Ilhado Entre Bucetas[12](Parte 1)[/12]

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Ilhado Entre Bucetas[12](Parte 1)[/12]


Capítulo 12.

Noites Molhadas.

Tava jogando Play. Igual nos últimos dias, só pra me distrair com alguma coisa, porque já sabia os jogos que tinha praticamente de cor. Mesmo assim, alguns ainda conseguiam me divertir.
A porta se abriu de repente e fiquei feliz por estar vestido. Era minha prima. Ayelén me encarou da porta, dava pra ver a raiva contida nos olhos dela. Antes que eu tivesse tempo de falar qualquer coisa, ela já soltou a voz.
— Sai —disse com voz seca.
—O quê? Por quê? A Tefi me deu permissão pra ficar aqui o tempo que eu quiser.
―Isso mudou. Agora este é o meu quarto. Vou dormir com a Estefanía por uns dias. Você pode voltar pro seu quarto.
— Sério? — perguntei, me alegrando, feito o grande ingênuo que sou. Um segundo depois percebi que isso devia ser uma armadilha.
—Sim, você vai dormir com a minha mãe.
Toda minha alegria sumiu na hora. Entendi que a Ayelén tinha dado um jeito de convencer a Estefanía a passar a noite aqui, só pra me obrigar a dormir com a Cristela. A Macarena ainda não me deixava voltar pro quarto dela, não queria incomodar a Gisela e, de jeito nenhum, queria ficar sozinho com a Pilar. Minha única opção era a Tefi… até que a Ayelén mudou tudo.
—Vai, cara —ela me disse—. Sai daqui. Se quiser, leva essa Playstation porcaria.
Saí do quarto, mas não levei o Play, porque talvez a Tefi quisesse jogar. Além disso, no meu quarto eu tinha outras formas de entretenimento.
Voltar pro meu quarto me animou pra caralho. Por algumas horas, pude ficar de boa na minha própria toca, jogando no computador. Lá, meu catálogo de jogos era bem maior, e eu não tocava neles desde que começou a quarentena. Foi como uma lufada de ar fresco. Mas isso acabou quando minha tia Cristela decidiu que já era hora de dormir.
Desculpa" —ela me disse assim que entrou no quarto—. "Imagino que não deve ser nada confortável dormir com a sua tia pesada; mas a Ayelén insistiu muito que queria passar algumas noites com a Estefanía. Não me surpreende, a Tefi é a única com quem ela se dá bem.
—Tá de boa, tia. Já tô me acostumando com essa parada de dormir com outras pessoas. Só espero não te atrapalhar.
—Não, você não me incomoda nada.
Ao dizer isso, tirou a blusa e o short, ficando só de fio dental e sutiã. Já tinha visto ela assim, durante o torneio de bundas, mas agora ela era a única mulher presente. A anatomia dela não competia com a de garotas mais novas e voluptuosas. Toda a minha atenção estava na sua figura definida. A barriga lisa, e aqueles dois melões, quase tão grandes quanto os da Gisela. Tenho que admitir que, pra idade que tem, e considerando que é mãe, minha tia Cristela tem um corpo maravilhoso. Tem uns sinais que entregam a idade, mas são mínimos.
Cristela se deitou na cama e eu decidi que o melhor era fazer o mesmo. Afinal, já tava com sono e quanto mais cedo eu dormisse, mais rápido a noite passava.
Pra dormir, fiquei só de cueca, o que não me deu vergonha nenhuma, porque era praticamente como estar de short. A cama é de solteiro, mas daquelas maiores, o que significa que duas pessoas podem dormir ali... desde que não sejam muito volumosas. Eu sou magro e minha tia também, mas mesmo assim ficamos muito juntos na cama.
—Descanse bem —ela me disse, com simpatia, e apagou a luz.
Fiquei de olhos abertos, encarando o escuro, achando que essa noite ia ser impossível dormir. Mas aconteceu como tantas outras vezes em que peguei no sono sem nem perceber.
Só me toquei de que tinha dormido quando, no meio da noite, uma coisa se mexendo debaixo dos lençóis me acordou. Fiquei paralisado de medo até meu cérebro lerdo reagir. Lembrei que do meu lado estava minha tia Cristela e a alma voltou pro corpo.
Tava pronto pra voltar a dormir quando, de novo, percebi um movimento estranho… até senti o colchão vibrando de um jeito esquisito. Do meu lado esquerdo, minha tia Cristela parecia estar tremendo. Por sorte, antes de abrir a boca, resolvi esperar pra entender melhor a situação.
Contra meu ombro esquerdo dava pra sentir o braço da minha tia se mexendo rapidinho, isso já me deu uma pista importante; mas o que deixou tudo mais claro foram os sons. Prestando atenção, percebi que ela respirava ofegante e ao mesmo tempo contida, como se não quisesse ser ouvida. A isso se somava um estalo molhado fraquinho, que ficava mais intenso quando a respiração da minha tia acelerava.
