Depois de mais de 15 horas de voo de Barcelona até Phoenix, ainda faltavam umas 4 horas de carro até Caborca, no México. Minha namorada tinha planejado essa viagem pra visitar uma amiga dela que morava lá e curtir o carnaval de Hermosillo, a umas 3 horas dali. A gente ia passar 15 dias por lá, dos quais 5 seriam de festa de carnaval. Naquela época, meu nome era Antonio, minha namorada era Marta, e lá a gente se juntou com a amiga dela, a Brenda. Os primeiros 3 dias a gente passou descansando na cidade e se acostumando com a diferença de fuso horário. Naquele dia, como eu não tinha levado fantasia nenhuma, elas me sugeriram me fantasiar de garota um dia. Eu resisti um pouco, mas no final aceitei depois de ouvir: "Ah, que sem graça, você vai estragar a festa pra gente". Naquela tarde, passei o tempo todo experimentando saias, vestidos, meias e, pra piorar, uma irmã da Brenda que não estava lá tinha o mesmo número de pé que eu, um 40, então também não faltaram saltos. Elas disseram que era uma sorte, assim não precisariam gastar dinheiro com sapatos pra mim. O que elas gostavam, deixavam separado, e elas mesmas decidiriam que roupa eu ia vestir. Decidiram que a gente já sairia fantasiado de lá, assim era só chegar, largar as malas no hotel e cair na festa. A Brenda, como era cabeleireira, embora não exercesse, disse que daria um jeito no meu cabelo. Meu cabelo era um tesouro pra mim: comprido até a metade das costas, liso e castanho claro. No quarto dia, a gente acordou bem cedo e, depois do café: — Senta aí que vou lavar primeiro — disse a Brenda. — Não mexe muito não, que eu levo um tempão pra manter ele assim — respondi. — Relaxa, confia em mim. O que vou fazer tem solução: vamos cortar um pouco as pontas e fazer um penteado mais feminino pra hoje à noite, só isso. E a Marta me pediu pra clarear um pouco o tom do seu cabelo, uns dois tons só. Confia em mim, então? — Tá bom, vai. Ela lavou minha cabeça, depois passou uma tintura, colocou uma touca e, enquanto esperava, me Disse que ia dar uma ajeitada nas minhas sobrancelhas, enquanto a Marta tinha ido preparar as malas com as roupas que a gente ia levar. Quando a Marta desceu, a Brenda tava me falando que ia arrumar minhas unhas. — Vem cá, me dá essa mão que vou arrumar e pintar suas unhas. — Acho que não precisa de tudo isso. — Ué, claro, onde já se viu uma mina com unha sem pintar? Estendi minha mão e a Marta, que tinha ouvido tudo enquanto chegava. — Bom, já tá tudo pronto, e em cima da cama tem a roupa que você vai vestir hoje à noite: o vestido azul justo com uma meia-calça cor da pele, o sutiã preto de renda com uma calcinha bem bonitinha combinando — disse a Marta enquanto se aproximava. — Quê? Disso vocês não tinham me falado nada — protestei. — Claro, amor, se você vai de mina, tem que ser completa. Já preparei também a bolsa com suas coisas e acessórios necessários: batom, perfume, um espelhinho, absorvente, uns dois tampões, caso desça a menstruação, hahaha, até outra calcinha caso suje a que tiver vestindo. Não vai faltar nada, hahaha. As duas riam às gargalhadas, enquanto eu ficava vermelho igual um pimentão. Quase desisti, mas não fiz isso. Enquanto a Brenda continuava ocupada com minhas unhas, pintando elas de vermelho, elas conversavam e eu escutava calado. Ela terminou as mãos e passou pros pés. Depois disso, lavou meu cabelo de novo, me fez sentar no mesmo lugar e começou a cortar um pouco. — Marta, me traz um espelho que quero me ver. — Não, até você estar vestida e maquiada por completo, não vamos deixar você se ver. — Pô, quero ver o que você tá fazendo. — Então vai ter que aguentar. Ela passou um tempão cuidando do meu cabelo. Quando terminou, me levaram pro quarto pra me vestir. Por sorte, eu sempre me depilo, então não precisaram fazer isso. A pior parte foi ficar pelado na frente da Brenda com minha namorada ali e vestir aquela calcinha preta de renda tão sexy, e depois o sutiã. A Brenda colocou uns peitos. de borracha e colocou dentro de mim, colocaram as meias e depois o vestido que ficava totalmente justo no meu corpo, chegava até a metade da coxa e colocaram uns sapatos pretos com um salto de uns 7 cm mais ou menos. —ainda por cima, na putinha Promíscua, o vestido fica melhor do que em mim, mas Brenda, olha que rabo que ela tem, visto de lado tem um corpaço de mulher. —sim, fica bem nela sim, e espera a gente terminar de maquiar ela, vai parecer uma garota até de frente, isso sim, com esse vestido tão apertado ela tá com uma cara de puta. Aos meus 20 anos, eu era magrinho e com uma boa bunda. —bom, já chega de me insultar, não. —é que a Brenda tem razão, você tá toda uma putinha, bom, gata, senta aí que eu termino de te maquiar, Brenda, que a gente tá atrasada pra sair, vamos comer no caminho, né. —sim, —respondi a Brenda —bom, vamos terminar de deixar essa jamaquinha bonita. —vocês podem parar de me chamar de gata? —então você vai ter que se acostumar, boneca, porque a gente vai te chamar assim o tempo todo, né Brenda kkkkkk. —claro que sim, você tá toda uma mulherzinha kkkkkk. As duas estavam se cagando de rir de mim. —vocês podem parar de pegar no meu pé? —sim, tá bom, já chega, senão a gente não termina, agora fica quieta que eu vou te maquiar. Base, sei lá quantos potes, rímel, maquiagem nos olhos, batom, por último ela passou um pouco de perfume, e uns brincos prateados em formato de gota com um brilhante azul no meio que pendiam das minhas orelhas já furadas, com um colar combinando, o anel não cabia no meu dedo. —bom, você tá pronta, que trabalheira, você tá linda, gata —disse a Brenda —que gostosa, essa noite você vai ter que se livrar dos homens em cima de você. —bom, quero me ver. Ela abriu a porta do armário e eu me vi refletida no espelho, se digo refletida é porque toda a minha masculinidade tinha desaparecido, se transformou em feminilidade, na minha frente eu via uma loira, e por isso fiquei um pouco bravo, ela tinha exagerado na cor, totalmente loiro platinado, e um pouco no corte, muito feminino, eu achava, ela Eu falei, ela me disse pra não me preocupar, que era por causa do penteado. Eu tava alucinando, procurando algum traço meu e não aparecia em lugar nenhum. — Então, o que achou? — minha namorada perguntou. — Porra, uma loucura, pareço uma mulher de verdade. — Então tá, para de se olhar no espelho, Barbie, hahaha. Olha, já temos nome pra você, parece uma Barbie, tão loira e com esse vestidinho. Mas é, você vai ter que aprender a cruzar as pernas direito se não quiser mostrar mais do que deve. Bom, vamos que a gente precisa se vestir e ir. Enquanto elas se vestiam, fiquei dando voltas pra aprender a andar naqueles saltos, tava corredor pra cima e pra baixo quando: — Barbie, já estamos prontas — ouvi minha namorada — sobe pra pegar sua mala. — Já vou. Quando cheguei no quarto, vejo as duas de jeans, sem fantasia e com as malas na mão. — Mas o que vocês tão fazendo assim? E as fantasias de vocês? — A gente vai se fantasiar lá — disse a Marta. — Mas vocês falaram que a gente sairia já pronto daqui pra não perder tempo lá. — Nossas fantasias são mais fáceis de vestir, a gente só precisa colocar o vestido e pronto. Você, com esse negócio de arrumar o cabelo e tudo mais, a gente ia perder muito tempo lá. — Pois não acho justo, eu ter que ir assim com esse vestido tão curto e de salto alto, e vocês de jeans e tênis. Pelo menos podiam ter deixado eu ir de calça também, por conforto. — Vai se acostumando que hoje quem vai de calça somos nós. Vestido a gente usa direto, e você não. E para de reclamar, que já tá tarde. Fomos pro carro, colocamos as malas no porta-malas do Seat Ibiza da Brenda. Ela me jogou as chaves. — Dirige você, Barbie, que eu não gosto muito. Sentei no banco, ajustei do meu jeito, mas não me sentia confortável pisando nos pedais com aqueles sapatos. — Desculpa, posso colocar um tênis pra dirigir? Com isso não tô confortável e não quero que a gente se envolva num acidente. — Porra, gata, você não para de reclamar. Não faz nem uma hora que é mulher e já tá assim. Protesta como uma de nós, mas tudo bem, pela segurança. Vamos, eu e você, Brenda, procurar elas pra não ter que abrir as malas — disse minha namorada. Fiquei um tempo ali sozinha, e digo sozinha porque aos olhos de qualquer um eu era uma garota. Quando elas chegaram, me deram um tênis prateado com cunha. — Anda, coloca esses da minha irmã. — Se vocês só precisavam comer um dos meus. — Não, porque assim, quando pararmos pra comer, você não vai ter que trocar; eles combinam com esse vestido. Depois de calçados, não era o que eu queria pra dirigir, mas