Tia Fabiana 9

Tia Fabiana 9. Mais um dia, eu estava deitado no quarto da minha tia, enquanto ela ficava de quatro ao meu lado com a bunda perto da minha cara, enquanto eu pensava, de vez em quando chupava um pouco daquela buceta preta e enfiava os dedos na pussy dela, já estava há um tempão assim, pensando. —A puta da mãe, não sei como fazer pra comer a Nely— falei pra minha tia. —Por que você quer isso?— ela perguntou. —Não viu como ela tá? Tem uma bunda preta do caralho igual a sua, mas mais firme e com menos buraco, com certeza, deve ser uma negra puta que nem você— Minha prima Nely era que nem minha tia, uma bunda enorme, mas com peitos maiores e o corpo dela tinha menos gordura, tinha mais curvas que minha tia e minha outra prima, além disso, era uma puta igual a mãe, morava num bairro de merda cheio de favelado e já tinha uma filha. Mas tinha um problema, o jeito dela, se minha tia era uma submissa que gostava de ser humilhada, a Nely era uma negra encrenqueira, xingava fácil e tinha treta com vários vizinhos, a típica negra favelada, mas com certeza era uma puta viciada em pica também, só precisava saber como chegar. A Nely não falava com ninguém da família, literalmente, menos com a mãe, por isso não tinha como fazer contato com ela a não ser por telefone e desse jeito não ia conseguir comer ela. —Fabiana, abre a porta— falei pra minha tia. —Podem nos ver— —Fala, se você fica com tesão, negra puta— Ela levantou e abriu as portas do quarto, enquanto a negra ficava pelada. —Fica de quatro e aponta a buceta pra porta, abre o cu com as mãos—Tia Fabiana 9-Que delícia, sua gorda filha da puta, é assim que os buracos do seu cu se abrem, já imagino como deve ser a bunda da Nely- falei enquanto enfiava o dedo no cu dela e começava a comer ela assim. -Aaah aaah- a negra gemia. -Já quero comer vocês duas juntas, o que ela vai dizer quando souber que eu como a mãe dela?- -Mete em mim- -Haha negra puta, não vou meter nada, vai, faz força e caga- A tia Fabiana fez força de quatro e o cu dela se abriu, soltando um pedaço de merda, que peguei com a mão e espalhei por toda a bunda dela. -A puta da sua mãe agora fede a merda, vai tomar banho, imunda- falei passando mais um pouco de merda no rosto dela e indo pro meu quarto. Decidi comprar um chip pra escrever pra minha prima Nely de outro número, não sabia bem o que faria, mas já queria escrever pra essa puta, então inventaria na hora. -Oi- mandei. Passaram uns minutos, até minha prima ver a mensagem. -Quem é?- respondeu. -Você é a Nely, né?- -Sim, como me conhece?- -Te vi em uns eventos e descobri quem é- -Pra que tá me escrevendo?- Aí já não sabia o que responder, então escolhi o caminho da cavalheirice. -Olha, não se ofende, mas sinceramente quando te vi fiquei doido por você, amo seu corpo e queria ver se podia me mandar uma foto pra ver melhor agora- Ela viu na hora, mas demorou uns minutos pra responder. -Vai tomar no cu, quem você pensa que eu sou, filho da puta?- Como imaginei, o instinto de negra favelada apareceu. -Não fica brava Nely, tô falando sério, você me deixa louco- -Cê acha que eu sou puta? A puta que te pariu- Sim, eu achava, mas não posso falar isso agora. -Foda-se, 2000 reais por fotos- falei logo o que queria, pra ver se o macaco dança por dinheiro. -Vai tomar no cu, sabe- -4000 reais por fotos- já tava oferecendo bastante. Ela viu a mensagem e demorou uns dez minutos pra responder. -Tá falando sério?- A negra tava pensando!! Filha da puta. -Claro que sim, já falei que você me deixa louco- -E como você me daria A grana?
—Me passa o número do teu cartão que eu já te faço a transferência—
—Você não vai mostrar pra ninguém?—
—Não se preocupa com isso, quero elas só pra mim😏—

Essa negra filha da puta praticamente já tinha aceitado. Depois de todos os xingamentos, decidi ir mais longe antes que ela resolvesse me passar as fotos e a gente visse no que dava.

—Nely, espera, não me passa—
—Que foi? Não quer mais?—
—Quero, sim, mas não ia dar pra mim, quero mais—
—Então o que você quer?—
—15 mil pesos pra transar— me arrisquei.
—Isso é sério?—
—Não, Nely, se você quer a grana, eu tô falando sério, quero te comer toda—

A negra não sei onde trabalhava, mas não ganhava isso por mês, e o namorado dela era um favelado que não fazia nada, então a grana já tinha adoçado o ouvido dela.

—E como a gente faria?—
—Olha, eu tenho um lugar atrás do estádio XXXXXXX—
—Por que lá?—
—Só tenho o tesão de transar ao ar livre, ninguém ia nos ver—
—E a grana?—
—Foda-se, 10 mil agora pra você confiar, os outros 5 depois de te deixar bem comida—
—Ah, não fala assim comigo—
—Não gostou?—
—Não foi isso que eu disse, mas a gente vê quando se encontrar—

Que negra puta, fazia tudo por dinheiro, não tava nem aí em trair o namorado ou ter uma filha.

—Amanhã às 3 da tarde lá, vai atrás da pedra que tem, te espero lá—
Marquei num lugar onde sei que ninguém ia encher o saco.
—Tá bom, fechou—

Pronto, consegui. Amanhã eu ia comer minha prima, mas não sei como ela reagiria ao me ver, não é como se a gente tivesse muito contato. Mas não vou deixar essa puta me rejeitar, então decidi planejar algumas coisas pra garantir que vou comer ela amanhã, no dia seguinte, e quando eu quiser.

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