deslizava por toda a cara dela, ela devia estar pensando: "Eu mereço, eu mesma procurei, por ter sido tão filha da puta.
Um dia desses eu devia perguntar pra Macarena sobre esse comportamento, porque acho isso muito estranho. É difícil acreditar que minha mãe, com um gênio tão forte, aceite uma punição desse jeito, mesmo que ela mereça.
Embora por enquanto minha maior preocupação seja até onde vai essa briga entre irmãs. Enquanto continuarem assim, não tem grandes problemas, pelo contrário, acho isso muito interessante. Mas eu já conheço elas, a qualquer momento tudo pode ir pro caralho.
—Te digo mais, Nahuel —minha tia falou sem parar de rebolar—. A parada do vestido foi só a primeira vez que apliquei esse castigo na minha irmã. Umas semanas depois, a filha da puta voltou a fazer das suas. Eu tava juntando grana pra comprar umas tesouras de cabeleireira, já naquela época eu sabia que queria ser cabeleireira… e quando olho a caixinha onde guardava o dinheiro, vejo que tá vazia. Completamente vazia! A vagabunda me roubou até o último centavo. E pra quê?
—Pra quê? —Perguntei, intrigado.
—Não sei, é isso que eu tô perguntando pra essa puta —Cristela parecia genuinamente puta da vida.
— O que você fez com a grana, mãe? — Fiz a pergunta pra minha tia se afastar um pouco e pelo menos deixar ela respirar… embora minha mãe não parecesse estar sofrendo muito.
—Fui jantar com umas amigas.
— Você gastou toda a grana num jantar?
—Era um bom restaurante.
—Filha da puta —Cristela fervia de raiva—. Você é a vadiazinha mais egoísta que já conheci na vida. Sabe o quanto me custou juntar essa grana? E tive que começar tudo de novo! Levei meses pra conseguir comprar a primeira tesoura. Agora não me arrependo de ter sentado na sua cara… você merece!
Mais uma vez começou aquela rebolada sensual de quadril e minha mãe recebeu aqueles lábios molhados de buceta bem na cara. Cristela, além disso, colocou um braço atrás das costas dela e assim alcançou a boceta da Alicia, começou a masturbá-la freneticamente.
—Tá vendo como você tá se molhando toda, puta? Falei que você também ia ficar com tesão com o cheiro de buceta. Agora acredita em mim? —Eu ouvia ela falar e a pica pulsava. Senti um pouco de pena da minha mãe; mas ela parecia disposta a receber o castigo.
—Isso já aconteceu de novo? — perguntei, curiosidade e tesão não são uma boa combinação.
—Sim, lembro claramente que uns dias depois eu passei a buceta de novo na cara da sua mãe. Dessa vez foi porque a gente discutiu por uma besteira, e ela, num daqueles surtos de loucura dela, jogou um sapato no meu abajur. E não era um abajur qualquer, era um muito caro, um que eu tive que ralar pra caralho pra comprar. E ela sabia disso! Fez de propósito. Na noite em que castiguei ela por roubar meu dinheiro, fiquei uns meia hora esfregando minha buceta na cara dela, até me masturbei, pra encher ela de meladinha. —Cristela sorriu com malícia, essa situação parecia divertir ela pra caramba… até me pareceu notar um sorriso desafiador na cara da minha mãe; mas é difícil dizer, porque a buceta da minha tia não para de subir e descer, às vezes os lábios da vagina grudavam nos lábios da boca da Alicia, talvez tenha sido só uma careta involuntária—. Lembra de como eu me masturbei e você reclamava que eu me molho demais?
—Sim, eu lembro —disse minha mãe, a voz dela soou como se alguém estivesse tapando a boca dela com a mão—. E você gozou na minha cara, puta. Ainda lembro de como começou a sair seu suquinho da sua buceta...
—Essa foi aquele toque especial, irmãzinha… e você mereceu pra caralho.
—Não sei como você conseguiu gozar naquela hora…
―Ah, é que eu tenho um bom controle sobre minha buceta. Sei como fazer para gozar quando a situação pede. Quer que eu te mostre?
—Não… mas sei que você vai fazer do mesmo jeito.
―Mmm… por enquanto não. Tô pensando em algo melhor. Já vai ver.