eram confortáveis, e eu conseguiria dirigir bem as 3 horas até Hermosillo. Mais ou menos uma hora depois, num shopping, paramos pra comer num McDonald's. Ao entrar, percebi que um grupo de caras ficou nos encarando. Eu, pra ser sincera, tava morrendo de vergonha; fui no meio das duas e me agarrei na minha namorada, apertando a cintura dela um pouco. — O que cê tá fazendo? Me machucou. — Nada, desculpa, é que tô com vergonha, todo mundo olhando pra gente. — Então vai ter que se acostumar, é o que dá ser mulher e ainda por cima ser gostosa. Fomos direto pro banheiro, e entrei com elas. Quando saímos, pegamos algo pra comer e sentamos; eu fiquei no corredor, com minha namorada do meu lado. Ficamos uns dez minutos sentadas lá, e minha namorada encostou a boca no meu ouvido. — Aquele cara ali não para de olhar suas pernas, parece que você agradou ele. — É, isso — falei nervoso — só falta você me dizer isso pra me deixar mais nervoso. — Você quer dizer nervosa, né? hahaha. Não queria olhar pra lá, mas não consegui evitar, e meu olhar cruzou com o dele. Ele sorriu pra mim, e eu desviei o olhar rapidamente. Minha namorada voltou ao ataque. — Olha, ele sorriu pra você. Se você abrir um pouco as pernas e se insinuar, ele tá no papo. — Cala a boca, não me deixa mais nervoso. — hahahaha, parece que a neném tá nervosinha, né Brenda? — É normal, eu também ficaria nervosa com um cara tão gostoso sem tirar os olhos de mim hahahaha — disse Brenda. — Parem de falar besteira e vamos embora. — Nossa, como você ficou afetada. Pressa agora, anda, bobinha, abre um pouquinho as pernas e alegra a vista do coitado — minha namorada continuava enchendo o saco. — Hoje porque vocês já me enrolaram e eu vim assim, mas amanhã quando eu acordar, vou vestir minha roupa e acabou a putaria. — Amanhã é outro dia e a gente vê o que você vai vestir, deixa o dia passar e amanhã você decide o que faz ou o que veste. — Então tá, vamos embora. — Vamos, vamos, chata. Pra sair, tinha que passar do lado do cara, eu me encostei na outra parede e ouvi ele dizer: — Tchau, meninas, pernas bonitas, loira. Brenda respondeu e saímos de lá, e de volta ao carro ficaram rindo um bom tempo às minhas custas. Duas horas e pouco depois, estávamos no hotel, tínhamos dois quartos reservados: um pra Brenda e outro de casal pra mim e minha namorada. — Por que você não pega o individual e deixa a Brenda e eu juntas? Vamos ficar só uns dias aqui com ela e temos muito o que conversar, e não sei quando vou vê-la de novo. — Tá bom. Entramos primeiro no meu quarto, deixei a mala e minha namorada disse: — Vamos, larga a mala e vai pra nossa, deixamos as malas e saímos pra dar uma volta. Ah, sim, troca os sapatos. — E vocês não precisam trocar? — Depois, quando voltarmos. Vamos dar uma volta primeiro e tomar alguma coisa, tô com sede. Saímos as três do hotel e eu me coloquei de novo no meio das duas. Meu jeito de andar ainda era meio bruto e elas perceberam. — Sabe, você é muito pouco feminina andando — disse minha namorada. — Pô, sou um cara. — Bom, agora mesmo, pelo olhar das pessoas, eu diria que não. O que você tem que fazer é dar passos mais curtos, sem separar as pernas, e a cada passo colocar um pé na frente do outro. — Vamos ver, vou tentar — falei. Depois de um tempo andando assim, minha namorada se atrasou um pouco pra ver como eu tava de longe. — Agora sim, viu? Não é tão difícil, e que rebolado de bunda você tem, até melhor que a Brenda. Ficamos umas duas horas andando e de vez em quando minha namorada me dava uma cotovelada e dizia: — Rebola a bunda, gata, que você tá perdendo o passo. Durante o passeio, nós... Soltaram uns elogios aqui e ali, ninguém escapou. Já eram quase 8 da noite quando paramos pra tomar algo, e decidimos ficar por lá pra jantar.
— Mas a gente tem que ir pro hotel ainda pra vocês se trocarem.
— Nós? — respondeu minha namorada — a gente nem trouxe fantasia.
— Como assim não trouxeram nada? Não foi isso que vocês me disseram.
— De manhã eu falei bem clarinho que hoje quem mandava éramos nós.
— Pois não é assim, vocês me enganaram o dia inteiro. Amanhã não me fantasio mais, acabou, comigo vocês não brincam mais.
— Kkkkk, você caiu feito uma loira burra.
— Tá bom, tá bom, essa eu vou guardar, um dia eu te devolvo.
— Vale, vou parar por aqui, mas deixa essa noite passar. Depois de como você se divertir amanhã, a gente vê o que você acha.
— Amanhã eu já falei que não entro nessa brincadeira.
— Olha, vou te explicar: a gente ia vir de minissaia as duas, mas depois de te ver vestida, tão gostosa, a gente conversou e decidiu vir assim. Pensamos que, desse jeito, quase todos os olhares seriam pra você, assim você vai saber o que a gente sente quando os homens nos devoram com os olhos. Então, essa é sua noite, aproveita.
— Essa noite porque já tô assim, mas amanhã acaba.
— A gente vê.
Depois de jantar, a gente tomou uns drinks num lugar. Na cidade da Brenda, ela também tinha pego uns gramas de pó e um pouco de maconha pra fumar depois dos drinks, e um baseado fez eu perder toda a vergonha e nervosismo que eu tava sentindo. A festa continuou numa balada, não parei de dançar e beber a noite inteira. Do que não escapei foi de umas mãos no meu rabo e umas roçadas. Às 6 da manhã, a gente saiu de lá rumo ao hotel.
— Barbie, no final parece que você se divertiu, não parou de dançar a noite toda — perguntou minha namorada.
— Sim, não foi ruim. Acho que o álcool também me ajudou a me soltar um pouco.
— Verdade, você tava bem no meio de tanto cara dançando.
— O único problema é esse, fiquei até a buceta cheia de tanto roçada e apalpada na bunda e nesses malditos sapatos. -hahaha, te tocaram a bunda, e o que você fez? -nada, no começo me incomodou muito e eu me afastava, mas vendo que era contínuo, decidi ignorar tudo. -hahaha, quer dizer que no fundo você gostou. -e o que você queria que eu fizesse, partir pra porrada? Escuta, por que a gente não pega um táxi até o hotel? Não aguento mais essa dor nos pés. -se é aqui do lado -disse Brenda -agora você me entende quando falo que fico exausta de salto -disse minha namorada -é, isso é um suplício. -então, vendo como você passou, amanhã repete ou não? -não, com um dia já tive o suficiente. -bom, amanhã quando acordar, pode mudar de ideia. -acho que não. Naquele exato momento, passávamos por um centro estético que, claro, naquela hora estava fechado, e minha namorada leu a propaganda que estava escrita e me disse: -olha, vamos fazer uma aposta: se amanhã te convencermos e conseguirmos que você se vista de garota, você perde a aposta e a gente te faz colocar umas unhas postiças. -aceito, vou ganhar. -vamos ver. Continuamos conversando e, sem perceber, estávamos no hotel. Assim que cheguei no quarto, tirei os sapatos, me joguei na cama e dormi com a roupa que estava vestindo, sem nem notar. Acordei depois das 2 da tarde, tirei toda aquela roupa e, ao me ver no espelho, meu Deus, como estava o rosto, toda a maquiagem borrada. Tomei um banho, abri a mala pra pegar minha roupa e me vestir, e lá só encontrei roupa de garota. Coloquei o que achei mais fácil de vestir: uma minissaia jeans, a primeira calcinha que peguei, que era azul, uma camiseta branca com uma boneca desenhada escrito "girl" e descalço saí do quarto e bati na porta delas. Brenda abriu e entrei direto, e antes que eu dissesse qualquer coisa, minha namorada falou: -olha só, parece que no fim você decidiu vestir saia. -não, vim buscar minha mala, ontem peguei uma das suas por engano. -não, querido, essa é a sua mala, você Gostei da roupa que escolhemos pra você. — Chega de brincadeira, cadê minha roupa? — Não é brincadeira, tá no seu quarto, a outra tá na casa da Brenda. — Não me diga que você não trouxe nada pra mim. — Trouxe, claro que trouxe, você não vai sair pelada, ali tem uns vestidos bem bonitinhos e nem vou falar da lingerie que trouxemos, e na outra bolsa tem vários sapatos bem lindos. — Porra, vocês me sacanearam bem. — Kkkkk, é o que tem, amor, então já sabe, essa é a roupa que você tem pra semana toda. — Você me sacaneou bem, que mente perversa vocês têm. — Ah é? Então sabe que você perdeu uma aposta, suas mãos vão ficar ainda mais lindas com essas unhas tão compridas. — Isso aí não, eu perdi porque vocês me sacanearam. — Claro, eu aposto no seguro, então logo depois do almoço você já sabe o que te espera. — Olha, já me sacanearam com o cabelo e a roupa, mas unhas? O que eu faço com as unhas quando isso acabar? — Você tira, não é problema. — E como tira isso? Não deve ser tão fácil, acabaram de colocar. — Você não se preocupa com isso e cumpre a aposta.