Fiquei paralisado de surpresa. Bastava ligar esses pontos pra saber que a Cristela tava se masturbando. Não podia ser outra coisa.
Fiquei parado, sem mexer um único músculo. Se as luzes estivessem acesas, eu estaria olhando pro teto; mas só via escuridão. Isso aguçou melhor meus outros sentidos e minha audição ficou cada vez mais apurada. Aquele estalo molhado fraco ficou muito mais fácil de identificar. Não tinha dúvida nenhuma, ela tava enfiando os dedos na buceta, e mesmo querendo passar despercebida, fazia isso bem rápido. Às vezes ela parecia esquecer que não devia chamar minha atenção. Nesses momentos, dava pra ouvir ela suspirar de prazer, enquanto os dedos ganhavam velocidade se movendo contra a buceta dela.
Senti uma vergonha danada. Se ela descobrisse que eu tava acordado, podia… sei lá… não faço ideia de como ela podia reagir. Mas com certeza não ia ser algo bom.
Fiquei bem parado, sem ter muita noção do tempo. Por causa dos gemidos da minha tia, a pica ficou dura pra caralho. Sorte que tava apontando pro teto, igual o mastro de um navio, assim ela não ia perceber minha ereção.
Por sorte a Cristela ficou satisfeita e foi diminuindo os movimentos aos poucos, até ficar completamente parada.
Dessa vez, demorei muito mais pra pegar no sono, principalmente porque tava muito excitado e queria bater uma; mas fazer isso do lado da minha tia seria loucura, ainda mais considerando que ela podia estar acordada.

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O dia seguinte foi bem normal… bom, se é que dá pra considerar normal ficar em quarentena por causa de uma pandemia. Passei um tempão no meu quarto, mexendo no computador, sem conseguir parar de pensar na punheta noturna da minha tia. Aquela parada me deixou estranhamente excitado, mas não tive coragem de bater uma, tava com medo dela entrar de repente no quarto e me pegar no flagra.
Pra não cair na tentação de me tocar, resolvi sair do meu quarto.
Não foi uma boa ideia.
Na sala, encontrei a Macarena, só de fio dental, exibindo os peitos dela numa boa. Mas o que roubou quase toda minha atenção foi a Gisela, que também tava sentada num dos sofás da sala, e igual a Macarena, ela não tava de sutiã. Os peitões enormes dela estavam totalmente à mostra.
A Macarena me convidou pra me juntar a elas, pra tomar um mate. Aceitei na hora e me esforcei pra não olhar pras tetas dela… ou pra buceta, porque as duas estavam de fio dental e, mesmo sentadas, dava pra ver como o tecido da calcinha marcava o contorno dos lábios da buceta delas.
Num instante perdi a concentração e fiquei besta, admirando os peitões da Gisela. Fiquei imaginando como seria tocar nuns peitos daqueles… ou chupá-los. Os bicos eram durinhos e muito bonitos, embora não tão grandes quanto os da minha tia Cristela.
De repente, a Gisela virou a cabeça na minha direção e eu pude ver o medo nos olhos dela. Tentei desviar o olhar das tetas dela, mas já era tarde demais. Ela tinha me pego no flagra. Percebi como as bochechas dela ficaram vermelhas.
— Já volto — disse Gisela, quase na hora.
Ela saiu da sala enquanto a Macarena me servia um mate. Quando terminei de tomar, a Gisela voltou. Tava vestindo uma camiseta branca. Os bicos marcavam bem, mas não era a mesma coisa que estar de peitos de fora. Me senti muito mal. Por causa do meu jeito insolente de olhar pra ela, acabei envergonhando minha irmã, e ela, em vez de manter a promessa que fez pra Macarena de deixar os peitos soltos, teve que cobri-los com alguma coisa.
Nahuel, você não pode ser tão imbecil assim", me repreendi. Queria explicar pra Gisela que, de todas as minhas irmãs, ela era a que menos receberia olhares cheios de tesão da minha parte; mas… não consegui evitar. Os peitos dela são… chamativos demais. Considerando a personalidade tão introvertida que ela tem, deve ter sofrido muito por ter peitos tão grandes, e por eles virarem o centro das atenções de todo mundo ao redor. E eu, feito um idiota, fiz ela se sentir mal na própria casa dela.
Voltei pro meu quarto, pra me conectar no computador de novo. Não aguentei a decepção no olhar da Gisela.

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Naquela noite, fui dormir antes da minha tia Cristela entrar no quarto. Achei que assim evitaria uma situação constrangedora. Não queria ficar olhando pra ela de calcinha e sutiã enquanto pensava na punheta que ela tinha batido na noite anterior. Também imaginei que, se ela já tinha aliviado a vontade de se tocar, então demoraria uns dias pra fazer de novo. Sempre achei que mulher raramente se masturba… embora a Macarena já tivesse me mostrado que algumas podem fazer isso com mais frequência. Não achava que minha tia fosse desse tipo. Se ela chegou ao ponto de se masturbar comigo na mesma cama, com certeza foi porque tava num daqueles dias estranhos em que não aguenta mais a seca.