Nunca imaginei que minha tia e minha mãe tivessem uma história assim na vida delas, e tenho que admitir que fiquei muito feliz em saber. Sou um maldito tarado, sei que vou bater umas mil punhetas pensando nisso… imaginando como deviam ser os castigos antigos, quando as duas eram jovens. Pra qualquer fã de sexo lésbico, ver essas duas irmãs fazendo isso é motivo pra fazer o pau explodir. Mas me segurei firme pra aguentar.
—O negócio da lâmpada foi o que menos me incomodou —disse Cristela—. Mas eu já tava de saco cheio das coisas que a sua velha fazia, só pra me foder. Tava puta da vida. Essa filha da puta me fez acumular uma raiva do caralho. Precisava levar o castigo pra outro nível. Tinha que fazer algo ainda mais humilhante pra ela. Por isso que dessa vez eu abri minha buceta —ela me mostrou como fez, separando os lábios da buceta com os dedos—, e falei: “Passa a língua”.
Meu coração deu um pulo. Será que ele realmente pediu pra irmã dele chupar a buceta dele? E agora? Ele só tava narrando ou queria que a Alicia repetisse a ação?
—E ela, o que fez? — perguntei, pasmo.
— Eu disse que não… — minha tia recuou só um centímetro, o suficiente pra deixar minha mãe falar. — Não sou sapatão, não fico chupando buceta.
— E eu respondi pra ela que isso não tem nada a ver com ser sapatão, muito pelo contrário. Se eu achasse que ela é lésbica, então em vez de um castigo isso seria um prêmio.
—E você disse alguma coisa pra ela, mãe?
—Eu disse pra ela que ela tinha razão, que a gente não ia levar aquilo como algo lésbico... mas ainda assim não tava nem um pouco afim da ideia.
—E como é que ia gostar, se era um castigo?
—Entendi que ela queria me humilhar, e eu não ia deixar, então fiz isso…
Alicia levantou as duas mãos e agarrou as tetonas da irmã, começou a apertá-las como se estivesse amassando pão caseiro. Cristela começou a gritar e tentou se soltar, na luta, a buceta dela voltou a se esfregar na boca da minha mãe… dessa vez eu percebi que Alicia estava rindo. Na verdade, as duas estavam rindo, o que me deixou muito feliz, por um momento pensei que a briga tinha ficado séria demais; mas agora elas voltavam a ser as irmãs rivais, que se divertiam brigando uma com a outra. Alicia beliscou os mamilos de Cristela, só de ver já doeu em mim.
—Ai, gostosa! Isso dói! —Reclamou minha tia.
Ao mesmo tempo, a ruiva colocou a mão de novo atrás das costas dela e levou até a buceta da irmã. Enfiou dois dedos e a masturbou com força.
―Ai! ―O grito da minha mãe ficou abafado entre os lábios da buceta da Cristela.
—Vou encher essa sua buceta de dedos, puta. Me solta. —Enfiou um terceiro dedo e me surpreendeu o quanto a buceta da minha mãe se dilatou—. Tá vendo, Nahuel? É assim que a gente acaba brigando. Ai! Para de me beliscar!
—E para de ficar passando essa buceta na minha cara.
—Vou fazer isso quando você começar a me tratar direito. Já faz mais de vinte anos que eu tento fazer você entender isso.
―Hmm… vocês tão fazendo isso desde aquela época? ―Perguntei.
―Não ―respondeu Cristela―. Na verdade, isso faz uns vinte anos que não acontece. Quando éramos novas, tivemos várias situações assim, mas quando sua mãe casou, não teve mais tantas brigas, então esse método não foi necessário. Na terceira vez que brigamos assim, sua mãe não obedeceu, se recusou a passar a língua na minha buceta.
—Claro! —Disse a Alice.
—Mas uns dias depois a gente voltou a brigar. Nem lembro mais por que foi. Tu lembra, Alicia?
—Foi porque você é uma exagerada, como sempre. Com certeza ficou puta por uma besteira.
—Você acha que é uma putaria roubar o vestido da sua irmã bem na noite em que ela vai estrear? Ou acha que é uma putaria roubar as economias que eu tinha pra começar um novo trampo? Hein? Me diz…. —os dedos da minha tia se moviam rápido dentro da buceta da minha mãe, mostrando que a raiva dela só aumentava—. Na quarta vez já tava de saco cheio. Deixei passar na vez anterior, mas na quarta eu falei: “Não, já chega… hoje vou dar uma lição que ela vai lembrar pra sempre”. Entrei no quarto dela de camisola, sem calcinha, ela tava se masturbando. Quando me viu, se assustou pra caralho, porque pensou que era a mãe. Sabia que sua mãe se masturbava muito?