Depois de muito discutir, tive que aceitar que tinha perdido, e depois do almoço tive que passar pelo arco. A verdade é que eles tinham montado tudo tão bem que eu merecia passar por isso, e decidi seguir em frente com o jogo, afinal estávamos no carnaval. Já à tarde, depois de outra sessão de maquiagem com a Brenda, fomos pro centro de estética. As três estavam iguais, de minissaia jeans. Entramos e quem falou primeiro foi minha namorada:
— Oi, minha amiga Barbie quer fazer as unhas. — Oi, sou a Ale, senta aqui, como você quer? Eu olhei pra Marta sem saber o que fazer. — Eu... pensei nuns rosa com alguma decoração. A moça ficou me olhando, e eu dei de ombros. — Desculpa ela, é muito tímida. — Vamos ver quais você gosta. Ela pegou um catálogo e mostrou. Depois de muito olhar, minha namorada apontou umas unhas. — Essas aqui eu gostei, vão ficar perfeitas com o vestido de amanhã. — Beleza, então vamos nessa. Ela pegou minha mão e começou a trabalhar nela. , as unhas eram rosa decoradas com flores, Marta e Brenda decidiram dar uma volta enquanto isso, Ale disse que demoraria cerca de uma hora e meia. Já estava lá uns 15 minutos quando Ale me perguntou: — Posso te fazer uma pergunta? Ela assentiu com a cabeça. — Você é travesti? — Não, isso é coisa da minha namorada, é ela quem estava falando — respondi com um pouco de vergonha. — Que divertido, hahahaha, você deve amar muito ela pra passar por isso. — Sim, eu amo, mas isso foi uma armadilha. E contei toda a história até aquele momento, ela me olhava surpresa enquanto ouvia. — Hahahaha, que história! No começo não percebi que você era um garoto, cheguei a essa conclusão quando peguei suas mãos, mas não tinha certeza. — Pois é, você acertou. — E por curiosidade, você tá mesmo de calcinha? — O quê, não entendi. — Se a roupa íntima também é de mulher. — Sim, totalmente vestido com roupa de mulher, e agora, pra completar, as unhas. — Que graça, bom, as unhas servem pra realçar sua feminilidade, e olha, você tem muita. — Obrigado. Sem perceber, essas duas chegaram enquanto eu ainda tinha uma conversa divertida rolando. — Já tô terminando. 10 minutos depois, minhas unhas estavam prontas. Pra mim, pareciam longas demais, mas Ale e as meninas diziam que ficaram divinas. Eu, à primeira vista, achava minhas mãos ridículas e nem sabia como colocá-las, mas o reflexo no espelho mostrava outra coisa: ali eu não via só as mãos, me via de corpo inteiro, e ali se via uma garota de corpo inteiro como qualquer outra. Paguei, e Ale me deu dois beijos de despedida. — Você me fez passar um tempo muito divertido, e tem uma namorada muito gostosa. — Obrigado. Ela se virou pra Marta e Brenda, que tinham ouvido tudo, e deu dois beijos nelas também. Pra minha namorada, disse: — E seu namorado também é muito gostosa. Nós quatro rimos daquele comentário e saímos de lá. Eu queria tomar alguma coisa, sentamos num terraço e, quando peguei o cigarro, percebi que era mais difícil segurar as coisas, ter aquelas O cigarro entre os dedos, ao pegar no copo pra beber, eu tinha que fazer diferente, diria que de um jeito até mais feminino. Depois disso, passamos a tarde andando por lojas. É uma coisa que nunca gostei, e a Marta sabia que era algo que eu odiava, mas naquele dia foi diferente. No começo, pensei: "que saco", mas fui me animando aos poucos. Fiz como qualquer outra garota: olhar roupa de todo tipo. Entre as duas, até me animaram a provar algo, e principalmente me diverti experimentando sapatos. Minha namorada comprou algumas coisas e pra mim pegou um conjunto de lingerie rosa.
— Toma esse conjunto, é pra você, pra amanhã. Compra ele.
— Pra mim? Será que vocês não enfiaram bastante na mala?
— Sim, mas rosa não tem nenhuma.
— Não sei pra que vou gastar dinheiro numa coisa que, se usar, vai ser um dia.
— É, mas depois você pode me dar de presente.
— Claro, esperta.
— É, hahahaha.
Depois de fazer algumas compras, voltamos pro hotel pra deixar as coisas e fomos jantar e tomar uns drinks, mas voltamos cedo pra dormir, disseram que o dia seguinte seria longo. Acordamos tarde, a Marta veio me acordar, bateu na porta.
— Vai, preguiçosa, levanta, já são mais de 11.
— Já vou.
Abri a porta de calcinha, que era como tinha dormido.
— Bom dia, dorminhoca — disse ela empurrando a porta — Uiii, te peguei de calcinha, hahahaha.
— Bom dia, é que não tinha outra coisa pra vestir.
— Vim ver o que mais você pode vestir. Deixa eu ver a mala. Hoje vou dificultar um pouco. Olha essa saia lápis preta, essa blusa branca e esses sapatos de salto alto. Ah, e pega, troca de calcinha, Promiscuous, porque essa você já usou o dia todo ontem.
Ela jogou tudo na cama.
— Espera, deixa eu tomar um banho.
— Não, você toma banho mais tarde, que vai ter que trocar de roupa de novo.
Comecei a me vestir: primeiro a calcinha, que era preta, depois uma meia-calça preta, a saia que ficava bem na altura do joelho e bem justa, o sutiã que ela abotoou em mim, ajeitou meus peitos e bem naquela hora, senti duas mãos me agarrando por trás. —sabia que te ver assim me deixa com muito tesão— ela disse, apertando meus peitos como se fossem de verdade e virando minha cabeça na direção dela, começou a me beijar, segurando meu pescoço com uma mão enquanto a outra continuava acariciando um dos meus peitos. continuou beijando meu pescoço e, quando chegou perto da minha orelha, disse — princesa, vou te comer de um jeito que você nunca vai esquecer. — hummmm, isso parece muito bom. ela me virou de frente para ela e ficamos cara a cara enquanto me beijava com frenesi. uma das mãos dela continuava acariciando meus peitos e a outra percorria meu corpo, descendo até minha bunda, acariciando e apertando. eu comecei a acariciar as costas dela com uma das mãos e rapidamente a levei até um dos peitos dela, mas ela segurou minha mão e a levou até o pescoço dela. — não, princesa, não. você só passa os braços no meu pescoço e me deixa fazer o resto. não respondi, só fiz o que ela mandou. ela continuou acariciando meu corpo inteiro, mas principalmente meus peitos e minha bunda. estava me tratando como uma mulher. — você tá gostando, princesa? — mmmmm sim. a mão que estava na minha bunda continuava apertando sem parar. ela começou a abaixar o zíper da minha saia devagar, enfiou a mão por dentro e começou a me acariciar por cima da meia-calça. eu já estava muito excitada, e dava pra ver que ela também estava com muito tesão — a respiração dela estava rápida, e olha que eu nem tinha tocado nela. ela deixou a saia cair no chão, me empurrou para trás, me jogou na cama e tirou minha meia-calça. deitou do meu lado, eu de barriga pra cima e ela de lado. continuou me beijando e acariciando meu corpo devagar, até que uma mão desceu até minha virilha. ela me acariciava por cima da calcinha como se eu fosse uma mulher, passava a mão pra cima e pra baixo suavemente. enfiou a mão por dentro e continuou do mesmo jeito. eu estava muito molhada, queria tocar nela. tentei de novo, mas ela me parou outra vez. — não, hoje você não vai tocar no meu corpo, no máximo nas minhas costas. fecha os olhos e imagina que você é minha garota. — siiiim. — mmmmm, vejo que você tá gostando, sua calcinha tá toda molhada. que putinha você é. — Mmmmm, sim, sou uma viciada.