No meio da noite, alguma coisa me acordou, não tenho certeza se foi um barulho ou um movimento… ou talvez os dois. Quando voltei a mim, fiquei duro, sem mexer um músculo sequer.
Estava acontecendo de novo.
Do meu lado, a Cristela se mexia suavemente e a respiração dela tava agitada, como se tivesse corrido uma maratona. De novo, percebi o tremor no braço direito dela, que tava praticamente colado no meu corpo. Qualquer mulher que tivesse se tocando na buceta se mexeria do mesmo jeito.
Diferente da noite anterior, dessa vez minha tia demorou mais pra satisfazer as necessidades sexuais dela. Imaginei que ela tava mais confiante agora… e esse excesso de confiança fez ela ser menos cuidadosa. O barulho molhado dos dedos entrando e saindo da buceta dela foi ficando cada vez mais rápido. Só parava em certos momentos… mas o braço dela continuava se mexendo. Entendi que nessas horas ela tava esfregando o clitóris, e depois voltava a meter os dedos.
Considerando que minha tia Cristela é uma mulher voluptuosa e muito gostosa, e que estava se tocando do meu lado, acho que ninguém pode me julgar por ter uma ereção. Dessa vez não consegui segurar. A pica ficou dura que nem um cacete… tão rígida que tive que tirar ela da cueca. Só o lençol ficou me cobrindo. Mas o escuro era total. Nem a pessoa com a visão mais aguçada teria percebido que eu estava de pau duro. Isso me acalmou muito. A única coisa que eu tinha que fazer era ficar bem quieto até minha tia terminar a punheta dela. Depois a pica ia baixar sozinha… ou pelo menos era o que eu esperava.
Mas tudo mudou num instante. Não sei exatamente o que aconteceu, só sei que de repente senti os dedos da minha tia no meu pau duro. Ela tocou como quem procura uma lanterna no escuro.
―Ai! ― Exclamou Cristela. Foi um grito abafado, apesar do susto, ela não queria acordar todo mundo da casa.
Tudo aconteceu muito rápido. Ela se remexeu na cama, ouvi barulhos no criado-mudo do lado dela e, de repente, a luz se acendeu.
Nunca vou conseguir esquecer aquela imagem da minha tia Cristela. Ela estava sentada na cama. Os cabelos dela, exageradamente ruivos, estavam bagunçados; os olhos pareciam prestes a pular das órbitas; ela estava coberta por finas gotas de suor e os peitos dela… os peitões dela nus, subiam e desciam no ritmo acelerado da respiração. O olhar dela saltava dos meus olhos pro meu pau. Foi aí que percebi que a Cristela, ao tentar cobrir a parte de baixo do corpo, tinha puxado o lençol, que ela segurava com as mãos. Isso deixou meu pau completamente à mostra.
Não sabia o que dizer, nem como reagir. Fiquei tão duro quanto meu próprio pau.
―Nahuel! Eu… hum… você… é… não sabia que estava acordado. Eu… é…
Ela estava tão nervosa quanto eu. Não encontrava palavras pra explicar por que tava se masturbando, e eu não queria explicar por que tava com o pau duro.
Cristela apoiou a cabeça no travesseiro de novo e ficou olhando pro teto em silêncio. Eu fiz o mesmo, mas... de canto de olho, espiei os peitos dela várias vezes. Não consegui evitar. Eram quase tão grandes quanto os da Gisela, e pareciam muito gostosos com aquelas gotinhas de suor cobrindo eles... e o ritmo que subiam e desciam. Minha tia estava agitada e eu não sabia se era pela punheta que ela tinha batido, ou pelo susto que levou. Provavelmente era pelos dois.
—Me perdoa, Nahuel —ela disse. Sentou-se de novo e os olhos dela foram direto pro meu pau, que eu nem tinha me preocupado em cobrir—. Fui uma idiota. Não vou nem tentar negar o que eu tava fazendo. Você já é grandinho e ia ser muito otário se não percebesse. Esse é o seu quarto e eu vim invadir, e pra piorar… faço isso. Não quero que você pense mal de mim. Juro que achei que você tava completamente dormindo. Mais que isso, nem ouvia você respirando. —Talvez fosse porque eu tava prendendo a respiração, tentando fazer o máximo de silêncio possível, pra ela não perceber que eu tinha acordado. Mas não consegui evitar que meu pau me entregasse—. E olha como você ficou… por minha causa. —Deitou-se de novo e o silêncio voltou a reinar, por longos segundos—. Tô muito envergonhada. Prometo que a gente vai conversar sobre isso; mas agora não… não consigo. Me sinto uma babaca.
—Não fica mal não, tia — as palavras saíram da minha boca automaticamente, nem pensei. Reagi por puro instinto. — Você não fez nada de errado. Não tô puto com você, nem um pouquinho.