—Cristela, não conta essas coisas pra ele não…. é muito…
—Humilhante? Essa é a ideia, irmãzinha. Nahuel, talvez você tenha ouvido sua mãe reclamar da masturbação, e isso é porque na sua idade ela se tocava muito… mas muito mesmo. Ela se enfiava três ou quatro punhetas por dia, no mínimo. E eu sei disso porque meu quarto era colado no dela e só nos separava uma parede de madeira. Dava pra ouvir ela gemer enquanto enfiava os dedos. Adorava pegar ela no flagra se masturbando. Sabe por quê?
—Porque era humilhante? —falei.
—Sim, mas pra ela não é só o ato da masturbação em si que é humilhante. O que mais incomoda sua mãe é admitir que tá excitada e que a buceta dela molhou porque ela tá com tesão. Ela odeia reconhecer que adora o ato sexual.
—É que não gosto, de verdade…
—Sim, claro, Alicia. Agora me diz também que você é virgem e que seus cinco filhos nasceram de um repolho.
—Não tô dizendo que ela é virgem. Respeito o ato sexual, se for pra procriar; mas…
—Mas você não fica com tesão fazendo isso? Não fica com a buceta molhada quando enfia os dedos? Não morre de vontade de chupar uma boa pica?
—Não, Cristela. Você sabe que não.
—Tá vendo o que eu tô te falando, Nahuel? Não tem nada que humilhe mais ela do que admitir que tá com tesão. Naquela noite, quando entrei no quarto dela, ela tava se masturbando, sozinha, sem ninguém ter "provocado". O que houve, mana? Por que você tava tão tarada?
—Que importância isso tem pra você.
—Quando a Alicia percebeu que quem tinha entrado era eu, e não nossa mãe, ela se acalmou um pouco… até continuou se dedando na buceta. Dava pra ver que ela tava recontra com tesão. Eu tava puta e falei: “Se prepara, putinha… já sabe o que vem”. E ela nem reclamou. Ficou parada, olhando pro teto, sem parar de se esfregar o clitóris. Eu tirei a camisola, subi na cama e sentei na cara dela, igual agora. Lembro clarinho que ela disse: “Tô pronta”. O que foi, Alicia? Tava esperando minha buceta?
—Não, mas sabia que você ia vir. Tava puta da vida comigo. Simplesmente sabia que não ia se acalmar até me dar meu "castigo".
—Teu castigo merecido. Porque você mesma sabe que merecia.
—Talvez… —disse minha mãe, com um sorriso desafiador—. Pelo menos meu filho vai saber que não sou uma covarde.
—Bom, pra muitas coisas você é bem medrosa, mãe — lembrei a ela.
―Talvez, mas também posso ser corajosa. Pra provar, vou contar eu mesma como foi aquele momento. Sua tia não tá contando direito. Parece que ela não lembra que eu não tava só de camisola, também tava de fio dental.
—Ah, sim! É verdade… agora lembro do que aconteceu depois.
―A Cristela sentou em cima de mim e começou a esfregar a calcinha fio dental na minha cara. Mas eu sabia que aquele não era o castigo que ela tava procurando. Sei que me comportei mal, admito. E se ela ia me castigar, queria que fizesse direito, pra passar a raiva dela. Mesmo que a gente brigue muito, eu amo ela. Não gosto de ver ela puta. Por isso eu mesma pedi pra ela levantar um pouquinho.
—No começo, achei que ela queria evitar o castigo… mas depois ela me disse: “Se vai fazer, faz direito, tira a tanga”. Ela mesma me ajudou a tirar.
—E pra mostrar que eu tava disposta a aceitar o castigo, quando a Cristela se ajeitou de novo em cima de mim, eu agarrei ela na bunda e, sozinha, fiz ela descer até que a buceta dela ficou na minha cara. Lembro que senti um cheirinho bem forte, igual agora. Também muito melada. A Cristela fala que eu tava excitada, bom… ela tava muito mais.