— Tira minha roupa rápido, mas sem me olhar. Você tá morrendo de vontade de me foder.
— Siiiiim.
Eu a desnudei por completo. Era difícil não olhar para o corpo dela, admirá-lo, acariciá-lo, beijá-lo. Ela continuava com as carícias, começou a descer, chupando meu pescoço, se demorou um pouco chupando meus peitos. A mão dela continuava na minha entreperna, por cima da calcinha. Foi descendo até chegar na minha boceta, enfiou a cabeça no meio, começou a passar a língua pra cima e pra baixo, parava, abria a boca e fechava chupando, igualzinho a um pussy. Eu não aguentava, gemia como nunca tinha gemido.
— Mmmmm, que gostosa — falei.
— Você gosta, gosta, né, viciada? — parou de chupar e subiu pra beijar minha boca de novo, a mão voltou pra minha boceta.
— Siiim, muito.
— Se quiser, eu paro.
— Mmmmm, não, continua.
— Você quer que eu te foda agora, né?
— Sim.
— Me pede.
— Me fode logo.
— Mmmmm, vamos ver de novo.
— Me fode, por favor.
Ela afastou a calcinha pro lado, se deitou por cima e começou a me foder com movimentos bem lentos, e de vez em quando acelerava. Ia medindo o tempo, se via que eu tava muito excitada, diminuía o ritmo e aumentava de novo devagar, até que eu não aguentei mais e soltei uma gozada violenta.
— Uff, amor, que transa — falei.
— Sim, foi demais.
Ela saiu de cima de mim, pegou meu pau com a mão e começou a me masturbar de novo, enquanto a gente se beijava com frenesi. Ela começou a descer pelo meu pescoço de novo, foi deslizando os lábios pelo meu corpo até chegar no pau e enfiou ele inteiro na boca. Ele cresceu rápido de novo, ela subia, descia, chupava a pontinha e repetia. De repente, parou, subiu rápido e me deu um beijão enorme. Senti o gosto dos meus fluidos na boca dela, ela compartilhou comigo. De repente, parou de me beijar.
— Me fode, preciso sentir você dentro de mim — ela disse.
Eu coloquei ela de barriga pra cima na cama, quis tirar a calcinha.
— Não tira, enfia logo.
Abri bem as pernas dela e enfiei tudo de uma vez. Ela soltou um gritinho. Continuei metendo forte, enquanto... Ela gemia e gritava que nem uma louca. Virei ela, coloquei de quatro e meti forte por um bom tempo. Ela teve pelo menos uns 2 ou 3 orgasmos até eu gozar dentro dela de novo. Deitei do lado dela e ficamos um tempão abraçados sem falar nada, as palavras eram desnecessárias. Uns 5 minutos depois, já mais relaxados, o silêncio se quebrou. — Eu te amo, amor — ela disse. — Eu também te amo muito. — Acho que a gente tem que se vestir, a Brenda já deve estar esperando há um tempo. — Acho que sim. Ela se vestiu rápido e foi embora, me deixou me vestindo sozinho, falou que em 5 minutos me esperava no quarto dela. Me vesti o mais rápido que pude e fui pro quarto dela. Lá, a Brenda me esperava pra fazer meu cabelo e mais uma sessão de maquiagem. A Marta tirou o esmalte das minhas unhas do pé e pintou de rosa, igual das mãos. Depois que as três estavam prontas, saímos pra comer. Caminhamos uns 25 minutos. Era muito difícil andar com aquela saia justa, me obrigava a dar passos bem curtinhos, bem femininos, parecia. Mas já me sentia totalmente segura e até tava começando a gostar de me vestir assim. No almoço, teve conversas legais e muitas risadas, e claro que não faltaram piadas comigo. Mas eu falei que já podiam me chamar ou fazer o que quisessem, que eu já tinha perdido toda a vergonha. — Vamos ver, vamos ver. Ainda podemos te meter em mais de uma situação complicada — disse a Marta. — Imagino. — Já vamos pensar em algo nesses 3 dias que faltam. — Desde que não arrume um namorado pra mim, hahaha. — Hummm, isso parece interessante. — Nem pense nisso. — Hahahaha. Terminamos de comer e voltamos pro hotel pra descansar. Elas me falaram que a próxima noite seria intensa, mas não explicaram mais nada. Ficamos a tarde toda no quarto delas. Lá pelas 6, disseram que era hora de se preparar. As duas me ensinaram a tirar a maquiagem, depois um bom banho. A Marta escolheu a roupa que eu usaria naquela noite e levou pro quarto dela, onde me ajudariam a me vestir. Quando terminei... Saí do banho com a toalha enrolada na cintura e fui pra lá, era a porta do lado. Em cima da cama tava a roupa que a gente ia usar: três vestidos, um preto, outro rosa brilhante e um azul. Na hora já imaginei que o rosa era meu. Me apressei pra me vestir. Do lado do vestido tava o conjunto de lingerie que comprei no dia anterior. Comecei a me vestir. A Marta pegou umas meias de cima da cama e colocou em mim, pra não correr o risco de eu rasgar na hora de vestir. Eram transparentes, com os dedos do pé de fora, e uma tira fina passava entre o dedão e o dedo do lado. Depois veio o vestido, de gola fechada, manga longa e fechava com um zíper atrás. Custou um pouco pra vestir, ficou bem justinho e só cobria minha bunda, dava a sensação de que a calcinha tava aparecendo por baixo. Tentei puxar um pouco pra baixo, mas não dava mais. Sentei numa cadeira pra calçar os sapatos, uns prateados fechados, mas com a ponta aberta, onde dava pra ver minhas unhas bem pintadas. Aí me toquei: não sei como vou fazer pra não mostrar tudo. — Porra, pareço uma puta, vai aparecer tudo, esse vestido é curto demais. — Você vai ter que aprender a sentar de perna cruzada ou colocar a bolsa por cima. As duas já estavam vestidas, os vestidos eram tão curtos quanto o meu. Íamos parecer três vadias de cara. Quando a Brenda terminou, ela me maquiou de novo: olhos com cores neutras, rosto com tons clarinhos, deixaram minhas maçãs do rosto brilhando e um rosa clarinho. Parecia uma Barbie. Depois elas terminaram também. Eu olhava pra elas e me via refletida no espelho, pensando: os caras vão nos comer hoje com essa roupa. Já eram umas 9 da noite. — Bom, chegou a hora. Eles devem estar chegando pra nos buscar — disse a Brenda. — Nos buscar quem? Com quem vocês combinaram? Eu não quero histórias estranhas, hein. — Relaxa, gata, não é nada estranho. Não acredito que eu tô te olhando e nunca imaginei que a gente fosse sair pra festa assim vestida. assim, completamente de garota e como se fosse uma amiga a mais. — po, se você não acredita, imagina eu, que nunca pensei que passaria seis dias vestido assim. — já vai ver, não seja impaciente. — vamos logo — disse a Brenda. Descemos até a porta do hotel e, depois de uns 5 minutos mais ou menos esperando, uma limusine parou na porta. — olha, já chegaram — disse a Brenda. Eu fiquei de cara com aquele carro, desceu um homem de terno e abriu a porta pra gente, dentro tinham mais 4 garotas, a Brenda apresentou todas: Jéssica, Maria, Solé e Marga. Eu fui apresentado como Antônio, o namorado da Marta, mas podiam me chamar de Barbie. Elas usavam uma tiara com dois paus e um apito em forma de pinto também, em menos de 1 minuto eu já tinha a mesma coisa nas mãos e na cabeça. A Brenda e minha namorada não perderam tempo e levaram aquilo na boca pra apitar, e me incentivaram a fazer o mesmo. Fiquei meio sem graça de levar aquilo na boca, mas no fim aceitei, entre risadas de todas. — beleza, meninas, vamos pra despedida de solteira. Embora eu já tivesse imaginado, falei: — despedida de solteira? — siiiim. Depois fomos buscar mais 3 garotas: outra Maria, Mercedes e Anabel, e por último a noiva, Yolanda. E fomos direto jantar, passamos umas 2 horas comendo e de lá a limusine nos levou pra um show de boys. Quando entrei e vi aquele lugar cheio de mina gritando que nem louca, fiquei alucinado. A gente pegou uma mesa na segunda fila, enquanto aqueles caras dançavam e se despiam, ficando só de thong. Eu ia olhando de vez em quando, mas não tava muito interessado. Vi minha namorada e a Brenda conversando com um garçom, mas não escutei o que diziam. Umas meia hora depois, dois boys chegaram na nossa mesa. — cadê a noiva? — perguntou um. Todo mundo apontou pra ela, ele pegou na mão dela e levou. Aí o outro boy: — quem é a Barbie? Eu fiquei paralisado enquanto minha namorada dizia: — ela, ela. Ele se aproximou, tentou pegar na minha mão, mas