—Bom, fico feliz em saber disso. Mas ainda assim, me sinto mal. —Ela apagou a luz—. Dá pra gente voltar a dormir? Agora não consigo falar sobre isso.
―Sim, tá bom.
—Quando minha cabeça clarear um pouco, a gente vai conversar. Descansa, te prometo que não vou fazer nada estranho a noite toda.
—Descanse bem.

Diário de Quarentena:
Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:

"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.
E agora quem vai me chupar a pica?>

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Mais uma vez, as salas comuns da minha casa estavam lotadas de rabetas de fio dental: Ayelén, Estefanía, Macarena… e até a Gisela, todas desfilando por aí com roupas íntimas minúsculas. Não tinha onde me esconder dessa estimulação visual, então não demorou muito até a minha pica ficar dura. A primeira a notar foi a Macarena, porque ela estava sentada do meu lado num dos sofás da sala. Ela me ignorou, continuou vidrada no celular, e eu tentei disfarçar aquela barraca vergonhosa. Foi inútil, porque minha mãe percebeu. Ela chegou perto de mim, com a testa franzida, e baixando a voz disse:
—Dá pra saber por que você tá assim?
Fiquei de boca aberta olhando pra ela, sem saber o que responder. Como é que eu ia contar pra ela que fiquei de pau duro porque minhas irmãs estavam usando fio dental? Muito menos podia mencionar o que rolou com minha tia Cristela durante a noite. Por sorte, antes que a Alicia pudesse falar mais alguma coisa, a Macarena se meteu.
―Não é óbvio, mãe? Porque ele não aguenta mais a vontade de bater uma punheta.
Minha mãe recuou, como se tivesse levado um tapa na cara.
—Então… então vai pro quarto dela fazer isso. Já que a Ayelén não tá aqui…
—A tia Cristela tá aí —falei pra ele. —Não vou mandar ela sair pra eu poder… —não tive coragem de terminar a frase.
—Mãe —Macarena falou de novo—. A gente não tinha combinado que você ia ajudar ele dando um lugar tranquilo pra ele… fazer aquilo?
―Hum…
—Nunca te ofereceu nada.
— E onde é que você quer que eu meta isso? —Alicia se defendeu—. Todas as peças tão ocupadas.
—A sua não. —disse Macarena.
—Tá louca? Como é que vou emprestar meu quarto pra isso?
—Mãe, ele precisa de um lugar pra fazer isso, já conversamos sobre isso. Se você continuar negando a realidade, é pior pro Nahuel. O coitado vai acabar estourando os ovos se continuar segurando por tanto tempo.
—Ainda não entendi direito qual é o problema — disse Alice. — Ele tem que… gozar, ou não? Porque essa história de ejaculação precoce…
—É assim, mãe… vou explicar pra você entender direitinho —Macarena falou num tom profissional. Tenho certeza de que um dia ela vai se tornar uma ótima psicóloga—. O Nahuel precisa se masturbar porque, pra um homem da idade dele, segurar o sêmen por muito tempo pode fazer muito mal. Faz parte do sistema biológico dele: ele não consegue parar de produzir sêmen… ainda mais aos dezoito anos, quando os hormônios estão a mil. Mas, na hora de bater uma, o ideal é que ele segure o máximo que conseguir… que não goze tão rápido. Resumindo: ele tem que ejacular; mas também precisa aprender a se controlar enquanto se masturba… ou enquanto transa. Senão, vai ser um ejaculador precoce a vida inteira, ou pior… pode até ficar broxa.
Depois desse discurso, deu vontade de me jogar no chão e começar a rir sem parar. Não dava pra acreditar que a Macarena conseguia falar tanta merda junta, sem nem dar um sorriso. Mas consegui me segurar. Quem tava apavorada era a minha mãe. Ela tava pálida, olhando pra gente de olhos arregalados. Pra ela, devia ser tipo estar no terraço de um arranha-céu pra quem tem vertigem. Não bastava o medo do vírus que tava rodando o mundo inteiro, agora o único filho homem dela corria o risco de ficar broxa. Isso não me assustava, a única coisa que não me deixava 100% tranquilo era a parte em que a Macarena tinha razão: eu preciso aprender a me controlar. Não pode ser que no menor estímulo eu já goze. É humilhante.
—Tá bom. Pode ir pro meu quarto.
—E não apressa ele, mãe. Se tiver que demorar uma hora, que demore uma hora… tá claro?
É… que ela tire o tempo que precisar. De qualquer forma, hoje eu tava pensando em trocar os lençóis.
—O que você tá esperando, cara? —perguntou Macarena—. Vai, manda ver. Aproveita que você tem permissão. Faz o que tiver que fazer.
Naquele momento, lembrei de uma parada que achei importante.
—Você não ia me mostrar um método pra eu aguentar mais? — Perguntei pra Macarena.
―Mmm… sim.
—Como é que é?