—Eu tinha me masturbado antes de entrar no quarto — garantiu minha tia —. Queria deixar a buceta bem molhadinha, pra você. — Ela esfregou de novo a boceta no rosto da minha mãe. A Alicia levou numa boa e esperou em silêncio por alguns segundos, até a irmã soltar ela.
—E te incomodou ela estar tão molhada? — perguntei, com um nó na garganta, enquanto me punhetava.
—Não… bom, sim. Claro que me incomodou. Mas isso era parte do castigo. Tinha que ser assim. —Definitivamente tenho que falar com a Macarena sobre essa parada estranha que minha mãe tem com castigos, ela com certeza vai conseguir me explicar melhor por que ela age assim—. Eu tava disposta a aceitar que ela tivesse a buceta molhada. Aliás, preferia que fosse assim.
—Você queria receber o castigo da melhor forma possível — disse Cristela, se masturbando.
—É isso mesmo, você estava muito brava comigo, sei que te fiz muitas coisas ruins, e não pense que não me importei. Sei que às vezes posso ser muito egoísta. Por isso queria que você me castigasse bem, pra pelo menos sentir que saiu ganhando em alguma coisa: me humilhar. Então, quando você ficou assim, em cima de mim, eu mesma comecei a esfregar seu clitóris — minha mãe colocou o polegar no clitóris da irmã e começou a massagear.
—Sim, é verdade… agora me lembro bem disso. Você me disse: “Se vai me castigar, faz com a minha buceta bem molhada”. —Cristela fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, parecendo estar curtindo muito os toques da minha mãe, ou então relembrando o passado—. Você me surpreendeu muito quando fez isso, até quase senti pena de você, quase te perdoei; mas depois lembrei que foram muitas coisas. Além disso, tenho que admitir que você me tocou muito bem, eu praticamente não tinha experiência sexual, e outra pessoa tocar meu clitóris daquele jeito me deixou a mil. Se você queria que minha buceta ficasse bem molhada, conseguiu.
—Eu sei, porque eu mesma passei ela no meu rosto… e lembro da umidade. —Alicia aproximou a cabeça da buceta da irmã e se esfregou, igual gato faz. Só faltou ronronar—. Mmmm, que cheiro gostoso. Admito que o cheiro de buceta tem algo de mágico.
—Naquela noite você me disse algo parecido… mas mais sapatão.
Não exagera, também não foi tudo isso. Te falei: Se eu fosse sapatão, tava era me divertindo pra caralho agora.
―Você também me disse que gosta da minha buceta.
—Eu disse que você tem uma buceta linda, e mantenho isso. Você é gostosa, maninha. Isso não posso negar, nem se a gente brigar. —Soou estranho ouvir minha mãe fazendo esse tipo de elogio, geralmente ela não fala bem de ninguém—. Mas você levou meus comentários como se eu tivesse te dando permissão pra fazer o que quiser.
—Sim, porque foi assim que entendi… e porque ainda estava com raiva. Queria te ver sofrer um pouco. Lembro que te falei: Se quer me molhar a buceta, por que não passa a língua?
—E eu te falei que não…
—Foi o que me fez insistir. Passa a língua, vagabunda.
—Não.
Sim, você vai chupar ela toda, sua filha da puta.
De repente o tom da minha tia mudou, parecia que elas estavam brigadas de novo. Quem entende essas duas? São mais doidas que minhas quatro irmãs juntas.
—Eu te falei que não, porque você estava soltando muito suquinho da sua pussy, igual agora.
Olhei atentamente e era verdade, da buceta da minha tia saía um líquido viscoso e transparente.
—É exatamente por isso que quero que você passe a língua, quero que engula todo o suquinho da minha buceta. Você merece, por ser uma garota tão gostosa.
Cristela falou no presente, mas imaginei que anos atrás eles tiveram a mesma discussão, praticamente com as mesmas palavras.
Minha tia esfregou de novo a buceta dela no rosto da Alicia, lambuzando ela com os sucos vaginais. Foi algo muito sexy, adoraria que uma mulher fizesse isso comigo. Meu pau começou a pulsar e tive que soltar ela, ainda não era hora de gozar.
—Passa a língua —disse Cristela, com um tom bem imperativo—. Agora.
Ela recuou só um centímetro e eu vi a língua da minha mãe espiar pra fora da boca dela e avançar até encontrar os lábios da buceta da irmã. Ela deu uma lambida firme, que percorreu quase todo o comprimento da buceta, começando de baixo e subindo até o clitóris. Notei que boa parte dos fluidos vaginais acabaram dentro da boca dela. Alicia engoliu tudo sem reclamar.