não deixei. — eeei, eeei, eu não vou subir aí não. — vai, gata, você não disse que a gente já podia fazer o que quisesse com você? Então vai, ânimo aí. Deixe-se levar e aproveita o momento, fui eu que pedi pra você. - Vai ser safada. Tentei escapar, mas ele me pegou pelo braço e me puxou pro palco. Uma vez lá, ele ficou atrás de mim e começou a percorrer meu corpo superficialmente com as mãos. Depois me virou, me colocou de frente pra ele, pegou uma das minhas mãos e começou a percorrer o corpo dele com ela, ainda com roupa. Eu tava tipo hipnotizado, me deixava levar. Ele pegou minha outra mão e colocou meus braços nos ombros dele, rebolando o corpo no ritmo da música, bem colado em mim, enquanto acariciava meu corpo com as mãos. Na altura da bunda, ele me agarrou, me puxou pra cima, fazendo com que eu me abraçasse no pescoço dele pra não cair, e passou cada uma das minhas pernas pros lados dele, me deixando totalmente aberta de pernas. Naquele momento, me senti uma mulherzinha frágil nos braços daquele cara, que era quase duas cabeças mais alto que eu e tinha umas três vezes o meu corpo. Nessa posição, ele foi se abaixando devagar e simulando que tava me comendo. Foram só alguns segundos, mas pra mim foi uma eternidade ficar assim, sentindo os gritos das minas que estavam lá. Quando ele me soltou, me pegou pela mão e me levou até uma cadeira. Me colocou em pé na frente dela. Vi de relance ele tirando a camisa e começando de novo a percorrer meu corpo com as mãos. Ele abriu minhas pernas com os pés dele e me empurrou a cabeça suavemente pra baixo, fazendo com que eu apoiasse as mãos na cadeira, deixando minha bunda totalmente exposta pra ele, e de novo fazendo como se tivesse me comendo. Senti o volume várias vezes batendo na minha bunda. Depois, ele me fez sentar na cadeira, ficou de costas pra mim, rebolando, e a bunda dele ficou na altura do meu rosto. Ele puxou a calça e tirou, ficando só de cueca na minha frente. Pegou minha mão e começou a acariciar o peito dele, foi descendo a mão pelo corpo e começou a enfiar pela parte da frente da cueca. Tentei puxar pra cima, mas eu não tinha forças. Senti outra peça por baixo, e minha mão não chegou a tocar aquele volume, mas chegou perto. Fiquei, meio de relance, vi minha namorada rindo e gritando. Tirei minha mão de lá devagar e ela se virou, passando as pernas por cima das minhas, deixando aquele volume a centímetros do meu rosto. Ele foi dançando enquanto pegava minhas mãos de novo e passava elas por todo o peito dele outra vez. Na altura da cintura, foi levando minhas mãos até a bunda dele, fazendo eu agarrar. Ele me soltou, e eu ia tirar as mãos de lá, mas ele colocou de volta e passou as mãos dele pra frente, puxando a cueca, ficando só de tanguinha, minhas mãos tocando aquela bunda nua. Ele colocou uma das mãos dele em cima de uma das minhas e a outra na minha cabeça, e com movimentos leves simulou que eu tava fazendo um boquete. Aquele volume chegou a encostar no meu rosto e, sem eu esperar, ele tombou a cadeira pra trás, se jogando pra frente e acompanhando o movimento da cadeira. Isso fez eu me agarrar com mais força na bunda dele, dando um grito que ele calou quando minha boca bateu naquele volume, que eu senti entrando. Foi tudo muito rápido. Ele me levantou de novo, ficou na minha frente igual no começo. Eu, do susto, tava tremendo e ainda agarrada na bunda com força. Aí ele inclinou minha cabeça um pouco com uma mão e, com a outra, antes dos gritos das loucas que tavam lá, levantou um pouco a tanguinha, me mostrando o pedaço de pau que o cara tinha. Foi abrir e fechar, vi só o suficiente por isso. E aí ele me pegou pela mão, me levantou, me deu dois beijos e me mandou voltar pro meu lugar. Fui rápido, precisava beber algo. Peguei o cuba-libre que tinha e dei um longo gole. — Essa você vai me pagar, sua filha da puta — falei pra minha namorada. — Te falei, já ia inventar algo e olha só, aqui era o lugar ideal, hahaha. — Mas você sabe o que eu passei lá? Aquele cara me apalpando e me obrigando a acariciar o corpo dele. — Hahaha, você parecia tão feminina, tão coisinha pequena abraçada naquele pedaço de corpo. — Não me fode, e chega de rir, que ainda por cima na Quando me deitei, ele enfiou o pacote inteiro na minha boca. — Fica tranquila, já passou, juro que não vou te colocar em mais nenhuma enrascada. — Depois a gente conversa, preciso fumar um baseado, já volto. Levantei e fui pro banheiro, lá dentro tinham várias minas, passei por elas sem olhar, entrei num box e comecei a bolar um beck. Hoje em dia, com essas unhas, era foda pra caralho fazer isso, demorei mais que o normal. Quando terminei, fui pra rua fumar. Me afastei um pouco do rolê, uns 200 metros, e encostei numa parede pra queimar um. Tava tudo numa paz, quando senti uma mão na minha cintura e alguém falou: — Quanto por um boquete, bebê? — Que porra é essa, mano? Sai daqui, nojento — falei, empurrando ele. Ele quase caiu no chão, voltou pra cima de mim, tentou me agarrar enquanto gritava: — Vai me chupar de graça, foxy. — Mano, me deixa em paz, não sou nenhuma foxy, cê tá enganado — e dei um soco na cara dele, acertando bem o nariz, que começou a sangrar, e ele caiu no chão. Na hora, tentei correr, mas ouvi alguém gritar por trás: — Para ou eu te dou um tiro, foxy. Me virei e vi que ele tava me apontando uma arma, fiquei paralisada. Ele chegou perto, me encostou na parede, me apontando a arma, passando a mão na minha bunda e enfiando os dedos entre minhas pernas. — Então temos uma travesti putinha aqui. Ele parou de me tocar, mas continuou me apontando a arma. Senti ele fazer uma chamada no celular, pedindo uma viatura, dizendo que era o agente Ramírez. Em poucos minutos, chegou uma viatura. O tal Ramírez explicou que eu tinha oferecido serviços sexuais pra ele, ele recusou e eu ataquei. Eu ainda tava encostada na parede. Um agente chegou, me algemou e disse: — Senhorita, você está presa por prostituição em via pública e agressão a um agente da autoridade. — Moço, cê tá enganado, foi ele que veio atrás de mim, eu só me defendi — falei, já chorando. Tava numa merda. enrascada, pensei. -cala a boca, tudo que você disser pode ser usado contra você.
— Mas a gente tem que ir pro hotel ainda pra vocês se trocarem.
— Nós? — respondeu minha namorada — a gente nem trouxe fantasia.
— Como assim não trouxeram nada? Não foi isso que vocês me disseram.
— De manhã eu falei bem clarinho que hoje quem mandava éramos nós.
— Pois não é assim, vocês me enganaram o dia inteiro. Amanhã não me fantasio mais, acabou, comigo vocês não brincam mais.
— Kkkkk, você caiu feito uma loira burra.
— Tá bom, tá bom, essa eu vou guardar, um dia eu te devolvo.
— Vale, vou parar por aqui, mas deixa essa noite passar. Depois de como você se divertir amanhã, a gente vê o que você acha.
— Amanhã eu já falei que não entro nessa brincadeira.
— Olha, vou te explicar: a gente ia vir de minissaia as duas, mas depois de te ver vestida, tão gostosa, a gente conversou e decidiu vir assim. Pensamos que, desse jeito, quase todos os olhares seriam pra você, assim você vai saber o que a gente sente quando os homens nos devoram com os olhos. Então, essa é sua noite, aproveita.
— Essa noite porque já tô assim, mas amanhã acaba.
— A gente vê.
Depois de jantar, a gente tomou uns drinks num lugar. Na cidade da Brenda, ela também tinha pego uns gramas de pó e um pouco de maconha pra fumar depois dos drinks, e um baseado fez eu perder toda a vergonha e nervosismo que eu tava sentindo. A festa continuou numa balada, não parei de dançar e beber a noite inteira. Do que não escapei foi de umas mãos no meu rabo e umas roçadas. Às 6 da manhã, a gente saiu de lá rumo ao hotel.
— Barbie, no final parece que você se divertiu, não parou de dançar a noite toda — perguntou minha namorada.
— Sim, não foi ruim. Acho que o álcool também me ajudou a me soltar um pouco.
— Verdade, você tava bem no meio de tanto cara dançando.