—Não, melhor te conto outro dia…
—Por que outro dia? —Minha mãe quis saber—. Fala, Macarena. Se você sabe de algo que possa ajudar ele, tem que explicar agora. Assim ele já pode começar a aplicar esse método.
―É que… você não vai gostar, mãe. Tenho certeza.
—O que é que não vai me agradar? Como funciona esse seu método?
Macarena soprou para cima, fazendo voar um tufo do seu longo cabelo preto.
—Eles podem ser muito insistentes quando querem. Tá bom, Nahuel. Vamos pro quarto da mamãe que eu te explico.
—Eu também vou —disse Alice—. Se esse tal método tem alguma coisa que não vou gostar, quero saber o que é. Além disso, é a minha peça… e não quero que ela termine toda cagada.
—Tá vendo o que você fez, Nahuel? —disse Macarena—. Se tivesse ficado quieto, a gente teria conversado em outro momento.
Nisso minha irmã tinha razão. Me senti um otário.
Nós três fomos até o quarto da minha mãe. Quando entramos, ela trancou a porta. Parece que não queria que ninguém soubesse o que ia rolar ali dentro… e eu não tinha certeza se queria saber.
Macarena se deitou na cama e pediu pra eu fazer o mesmo. Tava uma gostosa, e como já era de costume, só tava usando uma fio dental pequena. Admirei as pernas dela e a curva da bunda, depois dei uma olhada rápida nos peitos e finalmente me deitei do lado dela. Ela não me deu sossego.
—Tira o short —ele me disse. Como eu não me mexi, ele completou—. Qual é, vai me dizer que agora você tem vergonha da gente ver sua piroca? A mamãe já viu ela toda… e de perto… bem de perto.
—Não quero lembrar disso — disse Alice. Eu também não queria lembrar.
A Macarena tinha razão, era uma idiotice sentir vergonha depois que as duas já tinham visto minha rola dura, mais de uma vez. Tirei o short e lá ficou, todo meu pau ereto e cheio de veias. Senti que endurecia ainda mais… e deu vontade de pegar nele e começar a bater uma. Mas não dava, já que a Macarena e minha mãe estavam ali.
Alicia sentou na cama, do lado oposto ao que a Macarena tava ocupando. Fiquei cercado por duas mulheres e na hora percebi que minha mãe tava usando um decote bem aberto, que deixava à mostra boa parte dos peitões dela. Não é comum minha mãe se vestir assim, mas tenho que admitir que fica uma gostosa. Faz ela parecer mais nova, como se tivesse trinta anos.
―E aí? No que consiste o tal do teu método? ―Perguntou minha mãe, impaciente. Tenho certeza de que, assim como eu, ela queria que isso acabasse o mais rápido possível.
—É uma ideia muito simples — disse Macarena —. O complicado é botar em prática, considerando a situação em que a gente tá. Porque temos poucas opções.
—Poucas opções pra quê? — perguntou a Alicia.
—Pra dar uma força pro Nahuel com o problema dele.
Parece que esse negócio de "me dar uma mão" não era uma expressão tão metafórica assim. Macarena se inclinou na minha direção e aproximou a mão esquerda do meu pau. Passou os dedos suavemente das bolas até a cabeça. A ação durou só um segundo, mas foi o suficiente pra fazer meu corpo inteiro tremer. Depois, os dedos dela se fecharam em volta da minha rola e ela começou a mover a mão devagar.
— Espera, Maca —disse minha mãe—. Cê tá me dizendo que vai bater uma pro seu irmão pra ele aprender a aguentar? Cê é doida?
—É o melhor jeito, mamãe.
—Por quê? Será que ele não tem mão pra bater uma punheta?
—Sim, mas não adianta nada ele fazer isso sozinho. O Nahuel já tá acostumado a sentir a própria mão. Pra ganhar resistência, ele precisa de um estímulo mais forte… precisa que outra pessoa toque nele. Porque é fácil adiar o orgasmo se você pode parar a punheta; mas se outra pessoa te toca, você não tem controle. Se não tivéssemos de quarentena, eu não descansava até o Nahuel arrumar uma “amiguinha” pra ajudar com esse problema. Mas se quiser, posso chamar uma amiga pra vir aqui...
Não, nem pensar. Ninguém entra nessa casa", falou minha mãe, com determinação.
—Então essa é a única opção que a gente tem.
—Mas… cê é a irmã, Macarena.
—Sim, eu sei. E juro pra você que, se existisse outra opção, eu nem pensaria em fazer isso. Mas é meu irmão, e não quero que ele passe vergonha na primeira vez que transar com uma mulher. Além disso, cê tá esquecendo que já masturbei ele uma vez?
—Isso foi diferente. Era pra testar se o Nahuel aguentava. Era pra ser uma coisa que ia rolar uma vez só.
—É isso aí, porque não vou te pedir pra colocar a cara na frente da pica… a menos que você queira.
—O quê? Não, claro que não!
—Seria um bom incentivo pro Nahuel, assim ele se esforça pra aguentar mais.