—Bom, assim que eu gosto, que você seja obediente. Tá vendo, Nahuel? Foi isso que sua mãe fez naquela noite… e não foi só uma lambida. Passa a língua de novo.
Meu coração começou a bater muito forte, consegui ver minha mãe fazendo algo que jamais imaginei que veria. Ela começou a lamber a buceta da Cristela como se fosse uma sapatão em busca do próprio prazer sexual.
—Naquela noite eu disse: Vai assim mesmo, Alicia, tá molhando minha pussy toda. Mas se quiser que saia mais suquinho, chupa meu clitóris.
A língua dele se enroscou nos lábios da buceta e subiu até o clitóris, chupou ele por uns segundos e depois começou a estimular com a língua.
A chupada na buceta foi espetacular. Vi minha mãe com meu pau na boca, e com a cara cheia do meu gozo; mas vê-la chupando a buceta da própria irmã foi ainda mais excitante pra mim, talvez porque eu era só um espectador e podia curtir a ação de uma perspectiva mais relaxada. Cristela voltou a fazer aquele rebolado sensual, mas dessa vez foi pra favorecer as lambidas que a Alicia dava nela.
—Quero sua língua em cada cantinho da minha buceta —disse a ruiva.
E a língua da minha mãe se perdeu dentro do buraco da buceta. Ela se divertiu ali por uns segundos e depois voltou pro botãozinho de prazer feminino. Minha mãe tava chupando o clitóris da Cristela e parecia resignada a fazer aquilo. Mas a Alicia não costuma ceder sem dar briga.
Agarrou as nádegas de Cristela com as duas mãos, apertou, separou e depois levou um dedo ao cu dela. Em um segundo, aquele dedo sumiu dentro do buraco.
―Ai, sua puta! Enfiou um dedo no meu cu. Tá vendo como é sua mãe, Nahuel? Ela sabe que merece o castigo, mas é muito rancorosa. Naquela vez ela fez a mesma coisa comigo, enfiou um dedo no meu cu… Ai! E depois outro… — olhei entre as nádegas da minha tia e, de fato, já tinha dois dedos dentro do buraco dela —. Naquela noite sofri pra caralho, ela fez de propósito, como se dissesse: “Se me humilhar, vou fazer seu cu doer”… e doeu mesmo, meu cu era virgem. Mas agora, maninha, não tô nem aí se você fizer isso. Meu cu já não é mais virgem, nem um pouco. Pode enfiar quantos dedos quiser, que não vai me fazer sofrer.
Como se não tivesse ouvido, Alicia começou a mexer os dedos no cu da Cristela, ao mesmo tempo que chupava a buceta dela. Foi espetacular, foi igualzinho a ver pornô lésbico na internet… só que dessa vez eram minha mãe e minha tia.
—Ai, sim, que gostoso… enfia os dedinhos no meu cu —disse Cristela, num tom desafiador—. Mmmmm, adoro. Vou ficar muito mais molhada… vou gozar na sua boca, vagabunda. Tá vendo isso, Nahuel? Foi assim que ela chupou minha buceta naquela noite, e não foi a última vez. Não lembro exatamente quanto tempo passou, mas umas semanas depois a gente discutiu de novo, porque ela vendeu uns livros meus pra comprar não sei que merda. Quando entrei no quarto dela, naquela noite, ela disse: “Já sei por que você veio. Quer que eu chupe sua buceta”. Buceta e cu, você vai chupar; respondi. E ela aceitou, sabia que tinha feito merda. Disse: “Tá bom, mas dessa vez a gente vai fazer diferente”. Aí saiu da cama, pediu pra eu me apoiar na parede e se ajoelhou atrás de mim. Baixou minha calcinha e na hora enfiou a cara entre minhas nádegas. Não acreditei, a putinha gostosa tava chupando meu cu de verdade… e eu adorei, porque queria ver ela humilhada. Claro que também chupou minha buceta. Lembra daquela noite, Alicia?
—Sim, lembro muito bem. Quis fazer diferente pra te mostrar que tava disposta a aceitar o castigo. Vendi seus livros sem te consultar, isso foi errado.
―O pior é que você deve ter comprado uma merda qualquer.