— O único problema é esse, fiquei até a buceta cheia de tanto roçada e apalpada na bunda e nesses malditos sapatos. -hahaha, te tocaram a bunda, e o que você fez? -nada, no começo me incomodou muito e eu me afastava, mas vendo que era contínuo, decidi ignorar tudo. -hahaha, quer dizer que no fundo você gostou. -e o que você queria que eu fizesse, partir pra porrada? Escuta, por que a gente não pega um táxi até o hotel? Não aguento mais essa dor nos pés. -se é aqui do lado -disse Brenda -agora você me entende quando falo que fico exausta de salto -disse minha namorada -é, isso é um suplício. -então, vendo como você passou, amanhã repete ou não? -não, com um dia já tive o suficiente. -bom, amanhã quando acordar, pode mudar de ideia. -acho que não. Naquele exato momento, passávamos por um centro estético que, claro, naquela hora estava fechado, e minha namorada leu a propaganda que estava escrita e me disse: -olha, vamos fazer uma aposta: se amanhã te convencermos e conseguirmos que você se vista de garota, você perde a aposta e a gente te faz colocar umas unhas postiças. -aceito, vou ganhar. -vamos ver. Continuamos conversando e, sem perceber, estávamos no hotel. Assim que cheguei no quarto, tirei os sapatos, me joguei na cama e dormi com a roupa que estava vestindo, sem nem notar. Acordei depois das 2 da tarde, tirei toda aquela roupa e, ao me ver no espelho, meu Deus, como estava o rosto, toda a maquiagem borrada. Tomei um banho, abri a mala pra pegar minha roupa e me vestir, e lá só encontrei roupa de garota. Coloquei o que achei mais fácil de vestir: uma minissaia jeans, a primeira calcinha que peguei, que era azul, uma camiseta branca com uma boneca desenhada escrito "girl" e descalço saí do quarto e bati na porta delas. Brenda abriu e entrei direto, e antes que eu dissesse qualquer coisa, minha namorada falou: -olha só, parece que no fim você decidiu vestir saia. -não, vim buscar minha mala, ontem peguei uma das suas por engano. -não, querido, essa é a sua mala, você Gostei da roupa que escolhemos pra você. — Chega de brincadeira, cadê minha roupa? — Não é brincadeira, tá no seu quarto, a outra tá na casa da Brenda. — Não me diga que você não trouxe nada pra mim. — Trouxe, claro que trouxe, você não vai sair pelada, ali tem uns vestidos bem bonitinhos e nem vou falar da lingerie que trouxemos, e na outra bolsa tem vários sapatos bem lindos. — Porra, vocês me sacanearam bem. — Kkkkk, é o que tem, amor, então já sabe, essa é a roupa que você tem pra semana toda. — Você me sacaneou bem, que mente perversa vocês têm. — Ah é? Então sabe que você perdeu uma aposta, suas mãos vão ficar ainda mais lindas com essas unhas tão compridas. — Isso aí não, eu perdi porque vocês me sacanearam. — Claro, eu aposto no seguro, então logo depois do almoço você já sabe o que te espera. — Olha, já me sacanearam com o cabelo e a roupa, mas unhas? O que eu faço com as unhas quando isso acabar? — Você tira, não é problema. — E como tira isso? Não deve ser tão fácil, acabaram de colocar. — Você não se preocupa com isso e cumpre a aposta.
Depois de muito discutir, tive que aceitar que tinha perdido, e depois do almoço tive que passar pelo arco. A verdade é que eles tinham montado tudo tão bem que eu merecia passar por isso, e decidi seguir em frente com o jogo, afinal estávamos no carnaval. Já à tarde, depois de outra sessão de maquiagem com a Brenda, fomos pro centro de estética. As três estavam iguais, de minissaia jeans. Entramos e quem falou primeiro foi minha namorada:
— Oi, minha amiga Barbie quer fazer as unhas. — Oi, sou a Ale, senta aqui, como você quer? Eu olhei pra Marta sem saber o que fazer. — Eu... pensei nuns rosa com alguma decoração. A moça ficou me olhando, e eu dei de ombros. — Desculpa ela, é muito tímida. — Vamos ver quais você gosta. Ela pegou um catálogo e mostrou. Depois de muito olhar, minha namorada apontou umas unhas. — Essas aqui eu gostei, vão ficar perfeitas com o vestido de amanhã. — Beleza, então vamos nessa. Ela pegou minha mão e começou a trabalhar nela. , as unhas eram rosa decoradas com flores, Marta e Brenda decidiram dar uma volta enquanto isso, Ale disse que demoraria cerca de uma hora e meia. Já estava lá uns 15 minutos quando Ale me perguntou: — Posso te fazer uma pergunta? Ela assentiu com a cabeça. — Você é travesti? — Não, isso é coisa da minha namorada, é ela quem estava falando — respondi com um pouco de vergonha. — Que divertido, hahahaha, você deve amar muito ela pra passar por isso. — Sim, eu amo, mas isso foi uma armadilha. E contei toda a história até aquele momento, ela me olhava surpresa enquanto ouvia. — Hahahaha, que história! No começo não percebi que você era um garoto, cheguei a essa conclusão quando peguei suas mãos, mas não tinha certeza. — Pois é, você acertou. — E por curiosidade, você tá mesmo de calcinha? — O quê, não entendi. — Se a roupa íntima também é de mulher. — Sim, totalmente vestido com roupa de mulher, e agora, pra completar, as unhas. — Que graça, bom, as unhas servem pra realçar sua feminilidade, e olha, você tem muita. — Obrigado. Sem perceber, essas duas chegaram enquanto eu ainda tinha uma conversa divertida rolando. — Já tô terminando. 10 minutos depois, minhas unhas estavam prontas. Pra mim, pareciam longas demais, mas Ale e as meninas diziam que ficaram divinas. Eu, à primeira vista, achava minhas mãos ridículas e nem sabia como colocá-las, mas o reflexo no espelho mostrava outra coisa: ali eu não via só as mãos, me via de corpo inteiro, e ali se via uma garota de corpo inteiro como qualquer outra. Paguei, e Ale me deu dois beijos de despedida. — Você me fez passar um tempo muito divertido, e tem uma namorada muito gostosa. — Obrigado. Ela se virou pra Marta e Brenda, que tinham ouvido tudo, e deu dois beijos nelas também. Pra minha namorada, disse: — E seu namorado também é muito gostosa. Nós quatro rimos daquele comentário e saímos de lá. Eu queria tomar alguma coisa, sentamos num terraço e, quando peguei o cigarro, percebi que era mais difícil segurar as coisas, ter aquelas O cigarro entre os dedos, ao pegar no copo pra beber, eu tinha que fazer diferente, diria que de um jeito até mais feminino. Depois disso, passamos a tarde andando por lojas. É uma coisa que nunca gostei, e a Marta sabia que era algo que eu odiava, mas naquele dia foi diferente. No começo, pensei: "que saco", mas fui me animando aos poucos. Fiz como qualquer outra garota: olhar roupa de todo tipo. Entre as duas, até me animaram a provar algo, e principalmente me diverti experimentando sapatos. Minha namorada comprou algumas coisas e pra mim pegou um conjunto de lingerie rosa.
— Toma esse conjunto, é pra você, pra amanhã. Compra ele.
— Pra mim? Será que vocês não enfiaram bastante na mala?
— Sim, mas rosa não tem nenhuma.
— Não sei pra que vou gastar dinheiro numa coisa que, se usar, vai ser um dia.
— É, mas depois você pode me dar de presente.
— Claro, esperta.
— É, hahahaha.
Depois de fazer algumas compras, voltamos pro hotel pra deixar as coisas e fomos jantar e tomar uns drinks, mas voltamos cedo pra dormir, disseram que o dia seguinte seria longo. Acordamos tarde, a Marta veio me acordar, bateu na porta.
— Vai, preguiçosa, levanta, já são mais de 11.
— Já vou.
Abri a porta de calcinha, que era como tinha dormido.
— Bom dia, dorminhoca — disse ela empurrando a porta — Uiii, te peguei de calcinha, hahahaha.
— Bom dia, é que não tinha outra coisa pra vestir.
— Vim ver o que mais você pode vestir. Deixa eu ver a mala. Hoje vou dificultar um pouco. Olha essa saia lápis preta, essa blusa branca e esses sapatos de salto alto. Ah, e pega, troca de calcinha, Promiscuous, porque essa você já usou o dia todo ontem.
Ela jogou tudo na cama.
— Espera, deixa eu tomar um banho.
— Não, você toma banho mais tarde, que vai ter que trocar de roupa de novo.