—Não, nem pensar. Já basta saber que meu filho gozou na minha cara duas vezes. Você tem noção do que é isso? Duas vezes! Um filho nunca deveria fazer uma coisa dessas com a mãe dele.
—Mãe, se você fala desse jeito — disse Macarena, enquanto continuava me masturbando devagar —, vai fazer o Nahuel parecer um tarado que quer encher a cara da mãe de porra.
—Não… não foi isso que quis dizer — disse minha mãe, constrangida. — Me expressei mal. Não culpo ele pelo que aconteceu. Ainda menos na segunda vez, porque eu mesma me ofereci como voluntária. O que quero dizer é que essas coisas não deveriam acontecer entre uma mãe e um filho. Seja voluntário ou não. E também não gosto que você fique tocando ele desse jeito, ele é seu irmão.
—Então vai gostar menos ainda do próximo passo desse... método.
―O quê? Tem mais?
—Sim, te falei que o Nahuel precisa de um estímulo bem forte.
Macarena baixou a cabeça até ficar perto da minha piroca, esticou a língua e deu uma lambida rápida na minha cabeça. Quase explodiu minha cabeça de tanto tesão.
—Mas o que você tá fazendo, Macarena? —Perguntou minha mãe, chocada. Minha irmã, sem parar de me punhetar, deu mais uma lambida rápida no meu pau, como se tivesse tomando sorvete—. É seu irmão, Macarena! Que porra você tá fazendo?
—Estou ajudando ele. Se ele aguentar isso por um tempinho, o problema de gozar rápido dele vai estar resolvido.
—Mas… você ficou maluca? Como é que vai chupar ele?
—Não é bem assim. Não tô fazendo um boquete nele, mãe… só passei a língua pra estimular um pouquinho. Sabe qual é o maior problema do Nahuel? Que ele nunca teve ninguém que pudesse dar esse tipo de estímulo pra ele. Por isso que ele não aguenta nada.
Talvez nisso a Macarena tivesse razão, e pelo olhar da minha mãe eu percebi que ela pensava o mesmo, mas mesmo assim a Alicia não tava gostando do método.
—Mas você não pode fazer isso, você é a irmã.
—E quem vai fazer isso? — Mais uma vez, ela passou a língua no meu pau, dessa vez a lambida foi mais devagar e começou do meio do meu membro até a ponta. — E não é o primeiro pau que eu coloco na boca…
—Ai, não fala essas coisas, Macarena.
—Por quê? Nunca fez um boquete na vida? Eu já… fiz vários.
Nem conseguia imaginar minha mãe fazendo um boquete. Simplesmente era uma imagem que não parecia combinar com ela.
—Não quero falar sobre esse assunto — reclamou Alicia —. Ainda mais na frente do Nahuel. Também não quero que você continue fazendo isso…
—Mãe, juro por Deus, se tivesse outro jeito, não faria isso. Mas como é que a gente vai ajudar o Nahuel? Quem sabe quanto tempo essa pandemia vai durar? Talvez um ano… ou dois… quem sabe mais. E pode ser que até lá já seja tarde demais e o Nahuel nunca aprenda a se controlar. Tem homem que é broxa rápida a vida inteira. O coitado vai passar a vida pulando de psicólogo em psicólogo.
—Mais psicólogo vai precisar se a irmã dele chupar a pica dele.
—Não, é que ele entende por que eu tô fazendo isso. Tu entende, Nahuel?
―Hmm… sim… sim, eu entendo ―não tava entendendo porra nenhuma.
—Viu? Enquanto a gente deixar tudo claro desde o começo, não tem por que dar merda.
—Eu te conheço, Macarena —disse minha mãe—. Pra você, os fins justificam os meios. Mas eu não vejo assim. Não acho certo você fazer isso, sendo a irmã.
―Bom, mãe… vamos fazer uma coisa. Eu ajudo ele hoje com isso, pra ver como ele reage. Depois a gente dá um jeito de achar outra forma. Mas se você realmente não curte esse método, sugiro que se esforce pra encontrar outro.
—Vou pensar em outro jeito de ajudar ele —prometeu minha mãe—. Vai ser só dessa vez?
—Sim, mãe. Eu prometo. Só dessa vez… a menos que você me dê permissão pra fazer de novo.
—Não vou te dar permissão… e também não quero ficar preocupada toda vez que vocês dividirem um quarto. Tem que me prometer que não vai repetir isso, mesmo que estejam os dois sozinhos.
—Quero que você fique tranquila, mãe. Prometo que não vou fazer de novo, nem mesmo se a gente tiver que dormir na mesma cama.
—Tá bom. Então… —Alicia apertou os lábios até eles ficarem brancos—. Pode fazer. Mas só dessa vez.
―Bom, lá vou eu… e não fica me interrompendo toda hora. A ideia é que o estímulo seja constante; senão, o método não serve pra nada. O Nahuel tem que mostrar que é capaz de aguentar um estímulo constante.