—Você não liga pro que eu comprei. Mas sei que te fiz mal, você gostava daqueles livros.
Sim, e me custaram muito caro. Espero que pelo menos tenham te pagado bem.
—Não muito.
—Ai, que raiva que me dá! Lembro e te juro que ferve o sangue de tanta raiva. Sabe o quê, maninha? Acho que já tá pronta pro grande final. Imagina qual pode ser?
—Sim.
—E você vai aceitar?
—Sim, porque você não vai se acalmar até que isso aconteça.
—Você me conhece muito bem. —Ela virou a cabeça e me olhou nos olhos—. Nahuel, você pode me ajudar com isso.
―Eu?
—Sim. Sua mãe tava me contando como foi a parada que fez ela descobrir seu… probleminha. Ela me falou do acidente com porra no quarto da Macarena — ela soltou uma risadinha —. Tinha pagado um milhão de dólares pra ver aquilo.
—Não foi tão engraçado assim — disse Alicia.
—Tenho certeza de que foi sim. A cara que tu deve ter feito quando teu moleque encheu tua buceta de porra! Só de imaginar já me dá risada. Bem, vem cá, Nahuel. Fica atrás de mim. Vai dar pra tua mãe a ração de porra dela. Sei que ela só aprontou comigo, mas… tenta pensar em alguma vez que ela te irritou…
—Me vêm várias coisas na cabeça —falei.
Ei! —Minha mãe reclamou—. Não sou tão filha da puta assim.
—Talvez não, mas você é a mãe — disse minha tia. — Os garotos da idade do Nahuel sempre têm algum problema com as mães deles.
—Bom, isso é verdade.
―Vai, Nahuel, tem que ser agora… porque eu… tô cada vez mais perto de encher a cara dessa gostosa de leitinho. ―Falou entre gemidos enquanto se masturbava.
Senti um pouco de pena pela minha mãe, mas ela mesma disse que topava receber esse "castigo". Não queria me vingar de nada em específico, só queria esvaziar meu leite e, quem sabe, gozar na boca de alguém... mesmo que essa alguém fosse minha mãe. Sim, sei que isso me torna um filho de merda; mas vou analisar esse ponto outra hora. Agora é impossível, tô pensando com a pica.
Me coloquei atrás da minha tia e comecei a esfregar minha glande na buceta dela, não fiz de propósito, só tava tentando deixar meu pau o mais perto possível da boca da minha mãe, e como a Alicia tinha voltado a chupar o clitóris da Cristela, não tinha muito espaço.
E o clitóris não foi a única coisa que ela chupou, pude sentir a língua da minha mãe passando pela ponta do meu pau. Pra ela devia ser impossível não chupar, tava tudo ali. Minha tia se moveu pra frente e pra trás e a buceta dela deslizou ao longo do meu pau, quando isso aconteceu, a Alicia engoliu minha glande inteira.
—Assim que eu gosto, gostosa —disse minha tia—. Teu filho vai encher tua cara de porra. Espero que assim aprenda, de uma vez, sua puta, a me tratar melhor… e de quebra trata ele melhor também… e todo mundo nessa casa. Nahuel, quando estiver perto de gozar, fuck you, permissão pra meter o pau na minha buceta.
— Não, Cristela — reclamou minha mãe —. Isso já é demais.
—Você sabe por que eu quero que você faça isso?
—Sim, já imagino por que, mas acho exagerado demais.
—E se ele só colocar a pontinha?
―Mmmm…
―Vai, mamãe… só um pouquinho ―implorei. A buceta da minha tia é fabulosa, tô morrendo de vontade de enterrar a pica ali, nem que seja só um pouco―. Decide logo, porque já tô quase gozando.
―Tá bom, mas só a pontinha ―ela concordou.
Apontei minha cabecinha pra buceta da Cristela, ela levantou um pouco a raba pra facilitar meu serviço. Minha mãe disse “só a pontinha”, mas quando senti aquela gruta molhada e viscosa, não consegui me segurar. Entrou a cabeça do meu pau e o resto foi junto.
—Ai, Nahuel! Pelo amor de Deus! —Exclamou minha tia—. Que sentada de pau você acabou de me dar! Meu Deus!