Comecei a me vestir: primeiro a calcinha, que era preta, depois uma meia-calça preta, a saia que ficava bem na altura do joelho e bem justa, o sutiã que ela abotoou em mim, ajeitou meus peitos e bem naquela hora, senti duas mãos me agarrando por trás. —sabia que te ver assim me deixa com muito tesão— ela disse, apertando meus peitos como se fossem de verdade e virando minha cabeça na direção dela, começou a me beijar, segurando meu pescoço com uma mão enquanto a outra continuava acariciando um dos meus peitos. continuou beijando meu pescoço e, quando chegou perto da minha orelha, disse — princesa, vou te comer de um jeito que você nunca vai esquecer. — hummmm, isso parece muito bom. ela me virou de frente para ela e ficamos cara a cara enquanto me beijava com frenesi. uma das mãos dela continuava acariciando meus peitos e a outra percorria meu corpo, descendo até minha bunda, acariciando e apertando. eu comecei a acariciar as costas dela com uma das mãos e rapidamente a levei até um dos peitos dela, mas ela segurou minha mão e a levou até o pescoço dela. — não, princesa, não. você só passa os braços no meu pescoço e me deixa fazer o resto. não respondi, só fiz o que ela mandou. ela continuou acariciando meu corpo inteiro, mas principalmente meus peitos e minha bunda. estava me tratando como uma mulher. — você tá gostando, princesa? — mmmmm sim. a mão que estava na minha bunda continuava apertando sem parar. ela começou a abaixar o zíper da minha saia devagar, enfiou a mão por dentro e começou a me acariciar por cima da meia-calça. eu já estava muito excitada, e dava pra ver que ela também estava com muito tesão — a respiração dela estava rápida, e olha que eu nem tinha tocado nela. ela deixou a saia cair no chão, me empurrou para trás, me jogou na cama e tirou minha meia-calça. deitou do meu lado, eu de barriga pra cima e ela de lado. continuou me beijando e acariciando meu corpo devagar, até que uma mão desceu até minha virilha. ela me acariciava por cima da calcinha como se eu fosse uma mulher, passava a mão pra cima e pra baixo suavemente. enfiou a mão por dentro e continuou do mesmo jeito. eu estava muito molhada, queria tocar nela. tentei de novo, mas ela me parou outra vez. — não, hoje você não vai tocar no meu corpo, no máximo nas minhas costas. fecha os olhos e imagina que você é minha garota. — siiiim. — mmmmm, vejo que você tá gostando, sua calcinha tá toda molhada. que putinha você é. — Mmmmm, sim, sou uma viciada.
— Tira minha roupa rápido, mas sem me olhar. Você tá morrendo de vontade de me foder.
— Siiiiim.
Eu a desnudei por completo. Era difícil não olhar para o corpo dela, admirá-lo, acariciá-lo, beijá-lo. Ela continuava com as carícias, começou a descer, chupando meu pescoço, se demorou um pouco chupando meus peitos. A mão dela continuava na minha entreperna, por cima da calcinha. Foi descendo até chegar na minha boceta, enfiou a cabeça no meio, começou a passar a língua pra cima e pra baixo, parava, abria a boca e fechava chupando, igualzinho a um pussy. Eu não aguentava, gemia como nunca tinha gemido.
— Mmmmm, que gostosa — falei.
— Você gosta, gosta, né, viciada? — parou de chupar e subiu pra beijar minha boca de novo, a mão voltou pra minha boceta.
— Siiim, muito.
— Se quiser, eu paro.
— Mmmmm, não, continua.
— Você quer que eu te foda agora, né?
— Sim.
— Me pede.
— Me fode logo.
— Mmmmm, vamos ver de novo.
— Me fode, por favor.
Ela afastou a calcinha pro lado, se deitou por cima e começou a me foder com movimentos bem lentos, e de vez em quando acelerava. Ia medindo o tempo, se via que eu tava muito excitada, diminuía o ritmo e aumentava de novo devagar, até que eu não aguentei mais e soltei uma gozada violenta.
— Uff, amor, que transa — falei.
— Sim, foi demais.
Ela saiu de cima de mim, pegou meu pau com a mão e começou a me masturbar de novo, enquanto a gente se beijava com frenesi. Ela começou a descer pelo meu pescoço de novo, foi deslizando os lábios pelo meu corpo até chegar no pau e enfiou ele inteiro na boca. Ele cresceu rápido de novo, ela subia, descia, chupava a pontinha e repetia. De repente, parou, subiu rápido e me deu um beijão enorme. Senti o gosto dos meus fluidos na boca dela, ela compartilhou comigo. De repente, parou de me beijar.
— Me fode, preciso sentir você dentro de mim — ela disse.
Eu coloquei ela de barriga pra cima na cama, quis tirar a calcinha.
— Não tira, enfia logo.
Abri bem as pernas dela e enfiei tudo de uma vez. Ela soltou um gritinho. Continuei metendo forte, enquanto... Ela gemia e gritava que nem uma louca. Virei ela, coloquei de quatro e meti forte por um bom tempo. Ela teve pelo menos uns 2 ou 3 orgasmos até eu gozar dentro dela de novo. Deitei do lado dela e ficamos um tempão abraçados sem falar nada, as palavras eram desnecessárias. Uns 5 minutos depois, já mais relaxados, o silêncio se quebrou. — Eu te amo, amor — ela disse. — Eu também te amo muito. — Acho que a gente tem que se vestir, a Brenda já deve estar esperando há um tempo. — Acho que sim. Ela se vestiu rápido e foi embora, me deixou me vestindo sozinho, falou que em 5 minutos me esperava no quarto dela. Me vesti o mais rápido que pude e fui pro quarto dela. Lá, a Brenda me esperava pra fazer meu cabelo e mais uma sessão de maquiagem. A Marta tirou o esmalte das minhas unhas do pé e pintou de rosa, igual das mãos. Depois que as três estavam prontas, saímos pra comer. Caminhamos uns 25 minutos. Era muito difícil andar com aquela saia justa, me obrigava a dar passos bem curtinhos, bem femininos, parecia. Mas já me sentia totalmente segura e até tava começando a gostar de me vestir assim. No almoço, teve conversas legais e muitas risadas, e claro que não faltaram piadas comigo. Mas eu falei que já podiam me chamar ou fazer o que quisessem, que eu já tinha perdido toda a vergonha. — Vamos ver, vamos ver. Ainda podemos te meter em mais de uma situação complicada — disse a Marta. — Imagino. — Já vamos pensar em algo nesses 3 dias que faltam. — Desde que não arrume um namorado pra mim, hahaha. — Hummm, isso parece interessante. — Nem pense nisso. — Hahahaha. Terminamos de comer e voltamos pro hotel pra descansar. Elas me falaram que a próxima noite seria intensa, mas não explicaram mais nada. Ficamos a tarde toda no quarto delas. Lá pelas 6, disseram que era hora de se preparar. As duas me ensinaram a tirar a maquiagem, depois um bom banho. A Marta escolheu a roupa que eu usaria naquela noite e levou pro quarto dela, onde me ajudariam a me vestir. Quando terminei... Saí do banho com a toalha enrolada na cintura e fui pra lá, era a porta do lado. Em cima da cama tava a roupa que a gente ia usar: três vestidos, um preto, outro rosa brilhante e um azul. Na hora já imaginei que o rosa era meu. Me apressei pra me vestir. Do lado do vestido tava o conjunto de lingerie que comprei no dia anterior. Comecei a me vestir. A Marta pegou umas meias de cima da cama e colocou em mim, pra não correr o risco de eu rasgar na hora de vestir. Eram transparentes, com os dedos do pé de fora, e uma tira fina passava entre o dedão e o dedo do lado. Depois veio o vestido, de gola fechada, manga longa e fechava com um zíper atrás. Custou um pouco pra vestir, ficou bem justinho e só cobria minha bunda, dava a sensação de que a calcinha tava aparecendo por baixo. Tentei puxar um pouco pra baixo, mas não dava mais. Sentei numa cadeira pra calçar os sapatos, uns prateados fechados, mas com a ponta aberta, onde dava pra ver minhas unhas bem pintadas. Aí me toquei: não sei como vou fazer pra não mostrar tudo. — Porra, pareço uma puta, vai aparecer tudo, esse vestido é curto demais. — Você vai ter que aprender a sentar de perna cruzada ou colocar a bolsa por cima. As duas já estavam vestidas, os vestidos eram tão curtos quanto o meu. Íamos parecer três vadias de cara. Quando a Brenda terminou, ela me maquiou de novo: olhos com cores neutras, rosto com tons clarinhos, deixaram minhas maçãs do rosto brilhando e um rosa clarinho. Parecia uma Barbie. Depois elas terminaram também. Eu olhava pra elas e me via refletida no espelho, pensando: os caras vão nos comer hoje com essa roupa. Já eram umas 9 da noite. — Bom, chegou a hora. Eles devem estar chegando pra nos buscar — disse a Brenda. — Nos buscar quem? Com quem vocês combinaram? Eu não quero histórias estranhas, hein. — Relaxa, gata, não