—Tá bom, entendi. —Depois me encarou bem nos olhos—. E você faz o possível pra aguentar. Não quero que termine enchendo a cara da sua irmã de porra.
Foi aí que me toquei que, se a Macarena tivesse tão perto, corria o risco de tomar todo o meu gozo na cara.
— Não seria a primeira vez que gozam na minha cara… — disse ela, com um sorriso.
—Macarena! Pelo amor de Deus! Não fala essas coisas… ainda mais na frente do teu irmão.
—Você é muito rígida, mãe. Se eu fiz, foi porque quis… e gostei — minha mãe olhava para ela horrorizada —. Não quero que o Nahuel goze na minha cara… mas não vou ficar brava com ele se acontecer.
—Você tem que se mexer se ver que ela vai gozar... ou se ver que sai porra.
—Você se mexeu quando ele gozou na sua cara da última vez?
—Não…
—E por que era importante que você não se mexesse? Lembra?
—Pra... pra que o Nahuel se esforçasse mais pra aguentar... pra evitar que a mãe dele acabasse com a cara cheia de porra.
—Exato. E no final, a mãe dela ficou com a cara cheia de porra. Não aguentou nem cinco minutos, por mais que tentasse.
—Sim, já entendi —disse minha mãe—. Ele precisa entender que vai ter uma consequência ruim se não conseguir segurar. Mas ainda assim… não quero que você acabe… sabe como é… com porra do seu irmão na cara, ou na boca. Caiu um tanto na minha boca e… —ela apertou o lençol com os dedos, sinal claro de que estava nervosa—. Não foi nada agradável. —Ela me olhou, como se eu tivesse aparecido do nada na frente dela—. Desculpa, filho. Não quis falar assim. Não quero que você se sinta culpado. Aconteceu o que tinha que acontecer. Foi assim que entendi que você realmente tem um probleminha… mas a gente pode resolver. —Ela segurou minha mão e apertou com força—. Eu te amo muito e vou fazer de tudo pra você ficar bem.
—Como futura psicóloga —disse Macarena, que ainda me masturbava devagar—, te aconselho a explicar o que sentiu naquele momento, bah… naqueles momentos, porque aconteceu duas vezes. Porque você falou como se tivesse levado uma facada nas costas.
É, você tem razão. Me expressei muito mal. Não quero que o Nahuel pense que tô brava com ele.
— Acho que você não tá com raiva de mim — falei com sinceridade. — Mas tá meio… enojada.
—Tá vendo, mãe? O Nahuel acha que fez algo nojento e imperdoável. Como se porra fosse a coisa mais horrível do mundo.
—Desculpa, filho. Não quis te fazer sentir assim.
—Vou começar —disse a Maca—. Nahuel, você só precisa aguentar uns minutos. Se não conseguir… bom, já sabe o que vai acontecer… e eu preferia que isso não rolasse. Tá claro?
—Sim, bem claro.
Macarena aproximou a boca de novo no meu pau, e a língua dela percorreu toda a minha glande. Eu tremi e, sem querer, apertei mais forte a mão da minha mãe; mas ela não reclamou. Quando viu o que a filha dela estava fazendo, pensei que fosse fazer algum outro comentário lembrando como tudo aquilo era errado; no entanto, ela fez algo que me surpreendeu: acariciou a cabeça dela e passou os dedos no cabelo de Macarena. Como se estivesse dizendo: "Sei que você está fazendo esse esforço pelo bem do seu irmão". A língua e a mão da minha irmã trabalhavam em perfeita sincronia. As lambidas dela eram sutis, mas a forma como ela me punhetava, não.
—Então… não te incomodou tanto assim? — perguntei. Achei que um pouco de conversa ia me ajudar a me distrair.
Não, verdade é que não me incomodou. Olha, na primeira vez fiquei muito surpresa, e talvez você tenha me notado brava, porque eu tava mesmo. Mas minha raiva era porque você tava batendo uma no quarto da sua irmã… não fazia ideia que ela tinha te dado permissão. No fim, a situação ficou bem… cômica. — Ela soltou uma risadinha… é estranho vê-la rir, geralmente ela tá sempre preocupada com alguma coisa —. Mas não vou negar que foi meio… difícil pra mim. Não sei como explicar.
—Que tal se você explicar da forma mais simples e direta possível? —Sugeriu Macarena, bem na hora de dar mais uma lambida na minha glande. A língua dela tava ficando bem brincalhona—. E não tenha medo de ser um pouquinho… vulgar. Afinal, seu filho pintou sua cara de porra… e te deu o leite pra beber. É uma das situações mais pornográficas que eu consigo imaginar, não acho que você consiga piorar com algo que disser… e não me olha com essa cara, mãe. Você sabe que eu tô falando a verdade… é impossível que, com tudo que o Nahuel gozou na sua cara, você não tenha acabado engolindo um pouco de porra. Bom, mais que um pouco, eu diria que você engoliu bastante, especialmente na segunda vez. Eu vi como sua boca encheu de porra, mas não vi sair. Você podia ter cuspido, mas engoliu… não sei por quê.