—Nahuel! —Minha mãe reclamou—. Eu te falei que era só a pontinha…
Não conseguiu continuar reclamando porque a Cristela colocou a buceta de novo na cara dela. Meu primeiro jato de porra saiu, dentro da buceta da minha tia. Senti um alívio enorme, misturado com uma onda imensa de prazer. Tava segurando aquela porra fazia um tempão e não aguentava mais. Antes do segundo jato sair, minha tia se afastou e a porra caiu direto na boca da minha mãe. Senti a língua da Alicia percorrendo toda a minha glande, o resto dos jatos da minha gozada foram parar direto dentro da boca dela, ou na cara dela. Ela engoliu uma boa parte da porra enquanto a Cristela falava pra ela.
—Assim, gostosa, toma ela toda.
Senti um chupão intenso na ponta da minha piroca bem na hora que saíram os últimos jatos de porra, foi espetacular. Gozar assim, enquanto alguém te chupa a piroca, deve ser a coisa mais linda do universo.
―Agora tira a porra que tem na minha buceta, sua puta.
A ordem da minha tia foi cumprida à risca. Minha mãe se agarrou nas nádegas da irmã dela e começou a chupar a buceta com força, lambeu tudo enquanto a Cristela se masturbava. Os gemidos da minha tia aumentaram tanto que eu mesmo tive que tapar a boca dela com a mão. Não queria que ninguém entrasse pra ver o que tava rolando no meu quarto.
Uns segundos depois, os gemidos foram diminuindo e eu soltei ela, isso me permitiu buscar uma posição melhor pra ver o que tava rolando. Me afastei um pouco da cama e pude ver que minha mãe tava se masturbando com muita vontade, da buceta dela escorria uma espuminha branca, parecida com sêmen. Mas o mais impactante foi ver o jato de suquinho que saltou da buceta da minha tia, com certeza misturado com o meu próprio sêmen. A Alicia recebeu com a boca aberta e engoliu tudo, enquanto a Cristela continuava gemendo.
Apenas um segundo depois, um jato bem parecido jorrou da buceta da minha mãe, deduzi que ela também tinha gozado. Minha tia virou a cabeça bem na hora pra ver isso.
— Ficou com tesão, puta? — Perguntou pra minha mãe —. Hã, ficou com tesão? Fala, manda a verdade.
—Sim…
—Não ouvi.
—Eu disse que sim….
―Que sim, o quê?
—Que sim, fiquei com tesão… muito…
—Assim que eu gosto. Bom, o motivo pelo qual você se excitou pode guardar pra você, você mesma vai analisar. Mas dessa vez tem que admitir que curtiu, pelo menos, uma boa punheta. Você teve um orgasmo do caralho, maninha.
—É verdade.
—E ainda vai continuar insistindo que não gosta de sexo? —Não houve resposta—. Tá bom, essa discussão a gente deixa pra outro momento. Por enquanto, eu me dou por satisfeita que você recebeu seu castigo. Bom, tô toda suada e grudenta, vou tomar um banho. —Levantou da cama e, antes de sair do quarto, me disse—. O que achou do método da tia pra te ensinar a aguentar mais?
—Foi demais, tia. Adorei — falei, com certeza com um sorriso de idiota.
—Fico feliz em saber disso.
Saiu e fechou a porta rapidamente. Fiquei olhando pra minha mãe, toda pelada e suada, ainda dava pra ver grossos filetes de sêmen escorrendo pelo rosto dela, e os dedos dela ainda brincavam com a própria buceta. Tinham molhado tudo.
—Mamãe, a cama tá uma zona.
—Não se preocupa, filho. Eu mesma vou trocar os lençóis. Agora… você pode me deixar um tempinho sozinha? Preciso disso.
―Mmmm… te incomoda se eu sentar pra jogar no PC? Vou ficar de fone, de costas pra você, pode fingir que não tô aqui.
―Tá bom, se você não fala, não me incomoda.
Sentei na frente do computador, de costas pra minha mãe. Mesmo dando uma olhadinha de vez em quando, ela continuava se masturbando, de olhos fechados. Fiquei me perguntando no que ela tava pensando. Não era hora de perguntar, mas minha intimidade com a minha mãe cresce a cada dia, quem sabe um dia eu consiga conversar com ela e tirar todas as dúvidas que tenho. Graças à Cristela, descobri que minha mãe é uma pessoa muito mais intrigante e fascinante do que eu imaginava... e, bom, minha tia também é. Minha tia é maravilhosa.
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