é nada estranho. Não acredito que eu tô te olhando e nunca imaginei que a gente fosse sair pra festa assim vestida. assim, completamente de garota e como se fosse uma amiga a mais. — po, se você não acredita, imagina eu, que nunca pensei que passaria seis dias vestido assim. — já vai ver, não seja impaciente. — vamos logo — disse a Brenda. Descemos até a porta do hotel e, depois de uns 5 minutos mais ou menos esperando, uma limusine parou na porta. — olha, já chegaram — disse a Brenda. Eu fiquei de cara com aquele carro, desceu um homem de terno e abriu a porta pra gente, dentro tinham mais 4 garotas, a Brenda apresentou todas: Jéssica, Maria, Solé e Marga. Eu fui apresentado como Antônio, o namorado da Marta, mas podiam me chamar de Barbie. Elas usavam uma tiara com dois paus e um apito em forma de pinto também, em menos de 1 minuto eu já tinha a mesma coisa nas mãos e na cabeça. A Brenda e minha namorada não perderam tempo e levaram aquilo na boca pra apitar, e me incentivaram a fazer o mesmo. Fiquei meio sem graça de levar aquilo na boca, mas no fim aceitei, entre risadas de todas. — beleza, meninas, vamos pra despedida de solteira. Embora eu já tivesse imaginado, falei: — despedida de solteira? — siiiim. Depois fomos buscar mais 3 garotas: outra Maria, Mercedes e Anabel, e por último a noiva, Yolanda. E fomos direto jantar, passamos umas 2 horas comendo e de lá a limusine nos levou pra um show de boys. Quando entrei e vi aquele lugar cheio de mina gritando que nem louca, fiquei alucinado. A gente pegou uma mesa na segunda fila, enquanto aqueles caras dançavam e se despiam, ficando só de thong. Eu ia olhando de vez em quando, mas não tava muito interessado. Vi minha namorada e a Brenda conversando com um garçom, mas não escutei o que diziam. Umas meia hora depois, dois boys chegaram na nossa mesa. — cadê a noiva? — perguntou um. Todo mundo apontou pra ela, ele pegou na mão dela e levou. Aí o outro boy: — quem é a Barbie? Eu fiquei paralisado enquanto minha namorada dizia: — ela, ela. Ele se aproximou, tentou pegar na minha mão, mas não deixei. — eeei, eeei, eu não vou subir aí não. — vai, gata, você não disse que a gente já podia fazer o que quisesse com você? Então vai, ânimo aí. Deixe-se levar e aproveita o momento, fui eu que pedi pra você. - Vai ser safada. Tentei escapar, mas ele me pegou pelo braço e me puxou pro palco. Uma vez lá, ele ficou atrás de mim e começou a percorrer meu corpo superficialmente com as mãos. Depois me virou, me colocou de frente pra ele, pegou uma das minhas mãos e começou a percorrer o corpo dele com ela, ainda com roupa. Eu tava tipo hipnotizado, me deixava levar. Ele pegou minha outra mão e colocou meus braços nos ombros dele, rebolando o corpo no ritmo da música, bem colado em mim, enquanto acariciava meu corpo com as mãos. Na altura da bunda, ele me agarrou, me puxou pra cima, fazendo com que eu me abraçasse no pescoço dele pra não cair, e passou cada uma das minhas pernas pros lados dele, me deixando totalmente aberta de pernas. Naquele momento, me senti uma mulherzinha frágil nos braços daquele cara, que era quase duas cabeças mais alto que eu e tinha umas três vezes o meu corpo. Nessa posição, ele foi se abaixando devagar e simulando que tava me comendo. Foram só alguns segundos, mas pra mim foi uma eternidade ficar assim, sentindo os gritos das minas que estavam lá. Quando ele me soltou, me pegou pela mão e me levou até uma cadeira. Me colocou em pé na frente dela. Vi de relance ele tirando a camisa e começando de novo a percorrer meu corpo com as mãos. Ele abriu minhas pernas com os pés dele e me empurrou a cabeça suavemente pra baixo, fazendo com que eu apoiasse as mãos na cadeira, deixando minha bunda totalmente exposta pra ele, e de novo fazendo como se tivesse me comendo. Senti o volume várias vezes batendo na minha bunda. Depois, ele me fez sentar na cadeira, ficou de costas pra mim, rebolando, e a bunda dele ficou na altura do meu rosto. Ele puxou a calça e tirou, ficando só de cueca na minha frente. Pegou minha mão e começou a acariciar o peito dele, foi descendo a mão pelo corpo e começou a enfiar pela parte da frente da cueca. Tentei puxar pra cima, mas eu não tinha forças. Senti outra peça por baixo, e minha mão não chegou a tocar aquele volume, mas chegou perto. Fiquei, meio de relance, vi minha namorada rindo e gritando. Tirei minha mão de lá devagar e ela se virou, passando as pernas por cima das minhas, deixando aquele volume a centímetros do meu rosto. Ele foi dançando enquanto pegava minhas mãos de novo e passava elas por todo o peito dele outra vez. Na altura da cintura, foi levando minhas mãos até a bunda dele, fazendo eu agarrar. Ele me soltou, e eu ia tirar as mãos de lá, mas ele colocou de volta e passou as mãos dele pra frente, puxando a cueca, ficando só de tanguinha, minhas mãos tocando aquela bunda nua. Ele colocou uma das mãos dele em cima de uma das minhas e a outra na minha cabeça, e com movimentos leves simulou que eu tava fazendo um boquete. Aquele volume chegou a encostar no meu rosto e, sem eu esperar, ele tombou a cadeira pra trás, se jogando pra frente e acompanhando o movimento da cadeira. Isso fez eu me agarrar com mais força na bunda dele, dando um grito que ele calou quando minha boca bateu naquele volume, que eu senti entrando. Foi tudo muito rápido. Ele me levantou de novo, ficou na minha frente igual no começo. Eu, do susto, tava tremendo e ainda agarrada na bunda com força. Aí ele inclinou minha cabeça um pouco com uma mão e, com a outra, antes dos gritos das loucas que tavam lá, levantou um pouco a tanguinha, me mostrando o pedaço de pau que o cara tinha. Foi abrir e fechar, vi só o suficiente por isso. E aí ele me pegou pela mão, me levantou, me deu dois beijos e me mandou voltar pro meu lugar. Fui rápido, precisava beber algo. Peguei o cuba-libre que tinha e dei um longo gole. — Essa você vai me pagar, sua filha da puta — falei pra minha namorada. — Te falei, já ia inventar algo e olha só, aqui era o lugar ideal, hahaha. — Mas você sabe o que eu passei lá? Aquele cara me apalpando e me obrigando a acariciar o corpo dele. — Hahaha, você parecia tão feminina, tão coisinha pequena abraçada naquele pedaço de corpo. — Não me fode, e chega de rir, que ainda por cima na Quando me deitei, ele enfiou o pacote inteiro na minha boca. — Fica tranquila, já passou, juro que não vou te colocar em mais nenhuma enrascada. — Depois a gente conversa, preciso fumar um baseado, já volto. Levantei e fui pro banheiro, lá dentro tinham várias minas, passei por elas sem olhar, entrei num box e comecei a bolar um beck. Hoje em dia, com essas unhas, era foda pra caralho fazer isso, demorei mais que o normal. Quando terminei, fui pra rua fumar. Me afastei um pouco do rolê, uns 200 metros, e encostei numa parede pra queimar um. Tava tudo numa paz, quando senti uma mão na minha cintura e alguém falou: — Quanto por um boquete, bebê? — Que porra é essa, mano? Sai daqui, nojento — falei, empurrando ele. Ele quase caiu no chão, voltou pra cima de mim, tentou me agarrar enquanto gritava: — Vai me chupar de graça, foxy. — Mano, me deixa em paz, não sou nenhuma foxy, cê tá enganado — e dei um soco na cara dele, acertando bem o nariz, que começou a sangrar, e ele caiu no chão. Na hora, tentei correr, mas ouvi alguém gritar por trás: — Para ou eu te dou um tiro, foxy. Me virei e vi que ele tava me apontando uma arma, fiquei paralisada. Ele chegou perto, me encostou na parede, me apontando a arma, passando a mão na minha bunda e enfiando os dedos entre minhas pernas. — Então temos uma travesti putinha aqui. Ele parou de me tocar, mas continuou me apontando a arma. Senti ele fazer uma chamada no celular, pedindo uma viatura, dizendo que era o agente Ramírez. Em poucos minutos, chegou uma viatura. O tal Ramírez explicou que eu tinha oferecido serviços sexuais pra ele, ele recusou e eu ataquei. Eu ainda tava encostada na parede. Um agente chegou, me algemou e disse: — Senhorita, você está presa por prostituição em via pública e agressão a um agente da autoridade. — Moço, cê tá enganado, foi ele que veio atrás de mim, eu só me defendi — falei, já chorando. Tava numa merda. enrascada, pensei. -cala a boca, tudo que você disser pode ser usado contra você.
0 comentários - Carnaval no México 1ª parte