Minha mãe ficou muda e a Macarena voltou pra tarefa dela. Tive que me concentrar pra caralho pra não gozar assim que a língua dela tocou minha pica.
— Você tem razão, Maca — disse minha mãe finalmente—. Vai ser melhor eu explicar da forma mais simples e direta que puder… mesmo que soe vulgar. Porque senão pode dar muita confusão, e dessas a gente já tem demais. — Alicia respirou fundo, como se preparasse para uma grande confissão. Naquele momento, senti os lábios de Macarena no meu glande, foi brutal, porque ao mesmo tempo ela movia a língua rapidamente contra a ponta do meu pau e me masturbava. Ela tinha muito talento mesmo… e com certeza já tinha praticado bastante—. A primeira vez, fiquei surpresa ao te ver de pau duro. Nunca pensei que meu filho pudesse ter um pau tão grande… especialmente considerando que o do seu pai não era lá essas coisas. Você herdou da minha família. E bom, quando você gozou, aconteceu algo parecido comigo. Não imaginava que ia sair tanta porra. Senti o primeiro jato no rosto e fiquei paralisada. Pra piorar, de susto, abri um pouco a boca… e vários jatos de porra acabaram dentro. Posso te garantir que não é nada comum pra mim ficar recebendo sêmen na cara. Imagina como uma mãe se sente se o próprio filho goza na cara dela. Foi muito impactante. — Ela olhou pra Macarena. Minha irmã já tinha todo o meu glande dentro da boca e a língua dela se mexia tão freneticamente quanto a mão. Achei que minha mãe fosse falar alguma coisa, por ela estar usando a boca daquele jeito, mas só passou a mão no cabelo dela de novo. Meu corpo inteiro tremia e eu tava fazendo o maior esforço pra não gozar—. A segunda vez foi pior, porque quando me ofereci como voluntária, tive tempo pra pensar nas consequências. Algo me dizia que você não ia conseguir segurar. Não é que eu não confie em você, é só que… se a Maca desconfiava que você tinha esse probleminha de ejaculação precoce, o mais provável é que fosse verdade. Eu não parava de pensar “Ele vai encher minha cara de porra de novo”; mas não porque me desse nojo. Eu já tinha recebido o sêmen uma vez, e podia receber de novo, se fosse por uma boa causa. Minha A preocupação era a imagem que você ia guardar de mim. De ver sua própria mãe com a cara cheia de porra, como se fosse uma puta.
—Acho que isso é o que menos deve te preocupar — disse Macarena. A cada pausa que fazia ao falar, passava a língua de novo no meu pau.
—Por que você tá dizendo isso?
—Não consigo —deu uma lambida— explicar agora —passou a língua em volta da minha glande—. Te falei que —outra lambida— o estímulo tem que ser —os lábios dela se fecharam na minha glande, deu um pequeno chupão e continuou falando— constante. Mas se quiser que —mais uma lambida— eu explique, você podia —outro chupão— continuar com isso aqui…
―O quê? Não… eu não…
—Vamos, mamãe… —a língua dela não esquecia do meu pau—. É só um minuto. O que vou dizer —engoliu toda a minha cabeça e tirou devagar da boca dela—, vai te deixar muito mais tranquila. Eu prometo.
―Ai… é que…
—Encheu tua cara de porra, duas vezes… —lambeu de novo—, você engoliu o gozo… e agora tem nojinho de passar a língua na pica dele?
―Bom… vendo por esse lado. ―Ela hesitou por uns instantes, enquanto Macarena continuava com seus estímulos constantes―. Tá bom… me explica o que você quer dizer. Se for algo que vai me acalmar um pouco, então quero ouvir. E você, Nahuel… quero que saiba que isso eu faço só pra te ajudar… porque é uma boa causa. Do contrário, nem louca eu faria… tá claro?
—Sim, bem claro —falei, com o coração acelerado.
Não bastava ter minha irmã dando lambidas frenéticas na minha pica, agora minha mãe também ia entrar na jogada. Não fazia ideia de como ia me segurar; mas não queria gozar na cara da minha mãe pela terceira vez. De jeito nenhum.
Achei que minha mãe ia se arrepender na última hora, mas não foi assim. Ela aproximou o rosto do meu pau, segurou ele com uma mão, bem na hora que a Macarena soltou, e começou a me masturbar com força. De repente, a língua dela encostou na minha cabeça… e fez contato. A lambida não foi diferente das da Macarena, mas pareceu muito mais estranha. Eu já tinha imaginado minha irmã chupando paus, mas minha mãe… nunca. Nunca pensei que ela fosse capaz de fazer uma coisa dessas.

Continua no próximo post: 
Isolado Entre Mulheres[12](Parte 2).[/12]

1 comentários - Ilhado Entre Bucetas[12](Parte 1)[/12]

Ok esto se está poniendo muy rico y lo que me falta por leer